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  • Série

    Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.

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  • Série

    Andrew Lincoln deve sair de The Walking Dead na próxima temporada

    29 de maio de 2018 /

    O ator Andrew Lincoln deve deixar a série “The Walking Dead” ao final da próxima temporada. De acordo com uma notícia do site Collider, isto já estaria decidido. Seu contrato só valeria até o 9º ano da produção. Tem mais. O buraco é ainda maior que isso. Mesmo sua participação na 9ª temporada seria reduzida. De acordo com o site, o intérprete de Rick Grimes aparecerá em apenas meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos.

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  • Filme

    Jamie Foxx vai estrelar filme do herói Spawn

    29 de maio de 2018 /

    O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) foi confirmado como o protagonista de um novo filme do herói demoníaco “Spawn”. Rumores de sua participação já circulavam há algumas semanas, mas a notícia agora é oficial. Ele estrelará a segunda adaptação cinematográfica do personagem de quadrinhos, criado por Todd McFarlane. “Há alguns anos atrás eu voei para o Arizona para conhecer o homem por trás de um dos mais incríveis personagens de quadrinhos do universo… Todd McFarlane. Ele ficou surpreso quando eu lhe disse com o entusiasmo de uma criança que mais do que qualquer coisa eu queria incorporar seu amado personagem Spawn. Eu lhe disse que ninguém trabalharia mais duro do que eu se tivesse a oportunidade… bem … a oportunidade está aqui!!”, pronunciou-se Foxx durante o anúncio do projeto. A produção está a cargo da Blumhouse, estúdio especializado em terrores baratos, que originou fenômenos como “Corra!” e “Fragmentado”. O próprio Todd McFarlane escreveu o roteiro e vai dirigir o longa, fazendo sua estreia em ambas funções. Criado pelo artista em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. A trama dos quadrinhos gira em torno de Al Simmons, um ex-agente de operações secretas da CIA que é traído e assassinado. Após sua morte, sua alma é enviada para o inferno, mas chama atenção de um demônio por todos os inocentes que ele matou. Assim, Simmons acaba fazendo um acordo, que lhe permite retornar ao plano terrestre. No entanto, cinco anos se passaram e sua esposa seguiu em frente, enquanto ele se tornou uma criatura desfigurada e superpoderosa do inferno, que é caçado por anjos e tem que lidar com outras ameaças, incluindo o Violator, outro demônio enviado à Terra para cultivar o mal e gerar mais soldados para o exército do inferno. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. Destruído pela crítica – teve só 18% de aprovação no Rotten Tomatoes – , rendeu apenas US$ 87,8 milhões de bilheteria em todo o mundo. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Será também a segunda adaptação recente consecutiva de um personagem de McFarlane, que também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro.

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  • Filme

    Mulheres Alteradas: Comédia baseada nos quadrinhos de Maitena ganha trailer

    28 de maio de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster, o trailer e um vídeo com comentários de “Mulheres Alteradas”. Sim, mais uma comédia brasileira da Paris Filmes. Só que o trailer revela um enredo bem diferente das comédias brasileiras tradicionais, caracterizadas por fazer humor preconceituoso. Em contraste, “Mulheres Alteradas” conta as lutas de quatro mulheres adultas no mundo moderno, às voltas com angústias de relacionamento, casamento, filhos, trabalho, idade e vida social. Enfim, crises existenciais reais. E com um elenco realmente ótimo, liderado pelo quarteto fantástico Deborah Secco (“Bruna Surfistinha”), Alessandra Negrini (“O Gorila”), Monica Iozzi (“A Comédia Divina”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”). Um dia, as amigas em crise com seus cotidianos resolvem trocar de papel e o resultado nas prévias parece divertido sem perder de vista o realismo – ao contrário das fábulas moralistas de trocas sobrenaturais de corpos que volta e meia aparecem nas comédias brasileiras. Dito isto, o tom se mantém no volume histérico que prevalece em todas as comédias brasileiras – reparem como os dramas parecem sussurrados diante dos filmes cômicos gritados produzidos no Brasil. Vale dizer que desta vez a histeria tem a ver com o tema. Está no título e remete ao material original, as tiras em quadrinhos homônimas da cartunista argentina Maitena Burundarena, que retrata questões femininas com humor ácido. São os traços de Maitena que aparecem no trailer, transformando as personagens em cartuns. Para garantir uma boa transposição do humor, a adaptação foi feita por outra fera das tiras de quadrinhos, o brasileiro Caco Galhardo (autor de “Os Pescoçudos”), em sua estreia como roteirista de longa-metragens. O filme também marca a estreia no cinema do diretor Luis Pinheiro, que dirigiu, entre outras, a série “Lili, a Ex”, inspirada em tiras de Galhardo – e também estrelada por Maria Casadelvall. O lançamento de “Mulheres Alteradas” está marcado para 21 de junho.

