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    Esquadrão Suicida: Saiba tudo o que deu errado nos bastidores da produção

    4 de agosto de 2016 /

    A implosão crítica do filme “Esquadrão Suicida”, que está recebendo notas piores que as de “Batman vs. Superman”, começa a trazer a público um drama de bastidores tão intenso quanto o que tentou ser escondido durante a produção de “Quarteto Fantástico”, com interferências do estúdio, refilmagens e uma edição final que levou o filme a uma direção completamente diferente de seu projeto original. Segundo apuraram várias publicações americanas, os problemas começaram desde a aprovação do projeto. O diretor e roteirista David Ayer escreveu o roteiro em seis semanas e, assim que colocou suas mãos nele, a Warner aprovou as filmagens no ato, marcando uma data de estreia antes do elenco ser reunido. Isto não deu tempo para o roteiro ser melhor trabalhado. Mesmo assim, durante as filmagens, o estúdio decidiu que o roteiro não era o que eles queriam. Isto porque tinha o mesmo clima sombrio de “Batman Vs Superman”, que ao ser lançado precipitou uma avalanche de críticas negativas e ficou aquém do resultado de bilheteria esperado. Ao mesmo tempo, o longa do “Deadpool” mostrou que personagens psicopatas e humor eram uma combinação de sucesso. E a Warner decidiu que “Esquadrão Suicida” deveria ser mais parecido com o filme da Fox. De acordo com fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, o diretor David Ayer foi obrigado a modificar o filme, que era denso e sombrio, para algo leve e engraçado. A reportagem confirma o que boatos antigos diziam: que todas as piadas originais estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. Mas isso deixou a história leve no começo e pesada no fim. Para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Segundo as fontes do THR, as decisões foram tomadas em meio ao pânico de temer uma implosão do universo das adaptações dos quadrinhos da DC Comics. E teria envolvido muitos conflitos de ego, quando o necessário seriam cabeças frias. Uma das consequências do clima conturbado foi que o novo filme de Ayer, que voltaria a reuni-lo com Will Smith, saiu do cronograma da Warner. O diretor acabou fechando um acordo milionário com o Netflix para realizá-lo. Mas para abafar possíveis controvérsias, diretor e estúdio concordaram em emitir um comunicado conjunto, em que confirmam ter chegado ao “Esquadrão Suicida” que o público irá conhecer de comum acordo. O presidente de produção da Warner, Greg Silverman, assina a nota, em nome do diretor. “Esta foi uma experiência incrível. Nós fizemos um monte de experimentação e colaboração ao longo do caminho. Mas nós dois somos muito orgulhosos do resultado. Este… é um filme de David Ayer, e Warner tem o orgulho de apresentá-lo”, resume a versão oficial.

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    Esquadrão Suicida estreia em número recorde de salas no Brasil

