Dolph Lundgren critica refilmagens e cortes de “Aquaman 2”
O ator Dolph Lundgren (“Mercenários 4”) não gostou da versão final de “Aquaman 2: O Reino Perdido”, que está em cartaz nos cinemas. Para o intérprete do Rei Nereus, o filme era bem melhor antes das refilmagens encomendadas pela Warner, a ponto de considerar incompreensível a necessidade de voltar ao set depois de ver a primeira versão da produção. Para ele, as refilmagens só aconteceram para diminuir o papel de Amber Heard, o que dá credibilidade a rumores sobre os bastidores da produção. “Acabei de perceber que foi algum tipo de decisão corporativa de tentar limitar a participação de Amber Heard e, como estou interpretando seu pai, fui cortado junto”, disse Lundgren ao site Comicbook. “Fiquei desapontado pelo público, porque acho que o roteiro original era ótimo e o corte original — vi um pouco dele – estava muito bom. Então, não vi razão para refilmar e remodelar a história, o que obviamente levou à decepção dos espectadores e não apenas à minha.” A sequência chegou aos cinemas no final de dezembro após campanha dos fãs de Johnny Depp para que Amber fosse cortada da produção, devido à batalha judicial entre ela e o ator, seu ex-marido, envolvendo acusação de abuso doméstico. A Warner Bros. removeu Depp de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após Depp ser derrotado num julgamento na Inglaterra, e os fãs queriam que o estúdio fizesse o mesmo com Heard, já que ela perdeu outro processo nos EUA. Uma petição online alcançou mais de 1,5 milhão de assinaturas. Embora seu papel tenha sido mantido, durante a produção houve relatos de que ele seria muito diminuído, o que de fato acabou acontecendo. Heard confirmou na Justiça que as versões mais recentes do roteiro reduziram sua participação drasticamente. “Recebi um roteiro e depois novas versões do roteiro que haviam tirado cenas com ação, que retratavam meu personagem e outro personagem — sem dar spoilers — lutando um com o outro, e basicamente retiraram uma grande parte do meu papel.” Fora do tribunal, a atriz foi mais comedida sobre a situação e não comentou os cortes durante a estreia – que ela não foi convidada a divulgar. Ela preferiu agradecer aos fãs nas redes sociais e silenciar sobre a equipe de produção. “Depois de todo esse tempo, ‘Aquaman 2’ fez seu ‘splash’ (desculpe, é muito fácil)”, ela escreveu no Instagram, junto com uma série de fotos do set do filme. “Obrigada a todos os meus fãs pelo apoio avassalador e amor no retorno de Mera em AQ. Muito obrigada.” O diretor James Wan deu outra versão para a diminuição do papel da atriz. “Eu sempre apresentei isso a todos desde o início. O primeiro ‘Aquaman’ foi a jornada de Arthur (Jason Mamoa) e Mera (Heard). O segundo filme sempre seria sobre Arthur e Orm (Patrick Wilson)”, ele afirmou à revista Entertainment Weekly. “Então, o primeiro foi um filme de ação-aventura romântico, o segundo é um filme de ação-aventura de ‘bromance’. Vamos deixar assim.”
