Mudbound ganha trailer legendado e subtítulo oficial com erro de português
Já disponível na Netflix nos Estados Unidos, o drama de época “Mudbound” será lançado no Brasil nos cinemas… somente em fevereiro! Achou ruim? Piora. A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado do filme, que revela um subtítulo “crássico” para o lançamento nacional: virou o “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, com um apêndice melodramático que destaca a palavra “Mississipi”. Para quem não sabe, como os “tradutores oficiais”, a grafia em inglês é “Mississippi” e nos dicionários de português a palavra (paroxítona terminada em I) inclui um acento agudo, “Mississípi”. Impressionante. “Mudbound” – esqueçamos o subtítulo, é melhor – conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A história de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu em 17 de novembro nos Estados Unidos. Por aqui, o filme só estreia três meses depois, em 22 de fevereiro.
Mulher que ofendeu Titi diz ter vídeo de Anitta e Thaila Ayala consumindo drogas
Após ofender Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, a mulher que diz se chamar Day McCarthy e se apresenta na internet como uma socialite resolveu acusar a cantora Anitta e a atriz Thaila Ayala (foto acima, de “Pica-Pau: O Filme”) de cheirar cocaína. Ela afirmou nas redes sociais ter vídeos que comprovam a acusação. “Anitta cheira pó, sim! Cheirou pó na minha frente, eu ainda filmei, sem querer. E se me irritar muito eu posto o vídeo mesmo”, ameaçou. “A única pessoa que eu posso provar que realmente cheira pó é só a Thaila Ayala e a Anitta. O resto eu não sei se fuma ou não, eu não posso provar. Eu só falo o que eu realmente tenho provas”, disse. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta no Instagram suspensa por ofensas pessoais e, segundo apurou a revista Veja, chegou a ser presa em 2015 nos EUA por envolvimento com prostituição. Os novos posts ficaram inacessíveis após ela ter novamente as contas bloqueada em todas as redes sociais. Diante dos novos surtos, diversas petições foram criadas na internet para a Justiça brasileira agir contra Dayane. Anitta e Thaila também se manifestaram. “Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável”, disse Thaila, que publicou sua mensagem no Instagram, junto de uma foto de Titi, Giovanna e Bruno. “Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio”, completou. A assessoria de Anitta seguiu o mesmo tom. “A cantora lamenta profundamente que calúnias absurdas a seu respeito provenientes de correntes de seguidores e likes em redes sociais possam tirar o foco do preconceito, do crime repugnante de racismo e homofobia praticado contra criança”. A cantora e Thaila não informaram se pretendem processá-la por calúnia e difamação, mas Bruno Gagliasso registrou queixa criminal contra Dayane na segunda-feira (27/11) e, se condenada, ela pode pegar de 1 a 3 anos de prisão pelo crime de injúria racial. Nesta terça-feira, Bruno e Giovanna usaram as redes sociais para agradecer o apoio de amigos e fãs à Titi, após as ofensas racistas. “Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial”, publicaram. Sobre o que há de mais belo no mundo o AMOR!!!! _ Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável. Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio. Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala) em Nov 28, 2017 às 5:44 PST Queremos agradecer por todas as mensagens e formas de carinho que recebemos nesses últimos dias. Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Como disse Gil, hoje o racismo não está mais velado e sim revelado, e mais do que nunca precisa ser encarado de frente por todos nós. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial. ??❤️#antiracista #antiracism #amor Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) em Nov 28, 2017 às 8:42 PST
Comissão de Ética Pública pede explicações do presidente da EBC por memes irônicos contra Taís Araujo
A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu, em reunião realizada na segunda-feira (27/11), pedir esclarecimentos ao presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, por postagens em redes sociais em que ironizava um discurso anti-racista da atriz Taís Araújo. Durante participação no evento TEDx, a atriz disse que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, Rimoli compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. “A comissão examinou a partir de uma denúncia apresentada as supostas postagens em redes sociais feitas pelo presidente da EBC. São publicações que dizem respeito — em tom jocoso — a uma entrevista da atriz Taís Araújo, narrando vicissitudes que ela e sua família atravessam”, afirmou o presidente da comissão, Mauro Menezes, errando o contexto e a ocasião da frase da atriz. Segundo Menezes, consta no código de ética do servidor público civil a “observância do decoro”, que “é um imperativo dentro e fora das instituições”. Para o presidente da comissão, mesmo que as postagens tenham ocorrido fora das atividades, elas podem terminar por afetar a imagem da administração pública. “Sem fazer juízo antecipado, abrimos procedimento para investigar a sua conduta e ele terá dez dias para prestar esclarecimentos”, explicou. Após o caso, diversas entidades que combatem o preconceito se manifestaram em apoio à Taís Araujo e exigindo respeito. Além disso, o ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, protestou ao vivo no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, abandonando o programa após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom do presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil) contra a atriz. Diante da repercussão, Laerte Rimoli reconheceu que cometeu um erro e pediu desculpas públicas à atriz, usando novamente seu próprio Facebook. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, ele escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. No mesmo período em que Taís Araújo sofreu ataques de homens brancos ricos, William Waack, apresentador do “Jornal da Globo”, foi afastado por fala racista vazada nos bastidores da produção e uma autoproclamada socialite xingou a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, chamando-a de “macaca” num vídeo postado na internet.
Filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso sofre novo ataque de racismo na internet
Contrariando os que acham que filhos de famosos não sofrem racismo, Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, sofreu o ataque gratuito de uma mulher que se apresenta como socialite nas redes sociais. Com a atenção chamada por seus seguidores, Giovanna respondeu à altura e promete providências criminais. No sábado (25/11), Day McCarthy gravou um vídeo em que chama a filha dos atores de “macaca horrível” com “cabelo de pico de palha”. “A menina é preta, tem um cabelo horrível de pico de palha e um nariz de preto, horrível, e o povo fala que a menina é linda?”, disse a socialite, provocando ira dos internautas. Titi é a terceira criança brasileira que ela ataca. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta do Instagram bloqueada após ter ofendido a filha dos apresentadores Roberto Justus e Ticiane Pinheiro em agosto. No mês passado, o alvo das ofensas foi o filho de Ana Hickmann, Alexandre, de 3 anos. A apresentadora e o marido registraram boletim de ocorrência, em São Paulo. Ao ver o vídeo, Giovanna se pronunciou em seu Instagram. “Bom domingo com amor e a pureza de uma criança. À todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada”, ela resumiu. No ano passado, o casal já tinha prestado queixa na polícia após manifestações racistas contra a menina em seus perfis sociais. Bom domingo com AMOR e a pureza de uma criança ? à todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada ?? Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gio_ewbank) em Nov 26, 2017 às 8:23 PST
Taís Araújo discursa contra racismo e é ridicularizada por integrantes de cargos públicos
Falar de racismo no Brasil pode render ataques do governo. Dois integrantes de cargos públicos e um senador resolveram atacar Taís Araújo no feriado que deveria despertar a “Consciência Negra”, após a circulação do vídeo de um discurso da atriz em conferência sobre educação, em que ela afirma que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. A postagem indignou entidades de defesa da igualdade racial. O Fórum Nacional pela Democratização (FNDC) anunciou a intenção de denunciar o gestor público pela ironia diante da manifestação antirracista. “Ele deveria zelar pelo fim de todas as formas de discriminação, pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmou a coordenadora do FNDC, Renata Mielli, em entrevista à Rede Brasil Atual. “Racismo já é crime. Agora, praticado por um gestor de empresa pública de comunicação é totalmente absurdo. Vamos exigir que medidas cabíveis sejam adotadas”, completou. Diante da repercussão negativa da “piada” de fundo racista, ele usou o Facebook, nesta quarta-feira (22/11), para pedir desculpas. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. Todos os que protestaram são brancos. Assim como muitos jovens que fizeram questão de gravar vídeos no YouTube contra a atriz, demonstrando de forma clara, branquíssima, a gravidade do problema racial do país – onde nem sequer se pode falar sobre racismo sem sofrer repressão. Veja abaixo o discurso contundente de Taís Araújo, no TEDx São Paulo, e as gracinhas compartilhadas pelo presidente da EBC.
Patty Jenkins reúne elenco de Mulher-Maravilha em série de TV
A diretora Patty Jenkins trouxe mais uma integrante do elenco central de “Mulher-Maravilha” para a série “One Day She’ll Darken”, que ela está desenvolvendo para o canal pago TNT. Connie Nielsen, intérprete da Rainha Hipólita, mãe da super-heroína no filme dirigido por Jenkins, vai se juntar a Chris Pine, o capitão Steve Trevor do cinema. A série é uma criação de Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador de Muay Thai, cuja vida foi narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic, e também escreveu livros sobre a luta. Mas a série é um suspense de texturas dramáticas. A trama é inspirada na autobiografia homônima da Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde encontrou sua mãe biológica, descobrindo que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer da Dália Negra. A atriz vai interpretar Corinna Hodel. Ela era uma linda socialite, que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. Já Pine será Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A produção da série já foi aprovada, independente do piloto. Jenkins, Sheridan e Pine serão os produtores, ao lado de Michael Sugar (série “13 Reasons Why”). A estreia é esperada para o final de 2018.