    4 de agosto de 2016 /

    O lançamento de “Esquadrão Suicida” vai ocupar o maior número de salas de um lançamento no Brasil neste ano. O longa, que teve uma “pré-estreia” paga em mais de 800 salas na quarta (3/8), entra agora em seu circuito completo: 1.405 salas, incluindo um total de 912 telas 3D e todas as 12 de IMAX no país. O recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, lançado em dezembro passado em 1.504 salas. Vale lembrar que quando “Jogos Vorazes: Em Chamas” foi lançado em 1310 salas em 2014, o impacto no circuito gerou reuniões, deliberações e ameaças da Ancine, que renderam um compromisso nunca levado a sério para impedir que isso voltasse a se repetir. Neste ano, “Batman vs. Superman”, também da Warner, já tinha sido lançado em 1331 salas. A tática da Warner é a mesma do filme anterior: tentar conquistar a maior bilheteria possível na arrancada, de preferência com algum recorde, já que a crítica odiou o filme. Apesar da antecipação alimentada por alguns dos melhores trailers do ano, “Esquadrão Suicida”, infelizmente, é uma grande decepção, que só atingiu 31% de aprovação no site Rotten Tomatoes (22% se considerar apenas as publicações relevantes, isto é, sem a opinião dos blogueiros geeks). Com os desastres se acumulando, não será surpresa se vier uma intervenção pesada nas produções de super-heróis do estúdio. Com quase 50% das salas do país inteiro ocupadas por um único filme, o segundo maior lançamento da semana chegará em apenas 85 telas. Trata-se de “Negócio das Arábias”, novo drama estrelado por Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”). Com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme segue um empresário à beira da falência, que viaja até a Arábia Saudita em busca de um último negócio que pode salvar sua carreira. Outro filme americano escanteado, a comédia “A Intrometida” traz Susan Sarandon em 20 salas, como uma mãe inconveniente que quer voltar a conviver com a filha (Rose Byrne, de “Os Vizinhos”), fazendo de tudo para encontrar-lhe um marido e sufocando-a com amor maternal. Os críticos americanos adoraram, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. O circuito limitado também espreme três produções nacionais. Em 29 salas, “Vidas Partidas” aborda a violência doméstica em estilo televisivo, na estreia do diretor Marcos Schechtman. 11 salas passam “Fome”, de Cristiano Burlan (“Mataram Meu Irmão”), que acompanha um sem-teto (o cineasta Jean-Claude Bernardet) pelas ruas de São Paulo. E 5 mostram “A Loucura Entre Nós”, documentário que explora as fronteiras entre a sanidade e a loucura. A programação inclui ainda duas produções europeias. A comédia francesa “Um Amor à Altura”, do especialista no gênero Laurent Tirard (“As Férias do Pequeno Nicolau”), mostra em 25 salas como o baixinho Jean DuJardin (“O Artista”) se apaixona por uma mulher alta. Já o filme belga “Os Cavaleiros Brancos” dramatiza um caso real polêmico, ao acompanhar um grupo de “salvadores” brancos que contrabandeia ilegalmente crianças órfãs africanas para lares adotivos da França. Segundo melhor filme da semana, rendeu o prêmio de Melhor Direção para Joachim Lafosse (“Perder a Razão”) no Festival de San Sebastian e será exibido apenas em duas salas de São Paulo. Por fim, o melhor filme da semana é uma produção mexicana, que chega em sete salas (pulverizado entre São Paulo, Rio, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte). “O Monstro de Mil Cabeças” rendeu diversos prêmios ao diretor Rodrigo Plá (“Zona do Crime”) e à atriz Jana Raluy (“Despedida de Amor”), em festivais como Varsóvia, Havana e Biaritz, além de ter vencido o troféu Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Roteiro de 2016. A trama gira em torno de uma mulher (Raluy), que tenta garantir o melhor tratamento ao marido doente, em estado terminal. Quando a companhia de seguros dificulta o atendimento, ela resolve confrontá-los violentamente. Com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, este é o verdadeiro filme de supervilões da semana, mostrando médicos, farmaceutas e burocratas estimulados a rejeitar pacientes para que os planos de saúde rendam lucro, em vez de tratamentos. O pior crime, cometido por verdadeiros monstros contra os mais fracos e inocentes.

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    Mark Ruffalo se despede das filmagens de Thor: Ragnarok com fotos dos bastidores

    3 de agosto de 2016 /

    O ator Mark Ruffalo divulgou algumas fotos dos bastidores de “Thor: Ragnarok” em seu Instagram para marcar seu último dia de participação nas filmagens. Assumindo o apelido “Ruffles”, que parece ter sido lançado por Tessa Thompson, o ator ainda disse ter se divertido muito ao fazer o filme, agradecendo ao elenco e ao diretor Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”) pelo “amor e risadas”. Ruffalo vai repetir o papel de Hulk na produção, que também contará com as voltas de Chris Hemsworth como Thor, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin, além das estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Cate Blanchett (“Carol”) como Hela, a Deusa da Morte, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.

