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  • Música,  Série

    Série dos Sex Pistols ganha trailer impactante

    3 de maio de 2022 /

    A FX Networks divulgou os pôsteres internacionais e o primeiro trailer de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). A prévia apresenta uma recriação detalhista da época em que o punk britânico explodiu, além de um resumo dos planos do empresário Malcolm McLaren para transformar a banda num fenômeno cultural e imagens impactantes de rock e caos. A série vai contar a história da banda responsável pela revolução do punk rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, responsável por um filme neste mesmo período, “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – e também retratará a vida em Londres em meados dos anos 1970, destacando a trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como Malcolm McLaren, Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu. No Brasil, a atração será lançada pela Star+, em dada ainda não definida.

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    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiro teaser

    6 de abril de 2022 /

    A FX Networks divulgou o primeiro teaser de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens apresentam o clima e a recriação da época em que o punk britânico explodiu. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu, e será lançada no Brasil pela Star+, em dada ainda não definida.

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  • Música,  Série

    Série sobre os Sex Pistols será lançada no Brasil pela Star+

    4 de abril de 2022 /

    A plataforma Star+ confirmou oficialmente nesta segunda (4/4) que vai lançar no Brasil a série “Pistol”, sobre a banda de punk rock Sex Pistols, que tem direção do cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, que já abordou este mesmo período no roteiro do filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – , além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. Originalmente produzida pelo canal pago FX, a série estreia em 31 de maio nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento por aqui.

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    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiras fotos

    29 de março de 2022 /

    O canal pago americano FX divulgou as primeiras imagens de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens destacam a recriação do visual dos músicos. A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistols” ainda não tem previsão de estreia e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.

