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    Dick Dale (1937 – 2019)

    17 de março de 2019 /

    Morreu Dick Dale, o músico conhecido como “rei da guitarra do surfe”, que integrou o universo dos filmes da Turma da Praia nos anos 1960 e cedeu suas hits instrumentais para diversos momentos icônicos da história do cinema, como a cena do assalto na lanchonete de “Pulp Fiction”. “É um dia triste para o rock’n’roll”, disse o baixista de sua banda, ao comunicar o falecimento, que aconteceu na noite de sábado (16/3). A causa da morte não foi informada, mas Dale já vinha com a saúde debilitada, embora continuasse a fazer shows como se mais nada importasse. Ele tinha 81 anos de idade. O “Rei da Surf Guitar” fazia parte da cena musical do sul da Califórnia do começo dos anos 1960. Surfista de verdade, Richard Anthony Monsour adorou a mudança da família de Boston para El Segundo, na California, no final dos anos 1950, onde ainda adolescente se juntou à banda Del-Tones. Em 1962, lançou sua música emblemática, “Misirlou”, com o som de guitarra mais imitado de sua geração, resultado de experiências com escalas e reverberação. Ele foi um dos primeiros guitarristas a usar o efeito de “reverb” para estender as notas arrancadas à base de palhetadas firmes. Vieram outros hits, como “Pipeline”, “The Wedge” e “Let’s Go Trippin'”. E suas inovações foram aumentando sua fama. Para tirar seu som lendário, Dale começou a criar amplificadores caseiros que atingissem o volume e a reverberação que desejava. Com isso, inventou o primeiro amplificador de guitarra com capacidade para 100 watts. Sua obsessão em tocar cada mais alto o fez estourar inúmeros amplificadores. Mas também o transformou em “piloto de testes” de Leo Fender para o desenvolvimento de amplificadores mais potentes e da guitarra Fender Stratocaster, mais tarde associada a Jimi Hendrix. Por isso, também chegou a ser considerado, pela revista Guitar Player, como “o pai do heavy metal”. Curiosamente, ele estreou no cinema antes de ser associado à surf music. E no papel de ninguém menos que Elvis Presley, numa pequena participação na comédia “Adorável Pecadora” (1960), estrelada por Marilyn Monroe. A aparição seguinte foi como outro roqueiro famoso: ele mesmo. Dick Dale teve papel de destaque no primeiro filme da Turma da Praia, “A Praia dos Amores” (1963), do qual participou com sua banda. Ao contrário dos artistas convidados do resto da franquia (Stevie Wonder, The Kingsmen, etc), ele apareceu no filme inteiro e era considerado por Frank Avalone como um integrante da turma dos surfistas. Tanto que voltou a cruzar com Frankie e Annette Funicello na sequência “Quanto Mais Músculos Melhor” (1964). Décadas mais tarde, os três voltaram a se reencontrar no nostálgico “De Volta à Praia” (1987), em que Frankie e Annette levaram os filhos adolescentes à praia em que costumavam namorar na juventude. E onde Dick Dale ainda reinava com sua guitarra. O músico também apareceu em “A Swingin’ Affair” (1963), num episódio de “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90201), no filme de surfistas adolescentes “No Calor do Verão” (2002) e até dublou a si mesmo numa aventura surfista de Scooby-Doo, “Aloha, Scooby-Doo!” (2005). Sua carreira experimentou um renascimento quando Quentin Tarantino selecionou “Misirlou” para uma cena-chave de “Pulp Fiction” (1994). A mesma música voltou às telas em mais dois blockbusters, “Space Jam: O Jogo do Século” (1996) e “As Panteras: Detonando” (2003). E continuou tocando tanto que, meio a esses lançamentos, Dale foi introduzido na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e recebeu um troféu por suas realizações da revista LA Weekly em junho de 2000. Ele ainda recebeu uma fatia do lucro do hit “Pump It”, da banda Black Eyed Peas, pelo uso do sample de “Misirlou” em 2006. Em uma entrevista de 2015 para a revista Billboard, finalmente admitiu que a idade e as doenças tinham lhe debilitado, assumindo que sofria de insuficiência renal, diabetes e muito mais. Mas também que isto não o impediria de continuar tocando. “Mesmo com minhas doenças, sou mais rápido com minhas mãos do que jamais fui”, ele afirmou, defendendo seu reinado até o fim. Reveja abaixo a performance de Dick Dale para seu maior sucesso em cena do filme “A Swingin’ Affair” e uma de suas participações musicais em “A Praia dos Amores”.

