Leandro Hassum é processado por gêmeas da vacinação suspeita em Manaus
O comediante Leandro Hassum (“Tudo Bem No Natal Que Vem”) está sendo processado pelas irmãs gêmeas Gabrielle e Isabelle Lins por um comentário no programa “Encontro”, com Fátima Bernardes. Ao participar da atração da Globo em 22 de janeiro, Leandro Hassum chamou as irmãs de “burras” por supostamente terem furado a fila para tomar a vacina contra covid-19. Agora, as gêmeas querem uma indenização de R$ 100 mil por danos morais. Para quem não lembra, as duas protagonizaram um caso suspeitíssimo. Herdeiras de uma família rica, foram nomeadas para cargos comissionados na secretaria municipal da Saúde de Manaus, a Semsa, um no dia 18 e a outra em 19 de janeiro, justamente a véspera e o primeiro dia de vacinação na capital do Amazonas, conforme consta no Diário Oficial do município. Graças a isso, ambas foram imunizadas, apensar de não atuarem na linha de frente do combate ao coronavírus, num período em que só profissionais da saúde da linha de frente deveriam receber o imunizante. Para completar, logo após terem tomado a segunda dose da vacina, – e antes de completarem um mês na função – , as duas pediram exoneração dos cargos administrativos, em 12 de fevereiro. Como a família de Isabelle e Gabriele é dona da Universidade Nilton Lins, do Hospital Nilton Lins e até de um haras, o Ministério Público do Estado do Amazonas abriu uma investigação para verificar se houve fraude no processo de aplicação dos imunizantes na capital amazonense por interesses políticos e econômicos por parte do prefeito David Almeida. Em seu programa, Fátima Bernardes perguntou a Leandro Hassum o que ele pensava sobre a história. Revoltado, o humorista fez piada com a inteligência das jovens, que postaram o feito nas redes sociais. “Quando eu vejo que posta, eu já acho burra. Primeira coisa que me vem é: burra. Burra, né, amor? Na boa, quer fazer besteira, por que posta? ‘Olha eu fazendo besteira aqui, gente’? Acho um absurdo, Fátima”, declarou Hassum ao vivo. Por conta disso, a reação das gêmeas pode acabar dando razão a Hassum. Afinal, não parece muito inteligente chamar mais atenção para um fato que nunca soou bem. O processo abre as portas para uma verificação mais detalhada do caso e devolve o escândalo à cobertura da imprensa nacional. Em seu processo, elas argumentam que são médicas e que estavam exercendo funções dentro de uma Unidade Básica de Saúde de Manaus. Mas não explicam porque a função só durou o curto tempo da vacinação. Elas exigem R$ 100 mil de indenização por danos morais, R$ 50 mil para cada uma, além de uma retratação nas redes sociais de Hassum. Elas já perderam a primeira batalha na Justiça ao pedirem que o processo fosse colocado em sigilo, mas a juíza Ida Maria Costa de Andrade, da 15ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, negou a solicitação. Eu sou só o @LeandroHassum direto sobre as irmãs de Manaus que furaram fila pra ser vacinadas pic.twitter.com/Btwa8tovpY — Dudu (@Dudu) January 22, 2021
Amber Heard comemora nova derrota de Johnny Depp na Justiça
A atriz Amber Heard postou fotos provocativas em seu Instagram no domingo (28/3), quatro dias após Johnny Depp sofrer nova derrota na Justiça britânica, com a recusas de seu pedido de apelação da sentença de seu processo contra o jornal The Sun. A sentença original, que deu vitória ao The Sun, considerou que havia farta evidência para o jornal chamá-lo de “espancador de esposa”. Como quem não quer nada, a atriz de “Aquaman” postou duas fotos. Na primeira, de 2016, ela aparece com o rosto machucado e acompanhada de sua advogada, durante a audiência de queixa de violência doméstica, que rendeu uma ordem de restrição contra Depp, proibindo o ator de se aproximar dela. Já a segunda, do ano passado, mostra Heard na chegada do julgamento do recente processo movido por Depp contra o jornal The Sun. Ela apontou que ambas as imagens tinham algo em comum: um vestido preto. “Um vestido, quatro anos de diferença. Às vezes é importante usar a mesma coisa duas vezes”, escreveu a atriz na legenda da publicação. Johnny Depp processou o tabloide britânico por difamação na Alta Corte de Londres, acusando o jornal de escrever em 2018 que ele era um “espancador de esposa”. Amber foi convocada como testemunha da defesa e convenceu o juiz Andrew Nicol de que Depp tinha sido violento com ela em pelo menos 12 ocasiões. O juiz rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal – 630 mil libras ou aproximadamente R$ 4,5 milhões. O jornal publicou que Depp era um “espancador de esposa” dois anos depois que Amber usou pela primeira vez o seu vestido preto de luto.
