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  • Filme,  Música

    Cena de Bohemian Rhapsody revela erro na história da criação de um dos maiores sucessos da banda Queen

    16 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um cena inédita de “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen. A cena mostra a criação do hit “We Will Rock You”, um dos maiores sucessos do grupo musical. Olhos de fãs vão reparar num anacronismo na recriação da gravação. Rami Malek (série “Mr. Robot”) aparece com o visual que o cantor Freddie Mercury só adotou três anos depois da época da canção original. Ele não tinha bigode nem cabelo curto em 1977. Além de Malek, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Figurino de Bohemian Rhapsody, filme sobre a banda Queen, vai ganhar exposição no Brasil

    12 de outubro de 2018 /

    Para divulgar o lançamento de “Bohemian Rhapsody”, a Fox Film Brasil organizou uma exposição com réplicas de figurinos do filme, que conta a trajetória da banda Queen. A exposição, que em São Paulo acontece inicialmente entre os dias 16 e 29 de outubro, no Conjunto Nacional, é pequenina e só contempla as roupas do cantor Freddie Mercury. São quatro figurinos completos, com roupas e acessórios. Em seguida, as peças serão expostas no Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Integram a exposição réplicas dos figurinos usados pelo cantor em shows importantes como o “Live Aid”, no estádio Wembley, em Londres, e o show da turnê “A Kind of Magic” em Paris. Neste último, Freddie entrou no palco usando calça de couro branca, uma coroa, cetro e um manto vermelho que pesava mais de 10 quilos. Este show aconteceu em 1986 e o figurino é um dos destaques da exposição. Já o figurino do “Live Aid”, concerto em prol da erradicação da fome na Etiópia, que aconteceu em 1985, é composto por uma camiseta branca, calças jeans, pulseira e cinto de couro. Os outros dois figurinos são uma blusa de cetim plissado e calça branca, e um macacão de lantejoulas prateadas. A blusa de cetim branca formava ‘asas’ quando Freddie abria os braços e foi usada no lançamento do álbum “Queen II”, em março de 1974, em uma apresentação em Londres. Já o macacão de lantejoulas foi o figurino do show “Live at the Madison Square Garden”, que aconteceu em 2 de dezembro de 1977, em Nova York. O filme, que mostra desde a formação da banda Queen até seis anos antes da morte de Freddie Mercury, traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o icônico cantor, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen terá exibição em estádio no Brasil

    10 de outubro de 2018 /

    O filme “Bohemian Rhapsody”, biografia da banda Queen, terá uma sessão especial em estádio no Brasil. A Fox Film anunciou que o filme será exibido no estádio Allianz Parque Hall, em São Paulo, no dia 30 de outubro. Trata-se da área destinada a shows para público entre 5 mil e 11 mil pessoas, que fica atrás de um dos gols do estádio, entre as traves e a arquibancada – isto é, não inclui o gramado. 4 mil espectadores serão admitidos no evento, divididos entre três setores. A exibição do filme será seguida por shows de Frejat e da banda Malta, que tocarão homenagens ao Queen. Os ingressos para o evento já estão a venda no site oficial e saem entre R$120 e R$180 (inteiras), de acordo com os setores. A iniciativa lembra que os shows do Queen costumavam lotar estádios, como o próprio filme buscou registrar. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, e acompanha a evolução de sua banda, dos primeiros ensaios ao sucesso no Live Aid. O elenco também destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 1 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos e dois dias após a première em estádio.

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  • Filme,  Música

    Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody mostra transformação de Rami Malek em Freddie Mercury

    3 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, centrado na transformação do ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) no cantor Freddie Mercury. A prévia mostra ensaios, figurinos e revela que ele dispensou coreógrafos para trabalhar com uma técnica de movimentos, visando andar e se mover como o líder do Queen. Além de Rami Malek (série “Mr. Robot”), o elenco destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, os vídeos de bastidores das filmagens não trazem declarações de nenhum cineasta, mas do produtor Graham King (“Tomb Raider: A Origem”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Estudo revela que 78% dos personagens árabes da TV americana são terroristas, espiões ou ditadores

