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    ONG planeja constranger quem for assistir Quatro Vidas de Um Cachorro

    23 de janeiro de 2017 /

    A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), que defende um tratamento ético aos animais, anunciou que seus ativistas estarão nas portas dos cinemas dos Estados Unidos com o objetivo de constranger quem for assistir ao filme “Quatro Vidas de Um Cachorro”. A ação foi motivada após um vídeo feito no set das filmagens e divulgado pelo site TMZ, mostrar um adestrador aparentemente forçando um pastor alemão a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão, chamado Hercules, é colocado pelo homem para dentro do reservatório. Além da ação nas portas dos cinemas, a Peta também pediu boicote ao filme. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. Por conta da polêmica, a Universal Pictures e a produtora Amblin Entertainment cancelaram a pré-estreia em Hollywood e também as entrevistas já marcadas com os jornalistas. Mas novos fatos começam a vir à tona, que contestam a versão apresentada no vídeo. Vários integrantes da produção vem denunciando que o vídeo foi editado de forma sensacionalista e assim poder ser vendido ao site TMZ por um bom preço, na véspera da estreia da produção. “O cachorro não ficou desesperado e não foi jogado na água. Apesar de não estar lá naquele momento, eu pude ver a gravação completa e Hercules estava executando as acrobacias tranquilamente na piscina horas antes”, disse o escritor W. Bruce Cameron, autor do roteiro e do livro em que o filme se baseia. “Quatro Vidas de Um Cachorro” estreia nesta quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos EUA.

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    Dezenas de atrizes participam da Marcha das Mulheres nos EUA contra o machismo e Donald Trump

    21 de janeiro de 2017 /

    Várias atrizes famosas participaram da Women’s March, a Marcha das Mulheres, que aconteceu neste sábado (21/1) em várias cidades dos EUA, especialmente em Washington e Los Angeles, contra o machismo e em protesto contra a eleição do presidente americano, Donald Trump. Milhares de pessoas se juntaram nas ruas às atrizes Scarlett Johansson, Emma Watson, Amy Schumer, Drew Barrymore, Natalie Portman, Charlize Theron, Uzo Aduba, Ashley Judd, Jessica Biel, Jamie Lee Curtis, Rebecca Hall, Jane Fonda, Marcia Gay Harden, Courteney Cox, Juliette Lewis, Vanessa Hudgens, Idina Menzel, Helen Hunt, Mandy Moore e America Ferrera, entre outras, além cantoras como Madonna, Miley Cyrus, Katy Perry, Pink, Cher e Alicia Keys e ativistas, que discursaram contra o presidente e pediram mais respeito às mulheres, imigrantes, muçulmanos, gays, deficientes físicos e minorias. Muitas foram às ruas de cartaz em punho. Mas o melhor deve ter sido o de Melissa Benoist. A intérprete de Supergirl lembrou uma frase machista de Trump e respondeu à altura. “Ei, Donald, não tente pegar minha pepeca. Ela é feita de aço”. Veja algumas outras celebridades abaixo no meio da multidão abaixo.

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    Organização feminista protesta contra escolha de Polanski para presidir premiação do César, o “Oscar francês”