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  • Série

    Nova cena inédita de Lucifer revela final alternativo da série

    28 de maio de 2018 /

    O site TVLine divulgou uma cena inédita da exibição “bônus” de “Lucifer”, que será exibido nos Estados Unidos na segunda (28/8). Trata-se da segunda cena antecipada do “pós-final” da série. E, como a anterior, faz parte da trama de reboot/universo alternativo, que servirá de desfecho para a série. O material inédito só existe porque dois episódios chegaram a ser inteiramente gravados para a 4ª temporada, antes da Fox anunciar o cancelamento da série. Como a série não terá esta 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar para exibir os episódios prontos como um especial de duas horas. Ambos trazem histórias completas, que não seriam exibidas no começo da próxima temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, os “bônus” incluem participações curiosas e um deles serve até como encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer), onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Com direção de Kevin Alejandro (intérprete do detetive Dan), este episódio que ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos nesta segunda (28/5) nos Estados Unidos, e não tem previsão para chegar ao Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.

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  • Filme

    Monica Iozzi será a mãe da Mônica no filme dos personagens de Mauricio de Sousa

    28 de maio de 2018 /

    A atriz Monica Iozzi foi escalada para interpretar a mãe de Mônica no primeiro filme com atores dos personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. A informação foi confirmada pela revista Veja, junto à assessoria da atriz. Intitulado “Laços”, o filme tem como base a graphic novel “Turma da Mônica – Laços”, uma releitura do trabalho de Mauricio de Sousa produzida pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Além de apresentar uma arte estilizada, os quadrinhos são mais adultos e repletos de referências à cultura pop dos anos 1980. A trama acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura, em busca do cão Floquinho, que fugiu. Os autores da graphic novel são os responsáveis pela adaptação. E a direção está a cargo de Daniel Rezende (de “Bingo – O Rei das Manhãs”). O elenco infantil foi escolhido após uma longa seleção, que chegou a ter mais de 7,5 mil inscritos. Giulia Benite será Mônica, Laura Rauseo viverá Magali, Kevin Vecchiato interpretará Cebolinha e Gabriel Moreira será o Cascão. Todos são estreantes. O elenco adulto do filme ainda foi oficialmente divulgado. Paralelamente a esta produção, também está sendo desenvolvido um filme sobre a “Turma da Mônica Jovem”, que mostra os personagens já adolescentes, lidando com problemas de relacionamentos e outras situações mais maduras que as historinhas clássicas da “Turma da Mônica”.

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  • Filme

    Primeiro comercial de Homem-Formiga e a Vespa destaca a vilã Fantasma

    28 de maio de 2018 /

    A Marvel divulgou o primeiro comercial de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. A prévia destaca a pareceria entre os dois heróis, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, que se juntam para enfrentar uma nova supervilã, chamada Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”). A personagem aparecendo dando uma surra no Homem-Formiga e demonstrando alguns dos seus poderes. Fantasma é uma hacker brilhante que possui um uniforme que a torna intangível e capaz de atravessar paredes. Nos quadrinhos, o personagem é um homem, mas essa mudança deve entrar na conta dos roteiristas e não da capacidade tecnológica da criminosa. O trailer completo explicou que Fantasma roubou uma tecnologia secreta do Dr. Henry Pym (Michael Douglas), capaz de conduzir a mundos subatômicos, e isso faz com que os heróis busquem ajuda do grupo atrapalhado de ladrões amigos de Scott Lang (Rudd) – para que Michael Peña volte a roubar as cenas com momentos de humor. Fora esse confronto, não há maiores detalhes da trama, que também irá introduzir Michelle Pfeiffer (“A Família”) como Janet Van Dyne, a Vespa original. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Estreia de Han Solo decepciona e não supera Deadpool 2 no Brasil