Mia Goth é acusada de chutar cabeça de figurante
A atriz Mia Goth foi processada por um figurante de seu novo filme, que a acusou de chutá-lo intencionalmente na cabeça durante uma cena de “MaXXXine”. O diretor Ti West e o estúdio A24 também foram citados na denúncia, apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. O ator James Hunter, que abriu o processo, alega que sofreu uma concussão após ter a cabeça chutada durante a produção do longa-metragem, que completa uma trilogia estrelada por Goth e dirigida por Ti West – os outros filmes são “X – A Marca da Morte” e “Pearl”. No processo, Hunter declara que foi contratado por três dias de trabalho para interpretar o papel de “Paroquiano Morto”. Na primeira noite de gravação, ele deitou no chão por várias horas, coberto em sangue falso em meio a “formigas e mosquitos”. Segundo sua versão, Goth deveria passar correndo por ele, tropeçar em seu corpo, olhar para baixo e continuar a correr. Entretanto, na quarta tomada, Goth quase pisou em cima dele. Hunter avisou o segundo assistente de direção e o comentário foi levado à atriz. Na tomada seguinte, de acordo com o processo, Goth deliberadamente o chutou na cabeça com a bota que utilizava. Após a cena ter sido filmada, Hunter disse que estava no banheiro quando Goth entrou e “zombou” e “desprezou” o ator, desafiando-o a fazer alguma coisa a respeito. Hunter diz que sentiu dores em sua cabeça e, ao voltar para casa, ficou tonto e teve de parar duas vezes. No dia seguinte, a agência de casting informou que a produção não o queria de volta nos próximos dois dias. O processo acusa Goth de agressão e também inclui a rescisão injusta de contrato pela A24. Ele pede pelo menos US$ 250 mil de indenização, mais danos punitivos. MaXXXine, que traz Goth de volta ao papel da atriz de filmes adultos Maxine, única sobrevivente do massacre de “X”, ainda não tem previsão de estreia.
Mário Frias é condenado por difamar Marcelo Adnet
O deputado federal Mário Frias foi condenado por difamar o comediante Marcelo Adnet em 2020. O juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília, condenou o ex-Secretário da Cultura do governo Bolsonaro a uma pena de quatro meses de detenção, convertida em uma multa de 10 salários-mínimos. Ainda cabe recurso à decisão. Mario Frias já tinha sofrido um revés em outubro num processo civil movido por Adnet na Justiça do Rio de Janeiro, onde foi condenado a pagar R$ 30 mil ao comediante por danos morais. Adnet entrou com a ação após ser chamado de “criatura imunda”, “Judas” e “crápula” por Frias. O que aconteceu? As duas ações foram motivadas por ataques do político após Adnet parodiar uma campanha do Governo Federal, estrelada por Frias, em comemoração à Independência do Brasil. O então Secretário da Cultura reagiu ao esquete com ofensas, além de atacar a vida privada de Adnet, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Entretanto, seus advogados entraram na Justiça, afirmando que o político “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”. A condenação Em sua decisão, o juiz Barbagalo afirmou: “Embora o Querelante [Marcelo Adnet] seja ator, comediante renomado e pessoa pública, a frase não se limitou a apontar a traição à ex-companheira do Querelante, mas fez juízo de valor também negativo, afirmando que a situação (da traição) ocorreu por ‘pura vaidade e falta de caráter’ do Querelante”. Entretanto, embora tenha aceitado a acusação de difamação, o juiz desconsiderou injúria por termos como “bobão”, “fraco” e “idiota”. Para Barbagalo, o vídeo de Adnet foi ofensivo e Frias apenas reagiu ao conteúdo. Em nota à imprensa, os advogados do humorista informaram que entrarão com recurso para buscar um aumento da pena. “As sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo de perdão judicial às injúrias proferidas por Frias”, disseram em comunicado. Vídeo da discórdia Confira abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Em outubro, no Rio de Janeiro, Mario Frias foi condenado pelo mesmo caso. Segundo o Blog do Fausto, o juiz Marco Antonio Novaes de Abreu, da 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, definiu uma indenização de R$ 30 mil a Adnet. Nota da defesa de Adnet “O Escritório Maíra Fernandes Advocacia, responsável pela defesa de Marcelo Adnet na queixa-crime apresentada por ele contra Mário Frias, informa que Frias foi condenado da acusação de difamação, com a aplicação de uma pena de 4 meses de detenção, convertida em uma multa de 10 (dez) salários-mínimos. Quanto à acusação de injúria, foi aplicado perdão judicial. Os advogados de Adnet apresentarão recurso de apelação buscando aumentar a pena aplicada e, em especial, porque as sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo perdão judicial às injúrias proferidas por Frias.”