Meghan Markle leva uma das principais agências de paparazzi dos EUA à falência
A Splash News & Picture Agency, uma das mais conhecidas agências de paparazzi dos EUA, entrou com pedido de falência nos EUA. E um dos motivos alegados foi um processo da atriz e duquesa Meghan Markle. No documento que apresenta o pedido judicial, a presidente da Splash, Emma Curzon, listou três causas para o motivo da falência. Uma delas foi a pandemia global, que diminuiu a quantidade de celebridades participando de festas e dando mole para flagrantes ultrajantes, afetando assim a capacidade da agência de ganhar dinheiro. Para complicar, a situação se tornou verdadeiramente insustentável por conta de dois processos. Um deles é de uma ex-funcionária que alega assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O outro é de Meghan Markle, que se tornou a principal fonte de despesas da Splash. Meghan entrou com uma ação milionária por violação de privacidade contra a Splash, que precisou fazer um empréstimo de quase US$ 1 milhão para se defender. Entretanto, com falta de recursos, a empresa não conseguiu honrar os pagamentos, o que a levou a pedir falência como forma de se proteger e evitar que os credores assumissem seus bens. A briga de Meghan com a Splash é por causa de fotos tiradas durante uma “excursão particular de família” em um parque no Canadá. “O caso envolve questões relacionadas à liberdade de expressão sob a lei do Reino Unido e, infelizmente, provou ser insuportavelmente caro para a Splash continuar sua defesa”, disse Curzon. “Além disso, caso os demandantes prevalecessem nesse caso, provavelmente resultaria em uma grande indenização de honorários advocatícios contra a Splash. Não obstante o mérito do caso, a empresa tentou resolver a questão, mas não conseguiu chegar a um acordo financeiro de liquidação dentro de seus recursos.” Os representantes de Meghan não aceitaram a oferta para encerrar a ação e ela continuou correndo na Justiça, drenando ainda mais os recursos da agência. Importante observar que, enquanto a Splash lutava para provar seu direito à liberdade de expressão contra Markle, também entrou com processos contra várias celebridades por usaram fotos de si mesmas tiradas por paparazzi da agência. A Splash foi pioneira em ações contra pessoas por postarem fotos de si mesmas sobre as quais não teriam direitos. Entre os alvos das ações estão Jennifer Lopez, Jessica Simpson, Liam Hemsworth e Nicki Minaj. O mesmo argumento é usado pelos advogados de Meghan Markle contra a agência, alegando que ela não tinha recebido autorização não tinha direito a tirar as fotos para começar.