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  • Música

    Descubra o punk rock feminino atual em 10 clipes novos

    6 de março de 2022 /

    Hey ho, let’s go, a lista de novos clipes musicais independentes desta semana destaca novidades da cena punk em diversas configurações, do punk pop californiano ao ska punk, sem esquecer o hardcore. Com um detalhe: todas as músicas são entoadas por vozes femininas. A lista tem até um extra: um documentário da última turnê de um dos grupos mais veteranos da seleção, The Interrupters, que encerra a coleção de vídeos. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   THE LINDA LINDAS | EUA A banda punk pop de Los Angeles foi o maior hype do ano passado, graças à ousadia de uma música chamada “Racist, Sexist Boy” e a pouca idade de suas integrantes: as irmãs Mila e Lucia de la Garza, de 11 e 15 anos respectivamente, sua prima Eloise Wong, de 13 anos, e a amiga mais velha que faz os solos de guitarra, Bela Salazar, de 17. As irmãs que originaram a banda são filhas de Carlos de la Garza, engenheiro de som de discos de Bad Religion, Paramore e Wolf Alice, entre outras bandas, e começaram a tocar na garagem com a prima em 2018. “Talking to Myself” é o single mais recente do álbum de estreia do quarteto, “Growing Up”, previsto para 8 de abril.   PANIC SHACK | PAÍS DE GALES O quinteto feminino de Cardiff se diverte com um punk colorido, ao estilo dos Rezillos, com direito até ao figurino da época. Uma curiosidade do clipe de “Mannequin Man” é que, embora mostre a banda nas ruas de Londres, elas filmaram suas participações em sua cidade natal, criando a ilusão com chroma key. A música faz parte de seu primeiro EP, “Baby Shack”, que também chega em 8 de abril.   NEW ROCK CITY | EUA O guitarrista Kick e a vocalista Rossano formaram New Rock City em, claro, New York City há exatamente uma década, compartilhando uma paixão mútua pela intersecção de punk rock, glam e new wave dos anos 1970 e 1980. Suas músicas tem clara influência de Joan Jett, Billy Idol, New York Dolls e The Pretenders. O clipe de “Da Ratman!” tenta evocar o período com a recriação da atmosfera de shows em porões clássicos do rock, como o club nova-iorquino CBGB. O terceiro single do álbum “Radio 85”, previsto para o final do ano, tem produção de Matt Chiaravalle, que trabalhou com a banda Blondie – uma das atrações icônicas do CBGB.   NOBRO | CANADÁ Com um punk rock clássico, veloz e barulhento, a banda de Montreal liderada pela baixista/vocalista Kathryn McCaughey vem conquistando fãs desde sua apresentação no festival canadense WayHome em 2017. “Eat Slay Chardonnay”, com refrão inspirado nos Ramones, faz parte de seu segundo EP, “Live Your Truth Shred Some Gnar”, lançado em 23 de fevereiro pelo selo Big Scary Monsters.   THE LETS GO | JAPÃO O trio feminino liderado pela cantora/guitarrista Coco já atravessou várias formações desde 2006, incluindo um período com a baixista Sakura Anno, filha do líder da lendária banda punk japonesa Guitar Wolf. Após passar a maior parte de 2021 como dupla, “In My Head” é a primeira gravação da nova formação, que ganhou um clipe animado fofíssimo em homenagem à banda favorita de Coco, Mariko e da novata Manami: Ramones.   DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA O nome da banda de Auckland é gíria para comportamento baixo, geralmente associado a babacas do sexo masculino. Não por acaso, faz punk rock feminista. “O nome da banda é uma oportunidade perfeita para incorporar uma inversão de papéis”, definiram os músicos em 2019. Dick Move também é uma superbanda local, formada por integrantes dos grupos Master Blaster, Shitripper, Na Noise e Dateline, que decidiram tocar juntos após uma noite de bebedeira num bar. O que começou como brincadeira virou o álbum “Chop!” em 2020. Curiosamente, só agora em março, dois anos depois do lançamento do disco, o single “Ladies Night” ganhou seu primeiro clipe.   DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL O trio de Daegu é o representante hardcore da lista. As garotas e o rapaz da banda já tem dois álbuns e “National Police Sh!t” faz parte do primeiro, lançado em 2018. O detalhe é que a música foi revistada neste ano com um novo clipe, após a política interromper um show dos DGAGC em Busan. Imagens da confusão foram incorporados ao vídeo.   GRUMPSTER | EUA Liderado pela cantora e baixista Falyn Walsh, o trio representa o punk pop californiano dos anos 1990 (estilo de Green Day, Blink-182, etc) com guitarras bastante distorcidas e melodias acessíveis. “Looking Good” é o segundo single gravado pelos músicos após assinarem com a Pure Noise Records no ano passado, e antecipa a preparação ao segundo álbum, após a estreia em 2019 pelo diminuto selo Asian Man Records.   CATBITE | EUA Formada por ex-membros de The Snails e a vocalista/tecladista Brittany Luna em 2018, Catbite é um quarteto de ska punk da Filadélfia influenciado pela energia do movimento 2 Tone dos anos 1980, mas também pelas melodias do punk pop dos 1990. “Police Man (Kick Me in the Head)” é uma reinvenção completa de “Policeman”, única música da superbanda The Silencers, formada por integrantes do Rancid, Wix e Slackers em 1997, e foi lançada na sexta (4/3) numa coletânea de artistas da gravadora Stubborn (“Still Stubborn – Volume 2”).   THE INTERRUPTERS | EUA Os três irmãos Bivona e a cantora Aimee Allen estão entre os veteranos da turma. Apadrinhados por Tim Armstrong, do Rancid, o quarteto de Los Angeles já tem três álbuns de estúdio e lançaram seu primeiro disco ao vivo de ska punk no ano passado, gravado em Tóquio. O clipe acústico é resultado de um ensaio desses shows e foi disponibilizado como bônus do documentário da turnê – que pode ser visto completo aqui abaixo.       THE LINDA LINDAS | EUA | PANIC SHACK | PAÍS DE GALES | NEW ROCK CITY | EUA | NOBRO | CANADÁ | THE LETS GO | JAPÃO | DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA | DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL | GRUMPSTER | EUA | CATBITE | EUA | THE INTERRUPTERS | EUA