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    Academia volta atrás e todas as categorias serão premiadas ao vivo no Oscar 2019

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos voltou atrás na sua decisão de tirar a premiação de quatro categorias da transmissão ao vivo do Oscar 2019. A pressão de diversos astros e cineastas contra a iniciativa, que jogaria para os intervalos comerciais a entrega de troféus aos vencedores das categorias de Direção de Fotografia, Edição, Curta-Metragem e Maquiagem e Cabelo, fez com que a iniciativa fosse revista. Em breve comunicado, a Academia disse que “ouviu as opiniões de seus membros sobre a apresentação do Oscar” e que “todos os prêmios serão apresentados ao vivo, sem edições, em nosso formato tradicional”. A polêmica foi consequência de um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças na premiação. Assim, no começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou numa carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. Vários astros, cineastas e profissionais de destaque da indústria cinematográfica assinaram o documento, que continuava a ganhar adesões nas últimas horas. Entre os signatários do protesto, estavam vários candidatos ao Oscar 2019. Ao todo, 200 cinematógrafos, 75 diretores, incluindo Martin Scorsese, Alfonso Cuarón, Quentin Tarantino, Guillermo del Toro e Spike Lee, 80 atores, entre eles Bradley Copper, Glenn Close, Brad Pitt, George Clooney, Robert De Niro, Sandra Bullock e Emma Stone, bem como dezenas de produtores, editores, figurinistas, supervisores de VFX, etc, uniram-se contra a forma como a cerimônia estava sendo produzida. Alfonso Cuarón, que é favorito a vencer o Oscar de Melhor Direção de Fotografia por seu trabalho em “Roma”, escreveu nas redes sociais: “Na história do CINEMA, obras-primas existiram sem som, sem cor, sem roteiro, sem atores e sem música. Mas nunca nenhum filme existiu sem CINEMAtografia e sem edição”. Guillermo del Toro complementou a observação do conterrâneo. “Direção de Fotografia e Edição são o coração de nosso ofício. Eles não foram herdados de uma tradição teatral ou de uma tradição literária: eles são o próprio cinema”, tuitou o cineasta. No ano passado, a transmissão do Oscar durou mais de 3 horas e meia, e teve a pior audiência já registrada pelo evento na TV americana. O Oscar 2019 vai acontecer em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    George Clooney, Brad Pitt, Robert De Niro e outros astros se juntam ao protesto contra o Oscar 2019