Nego Di revela que está sendo processado pela Globo
Nego Di, terceiro eliminado do “BBB 21”, disse que recebeu nesta semana uma notificação judicial da Globo por quebra de contrato de exclusividade. Em participação na madrugada desta quarta (17/3) no programa “Bate Boca Brasil”, disponibilizado na página do YouTube do jornal Metrópole, o ex-“BBB” disse que já esperava ser acionado judicialmente. Ele rompeu uma causa contratual ao dar uma entrevista sem autorização para um veículo que não pertencia à Globo. Os participantes precisam esperar o final da edição para falar com concorrentes da emissora. O humorista afirmou que, por considerar que não teve espaço para se defender na emissora, começou a falar com outros veículos de comunicação, como o programa “Pânico”, na Jovem Pan, e o próprio “Bate Boca Brasil”. O valor da multa, segundo ele, é de R$ 1,5 milhão, mesmo valor do prêmio para o vencedor do “BBB 21”. “A minha diferença para Globo é que eu não tenho R$ 1,5 milhão. Vou contra-atacar, tenho argumentos e tenho como me defender. Estou muito a fim desse processo, porque eu não tenho muito o que me tirarem, mas se eu ganhar, vai ser estouro. Os caras poderiam ter sido humanos comigo. Acharam que eu não fosse falar”, afirmou. Nego Di foi eliminado do BBB 21 com 98,76% de rejeição, índice só superado posteriormente por Karol Conká, que teve 99,17% dos votos. Mas ele afirma que, enquanto foi abandonado pela produção após sair do programa, passando a sofrer ameaças de haters, a rapper ganhou bastante espaço para se defender. “Nas primeiras entrevistas, eu estava pedindo autorização [da Globo], mas quando a Karol saiu, tinha um esforço da empresa para limpar a barra dela. E o jogo dela foi muito mais pesado que o meu”, afirmou. Após ser eliminada, a rapper participou do “Domingão do Faustão” e do “Fantástico”. “A minha carreira também é importante, a minha sanidade mental também é importante, mas eu não tive nenhum tipo de estrutura”, disse. Nego Di afirmou que já está com advogado para se defender no processo judicial. Vejo abaixo o vídeo com a participação do ex-BBB. Ele aparece após 57 minutos de conversas sobre o paredão que eliminou o rapper Projota do reality show.
Carlos Bolsonaro publica foto de Marquezine nua e processa atriz
O vereador carioca Carlos Bolsonaro publicou na quinta-feira (11/3) no Twitter uma foto da atriz Bruna Marquezine nua, com detalhes cobertos por estrelas, ao anunciar processo contra ela e o youtuber Felipe Neto. A imagem integrou uma montagem do filho do Presidente da República, acompanhada pelo texto de dois artigos do Código Penal sobre o crime de calúnia. Felipe Neto comentou em suas redes sociais: “Carluxo afirmou ter aberto queixa-crime contra mim e Bruna Marquezine pelo crime de ‘calúnia’ contra o Presidente da República. Para ilustrar, ele pegou uma foto da Bruna nua em um trabalho de dramaturgia, com estrelas vermelhas no lugar dos mamilos. Esse é o nível dessa gente”. Em sua postagem, o representante municipal não detalhou qual teria sido a “falsa imputação” feita pelos dois. No começo de março, Bruna Marquezine detonou o pai do vereador, escrevendo “Monstro genocida” em seu Stories do Instagram, junto de uma imagem de Bolsonaro, e repostou um vídeo em que o presidente demonstrou sua educação ao dizer que para comprar vacina contra covid-19 agora “só se for na casa da tua mãe”. Na sequência, ela disparou: “Desgraçado”. O Youtuber também chamou Bolsonaro de “Genocida” em suas redes sociais e diz que paga pra ver. “Carlos, um recado pra você: eu enfrento essa articulação do ódio há muito tempo. Você não me amedronta. Não é só a razão que está ao meu lado, mas também mais de 41 milhões de pessoas. Vocês podem botar medo em quem não tem como se defender, mas aqui não tem essa. Estamos prontos para todo tipo de covardia do lado de vocês e não vamos nos calar em função dessas tentativas nojentas de silenciamento. Os governantes devem temer seu povo, NUNCA o contrário. Nós vamos vencer”, afirmou Felipe Neto. Procurada pela imprensa, a assessoria da atriz afirmou que ela não iria se pronunciar. Mas milhares de outras pessoas já se manifestaram. A busca por “Bolsonaro genocida” resulta em 1,3 milhão de links na homepage do Google. Já “Bolsonaro desgraçado”, embora menos popular, resulta em 139 mil links. Código Penal Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga. pic.twitter.com/RKldKx1D80 — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) March 11, 2021 Carluxo afirmou ter aberto queixa-crime contra mim e @BruMarquezine pelo crime de "calúnia" contra o Presidente da República. Para ilustrar, ele pegou uma foto da Bruna nua em um trabalho de dramaturgia, com estrelas vermelhas no lugar dos mamilos. Esse é o nível dessa gente. pic.twitter.com/ixRTlL7DQL — Felipe Neto (@felipeneto) March 11, 2021
