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    Diretores de Vingadores: Ultimato filmarão anime G-Force e quadrinhos de Grimjack

    19 de julho de 2019 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, aproveitaram a Comic-Con International dar uma volta olímpica entre os fãs de quadrinhos pelo sucesso astronômico de seu último filme na Marvel. Mas a aclamação não era o principal objetivo de sua visita ao evento de San Diego, e sim o anúncio de seus próximos projetos. Eles montaram uma produtora, a AGBO, que está se especializando, justamente, em adaptações de quadrinhos e animações cultuadas. Depois do começo frustrante com a ótima, mas já cancelada série “Deadly Class”, os Russo revelaram dois novos projetos de cinema. Um deles é um filme baseado em “Grimjack”, HQ indie que chegou a ser publicada no Brasil nos anos 1980. Criado por John Ostrander e Tim Truman, Grimjack é um mercenário que atua num mundo onde magia e tecnologia coexistem. O outro é baseado no anime “G-Force – Defensores do Espaço”, adaptação americana da cultuada série japonesa “Science Ninja Team Gatchaman” (1972). Há cerca de uma década, a Warner chegou a planejar um filme sobre os personagens, cinco jovens heróis que protegem a Terra de ataques de Zoltar, do planeta Spectra, e outras ameaças espaciais. Os Russo adiantaram que não pretendem dirigir “Grimjack”, mas mantém a possibilidade em relação a “G-Force”, que é chamado de “Battle of the Planets” nos Estados Unidos. Antes disso, eles assinam a direção de “Cherry”, estrelado por Tom Holland (o Homem-Aranha), que aborda tráfico de drogas e começa a ser filmado em outubro, e produzem “Crime Sem Saída”, feito pela AGBO para a Netflix com Chadwick Boseman (o Pantera Negra) no papel principal. Os projetos demonstram que os integrantes dos Vingadores gostaram de trabalhar com os Russo e estão acompanhando suas novas aventuras profissionais. O painel da Comic-Con, por sinal, contou com vários atores de “Ultimato”, que vieram discutir com os fãs as possibilidades abertas pelas realidades alternativas criadas por aquele filme. E logicamente a conversa sobre um novo reencontro dos heróis veio à tona, bem como a volta dos Russo para a Marvel. “Nosso tempo na Marvel foi um dos melhores, criativamente, que já tivemos”, comentou Anthony no painel. “E nós adoraríamos trabalhar com eles novamente. No futuro, se isso fizer sentido, quem sabe em ‘Guerras Secretas’?”, disse, deixando os fãs urrando pela referência ao crossover clássico dos quadrinhos da editora.

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    Brandon Routh voltará a viver Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras

    19 de julho de 2019 /

    O ator Brandon Routh vai voltar a viver Superman novamente. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverse – na rede americana The CW. Curiosamente, o ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que os dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. E ele está comemorando. “Honrado, grato e ainda me beliscando”, escreveu o ator no Twitter sobre o retorno ao papel. Honored, humbled, grateful, and still pinching myself. ?#ReturnOfSuperman#Superman#Crossover#Arrowverse #SDCC2019 @DCComics@DEADLINE https://t.co/M5nQdTWYmh — Brandon Routh (@BrandonJRouth) July 19, 2019