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  • Série

    Vida de Ronald Biggs no Brasil vai virar série documental

    3 de fevereiro de 2022 /

    O Canal Brasil prepara uma série documental sobre o Ronald Biggs (1929-2013), que fugiu para o Brasil depois de ter participado do famoso assalto ao trem pagador na Inglaterra, crime que ficou conhecido como “O assalto do século”. Biggs chegou ao Rio com passaporte falso pouco antes da Copa de 1970. E virou celebridade quando participou do filme “A Grande Farsa do Rock” (1980), com integrantes da banda inglesa Sex Pistols. Ele também cantou no disco da trilha sonora. “No One is Innocent” foi lançado como single no Reino Unido, alcançando o 6° lugar nas paradas britânicas. Só que sua impunidade inspirou uma aventura ousada de ex-militares ingleses. Um grupo clandestino o sequestrou e o levou até Barbados, esperando receber alguma recompensa. Não deu certo e, aproveitando-se de brechas na lei, Biggs conseguiu voltar ao Brasil. Nos anos 1980, inspirado pelo pós-punk britânico, abriu uma famosa casa noturna carioca com sócios ingleses, Crepúsculo de Cubatão, que fomentou a cena alternativa do Rio. Além disso, sua história virou filme, “Prisioneiro do Rio” (1988), com direção do polonês Lech Majewski (“O Moinho e a Cruz”) e participação de José Wilker e Zezé Motta. Ele ainda voltou ao rock em 1991, como cantor convidado na faixa “Carnival In Rio (Punk Was)”, da banda punk alemã Die Toten Hosen. E seu filho brasileiro, Mike Biggs, foi um dos membros do popular grupo musical infantil Balão Mágico. Sua lendária boa vida carioca chegou ao fim em 2001, quando Biggs aceitou uma oferta em dinheiro do tabloide The Sun para retornar à Inglaterra, mesmo sabendo que seria imediatamente preso. Acabou adoecendo na prisão, sendo libertado oito anos depois por conta de seu estado de saúde. Ele faleceu em 2013 num abrigo de idosos na Inglaterra, e foi enterrado junto com bandeiras de seu país natal e do Brasil. A série “Biggs in Rio – No One Is Innocent” tem direção de Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) e Cris Pickard (escritor e jornalista inglês que já escreveu três livros sobre Biggs). A produção é dividida pela TvZero e a Critical Divide, da Inglaterra, além do Canal Brasil. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Música,  Série

    Músicos vencem cantor em briga pela série dos Sex Pistols

    23 de agosto de 2021 /

    Vai ter músicas dos Sex Pistols na série sobre os Sex Pistols. A justiça britânica deu ganho de causa a dois ex-membros da banda contra John Lydon, o famoso Johnny Rotten, que tentou bloquear as canções de sua autoria no projeto. O guitarrista Steve Jones e o baterista Paul Cook processaram Lydon em Londres após ele vetar as músicas do álbum “Never Mind The Bollocks” na série “Pistol”. O cantor alegava que as autorizações não poderiam ser concedidas contra sua vontade e afirmou que cederia apenas com uma ordem judicial, depois de descrever a série ao jornal Sunday Times como “a m*rda mais desrespeitosa” que já viu. A série pretende contar a história do grupo de rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones. A adaptação foi feita pelos roteiristas Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce. Este último já tinha abordado o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). Lydon não gostou de saber que teria o ponto de vista de Jones, pois considera que o livro o apresenta “sob uma luz hostil e nada favorável”. Mas o advogado dos dois músicos, Edmund Cullen, lembrou que sob os termos de um acordo de 1998 entre os membros do grupo, as decisões de licenciamento deveriam ser tomadas “pela maioria dos votos”. A questão foi parar na Justiça para determinar se Lydon estaria violando este acordo ou se, como ele afirma, as licenças não poderiam ser concedidas contra sua vontade. A Alta Corte de Londres decidiu a favor de Jones e Cook nesta segunda (23/8), após audiências realizadas em julho. Vale lembrar que a banda original ainda incluía o baixista Glen Matlock, que foi substituído em 1977 por Sid Vicious (morto logo depois, por overdose em 1979), e tanto o integrante sobrevivente quanto os beneficiários do falecido também são a favor da produção. Matlock, inclusive, fez as pazes com os outros integrantes após ser demitido por “saber tocar direito”, e participou de vários shows de retorno dos Pistols. A banda que deu origem ao movimento punk britânico formou-se em 1975 e se separou em 1978, em meio a uma turnê pelo interior dos EUA. Mas o quarteto original voltou a se juntar em 1996 e fez algumas turnês, a mais recente em 2008. Dirigida por Danny Boyle (“Trainspotting” e “Quem quer ser um Milionário?”), a série “Pistols” deve estrear no próximo ano.