Dani Calabresa processa Marcius Melhem por divulgar mensagens privadas
Conforme já tinha anunciado, a defesa da comediante Dani Calabresa entrou com ação na Justiça contra o ex-diretor do núcleo de humor da Globo Marcius Melhem por “divulgação de segredo” e “perturbação da tranquilidade”, devido à exposição na mídia de mensagens trocadas pelos dois no WhatsApp. A ação, que foi protocolada em São Paulo, corre em segredo de justiça. Os dois comediantes vêm travando diversas batalhas judiciais desde que a advogada Mayra Cotta, que representa atrizes da Globo, denunciou Melhem por assédio moral e sexual, numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em outubro passado. Dois meses depois, a revista Piauí publicou uma reportagem que descreveu fatos graves cometidos por Melhem, apresentando Calebresa como vítima de forte assédio. Após a publicação, a defesa de Melhem enviou uma notificação extrajudicial para Calabresa, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Ana Carolina Pivoesana, como medida preparatória para fundamentar um futuro processo. O documento legal reproduziu mensagens de voz enviadas pela atriz, que, segundo Melhem, comprovariam a intimidade que ele tinha com a atriz. A Folha de S. Paulo publicou o conteúdo do documento, acompanhado por uma entrevista com Melhem. Só então foi dada entrada no Ministério Público Federal (MPF) de um pedido de investigação contra o ex-diretor da Globo, e foi tomada a decisão de deflagrar um processo criminal pelo fato dele ter divulgado áudios de Calabresa, com um pedido de indenização por danos morais à atriz. Melhem também entrou com uma ação de indenização por danos morais e materiais contra Calabresa por sugerir que ele a tinha assediado.
Processo de Johnny Depp contra Amber Heard é adiado em um ano
O aguardado reencontro entre Johnny Depp e Amber Heard nos tribunais foi adiado em um ano. O julgamento em que Depp processa a ex-esposa em US$ 50 milhões por difamação, após Heard sugerir ser vítima de violência doméstica, estava marcado para começar em 7 de maio, mas agora só acontecerá em 11 de abril de 2022, com previsão de duração de cerca de duas semanas. Este não foi o primeiro adiamento do caso, que originalmente deveria ter sido julgado em setembro passado. O motivo alegado para o novo atraso foi o mesmo apresentado antes: a pandemia de coronavírus. O estado de Virgínia, onde o processo foi registrado, está priorizando julgamentos criminais durante a pandemia e, assim, a data reservada para a ação civil de Depp foi retomada pela Justiça estadual para a realização de um julgamento de assassinato, em que o suspeito já se encontra preso. O processo foi iniciado em março de 2019, depois que Heard escreveu um artigo no jornal Washington Post sobre ser vítima de violência doméstica. Publicado em dezembro de 2018, o texto não nomeia o ator, mas Depp alegou que foi prejudicado por ele, pois teria lhe custado um trabalho bem remunerado no planejado reboot de “Piratas do Caribe” na Disney. A papelada também afirma que, na verdade, Depp é quem foi a verdadeira vítima no casamento de curta duração do casal, escandalosamente encerrado em 2016, com a aparição de Amber Heard com hematomas no rosto. “Sra. Heard não é vítima de violência doméstica, ela é perpetradora ”, diz o processo do ator. Em resposta, Amber Heard abriu seu próprio processo de difamação contra Depp, buscando o dobro da indenização, numa causa de US$ 100 milhões, que deve ser julgada na sequência. Durante a preparação do caso, advogados de Depp e Heard já convocaram várias testemunhas e instituições para darem depoimentos e/ou apresentarem provas no processo. Entre os arrolados estão o bilionário Elon Musk (dono da Tesla), a Disney e a polícia de Los Angeles. Além dessa ação, Depp tenta conseguir uma novo julgamento no Reino Unido após ser derrotado em seu processo contra o jornal The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O Tribunal de Apelação do Reino Unido vai ouvir o ator entre 15 e 31 de março para decidir se lhe dará uma segunda chance para provar ser vítima de campanha difamatória.
