As Tartarugas Ninja 2: Novo trailer traz excesso de explosões, personagens e informação
A Paramount Pictures divulgou mais um pôster e trailer legendado de “As Tartarugas Ninja 2 – Fora das Sombras”, continuação do filme de 2014. A prévia é repleta de piadinhas, explosões e cenas de ação em câmera lenta, garantindo que se trata de uma produção de Michael Bay. Há também excesso de personagens e informação no vídeo, como a estreia do herói Casey Jones (Stephen Amell), a origem dos vilões favoritos da séria animada, os mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly), a ameaça do Destruidor (Brian Tee) e a sensualidade de Megan Fox, isso sem falar num soro capaz de gerar mutações, o surgimento de um vórtice apocalíptico e um dilema existencial dos heróis. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (que pelo primeiro filme foram indicados ao Framboesa de Ouro) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja 2” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=maWcEwI2n0k
Lucifer é renovada para a 2ª temporada
A rede americana Fox renovou “Lucifer”, adaptação baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (selo adulto da DC Comics), para sua 2ª temporada. “Lucifer” se aproveitou do hype em torno do retorno de “Arquivo X” para deixar uma boa primeira impressão na Fox. Seu episódio de estreia, exibido logo após “Arquivo X”, foi assistido por 7,2 milhões de telespectadores e marcou 2,7 pontos de audiência – praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda no canal. A série conseguiu manter uma audiência acima de 5 milhões de telespectadores por boa parte da temporada, mas nos últimos capítulos viu diminuir o interesse do público, caindo para 3,8 milhões. De todo modo, ainda é um desempenho bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo, “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014 e foi cancelada com 3,3 milhões em fevereiro de 2015. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, “Lucifer”, porém pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), que acabou substituído com a entrada de dois pesos pesados na produção, o cineasta Len Wiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”. “Sabíamos que tínhamos algo especial com Lucifer, desde as interpretações envolventes de Tom, Lauren e o resto deste carismático elenco, até o olhar visualmente deslumbrante de Len Wiseman para o programa e a incrível narrativa da equipe de Bruckheimer”, disse David Madden, presidente de entretenimento da Fox, no comunicado que anunciou a renovação. Além de “Lucifer”, o canal também renovou “Rosewood” para seu segundo ano de produção. Entre as séries que estrearam na última temporada, “The Grinder”, “Grandfathered”, “Second Chance”, “Cooper Barrett’s Guide to Surviving Life” e “Bordertown” são as que ainda não tiveram seus destinos definidos – situação que, entre as veteranas, aflige apenas “Sleepy Hollow”.
Veja cena inédita de Capitão América: Guerra Civil divulgada no MTV Movie Awards
A Disney divulgou uma cena inédita de “Capitão América: Guerra Civil” durante a exibição do MTV Movie Awards. Repleto de ação, o vídeo apresenta o ataque a um prédio guardado por militares armados, destacando o trabalho em equipe do Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie) e Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). Os três são aliados na trama, que colocará o Capitão América contra o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), criando um racha entre os Vingadores. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Mulher-Maravilha: Fotos das filmagens revelam cena importante da origem da super-heroína
Surgiram novas fotos dos bastidores das filmagens de “Mulher-Maravilha”, que revelam uma cena importante da trama, filmada no litoral italiano. As fotos registram o encontro entre a Princesa Diana (Gal Gadot) e o piloto Steve Trevor (Chris Pine) na praia da Ilha do Paraíso (ou Temiscira), além de cenas de um confronto entre as amazonas e uma tropa alemã da 1ª Guerra Mundial. Na versão original da origem da heroína, o avião de Trevor é abatido próximo à Temiscira, o que faz com que a princesa busque resgatá-lo. O encontro a afeta profundamente. Trevor não só foi o primeiro homem de sua vida, mas também o primeiro amor. Graças a ele, a jovem descobre sobre o mundo exterior, que estaria devastado pela guerra. Mas a trama escrita pelo psicólogo William Moulton Marston em 1941 refletia o período contemporâneo, época em que ocorria a 2ª Guerra Mundial. A mudança de período pode ter sido uma tentativa de diferenciar o filme da “Mulher-Maravilha” de “Capitão América: O Primeiro Vingador”, mas as fotos recém-reveladas também assinalam um interessante detalhe. As cenas das amazonas montadas a cavalo, enfrentando um exército mais moderno, ajudam a lembrar que 1ª Guerra Mundial foi o último conflito que envolveu cavalarias. O elenco também inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). O roteiro é de Jason Fuchs (“Peter Pan”), a direção está a cargo de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”) e a estreia está prevista para junho de 2017.
