Produtores de “Lost” eram racistas, acusam ator e roteiristas
Os produtores executivos de “Lost”, Damon Lindelof e Carlton Cuse, foram acusados de incentivarem um ambiente tóxico e racista durante as gravações da série da ABC. As acusações fazem parte do livro “Burn It Down: Power, Complicity and A Call For Change in Hollywood” (“Queime Tudo: Poder, Cumplicidade e Um Chamado à Mudança em Hollywood”, em tradução livre), escrito por Maureen Ryan, editora da Vanity Fair. Embora o livro ainda esteja em pré-venda, alguns trechos foram compartilhados por Ryan em uma matéria publicada pela revista nesta terça-feira (30/5). O texto revela que a publicação conta com depoimentos de vários membros da equipe da série, que foi ao ar entre 2004 a 2010, com seis temporadas. Dentre os pronunciamentos, a roteirista Monica Owusu-Breen relembrou o ambiente da produção como repleto de bullying e comentários racistas. “Tudo o que eu queria fazer era escrever alguns episódios muito legais em um programa legal”, comenta frustrada. “Isso era uma impossibilidade para aquela equipe”. Ela também mencionou a falta de reconhecimento aos personagens de cor na série e descreveu o estresse emocional que enfrentava após o trabalho. “Eu fiquei tipo, ‘eu não sei se eles estão percebendo isso como uma piada ou se estão falando sério’. Mas não foi engraçado. Dizer isso foi horrível. Eu fico tipo, ‘assim que você parar de falar merda sobre pessoas de cor, eu volto'”, revelou em uma conversa com a escritora. Outro escritor do programa disse que a equipe de roteiristas de “Lost” ouviu repetidamente que os personagens brancos Locke (Terry O’Quinn), Jack (Matthew Fox), Kate (Evangeline Lilly) e Sawyer (Josh Holloway) eram os “personagens heróis”, e que “ninguém liga para esses outros personagens. Apenas dê a eles algumas cenas em outra praia.” Já o ator Harold Perrineau, que interpretou Michael Dawson na série, disse que uma vez expressou suas preocupações a um produtor de “Lost” sobre os membros brancos do elenco serem priorizados em relação aos membros negros, seja na tela ou durante as sessões de fotos. De acordo com Perrineau, o produtor disse a ele que “é assim que o público segue as histórias”. O produtor supostamente acrescentou que Locke, Jack, Kate e Sawyer eram “identificáveis”. “Ficou bem claro que eu era o cara negro. Daniel [Dae Kim] era o cara asiático. E então você tinha Jack, Kate e Sawyer”, o ator comentou. Perrineau acabou demitido na 2ª temporada após expressar sua insatisfação com o arco do personagem. Ele reclamou que os roteiros sugeriam o desinteresse de Michael pelo destino do próprio filho, algo que reforçava uma narrativa de que ninguém se importa com os meninos negros, nem mesmo os pais negros. O ator admitiu que teve dificuldade de abordar a questão com os produtores pela falta de um diálogo aberto e respeitoso. Depois de sinalizar suas preocupações e apenas algumas semanas antes de filmar o final da 2ª temporada, Perrineau disse que Cuse anunciou que Michael não voltaria ao show. “Eu fiquei fodid* com isso. ‘Espere um minuto, o que está acontecendo?’ E [Cuse] disse, ‘Bem, você sabe, você disse para nós, se não temos nada bom para você, você prefere sair.’ Eu só estava pedindo profundidade igual.” Inicialmente, ao responder às alegações, Damon Lindelof admitiu suas falhas durante a produção. “Meu nível fundamental de inexperiência como gestor e chefe, meu papel como alguém que deveria modelar um clima de perigo criativo e correr riscos, mas fornecer segurança e conforto dentro do processo criativo – eu falhei nessa empreitada”, ele admitiu. Por outro lado, várias fontes afirmaram à jornalista que Damon Lindelof dizia que Perrineau “me chamou de racista, então eu demiti ele”. Quando questionado pela jornalista sobre o motivo da saída do ator, o produtor afirmou que não se lembra de ter dito nada disso. “Vou admitir que os eventos que você está descrevendo aconteceram 17 anos atrás, e não sei por que alguém inventaria isso sobre mim”, disse. Ele expandiu a resposta: “Cada ator expressou algum grau de desapontamento por não estar sendo usado o suficiente… Isso era parte integrante de uma série de conjunto, mas obviamente havia uma quantidade desproporcional de foco em Jack, Kate, Locke e Sawyer – os personagens brancos. Harold estava completa e totalmente certo em apontar isso. É uma das coisas pelas quais me arrependi profundamente nas duas décadas seguintes. Eu sinto que Harold estava legitimamente e profissionalmente transmitindo preocupações sobre seu personagem e o quão significativo era que Michael e Walt – com exceção de Rose – fossem realmente os únicos personagens negros na série.” Além do destino de Michael, o livro também revela que os roteiristas tiveram que matar Sr. Eko, personagem introduzido mais tarde com interpretação de Adewale Akinnuoye-Agbaje, a pedido de Carlton Cuse. “Carlton disse algo do tipo: ‘Quero enforcá-lo na árvore mais alta. Deus, se pudéssemos cortar o pau dele e enfiá-lo goela abaixo'”, lembrou Owusu-Breen. “Nesse momento, eu disse: ‘Você talvez queira moderar essa imagem de linchamento para não ofender.’ E eu estava claramente com raiva”, revelou. Procurado pela jornalista, o produtor negou o depoimento da roteirista. “Eu nunca, jamais fiz essa declaração acima, e essa troca nunca aconteceu. Para acrescentar ainda mais a essa mentira e sugerir que alguém foi demitido como resultado de uma declaração que eu nunca fiz é completamente falso”, respondeu. O livro está em pré-venda nos Estados Unidos e será publicado no dia 6 de junho.