Allen v. Farrow: Série documental é processada por editora de Woody Allen
O conteúdo polêmico da série documental “Allen v. Farrow” está motivando um processo na Justiça. E não é de Woody Allen, alvo de denúncias demolidoras da produção, que o acusa de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva de 7 anos, Dylan Farrow, nos anos 1990. A Skyhorse Publishing, editora responsável pelo lançamento do audiobook do recente livro de memórias de Woody Allen, “A Propósito de Nada”, revelou que planeja processar a HBO e os cineastas responsáveis pela atração por violação de direitos autorais. A série utiliza trechos do audiobook sem permissão. “Nem os produtores nem a HBO abordaram a Skyhorse para solicitar permissão para usar trechos do audiobook”, disse a editora em nota oficial. “A Skyhorse recebeu informações de segunda mão apenas no final da semana passada de que cada um dos quatro episódios do documentário faz uso extensivo de trechos do audiobook”, acrescenta o texto. “Prontamente na sexta-feira (19/2), nosso advogado notificou o advogado da HBO por carta que se o uso do audiobook fosse próximo ao que estávamos ouvindo, isso constituiria violação de direitos autorais. A HBO não respondeu à nossa carta”. “Tendo visto agora o primeiro episódio, acreditamos que o uso não autorizado do audiobook é uma violação clara e intencional de precedente legal existente, e que os outros episódios também infringirão, ao se apropriarem do audiobook de maneira semelhante”, continuou a Skyhorse. “Tomaremos as medidas legais que considerarmos necessárias para reparar nossos direitos e os de Woody Allen sobre sua propriedade intelectual.” A Skyhorse não entrou em detalhes sobre seus planos futuros além desta declaração. Uma nota da defesa dos diretores do documentário, Amy Ziering e Kirby Dick, alega que “os criadores de ‘Allen v. Farrow’ usaram legalmente trechos limitados de áudio das memórias de Woody Allen, sob a doutrina do uso justo”. A “Fair Use Doctrine”, referida acima, permite que material protegido por direitos autorais seja usado sem permissão em certas reportagens, críticas e outros formatos específicos. Mas essa permissão geralmente é restrita a menos de 10 segundos do referido material. Trechos do livro de memórias narrado por Allen estão previstos para todas as quatro partes da série. Apenas o primeiro episódio apresentou mais de três minutos extraídos diretamente da publicação. A HBO não se manifestou sobre a violação dos direitos autorais. Vale destacar uma ironia no uso do livro no documentário que tem apoio da família Farrow. Ronan Farrow, irmão de Dylan, chegou a lançar campanha nas redes sociais para impedir a publicação do livro, chegando a chantagear a editora original, a Hachette, por quem também publica sua obras. Ele chamou a iniciativa de lançar o livro de “falta de ética” e teve uma vitória parcial após funcionários da Hachette ameaçarem greve contra a publicação – a primeira vez que funcionários de uma editora fizeram campanha a favor da censura de um livro. Aceitando a pressão, a Hachette desistiu da publicação, que foi simplesmente lançada por outra editora. Agora, esta editora, a Skyhorse, alega crime de violação de direitos – além de “falta de ética” – no uso do livro pela equipe do documentário, em que Ronan aparece com proeminência.
FKA Twigs diz que Shia LaBeouf atirava em cachorros para entrar em personagem
A cantora britânica FKA Twigs contou mais detalhes de seu relacionamento conturbado com Shia LaBeouf, que ela está processando por agressão e comportamento abusivo. FKA Twigs falou sobre o assunto em uma entrevista de capa da atual edição da revista Elle, revelando que o ator de “Transformers” tinha o costume de atirar em cachorros de rua para “entrar no personagem”. LaBeouf teria lhe dito que estava seguindo um método de preparação para o seu papel em “The Tax Collector”, quando atirou em um cachorro. Segundo a cantora, quando ela questionou seu comportamento covarde, LaBeouf teria respondido: “’Eu levo minha arte a sério. Você não está me apoiando na minha arte. Isto é o que eu faço. É diferente de cantar. Eu não apenas subo no palco e faço alguns movimentos. Eu estou no personagem’”. “Ele me fez sentir mal, como se eu não entendesse o que era ser um ator ou fazer isso… o método [técnica de atuação]”, explicou FKA Twigs. O ator também fez uma tatuagem real no peito para estrelar o filme escrito e dirigido por David Ayer (“Esquadrão Suicida”). O resultado de tanta dedicação não teve mais que 20% de aprovação da crítica americana, na média calculada pelo site Rotten Tomatoes. “O que deu em Shia LaBeouf para fazer uma tatuagem enorme para este filme de gângster insatisfatório?”, escreveu o famoso crítico Richard Roeper do jornal Chicago Sun-Times. “Uma das experiências de cinema mais atrozes do ano”, resumiu o jornal Los Angeles Times. E que se torna ainda mais atroz quando se descobre que pode ter custado a vida de alguns cachorros. Em dezembro, quando o processo foi oficializado por Twigs, LaBeouf não negou os abusos que cometeu contra FKA Twigs. “Eu tenho sido uma pessoa abusiva comigo mesmo e com as pessoas ao meu redor por anos. Tenho um histórico de machucar aqueles que são mais próximos de mim. Sinto vergonha deste histórico e peço desculpas àqueles que machuquei. Não posso dizer nada além disso”, comentou. Meses depois, no entanto, o advogado do ator disse o oposto em documentos oficiais do caso. Na defesa de seu cliente, Shawn Holley disse que ele “nega, de forma geral e específica, cada uma e todas as alegações” levantadas por Twigs, e alega que cantora não sofreu “qualquer perda ou prejuízo” por causa de seu relacionamento com LaBeouf. Enquanto o processo corre, LaBeouf decidiu se internar em uma clínica de reabilitação.