Primeiras reações a Capitão América: Guerra Civil exaltam novo Homem-Aranha
Os blogueiros amam a Marvel e a Marvel sabe disso. Tanto que o estúdio resolveu se valer dessa exaltação espontânea para fazer deslanchar “Capitão América: Guerra Civil”, que ainda não emplacou em sua pré-venda de ingressos. Numa estratégia oposta da escolhida pela Warner para “Batman vs. Superman”, o novo filme do primeiro Vingador foi exibido primeiro para os blogueiros e foram eles quem geraram as primeiras impressões sobre a produção nas redes sociais. Todas favoráveis. Entre os consensos observados, a nova versão do Homem-Aranha, vivida por Tom Holland (“No Coração do Mar”), é supostamente a melhor das três já apresentadas no cinema. O herói, inclusive, tem mais cenas que o trailer sugere. Do mesmo modo, o Pantera Negra surpreende como ladrão de cenas, interpretado de forma intensa por Chadwick Boseman (“Deuses do Egito”). Há, ainda, sequências de ação impressionantes. E o tom do filme é sério como “Capitão América: Soldado Invernal”, mas com direito às piadas que garantem não se tratar de uma produção da DC/Warner. “Chadwick Boseman é fantástico como Pantera Negra. Mal posso esperar pelo seu filme solo. Ele acertou em cheio no papel”, escreveu Steve Weintraub, do Collider. “Guerra Civil: Esse Homem-Aranha é ESPETACULAR”, disse Russ Fischer, do Birth.Movies.Death. “Capitão America: Guerra Civil é um mistério complexo que representa um grande, divertido filme de super-herói. Muitos temas e emoções. Inesperado e muito bom”, tentou exprimir Germain Lussier, do io9. “Honestamente, não sei como Guerra Civil funciona. São tantas coisas acontecendo, mas dá certo. O Aranha é MARAVILHOSO. Me fez sorrir e rir até meu rosto ficar dolorido”, completou. “Coisas importantes primeiro: Nós finalmente temos o Homem-Aranha perfeito e o melhor Peter Parker”, decretou Devin Faraci, do Birth.Movies.Death. “Seguinte: Pantera Negra é Incrível. Boseman o interpreta magnificente e cheio de raiva. É o personagem mais sério do filme”. “A grande briga em Guerra Civil é uma joia cinematográfica. E o Homem-Aranha é tão bom. É melhor do que eu imaginei”, postou Mike Ryan, do Uproxx. “Tenho certeza que é o meu filme favorito da Marvel”, acrescentou. “Disputas sem fim de Vingador x Vingador. Tenso, mas ainda engraçado. Boseman arrasa como Pantera Negra”, “telegrafou” Kevin Polowy, do Yahoo! Movies. “Fique ansioso por Guerra Civil. Personagens fantásticos, muita ação e tem a melhor luta de filmes de quadrinhos de todos os tempos”, promoveu Andy Signore, do Screen Junkies. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Bilheterias: Nova comédia de Melissa McCarthy empata com Batman vs. Superman nos EUA
Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”) é a nova chefa das bilheterias. Sua comédia “A Chefa” estreou em 1º lugar nos EUA, num empate técnico com “Batman vs. Superman”. Como os números ainda são projeções, a ordem oficial pode ser alterada na segunda-feira, já que a diferença é mínima. Extraoficialmente, “A Chefa” lidera com US$ 23,480 milhões, enquanto “Batman vs. Superman” faturou US$ 23,435. A vantagem estimada da comédia é de apenas US$ 45 mil – algo como 8 salas de cinema lotadas. Como parâmetro, o terror “The Invitation”, de Karyn Kusama (“Garota Infernal”), teve lançamento restrito em 10 salas neste fim de semana e faturou US$ 67,7 mil. Independente de qual seja sua posição, o desempenho de “A Chefa” não deve gerar muita comemoração na Universal Pictures. Superar um filme em cartaz a três semanas é mais fácil do que o poderoso título de “Batman vs. Superman” leva a supor. O que conta, para o estúdio que financiou a produção, é a renda. E “A Chefa” teve a segunda pior abertura da carreira de protagonista de McCarthy, superando apenas “Tammy” (2014), que estreou com US$ 21,5 milhões para se tornar seu maior fracasso. Detalhe: ambos os filmes foram escritos e dirigidos por Ben Falcone, o marido da comediante. Foram, na verdade, os únicos filmes da carreira de cineasta de Falcone, o que pode ter diversos desdobramentos daqui para frente. Felizmente, “A Chefa” custou pouco, US$ 29 milhões, e não deve dar prejuízo, mesmo que desabe na próxima semana. E não faltam motivos para que isso aconteça. Apenas 18% da crítica americana gostou de seu humor grosseiro. Pior que isso: o público deu nota C+ na pesquisa do CinemaScore, oficializando que a comédia é repugnante. Vale lembrar que, há duas semanas, os “nerds especializados” consideraram o B de “Batman vs. Superman” como uma vitória do Apocalipse. Enquanto isso, “Batman vs. Superman” segue aumentando seu faturamento, que já encosta nos US$ 300 milhões no mercado doméstico. Após três fins de semana, sua arrecadação está estimada em US$ 296,6 milhões nos EUA. No ano passado, apenas seis filmes superaram esta marca. Em 2014, foram apenas três. “Batman vs. Superman” também superou “Zootopia” no ranking nacional, tornando-se