Influenciadora detona Giovanna Ewbank por expor Titi chorando em “A Pequena Sereia”
A atriz Giovanna Ewbank enfrentou duras críticas após ser gravada pelo marido, Bruno Gagliasso, enquanto se emocionava com a filha, Titi, após a exibição de “A Pequena Sereia” nos cinemas. A influenciadora digital Lívia Zaruty não poupou palavras ao criticar a atriz ao comentar sobre o ocorrido, afirmando que Giovanna estava se aproveitando da filha para promover o filme da Disney. “Biscoiteira chorando, parece que passou um trem no filme da ‘Pequena Sereia’… E você acha que não tá rolando publi? Você acha que a Disney não tá patrocinando? Cadê a câmera? Cadê, grava!”, declarou num vídeo postado no Instagram. Zaruty também questionou a decisão de Giovanna de adotar crianças negras de outro país: “Gente, essas crianças pretas quando crescerem vão poder cobrar uma grana preta, porque o que seria desses dois brancos, de olhos azuis, padrão, no Brasil de hoje?”, questionou. “Aqui na rua tá cheia de criança preta, ninguém olha, mas vão lá pegar na África duas crianças pretas e faz as publicidades. O que seria da vida desses dois sem essas crianças pretas? Que assunto ia sair?”, acrescentou Zaruty. Ela ainda legendou o vídeo: “O que seria do Bruno Gagliasso e da Giovanna Ewbank sem esse Afro Money de milhões! Essa duas crianças pretas vão construir um império para dos brancos de olhos azuis, com juros e correção. Imagina quanto de publi faturam às custas? Adoção com investimento de décadas até eles completarem a maior idade e decidirem o que fazer com toda essa exposição milionária. O post provocou inúmeros debates nas redes sociais. E após a repercussão, Zaruty postou um segundo vídeo, questionando porque poderia ser processada por comentar a situação. “Vão me acusar de quê, se foram eles que jogaram na rede a criança preta chorando. Você não sabe o que é que passa na cabeça de uma criança preta tendo um gatilho daquele, se vendo pela primeira vez num filme, mas quando olha pro lado é uma mulher branca?”. Ela acrescento ao lado do vídeo: “Pronto, agora a culpa é da preta em questionar 2 brancos ditos salvadores que jogam uma menor preta na mídia. Querem mídia, terão mídia. É só parar de usar gente preta inocente pra aparecer na imprensa! Não falei nada demais… Se achar ruim vá no PayPal e faça uma doação para nós aqui do morro”. Não é a primeira postagem polêmica de Zaruty, que causou com seus comentários da época do “BBB 23”. Na ocasião, ela acusou o programa da rede Globo de simplificar a questão racial, reduzindo todos os mestiços a negros e qualquer pessoa de pele escura a militante. “Esse reality não é apenas um lugar para lançar novas subcelebridades. O programa agora é responsável em revelar os novos ativistas da causa preta do Brasil! Basta entrar no programa, para que em poucas horas aquele fio “ondulado” da cabeça, vire a coroa de Wakanda”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lívia Zaruty (@_zaruty) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lívia Zaruty (@_zaruty)
Paulo Vieira cita termo racista, se corrige e ensina origem no “Mais Você”
Paulo Vieira deixou escapar uma expressão racista durante café da manhã no “Mais Você, exibido nesta quinta-feira (25/5). Na ocasião, o humorista usou o termo “nhaca” para se referir a algo ruim e logo corrigiu sua fala, explicando a origem preconceituosa da expressão. Em conversa com Ana Maria Braga, o ator soltou a expressão “tirar a nhaca” para se referir ao jogador Rony, do Palmeiras, que marcou um gol na partida contra o time paraguaio Cerro Porteño na noite de quarta (24/5) depois de 11 jogos sem pontuar. Segundos depois, Paulo reconheceu seu erro preconceituoso: “Minha família fala muito isso, mas sabia que nhaca é um termo racista? Falei agora e estou já me corrigindo. É um termo relacionado a um país, a um povo. Eu falei a minha vida toda e não sabia disso, descobri recentemente. Agora estou me policiando”, explicou o artista. A apresentadora do “Mais Você” ficou surpresa e pediu mais detalhes: “É um país?”, disse ela chocada com a informação. “Era uma ilha”, respondeu o ator. “Como as pessoas vinham em condições muito ruins, falavam que a pessoa estava fedendo a nhaca. Fedendo àquele país, àquele povo. A gente assimilou isso na nossa cultura e foi falando. E é um termo racista. Eu também não sabia, aprendi recentemente. Falei aqui no impulso e estou me corrigindo”, completou Paulo. Em outro bloco, a apresentadora disse que a produção havia feito pesquisas sobre a ilha de Inhaca: “Descobrimos que é um arquipélago no sul de Moçambique”, revelou Ana. “Não tem nada de ruim [na ilha de Inhaca], é lindo”, comentou Paulo Vieira. “Você pode dizer quero ir pra Inhaca”, acrescentou Ana Maria Braga. “Quero ficar com nhaca. Que bom que a gente está fazendo isso aqui hoje”, concluiu o humorista.