FKA Twigs dá mais detalhes dos abusos de Shia LaBeouf
A cantora britânica FKA Twigs deu mais detalhes sobre suas acusações contra o ex-namorado, o ator Shia LaBeouf (“Transformers”), que ela está processando por agressão e comportamento abusivo. Ela falou sobre o assunto à revista Elle e ao programa “CBS This Morning”, do canal americano CBS. “É um milagre que eu tenha saído viva. E acho que foi sorte. Honestamente, eu gostaria de poder dizer que encontrei forças, ou vi a luz [para deixar o relacionamento]. Eu gostaria de poder dizer que isso é um testamento ao meu caráter forte, ou à forma como a minha mãe me criou. Mas não foi nada disso. Foi pura sorte”, ela contou à Elle, numa reportagem de capa da nova edição da publicação. Na época do processo, a cantora descreveu incidentes em que LaBeouf a teria acordado no meio da noite com as mãos em sua garganta, ameaçando sufocá-la, em que ele deixou hematomas em seus braços e pulsos pela maneira como a segurava e puxava durante discussões, e em que ele propositalmente a infectou com uma doença sexualmente transmissível. Agora, contou outros momentos terríveis da relação. “Ele me acordava no meio da noite dizendo que eu estava ‘imaginando um plano para deixá-lo’, mas eu só estava dormindo. Então ele me obrigava a dormir nua, para mostrar que não estava ‘me escondendo dele'”, Twigs disse ao “CBS This Morning”, em sua primeira entrevista televisiva sobre o caso. Ela completa a informação dizendo ter descoberto que essa é uma tática comum entre abusadores. “Eles querem que você esteja disponível o tempo todo, como se tudo fosse centrado ao redor deles. Eu acho que é por isso que eu quis tornar todos os detalhes públicos, para que mais pessoas possam reconhecer os sinais de abuso desde o princípio”, disse. “É uma ferida muito recente para mim, obviamente. Eu sei que a minha jornada não será perfeita, mas espero que, com os pequenos passos que estou dando, possa inspirar outras pessoas a tomarem as suas vidas de volta. Contando tudo isso, eu devolvi a disfunção [de LaBeouf] para ele.” Em dezembro, quando o processo foi oficializado por Twigs e por outra ex-namorada de LaBeouf, Karolyn Pho, o ator não negou os abusos. “Eu tenho sido uma pessoa abusiva comigo mesmo e com as pessoas ao meu redor por anos. Tenho um histórico de machucar aqueles que são mais próximos de mim. Sinto vergonha deste histórico e peço desculpas àqueles que machuquei. Não posso dizer nada além disso”, comentou. Meses depois, no entanto, o advogado de LaBeouf disse o oposto em documentos oficiais do caso. Na defesa do ator, Shawn Holley diz que ele “nega, de forma geral e específica, cada uma e todas as alegações” levantadas por Twigs, e alega que cantora não sofreu “qualquer perda ou prejuízo” por causa de seu relacionamento com LaBeouf. Enquanto o processo corre, o ator decidiu se internar em uma clínica de reabilitação.