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    Esquadrão Suicida desagrada a crítica e fãs se revoltam, querendo fechar o Rotten Tomatoes

    3 de agosto de 2016 /

    O filme “Esquadrão Suicida”, que chega aos cinemas brasileiros nesta quarta (3/8), foi recebido por críticas muito negativas nos EUA. De um modo geral, a produção foi considerada uma grande decepção, tendo em vista os trailers empolgantes que anteciparam seu lançamento, atingindo uma avaliação baixa, de apenas 31% de aprovação, segundo levantamento do site Rotten Tomatoes. Este número, porém, desaba quando saem da conta os blogs de fanboys, e registra apenas 22% entre as publicações de prestígio, como The New York Times, San Francisco Chronicle, New York Magazine, Variety, Rolling Stone, Chicago Sun-Times, USA Today, Time Magazine e The Hollywood Reporter. Mas os fãs, que ainda não viram o filme (a estreia está marcada apenas para sexta nos EUA), não se conformam. Descrições como “desperdício”, “entediante”, “incoerente”, “irrelevante”, “chance perdida”, “não vale a pena” e “que confusão” foram encaradas como afronta, agitando as redes sociais, tendo em vista que “Esquadrão Suicida” era considerado um dos lançamentos de cinema mais aguardados do ano. E acabou sobrando para o próprio Rotten Tomatoes. Um fã egípcio da DC Comics, que se identifica como Abdullah Coldwater, decidiu lançar um abaixo assinado para fechar o site, alegando que as críticas feitas às adaptações dos quadrinhos da editora são injustas. Ele lembra que “Batman vs. Superman”, que agradou aos fãs, teve apenas 27% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. “Nós precisamos que este site seja excluído porque ele sempre dá ao Universo DC críticas injustas, e isso afeta a opinião das pessoas, mesmo que realmente seja um grande filme”, escreveu Coldwater, em seu manifesto, que em poucas horas horas somou mais de 13 mil apoiadores no Change.org. Mas vale lembrar que o Rotten Tomatoes não assina nenhuma crítica. Ele apenas reproduz a opinião da crítica norte-americana, apontando uma média, com links para cada resenha avaliada. Na verdade, o que “precisaria” ser fechado para agradar aos fãs da DC Comics são simplesmente as fontes originais das críticas: The New York Times, San Francisco Chronicle, New York Magazine, Variety, Rolling Stone, Chicago Sun-Times, USA Today, Time Magazine e The Hollywood Reporter, entre dezenas de outras publicações que detestaram o filme.

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    Esquadrão Suicida: Margot Robbie diz que beijar Jared Leto foi desagradável

    3 de agosto de 2016 /

    Jared Leto pode ser um dos artistas mais bonitos de Hollywood, desejado por milhões de fãs no mundo inteiro, mas Margot Robbie revelou que beijá-lo em “Esquadrão Suicida” foi uma experiência desagradável. Em entrevista à revista People, a intérprete da Arlequina contou que as cenas de beijo com o ator foram terríveis de filmar porque tanto ele quanto ela estavam cobertos de maquiagem. “Foi uma bagunça”, ela resumiu. “Já fiz cenas de beijo usando batom e isso é um pesadelo, mas os dois usando batom ao mesmo tempo é um terror”, confessou Robbie. Segundo a atriz, eles precisavam retomar a maquiagem de 10 em 10 minutos entre as tomadas da cena, o que não era nada romântico. Questionada sobre a aparência intimidadora e a incorporação do personagem por Leto, que teria enviado presentinhos aterradores aos colegas de trabalho e exigindo ser tratado como Mr. J (de Joker, o Coringa em inglês), durante as filmagens, a atriz disse que isso não lhe tirou o sono. “Assim que você passa pelo choque inicial de conhecer o Mr. J, você meio que fica anestesiada, eu acho, e, depois de um tempo, você se acostuma”. Nisso, ela acaba dando corda ao colega, que diz que “No fundo, o Coringa é um amor de pessoa”. Ao menos, é assim na cabeça de Jared Leto

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    Death Note: Willem Dafoe será o espírito da morte na adaptação do mangá

