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  • Música

    Trilha de Pantera Negra lidera as paradas de sucesso dos Estados Unidos

    20 de fevereiro de 2018 /

    Depois de dominar as bilheterias dos cinemas, “Pantera Negra” também conquistou as paradas de sucesso dos Estados Unidos. O disco “Black Panther: The Album”, trilha sonora produzida por Kendrick Lamar, foi o mais vendido da semana, com o equivalente a 154 mil unidades comercializadas – das quais 52 mil foram vendas físicas. A quantia marca o maior vendagem de estreia de uma trilha sonora em mais de um ano e meio, desde que o álbum de “Esquadrão Suicida” (2016) vendeu 182 mil cópias. O levantamento dos dados foi da empresa de pesquisa Nielsen. A parada oficial da revista Billboard, que é o principal parâmetro da indústria fonográfica, só será publicada na quarta-feira (21/1). “Black Panther: The Album” traz músicas inéditas de Lamar, com participações de SZA, Khalid, Future, The Weeknd e outros. O disco foi lançado em 9 de fevereiro.

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  • Filme

    Gerard Butler vai estrelar primeira aventura hollywoodiana do diretor de A Vilã

    19 de fevereiro de 2018 /

    Após a repercussão do thriller de ação “A Vilã” (2017), o diretor sul-coreano Jung Byung-gil vai fazer sua estreia em Hollywood com a aventura futurista “Afterburn”, que tem roteiro de Matt Johnson (“Mergulho Radical”) e será estrelado por Gerard Butler (“Tempestade: Planeta em Fúria”). O filme é um antigo projeto favorito de Butler, que espera lançar uma nova franquia com a produção – sua terceira da atualidade, após “Invasão a…” (Casa Branca, Londres) e “Covil dos Ladrões”, cuja continuação foi recentemente aprovada. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Scott Chitwood, Paul Ens e Wayne Nichols, publicados pela editora Red 5 (veja as capas abaixo). Aventura de ação futurista, passa-se cinco anos depois de uma explosão solar destruir toda a tecnologia na Europa e boa parte da civilização ocidental, quando um caçador de tesouros (Butler) decide se arriscar numa viagem à França para recuperar a Mona Lisa. Acompanhado por uma especialista em armas com sua própria agenda, os dois buscam a pintura famosa e encontram inimigos inesperados ao longo do caminho. Caso o filme faça sucesso, novas produções podem trazer buscas por outros tesouros, como as jóias da Coroa da Inglaterra, a Estrela da Índia ou os Tesouros Imperiais da China. A filmagem está marcada para o final do verão (agosto), com produção da Original Film, de Neal Moritz e Toby Jaffe, a G-BASE, produtora de Butler, e a Endurance Media.

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  • Filme

    Chris Evans praticamente confirma a produção do filme da Viúva Negra

    19 de fevereiro de 2018 /

    O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América nos filmes da Marvel, praticamente confirmou que o filme solo da Viúva Negra será um dos próximos lançamentos da Marvel, durante uma entrevista no programa canadense Entertainment Tonight. Falando sobre o sucesso de “Pantera Negra”, que excedeu expectativas de bilheteria com um elenco quase totalmente negro, ele comentou que isso abrirá as portas para novos lançamentos com ênfase na diversidade de protagonistas, como os filmes da Marvel estrelados por mulheres. “Não há nada que a Marvel não possa fazer”, diz o ator. “E tenho certeza de que será exatamente o mesmo quando a Capitã Marvel for lançada, e então o filme da Viúva Negra. A Marvel tem a receita vencedora e eles estão um pouco à frente de todos”. Veja o vídeo abaixo. O filme da Viúva Negra ainda não foi oficialmente confirmado pela Marvel, que, apesar disso, contratou uma roteirista para desenvolver a trama. Trata-se de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”). Além disso, há boatos sobre as negociações com Scarlett Johansson, que a transformariam na atriz mais bem-paga de Hollywood.