Google estaria devendo R$ 2,8 milhões a Marieta Severo por fake news
O colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, chamou atenção neste domingo (31/1) para do fato de Marieta Severo ter vencido há quase dois anos na Justiça um processo que exigia que Google e Yahoo retirassem do ar links para 25 endereços eletrônicos a conteúdos falsos relativos a ela. Mas as empresas vêm descumprindo a ordem do 6º Juizado Cível do Rio. Um texto que a atriz jamais escreveu foi lançado em 25 de janeiro de 2018, antecipando o clima das eleições presidenciais com uma série de críticas grosseiras e agressivas contra o ex-presidente Lula. O texto circulou em blogs de bolsonaristas, redes sociais e em grupos de WhatsApp. Mas era de Márcio Didier, que o publicou no blog Papo Inverso. Em seguida, ele ressurgiu no blog Café com Kibe como fosse de “autor desconhecido”. E a partir daí ganhou magicamente a assinatura de Marieta Severo. O Google recorreu e perdeu. A Justiça determinou, então, o aumento da multa diária. Era de R$ 5 mil e passou a ser de R$ 7 mil pelo descumprimento da decisão. Segundo o colunista, pelas contas do advogado da atriz, o Google já deve R$ 2,8 milhões à intérprete de “A Grande Família”.
Amber Heard intima Disney e polícia de Los Angeles a revelar informações sobre Johnny Depp
Se o público acha que já sabe de todos os podres possíveis de Johnny Depp, as próximas batalhas jurídicas do ator prometem transformar as revelações do processo que ele perdeu no ano passado contra o jornal The Sun em mero teaser. Depp processou sua ex-esposa, Amber Heard, em US$ 50 milhões por insinuar ter sofrido violência doméstica durante o casamento, e ela reagiu com seu próprio processo de US$ 100 milhões por ele difamá-la e tentar destruir a carreira dela. E em preparação para ambos os casos, a equipe de advogados da estrela de “Aquaman” protocolou intimações para o Walt Disney Motion Picture Group e o Departamento de Polícia de Los Angeles revelaram documentos e prestarem testemunhos sobre o comportamento do ator. Nas intimações enviadas nesta quarta (13/1), Heard não quer apenas a papelada da Disney sobre o que realmente se passou nos bastidores das filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. Ela pretende extrair um depoimento oficial do estúdio sobre o assunto. O documento pede “todas as informações relacionadas a documentos e comunicações de qualquer natureza” sobre Depp e “incidentes de uso de drogas ou álcool (incluindo uso suspeito de drogas ou álcool)” do ator. Além disso, busca detalhes sobre “quaisquer atrasos causados pelo Sr. Depp”, “quaisquer incidentes de violência ou abuso por parte do Sr. Depp”, qualquer informação sobre a influência do ator em “contratações e elenco” e “desentendimentos com escritores, diretores ou produtores durante a filmagem, edição e/ou no lançamento de ‘Piratas 5’”. Além disso, para aprofundar o possível espetáculo público, os advogados de Heard querem “todas as informações relativas a todos os documentos e comunicações de qualquer natureza entre a Disney e o Sr. Depp de 1° de janeiro de 2018 até o presente.” O filme de menor bilheteria da franquia “Piratas do Caribe” nos EUA foi lançado em maio de 2017, após uma série de supostos problemas de produção perturbadores. Em um ponto, toda a filmagem na Austrália foi interrompida e custou milhões à Disney, já que Depp teve de ser levado para os Estados Unidos para uma cirurgia. O ator cortou a ponta de um de seus dedos no que teria sido uma briga, alimentada por drogas, com Heard. Na verdade, a franquia “Piratas do Caribe” desempenhou um grande papel nesse caos jurídico desde o início. Depp processou Heard no tribunal estadual da Virgínia por US$ 50 milhões em março de 2019 depois que ela escreveu um artigo no jornal Washington Post sobre ser vítima de violência doméstica. O texto de dezembro de 2018 nunca mencionou Depp, mas o litigioso ator alegou que isso prejudicou sua reputação e custou-lhe seu papel no planejado reboot de “Piratas do Caribe”. O processo aberto pelo ator diz que, na verdade, ele é que é a verdadeira vítima no breve casamento do casal, que terminou em 2016, com a atriz aparecendo no tribunal do divórcio