Ator mexicano de Roma consegue visto após insistir pela quarta vez para ir ao Oscar 2019
Após ter seu visto recusado três vezes pelas autoridades imigratórias americanas, o ator mexicano Jorge Antonio Guerrero, que interpreta Fermín no filme “Roma”, conseguiu o documento necessário para entrar nos Estados Unidos e poder participar da cerimônia do Oscar 2019. Faltando nove dias para a cerimônia, Guerrero compartilhou a boa notícia em seu Instagram. “É uma alegria compartilhar com vocês que depois dos trâmites correspondentes, tenho o visto americano em mãos”, ele comemorou na rede social. “Quero expressar minha mais profunda gratidão à Secretaria de Relações Exteriores por ser um vínculo fundamental para essa conquista, à embaixada dos EUA e seus diplomatas que tiveram a gentileza de se aproximarem de mim, aos meus companheiros por seu apoio inestimável, à minha equipe por caminhar comigo a cada passo, aos novos amigos e associações que amavelmente estenderam sua mão para ajudar, à Netflix por seu apoio durante o processo”, acrescentou. Em janeiro, o ator relatou sua dificuldade para poder participar da divulgação no filme nos Estados Unidos, tendo sido impedido de viajar para a première de “Roma” no ano passado e dos eventos de premiação no começo do ano. Além de ter o principal papel masculino de “Roma”, Jorge Antonio Guerrero também participou de “Narcos: México” e da série sobre o cantor mexicano Luis Miguel, que obteve grande sucesso internacional. O problema do ator mexicano foi reprise das confusões dos dois anos passados. Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, integrantes de equipes de filmes estrangeiros vêm tendo seus vistos recusados. Em 2017, a proibição de Donald Trump a viajantes de sete países de maioria muçulmana impediram que duas pessoas envolvidas no documentário britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado para Melhor Curta Documentário, pudessem comparecer à cerimônia, simplesmente porque eram sírios, e esse país estava na lista de Trump. O filme venceu o Oscar. A proibição também resultou na ausência do diretor Asghar Farhadi, que desistiu de obter um visto especial após ser barrado por ser iraniano, quando seu filme “O Apartamento” venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz do filme, Taraneh Alidoosti, desabafou no Twitter ao afirmar que “a proibição de visto de Trump para os iranianos é racista”. Atualmente, o projeto político de Trump está voltado a construir um muro na fronteira com o México para barrar imigrantes latinos. Com este objetivo, campanhas televisivas recentes do governo federal americano têm descrito esses imigrantes como assassinos, ladrões, traficantes e estupradores. Visualizar esta foto no Instagram. @USEmbassyMEX Uma publicação compartilhada por Jorge A Guerrero (@jorgeaguerrero_) em 13 de Fev, 2019 às 8:46 PST
Novo filme de Liam Neeson é adiado no Brasil após entrevista polêmica
A desastrosa entrevista de Liam Neeson da semana passada, em que confessou já ter tido desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada, repercutiu no Brasil. Com estreia marcada para a próxima quinta-feira (14/2), o novo filme do ator, “Vingança a Sangue Frio”, teve seu lançamento nacional adiado para o dia 14 de março. A distribuidora citou nominalmente a “repercussão da entrevista” como uma das razões para a medida. “Com a repercussão da entrevista do ator Liam Neeson, a distribuidora optou pela alteração da data de lançamento. A mudança também visou privilegiar a estreia do nacional ‘Minha Fama de Mau’, que cresceu muito nas últimas semanas e chega aos cinemas nesta quinta, numa janela menos competitiva. ‘Vingança a Sangue Frio’ abriu nos Estados Unidos dentro das expectativas do mercado e será lançado no Brasil no dia 14 de março”, diz o comunicado da Paris Filmes. Entretanto, ao contrário do que afirma o comunicado, o filme sofreu forte impacto negativo nas bilheterias norte-americanas, após a confissão de Neeson. “Vingança a Sangue Frio” registrou uma das piores estreia da carreira do astro – a pior desde 2010 nos Estados Unidos. A declaração do ator de 