    14 de fevereiro de 2019 /

    Novos cineastas e grandes astros de Hollywood juntaram-se ao protesto contra o Oscar 2019, motivado pela decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos de tirar da transmissão ao vivo a premiação de Direção de Fotografia. Uma carta aberta publicada no começo desta quinta (14/2) ganhou as adesões dos diretores Alfonso Cuaron (“Roma”), Christopher Nolan (“Dunkirk”), Michael Mann (“Inimigos Públicos”), Alejandro G. Inarritu (“O Regresso”) e Guillermo del Toro (“A Forma da Hora”), bem como dos atores George Clooney (“Gravidade”), Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”), Robert De Niro (“Joy”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”) e Kerry Washington (“Scandal”). Eles juntaram suas assinaturas ao documento que chamou a decisão da Academia de “insulto” e foi originado por vencedores do Oscar, como Damien Chazelle (“La La Land”), Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), além de Spike Lee, que concorre neste ano por “Infiltrado na Klan”. A polêmica se deve a um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças no formato da premiação. No começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias (Melhor Fotografia, Edição, Curta-metragem e Maquiagem e Cabelo) seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou na atual carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. No documento, cineastas, cinematógrafos e astros pedem para Bailey reverter a decisão. “A resposta vocal de nossos pares e a reação imediata dos líderes da indústria sobre a decisão da Academia deixa claro que não é tarde demais para ter essa decisão revertida”, diz o texto, que continua a receber assinaturas. A Academia rebateu as críticas com um comunicado, em que “assegura a todos que nenhuma categoria será apresentada de uma forma que a coloque como menos importante do que qualquer outra”, frisando que os discursos dos vencedores dos quatro Oscar concedidos durante os comerciais irão ao ar, de forma editada, em outro momento da cerimônia. Segundo a instituição, os próprios membros da Academia que trabalham nas áreas afetadas voluntariaram suas categorias como as primeiras a serem apresentadas durante os comerciais. Nos próximos anos, outras categorias participarão do rodízio, recebendo seus prêmios durante os comerciais, para agilizar a transmissão. “Os produtores da nossa cerimônia consideraram tanto a tradição do Oscar quanto a nossa audiência global. Nós acreditamos sinceramente que o show será do agrado de todos, e estamos ansiosos para celebrar um grande ano de cinema com todos os membros da Academia e com o resto do mundo”, finalizou a declaração oficial sobre o assunto.

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    Scorsese, Tarantino e Spike Lee se juntam em protesto contra organização do Oscar 2019

    14 de fevereiro de 2019 /

    Um grupo formado por 40 cineastas e cinematógrafos (diretores de fotografia) publicou uma carta aberta contra a decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de retirar quatro categorias da transmissão ao vivo do Oscar 2019, especialmente a de Direção de Fotografia. Endereçado ao presidente da instituição, John Bailey, o documento foi assinado por vencedores do Oscar, como Damien Chazelle (“La La Land”), Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), além de Spike Lee, que concorre neste ano por “Infiltrado na Klan”. “A Academia foi fundada em 1927 para reconhecer excelência nas artes cinematográficas, inspirar a imaginação e ajudar a conectar o mundo através da mídia universal dos filmes”, argumentou a carta. “Infelizmente, fugimos desta missão ao tentar apresentar entretenimento ao invés da celebração de nossa forma de arte e das pessoas que a criam. Relegar estes aspectos essenciais da nossa área a um status menor na cerimônia do Oscar é nada menos do que um insulto àqueles de nós que nos dedicamos inteiramente a nossa profissão”, completou. “Quando o reconhecimento dos responsáveis ​​pela criação do cinema de destaque está sendo diminuído pela própria instituição cujo propósito é protegê-lo, então não estamos mais sustentando o espírito da promessa da Academia de celebrar o cinema como uma forma de arte colaborativa”. Anteriormente, o Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC, na sigla em inglês) e os cineastas Alfonso Cuarón (“Roma”), Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) também manifestaram contrariedade frente à decisão. A Academia rebateu as críticas com um comunicado, em que “assegura a todos que nenhuma categoria será apresentada de uma forma que a coloque como menos importante do que qualquer outra”, frisando que os discursos dos vencedores dos quatro Oscar concedidos durante os comerciais vão ao ar, de forma editada, em outro momento da cerimônia. Segundo a instituição, os próprios membros da Academia que trabalham nas áreas afetadas (Direção de Fotografia, Edição, Curtas e Cabelo e Maquiagem) voluntariaram suas categorias como as primeiras a serem apresentadas durante os comerciais. Nos próximos anos, outras categorias participarão do rodízio, recebendo seus prêmios durante os comerciais, para agilizar a transmissão. “Os produtores da nossa cerimônia consideraram tanto a tradição do Oscar quanto a nossa audiência global. Nós acreditamos sinceramente que o show será do agrado de todos, e estamos ansiosos para celebrar um grande ano de cinema com todos os membros da Academia e com o resto do mundo”, finalizou a declaração.