    28 de maio de 2018 /

    A bilheteria nacional de “Han Solo: Um História Star Wars” confirmou a projeção internacional, apurada ainda no fim de semana, com uma arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores. Isto não foi suficiente para tirar “Deadpool 2” do 1º lugar. Pelo segundo fim de semana seguida, o longa do anti-herói da Marvel, mas produzido pela Fox, foi o filme mais visto do Brasil, com mais que o dobro do público do novo “Star Wars” produzido pela Disney. “Deadpool 2” foi visto por 494 mil espectadores e arrecadou R$ 7,7 milhões arrecadados, de acordo com dados da ComScore. Rendeu menos por sala que “Han Solo”, porque ocupou circuito mais barato. Os ingressos do spin-off de “Star Wars” cobravam projeção especial em 3D. O desempenho de “Han Solo: Um História Star Wars” foi abaixo do esperado não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Mesmo assim, o filme conseguiu abrir em 1º lugar na América do Norte, lugar onde foi mais bem-sucedido. Já na China, não passou do 3º lugar. O top 3 se completa com outro blockbuster, “Vingadores: Guerra Infinita”, que um mês após seu lançamento permanece rendendo milhões. Mais exatamente, R$ 3,8 milhões. Com a soma de toda a sua bilheteria, o longa já acumulou mais de R$ 222 milhões no Brasil. Por curiosidade, é interessante observar que o resto do circuito cinematográfico ocupa espaço tão limitado que não foi capaz de superar a exibição de poucas salas e horário único da final da Champions League, o campeonato de times europeus. A vitória do Real Madrid sobre o Liverpool foi vista por quase 22 mil espectadores nos cinemas e rendeu R$ 780 mil, ocupando o 4º lugar no ranking de faturamento de cinemas.

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  • Série

    Lucifer: Veja uma cena inédita do episódio “bônus” de Lucifer

    27 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou uma cena inédita da exibição “bônus” de “Lucifer”, que será exibido nos Estados Unidos na segunda (28/8). De forma curiosa, a prévia faz menção ao primeiro caso da atração, o assassinato de Delilah (vivida por AnnaLynne McCord no piloto), uma estrela de Hollywood que era amiga de Lucifer (Tom Ellis) e foi morta diante da boate Lux. Isto significa que a cena faz parte da trama de reboot/universo alternativo, que tem direção de Kevin Alejandro (intérprete do detetive Dan). Os episódios bônus foram gravados para a 4ª temporada antes da Fox anunciar o cancelamento da série. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores capítulos já produzidos para “Lucifer” e temia que o cancelamento os deixasse no limbo. Como a série não terá 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar os episódios prontos para exibi-los como um especial de duas horas. Ambos trazem histórias completas, que não seriam exibidas no começo da próxima temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, os “bônus” incluem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer), onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. É o episódio dirigido por Alejandro, que ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos no mesmo dia, um após o outro, nesta segunda nos Estados Unidos, e não tem previsão para chegar ao Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.

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  • Série

    Supergirl encontra a cidade perdida de Argo no trailer do próximo episódio

    27 de maio de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio de “Supergirl”, que promete uma reviravolta na série. A prévia mostra a descoberta da cidade de Argo, que sobreviveu à explosão do planeta Krypton e vaga como um meteoro perdida no espaço. Não só isso. Ao entrar no local, Kara (Melissa Benoist) descobre que sua mãe, Alura Zor-El (Erica Durance), está entre os sobreviventes. A trama é uma curiosa variação da história clássica da origem de Supergirl. Nos quadrinhos originais, Zor-El, o pai de Kara e tio de Kal-El (o Superman), conseguira proteger a cidade de Argo com um campo gravitacional e assim evitou a sua destruição durante a explosão de Krypton. Entretanto, a cidade ficou vagando no espaço por mais de uma década, até que uma chuva de asteroides rompeu seu domo protetor, expondo a população à radiação ao seu redor. O resultado é apocalíptico, pois o pedaço do planeta que sustenta a cidade virou o maior depósito de kryptonita do universo, letal para todos os habitantes do lugar. Diante do novo desastre, Zor-El e Alura utilizam o único foguete que lhes resta para salvar Kara, enviando-a para a Terra. Como a série vai usar Argo fora da cronologia, será interessante observar se a tragédia vai se repetir ou se a cidade ocupará o lugar de Kandor na mitologia dos heróis kryptonianos. Kandor foi outra cidade que sobreviveu à destruição de Krypton, graças a uma maldade do supervilão Brainiac, que a encolheu junto com todos os seus sobreviventes e a levou consigo para o espaço. Décadas depois, Superman a recuperou e a manteve sob sua proteção na Fortaleza da Solidão, até eventualmente trazer seus habitantes de volta ao tamanho normal e ajudá-los a colonizar outro planeta. As duas cidades acabaram sendo combinadas nos reboots mais recentes. Após “Crise nas Infinitas Terras”, Argo foi encontrada por Brainiac no espaço e incorporada a Kandor em sua coleção de miniaturas, fazendo com que Alura não só sobrevivesse como se tornasse líder dos kryptonianos remanescentes. Supergirl vai encontrar Argo no episódio “Dark Side of the Moon”, que vai ao ar na segunda-feira (28/5) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Han Solo “decepciona” com estreia em 1º lugar na América Norte