66 anos foi feita durante a divulgação do filme, ao ser questionado pelo jornal britânico The Independent sobre uma possível identificação com seu personagem, um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Neeson, então, revelou que, na juventude, chegou a passar uma semana andando pelas ruas com um bastão a procura de um homem negro para matar depois que uma mulher próxima a ele foi estuprada por alguém que ela disse ser negro. “Ela lidou com a situação do estupro de forma extraordinária”, disse Neeson sobre o episódio. “Mas minha reação imediata foi: ela sabia quem era? Não. Qual era a cor dele? Ela disse que era uma pessoa negra. Eu subia e descia as ruas com um bastão, na esperança de esbarrar com alguém. Tenho vergonha de contar isso hoje, mas fiz por talvez uma semana, esperando que algum negro desgraçado saísse de um pub e arrumasse confusão comigo por qualquer motivo, sabe? Para que eu pudesse matá-lo.” A confissão gerou críticas e acusações de racismo. O ator foi ao programa televisivo “Good Morning America”, apresentado por Robin Roberts, que é negra, para respondê-las. “Realmente fiquei chocado por esse desejo primal que tive. Procurei ajuda. Procurei um padre, me confessei, eu era muito católico. Eu tinha dois grandes amigos com quem conversei para me livrar disso. Eu não sou racista, isso foi há quase 40 anos”, afirmou, acrescentando que teria a mesma reação se a mulher tivesse respondido que o homem era branco. Neeson ainda ressaltou que contou o episódio como uma parábola sobre a inutilidade de buscar vingança, lembrando que ele cresceu em meio aos conflitos na Irlanda do Norte. A maior ironia sobre os problemas que isso trouxe ao longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), é que “Vingança a Sangue Frio” foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação na média da crítica computada pelo site Rotten Tomatoes.
Confissão racista resulta numa das piores bilheterias de estreia de Liam Neeson
A desastrosa entrevista de Liam Neeson da semana passada, em que confessou já ter tido desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada, teve impacto negativo nas bilheterias do novo filme do ator. “Vingança a Sangue Frio” registrou a pior estreia do astro desde 2010. O filme arrecadou apenas US$ 10,8 milhões durante o fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, o que só supera a estreia de “72 Horas”, que Neeson estrelou ao lado de Russell Crowe e fez US$ 6,5 milhões há nove anos. A declaração do ator de 66 anos foi feita durante a divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, seu novo épico de ação em que interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Vingança a Sangue Frio” estreia na quinta-feira (14/2) nos cinemas brasileiros.
Talento de atores faz Green Book ser levado a sério
“Green Book – O Guia” é o primeiro filme, vamos dizer assim, sério do diretor Peter Farrelly. Sim, a outra metade dos Irmãos Farrelly (Bobby não dirigiu, mas apoiou o projeto do início ao fim), de “Debi e Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998). Você pode acusar a produção de ser à moda antiga ou de entrar para a lista daqueles tradicionais filmes de Oscar, certinhos, mainstream, by the book, que Hollywood faz de montão, mas que sempre surgem com muita força nas premiações – como “Kramer vs Kramer” (1979), “Conduzindo Miss Daisy” (1989) e “Uma Mente Brilhante” (2001). Mas não pode acusar “Green Book” de má intenção. Peter Farrelly admitiu erros grotescos nos bastidores de outros filmes e o roteirista Nick Vallelonga falou merda no Twitter, mas conseguiram sentar, criar e executar um filme que, queira ou não, será lembrado por muito tempo. É o primeiro drama de Peter, embora tenha seus momentos de humor, claro. Sai a comédia, entra o drama; sai a grosseria para dar lugar à finesse. Mas é a velha história de amizade entre homens num road movie (“Debi e Lóide”, “Kingpin”) em que a jornada evolui seus protagonistas como seres humanos. E isso também estava inserido de alguma forma em “Quem Vai Ficar com Mary?”