Antonia Fontenelle é condenada a indenizar Felipe Neto pela terceira vez
A apresentadora Antonia Fontenelle foi condenada pela terceira vez a indenizar Felipe Neto por danos morais. O valor da ação foi fixado em R$ 50 mil. O processo que rendeu música no “Fantástico” foi movido por uma publicação de 7 de julho de 2020 no Instagram, em que Antonia chamou o youtuber de “câncer da Internet” e “canalha”‘. No mesmo texto, ela ainda sugeriu que Felipe Neto ensinaria jovens a utilizar a “deepweb” (a internet que não é indexada pelo Google) e que estaria estimulando “menores de idade a criar um canal no Youtube adulterando sua idade”. O juiz Diego Fernandes Silva Santos ressaltou em sua decisão que Fontenelle teria feito a publicação com intuito de ofender e que estaria reforçando uma fake news antiga sobre Neto. “Podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que as palavras contidas na publicação feita pela ré constituem uma flagrante ofensa aos direitos da personalidade do autor”. Essa foi a terceira vez que a apresentadora perde um processo para o influenciador. Em dezembro de 2021, ela foi condenada por três calúnias, duas difamações e injúria contra os irmãos Felipe e Luccas Neto por insinuar que eles incentivavam a pedofilia Ela recorreu, mas a 2ª instância manteve a decisão. Em maio do ano passado, ela foi condenada a pagar R$ 50 mil, pelo mesmo motivo.
Eliezer vai processar internauta por acusação de golpe em Viih Tube
O ex-BBB Eliezer Neto reagiu com indignação neste domingo (7/1) a uma acusação de uma internauta no X (antigo Twitter). A polêmica surgiu após Eliezer anunciar uma parceria profissional com Viih Tube, ocasionando um comentário de Larinha sobre um suposto “golpe” que a influenciadora teria sofrido. “A Viih Tube levou um golpe tão grande do Eliezer que até eu que não gosto dela estou com pena”, escreveu a internauta. Inconformado, Eliezer compartilhou o comentário em sua rede social e anunciou sua decisão de processar a internauta, identificada como Larinha: “Pena você deveria é ter de você, e dinheiro também, porque agora você vai provar em juízo o golpe que eu dei nela e que você contou para os seus 25 mil seguidores. E a briga na justiça não vai ser feia, vai ser muito fácil. Nos vemos lá”, declarou Eliezer. No amor e nos negócios Eliezer e Viih Tube iniciaram seu relacionamento em agosto de 2022, se casaram em março de 2023 e um mês depois se tornaram pais da pequena Lua, apelidada de “Baby Tube”. Além da parceria romântica, os dois também se juntaram numa trajetória conjunta profissional. O casal de ex-BBBs virou uma coisa só, fundindo suas equipes e desenvolvendo negócios baseados até na filha, como a criação da Baby Tube, uma marca de brinquedos e produtos infantis. Neste domingo (7/1), Eliezer fez um tour pelo novo escritório do casal, explicando que o espaço, de 250 metros quadrados, ocupa duas salas do andar de um prédio comercial, e contará com 22 funcionários. Foi isso que faz a internauta publicar seu comentário polêmica. A decisão de Eliezer de processar o comentário dividiu opiniões nas redes sociais. A própria Larinha, internauta envolvida na polêmica, manteve sua posição, sugerindo que continuará a falar do casal nas redes sociais.
Juíza nega tutela de Cher sobre finanças do filho
A cantora Cher teve seu pedido de tutela sobre as finanças do filho, Elijah Blue Allman, negado pela Justiça dos Estados Unidos. A decisão foi anunciada na sexta-feira (5/1) em um tribunal de Los Angeles. Cher havia expressado preocupação com o bem-estar financeiro do filho, alegando temor pelo uso do dinheiro em drogas. Na quinta-feira (4/1), Cher chegou a denunciar que Allman estava desaparecido e solicitou urgentemente a tutela para gerir as finanças do filho. A artista argumentou que, sem controle sobre seu dinheiro, Allman colocaria sua “vida em risco”. Em documentos apresentados, Cher afirmou que o dinheiro de Allman seria “imediatamente gasto em drogas”. Cher também pediu que a esposa de Allman, Marieangela King, não obtivesse o controle das finanças do marido. A cantora descreveu o relacionamento do casal como tumultuado, marcado por abuso de drogas e crises de saúde mental. Apesar do apelo, a juíza Jessica Uzcategui rejeitou o pedido, justificando que os advogados da cantora não compartilharam informações confidenciais necessárias com Allman sobre seu caso. Resposta de Elijah Blue Allman Contrariando as afirmações de Cher sobre seu desaparecimento, Allman respondeu a um contato do jornal Daily Mail. Ele declarou que estava com a esposa e que não via necessidade da tutela. Allman admitiu sua luta contra o vício em drogas e o mau uso das finanças, mas ressaltou estar limpo e sóbrio por mais de 90 dias. “Sou completamente capaz de administrar o dinheiro deixado pelo meu pai”, afirmou. Ele também expressou gratidão pelo amor e apoio da mãe, mas frisou não precisar de sua ajuda ou apoio não solicitado no momento.