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    Van Helsing enfrenta Drácula no trailer da 4ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Van Helsing”. Produzido para a Comic-Con sem narração ou trilha sonora especial, o vídeo destaca a estreia da atriz Tricia Helfer, que interpretou a Número Seis em “Battlestar Galactica” e a mãe do personagem-título de “Lúcifer”. Ela aparece em cena com maquiagem de vampira, simplesmente como Drácula. A série pós-apocalíptica de vampiros voltará em mais 13 episódios, mas sem Missy Peregrym, cuja personagem (Scarlett Harker) morreu no final da 3ª temporada para a atriz estrelar a nova série “FBI”. Outra mudança na produção foi a promoção do roteirista Jonathan Walker como novo showrunner da série. Ele assinou os dois episódios finais da temporada passada e substitui o criador Neil LaBute (“Morte no Funeral”) na função. “A 4ª temporada irá aprofundar a tradição icônica dos vampiros e seus objetivos para este mundo. Novos vilões surgirão, assim como heróis inesperados se juntando à luta. Temos uma fantástica construção planejada para esta temporada e estou muito feliz de compartilhá-la com nossos fãs dedicados”, disse Walker, em comunicado. A série é baseada nos quadrinhos homônimos e segue Vanessa van Helsing (Kelly Overton, da série “True Blood”) e aliados, que lutam alternadamente para acabar com vampiros ou escapar do extermínio, num mundo em que a humanidade se tornou uma espécie em risco de extinção. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Aleks Paunovic (série “iZombie”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”), Jennifer Cheon (série “The Drive”) e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”). A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. “Van Helsing” chega ao Brasil pela Netflix.

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    Supergirl: Jeremy Jordan, o Winn, vai voltar na 5ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O ator Jeremy Jordan vai voltar a “Supergirl”. Seu personagem Winn Schott deixou a série no final 3ª temporada, mas havia proposta para que retornasse de forma recorrente, o que acabou não acontecendo durante o quarto ano da produção. A ausência, porém, foi só um hiato. Ele próprio confirmou, via Instagram, que participará da 5ª temporada série. “Pelo jeito Winn não viajou 1000 anos para o futuro, só para a 5ª temporada! Tão feliz de retornar e atuar com meus amigos!!”, ele escreveu na rede social. O texto se refere ao fato de Winn ter ido para o século 31 com a Legião dos Super-Heróis. Com sua volta, não está claro se seu substituto Jesse Rath, o intérprete de Brainiac 5 no elenco regular da 4ª temporada, voltará para o futuro. O integrante da Legião dos Super-Heróis ocupou a vaga de especialista em tecnologia socialmente deslocado que Winn preenchia na produção. A 5ª temporada de “Supergirl” vai estrear em 6 de outubro nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Ver essa foto no Instagram Turns out Winn didn't go 1000 years into the future, just to season 5! ? So happy to come back and play with my friendsssssss!! @supergirlcw Uma publicação compartilhada por Jeremy Jordan (@jeremymjordan) em 18 de Jul, 2019 às 3:25 PDT

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    Agents of SHIELD: Trailer revela reviravoltas do final da 6ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    A Marvel divulgou um trailer dos últimos episódios da 6ª temporada de “Agents of SHIELD”, produzido para a Comic-Con. A prévia revela a evolução da trama, com ênfase no personagem de Clark Gregg, um alienígena com o mesmo DNA do falecido agente Coulson, e a descoberta gradual sobre a verdade de sua origem. Ainda faltam três episódios para o fim da temporada nos Estados Unidos. Depois disso, a série retorna para seus últimos capítulos em 2020. O anúncio de que a 7ª temporada encerrará a produção também foi feito na Comic-Con. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony.

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    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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    The Walking Dead ganha pôster e data de estreia da 10ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro pôster e a data de estreia da 10ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem destaca os três protagonistas que sobraram na atração, Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride). O detalhe é que os próximos episódios também devem trazer a despedida da intérprete de Michonne da série. Ainda não há muitos detalhes sobre a a trama, mas o trailer deve ser revelado na sexta (19/7), durante a Comic-Con Internacional. A estreia foi marcada para 6 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é transmitida pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2.

