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    Spotlight denuncia um dos maiores escândalos do século em homenagem ao bom e velho jornalismo

    8 de janeiro de 2016 /

    Um dos filmes mais incensados pela crítica americana em 2015, favorito a diversos prêmios da temporada, “Spotlight – Segredos Revelados” chega aos cinemas em sintonia com estes tempos de denúncias de esquemas de corrupção em grandes corporações e no governo, mas também das revelações pessoais em redes sociais, de gente disposta a compartilhar a sua própria experiência como vítima de abuso sexual na infância ou na adolescência. O longa de Tom McCarthy trata de um escândalo específico, trazido à luz pela imprensa americana em 2002: o número alarmante de ocorrências de padres católicos que abusaram sexualmente de crianças em suas paróquias. A trama acompanha o trabalho investigativo de um grupo de repórteres do jornal The Boston Globe, que tem início com a chegada de um novo editor, interessado no caso de abuso de um padre local, abafado pela Igreja. Puxando o fio da meada, a investigação chega a novos casos e passa a ganhar proporções assustadoras, envolvendo dezenas de sacerdotes e vítimas. Mas nenhum caso tivera repercussão até então, graças ao trabalho de advogados, acordos financeiros e pressão social. Impressionados com a descoberta, os repórteres decidem enfrentar a poderosa Igreja Católica, revelando uma sordidez que repercute até os dias de hoje, levando até o Papa Francisco a se manifestar. Além da trama relevante, “Spotlight” materializa uma realização técnica admirável. A fotografia, de Masanobu Takayanagi, dá profundidade de campo a ambientes de trabalho reduzidos, como a redação do jornal, e a cenografia, figurino etc. também não ficam atrás. A reconstituição é fidedigna e feita de forma discreta e sóbria, evocando a estética elegante de clássicos do jornalismo político, como “Todos os Homens do Presidente”, de Alan J. Pakula, e “Rede de Intrigas”, de Sidney Lumet, ambos de 1976, com direito a toda a carga de urgência e suspense que obras como essas requerem. Para completar, o elenco é formado por artistas de peso como Michael Keaton (“Birdman”), Mark Ruffalo (“Os Vingadores”), Rachel McAdams (“Questão de Tempo”), Brian d’Arcy James (série “Smasht”), Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) e John Slattery (série “Mad Men”), intérpretes da equipe que sacrifica a vida pessoal pela dedicação ao trabalho. De fato, é curioso como os cônjuges dos jornalistas praticamente não aparecem em cena, sinalizando a obsessão pela notícia que marca a vida desses profissionais. O filme também apresenta seu caso como um símbolo de resistência, diante do fechamento ou demissões em massa que vêm acontecendo nos jornais, devido à popularização dos sites da internet. O fato é que a nova mídia não demonstrou, até agora, interesse em bancar investigações ao longo de meses de pesquisa e aprofundamento como a realizada pela equipe de “Spotlight”. A perda dos jornais, representaria a perda da informação. Portanto, “Spotlight” supre duas funções: o de filme-denúncia e de filme-homenagem ao estilo de jornalismo old school e às pessoas que o fazem/faziam. Mas é mesmo como filme-denúncia que a obra de Tom McCarthy se mostra mais contundente, ao revelar uma instituição religiosa insuspeita como uma espécie de máfia, capaz de esconder todas as fontes, comprar advogados ou oferecer altas somas em dinheiro em troca do silêncio. Troque a religião por partido político, e a história também pode servir de paradigma para iluminar outras lamas profundas.

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    Doutor Estranho: Produtor detalha os papeis de Mads Mikkelsen e Rachel McAdams

    29 de dezembro de 2015 /

    Além das fotos de Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação) como Doutor Estranho, a revista Entertainment Weekly destacou em sua nova edição uma entrevista com Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, sobre o novo filme de super-herói. Embora tente não revelar muito, o executivo abordou os papeis de Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e Rachel McAdams (“Questão de Tempo”), que ainda não foram oficialmente identificados na produção. Sem dar nomes aos personagens, ele confirmou que Mads interpretará o vilão principal, o que deixa o Barão Mordo vivido por Chiwetel Ejiofor (“Perdido em Marte”) como rival secundário do herói. Segundo Feige, Mikkelsen viverá outro mago, rival da Anciã, interpretada por Tilda Swinton (“O Grande Hotel Budapeste”). “O personagem de Mads é um feiticeiro que cria sua própria seita”, descreveu o executivo. “Ele acredita que a Anciã quer apenas proteger seus próprios poderes e que o nosso mundo poderia ser melhor se fosse permitido que algumas dessas coisas mágicas, mas assustadoras, entrassem nele”. Vários personagens poderiam se encaixar nesse perfil, mas não o favorito dos fanboys, Dormammu, que veio de outra dimensão para se tornar o principal antagonista do herói nos quadrinhos. Sem a presença de Dormammu, também não há Clea, a poderosa namorada do Doutor Estranho, vinda da mesma dimensão maligna. Assim, caem por terra os boatos sobre a participação de McAdams como a personagem. A atriz, na verdade, interpretará uma personagem cujas características se aproximam a de Linda Carter, também conhecida como Enfermeira Noturna. Segundo Feige, McAdams “intepreta uma colega cirurgiã que tem uma história com Estranho e serve meio como o elo de ligação de sua vida antiga, depois que ele assume o papel de feiticeiro. Ela é alguém com quem ele se conecta no começo e o ajuda a se reconectar com sua humanidade”. O produtor executivo Stephen Broussard acrescentou que “Rachel McAdams é a parte contemporânea do filme nos dias atuais de New York, antes e depois do Doutor embarcar nessa jornada louca. Então, ela o vê antes disso e depois (de virar super-herói). Ela é o ponto de vista do público”. Vale observar que, apesar do nome “Enfermeira Noturna”, Linda Carter acabou se tornando uma médica nos quadrinhos e teve um relacionamento com o Doutor Estranho. Para completar, o nome da personagem seria usado na série “Demolidor”, mas a Marvel proibiu, devido à planos para Linda Carter no cinema – o papel acabou virando Claire Temple na série. Tudo indica, portanto, que esta é realmente a identidade de McAdams no Filme. Mesmo assim, Feige deixa aberta a porta para a chegada de Dormammu e Clea, ao falar de “outras dimensões” em relação à trama. “Vamos guiar nossos espectadores para uma espécie de multiverso, outras dimensões. Existem coisas incríveis lá fora, maravilhas que eu espero que, visualmente, sejam extremamente interessantes e originais para este filme. Mas também existem coisas muito assustadoras nessas outras dimensões”, alertou. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”) e Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” está em plena produção e tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil.

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