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  • Música,  Série

    Membros dos Sex Pistols brigam por série sobre a banda

    15 de julho de 2021 /

    Os antigos integrantes da lendária banda punk Sex Pistols estão brigando na Justiça britânica por conta da inclusão de suas músicas em uma série sobre suas vidas. O conflito se dá em torno da decisão de John Lydon, cantor que nos anos 1970 era conhecido como Johnny Rotten, de proibir o uso das gravações da banda na produção do cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”), que deve ser lançada em 2022. O guitarrista Steve Jones e o baterista Paul Cook participam do projeto e querem usar as músicas. Diante do impasse, o caso foi parar nos tribunais de Londres. Intitulada “Pistol”, a série pretende contar a história do grupo de rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones. A adaptação foi feita pelos roteiristas Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce. Este último já tinha abordado o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). Lydon não gostou de saber que a série teria o ponto de vista de Jones e descreveu a produção como “a m*rda mais desrespeitosa” nas páginas do jornal Sunday Times. Ele também afirmou que só cederá o direito às músicas se for obrigado pela Justiça. Mas o advogado de Cook e Jones, Edmund Cullen, afirma que sob os termos de um acordo de 1998 entre os membros do grupo, as decisões de licenciamento devem ser tomadas “pela maioria dos votos”. A questão consiste em determinar se Lydon está violando este acordo ou se, como ele afirma, as licenças não podem ser concedidas contra sua vontade, explicou o advogado. O advogado de Lydon, Mark Cunningham, afirma que, na visão de seu cliente, o livro a partir do qual a série é adaptada o apresenta “sob uma luz hostil e nada favorável”. Em apoio à sua afirmação, ele citou uma passagem do livro de Steve Jones que diz: “Quanto ao pirralho incômodo de grande estrutura óssea que sempre quer mais… vamos deixar Johnny Rotten fora disso por um tempo, ok? Ele deu sua opinião algumas vezes. Talvez o suficiente. Agora é a minha vez”. Só que a posição do famoso “Joãozinho Podre” é amplamente minoritária. Vale lembrar que a banda original ainda incluía o baixista Glen Matlock, que foi substituído em 1977 por Sid Vicious (morto logo depois, por overdose em 1979), e tanto o integrante sobrevivente quanto os beneficiários do falecido são a favor da produção. Matlock, inclusive, fez as pazes com os outros integrantes após ser demitido por saber tocar direito, e participou de vários shows de retorno dos Pistols. A banda que deu origem ao movimento punk britânico formou-se em 1975 e se separou em 1978, em meio a uma turnê pelo interior dos EUA. Mas o quarteto original voltou a se juntar em 1996 e fez algumas turnês, a mais recente em 2008. O julgamento sobre a liberação das canções dos discos clássicos “Never Mind the Bollocks” e “The Great Rock’n’Roll Swindler” começou nesta quinta (15/7) e durará até a próxima semana em Londres.

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    Pete Davidson será Joey Ramone em filme da Netflix

    15 de abril de 2021 /

    O comediante Pete Davidson, astro do humorístico “Saturday Night Live” (e do ainda inédito “O Esquadrão Suicida”), vai interpretar Joey Ramone, icônico vocalista dos Ramones, numa cinebiografia chamada “I Slept with Joey Ramone” (em tradução livre: “Eu Dormi com Joey Ramone”). Produção da Netflix, o longa será baseado no livro de mesmo nome de Mickey Leigh, irmão de Joey, e vai mostrar a história dos Ramones sob o ponto de vista da família do vocalista — que, inclusive, apoia a produção do filme. Pioneiros do punk rock, os Ramones lançaram seu primeiro álbum em 1976, antes dos Sex Pistols. O quarteto formado também por Johnny, Dee Dee e Tommy Ramone redefiniu o rock com acordes básicos, velocidade acelerada e shows intensos, que condensavam quase 20 músicas em 20 minutos, numa época em que os discos de rock tinham faixas que se estendiam sozinhas por 20 minutos de duração. “I Slept with Joey Ramone” tem direção de Jason Orley, que trabalhou com Davidson em “Amizade Adolescente”, em 2019. Nesta quinta, completa-se 20 anos da morte de Joey Ramone, falecido em 15 de abril de 2001, aos 49 anos de idade, em decorrência de um linfoma.