Dubladora da Ariel original elogia “A Pequena Sereia” com Halle Bailey
A atriz e dubladora Jodi Benson, que deu voz à sereia Ariel em “A Pequena Sereia” (1989), elogiou a releitura em live-action da animação, que tem Halle Bailey (“Uma Dobra no Tempo”) como protagonista. Em entrevista à revista People nesta quarta-feira (24/5), Benson deu sua opinião sobre a modernização da obra original, que, segundo ela, reflete a sociedade atual. A dubladora comentou sobre o contexto da época em que o longa original foi criado. “Quando observamos nosso filme, começamos no estúdio em 1986 e fomos lançados em 1989. Os tempos mudam, as pessoas mudam, as culturas mudam”, argumentou Benson. “O que importa e o que é importante se transformam. E, como estúdio, precisamos fazer esses ajustes e levar em consideração o que está acontecendo ao nosso redor. Precisamos estar conscientes”, acrescentou. Benson atribuiu à adaptação em live-action o mérito de explorar mais profundamente os personagens e afirma que ela expande a história de formas que o original não permitia. O filme apresenta um elenco inclusivo, uma nova aparência para o personagem Linguado, mudanças nas letras e a exclusão da música “Filhas de Tritão”. “Eu realmente acredito que todas as nuances e sutis alterações aqui e ali são muito importantes”, afirmou ela. “É muito importante abordar o que está acontecendo neste momento em nosso mundo e torná-lo adequado para o nosso período de tempo, no qual nos encontramos atualmente nesta geração”, acrescentou. Apesar da distância de mais de 30 anos desde o lançamento da animação, Benson observou que o diretor Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”) ainda conseguiu prestar “homenagem à integridade” do filme de 1989, que, segundo ela, “simplesmente brilha de forma bela” e é “deslumbrante”. A dubladora destacou ainda que, mesmo sendo apegada à personagem original, ela sentiu-se encantada com o resultado da nova abordagem. Jodi tem apenas elogios para atuação de Bailey. “Eu adorei tudo o que ela fez com o filme”, disse. “Amo a atuação, amo o canto e o espírito puro. Seu amor pela personagem transparece. É uma performance simplesmente linda, belíssima”, aclamou. Halle Bailey tem sofrido ataques racistas desde que sua participação como protagonista foi divulgada. Nas críticas, supostos fãs da animação reclamam da mudança da etnia da sereia, alegando preferirem que o live-action retratasse a obra exatamente como era. O filme é escrito por David Magee (colega de Marshall em “O Retorno de Mary Poppins”), ao lado de John Musker (“Moana: Um Mar de Aventuras”), e o elenco ainda conta com Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Daveed Diggs (“Hamilton”) e Awkwafina (“A Despedida”). A nova versão de “A Pequena Sereia” estreia nesta quinta-feira (25/5) nos cinemas brasileiros.
Famosos brasileiros condenam racismo sofrido por Vinicius Jr.
Famosos se indignaram com o racismo sofrido pelo jogador brasileiro Vinicius Jr. Há tempos, o atleta brasileiro é alvo constante de ataques raciais na Espanha, mas as agressões verbais se tornaram ainda mais intensas no domingo (21/5), durante partida do Real Madrid contra o Valencio. “Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho [Gaúcho], Ronaldo [Nazário], Cristiano [Ronaldo] e [Lionel] Messi, hoje é dos racistas”, escreveu o atleta no Twitter. “Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhóis que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui.” Pouco tempos depois, Vinicius Jr. lamentou as atitudes racistas do presidente da La Liga, Javier Tebas Medrano, que decidiu o atacar nas redes sociais. “Por mais que você fale e finja não ler, a imagem do seu campeonato está abalada. Veja as respostas dos seus posts e tenha uma surpresa… Omitir-se só faz com que você se iguale a racistas. Não sou seu amigo para conversar sobre racismo. Quero ações e punições. Hashtag não me comove”, afirmou o atleta. Nas redes sociais, o jogador recebeu apoio de nível nacional após a repercussão do campeonato europeu. Além da torcida, nomes como Ludmilla, Taís Araújo, Lázaro Ramos, e muitos outros expressaram indignação. “É inacreditável que nós estamos vendo isso se repetir