com o rosto machucado e com Depp proibido de se aproximar dela. “A Sra. Heard não é vítima de violência doméstica, ela é uma perpetradora”, diz o documento processual. Heard rebateu com seu próprio processo de US$ 100 milhões. Recentemente, Depp tentou fazer com que o caso da atriz fosse rejeitado, mas não conseguiu. Em novembro do ano passado, ele também perdeu sua ação de difamação contra o jornal The Sun, no Reino Unido, que o chamou de “espancador de esposa”. O juiz desse processo aceitou o testemunho de Heard e considerou que Depp é um homem capaz de violência doméstica. Os advogados da atriz também querem, para os novos processos, que a LAPD entregue “filmagens da câmera do corpo” de dois policiais e “todos os documentos e comunicações de qualquer natureza gerados, enviados ou recebidos relativos às ligações para o 911 relativas à residência de Depp em 21 de maio de 2016, ligadas à Sra. Heard”. Referindo-se ao incidente contestado por Depp, que levou aos pedidos de uma ordem de restrição e ao divórcio logo em seguida, a intimação abrangente acrescenta que “isso inclui todos os relatórios internos e externos, comunicações e outros documentos”. Talvez no mais revelador dos objetivos de ambas as intimações, o pedido do LAPD também quer “todos os documentos e comunicações de qualquer natureza com o Sr. Depp e/ou qualquer um dos agentes do Sr. Depp, advogados ou outros que agiram em seu nome, de 21 de maio de 2016 até o presente”. Os advogados de Heard estabeleceram um prazo de 8 de fevereiro para os policiais de Los Angeles entregarem o material. As intimações certamente causarão repercussões e alimentarão os tabloides sensacionalistas com muitas revelações impactantes.
Johnny Depp acusa Amber Heard de mentir sobre doação de dinheiro do divórcio
O ator Johnny Depp resolveu acusar a ex-mulher Amber Heard de ter embolsado os US$ 7 milhões de seu acordo de separação, apesar de ter alardeado que doaria esse dinheiro destinado ao Hospital Infantil de Los Angeles e a uma ONG de Liberdades Civis. Heard declarou que não queria o dinheiro de Depp após sua separação explosiva em 2016 e, em vez disso, prometeu dividir o pagamento entre duas instituições de caridade. Mas os advogados do ator acreditam que o gesto altruísta foi uma “farsa” e passaram o ano passado tentando levantar com o Children’s Hospital de Los Angeles e a American Civil Liberties Union para descobrir quanto eles realmente receberam da atriz. Corroborando a versão de Depp, o jornal Daily Mail do Reino Unido publicou que Heard doou apenas US$ 541 mil dos US$ 7 milhões prometidos. A publicação ainda diz, sem fontes, que supostos diretores da instituição infantil ficaram tão preocupados que escreveram para Heard em junho de 2019 para perguntar se a promessa seria cumprida. A notícia veio à tona no momento em que Depp tenta conseguir um novo julgamento nos tribunais de Londres, após ser derrotado no processo que moveu por difamação contra o jornal The Sun por ser chamado de “espancador de esposa”. Na derrota judicial de Depp, o juiz Andrew Nichol chegou a citar a doação de Amber Heard como um gesto nobre: “A doação de US$ 7 milhões para a caridade dificilmente é o ato que se esperaria de uma aproveitadora”, disse ele. A advogado da atriz, Elaine Bredehoft, disse em comunicado que “Amber já foi responsável por doações para causas beneficentes e pretende continuar a contribuir e, eventualmente, cumprir sua promessa”. Ele acrescentou: “No entanto, Amber atrasou-se nessa meta porque o Sr. Depp entrou com um processo contra ela e, consequentemente, ela foi forçada a gastar milhões de dólares defendendo as falsas acusações do Sr. Depp contra ela.” Bredehoft também alega que os representantes legais de Depp estão propositalmente especulando sobre o status da doação de Heard para desviar o foco dos problemas legais em andamento do ator. Ela afirma: “O esforço do Sr. Depp para espalhar histórias na mídia criticando Amber por ainda não ter cumprido todas as doações que ela prometeu à caridade é mais uma tentativa desesperada de desviar a atenção das conclusões do Tribunal do Reino Unido relativas às alegações de Sr. Depp cometer abuso doméstico e violência.”