. Na trama, Tony Lip (Viggo Mortensen) é um leão de chácara bruto, grosso, descendente de italianos, falastrão e racista. Um típico personagem dos irmãos Farrelly, cultivando estereótipos. Com a grana curta, ele aceita trabalhar como motorista (e segurança) de um pianista erudito, ninguém menos que o célebre Dr. Don Shirley (Mahershala Ali), durante dois meses na estrada para cumprir a agenda de turnê do músico pelo sul dos Estados Unidos, o território mais preconceituoso, numa época em que o país estava pegando fogo. Juntos, eles seguem um guia tão absurdo quanto verídico, o tal Green Book, um livro que mostra os hotéis e locais que negros podem frequentar. Em resumo, a viagem não foi nada fácil, mas deve ter sido muito, muito mais dura na vida real. O filme é acusado de amenizar os fatos reais em que supostamente se baseia. Ou seja, Hollywood sendo Hollywood. E essa passada de pano na história para favorecer os clichês de “buddy movie” entrega que se trata de um filme convencional. Sem esquecer que também é um filme sobre racismo escrito e dirigido por brancos, que privilegia a conscientização do branco sobre o sofrimento do negro. Tony e Shirley dizem coisas terríveis um ao outro, mas Farrelly passa um verniz dramático que só contadores de histórias acostumados com comédias sabem dosar. Tudo para, no final, eles se entenderem e se complementarem. Esse enredo basicão rendeu prêmios, como a conquista do Festival de Toronto, do Globo de Ouro de Melhor Comédia e ainda tem cinco indicações ao Oscar. Claro que ajuda muito contar com atores no topo de suas capacidades artísticas. Concorde-se ou não com o cinema dos Farrelly, Viggo Mortensen e Mahershala Ali formam uma inesperada dupla perfeita. Mortensen é o raro caso de ator que não se deixou definir por um papel de sucesso – Aragorn, na trilogia de “O Senhos dos Aneis” – , acumulando escolhas ousadas, de “Senhores do Crime” (2007) a “Capitão Fantástico” (2016). Em “Green Book”, ele some no papel de Tony Lip (ou Vallelonga), com sua postura de mafioso, machão clichê, mas de coração mole. Parece conter emoções, mas sempre coloca tudo para fora. Já Mahershala Ali, que venceu um Oscar por “Moonlight” (2016), deve repetir a dose merecidamente com “Green Book”. Seu Dr. Shirley é o oposto de Tony – e o contraponto para a atuação de Viggo. Introvertido, reprimido, por motivos óbvios e compreensíveis, ele prefere falar através de sua arte. Quando finalmente se solta no piano de um bar, é a purificação de sua alma. E Mahershala entrega. Os dois estão entre os grandes de Hollywood, equivalentes do século 21 aos intérpretes lendários da era de ouro do cinema. E isso faz com que “Green Book” seja levado a sério.
Tapete vermelho do novo filme de Liam Neeson é cancelado após declarações polêmicas do ator
O tapete vermelho de “Vingança a Sangue Frio” em Nova York foi cancelado pela Lionsgate, após as declarações polêmicas de Liam Neeson no começo desta semana. O ator afirmou, em entrevista para o jornal britânico The Independent, que já tinha pensado em “matar um homem negro” para se vingar do estupro de uma amiga. Não um homem específico, mas qualquer negro que encontrasse. Isto teria ocorrido há 40 anos. A confissão aconteceu em meio à promoção de “Vingança a Sangue Frio”, em que Neeson interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Uma fonte da Lionsgate disse ao site Deadline que o evento de Nova York não seria apropriado “sob as circunstâncias”. Apesar disso, a première no Loews Lincoln Square continua marcada. Apenas não terá participação do elenco. O estúdio também decidiu manter o lançamento amplo do filme, que chega aos cinemas americanos na sexta (8/2) e nos cinemas brasileiros na próxima seguinte. A polêmica também levou o ator à TV americana na manhã de terça (5/2) para se defender. “Não sou racista”, declarou em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, sobre seu próprio relacionamento com a vingança. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou o ator na entrevista original, dizendo que “conseguia entender” o instinto de vingança de seu personagem no filme. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”.