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    Primeiras fotos do novo filme de Tarantino destacam Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie

    25 de janeiro de 2019 /

    A revista americana Vanity Fair divulgou nesta sexta-feira (25/1) as primeiras fotos oficiais de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. As imagens destacam os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há bastante destaque nas imagens para Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Quem também aparece é Al Pacino, que interpretada Marvin Schwarz, o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. Além dos citados, o elenco grandioso inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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  • Etc

    Quentin Tarantino sofre assalto em sua casa

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino teve sua casa em Los Angeles invadida por ladrões na noite do último domingo (16/12). Segundo apurou o site TMZ, dois homens entraram na residência do cineasta por volta da meia-noite. O boletim de ocorrência obtido pelo site descreve que Tarantino ouviu algo estranho e foi ver o que aconteceu, chegando até a “confrontar” os ladrões. Os criminosos saíram correndo do local, mas levaram joias e outros objetos. A polícia acredita que a dupla entrou na casa após quebrar uma das janelas e está procurando por câmeras na casa vizinha para identificar quem invadiu a residência do cineasta.

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  • Série

    Quentin Tarantino pode lançar série “derivada” de Era uma Vez em Hollywood

    7 de dezembro de 2018 /

    Um detalhe do novo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, chamou atenção da revista The Hollywood Reporter. O longa, que se passa em 1969 na cidade de Los Angeles, tem entre seus personagens principais um antigo astro de série de western, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Mas embora os personagens sejam inventados, eles vão contracenar com figuras reais do período. E é significativo que o papel de Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) se chame Scott Lancer. O nome é o mesmo do protagonista da série “Lancer”, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno do fazendeiro, que convoca seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes), vividos por James Stacy e Wayne Maunder, para ajudar a salvar a propriedade da família. Pois o THR descobriu que Tarantino negociou um acordo com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, pelos direitos da série e estaria planejando um reboot, como uma série ou filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Mas apesar da apuração do THR, não há nenhum projeto oficial em desenvolvimento para reviver a série clássica. Por enquanto.

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    Playboy alemã admite “erros” na entrevista totalmente falsa em que Ennio Morricone ofende Tarantino

    13 de novembro de 2018 /

    Os editores da versão alemã da revista Playboy responderem à denúncia do compositor Ennio Morricone de que ele nunca deu entrevista para a publicação, muito menos uma entrevista em que chamou o diretor Quentin Tarantino de “cretino” e seus filmes de “lixo”, como virou notícia no fim de semana em todo o mundo. Num primeiro momento, os porta-vozes da revista falaram grosso, dando data e citando testemunha da entrevista. No segundo, afinaram. Admitiram que as frases nunca ditas foram “reproduzidas erroneamente”. “Até agora, considerávamos o freelancer que conduziu a entrevista com Ennio Morricone em nosso nome como um jornalista renomado tanto no impresso quanto no rádio”, disse o editor Florian Boitin em novo comunicado, nesta terça-feira (13/11). “No passado, não tivemos razões para duvidar de sua integridade jornalística e suas habilidades”. “Baseando-se na informação que temos à nossa disposição, precisamos, infelizmente, assumir que as palavras ditas na entrevista foram reproduzidas, em parte, erroneamente. Queremos expressar o nosso arrependimento se retratamos o Sr. Morricone sob uma luz falsa. Estamos trabalhando para clarificar este assunto e explorando medidas legais”, completa o texto. A entrevista viralizou, reproduzida até no Brasil, por Morricone supostamente atacar Tarantino e menosprezar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Ele recebeu o Oscar de Melhor Trilha Sonora por seu trabalho em “Os Oito Odiados”, de Tarantino. Perturbado pela repercussão, o célebre compositor italiano emitiu um comunicado afirmando jamais ter dado a tal entrevista. Além de elogiar Tarantino e seus filmes, Morricone também afirmou que processaria a publicação alemã. Leia abaixo a íntegra da manifestação de Morricone. “Chegou ao meu conhecimento que a Playboy da Alemanha publicou um artigo em que chamei Tarantino de cretino e considero seus filmes um lixo. Isso é totalmente falso. Eu não dei uma entrevista para a Playboy da Alemanha e ainda mais, eu nunca chamei Tarantino de cretino e certamente não considero seus filmes um lixo. Eu requisitei ao meu advogado na Itália para que tome medidas civis e penais. Considero Tarantino um ótimo diretor. Eu gosto muito da minha colaboração com ele e do relacionamento que desenvolvemos durante o tempo que passamos juntos. Ele é corajoso e tem uma personalidade enorme. Eu confio em Tarantino por ser uma das pessoas responsáveis ​​por me dar um Oscar, o que é com certeza um dos maiores reconhecimentos da minha carreira, e sou eternamente grato pela oportunidade de compor música para seu filme. Em Londres, durante uma entrevista coletiva, na frente de Tarantino, afirmei claramente que considero Quentin um dos maiores diretores desta época. E nunca falaria mal da Academia – uma instituição importante que me deu dois dos mais importantes importantes reconhecimentos da minha carreira”. Morricone, que completou 90 anos no último dia 10 de novembro, compôs alguns dos temas mais reconhecidos da história do cinema. Suas trilhas em “Por Um Punhado de Dólares” (1964), “Três Homens em Conflito” (1966), “Era uma Vez no Oeste” (1968), “Sacco e Vanzetti” (1971), “Cinzas no Paraíso” (1978), “Os Intocáveis” (1987), “Cinema Paradiso” (1988), entre vários outros trabalhos, são considerados clássicos absolutos do cinema.