    10 de setembro de 2018 /

    A ONG MENA Arts Advocacy Coalition (MAAC), que defende maior representatividade de atores de origem árabe em Hollywood, divulgou um estudo que aponta que 78% dos personagens do Oriente Médio e do Norte da África que apareceram em séries americanas entre 2015 e 2016 foram retratados como terroristas, espiões, militares ou ditadores. O estudo divulgado nesta segunda-feira (10/9) pesquisou mais de 242 séries exibidas em canais abertos, fechados e serviços de streaming entre os dois anos apontados. E como resultado, a ONG apontou que apenas 1% dos personagens regulares em séries de TV americanas são de descendência árabe, enquanto esse grupo étnico representa 3,2% da população dos EUA. Cerca de 92% das séries analisadas não tem nenhum personagem com esta descendência no seu elenco regular. Mas há poucas e boas exceções de representatividade. Em “Mr. Robot”, o protagonista Elliot Anderson é interpretado por Rami Malek, que tem descendência egípcia, mas o personagem se envolve numa trama de cyberterrorismo. Outros exemplos mais positivos aparecem em papéis coadjuvantes, como Necar Zadegan (a advogada Delia em “Girlfriend’s Guide to Divorce”), Ennis Esmer (o tenista Nash em “Red Oaks”), Yara Shahidi (a Zoey de “Black-ish”), Jaime Camill (o Rogelio de “Jane the Virgin”), Tony Shalhoub (o Abe de “The Marvelous Mrs. Maisel”) e Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), todos atores de origem árabe ou norte-africana com papéis relevantes em séries de TV, que não vivem terroristas. “Hollywood precisa superar o estereótipo de terroristas e ditadores ao retratar essas pessoas”, comenta Nancy Wang Yuen, uma das autoras do estudo. “Esse tipo de retrato pode ter efeitos negativos de verdade. Criar personagens diferentes e mais complexos para pessoas de origem árabe ou norte-africana pode combater preconceitos e aumentar a rejeição a políticas públicas preconceituosas”.

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  • Filme,  Música

    Aniversário de Freddie Mercury é lembrado com vídeos do filme Bohemian Rhapsody

    5 de setembro de 2018 /

    A Fox aproveitou que o cantor Freddie Mercury faria 72 anos nesta quarta-feira (5/9) para divulgou dois vídeos do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de sua banda, Queen. Um dos vídeos celebra a data, destacando que ele virou lenda, e outro recria a gravação da música mais icônica da banda, que dá título à produção. O elenco traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Mr. Robot vai acabar na próxima temporada

    29 de agosto de 2018 /

    A premiada série “Mr. Robot” vai concluir sua trama em sua próxima temporada, a 4ª da produção. A decisão foi tomada pelo criador da atração, Sam Esmail. Cada vez mais envolvido com diferentes projetos, ele chegou a considerar um quinto ano, mas conforme discussões com os roteiristas avançaram, a conclusão lógica foi estender a quantidade de episódios da 4ª temporada para encerrar a série sem prolongar demais o encaminhamento da conclusão. Os últimos episódios começarão a ser gravados nos próximos meses e serão lançados apenas em 2019. Com isso, a série ficará mais de um ano fora do ar. A 4ª temporada foi anunciada em dezembro do ano passado pelo canal pago americano USA Network. Originalmente, teria apenas oito episódios, já prevendo a complicada agenda de Esmail, que além de ser showrunner, produtor e roteirista, também dirige todos os capítulos. Mas após reavaliação, a produção foi aumentada e agora terá 12 episódios, de forma a concluir toda a história pendente. “Quando criei o mundo de ‘Mr. Robot’, pensei que seria uma série de televisão de nicho com um número pequeno de seguidores. Nos últimos três anos, se tornou muito mais do que isso, e estou muito agradecido pelo reconhecimento recebido pela série e pelo trabalho incrível do elenco e da equipe, incansáveis na missão de dar vida à minha visão”, comentou Esmail em comunicado oficial. “Desde o primeiro episódio, já tinha a nossa conclusão em mente – e, ao planejar esta 4ª temporada, decidi que era hora de realizá-la. Ninguém na equipe criativa, incluindo o pessoal da emissora USA, queria dizer adeus, mas todos nós respeitamos a jornada de Elliot o bastante para não arrastá-la além de seu final inevitável. Por isso, a 4ª temporada será o nosso último capítulo. Aos fãs da série: obrigado pelos últimos anos, e mal posso esperar para dividir a última temporada com vocês”, completou o criador. “Mr. Robot” ajudou o canal USA a ganhar prestígio em meio ao competitivo mercado de séries dos Estados Unidos. O protagonista, Rami Malek, venceu um Emmy pela atuação na 1ª temporada, enquanto o coadjuvante Christian Slater conquistou um Globo de Ouro. No Brasil, a série é exibida no canal à cabo Space. Esmail continuará trabalhando em séries. Ele criou “Homecoming”, estrelada por Julia Roberts, que estreia na Amazon no próximo dia 2 de novembro, está trabalhando numa minissérie baseada na pioneira sci-fi “Metrópolis” (1927), de Fritz Lang, e ainda escreve um filme sobre o Triângulo das Bermudas, que pretende dirigir.