    21 de janeiro de 2017 /

    O cineasta Roman Polanski foi escolhido para presidir a cerimônia de entrega do prêmio César, o “Oscar francês”. Na prática, o cargo significa um discurso durante a cerimônia de premiação. Mas uma associação feminista quer impedir que isto aconteça. “Independentemente da qualidade da filmografia de Polanski, não podemos nos calar para o fato de que há 40 anos ele foge da Justiça americana”, declarou Claire Serre Combe, porta-voz da associação Osez le Feminisme, à agência France-Presse, citando o processo por estupro de menor em 1977, que levou o cineasta a se exilar na França. Para Combe, a escolha de Polanski é um gesto “indigno frente às muitas vítimas de estupros e agressões sexuais”, e uma mostra da “tolerância social que ainda existe sobre o tema do estupro na França”. O site da organização traz uma arte que traz o diretor com um prêmio na mão, entre um título que o chama de pedófilo e um slogan que conclama a parar os agressores. Veja abaixo. Como protesto, foi convocada uma manifestação para o dia e o local da premiação, que acontecerá em 24 de fevereiro, em frente à sala Pleyel, em Paris. Também foi lançado um abaixo assinado virtual para pedir a destituição de Polanski da presidência do César e uma página no Facebook para concentrar a manifestação, mas as iniciativas não mobilizaram multidões – o abaixo-assino atraiu menos de 5 mil assinaturas e a página reuniu menos de 500 pessoas. Polanski tinha 43 anos quando embebedou e estuprou uma adolescente de 13, atraída para uma sessão de fotos. O cineasta confessou ser culpado de “relações sexuais ilegais” com a menor. Anos depois, ele buscou indenizar a vítima, que em troca disse tê-lo perdoado e só querer esquecer o que aconteceu. Ela lançou um livro recente em que aborda o caso. Hoje com 83 anos, o cineasta vive na França com a esposa, a atriz francesa Emmanuelle Seigner. O cineasta franco-polonês, que conquistou o Oscar no exílio por “O Pianista” (2002), vem vencendo todos os pedidos de extradição das autoridades americanas para ser julgado pelo crime nos EUA. Ele chegou a ser preso na Suíça em 2009 e enfrentou um processo na Polônia em 2016, conseguindo vereditos favoráveis em ambas as ocasiões, com pareceres que consideraram que Polanski cumpriu sua pena original, quando passou 42 dias na prisão num acordo firmado em 1977, antes de viajar para a França, fugindo de uma revisão de sua sentença. Polanski tem 8 prêmios César em sua carreira, que começam com os troféus de Melhor Filme e Direção por “Tess”, em 1980, e chegam até seu filme mais recente, “A Pele de Vênus”, premiado como Melhor Direção em 2014.

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    Escritor de “Quatro Vidas de Um Cachorro” contesta vídeo “editado” de maus tratos nas filmagens

    21 de janeiro de 2017 /

    O escritor W. Bruce Cameron, autor do livro “Quatro Vidas de Um Cachorro” e roteirista do filme ao lado de sua mulher, a atriz Cathryn Michon, divulgou um longo comunicado na noite desta sexta-feira (20/1) contestando o polêmico vídeo “editado”, que foi divulgado pelo TMZ, em que um cão parece ser maltratado no set de filmagem. A pré-estreia de “Quatro Vidas de Um Cachorro” teve de ser cancelada nos EUA depois da repercussão do vídeo em que um cachorro é jogado em águas turbulentas para gravar uma cena do longa, que estreia no Brasil na quinta-feira (26/1). “Achei o vídeo editado que nós vimos chocante, porque quando eu estava no set a ética era pela segurança e conforto dos cachorros”, ele afirmou, antes de negar que o cachorro, chamado Hercules, tenha sofrido maus tratos por parte da equipe e questionar a intenção de quem divulgou o vídeo. “Se as pessoas que gravaram e editaram o vídeo sabiam que algo estava errado, por que eles esperaram quinze meses para tomar uma atitude em vez de denunciar o caso às autoridades imediatamente?”, criticou. “Eu inclusive vi o vídeo integral do dia em questão, quando eu não estava lá, e ele mostra algo muito diferente”, continuou. “O cachorro não ficou desesperado e não foi jogado na água. Apesar de não estar lá naquele momento, eu pude ver a gravação completa e Hercules estava executando as acrobacias tranquilamente na piscina horas antes”, disse Cameron. Segundo ele, Hercules adora a água e o erro da equipe que conduzia a cena foi outro. “Quando tentaram gravar com ele do outro lado da piscina, que não era o mesmo lugar onde ele ficou ensaiando o dia todo, ele hesitou. O erro foi tentar fazer com que ele tocasse na água para perceber que não havia problema. O problema dele não era com a água, e sim com o lugar que escolheram para que ele pulasse”, escreveu. O escritor contou que os treinadores perceberam que Hercules não gravaria naquela parte da piscina e então o colocaram de volta no lugar de ensaios. Ele também esclareceu que um mergulhador e um treinador estavam posicionados dentro da piscina para tranquilizar o animal. “Ele ama a água, não estava em perigo, e não ficou chateado.” A Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), entidade que defende tratamento ético aos animais, pediu boicote à produção. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”.