Mudbound: Aposta da Netflix para o Oscar 2018 ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um vídeo de 4 minutos com entrevistas do elenco e criadores de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu na sexta (17/11).
Lupita Nyong’o critica racismo de revista que editou foto para alisar seu cabelo
A atriz Lupita Nyong’o, vencedora do Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), criticou a revista britânica Grazia UK por ter editado digitalmente a foto que ela fez para a capa da edição desta semana, inclusive alisando seu cabelo. “Desapontada que a ‘Grazia Uk’ editou e alisou meu cabelo para se encaixar em uma noção eurocêntrica de como belos cabelos devem ser”, escreveu a atriz em seu Instagram. “Eu abraço meu patrimônio natural e, apesar de ter crescido pensando que a pele clara e o cabelo sedoso eram o padrão da beleza, agora sei que minha pele escura e cabelos soltos também são lindos”. “Se eu tivesse sido consultada, eu teria explicado que não posso apoiar ou tolerar a omissão da minha herança nativa, visando que eles percebam que ainda há um longo caminho a ser percorrido para combater o preconceito inconsciente contra a pele das mulheres negras, estilo e textura de seus cabelos”, completou. Diante das críticas da atriz, a publicação divulgou um comunicado. “Grazia está comprometida em representar a diversidade em suas páginas e pede desculpas para Lupita. A revista gostaria de deixar claro que, em nenhum momento, fez pedidos de edição ao fotógrafo para que o cabelo de Lupita fosse alterado na capa desta semana”. “Mas nós pedimos sinceras desculpas por não manter um alto nível editorial e garantir que estivéssemos cientes de todas as alterações ocorridas”, acrescentou a nota. Veja abaixo o post de Lupita, que compara a foto original com a edição feita pela capa. As I have made clear so often in the past with every fiber of my being, I embrace my natural heritage and despite having grown up thinking light skin and straight, silky hair were the standards of beauty, I now know that my dark skin and kinky, coily hair are beautiful too. Being featured on the cover of a magazine fulfills me as it is an opportunity to show other dark, kinky-haired people, and particularly our children, that they are beautiful just the way they are. I am disappointed that @graziauk invited me to be on their cover and then edited out and smoothed my hair to fit their notion of what beautiful hair looks like. Had I been consulted, I would have explained that I cannot support or condone the omission of what is my native heritage with the intention that they appreciate that there is still a very long way to go to combat the unconscious prejudice against black women's complexion, hair style and texture. #dtmh Uma publicação compartilhada por Lupita Nyong'o (@lupitanyongo) em Nov 9, 2017 às 6:11 PST
Mudbound: Aposta da Netflix no Oscar 2018 ganha novo trailer épico
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto, de Londres e de Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.
Detroit em Rebelião denuncia tensão racial histórica dos Estados Unidos
Quem assistiu a “Guerra ao Terror” (2008) e a “A Hora Mais Escura” (2012) sabe bem o que esperar da diretora Kathryn Bigelow. Ela faz filmes políticos muito fortes, de denúncia, sem aliviar na forma de relatar os acontecimentos. Ela se interessa pela história norte-americana recente e parece ter muita urgência em fazer o público refletir sobre algumas questões pendentes. “Detroit em Rebelião”, seu atual trabalho, debruças-se sobre a tensão racial que tomou conta da cidade de Detroit, a mais populosa do estado de Michigan, em 1967. Ela procura mostrar que o barril de pólvora que se incendeia nesses momentos retrata uma guerra sem fim que os Estados Unidos não conseguem encarar e resolver. Pelo contrário, ciclicamente, a situação se agrava. O filme toma posição clara e expressa de apoio à causa negra, durante todo o tempo, de forma firme e corajosa. Sem dar margem a nenhuma dúvida. O que, talvez, até prejudique a reflexão que ela pretende. Porque ela dá o prato pronto, incontestável. A abordagem dos fatos relatados no filme – que culminaram na maior rebelião civil dos Estados Unidos, com um saldo de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados – é tão marcante e incisiva que se torna quase insuportável. As cenas de confrontos de rua são agitadas, tensas como a câmera que as capta. O tratamento que uma polícia quase inteiramente branca dá à população negra de uma região conflagrada é de exasperar os ânimos de qualquer humanista ou cidadão de convicções democráticas. Para acentuar o absurdo do tratamento policial e o desrespeito às pessoas, o filme se estende durante muito tempo, para mostrar o que acontece, passo a passo, repetidamente. É revoltante, inaceitável. Já sabíamos disso, tínhamos entendido. Mas viver emocionalmente cada momento nos obriga a entrar na pele da população negra, tão estupidamente discriminada. E que o ótimo elenco negro (John Boyega, Anthony Mackie e outros), que sofre diante de nós, reforça enormemente, assim como os atores brancos (Will Poulter, Jack Reynor, etc) em seus desempenhos agressivos. Os julgamentos que ocorrem depois apenas reafirmam a desigualdade e a ausência de equilíbrio de uma justiça também branca. Nesse ponto, a situação toma ares civilizados, mas nada muda, de fato. As instituições estão aí para garantir a desigualdade e o preconceito. Essa é a América, guardiã da democracia e da liberdade, que tanto se apregoa? Alguma coisa apodreceu nos intestinos dessa nação tão poderosa. E não é de hoje, como nos mostra Kathryn Bigelow em seu forte filme-denúncia.