    27 de maio de 2018 /

    A expectativa do mercado em relação à franquia “Star Wars” é tão elevada, que “somente” estrear em 1º lugar com uma das bilheterias mais altas do ano foi considerado decepcionante para “Han Solo: Uma História Star Wars”. Isto porque o filme não ultrapassou os US$ 100m (milhões) nos primeiros três dias, como os recentes blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” e “Deadpool 2”. E foi o primeiro “Star Wars”, desde que a Disney adquiriu a franquia, a ficar abaixo desse patamar. Em comparação ao primeiro spin-off da saga espacial, “Rogue One”, lançado há dois anos, o desempenho caiu praticamente pela metade. “Han Solo” fez US$ 84,7m, enquanto “Rogue One” faturou US$ 155m em seu fim de semana inaugural nos Estados Unidos e Canadá. Os outros dois filmes da saga principal abriram acima dos US$ 200m. Analistas apontam como principal causa do “fracasso” (muito relativo) o saturamento. Há excesso de blockbusters em cartaz – “Deadpool 2” estreou na semana passada e ainda demonstra grande fôlego, com US$ 43,4m em 2º lugar. E também excesso de filmes de “Star Wars” – “Os Últimos Jedi” foi lançado há apenas cinco meses. Preocupada, a Disney declarou, por meio de seu chefe de distribuição, que irá analisar as razões do desempenho abaixo do esperado. “Tivemos tanto sucesso no passado. Os três filmes anteriores de ‘Star Wars’ renderam US$ 4 bilhões em bilheteria, então não parece que a saturação seja necessariamente um problema, mas ainda estamos respondendo a todas as perguntas”, disse Dave Hollis. É possível que a consequência das bilheterias de “Han Solo” seja a decisão de não produzir uma continuação do filme, que foi plantada na trama. O mais provável é que a Disney decida, simplesmente, não lançar mais produtos de “Star Wars” na temporada do verão americano. Até então, todos os “Star Wars” estavam sendo despejados em dezembro. “Han Solo” foi o primeiro a sair do cronograma, direto para o abismo. O que causa preocupação de verdade, porém, não é a relativa decepção norte-americana, mas o problema real do mercado internacional, onde a soma total foi de US$ 65m. O filme fracassou na China, atualmente maior mercado cinematográfico do mundo, ao fazer US$ 10,1m e abrir somente em 3º lugar. E, apesar disso, a China representou seu segundo maior faturamento mundial, seguida por Austrália (US$ 5m), Alemanha (US$ 4,3m), França (US$ 3,9m), Rússia (US$ 3,6m), Espanha (US$ 2,6m) e México (US$ 2,5m). No Brasil, “Han Solo” ficou com US$ 1,3m, o equivalente a R$ 4,7m, o que não lhe assegura uma estreia em 1º lugar. Assim, a soma mundial, com os valores dos Estados Unidos, China, Brasil, etc. atingiu US$ 149,7m, o que é menos do que “Rogue One” fez apenas nos Estados Unidos em seus primeiros três dias. Para piorar, trata-se do filme mais caro já feito na franquia, em consequência da demissão da dupla de diretores originais, formada por Phil Lord e Chris Miller (de “Anjos da Lei”), após cinco meses de filmagens. Segundo informações da revista Variety, refilmagens de cenas já finalizadas, mais o salário extra de Ron Howard, chamado para substituir os demitidos, além da extensão do cronograma por conta dessas mudanças, levaram a produção a custar por volta de US$ 250 milhões. A estratégia do lançamento em maio, porém, tem um elemento conveniente. Segunda-feira (28/5) é feriado nos Estados Unidos – Memorial Day – , o que permitirá um faturamento mais elástico. As projeções, inclusive, sugerem que o feriadão ajudará “Han Solo” a atingir US$ 100m em quatro dias. Além disso, apesar da competição acirrada com “Deadpool 2”, o filme terá praticamente um mês inteiro sem maiores concorrentes nas bilheterias, já que o próximo blockbuster só chega em 22 de junho nos cinemas norte-americanos – data de estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Claro que “Oito Mulheres e um Segredo” pode surpreender, já na próxima semana, e dificultar estes planos. De todo modo, este calendário também ajuda “Deadpool 2” a continuar sua farra. A produção da Fox está justamente comemorando a ultrapassagem dos US$ 200m após 10 dias de exibição na América do Norte. E já se aproxima dos US$ 500m mundiais, valor que deve ser atingido na metade desta semana. Como “Deadpool 2” foi orçado em US$ 110m, a Fox deverá zerar as despesas principais de produção até o próximo domingo – enquanto “Han Solo” precisaria chegar a uns US$ 800m para atingir o break even. Fechando o Top 3, “Vingadores: Guerra Infinita” segue cada vez mais bilionário. A soma de sua bilheteria já atingiu US$ 1,9 bilhão mundial, aproximando-se da marca mítica dos US$ 2b que apenas três filmes conseguiram cruzar – “Star Wars: O Despertar da Força”, “Titanic” e “Avatar”. Todas as demais estreias da semana foram destinadas ao circuito limitado. Por coincidência, duas novidades contaram com a mesma atriz: Elle Fanning. “How to Talk to Girls at Parties” e “Mary Shelley” também foram lançados na mesma quantidade de salas: apenas duas, com faturamento, respectivamente, de US$ 6,5 e 6 mil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 84,7m Total EUA e Canadá: US$ 84,7m Total Mundo: US$ 149,7m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 43,4m Total EUA e Canadá: US$ 209,1m Total Mundo: US$ 488,8m 3. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 17,3m Total EUA e Canadá: 623,5m Total Mundo: 1,9b 4. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 9,4m Total EUA e Canadá: US$ 31,8m Total Mundo: US$ 31,8m 5. Alma da Festa Fim de semana: US$ 5,1m Total EUA e Canadá: US$ 39,1m Total Mundo: US$ 45m 6. Breaking In Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 35,6m Total Mundo: US$ 37,6m 7. Show Dogs Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 10,6m Total Mundo: US$ 11,8m 8. Overboard Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 41,4m Total Mundo: US$ 53,5m 9. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 179,9m Total Mundo: US$ 311,6m 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1m Total EUA e Canadá: US$ 5,6m Total Mundo: US$ 5,6m