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    Agents of SHIELD vai acabar na 7ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    Nem todas as notícias da Comic-Con International são o que os fãs de quadrinhos gostariam de ouvir. Nas primeiras horas do evento realizado em San Diego, nos Estados Unidos, a Marvel anunciou que a série “Agents of SHIELD” vai acabar em sua 7ª temporada, que irá ao ar no ano que vem. A má notícia foi dada pelo chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb. “Quando você sabe o que está fazendo, você pode tomar maiores riscos, de vida ou morte. Essas opções repentinas agora estão à nossa disposição, já que não precisamos planejar o que acontecerá na próxima temporada”, disse Loeb, jogando a bomba no site Deadline, minutos antes de entrar no palco da sala H do Centro de Convenção de San Diego, onde encontrará fãs frustrados, ao lado de integrantes do elenco da série, como Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward. Será o início da celebração da despedida de “Agentes of SHIELD”. “A temporada 6 é deslumbrante, isso é o que posso dizer. O lado amargo é que vai acabar. Mas é uma celebração, ainda tem coisas para acontecer. Vocês precisam ver como será!”, diz Loeb. Para ele, o importante é que a série conseguirá terminar em seus próprios termos, sem ser encerrada abruptamente antes dos planos. Apesar de ter surgido como primeiro derivado televisivo do Universo Cinematográfico da Marvel, faz tempo que nenhum personagem dos filmes aparece na série, como Nick Fury (Samuel L. Jackson), por exemplo. Mas Loeb sugere que isso deve mudar para a despedida. “Vocês vão ter de esperar para ver”. “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração que sairão da programação da rede ABC na próxima temporada. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.

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    Comic-Con chega a sua 50ª edição como síntese da indústria cultural americana