Alain Delon vai processar o próprio filho por revelar seu estado de saúde
O lendário ator francês Alain Delon pretende processar o próprio filho por supostamente revelar, numa entrevista, sua deterioração física e mental. Anthony Delon, o filho mais velho do ator, deu uma entrevista à revista Paris Match nesta semana sobre as condições de saúde de seu pai, afirmando que ele estava muito enfraquecido e tendo dificuldade para lidar com as próprias limitações. Segundo ele, o ator de 88 anos “não suporta mais se ver assim, diminuído”. Maior galã do cinema francês durante os anos 1960 e 1970, quando estrelou clássicos como “O Sol por Testemunha” (1960), “O Leopardo” (1963) e “A Piscina” (1969), Delon sofreu um grave derrame em julho de 2019 e, desde então, raramente deixa a propriedade onde mora em Douchy, na região do Loire, na França. Em março de 2022, ele declarou ter optado pelo suicídio assistido, que é legal na Suíça, mas não foi adiante. “Ele não fala muito, isso o cansa ou o irrita quando o fazemos repetir, porque sua voz nem sempre é clara ou audível”, disse Anthony Delon na entrevista, descrevendo o estado do pai. Na conversa, ele ainda afirmou que talvez tenha sido “seu último Natal”, e expôs que seu pai foi submetido a cinco testes cognitivos, entre 2019 e 2022, sem passar em nenhum. Anthony acusa sua meia-irmã Anouchka de esconder a deterioração do pai, o que seria preocupante porque “os resultados mostraram uma degradação cognitiva que coloca meu pai em uma posição de fraqueza psicológica e, portanto, de vulnerabilidade”. Reações do pai e da irmã Após a publicação, o advogado de Delon disse que o ator ficou “extremamente chocado com as falas do filho Anthony” e apresentará uma queixa contra ele. De acordo com nota de Christophe Ayela, o ator “não suporta a agressividade de seu filho Anthony, que continua dizendo que ele está senil”, e o que é ainda “mais chocante” é que seu filho “afirma que ele pode ter vivido seu último Natal”. Anouchka também emitiu uma declaração pelo mesmo advogado, dizendo que os comentários de seu meio-irmão eram “abjetos”, acrescentando que, da mesma forma, apresentaria uma queixa contra Anthony por difamação, calúnia, ameaças e assédio. Delon encerrou a carreira em 2019, quando apareceu pela última vez nas telas na comédia “Toute Ressemblance”, interpretando a si mesmo. No mesmo ano, foi homenageado com uma Palma de Ouro honorária pela carreira no Festival de Cinema de Cannes. Depois disso, só foi visto novamente no funeral de seu grande amigo e colega Jean-Paul Belmondo, que aconteceu em Paris em setembro de 2021.