a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA, atrás apenas de “Deadpool” (US$ 358,4 milhões). Mundialmente, porém, o longa da Warner Bros. chegou em US$ 783,4 milhões e já superou “Deadpool” (US$ 755 milhões). Só não é maior bilheteria mundial de 2016 devido ao sucesso internacional de “Zootopia”. “Zootopia”, que aparece em 3º lugar nas bilheterias do fim de semana, desacelerou com US$ 296 milhões nos EUA, mas seu faturamento global continua nas alturas, em US$ 852,5 milhões, o número a ser batido pelos demais. Além de “A Chefa”, o fim de semana só teve outra estreia ampla, “Hardcore – Missão Extrema”, produção russa que venceu a mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. Estrelada por Sharlto Coplay (“Elysium”) e totalmente filmada como um videogame de tiros em primeira pessoa, a obra dividiu a crítica (51% no Rotten Tomatoes) e não empolgou o público, que lhe deu o mesmo C+ de “A Chefa”. Trocando em dólares, foram apenas US$ 5 milhões nas bilheterias, metade do que o estúdio STX pagou por seus direitos de distribuição em Toronto. Uma grande decepção, com estreia marcada para 21 de abril no Brasil. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. A Chefa Fim de semana: US$ 23,48 milhões Total EUA: US$ 23,4 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 2. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 23,43 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. Zootopia Fim de semana: US$ 14,3 milhões Total EUA: US$ 296 milhões Total Mundo: US$ 852,5 milhões 4. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 46,7 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 5. Hardcore – Missão Extrema Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 7,1 milhões 6. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 53,8 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 7. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 14,1 milhões Total Mundo: US$ 14,1 milhões 8. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 61,8 milhões Total Mundo: US$ 141,4 milhões 9. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 67,9 milhões Total Mundo: US$ 94 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 10,4 milhões Total Mundo: US$ 10,4 milhões
Manto e Adaga: Vem aí mais uma série de heróis da Marvel
O canal pago americano Freeform anunciou a produção de sua primeira série da Marvel: uma adaptação dos quadrinhos dos heróis Manto e Adaga. A revelação foi feita durante uma entrevista coletiva, que apresentou os novos projetos do canal – evento conhecido, no jargão televisivo, como upfront. Manto e Adaga foram criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Seus quadrinhos contam a história de dois adolescentes apaixonados que, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – o rapaz negro, Tyrone, passa a controlar a escuridão, enquanto a garota branca, Tandy, ganha poderes relacionados à luz. Os dois decidem lutar contra o tráfico e assumem a identidade de Manto e Adaga. Curiosamente, a adaptação de Manto e Adaga estava entre as primeiras produções consideradas pela Marvel para entrar no mercado das séries. Isto foi lá em 2010, quando o estúdio também cogitava dar uma atração televisiva para o Hulk. Mas não é de estranhar que o projeto surja agora no Freeform, uma vez que o canal faz parte do conglomerado Disney, dono da Marvel. “Cloak and Dagger” (o título original) ainda não tem previsão de estreia, mas faz parte de um projeto maior, que visa definir a nova identidade do Freeform. Desde que o canal deixou de ser chamado de ABC Family, no começo de 2016, vem diminuindo a ênfase em dramas teens voltados para garotas para priorizar produções de fantasia, como “Shadowhunters” e “Stitchers”, visando aumentar a idade de seu público alvo. A Disney já atende crianças com o Disney XD, os pré-adolescentes com o Disney Channel e agora quer voltar o Freeform para os jovens adultos.
Netflix assume a produção do filme baseado no mangá Death Note
O serviço de streaming Netflix assumiu a produção do filme americano baseado no mangá “Death Note”. A produção estava sendo desenvolvida pela Warner Bros., que acabou desistindo do projeto num realinhamento de seu calendário – a prioridade agora são as franquias da DC Comics, Lego e derivados de “Harry Potter”. Segundo o site The Wrap, a Warner liberou os produtores para negociarem o projeto e vários estúdios se interessaram. Não foram divulgados detalhes do acordo com o Netflix, mas a adaptação deve manter o formato que já estava em desenvolvimento, levando às telas os três primeiros volumes da obra em quadrinhos, com roteiro de Jeremy Slater (do controverso “Quarteto Fantástico”), direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”) e com Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel principal. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos. Ainda não há data de estreia prevista para a versão ocidental, mas, segundo o produtor Roy Lee, as filmagens começarão ainda em 2016.