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  • Filme

    Woody Harrelson confirma “pequena” participação em Venom

    27 de maio de 2018 /

    O ator Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) confirmou parte das especulações sobre seu envolvimento no filme do personagem dos quadrinhos Venom. Em entrevista ao site Collider, ele confirmou que estará realmente no longa. Não só isso. Disse que a participação era pequena, mas deveria aumentar na continuação. “Estou em uma pequena fração do filme, mas estarei no próximo, sabe? Então ainda não li o roteiro [do próximo], apenas confiei na sorte”, disse o ator, que apesar disso elogia o roteiro do “primeiro” (e único se a bilheteria for baixa) filme. “Ruben Fleischer dirigiu ‘Zumbilândia’, isso foi uma parte determinante para eu decidir. E tem também Tom Hardy, que eu respeito e acho um grande ator. Então, isso e um roteiro maravilhoso me fizeram achar que eu deveria participar”, completou. Ele não contou qual é seu papel, mas os rumores mais antigos sugeriam que ele interpretaria o vilão Carnificina. O antagonista seria introduzido apenas na cena pós-creditos do filme. Mas não há confirmação oficial. “Venom” tem direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”), é estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) no papel-principal e ainda traz em seu elenco Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia está marcada para 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Deadpool agradece aos fãs pela bilheteria com vídeo inspirado na série Super Gatas

    25 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou um vídeo especial de “Deadpool 2” em agradecimento pelo sucesso da produção, que já arrecadou US$ 364 milhões em todo o mundo. Numa homenagem à calorosa recepção do filme por parte dos fãs, o vídeo reúne imagens fofas da produção acompanhado pelo tema da série “Super Gatas” (The Golden Girls), que sublinha a mensagem de agradecimento. O resultado também sugere a abertura de um sitcom antigo, em que todos são amigos. Para quem não sabe, Deadpool é um grande fã das “Super Gatas” e chegou a usar uma camiseta com foto de Bea Arthur no primeiro filme. Ele também desejou feliz aniversário à Betty White, quando ela completou 96 anos em janeiro. Esta paixão, por sinal, não é uma invenção de Ryan Reynolds. Vem dos quadrinhos. “Deadpool 2” está atualmente em cartaz nos cinemas.

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