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  • Música,  Série

    História dos Sex Pistols vai virar série do diretor de Trainspotting

    11 de janeiro de 2021 /

    O diretor Danny Boyle (“Trainspotting”) vai fazer uma minissérie sobre a banda Sex Pistols, responsável pela explosão punk no Reino Unido, para o canal pago americano FX. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). “Steve Jones estava no centro da tempestade que abalou o establishment do rock e estamos emocionados em ter Danny e o resto da equipe criativa contando sua história como membro de uma das bandas mais notórias da música”, disse Nick Grad, presidente de conteúdo original do FX. A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além da vida em Londres nos anos 1970, especialmente da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção serão interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones no início, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde, Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. As gravações estão previstas para começar em março deste ano.

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  • Música

    Roqueiros mascarados (supostamente o Green Day) cantam que filha de Trump é nazista

    6 de novembro de 2020 /

    Em sincronia com a reta final da eleição mais tensa dos EUA, a banda de rock mascarada e supostamente anônima The Network retorna de um hiato de 17 anos para agitar os ânimos com um novo clipe, “Ivankkka Is a Nazi”. Inspirada pela new wave do Devo e o punk pop dos Ramones, a música ataca e exacerba o suposto racismo da filha mais velha de Donald Trump: “Ivanka é nazista, ela está na KKK/ Ela tem uma suástica Gucci e ama o NRA/ Ivanka é nazista, uma supremacia branca/ Ela diz que é kosher, mas sabemos que ela é uma intolerante/ Ela é uma nazista/ Ela é uma fascista, ela é uma nazista”, diz a letra singela da canção. A banda – que quase todo mundo sabe que é o Green Day com máscaras e perucas – tinha lançado sua última música em 2003 – uma canção intitulada “Money Money 2020”. Os integrantes do Green Day já disseram que não falarão sobre a Network e suposta banda refutou, brincando, as teorias de que não passa de um disfarce. Em texto publicado em seu canal do YouTube, os músicos dizem que “frequentemente fomos confundidos como a maior banda de rock’n’roll do planeta, Green Day. Esta comparação terrena é quase tão cômica quanto os humanos que habitam este planeta moribundo!” “Ivankkka Is a Nazi” é a segunda música revelada pela Network desde a semana passada e antecipa um novo álbum, “Money Money 2020 Parte II”, que ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Biografia da guitarrista da banda punk The Slits vai virar série

    1 de setembro de 2020 /

    As memórias da lendária guitarrista punk Viv Albertine vão virar série dos produtores de “Carol” e “Colette”, Elizabeth Karlsen e Stephen Woolley, proprietários da Number 9 Films. Eles se juntaram à Rachael Horovitz (“Patrick Melrose”), da West Fourth Films, para adquirir os direitos de duas autobiografias de Albertine, que lembram a juventude dos anos 1970 e a ascensão da artista como guitarrista da banda feminina The Slits (1977-1982) no auge da cena original do punk rock londrino. No comunicado do projeto, Albertine disse: “Estou muito feliz que Rachael, Elizabeth e Stephen estejam trazendo meus livros para a tela. Desde o início, eles foram sensíveis à natureza extremamente pessoal do trabalho e eu sabia que os livros estavam nas mãos de produtores com integridade. A visão deles está perfeitamente sintonizada com o trabalho, eles entendem o assunto e a época, então mal posso esperar o projeto começar e ver todos os personagens da minha história ganharem vida.” Os produtores também se manifestaram: “Que perspectiva empolgante e estimulante, reexplorar uma época em que a música, a moda, as ideologias políticas e a sexualidade estavam viradas de cabeça para baixo. Tudo tão lindamente evocado com as percepções pessoais e reflexões francas da vida de uma mulher extraordinária, nos dois incríveis livros de memórias de Albertine.” “Nada do que aconteceu antes ou depois pode se comparar à explosão do punk londrino dos anos 1970, e Viv Albertine ajudou a embalar a dinamite, colocar o detonador e acender o pavio”, acrescentaram Karlsen, Woolley e Horovitz no comunicado em conjuto. “The Slits forjou a trilha sonora de uma revolução cultural icônica e de gênero, e a guitarrista Viv Albertine estava bem no meio disso. Ela ajudou a criar uma nova atitude desinibida, uma linguagem musical única e uma estética DIY [faça você mesmo] que invadiu e se enraizou no mainstream. ” Além de tocar guitarra, Albertine também dirigiu curtas e a série britânica “The Tomorrow People” (em 1994), contribuiu para a trilha sonora de “Archipelago” (2010), da cineasta Joanna Hogg, e virou atriz em “Exibição” (2013), que ela protagonizou ao lado de Tom Hiddleston (“Thor”) para Hogg. Veja abaixo a capa dos livros da guitarrista e o clipe de “Typical Girls”, gravação emblemática das Slits, que em 1979 despertou furor de conservadores.