o tempo todo e ninguém faz nada. Queremos providências. Inaceitável que a La Liga, com a importância e tamanho que tem dentro do futebol, está escolhendo fechar os olhos para uma coisa que tá acontecendo e sendo denunciada há tempos. Pelo Vini Jr., por mim e por todos nós. Fogo nos racistas!”, publicou a cantora Ludmilla. A atriz Taís Araújo destacou a dimensão do craque e cobrou respostas do campeonato europeu: “Vini Jr., você é demais! Te respeitamos e te celebramos. Sua cabeça erguida e suas respostas cirúrgicas enchem meu peito de orgulho de fazer parte do mesmo país que você. Levante a sua cabeça e siga, que a gente segue firme na luta com você, por você e sobretudo para que providências sérias sejam tomadas. E aí, La Liga, o que vocês vão fazer?”. Já o ator Lázaro Ramos compartilhou uma foto do jogador da seleção brasileira e um vídeo do momento em que Vini Jr. questionou seus agressores. “Racistas não passarão. Força, Vinicius Jr. Você é potência”, escreveu nos Stories do Instagram. Os ataques raciais revoltaram o cantor Thiaguinho, que se posicionou sobre o caso e clamou por Justiça. “Nada vai calar nossa voz, nem nosso talento, nem nossa luta… Força, irmão! Estamos nessa há muitos anos… E vamos vencer de novo… E de novo… E de novo… Porque a gente é preto! E preto resiste! Estamos com você, Pretão”, garantiu o pagodeiro. “Fica firme, meu irmão! Amamos você demais. Fogo nos racistas e em todos os que se calam diante dessa covardia, porque também são racistas”, acrescentou o cantor Ferrugem. Além deles, a apresentadora Giovanna Ewbank, que é mãe de duas crianças pretas, também se posicionou sobre o caso. “Estamos com você, Vini Jr.”, escreveu ela numa publicação do atleta. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a declarar seu apoio ao jogador, enquanto estava na cúpula do G7, em Hiroshima, no fim de semana. Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas. Uma nação… — Vini Jr. (@vinijr) May 21, 2023 Mais uma vez, em vez de criticar racistas, o presidente da LaLiga aparece nas redes sociais para me atacar. Por mais que você fale e finja não ler, a imagem do seu campeonato está abalada. Veja as respostas do seus posts e tenha uma surpresa… Omitir-se só faz com que você se… https://t.co/RGO9AZ24IA — Vini Jr. (@vinijr) May 21, 2023
Ex-BBB Paulo André cai em lágrimas ao revelar ataques racistas
O atleta Paulo André se emocionou na segunda-feira (16/5) após contar detalhes dos ataques racistas que tem sofrido nas redes sociais. Segundo ele, os comentários se tornaram comuns desde que participou do “BBB 22”. No podcast “Podpah”, o velocista lamentou os ataques publicados em seus perfis e disse temer que a onda de ódio acabe atingindo o Peazinho, seu filho de apenas 1 ano e meio. “Vem a questão racial, a galera vem no racismo total, vai em massa no Direct [do Instagram]. A questão racial é muito forte, porque é crime”, lembrou ele, que costuma sair das redes sociais quando vê os comentários racistas. Paulo André ainda lembrou que já foi acusado de “forjar” os próprios ataques racistas. “A galera não está preparada para ver preto vencendo! ‘Ah está se vitimizando’ não é, brother, é muito real, é muito nítido algumas situações”, afirmou. “Isso frustra, isso é triste demais”, acrescentou ele. “Eu tenho um filho e meu maior medo é isso refletir nele! Eu entrei nessa parada de exposição e meu maior medo lá dentro [do ‘BBB’] era: ‘Será que estou dando orgulho para minha família, mano?’. E eu tenho minha família e minha mãe, principalmente. Minha mãe vê tudo”, acrescentou às lágrimas. Antes de concluir o desabafo, Paulo André reforçou que nunca fez nada de ruim para receber ataques gratuitos nas redes sociais. “Meu filho vai crescer, tá ligado? Vai ter acesso. Pô, eu dou orgulho para o meu filho, eu sou uma pessoa do bem, eu tenho certeza disso”, disse. “[Mas] a internet pode mudar tudo! Do mesmo jeito que ela te levanta, ela te derruba sem você ter feito porr* nenhuma! Eu não fiz nada, não xinguei ninguém, não cometi crime nenhum. Eu só quero treinar e ser campeão, mano”, protestou. Por fim, os apresentadores Igor Cavalari (Igão) e Thiago Marques (Mítico) se solidarizaram com o ex-brother.