Após polêmica, Liam Neeson declara que não é racista
A confissão de Liam Neeson sobre seu desejo de matar um negro, qualquer negro, após uma amiga ter sido estuprada há 40 anos, causou muita polêmica e levou o ator a se defender. Ele negou ser racista na manhã desta terça-feira (5/2), em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC. “Não sou racista”, declarou, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, quando disse ter percorrido “deliberadamente áreas frequentadas por negros da cidade, procurando ser provocado para que pudesse reagir com violência física”. “Fiz isso talvez quatro ou cinco vezes”, acrescentou. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”. Veja a nova entrevista abaixo. O assunto veio originalmente à tona por conta da divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, novo filme de ação estrelado por Neeson, que estreia na sexta-feira (8/2) nos Estados Unidos e na próxima semana (14/2) no Brasil.
Liam Neeson faz revelação polêmica sobre seu passado violento e racista
O ator Liam Neeson virou um dos tópicos mais comentados do Twitter no começo da semana, graças a uma entrevista ao jornal britânico The Independent, em que admitiu já ter sentido desejo real de matar… um negro. E não ficou na vontade. Ele se armou com um cassetete e foi para a rua procurar o primeiro negro que encontrasse para encher de porrada. A história aconteceu em sua juventude e ele afirma não ter o menor orgulho dela. Ao contrário, o fato o enche de vergonha. E foi a primeira vez que ele a contou na vida. Promovendo o filme “Vingança a Sangue Frio”, seu novo thriller de ação, em que interpreta um homem em busca de vingança pela morte de seu filho, Neeson puxou, por conta própria, paralelos em sua vida real. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou Neeson, dizendo que “conseguia entender” o desejo de vingança de seu personagem. Foi quando o ator contou que, certa vez, voltou para sua casa em Londres após uma viagem e descobriu que uma de suas melhores amigas havia sido estuprada. “Ela lidou com tudo de forma extraordinária, foi muito forte”, comentou. “Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, continuou Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse”. “Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse… mata-lo”, completou. “Eu nunca disse isso para a minha amiga. Ela me perguntava: ‘Onde você está indo?’. E eu dizia que ia dar uma volta. Ela perguntava se havia algo errado, e eu dizia que não”, disse ainda. “Foi horrível, horrível, horrível que eu tenha feito isso”, confessou o ator. “Eu nunca admiti isso para ninguém, e agora estou falando para um jornalista. Deus me perdoe”. Ele ainda mencionou que cresceu na Irlanda do Norte, na época dos conflitos violentos contra militares britânicos, e que isso alimentou seu impulso para a vingança. Mas que ele aprendeu que isso “só leva a mais vingança, a mais mortes e a Irlanda do Norte é a prova disso”. A repercussão foi enorme.