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  • Filme

    Cantor do New York Dolls vai ganhar documentário de Martin Scorsese

    7 de julho de 2020 /

    O cineasta Martin Scorsese prepara um novo documentário musical, desta vez sobre o pioneiro do glam e do punk rock David Johansen, vocalista da banda New York Dolls. Ele já tinha abordado a banda em sua série de ficção “Vinyl”, sobre a era do glam rock na HBO, e revelou que conhece Johansen há décadas, no comunicado sobre o projeto. “Conheço David Johansen há décadas, e sua música tem sido importante pra mim desde que ouvi os Dolls quando filmava ‘Caminhos Perigosos'”, disse Scorsese, referindo-se ao longa de 1973, que muitos erradamente consideram seu primeiro filme. “Naquela época, e assim como agora, a música de David capta a energia e a emoção da cidade de Nova York. Costumo vê-lo se apresentar e, ao longo dos anos, conheci a profundidade de suas inspirações musicais. Depois de assistir seu show no ano passado no Café Carlyle, eu sabia que tinha que filmar porque era muito extraordinário ver a evolução de sua vida e seu talento musical em um ambiente tão íntimo. Para mim, o show capturou o verdadeiro potencial emocional de uma experiência musical ao vivo. ” A apresentação mencionada por Scorsese será a base do documentário, realizado em parceria com David Tedeschi, editor com quem o cineasta trabalhou em “Vinyl” e nos documentários “George Harrison: Living in the Material World” (2011) e “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese” (2019). No show feito no início do ano, Johansen tocou músicas das diferentes fases de toda a sua carreira e encantou o público com histórias de sua vida. O documentário combinará esta performance com imagens de arquivo e cenas inéditas do cantor e dos Dolls, que assumiram estética drag queen em plenos anos 1970. Os shows da banda inspiraram o punk nova-iorquino e sua influência também foi exportada para a Inglaterra, quando um certo Malcolm McLaren, após suprir o visual dos Dolls com sua namorada Viven Westwood, resolveu lançar sua própria banda com os frequentadores de sua loja de roupas fetichistas, os Sex Pistols. Ao contrário dos últimos trabalhos do diretor, o filme não será exibido pela Netflix, mas pelo canal pago americano Showtime, numa parceria com a produtora Imagine Entertaiment. “É uma honra para todos nós do Showtime trabalhar com Martin Scorsese, que sem dúvida se destaca como um dos maiores cineastas de nossos tempos”, disse o vice-presidente de programação de não-ficção da Showtime, Vinnie Malhotra. “Nas últimas décadas, seu trabalho documental nos levou para a vida de alguns dos músicos mais emblemáticos do rock, de The Band a Rolling Stones a Bob Dylan, e agora David Johansen e o New York Dolls. A história de Johansen transcende os limites da música e é uma janela para a evolução artística e cultural da cidade de Nova York.” Ainda não há previsão para a estreia. Confira abaixo um vídeo do New York Dolls tocando “Personality Crisis”, um de seus maiores sucessos, em 1973.

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