Ator de Esquadrão Suicida desmente boato de refilmagens engraçadinhas
O ator Jai Courtney (“Divergente”), que interpreta o vilão Capitão Bumerangue no vindouro filme “Esquadrão Suicida”, desmentiu os boatos que surgiram na semana passada, de que o longa estaria passando por refilmagens para ficar mais engraçadinho. Courtney confirmou que “Esquadrão Suicida” estava, de fato, passando por refilmagens, mas com o propósito de incluir mais cenas de ação. “Há algumas cenas de ação adicionais que nós estamos fazendo”, ele afirmou, em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. “Não estamos voltando para deixar o filme mais engraçado”, pois, segundo ele, “já tem bastante disso no filme”. Com roteiro e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ator de Narcos será o vilão do terceiro filme de Wolverine
O terceiro filme solo do mutante Wolverine contratou o seu vilão. Segundo o site Deadline, o antagonista será vivido pelo ator Boyd Holbrook, que estrela a série “Narcos”. Na produção do Netflix, ele vive o agente americano Steve Murphy, que começa uma caçada a Pablo Escobar (Wagner Moura). Holbrook vai interpretar o chefe de segurança de uma empresa global, descrito como bem frio, calculista e intenso, que baterá de frente com Logan/Wolverine, papel, claro, de Hugh Jackman. Ainda segundo a publicação, as filmagens de “Wolverine 3” devem começar em maio, visando uma estreia já em março de 2017. Hugh Jackman afirmou que este será seu último filme como Wolverine. A direção está a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine: Imortal” (2013).
Colin Firth vai participar da continuação de Kingsman
Em época de adaptações de quadrinhos, até quem morre no cinema pode voltar no filme seguinte. Parece ser o caso do personagem de Colin Firth na franquia “Kingsman”. Morto no primeiro filme, “Kingsman: Serviço Secreto” (2014) ele vai reaparecer na continuação, informou seu parceiro de elenco, o ator Taron Egerton, via Twitter. Ele postou um cartaz, descrito como “uma mensagem de um velho amigo”, em que se lê a famosa máxima atribuída à Mark Twain, “As notícias da minha morte foram muito exageradas”, sob o óculos usado pelo personagem de Firth no primeiro filme. A arte também revela o subtítulo do filme, que será lançado como “Kingsman: The Golden Circle” (Kingsman: O Círculo Dourado). Veja logo abaixo. Além dos protagonistas Taron Egerton e Colin Fith, também Mark Strong retornará na continuação, que ainda deve incluir participações de Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”). Por enquanto, não há detalhes sobre a trama, que deve continuar adaptando as histórias dos quadrinhos de Mark Millar (criador também de “Kickass”). O filme será novamente roteirizado por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, e tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Novo comercial explora os filmes de Capitão América e Homem de Ferro como preparação da Guerra Civil
A Marvel divulgou um novo comercial épico de “Capitão América: Guerra Civil”, que resgata cenas dos filmes anteriores de Capitão América, Homem de Ferro e Vingadores para explorar as motivações, as emoções conflituosas e o confronto dos dois personagens centrais, destacando as interpretações de Chris Evans e Robert Downey Jr. ao longo de diferentes produções como os icônicos heróis. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
The Boys: Seth Rogen emplaca nova série baseada em quadrinhos do autor de Preacher
O ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg são mesmo fãs dos quadrinhos de Garth Ennis. Após emplacar a série “Preacher”, que estreia em 22 de maio no canal pago americano AMC, eles já preparam a adaptação de outra criação do autor britânico para a televisão. Trata-se de “The Boys”, em desenvolvimento para o canal pago Cinemax. Segundo o site Deadline, Rogen e Goldberg se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural”, para produzir a série, que será escrita por Kripke e dirigida pela dupla. É curioso como os dois, mais conhecidos por comédias de humor grosseiro, como “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que ambos dirigiram, resolveram se especializar em adaptações de quadrinhos para a televisão. Mas a boa relação criada com Ennis para o lançamento de “Preacher” também explica a decisão de transformar “The Boys” em sua segunda série. “The Boys” é uma sátira violenta e de humor negro aos super-heróis. Os quadrinhos originais têm como protagonista Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A história durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem produzir sua série.