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  • Série

    O Homem-Absorvente vai voltar a Agents of SHIELD

    18 de fevereiro de 2018 /

    A lista de casting do próximo episódio de “Agents of SHIELD” revelou o retorno de um dos vilões favoritos do universo Marvel. Carl Creel, o Homem-Absorvente, vai aparecer no capítulo “All the Comforts of Home”, novamente interpretado por Brian Patrick Wade. Será a quarta aparição do personagem na série. Ele surgiu como um assassino superpoderoso, cuja tentativa de assassinar o Major Talbot foi frustrada pela SHIELD. Desde então, ele se redimiu e passou a trabalhar para o governo. O detalhe é que agora os agentes da SHIELD são considerados vilões foragidos, após uma cópia robótica de Daisy Johnson (Chloe Bennet) dar um tiro na cabeça de Talbot na temporada passada. Isto significa um provável novo confronto entre os personagens. A segunda metade da 5ª temporada também trará a estreia de uma nova personagem vivida por Dove Cameron (a Mal de “Descendentes”), e a comemoração de uma marca importante, com a chegada da série a seu 100º episódio. No retorno da série, os protagonistas chegam na Terra, após viajarem pelo tempo e o espaço, e descobrem que estão com a cabeça a prêmio, o que dificultará sua missão de impedir os acontecimentos que presenciaram no futuro. Criada pela família Whedon (Joss Whedon, seu irmão Jed e sua cunhada Maurissa Tancharoen), a série virou a mais bem-avaliada no Rotten Tomatoes dentre todas as produções televisivas e de streaming da Marvel, graças à surpreendente qualidade dos episódios da primeira metade da atual temporada. A segunda metade vai começar a ser exibida em 2 março nos Estados Unidos. “Agents of Shield” faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil.

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  • Série

    Muros e helicópteros cercam Seattle no pôster da 4ª temporada de iZombie

    18 de fevereiro de 2018 /

    A rede americana CW divulgou o pôster da 4ª temporada de “iZombie”, que traz Liv sobre um muro de concreto e arame farpado, que isola a cidade de Seattle, sobrevoada por helicópteros. A imagem sugere como o governo irá lidar com o fim do segredo dos zumbis e o fato de Seattle ter virado a capital dos mortos-vivos. Como boa parte da programação do CW, “iZombie” é baseada em quadrinhos (criados por Chris Roberson e Michael Allred, e publicados pelo selo Vertigo da DC Comics). A adaptação é de Rob Thomas, criador da cultuada série “Veronica Mars”, em parceria com Diane Ruggiero (roteirista de “Veronica Mars”), e não por acaso a série evoca o humor ácido da antiga atração. A trama gira em torno de Liv (Rose McIver), uma estudante de medicina que arruma emprego como legista após ser transformada em zumbi, para assim ter acesso a cadáveres e disfarçar seu hábito de comer cérebros humanos. O problema é que, a cada cérebro que ela consome, ela herda as memórias e os hábitos do cadáver, e com a ajuda de seu chefe no necrotério e de um detetive de polícia, ela passa a resolver casos de homicídio, a fim de acalmar as vozes perturbadoras em sua cabeça. Esta rotina bem administrada só não contava com uma explosão populacional de zumbis em Seattle, que acabaria com seu segredo. O elenco também incluiu Malcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David Anders, Aly Michalka e Robert Knepper, que recentemente foi denunciado por assédio sexual. Entre as novidades da temporada, está a participação da atriz Izabela Vidovic, que interpretou a jovem Kara Danvers em um episódio recente de “Supergirl”. A 4ª temporada estreia em 26 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Clãs da família de Superman e do General Zod ilustram pôsteres da série Krypton

    18 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou seis pôsteres de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. Além da imagem que destaca a capa de Superman, os cartazes trazem integrantes dos principais clãs kryptonianos, com destaque para Seg-El, o avô do Superman, apresentado ainda em sua juventude na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e Lyta Zod, personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) e membro do clã do General Zod. O elenco ainda destaca Ian McElhinney (série “Game of Thrones”) como Val-El, líder do clã El, além de Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”) como o herói Adam Strange e Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Pantera Negra quebra diversos recordes em estreia arrasadora na América do Norte