    18 de julho de 2019 /

    A Comic-Con está completando 50 edições nesta quinta (18/7) em San Diego, nos Estados Unidos. E meio século mudou tudo em sua organização, assim como na própria indústria do entretenimento que ela reflete. Imagine que nos primeiros anos de sua existência o evento atraía apenas leitores e artistas de quadrinhos, que discutiam exclusivamente os temas das publicações da época. Não havia Comic Con de Nova York, de Chicago ou aquela do Brasil que tem nome inglês. Hollywood nem chegava perto de suas portas. E quem frequentava ainda era zoado como nerd. O império comercial erguido com apoio de empresas de cinema, TV, brinquedos e games torna difícil lembrar que a primeira Comic-Con reuniu apenas algumas dezenas de pessoas no subsolo de um hotel barato do centro de San Diego em março de 1970 para discutir quadrinhos. Foi ideia de um letrista de quadrinhos desempregado de 36 anos, Shel Dorf, e de cinco amigos adolescentes, que queriam falar sobre seus personagens e revistas favoritos. Dorf já tinha participado de convenções precursoras em sua cidade natal, Detroit. E aproveitou seu conhecimento para originar a primeira Comic-Con. O nome oficial do evento inaugural foi Golden State Comic-Con e reuniu 100 pessoas durante algumas horas do dia 21 de março de 1970. Os organizadores se empolgaram com o “sucesso” e cinco meses depois, em agosto, realizaram uma Comic-Con de fôlego, com três dias de duração, com participação do escritor de sci-fi Ray Bradbury e do mestre de quadrinhos Jack Kirby, que serviu de embrião para o formato atual do evento. O resultado rendeu três vezes mais “sucesso”: 300 espectadores. A partir de 1973, o evento abandonou o “Golden State” e passou a ser conhecido como San Diego Comic-Con. Mas seu crescimento manteve-se gradual. O ponto de virada veio em 1976, quando um assessor da Lucasfilm enviou cartazes e outros itens para promover o novo filme da produtora (então) indie, chamado “Guerra nas Estrelas”. O que inspirou essa iniciativa foi o lançamento da adaptação em quadrinhos do roteiro original, editada pela Marvel antes da estreia do longa. A simples presença dos cartazes originou boca-a-boca, num dos primeiros casos de “marketing viral”, que ajudou a lotar os cinemas e serviu para a Comic-Con identificar que o público dos quadrinhos era o mesmo dos filmes de ficção científica. Hollywood prestou atenção, especialmente com o lançamento de “Superman, o Filme” em 1978. E os próprios organizadores perceberam que podiam abrir seu foco para além dos quadrinhos, mirando outras convenções bem-sucedidas da cultura pop, como os eventos relacionados à série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) – os primeiros a reunir atores, equipe criativa e fãs dispostos a comprar material relacionado a uma série, além de inspirar seus frequentadores a usarem os uniformes de seus personagens favoritos, dando origem ao cosplay. A parceria com o cinema começou tímida. Mas o lançamento de “Batman” (1989) intensificou a relação. Hollywood percebeu o potencial comercial dos quadrinhos e desse público-alvo. Os frequentadores até mesmo deixaram de ser chamados de nerds. Viraram geeks (nerds “especializados”). E a convenção se agigantou. Mudou de hotéis e universidades para o Centro de Convenções de San Diego em 1991. Para redimensionar a nova etapa, também alterou seu nome. Transformou-se em Comic-Con International. Na década de 1990, a programação passou a dar mais destaque aos estúdios e redes de televisão que aos próprios quadrinhos, graças ao investimento dos grandes conglomerados de mídia em patrocínio. Logotipos de cinema e TV passaram a diminuir o espaço dos estandes de gibis usados. E participações de astros e cineastas se tornaram mais concorridas que os eventos dos artistas da Marvel e da DC. Ao entrar nos anos 2000, a Comic-Con passou a ser frequentada até por sex symbols que os nerds originais jamais imaginariam ver em suas bancadas, como Megan Fox, Scarlett Johansson e Kristen Stewart. Mas a popularização trouxe complicações nada geeks: filas longas, corredores abarrotados e um comercialismo desvairado. Os pequenos lojistas de quadrinhos, que sustentaram o começo do evento, agora nem sequer podem participar devido aos custos elevados. Embora a convenção continue a trazer os artistas da Marvel, da DC e até indies, quem ganha atenção da imprensa são outros nomes, como Arnold Schwarzenegger, Patrick Stewart e o elenco da série “Game of Thrones”, cuja presença no evento deste fim de semana já atrai centenas de repórteres e cobertura intensa da TV. Esta concentração de mídia faz parte de outra transformação da Comic-Con nos últimos anos, reconfigurada como uma espécie de porta-voz de projetos da indústria cultural americana. Desta quinta até domingo, várias novidades serão anunciadas pelas empresas de entretenimento dos Estados Unidos, aproveitando a atenção – que hoje é mundial – no evento. A expectativa é especialmente elevada em torno da volta da Marvel à Sala H do Centro de Convenções de San Diego, após pular a Comic-Con do ano passado. Até agora reticente em relação a seus próximos filmes, o estúdio presidido por Kevin Feige deve finalmente oficializar as produções de sua chamada Fase 4. Por outro lado, a ausência dos estúdios Warner, Sony e Universal, que optaram por ignorar a atual edição, indica que os superpoderes da Comic-Con já foram maiores. A proliferação de Comic Cons (sem hífen) tem pulverizado verbas e planos de marketing, o que contribui para a banalização do conceito original e reflete a guerra por conteúdo exclusivo em curso na indústria. A Disney já teve a ideia de fazer a sua própria Comic Con, a D23, e a Netflix vem ensaiando algo parecido. São sinais de mudanças e evolução no negócio das convenções de entretenimento. O que antes era um esforço amador de nerds adolescentes, é cada vez mais identificado como ferramenta profissional de publicidade no mundo das ativações e pop-ups.

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  • Série

    Série da Batwoman ganha novos pôsteres

    17 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou novos pôsteres da série “Batwoman”, que trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme preto e vermelho da heroína da DC Comics. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Fear the Walking Dead: Trailer de midseason finale é correria para escapar de zumbis e radiação nuclear