Nova polêmica entre Manoel Soares e Patrícia Poeta teria sido premeditada pelo apresentador
A última polêmica envolvendo Manoel Soares e Patrícia Poeta no programa “Encontro” não teria sido o que pareceu na telinha da Globo. Segundo informações da colunista Fabia Oliveira, o apresentador já sabia do combinado com o convidado e supostamente agiu de má-fé para gerar desconforto. Fontes da colunistas afirmam que, em reunião realizada no set no dia anterior ao programa, todos foram avisados de que o convidado estaria microfonado e em qual câmera estaria posicionado. Para reforçar, antes do “Encontro” começar, o aviso foi repetido para todo o elenco. Manoel Soares teria ignorado a orientação para se meter na entrevista propositalmente, com o aparente objetivo de colocar o nome de Patrícia no meio do burburinho. Nas imagens que circulam no Twitter, nota-se que Patrícia agiu conforme o combinado. Na ocasião, Patrícia recebia um cobrador chamado Edimilson que havia sido convidado para compartilhar sua história emocionante com a mãe na atração. Quando ela começou a perguntar, Manoel se meteu, ficou na frente da câmera e entregou um microfone portátil para Edimilson, sem necessidade. A apresentadora afirmou: “Não, ele está com o microfone já”. Ela então pegou o microfone e caminhou até a produção para devolvê-lo. “Obrigada, Manoel. Ele já estava com o microfone, já estava combinado aqui”, completou. Logo após o ocorrido, Manoel foi visto no celular, um comportamento comum do apresentador após esse tipo de cena. Assim que a cena foi ao ar, Patricia Poeta voltou a ser detonada por colunistas, como Sonia Abrão, e internautas nas redes sociais por se irritar com o colega. E esse climão aqui hoje no #Encontro, mais uma vez entre Patrícia e Manoel. pic.twitter.com/h7GTt9rVBx — Arthur Pires (@arthuraiquemeda) May 12, 2023
Atriz negra de “Cleópatra” rebate críticas: “Não existe blackwashing”
A atriz Adele James, do docudrama “Queen Cleópatra”, da Netflix, rebateu as críticas à produção durante uma participação no “The Wayne Ayers Podcast”. A obra foi processada pelo advogado egípcio Mahmoud al-Semary por retratar a governante como negra. Além disso, a polêmica tem rendido diversos comentários racistas nas redes sociais, alguns deles acusando a produção de “blackwashing”, uma versão reversa de “whitewashing” (expressão que significa embranquecer elencos ou figuras históricas numa “limpeza étnica”). Durante o podcast, James respondeu às críticas afirmando que “não existe blackwashing”. Entretanto, a atriz reconheceu que alguns dos críticos também incluíam egípcios. Para ela, eles provavelmente foram motivados por “auto-aversão” ou por se sentirem “ameaçados pela negritude”. Sobre a ação judicial, a atriz comentou que a considera “engraçada” e uma “reação extrema”, enraizada no racismo. “Eu acho bastante engraçado o nível de ameaça que você deve sentir apenas com base na cor da minha pele para mover uma ação judicial contra um serviço de streaming inteiro. Para mim, isso é realmente extremo. É uma reação muito extrema e está 100% fundamentalmente enraizada no racismo, que é uma ideologia muito moderna”, disse a atriz. “Os antigos egípcios não pensavam em raça do jeito que pensamos hoje, porque a raça só foi contextualizada como entendemos após o comércio de escravos transatlânticos. Simplesmente não era assim que as pessoas pensavam naquela época, certo? Então, é realmente bizarro, mas para mim é, mais uma vez, muito triste. Sinto tristeza por eles”, completou. Por conta da polêmica, a Netflix está envolvida em um processo ajuizado na Procuradoria Pública do Egito por “falsificar a identidade egípcia”. A ação ainda pede que a plataforma de streaming seja banida no país, afirmando que as produções de seu catálogo não estão de acordo com os “valores e princípios islâmicos”. Os acadêmicos egípcios defendem que Cleópatra nasceu em Alexandria em 69 a.C. e pertencia a uma dinastia de origem macedônica (grega), os Ptolomeus, o que explicaria porque costuma ser retratada com a pele clara. No entanto, por mais que se saiba que o pai de Cleópatra era de origem greco-macedônica, a etnia da mãe da rainha não é conhecida e poderia incluir uma herança miscigenada. Ainda assim, a tradição da dinastia era privilegiar suas origens gregas, tanto que a capital do reino se chamava Alexandria, em homenagem a Alexandre, o Grande. “Nós fizemos nossa pesquisa. É um docudrama pelo amor de Deus, então eu realmente não sinto mais a necessidade de, tipo, defender a série”, completou James, aludindo ao fato de que estudiosos acadêmicos aparecem comentando os detalhes da produção. A maioria dos acadêmicos convidados pela produção garante, na própria série, não ser possível afirmar que Cleópatra era negra – ou totalmente branca. Apenas uma voz afirma o contrário. A professora Shelley P. Haley, de Estudos Africanos na Hamilton College, defendeu: “Eu lembro da minha avó dizendo para mim: ‘Eu não ligo para o que te ensinaram na escola, Cleópatra era negra'”. O documentário integra o programa “Rainhas Africanas”, de Jada Pinkett Smith (“Red Table Talk”), e chegou na Netflix na quarta-feira (10/5).