Jussie Smollett aparece em público pela primeira vez após agressão e se diz o “Tupac gay”
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez sua primeira aparição pública após sofrer um ataque racista e homofóbico que o deixou hospitalizado. O retorno aconteceu em um show em Los Angeles, que estava marcado antes da agressão. Além de assegurar ao público que estava bem, o artista de 36 anos referiu-se a si mesmo como o “Tupac gay”, em tom de brincadeira. “Ainda não estou totalmente recuperado, mas vou me recuperar e me manter firme com vocês”, disse ele. “Eu tinha que estar aqui hoje. Não podia deixar aqueles filhos da p*** vencerem. Eu sempre vou lutar pelo amor, e espero que vocês lutem comigo”. Smollett então contou que não facilitou para os agressores: “Acima de tudo, eu briguei de volta. Eu sou o Tupac gay”. Antes do ator e cantor subir ao palco, seus irmãos Jurnee, Jazz, Jake, Jocqui e Joel subiram ao palco para homenageá-lo. Joel, o mais velho, revelou que havia pedido ao irmão para não se apresentar. “Eu queria sinceramente que ele ficasse fora dos holofotes até se recuperar. Mas após muito debate, muita discussão e muitas lágrimas, minha família e eu percebemos que esta noite é parte importante da recuperação de Jussie. Ele é um lutador desde pequeno. Ele enfrentou os agressores dele e continua a lutar”. “Jussie é um verdadeiro artista, é como ele respira”, continuou Joel. “Mas acima de tudo, ele é a epítome do amor. Então, em nome da família Smollett, estamos muito orgulhosos do nosso irmão hoje e estamos aqui com vocês hoje para dar a ele confiança e apoio enquanto ele compartilha sua música, sua alma e seu amor para tornar este mundo um lugar melhor e não se curvar ao ódio”. O astro da série “Empire” foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, chutaram suas costelas, jogaram alvejante sobre sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Jussie Smollett revela estar bem e espera por justiça após sofrer ataque violento
O ator Jussie Smollett, vítima de um ataque violento durante a semana em Chicago, pronunciou-se sobre a agressão com uma declaração oficial à imprensa, em que revela estar passando bem e espera por justiça. “Deixa eu começar dizendo que estou bem. Meu corpo está forte, mas minha alma está mais forte ainda. Mais importante, eu preciso dizer obrigado. A quantidade de amor e apoio que eu tenho recebido significa mais para mim do que eu poderei expressar”, escreveu Smollett. “Eu estou trabalhando lado a lado com as autoridades, e tenho sido 100% factual e consistente em todos os níveis [sobre o acontecido]. Apesar das minhas preocupações e frustrações com alguns detalhes incorretos que foram divulgados, eu ainda acho que a justiça vai ser feita”, continuou. Astro da série “Empire”, Smollett foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, jogaram uma substância contra sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Cartas com ameaças de morte contra ator de Empire foram enviadas à Fox
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou Jussie Smollett, astro da série “Empire”, deve ser considerado oficialmente crime de ódio após a descoberta de ameaças anônimas de morte contra o ator, enviadas na semana passada pelo correio para a afiliada da Fox em Chicago Os sites That Grape Juice e TMZ fotografaram uma das mensagens, composta por letras cortadas de revistas, que diz simplesmente: “Você vai morrer preto viado”. Veja abaixo. O envelope, escrito em tinta vermelha, ainda contém a expressão MAGA, abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump, que foi gritado pelos agressores do ator. Jussie Smollett foi atacado ao sair de um restaurante, sofrendo agressões, enforcamento e ainda teve uma substância jogada contra seu corpo. Os criminosos são dois homens que, durante a violência, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. Ele se encontra em tratamento em um hospital da cidade, onde “Empire” é gravada. Na série da Fox, Smollett interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público. Ao ser considerado crime ódio, a investigação do caso deve passar para a jurisdição do FBI, a polícia federal americana. A rede CNN tentou obter uma declaração oficial do FBI sobre o status em que se encontrava o caso, mas a resposta foi “sem comentários”.