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  • Filme

    Remake do clássico Papillon ganha trailer legendado

    15 de agosto de 2018 /

    Com uma diferença de “apenas” três meses em relação aos Estados Unidos, a Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer oficial legendado do remake de “Papillon” (1973), drama clássico de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Não que haja muita expectativa para a nova versão, que tem os papéis principais desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”) e Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam a pesar as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem chamar muita atenção. Mesmo assim, vale destacar que a produção vem contando com boa vontade dos críticos mais jovens, que, como o público-alvo, não viram o original. A estreia no Brasil está marcada somente para 4 de outubro.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme da banda Queen desfila coleção de hits, figurinos e segredos em novo trailer

    17 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. E além de resumir a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, a prévia finalmente aborda a homossexualidade do cantor, em duas cenas breves e em sua recusa em comentar sua vida pessoal, durante uma entrevista. Na vida real, ele era fanático por sua privacidade e nunca assumiu que era, no mínimo, bissexual. Para quem não lembra, o cantor só confirmou ser HIV positivo um dia antes de morrer. O vídeo também chama atenção por apresentar diversos hits da banda, inclusive cenas de gravação da música que lhe dá título, e pela variedade de figurinos e penteados do elenco, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Mesmo demitido, Bryan Singer será único diretor creditado no filme da banda Queen

    17 de junho de 2018 /

    Apesar de ter sido demitido durante as filmagens, o cineasta Bryan Singer será creditado como diretor de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. A razão para este paradoxo é que Singer fez a maior parte do trabalho e seu substituto, Dexter Fletcher, apenas finalizou o que ele deixou incompleto. Pelas regras do Sindicado dos Diretores dos EUA, Fletcher só poderia receber os créditos de direção se refilmasse uma porcentagem significativa do longa, como aconteceu em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que também teve substituição de diretores – a dupla Phil Lord e Christopher Miller foi trocada por Ron Howard. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre Singer e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. A estreia de “Bohemian Rhapsody” está marcada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ator e criador de Mr. Robot vão voltar a se juntar em filme sobre terrorismo

    6 de junho de 2018 /

    O ator Rami Malek vai estrelar outra obra de Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. Os dois se juntaram para levar ao cinema a adaptação do livro “American Radical”, dos jornalistas Tamer Elnoury e Kevin Maurer. A produção está a cargo da Universal Pictures. Malek será o protagonista e Esmail é o responsável pela direção do filme, que ainda não tem data de estreia ou cronograma de filmagem. No momento, o estúdio busca um roteirista para realizar a adaptação, já que Esmail está bastante ocupado com a 4ª temporada de “Mr. Robot”, que estreia em 2019. Publicado em outubro, “American Radical” conta a história real de Elnoury, pseudônimo de um orgulhoso americano muçulmano que, após os atentados de 11 de setembro trocou uma carreira como policial pela unidade de combate ao terrorismo. O livro fala dos obstáculos que ele enfrentou para ser aceito e também seu trabalho para se infiltrar em um grupo da Al-Qaeda que planeja um ataque nos Estados Unidos. Além de participar de “Mr. Robot”, Rami Malek poderá ser visto a seguir no remake de “Papillon”, que estreia em 24 de agosto, e como Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen prevista para chegar aos cinemas brasileiros em 1 de novembro.

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  • Filme

    Remake do clássico Papillon ganha 18 fotos, pôster e primeiro trailer

    24 de maio de 2018 /

    A produtora Bleecker Street divulgou 18 fotos, o pôster e o primeiro trailer do remake do filme clássico “Papillon” (1973), drama de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Na nova versão, os papéis são desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”), Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem render maiores comentários.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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