BBB 23: Sarah Aline é alvo de ataques após mudança no visual
Sarah Aline resolveu dar uma repaginada no visual antes de participar da final do “BBB 23”, que vai ao ar na noite desta terça-feira (25/4) na Globo. Apesar de ser bastante elogiada pelas novas tranças loiras, a transformação gerou críticas e comentários racistas nas redes sociais. Acontece que algumas pessoas acreditam que a ex-sister não poderia ter “trocado sua identidade” por ser uma mulher negra. Ao invés de se tornar loira, eles afirmam que a psicóloga deveria usar seu cabelo natural. “Uai, não entendi. Primeira oportunidade que tem de mudar o visual me coloca tranças loiras? Tô ficando doido, acho”, criticou um usuário do Instagram, nos comentários do Choquei. “Ué, cadê a aceitação? Cara, admiro a Aline [Wirley], não tem vergonha em mostrar seu cabelo, pra mim é exemplo”, disse outra. “Quando uma influencer esses dias colocou trança foi acusada de apropriação cultural, mas a Sara colocar tranças loiras todo mundo passa pano?! É cada uma viu”, reclamou um terceiro. “Militou tanto contra o racismo e no final coloca tranças loiras… não entendi”, escreveu mais uma. Por outro lado, diversos internautas saíram em defesa de Sarah Aline e ainda apontaram o racismo explicito sofrido pela psicóloga. “Que gentinha amarga nos comentários! Deus me livre. É cada comentário tosco. Tá linda, Sarah”, declarou um perfil. “Cabelos de ouro da rainha Sarah Aline. Tão reluzentes quanto você, Sarinha. Ficou lindo”, se encantou uma usuária do Twitter. “Mulheres pretas, por favor, continuem pintando suas coroas loiras. Vocês não fazem ideia do acontecimento”, pediu mais uma. “Sarah maravilhosa sempre, aí vem uns comentários sem noção: ‘Por que não usa black?’, ‘Ué tá loira, cadê militância?’. Gente, mulheres pretas são livres e vamos usar o cabelo que a gente quiser ou até ficar carecas. Simplesmente deixem de serem chatos e aceitem essa chuva de beleza”, rebateu outra. Mulheres pretas por favor continuem pintando suas coroas loiras, vcs não fazem ideia do acontecimento🥹🥹🥹🥹🥹♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️ — ariel (@saturnodesaia) April 25, 2023 Cabelos de ouro da rainha Sarah Aline. Tão reluzentes quanto vc sarinha. Ficou lindo 😍 — silvia_lee 🦁 (@easyf_f) April 25, 2023 A trancista da Sarah Aline é artista demais! #bbb23 pic.twitter.com/neszoGCKZW — Babi™️ (@babi) April 25, 2023 Sarah maravilhosa sempre aí vem uns comentários sem noção … Pq não usa black? Ué tá loira cadê militância? Gente mulheres pretas são livres vamos usar o cabelo que a gente quiser ou até ficar carecas. Simplesmente deixem de serem chatos e aceitem essa chuva de beleza. — *Aninha Flor🌸 * (@florkrioca) April 25, 2023 SARAH ALINE ENTENDA VOCE É UMA DEUSA pic.twitter.com/riGK9wTR1w — Higu | 🌧 viúva de sarvviel (@jeongcarrot) April 25, 2023 Sarah Aline DEUSA demais pic.twitter.com/FCVXiPrldY — cleytu (@cleytu) April 25, 2023 A transformação do cabelo da Sarah Aline está um luxo pic.twitter.com/FjRa0868c2 — ɢᴜ #BBB23 🪰🥬🦁⚓🤿 (@gustavotuitaa) April 25, 2023
Documentário da Netflix com Cleópatra negra gera polêmica no Egito e nas redes sociais
Um documentário em desenvolvimento na Netflix, “Queen Cleopatra”, com a britânica Adele James no papel principal, tem gerado polêmica nas redes sociais e também no Egito, onde Cleópatra reinou. A discussão sobre as origens da figura histórica, apresentada como negra no documentário, estimulou comentários racistas. A atriz se manifestou no Twitter contra os ataques, dizendo: “se você não gosta do elenco, não assista”. Os debates sobre como Cleópatra é representada na tela não são recentes e isso ocorre pelas dúvidas em relação às origens da monarca. Como o tema é polêmico, as discussões logo partiram para comentários racistas. Por conta disso, a Netflix optou por fechar os comentários do trailer no YouTube. Já Adele James foi ao Twitter dizer que comportamentos racistas não seriam tolerados. “Para sua informação, esse tipo de comportamento não será tolerado em minha conta. Você será bloqueado sem hesitação!!! Se você não gosta do elenco, não assista. Ou assista e aprenda com opiniões (especializadas) diferentes da sua. De qualquer maneira, estou com gás e continuarei assim!”, declarou a atriz. Com relação a escolha racial, o site promocional da Netflix citou Jada Pinkett Smith, produtora executiva, fazendo referência às origens de Cleópatra. “Não costumamos ver ou ouvir histórias sobre rainhas negras, e isso foi muito importante para mim, assim como para minha filha e para minha comunidade poder conhecer essas histórias porque existem muitas!”, observou ela. Só que a discussão foi parar na justiça egípcia. Isso porque um advogado teria apresentado uma queixa exigindo que medidas legais fossem tomadas para bloquear a Netflix no Egito e para impedir que o programa fosse ao ar. A denúncia alega que o documentário viola as leis de mídia do país. É que acadêmicos egípcios afirmam que Cleópatra nasceu em Alexandria em 69 a.C. e pertencia a uma dinastia de origem macedônica (grega), os Ptolomeus, além de ser descendente de europeus, o que explicaria porque costuma ser retratada