    2 de agosto de 2016 /

    O ator Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) entrou no elenco da adaptação americana do mangá “Death Note”. Segundo informação do site Mashable, ele dará voz a um dos personagens principais da trama: Ryuk (ou Ryūku), o Shinigami (um espirito da morte) que deixa seu “caderno da morte” cair na terra. Na história, o sinistro e poderoso objeto vai parar nas mãos do estudante Light Yagamii (Nat Wolff, de “A Culpa É das Estrelas”), que usa o artefato para matar bandidos, mas chama a atenção do incansável detetive conhecido apenas como L. Pela informação, aparentemente Ryuk será criado por computação gráfica, como nos filmes com atores já lançados no Japão. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”).

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    Supergirl: Calista Flockhart sai do elenco fixo da 2ª temporada

    2 de agosto de 2016 /

    Confirmando boatos que circulavam há algum tempo, os produtores da série “Supergirl” revelaram que Calista Flockhart deixará o elenco fixo na 2ª temporada, mas não sairá totalmente da série, apenas diminuindo sua participação. A atriz chegou até a ter sua saída especulada após a notícia de que a série passaria a ser rodada em Vancouver, no Canadá, e não mais em Los Angeles, onde Flockhart vive. “‘Supergirl’ não seria ‘Supergirl’ sem a incrível Calista Flockhart como Cat Grant. Estamos muito empolgados que ela tenha aceito continuar na série. Nós e nosso público amamos vê-la em cena”, afirmou o produtor executivo Andrew Kreisberg, em comunicado. O produtor revelou ainda que a atriz participará de vários episódios da produção. Uma participação maior dependerá de sua agenda e disponibilidade. Mas a inclusão do personagem Snapper Carr (vivido por Ian Gomez, da série “Cougar Town”) como novo editor da CatCo e chefe de Kara já visa suprir a ausência de Calista do cotidiano da produção.

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    Diretor de Esquadrão Suicida se empolga na première e xinga a Marvel

    2 de agosto de 2016 /

    O diretor de “Esquadrão Suicida”, David Ayer, se empolgou na festa de lançamento do filme em Nova York, na noite de segunda-feira (1/7), e tascou um “Fuck Marvel” no palco, antes da exibição, para delírio de alguns fãs. Mas depois caiu a ficha e ele e foi ao Twitter pedir desculpas. “Peço desculpas por ter me empolgado na hora e ter dito ‘Fuck Marvel’. Alguém disse. Eu repeti. Não foi legal. Respeito aos meus irmãos cineastas”. Apesar de ter escrito roteiros de sucesso, como o primeiro “Velozes e Furiosos” (2001) e “Dia de Treinamento” (2001), “Esquadrão Suicida” é apenas o sexto filme dirigido por Ayer — e o primeiro com expectativas reais de se tornar um grande blockbuster. O filme estreia no Brasil nesta quarta (3/8), dois dias antes do lançamento nos EUA.

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    The Tick: Piloto da nova série do super-herói atrapalhado ganha 15 imagens

    1 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Amazon divulgou 15 fotos do piloto da série do “super-herói” Tick, que mostram o ator Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) no papel-título e alguns coadjuvantes importantes, como Superian (Brendan Hines, da série “Scorpion”), Arthur (Griffin Newman, da série “Vinyl”) e Whoppi (Whoopi Goldberg, de “As Tartarugas Ninja”). Personagem de quadrinhos, The Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração está sendo desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco também inclui Valorie Curry (série “The Following”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”) e Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”). Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado, com direção de Wally Pfister (“Transcendence”). Como de praxe, o Amazon disponibilizará o piloto na internet para ser avaliado pelo público, e apenas após esse feedback determinará se a produção ganhará uma temporada completa.