    16 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer e as fotos de midseason finale da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que vai ao ar no próximo domingo (21/7) nos Estados Unidos. O vídeo contém SPOILER e acaba com um dos grandes suspenses da reta final. Enquanto as fotos do episódio “Is Anybody Out There?” mostram apenas parte do grupo central, em preparativo para fuga aérea, a prévia destaca a correria de Morgan (Lennie James) e Alicia (Alycia Debnam-Carey) para chegar a tempo no avião onde estão os demais sobreviventes, visando escapar de uma horda de zumbis radioativos e da explosão iminente de uma usina nuclear. O spoiler só é visível para os mais atentos e está implícito na descrição acima. Muitos fãs ficaram preocupados com o final do episódio anterior, que mostrou Alicia contaminada por radiação e com comportamento suicida. O vídeo mostra que ela foi resgatada por Morgan e pela cientista Grace (Karen David), que tem equipamento contra radiação em seu caminhão. É lógico supor que Grace tenha pílulas de iodo em seu arsenal – a cura para envenenamento radioativo. A série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, que programou os episódios com atraso de 15 dias em relação ao lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Olivia Munn diz que diretor e produtor de X-Men não conheciam os quadrinhos

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Olivia Munn, que interpretou Psylocke em “X-Men: Apocalipse”, jogou mais lenha na fogueira que carbonizou a franquia dos heróis mutantes nas bilheterias. Em um vídeo gravado para a revista GQ, ela manifestou sua decepção com a falta de conhecimento dos responsáveis pelos filmes que adaptaram os quadrinhos da Marvel. Respondendo perguntas feitas pelas redes sociais, a atriz, que é geek de carteirinha e apresentava programa de games antes de fazer filmes, assumiu se identificar com a reação apaixonada dos fãs sobre as adaptações de quadrinhos no cinema. Por isso, se disse frustrada com o diretor Bryan Singer e o produtor-roteirista Simon Kinberg (supostamente responsável por todo o universo dos X-Men na Fox) durante a filmagem de “X-Men: Apocalipse”, porque eles não sabiam nada sobre sua personagem. “Quando eu estava filmando ‘X-Men’, eu fiquei surpresa que o diretor e o roteirista não sabiam que a Psylocke tinha um irmão gêmeo”, contou a atriz. “Eu tive de conversar com eles sobre várias coisas de quem era Psylocke e outras sobre esse mundo que eles não conheciam e, como fã, foi bem frustrante”, desabafou. Depois dessa experiência, Olivia Munn foi deixada de lado e não apareceu mais na franquia. O que talvez tenha sido bom pra ela, já que o lançamento seguinte foi “X-Men: Fênix Negra”, um grande fracasso comercial que ganhou a fama de pior título dos “X-Men” no cinema. De todo modo, a reclamação se soma a outras que deram à Olivia Munn uma fama de “atriz problema” entre certos produtores de Hollywood. Mas sua atitude de não aceitar desaforos também é bem vista por fatia significativa do meio artístico. Ela foi responsável por denúncias sérias em sets de filmagem, como uma das primeiras atrizes a acusar o diretor Brett Ratner (“X-Men: Conflito Final”) de assédio, o que acabou implodindo uma parceria milionária do cineasta com a Warner. Também apontou que um amigo pessoal trazido pelo diretor Shane Black para uma participação especial em “Predador” era simplesmente um pedófilo condenado. O escândalo ajudou o filme a fracassar nas bilheterias. Atualmente, Munn pode ser vista na nova série de ação sobrenatural “The Rook”, que estreou em 30 de junho nos Estados Unidos. Ela também estará em quatro filmes previstos para 2020, mostrando que os tempos mudaram após o #MeToo e as atrizes podem falar o que pensam sem colocar suas carreiras em risco.

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    Rainhas do Crime: Melissa McCarthy vira mafiosa em novo trailer de adaptação da DC Comics

    16 de julho de 2019 /

    A Warner divulgou três pôsteres e o trailer final de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia conta a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. Na verdade, o contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). De todo modo, o destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas (destacadas nos pôsteres), o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos. E um detalhe chama atenção a menos de um mês do lançamento e com o “trailer final” no ar. Até agora, a Warner só liberou três fotos oficiais da produção – e uma delas é de bastidores!

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