Fox e criadores de Empire condenam ataque que deixou ator da série no hospital
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou o ator Jussie Smollett, astro da série “Empire”, teve grande repercussão em Hollywood. Ele foi agredido, enforcado e teve uma substância jogada contra seu corpo ao sair de um restaurante de Chicago. Os criminosos são dois homens que, durante o ataque, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. O roteirista Danny Strong, cocriador de “Empire”, foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais. “Estou profundamente horrorizado e entristecido com os ataques racistas e homofóbicos contra o Jussie Smollett. Ele é uma alma gentil e profundamente talentosa que eu respeito com todo o meu coração. O terror do racismo e da homofobia não tem lugar na nossa sociedade”, ele postou no Twitter. O outro criador da série, o cineasta Lee Daniels postou um poderoso e comovente vídeo no Instagram, expressando seu amor por Smollett e sua ira com os homens que o colocaram no hospital. “É apenas mais um dia fudid* na América”, ele conclui, no final de sua mensagem bruta e forte. “Demorei um minuto para vir à mídia social refletir sobre isso porque, Jussie, você é meu filho. Você não merecia, nem ninguém merece, ter um laço colocado em volta do seu pescoço, ter água sanitária jogada em cima de você, ouvir que tem que morrer porque é um negro viado, ou que quer que eles tenham dito a você. Você é melhor que isso. Nós somos melhores que isso. A América é melhor que isso. Começa em casa. Nós temos que amar uns aos outros, independentemente da orientação sexual que temos. Porque isso mostra que estamos juntos em uma frente unida, e nenhum fetiche racista pode levar alguém a fazer as coisas que eles fizeram com você. Mantenha sua cabeça erguida, Jussie. Estou contigo. Eu estarei aí em um minuto, porque é apenas mais um dia fudid* na América”, Daniels desabafou, a caminho do hospital. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A própria rede Fox se posicionou indignada, em comunicado emitido aos meios de comunicação. “Estamos profundamente entristecidos e indignados ao saber que um membro da nossa família ‘Empire’, Jussie Smollett, foi violentamente atacado ontem à noite. Enviamos nosso amor a Jussie, que é resiliente e forte, e trabalharemos com as forças da lei para levar esses responsáveis à justiça. Todo o estúdio, rede e equipe de produção estão unidos contra o ato desprezível de violência e ódio – especialmente contra um dos nossos próprios integrantes”, diz a declaração da 20th Century Fox Television e da Fox Entertainment. A série é gravada em Chicago, onde aconteceu o ataque. Visualizar esta foto no Instagram. We got this @jussiesmollett ????? Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@theoriginalbigdaddy) em 29 de Jan, 2019 às 10:55 PST …whoever did this, do not forget that you are nothing but hate filled cowards while Jussie’s talent and activism will continue to shine a bright light on to the world for decades to come. — Danny Strong (@Dannystrong) January 29, 2019
Ator da série Empire diz ter sido espancado e enforcado em crime de ódio nos Estados Unidos
O ator da série “Empire” Jussie Smollett teria sido atacado na madrugada desta terça-feira (29/1) em Chicago, num ato de violência que a polícia está chamando de crime de ódio. O ator de 36 anos estava saindo de um restaurante quando dois homens teriam começado a gritar insultos racistas e homofóbicos contra ele. Em seguida, os criminosos atacaram Smollett, socando-o antes de derramar uma substância química desconhecida sobre ele, segundo a polícia. Durante o ataque, um dos suspeitos ainda enrolou uma corda no pescoço de Smollett para enforcá-lo, como a Ku Klux Klan costumava fazer durante o período em que assassinava negros com impunidade. “Dada a gravidade das alegações, estamos levando essa investigação muito a sério e tratando-a como um possível crime de ódio”, disse a polícia de Chicago em comunicado. Smollett encontra-se hospitalizado por seus ferimentos. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Diretora de Mulher-Maravilha introduz a minissérie I Am the Night em vídeo
O canal pago americano TNT divulgou um vídeo de “I Am the Night” com depoimentos da diretora Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), que explica o que a atraiu para o projeto: a história real de Fauna Hodel. A série é baseada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde descobriu que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer do caso da Dália Negra. A diretora não é a única integrante da produção de “Mulher-Maravilha” que se destaca na minissérie. A atração é estrelada pelo ator Chris Pine, que vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da adolescente pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas a investigação também o conduz a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. Ao lado de Pine, ainda há outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha: a atriz Connie Nielsen, que vive a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. Já o papel de Hodel ficou com a jovem atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”). A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). Com seis episódios, “I Am the Night” estreia neste domingo (28/1) nos Estados Unidos.