    18 de fevereiro de 2018 /

    Conforme comemorado de véspera, “Pantera Negra” estreou em 1º lugar e de forma arrasadora nas bilheterias da América do Norte. O novo filme de super-herói da Marvel atingiu US$ 202M (valor revisado com números oficiais) em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e no Canadá. Trata-se da maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, deixando para trás o antigo campeão, “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 179,1M). De fato, a arrecadação chegou até a superar “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 191,2M). Entre todos os filmes de super-heróis já lançados, “Pantera Negra” ficou atrás apenas do recordista “Vingadores” (US$ 207,4M). Em todos os tempos, apenas quatro outros filmes tiveram estreia mais retumbante: o citado “Vingadores”, “Jurassic World” (US$ 208,8M), “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 220M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 247,9M). É digno de impressionar mesmo. Mas “Pantera Negra” não conquistou “só” a quinta maior estreia de todos os tempos e a maior abertura de um filme de herói individual. A produção também liderou diversos rankings com o estabelecimento de novos recordes. Foi a maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman) e a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e em todo o inverno na América do Norte. O recordista anterior dos dois últimos quesitos era “Deadpool” (US$ 152M). Sem esquecer que na noite de quinta (15/2) já tinha quebrado o recorde de maior pré-estreia de todos os tempos. Tem mais. “Pantera Negra” arrecadou US$ 169 milhões no mercado internacional, chegando a um total de US$ 371 milhões em todo o mundo. E isto considerando que o filme ainda não chegou à China, onde é esperado apenas em 9 de março. O sucesso não é apenas financeiro. O longa agradou em cheio ao público e à crítica, com espectadores atribuindo nota A+, o máximo de aprovação possível, na pesquisa do CinemaScore, feita na saída dos cinemas norte-americanos, além de conquistar 97% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, a mais alta já obtida por um filme de super-herói – e superior a muitos dos filmes que disputam o Oscar 2018. O resto do ranking das maiores bilheterias do fim de semana passou longe dos números apresentados pelo filme da Marvel. O infantil “Pedro Coelho”, mistura de animação e live action, ficou em 2º lugar com US$ 17,2M, enquanto “Cinquenta Tons de Liberdade” caiu da primeira posição na semana passada para o 3º lugar, com US$ 16,9M. Em 4º lugar, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” ainda comemorou um marco no mercado mundial, ao superar os US$ 900 milhões de arrecadação. Para completar, ainda houve duas estreias, que se posicionaram na parte inferior do Top 10. “O Homem das Cavernas”, nova animação de massinhas do inglês Nick Park (criador de “Wallace & Gromit”), debutou em 7º lugar com US$ 3,1M, e o “épico” bíblico de baixo orçamento “Sansão” abriu em 10º com US$ 1,9M. Ambos têm lançamentos previstos para o Brasil, mas não para já – respectivamente, em abril e agosto. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 202M Total EUA: US$ 202M Total Mundo: US$ 371M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA: US$ 48,2M Total Mundo: US$ 48,2M 3. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 76,1M Total Mundo: US$ 266,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA: US$ 377,6M Total Mundo: US$ 904,6M 5. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 36,1M 6. O Rei do Show Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 325,2M 7. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 54M Total Mundo: US$ 240,7M 9. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 21,8M Total Mundo: US$ 21,8M 10. Sansão Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 1,9M Total Mundo: US$ 1,9M