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    Entrevista falsa de Ennio Morricone rende polêmica internacional com Quentin Tarantino

    11 de novembro de 2018 /

    Uma entrevista falsa com o compositor Ennio Morricone, publicada pela versão alemã da revista Playboy, ganhou o mundo no fim de semana por suas frases sensacionalistas. No texto, o vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora por “Os Oito Odiados” (2015) chama o diretor Quentin Tarantino de “cretino” e diz que seus filmes são um “lixo”. “O homem é um cretino. Ele apenas rouba dos outros e depois coloca tudo junto. Não há nada de original nisso. E ele nem ao menos é um diretor. Não pode ser comparado com diretores reais de Hollywood como John Huston, Alfred Hitchcock e Billy Wilder. Eles eram incríveis. Tarantino apenas reaproveita coisas velhas”, publicou a revista como sendo uma frase dita por Morricone. Na entrevista que não aconteceu, o compositor ainda teria chamado os filmes de Tarantino de “lixo” e explicado parte de seu problema com o diretor: “Ele me telefona do nada e quer uma trilha pronta em poucos dias, isso me deixa louco, porque é impossível”. Assim que as declarações bombásticas começaram a ser citadas na Itália e nos Estados Unidos – também foi parar em sites brasileiros – , o célebre compositor italiano emitiu um comunicado afirmando jamais ter dado esta entrevista. Além de elogiar Tarantino e seus filmes, Morricone também afirmou que processaria a publicação alemã. Leia abaixo a íntegra da manifestação de Morricone. “Chegou ao meu conhecimento que a Playboy da Alemanha publicou um artigo em que chamei Tarantino de cretino e considero seus filmes um lixo. Isso é totalmente falso. Eu não dei uma entrevista para a Playboy da Alemanha e ainda mais, eu nunca chamei Tarantino de cretino e certamente não considero seus filmes um lixo. Eu requisitei ao meu advogado na Itália para que tome medidas civis e penais. Considero Tarantino um ótimo diretor. Eu gosto muito da minha colaboração com ele e do relacionamento que desenvolvemos durante o tempo que passamos juntos. Ele é corajoso e tem uma personalidade enorme. Eu confio em Tarantino por ser uma das pessoas responsáveis ​​por me dar um Oscar, o que é com certeza um dos maiores reconhecimentos da minha carreira, e sou eternamente grato pela oportunidade de compor música para seu filme. Em Londres, durante uma entrevista coletiva, na frente de Tarantino, afirmei claramente que considero Quentin um dos maiores diretores desta época. E nunca falaria mal da Academia – uma instituição importante que me deu dois dos mais importantes importantes reconhecimentos da minha carreira”. A Playboy alemã ainda não se manifestou a respeito da polêmica. A versão da entrevista disponibilizada na internet é assinada pela “redação da Playboy”. Atualmente, Tarantino trabalha num novo filme, “Era Uma Vez em Hollywood”, cujo título referencia dois clássicos musicados por Morricone, “Era uma Vez no Oeste” (1968) e “Era uma Vez na América” (1984), ambos dirigidos pelo mestre Sergio Leone. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e muitos outros astros, “Era Uma Vez em Hollywood” tem previsão de lançamento para agosto.