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    Esquadrão Suicida: Nova foto destaca o romance entre Arlequina e o Coringa

    1 de agosto de 2016 /

    O ator Jared Leto divulgou em seu Instagram uma foto inédita de “Esquadrão Suicida”, que destaca o romance entre o Coringa e Arlequina. A imagem revela a aproximação para uma beijo entre a psiquiatra Dra. Harleen Quinzell, antes de virar Arlequina, e o palhaço do crime, que encontra-se restrito por uma camisa de força, numa instituição psiquiátrica. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), o filme adapta os quadrinhos da DC Comics sobre um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. O elenco inclui Will Smith (“Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Margot Robbie (também de “Golpe Duplo”) como Arlequina, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”) como Amanda Waller, responsável por reunir os vilões e convencê-los a participar de uma missão suicida. A estreia no Brasil vai acontecer na quarta (3/8), dois dias antes do lançamento nos EUA.

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    Van Helsing: Veja dois comerciais da nova série de vampiros

    1 de agosto de 2016 /

    Após a divulgação de duas cenas, o canal pago SyFy revelou os primeiros comerciais da série “Van Helsing”. As prévias destacam a personagem-título, vivida por Kelly Overton (série “True Blood”), e seu despertar de um coma profundo num futuro em que o planeta foi inteiramente dominado por vampiros. A trama acompanha Vanessa Van Helsing, que desperta em 2019 e descobre que os vampiros tomaram conta do planeta — e que ela possui um poder único sobre eles. Assim, a herdeira do lendário caçador de monstros Van Helsing se torna a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. Além de Kelly Overton, o elenco inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”), David Cubbit (série “Medium”), Hilary Jardine (série “Supernatural”), Aleks Paunovic (série “iZombie”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Trezzo Mahoro (série “The Magicians”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Avery Konrad (série “The Killing”) e Tim Guinee (série “Revolution”). A série foi desenvolvida pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que retorna ao terror após o filme “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973), que marcou o início da decadência do ator Nicolas Cage. Sem abandonar a carreira no cinema, LaBute tem se aventurado pelas séries nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e criado a comédia “Billy & Billie”. Com 13 episódios, “Van Helsing” tem estreia marcada para 22 de setembro nos EUA.

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    Agents of SHIELD: Jason O’Mara será o novo diretor da SHIELD

    1 de agosto de 2016 /

    O ator Jason O’Mara (série “Terra Nova”) entrou no elenco da série “Agents of SHIELD”. Ele será o novo diretor da SHIELD, informou o site da revista Variety. A 3ª temporada da série da Marvel terminou com um salto temporal e com a revelação de que a agência possuía um novo diretor no lugar de Coulson (Clark Gregg). Muitos fãs chegaram a apostar que a agente May (Ming-Na Wen) havia assumido o posto. Entretanto, a verdade é menos animadora. Com a inclusão de O’Mara, a série também passa a integrar uma maldição. Todas as séries que O’Mara estrela são rapidamente canceladas – como se pode facilmente verificar em sua filmografia, desde “Life on Mars” até a recente “Complications”. Segundo a Varity, seu personagem tem raízes que “remontam até a década de 1940”, numa possível alusão aos personagens do Comando Selvagem de “Capitão América: Primeiro Vingador” (2011).

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    Jared Leto quer interpretar o Coringa no filme solo de Batman

    1 de agosto de 2016 /

    Jared Leto gostou mesmo de interpretar Coringa em “Esquadrão Suicida”. Tanto que afirma que gostaria de viver o vilão novamente num filme de “Batman”. “Espero que seja apenas uma introdução, e não o fim. Eu poderia facilmente interpretar só o Coringa por mais umas duas vezes e depois me aposentar. Porque é tão satisfatório, criativo, imaginativo… É difícil pensar em algo mais além dele”, disse Leto, em entrevista ao jornal Toronto Sun. Sobre um possível retorno num filme do Batman, ele sugere: “Acho que seria incrível ver Batman e Coringa frente a frente. Esse Batman [Affleck] e esse Coringa. Seria divertido”. Boatos sobre o filme solo de Batman, que será escrito, dirigido e estrelado por Ben Affleck, situam a ação no Asilo Arkham, onde o Coringa e outros psicopatas costumam ser encarcerados. A produção ainda não tem cronograma de filmagem nem perspectiva de lançamento.

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