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  • Filme

    Relevante e atual, Pantera Negra não é só um filme de super-heróis

    17 de fevereiro de 2018 /

    “Pantera Negra” é um triunfo em quase todos os aspectos. Não é apenas o filme mais maduro do universo cinematográfico da Marvel, iniciado há 10 anos com “Homem de Ferro”; é um dos mais relevantes, ao elencar questões raciais, sociais e políticas que foram eventualmente pinceladas em “Guerra Civil”. Que fique claro: “Pantera Negra” não é o primeiro filme da Marvel protagonizado por um herói negro como alardeiam inadvertidamente alguns veículos sem muita credibilidade, ignorando três longas de “Blade”. Mas é o primeiro filme de herói africano, e é fato que poucas vezes a riqueza da cultura negra foi retratada com tanta pujança em uma produção com este calibre – ainda mais em um universo repleto de protagonistas que variam entre um deus nórdico, um playboy milionário, um adolescente deslocado, um ladrão de bom coração, um soldado idealista e… todos brancos. Ainda que lide com o universo fictício do país de Wakanda, o filme de Ryan Coogler – diretor dos excelentes “Fruitvale Station” (2013) e “Creed” (2015) – torna-se palpável ao lidar com questões absolutamente contemporâneas – como o isolamento político de uma nação versus a tragédia da imigração sem controle. O filme tem uma energia pulsante que é visível em cada fotograma, uma força narrativa que desafia com inteligência as convenções do gênero. Mas a trama é simples em sua essência. O soberano T’Challa (Chadwick Boseman) precisa lidar com suas novas funções como Rei de Wakanda, ao mesmo tempo em que sofre as ameaças de um jovem mercenário de passado misterioso – Erik Killmoger, papel de Michael B. Jordan, parceiro constante do diretor e cuja vilania encontra respaldo e autenticidade no roteiro. Com sabedoria, o diretor dedica tempo suficiente para desenvolver seus personagens de forma absolutamente satisfatória, desde a agente secreta interpretada por Lupita Nyong’o até a fortaleza moral que é a general Okoye, responsável pela segurança do reino. Isso sem contar a jovem Shuri (Letitia Wright) uma versão adolescente do personagem Q, da saga 007, e provavelmente uma das figuras mais carismáticas já apresentadas no universo cinematográfico da Marvel. Os veteranos Forest Whitaker e Angela Bassett, por sua vez, transmitem com talento toda a sabedoria e o peso decorrente de suas ações e responsabilidades. Dentre as figuras conhecidas, Andy Serkis parece um pouco fora da casinha, enquanto Martin Freeman faz a ponte correta entre este e os outros filmes do estúdio. Como ponto negativo, é um tanto desapontador perceber que o personagem de Daniel Kaluya (de “Corra!) é o único cujas motivações giram unicamente em função de avançar a história. Visualmente, o filme se alinha à nova tendência dos filmes do estúdio, investido mais em cores, texturas e elementos gráficos impactantes – como visto em “Thor Ragnarok” e “Guardiões da Galáxia 2”, no ano passado. Junte a isso uma trilha sonora arrebatadora – um mix de canções de Kendrick Lammar e ritmos tribais com muita percussão – e o resultado é um espetáculo de imagens que ainda evoca com propriedade elementos que parecem saídos de uma versão live action de “O Rei Leão”. Enquanto faz um trabalho merecedor de aplausos em relação aos personagens, é preciso admitir que, nas cenas de ação, Coogler não vai muito além do genérico. As perseguições e lutas funcionam sem problemas, mas não trazem nada que já não tenha sido visto, por exemplo, em “Guerra Civil” ou “Soldado Invernal” – filmes do Capitão América, que embutem um viés tão dramático quanto a nova produção. O desempate acontece nos efeitos visuais, com as criações de computação gráfica mostrando-se bem artificiais, o que eventualmente prejudica alguns momentos que deveriam ser impactantes – como todo o terceiro ato e em especial o embate final entre T’Challa e Killmonger. Tudo isso, porém, pouco conta diante dos inúmeros pontos positivos que o filme vai marcando ao longo de sua exibição. Ao trazer de forma orgânica, sem soar panfletário ou forçado, temas atuais para um universo quase sempre descompromissado, “Pantera Negra” revela-se um filme não apenas antenado com o seu tempo, mas consciente de que mesmo obras criadas para o entretenimento podem discutir questões que falam diretamente a uma boa parte da humanidade. Quando, em determinado momento, o soberano de Wakanda diz que “os sábios constroem pontes, enquanto os tolos constroem muros”, compreendemos que não estamos vendo apenas um simples filme de super-heróis.

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  • Etc

    Atriz de Mulher-Maravilha será tia bruxa de Sabrina na nova série da Netflix

    16 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de uma das tias bruxas de Sabrina Spellman, na nova série da Netflix, baseada nos quadrinhos da editora Archie Comics. Ela vai viver a tia Hilda, que vive com sua irmã Zelda e a sobrinha Sabrina na antiga casa funerária da família. Ela é a curandeira e a fazedora de poções da família, que aceita encomendas de feitiços de amor de estudantes da escola da sobrinha, mas também lança maldições potentes contra os inimigos. Zelda ainda não foi escalada, mas Sabrina será interpretada por Kiernan Shipka (da série “Mad Men”). Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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  • Filme

    Pantera Negra bate primeiro recorde de bilheteria em sua pré-estreia na América do Norte

    16 de fevereiro de 2018 /

    Ao contrário do Brasil, em que as estreias cinematográficas acontecem às quintas-feiras, nos Estados Unidos e no Canadá os lançamentos chegam no dia seguinte. Mas a ansiedade do público para ver “Pantera Negra” fez com que as sessões especiais de pré-estreia do filme da Marvel já lotassem na noite desta quinta (15/2) na América do Norte. O resultado foi o primeiro recorde da produção. Com US$ 25,2M (milhões) arrecadados, trata-se da maior bilheteria de pré-estreia de um filme no mês de fevereiro no mercado doméstico, dobrando o número do recorde anterior, atingido por “Deadpool” (US$ 12,7M). O valor também representa ao segunda maior pré-estreia de um filme da Marvel, atrás apenas de “Vingadores 2: Era de Ultron” (US$ 27,6M) . O novo filme de heróis da Marvel deve dominar as bilheterias de todo o mundo no fim de semana. A expectativa é que o longa arrecade US$ 170M nos Estados Unidos e Canadá, de acordo com a revista Variety. Ou US$ 200M, segundo os sites Deadline e The Hollywood Reporter.