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    Bruce Dern entra no novo filme de Quentin Tarantino

    27 de setembro de 2018 /

    O ator Bruce Dern entrou no elenco de “Era Uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. Ele entrou no lugar de Burt Reynolds, que estava escalado para a produção, mas morreu em 6 de setembro, antes de filmar seu papel. Será o terceiro longa que Dern filma com Tarantino, após “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2015). Por coincidência, Dern e Reynolds eram amigos de longa data e atuaram juntos no western “Hard Ground”, em 2003. O papel a ser interpretado por Dern é o de George Spahn, que alugava seu rancho para Hollywood usar como cenário de filmes e séries de western, e permitiu que Charles Manson e seus seguidores vivessem no local no final dos anos 1960, durante a época em que cometeram diversos assassinatos. Segundo relatos, Manson não pagava aluguel, em troca de ordenar suas seguidoras a irem para a cama com o velho fazendeiro, que tinha 80 anos e era quase cego. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época estava grávida de oito meses de um filho do diretor Roman Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“Scarface”, “O Poderoso Chefão”), James Marsden (intérprete de Teddy na série “Westworld”), Dakota Fanning (série “The Alienist”), Damian Lewis (série “Billions”), Burt Reynolds (“Boogie Nights”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth (quarteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (minissérie “Little Women”, filha de Uma Thurman e Ethan Hawke) e o polonês Rafal Zawierucha (visto em “Afterimage”), que viverá Polanski. A estreia está marcada para 2019, em 26 de julho nos Estados Unidos e 15 de agosto no Brasil.

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    Tarantino filmou cenas na Mansão Playboy para seu novo filme passado em Hollywood

    13 de setembro de 2018 /

    Quentin Tarantino filmou cenas do seu próximo filme, “Era Uma Vez em Hollywood”, ma Mansão Playboy. Segundo o site The Hollywood Reporter, as filmagens duraram três dias na propriedade, e foram as primeiras autorizadas desde a morte de Hugh Hefner, proprietário da Playboy, em setembro do ano passado. Hefner, no entanto, não era mais dono da mansão. Ele vendeu a propriedade por US$ 100 milhões em 2016 para o empresário Daren Metropolous. “Quentin entrou em contato comigo e conversamos sobre a sua visão para o filme”, disse Metropolous ao THR. “Eu sabia que era uma oportunidade especial para colaborar com esse incrível projeto. O timing foi ótimo, pois as reformas na mansão estão indo muito bem, e ela está mais impressionante do que nunca”. A Mansão Playboy já fez várias outras aparições no cinema, em filmes como “Um Tira da Pesada II” (1987), “O Fantasma” (1996) e “As Panteras: Detonando” (2003). Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho de Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“Scarface”, “O Poderoso Chefão”), James Marsden (intérprete de Teddy na série “Westworld”), Dakota Fanning (série “The Alienist”), Damian Lewis (série “Billions”), Burt Reynolds (“Boogie Nights”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth (quarteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, entre muitos outros. A estreia está marcada para 2019, em 26 de julho nos Estados Unidos e 15 de agosto no Brasil.