com a pele clara. No entanto, por mais que se saiba que o pai de Cleópatra era de origem greco-macedônica, a etnia da mãe da rainha não é conhecida e poderia incluir uma herança miscigenada. Ainda assim, a tradição da dinastia era privilegiar suas origens gregas, tanto que a capital do reino se chamava Alexandria, em homenagem a Alexandre, o Grande. Ela teve um filho com Júlio César, que foi assassinado por ordem do primeiro imperador de Roma, Otaviano. O documentário integra o programa “Rainhas Africanas”, de Jada Pinkett Smith, e estreia no dia 10 de maio. Confira o trailer da produção da Netflix abaixo. Just FYI, this kind of behaviour won’t be tolerated on my account. You will be blocked without hesitation!!! If you don’t like the casting don’t watch the show. Or do & engage in (expert) opinion different to yours. Either way, I’M GASSED and will continue to be! 🕺🏽🕺🏽🕺🏽 pic.twitter.com/zhJjaUkxyc — Adele James (@Adele_JJames) April 13, 2023
Morgan Freeman causa polêmica ao dizer que termo afro-americano é insulto
Uma entrevista do Morgan Freeman ao jornal britânico The Times tem gerado polêmica pelas declarações do ator de 85 anos. Negro, ele disse que não gosta que se refiram a ele como “afro-americano” (que se refere a americanos com ascendência africana) e acrescentou que o termo é um “insulto”. Freeman ainda criticou o mês da história negra, celebrado em fevereiro nos EUA, que também seria “um insulto”. Na entrevista, Freeman disse: “‘Afro-americano’ também é um insulto. Não me identifico com esse termo. Os negros foram chamados de nomes diferentes desde a ‘palavra com N’ (insulto racial grave na língua inglesa) e não sei como essas coisas pegam tanto, mas todo mundo usa ‘afro-americano’. O que isso realmente significa? A maioria dos negros nesta parte do mundo são mestiços”. Ele comparou o termo com outros títulos, como irlandeses-americanos ou ítalo-americanos, que se referem ao país e não ao continente, como ocorre em “afro-americano”. “Você diz África como se fosse um país quando é um continente, como a Europa.” Freeman ainda exemplificou que as pessoas falam “ítalo-americanos” e não “euro-americanos”. Sobre o mês da história negra, o ator disse: “É um insulto. Você vai relegar minha história a um mês?”. Apesar disso, o vencedor do Oscar declarou que tem orgulho de ser negro e concordou com uma fala do colega Denzel Washington, que disse: “Tenho muito orgulho de ser negro, mas negro não é tudo o que sou”. Esta não é a primeira polêmica envolvendo Morgan Freeman e as questões raciais. Em 2005, ele declarou que o único jeito de acabar com o racismo seria não falando sobre ele. Frequentemente, o vídeo com a fala é compartilhado nas redes sociais com intuito de diminuir pautas raciais. No entanto, em 2020, Freeman utilizou suas redes sociais para dar voz ao movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Em um post no Instagram ele trouxe a legenda: “Lutar pela igualdade é uma celebração da independência. Lutar por vidas negras é uma celebração da independência”.
Equipe de Bruna Griphao chama VAR e rebate acusações de racismo no BBB 23
A equipe de Bruna Griphao rebateu na noite de quarta-feira (5/4) as acusações de racismo contra a atriz, encampadas pela equipe de Sarah Aline, que inclusive ameaçou dar entrada em queixa criminal. A sister teria feito uma suposta rima polêmica no “BBB 23” numa brincadeira com as aliadas do Deserto, só que, como demonstra seu perfil oficial, não teria relação alguma com nenhuma pessoa específica, muito menos com o último Jogo da Discórdia. Como tem sido prática nesta edição, a cena foi cortada, tirada de contexto e explorada por páginas de fofoca para parecer um ataque racista à psicóloga Sarah Aline, que protagonizou um embate com a atriz na noite de segunda (3/4) durante a dinâmica. As páginas de fofoca exploraram o fato de a palavra “banana” ser dita por Bruna numa sequência de rimas que incluiu “jogo confortável”, algo que ela acusou Sarah de fazer na Discórdia. Esta foi a ligação usada pelos detratores para associar a fala com Sarah e levantar a acusação de racismo. Entretanto, o momento da rima aconteceu bem antes da Discórdia, enterrando a tese maldosa. No Twitter, a equipe da atriz rebateu as acusações, chamou o VAR e contextualizou o caso, que também envolve rimas de Larissa Santos, Amanda Meirelles e Aline Wirley. “Mais uma vez, estamos aqui para fazer um VAR e defender Bruna de mais uma acusação infundada de racismo. Dessa vez não só a torcida adversária, como os perfis e a imprensa, decidiram noticiar que Bruna teria referido a palavra banana para Sarah, o que é uma fake news”, escreveu a equipe no Twitter. “Essa tentativa de colocar a Bruna como algo que ela não é já passou dos limites. Divulgam um corte do vídeo e tiram suas próprias conclusões, quando não há nada além de uma rima, onde Bruna lembrou uma palavra que é uma comida que vê o tempo todo na Xepa e no VIP.” Ao apresentar um trecho maior do vídeo, os administradores reforçaram que não se trata de uma indireta à sua rival do Fundo do Mar. “Em momento algum, como podem ver, ela se referiu a Sarah. Quem acompanhou a Bruna, sabe