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  • Série

    Vilã de Doctor Who será Madame Satã na série da aprendiz de feiticeira Sabrina

    16 de fevereiro de 2018 /

    A nova série de Sabrina anunciou a contratação de três atores, entre eles a intérprete de uma vilã importante. A atriz escocesa Michelle Gomez, que viveu Missy, a versão feminina do vilão Mestre em “Doctor Who”, será a grande mentora/inimiga da jovem Sabrina (Kiernan Shipka, de “Mad Men”). Gomez vai viver Mary Wardell, professora favorita de Sabrina na Baxter High. O problema é que, ao ser possuída pela Madame Satã, a Sra. Wardell se transforma em uma manipuladora sensual e astuta, que tenta atrair Sabrina para o caminho das sombras da noite. A série também definiu o novato Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) como Ambrose Spellman, o primo inglês de Sabrina, que é colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas e não pode sair da casa funerária onde ele mora com a família Spellman. Apesar disso, Ambrose vira um “parceiro do crime” de Sabrina, sempre aprontando o pior. Por fim, Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) será a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker. Além de humana, ela é filha do pastor da cidade de Greendale. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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  • Série

    Ator de Narcos vai viver chefe da Patrulha do Destino na série dos Novos Titãs

    15 de fevereiro de 2018 /

    Dando sequência a sua cruzada para eliminar personagens ruivos das adaptações de quadrinhos, a nova série de super-heróis do produtor Greg Berlanti contratou o mexicano Bruno Bichir (série “Narcos”) para viver o Dr. Niles Calder em “Titans”, a aguardada produção live action dos Novos Titãs. A escalação confirma a participação da Patrulha do Destino na série. O grupo é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Os heróis criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani estrearam nos quadrinhos três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. Ambos os grupos eram caracterizados por reunir personagens marginalizados da sociedade sob a liderança de gênios em cadeiras de rodas. Líder da Patrulha, o Dr. Niles Calder era conhecido justamente como Chefe. Segundo seu criador, Arnold Drake, a inspiração do personagem foi Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock Holmes. O chefão da DC Entertainment, Geoff Johns foi quem revelou anteriormente a inclusão do grupo em “Titans”, ao adiantar o título do quinto episódio da série: “Doom Patrol”, nome original da Patrulha do Destino em inglês. Ele ainda comentou a imagem, dizendo: “Os Titãs estão ganhando companhia”. Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan, mais conhecido como o herói Mutano, fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar no time dos Titãs durante os anos 1980. Ele foi, inclusive, adotado por Rita Farr e seu marido Steve Dayton – também conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. O episódio escrito por Johns deve ter relação com este fato, já que Mutano é um dos personagens de “Titans”. Por sinal, a Patrulha também já apareceu na série animada dos “Jovens Titãs”, no Cartoon Network. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. Segundo a sinopse da produção, a história gira em torno de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). A produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. E ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Novo rap da trilha de Pantera Negra ganha clipe

    15 de fevereiro de 2018 /

    Mais uma música do disco da trilha de “Pantera Negra” ganhou clipe. “King’s Dead” se beneficia da forma como Jay Rock, Kendrick Lamar e Future transformam a melodia com raps de características distintas, numa progressão de rimas contrastantes, apesar de alinhadas sobre a mesma batida persistente. O cantor James Blake também participa da composição, mas não aparece no vídeo dirigido pela dupla Dave Free (the little homies) e Jack Begert – que já trabalhou em vídeos anteriores de Kendrick Lamar, o responsável pela curadoria da trilha sonora. O ponto alto traz Lamar cantando num cruzamento, enquanto veículos passam tirando fininho de seu corpo (um efeito visual sem risco real). Mas também há pontos altos literais, com rappers no topo de palmeiras e no terraço de arranha-céus, além de cenas tão distintas quanto rap no mercado de ações e uma negociação resolvida à bala no mercado de drogas. “King’s Dead” é o segundo clipe extraído do disco da trilha, após “All the Stars”, de Kendrick Lamar e SZA. As músicas do disco produzido por Lamar não fazem, necessariamente, parte do filme. Foram inspiradas pela produção, cuja trilha oficial foi, na verdade, composta pelo sueco Ludwig Göransson, parceiro do diretor Ryan Coogler em todos os seus três longa-metragens – além de produtor de Childish Gambino, o projeto de rap do ator Donald Glover (série “Atlanta”).

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