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    Pré-estreia e entrevistas de Quatro Vidas de um Cachorro são canceladas após vazamento do vídeo de maus-tratos

    20 de janeiro de 2017 /

    A Universal Pictures e a produtora Amblin Entertainment anunciaram na noite de quinta-feira (19/1) que a pré-estreia e as entrevistas do filme “Quatro Vidas de Um Cachorro” foram canceladas, após um vídeo das filmagens, que mostra um cachorro ser jogado na água, vazar na internet. A pré-estreia aconteceria em Los Angeles neste final de semana. Em um comunicado, a Universal Pictures e a Amblin, afirmaram que, por causa de um vídeo “editado”, decidiram cancelar a première e também a as entrevistas agendadas com a imprensa para divulgação, chamadas de press junkets. A estreia do filme continua marcada para a quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos. “Não queremos que nada atrapalhe este filme que celebra o relacionamento entre homens e animais. Desde que essas imagens surgiram, a Amblin está em contato com o pessoal da segurança, treinadores e coordenadores de dublês para revisar o que ocorreu”. O vídeo (que pode ser visto aqui) foi feito em novembro de 2015 no Canadá e mostra um adestrador forçando o pastor alemão Hercules a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão é jogado pelo homem dentro do reservatório. Após um corte, outra imagem mostra que ele submerge e não se sabe se ele sobreviveu. De acordo com o Buzzfeed, o treinador que aparece no vídeo foi demitido. Nas imagens, é possível ouvir uma outra treinadora chamando pelo cão, enquanto o homem que faz as imagens diz que “pelo menos a água é quente”. A Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), entidade que defende tratamento ético aos animais, pediu boicote à produção. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. No IMDB (Internet Movie Database), um banco de dados de filmes e séries de TV que permite que o público atribua notas, a avaliação de “Quatro Vidas de Um Cachorro” começou a cair: 94% dos usuários classificaram a produção com nota 1, a mínima no site. E isto antes do filme estrear. Mas um representante da Amblin Entertainment, empresa que produziu “Quatro Vidas de Um Cachorro”, afirmou ao TMZ que, por mais que pareça no vídeo, o cachorro não foi forçado a entrar na água. O cachorro teria ensaiado as cenas na correnteza diversas vezes, mas no dia da gravação hesitou em entrar na água, segundo a empresa. “No dia da gravação, o Hercules não quis fazer a acrobacia, então nossa equipe interrompeu aquela tomada”, garantiu o representante da Amblin ao site que revelou o vídeo. O diretor do filme, Lasse Hallström, não foi tão político e lamentou o ocorrido no Twitter, reprovando as cenas e dizendo que não tinha o conhecimento de que aquilo tinha acontecido. “Estou muito incomodado com o vídeo divulgado do set de ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’. Eu não testemunhei essas ações, que são inaceitáveis e não deveriam nunca acontecer sob meu conhecimento. Me prometeram que uma investigação completa dessa situação está em andamento e que qualquer irregularidade será relatada e punida”, disse o diretor. Josh Gad, ator responsável por dar voz ao cachorro, também disse estar abalado. “Triste por ver qualquer animal colocado em situação contra a sua vontade”. W. Bruce Cameron, autor do livro em que o filme foi baseado e roteirista de “Quatro Vidas de um Cachorro”, também divulgou um comunicado em suas redes sociais. “Eu fiquei tão chocado quanto vocês quando assisti ao vídeo. Apesar de claramente ter sido editado e exageradamente divulgado, as imagens falam por elas mesmas. Eu pedi uma explicação ao estúdio e eles me asseguraram que estão revendo todas as imagens da gravação daquele dia e questionando todos os que estavam presentes (eu não estava). Eu prefiro ter todas as informações ao meu dispor antes de julgar ou opinar”, ele escreveu. No filme, baseado no best-seller de W. Bruce Cameron, um cão morre e reencarna diversas vezes. Embora conheça novas pessoas e viva novas aventuras, ele sonha em encontrar seu primeiro dono, que foi seu maior amigo. No trailer da produção, há uma cena em que um pastor alemão é parceiro de um policial e tenta tirar uma pessoa da água.

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    Diretor e ator de Quatro Vidas de um Cachorro se dizem abalados pelo vídeo de maus-tratos na filmagem