que ela nunca acerta uma rima direito nessa brincadeira e que fala qualquer palavra. Não é a 1ª vez que ela fica tentando rimar e fala uma palavra nada a ver no meio. Nessa situação, ela ficou rimando mais de 10 min, inclusive na hora que usou banana, as meninas falam que a rima ficou muito ruim”, acrescentou com outros vídeos. “Ainda sobre o uso do termo ‘confortável’ (dito por Bruna para Sarah na Discórdia), [Ricardo] Alface já havia dito que não teria jogo confortável pra ninguém e a palavra virou inclusive um meme. Bruna ainda rimou com outras comidas, na mesma vibe da rima que fizeram para a festa com comida do fast food. Como podem conferir, é um momento engraçado de amigas se divertindo de forma leve e sem qualquer intencionalidade ou brecha para acusações indevidas”, seguiu a nota. “Aos que até aqui optaram por seguir com as acusações caluniosas e fake news, saibam que tudo será resolvido na instância jurídica. Um adendo: a rima aconteceu na segunda (3/4), antes do Jogo da Discórdia. Pelo próprio post do ‘BBB’ é possível ver a hora em que eles postaram. A cobertura do perfil é real time”, completou a equipe. Importante apontar que as mesmas páginas de fofoca que espalharam a acusação de racismo contra Bruna, agem rapidamente para isentar Domitila Barros de qualquer acusação, realizando VARs por conta própria e fixando respostas às polêmicas da Miss Alemanha no topo de seus perfis. No caso de Bruna, nenhuma delas se interessou pelo contexto, apenas pela destruição de reputação. Essa tentativa de colocar a Bruna como algo que ela não é já passou dos limites. Divulgam um corte do vídeo e tiram suas próprias conclusões, quando não há nada além de uma rima, onde Bruna lembrou uma palavra que é uma comida que vê o tempo todo na Xepa e no VIP. — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Nessa situação, ela ficou rimando mais de 10 min, inclusive na hora que usou banana, as meninas falam que a rima ficou muito ruim. Ainda sobre o uso do termo "confortável", Alface já havia dito que não teria jogo confortável pra ninguém e a palavra virou inclusive um meme. — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Como podem conferir, é um momento engraçado de amigas se divertindo de forma leve e sem qualquer intencionalidade ou brecha para acusações indevidas. https://t.co/1VYVdxGtWo — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Um adendo: a rima aconteceu na segunda, antes do jogo da discórdia. Pelo próprio post do BBB é possível ver a hora em que eles postaram. A cobertura do perfil é real time. pic.twitter.com/OC2FHk65aB — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023
BBB 23: Equipe de Sarah ameaça queixa criminal contra Bruna por suposto racismo
A equipe de Sarah Aline se manifestou sobre uma rima polêmica de Bruna Griphao no “BBB 23”, indicando que a psicóloga comesse uma banana. Em texto publicado nesta quarta (5/4) nos perfis oficiais de Sarah nas redes sociais, a equipe salientou que “não foi a primeira vez” que Bruna usou termos polêmicos para referenciar adversários negros e ameaçou entrar na Justiça contra a atriz por conta de “associações” que “podem se configurar como criminosas”, sugerindo – ou seja, racismo. “Estamos cientes e em posse de todas as imagens e vídeos do episódio envolvendo a participante Bruna Griphao. Segunda-feira (3/3), Bruna fez uma rima sobre o jogo confortável da Sarah e, nesse contexto, citou o termo ‘banana’”, diz a nota publicada nas redes sociais da psicóloga. “Não é a primeira vez que a participante usa termos ou faz rimas que estigma ou estereotipa pessoas pretas. Temos consciência de que tais associações não são incomuns e a depender do caso, podem se configurar como criminosas”. A equipe encerrou o comunicado avisando que providências serão tomadas: “Por aqui, estamos analisando todo o episódio juntamente com a nossa equipe jurídica e medidas cabíveis serão tomadas. Agradecemos a preocupação e o carinho de todos”. Bruna foi acusada de racismo em mais de uma ocasião no “BBB 23”. Ela também usou o termo “urubu de velório” para falar de Fred Nicácio e urublue em outra rima sobre Marvvila. A rima que desagradou o time de Sarah foi: “Aqui, se você está confortável, come uma banana. Quando está desconfortável, todo mundo espana”. Um pouco antes, no Jogo da Discórdia, Bruna tinha acusado Sarah de estar confortável no jogo. O pai de Bruna, Kakau Orphao, também se manifestou em defesa da filha nas redes sociais. “Torcidas adversárias têm tentado a todo custo imputar à Bruna o crime de racismo. É irresponsável caluniar, mas com a força das páginas que reforçam, recortam, e tendenciam o racismo a Bruna, é quase impossível que todos não sejam arrastados pela onda do desserviço e da banalização de um tema tão importante”. “Racismo é crime, e se você não é antirracista certamente está do lado errado. É muito importante que quem luta contra o racismo possa entender o quanto isso atrapalha a causa e o quanto isso faz com que casos reais de racismo se tornem pautas banais”, completou. #TeamSaraline #BBB23 pic.twitter.com/Mrp9NiMx1r — Sarah Aline 💅🏿 (@saa_aline) April 5, 2023