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    Filme de Tarantino e série de David Fincher terão mesmo ator no papel de Charles Manson

    30 de agosto de 2018 /

    O ator australiano Damon Herriman (da série “Justified”) vai viver o psicopata Charles Manson em duas produções diferentes. Ele foi escalado como o líder do culto que assassinou a atriz Sharon Tate e outras vítimas no novo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”, e também na 2ª temporada de “Mindhunter”, série produzida e dirigida por David Fincher. Apesar da coincidência, as produções retratarão Manson em fases diferentes. O filme de Tarantino se passa em 1969, anos dos assassinatos brutais, enquanto a série de Fincher irá mostrar o psicopata após uma década de prisão. O papel de cinema foi confirmado pela Sony. Já a participação na série foi apurada pelo site Collider, sem confirmação da Netflix. Mas coincide com informações anteriores, de que a 2ª temporada investigaria os assassinatos de crianças de Atlanta, que aconteceram entre 1979 e 1981. Além de Manson, a trama deve mostrar outros psicopatas famosos, como Son of Sam e o BTK Killer, que apareceu na 1ª temporada, embora sem ser mencionado por seu pseudônimo. Segundo o Collider, a produção de “Mindhunter” escalou Herriman para o papel antes de Tarantino. Isto indica que o diretor estava ciente da coincidência e não se importou. No filme, ele vai aparecer liderando a seita conhecida como a Família, composta principalmente por mulheres hippies, que para agradar o líder invadiram uma mansão para matar um produtor musical que teria prejudicado a carreira de Manson como cantor. Era a casa errada. Mas a chacina aconteceu assim mesmo. Charles Manson foi preso em novembro de 1969, meses depois do assassinato de Sharon Tate, atriz e esposa do cineasta Roman Polanski, que visitava amigos em seu oitavo mês de gravidez. Ele permaneceu na cadeia até sua morte, em novembro de 2017, aos 83 anos. A atriz Margot Robbie (“Eu, Tonya”) viverá Sharon Tate e o polonês Rafal Zawierucha (visto em “Afterimage”) interpretará Polanski no longa de Tarantino, que tem previsão de lançamento para agosto de 2019. Já a estreia da 2ª temporada de “Mindhunter” ainda não foi anunciada.

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  • Filme

    Tarantino escala ator polonês para viver Roman Polanski em seu novo filme

    28 de agosto de 2018 /

    Quentin Tarantino escalou o ator polonês Rafal Zawierucha (visto em “Afterimage”) para interpretar o cineasta Roman Polanski em “Once Upon a Time in Hollywood”, confirmando que o diretor de “O Bebê de Rosemary” é um dos personagens do longa. Na primeira vez que o nome de Polanski veio à tona em “Once Upon a Time in Hollywood”, em fevereiro, tochas e forcados foram levados até o castelo virtual de Tarantino. Um tuíte preguiçoso, mal-escrito e mal-interpretado de um jornalista da Variety fez com que muitos acreditassem que o próprio Polanski participaria do filme. A situação se agravou com a divulgação de uma gravação antiga de programa de rádio em que Tarantino defendia Polanski da acusação de estupro de menor que o tornou foragido da justiça americana nos anos 1970. Durante o auge da pressão do movimento #MeToo, houve até campanha para o filme ser cancelado. Tarantino se desculpou e o vendaval logo virou brisa. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho de Polanski. De todo modo, o diretor franco-polonês não será a única celebridade retratada no filme, que inclui intérpretes para os astros Steve McQueen e Bruce Lee – respectivamente, Damien Lewis (de “Homeland” e “Billions”) e Mike Moh (o Triton da série “Inhumans”) – , entre outros. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“Scarface”, “O Poderoso Chefão”), James Marsden (intérprete de Teddy na série “Westworld”), Dakota Fanning (série “The Alienist”), Damian Lewis (série “Billions”), Burt Reynolds (“Boogie Nights”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth (quarteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 2019, em 26 de julho nos Estados Unidos e 15 de agosto no Brasil.

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