    19 de janeiro de 2017 /

    O vídeo de maus-tratos a um dos cães de “Quatro Vidas de um Cachorro”, divulgado pelo TMZ, repercutiu entre a equipe de produção. O cineasta Lasse Hallstrom, que dirigiu a produção, afirmou não ter visto os abusos, mas reconheceu no Twitter que ficou “muito perturbado com o vídeo”. “Eu não testemunhei essas ações. Estávamos todos empenhados em proporcionar um ambiente amoroso e seguro para todos os animais no filme. Foi-me dito que uma investigação completa dessa situação está em andamento e prometeram-me que qualquer irregularidade será relatada e punida”, ele acrescentou nas redes sociais. Josh Gad, que dubla o cão no longa e nunca foi ao set, também expressou sua preocupação com as imagens no Twitter. “Fico abalado e triste por ver qualquer animal colocado em uma situação contra sua vontade”, disse ele, acrescentando que também pediu ao estúdio “uma explicação para essas imagens perturbadoras”. Por sua vez, a produtora Amblin Entertainment e a distribuidora Universal Pictures optaram pelo texto padrão, emitindo uma declaração conjunta, na qual afirmam que a equipe de produção “seguiu protocolos rigorosos para promover um ambiente ético e seguro para os animais”. A nota ainda acrescenta: “Enquanto continuamos a rever as circunstâncias mostradas nas filmagens editadas, a Amblin está convicta de que mostrou grande cuidado e preocupação com o pastor alemão Hercules, bem como para todos os outros cães durante toda a produção do filme“. O vídeo (que pode ser visto aqui) foi feito em novembro de 2015 no Canadá e mostra um adestrador forçando o pastor alemão Hercules a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão é jogado pelo homem dentro do reservatório. Após um corte, outra imagem mostra que ele submerge e não se sabe se ele sobreviveu. A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), entidade que defende tratamento ético aos animais, pediu boicote ao filme. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. A estreia está marcada para a próxima quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos EUA. pic.twitter.com/GBPpfNRt9b — Josh Gad (@joshgad) January 19, 2017

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  • Etc,  Filme

    Vídeo denuncia maus-tratos e inspira boicote a Quatro Vidas de um Cachorro

    19 de janeiro de 2017 /

    Um vídeo dos bastidores do filme “Quatro Vidas de um Cachorro”, obtido pelo site TMZ, gerou protestos de ativistas e inspira um boicote por causa de supostos maus tratos sofrido por um dos cachorros durante as filmagens. As imagens, feitas em novembro de 2015 no Canadá, mostram um adestrador forçando um pastor alemão a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão, chamado Hercules, parece ser empurrado pelo homem dentro do reservatório. Após um corte, outra imagem mostra que ele submerge e não se sabe se ele sobreviveu. A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), entidade que defende tratamento ético aos animais, pediu boicote ao filme. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. “Quatro Vidas de Um Cachorro” tem estreia marcada para a próxima quinta-feira (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos EUA. Sua história acompanha diversas reencarnações do mesmo cachorro, que a cada retorno à terra volta como uma raça diferente, até conseguir reencontrar seu primeiro dono, muitos anos mais tarde. Enquanto vive suas diferentes vidas, o animal pondera metafisicamente qual o sentido de sua existência. O trailer (que pode ser visto aqui) é todo fofo, mas o vídeo do TMZ oferece uma resposta materialista para sua angústia religiosa. O propósito do cachorro do filme é sofrer para Hollywood faturar com a bilheteria. Veja abaixo.

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    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

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  • Filme

    Gal Gadot reclama dos protestos contra Mulher Maravilha como Embaixadora da ONU

    23 de dezembro de 2016 /

    A atriz Gal Gadot afirmou não entender a polêmica envolvendo a escolha da Mulher Maravilha como Embaixadora Honorária da ONU. “Há tantas coisas horríveis acontecendo no mundo e é contra isso que você está protestando?”, ela comentou, em entrevista à revista americana Time. “Quando as pessoas argumentam que a Mulher Maravilha deveria se cobrir, eu não entendo… Dizem que ‘se ela é inteligente e forte, não pode ser sexy também’. Isso não é justo. Por que ela não pode ser todas essas coisas?”, questionou a atriz. Vale observar que a própria Gadot é um exemplo disso. Neta de sobreviventes do Holocausto, ela foi eleita Miss Israel e competiu no concurso de beleza Miss Universo em 2004, e logo depois disso serviu nas Forças de Defesa de Israel por dois anos – o serviço militar é obrigatório para cidadãos de Israel, independente do sexo. Ela ainda cursou a faculdade de Direito, antes de ser descoberta por um diretor de casting que a escalou na franquia “Velozes e Furiosos”. Então: bonita (confere), forte (confere) e inteligente (confere)… Os protestos em relação à nomeação da Mulher Maravilha como Embaixadora da ONU iniciaram durante a própria cerimônia, quando dezenas de funcionárias da ONU se manifestaram em reprovação, diante de Diane Nelson, presidente da DC Entertainment, a Mulher Maravilha do cinema Gal Gadot e a intérprete da heroína na série dos anos 1970 Lynda Carter. Desde então, uma petição contra a escolha reuniu 45 mil assinaturas, exigindo sua demissão. A razão, segundo o texto, é que, “embora os criadores possam ter pretendido criar uma mulher guerreira e independente, a realidade é que hoje a personagem foi reduzida a uma mulher branca, de seios enormes e proporções impossíveis, espremida num maiô minúsculo”. A ONU anunciou que a participação da Mulher Maravilha seria usada numa campanha para criar conscientização para a Meta 5 de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que prevê que igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres é uma parte essencial na criação de um mundo pacífico e próspero. Dois meses depois, a ONU decidiu revogar o título da heroína. O filme solo da Mulher Maravilha tem estreia marcada para 1º de junho, com Gal Gadot e Chris Pine no elenco, e a personagem também estará em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro.