Atriz Lucy Ramos denuncia ataque racista na internet
Lucy Ramos usou seu Instagram para denunciar ataques de racismo que vem sofrendo. A atriz, que participou do filme americano “Turistas” e recentemente viveu a personagem Leila na novela “A Força do Querer”, reuniu os comentários abusivos deixados em seu perfil e fez um desabafo, dizendo que vai procurar seus direitos. “Como pode uma pessoa criar uma conta no Instagram, única e exclusivamente para ofender outras pessoas! Porque com certeza eu não fui a única. A covardia é tanta que nem mostrar o rosto teve coragem. Mas eu me amo, me aceito, me respeito, sei quem sou, para o que luto e vivo. E digo claramente que nada disso me atingiu”, explicou ela. A atriz contou que ficou em dúvida se compartilharia as agressões que recebeu. “Pensei muito se deveria ou não postar essas ofensas, mas fiz questão de postar para dizer que não podemos deixar esse tipo de pessoa sair ofendendo outras, se escondendo por trás da internet e achando que nada vai lhe acontecer. Estou indo atrás dos meus direitos e essa pessoa não vai sair impune”, avisou. O post recebeu diversos comentários de apoio. “Racismo não é inveja, é crime de ódio. Denuncie!”, disse uma fã. “Você é porta-voz daquelas que se calam”, acrescentou outro seguidor da atriz. VEJA A PRÓXIMA FOTO. Que você vai entender o que estou dizendo! Como pode uma pessoa criar uma conta no Instagram, única e exclusivamente para ofender outras pessoas! Porque com certeza eu não fui a única. A covardia é tanta que nem mostrar o rosto teve coragem. Mas eu me amo, me aceito, me respeito, sei quem sou, para o que luto e vivo. E digo claramente que nada disso me atingiu. Pensei muito se deveria ou não postar essas ofensas, mas fiz questão de postar para dizer que não podemos deixar esse tipo de pessoa sair ofendendo outras, se escondendo por trás da internet e achando que nada vai lhe acontecer. Estou indo atrás dos meus direitos e essa pessoa não vai sair impune. ✊? Uma publicação compartilhada por Lucy Ramos (@lucyramos_) em Out 13, 2017 às 1:00 PDT
Mudbound: Trailer de drama épico revela aposta da Netflix no Oscar 2018
A Netflix divulgou o primeiro trailer, o pôster e oito fotos de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, cuja extensão a prévia apenas alude. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto e está programado para os festivais de Londres e Nova York em outubro, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.
Fotos apresentam os novos personagens de Hawaii Five-0
A rede americana CBS divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª temporada de “Hawaii Five-0”, que apresenta os novos personagens da série. A nova versão da atração vai trocar metade do elenco original, justamente a metade asiática. Daniel Dae Kim e Grace Park, que interpretavam Chin Ho e Kono, deixaram a série neste ano, após terem o pedido de igualdade salarial com os colegas brancos recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett (Alex O’Loughlin). Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também deve revelar o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Além desses novos integrantes da equipe, o ator Ian Anthony Dale foi promovido ao elenco regular. Ele tinha participação recorrente como o marido de Kono, Adam, e agora será o principal representante asiático do elenco, que também perdeu recentemente Masi Oka. Entre outras novidades da temporada, a agente criminal Alicia Brown (papel de Claire Forlani) vai retornar no oitavo ano – e possivelmente explorar sua química com McGarrett. A 8ª temporada de “Hawaii Five-0” estreia no dia 29 de setembro nos Estados Unidos.