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    Após protestos, Mulher Maravilha perde o título de Embaixadora da ONU

    13 de dezembro de 2016 /

    Uma mulher à menos na política. E desta vez por pressão de feministas. O jornal inglês The Guardian informou que a Mulher Maravilha perderá o título de Embaixadora de ONU (Organização das Nações Unidas), dois meses depois de ser nomeada, após protestos de feministas. Dezenas de funcionários da ONU protestaram no dia da nomeação da personagem, que aconteceu com a presença de Diane Nelson, presidente da DC Entertainment, a Mulher Maravilha do cinema Gal Gadot e a intérprete da heroína na série dos anos 1970 Lynda Carter. Desde então, uma petição contra a escolha reuniu 45 mil assinaturas, exigindo sua demissão. A razão, segundo o texto é que, “embora os criadores possam ter pretendido criar uma mulher guerreira e independente, a realidade é que hoje a personagem foi reduzida a uma mulher branca, de seios enormes e proporções impossíveis, espremida num maiô minúsculo”. A ONU não explicou o motivo da perda do título, mas o porta-voz Jeffrey Brez disse que campanhas que usam personagens de ficção muitas vezes não duram mais do que alguns meses. Ele citou que os “Angry Birds” foram representantes da ONU para o clima por um dia apenas. A DC, no entanto, disse em comunicado que estava satisfeita com a exposição da personagem para estimular a igualdade de gênero, assim como elevar a conversa global sobre empoderamento feminino. A Mulher-Maravilha foi criada nos anos 1940 por William Moulton Marston, psicólogo inventor do polígrafo, inspirado em seu relacionamento com duas mulheres: sua esposa e também psicóloga Elizabeth Holloway Marston e sua assistente e amante Olive Byrne. A história por trás desse relacionamento a três, compartilhado de comum acordo, vai virar filme com Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), ainda sem previsão de estreia.

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    Michel Temer aumenta verba do MinC e estende benefícios da Lei do Audiovisual até 2022

    8 de novembro de 2016 /

    O Presidente Michel Temer anunciou na noite de segunda (7/11), em cerimônia da Ordem do Mérito Cultural, que irá estender os benefícios da Lei do Audiovisual até 2022. Além dessa continuidade de investimento na produção cinematográfica nacional, o Presidente da República anunciou um aumento de 40% no orçamento do Ministério da Cultura (MinC) para 2017. Segundo ele, o setor está sendo privilegiado em momento de crise e “arrocho” devido à sua importância. “A cultura é o mais importante bem do povo brasileiro. É por meio dela que nós nos comunicamos”, disse Temer, para uma plateia repleta de artistas, que também celebraram o ano do samba e a grande homenageada, Dona Ivone Lara. Vale lembrar que Temer chegou a extinguir o MinC em maio, logo após assumir a presidência, transformando-o numa secretaria subordinada ao Ministério da Educação. A reação negativa da classe artística o fez mudar de ideia e anunciar a recriação do Ministério, nove dias depois.

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    Shailene Woodley será julgada após ser presa por participar de protesto

    25 de outubro de 2016 /

    A atriz Shailene Woodley (“Divergente”) irá a julgamento por invasão de propriedade e perturbação da ordem pública no estado de Dakota do Norte em março. No começo do mês, ela foi presa com outros 27 ativistas que protestavam contra a construção do oleoduto Dakota Access, que passa perto de reservas indígenas. Ela transmitiu sua prisão ao vivo pelo Facebook, foi fichada e, na semana passada, declarou-se inocente das acusações. Documentos do tribunal indicam que o julgamento de Shailene está previsto para a corte estadual de Mandan. Se for considerada culpada, a atriz poderá passar 60 dias na cadeia e ser condenada a multas de até US$ 3 mil. A tribo sioux Standing Rock busca impedir a construção do oleoduto previsto para custar US$ 3,8 milhões sob o argumento de que seu abastecimento de água poderia ser contaminado, além da obra violar um antigo cemitério indígena. Protestos em apoio a tribos locais vem sendo realizados há meses, contabilizando 269 prisões até o último domingo. Na quinta-feira, Woodley publicou um artigo na revista “Time”, dizendo que foi preciso que uma pessoa branca fosse presa para o assunto receber a devida atenção. “Crescemos romanceando a cultura indígena, a arte indígena, a história indígena… sem conhecer a realidade indígena”, criticou a atriz em seu texto, chamando atenção para a pouca visibilidade que os povos originais dos Estados Unidos recebem, apesar de diversos elementos culturais, como mocassins e miçangas, terem sido incorporados na cultura urbana. “Não tenho medo. Estou agradecida, e maravilhada de estar ao lado de tantos guerreiros pacíficos. Os ‘protestos’ de Standing Rock são feitos como cerimônias e orações. Estive com eles. E todas essas narrativas sobre tumultos? Assista ao vídeo que transmiti no meu Facebook e decida quem oferece mais perigo: a polícia, paramentada para o confronto e armada de cassetetes, ou as avós e crianças que cantam e espalham sálvia”, continuou ela, terminando o texto com um chamado para que mais pessoas participem da causa.

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    Mulher Maravilha vira Embaixadora da ONU e ganha novos inimigos: feministas

    22 de outubro de 2016 /

    A Mulher-Maravilha, personagem famosa dos quadrinhos da editora DC, foi nomeada na sexta-feira (21/10) embaixadora da ONU para promover os direitos das mulheres. Apesar do caráter simbólico e do alcance global da personagem, especialmente entre crianças, a cerimônia aconteceu em meio a críticas de organizações feministas e de membros da própria ONU. A cerimônia aconteceu na sede da ONU em Nova York e contou com a presença das atrizes Lynda Carter, que encarnou a Mulher-Maravilha na série de TV da década de 1970, e Gal Gadot, que interpreta a super-heroína no filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” e na produção solo da personagem que estreia em 2017. Foi a primeira vez que as duas se encontraram num evento público, mas pareciam amigas de longa data. De acordo com a organização, a Mulher-Maravilha foi escolhida por ser “símbolo da paz, justiça e igualdade”. Agora, a personagem irá colocar seus super-poderes a serviço da campanha anual da ONU para promover a emancipação de meninas e mulheres. Em seu discurso, Gadot valorizou o aspecto simbólico da escolha: “Às vezes, precisamos de algo ou alguém para aspirar, para ajudar a informar nossas escolhas e dar o exemplo. Esse exemplo pode ser um super-herói como Mulher Maravilha, que pode nos inspirar a ser mais, exigir mais e fazer mais”. Mas a escolha não agradou, surpreendendo a comunidade geek. Durante a cerimônia, uma dezena de manifestantes, de ambos os sexos, deram as costas e alguns ergueram o punho. Um grupo de 350 funcionários da ONU também firmou uma petição para que Ban Ki-moon desista do projeto. O secretário-geral da ONU, entretanto, não compareceu ao evento. Shazia Rafi, dirigente do movimento She4SG, que luta pela nomeação de uma mulher para o cargo de secretária-geral da ONU, considerou “ridícula” a escolha de uma personagem de ficção. “Há tantas mulheres muito reais que poderiam ter sido eleitas”. A funcionária da ONU Cass Durant, que segurava uma placa dizendo “mulheres reais merecem embaixadoras reais” falou que as manifestantes “não acreditam que uma ficção em quadrinhos, com uma mulher vestida como ‘coelhinha da Playboy’, pode passar a mensagem correta para meninas e meninos sobre o que realmente importa”. Para completar, um site criado por manifestantes acusa a Mulher-Maravilha de ser uma pin-up, “a encarnação da garota do calendário – branca, de seios generosos e medidas improváveis – e ainda se veste com a bandeira dos Estados Unidos”. O lançamento da campanha da ONU coincide com o 75º aniversário da primeira aparição da Mulher-Maravilha nos quadrinhos, durante a 2ª Guerra mundial, e ajuda a promover o filme da Warner Bros. que está em produção.

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