Amber Heard agradece fãs por apoio em “Aquaman 2”
A atriz Amber Heard usou as redes sociais para agradecer aos fãs pelo apoio a seu papel de Mera em “Aquaman 2: O Reino Perdido”. “Depois de todo esse tempo, ‘Aquaman 2’ fez seu ‘splash’ (desculpe, é muito fácil)”, ela escreveu no Instagram, junto com uma série de fotos do set do filme. “Obrigada a todos os meus fãs pelo apoio avassalador e amor no retorno de Mera em AQ. Muito obrigada.” A sequência chegou aos cinemas no final de dezembro após campanha dos fãs de Johnny Depp para que Amber fosse cortada da produção, devido à batalha judicial entre ela e o ator, seu ex-marido, envolvendo acusação de abuso doméstico. A Warner Bros. removeu Depp de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após Depp ser derrotado num julgamento na Inglaterra, e os fãs queriam que o estúdio fizesse o mesmo com Heard, já que ela perdeu outro processo nos EUA. Uma petição online alcançou mais de 1,5 milhão de assinaturas. Embora seu papel tenha sido mantido, durante a produção houve relatos de que ele seria muito diminuído, o que de fato acabou acontecendo. Heard confirmou na Justiça que as versões mais recentes do roteiro reduziram sua participação drasticamente. “Recebi um roteiro e depois novas versões do roteiro que haviam tirado cenas com ação, que retratavam meu personagem e outro personagem — sem dar spoilers — lutando um com o outro, e basicamente retiraram uma grande parte do meu papel.” O diretor James Wan deu outra versão para a diminuição do papel. “Eu sempre apresentei isso a todos desde o início. O primeiro ‘Aquaman’ foi a jornada de Arthur (Jason Mamoa) e Mera (Heard). O segundo filme sempre seria sobre Arthur e Orm (Patrick Wilson)”, ele afirmou à revista Entertainment Weekly. “Então, o primeiro foi um filme de ação-aventura romântico, o segundo é um filme de ação-aventura de ‘bromance’. Vamos deixar assim.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard)
Ministério Público pede prisão de Júlio Cocielo por racismo
O Ministério Público Federal (MPF) anunciou nesta quarta-feira (3/1) ter pedido a condenação do influenciador Júlio Cocielo por conta de uma série de publicações feitas no antigo Twitter (hoje X), entre 2011 e 2018. O MPF identificou nove vezes em que Cocielo teria incorrido na prática de preconceito racial na rede. O processo foi aberto em 2021 e teve seu sigilo suspenso em dezembro passado. O órgão afirma “esperar a condenação do influenciador digital” com base no artigo 20 da Lei nº 7.716/89, a Lei do Racismo, que prevê pena de reclusão de um a três anos e multa. Só que, de acordo com o MPF, a pena pode ser bem maior, se aplicada para cada publicação ofensiva, além de possuir o agravante de o caso ter ocorrido em uma rede social. O que disse Cocielo O processo foi motivado por uma publicação de Cocielo em meio a Copa do Mundo de 2018, na qual disse que o jogador francês Mbappé “conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. A repercussão negativa da fala fez com que ele publicasse um pedido de desculpas e apagasse cerca de 50 mil tweets ofensivos de seu perfil. Apesar disso, o MPF encontrou diversas publicações polêmicas, incluindo as frases: “O Brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas, mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros” e “Nada contra os negros, tirando a melanina…”. O que diz o MPF “Ainda que o réu seja humorista, não é possível vislumbrar tom cômico, crítica social ou ironia nas mensagens por ele publicadas. Pelo contrário, as mensagens são claras e diretas quanto ao desprezo do réu pela população negra”, destacou o procurador da República João Paulo Lordelo nas alegações finais apresentadas pelo MPF na 1° Vara de Justiça Federal de Osasco (SP), em novembro deste ano. “O réu, sem qualquer sutileza, reforça estereótipos da população negra – miseráveis, bandidos e macacos – não havendo abertura, em seu discurso, que permita entrever alguma forma de sátira (…) Não é humor; é escárnio”, completou o MPF. O processo está prestes a ir a julgamento. A assessoria de Júlio Cocielo – que não tem fenótipo de branco europeu – ainda não se manifestou.
Paula Abdul processa produtor do “American Idol” por assédio sexual
Ex-jurada de “American Idol”, a cantora e coreógrafa americana Paul Abdul está processando o produtor executivo do programa, Nigel Lythgoe, por assédio sexual. O site americano TMZ obteve os documentos do processo e revelou detalhes. Segundo a publicação, o assédio teria começado ainda nas primeiras temporadas do programa, que estreou em 2002. No processo, Paula afirma que Lythgoe a pressionou contra a parede de um elevador, apalpou seus seios e genitais e tentou beijá-la à força. Ela alega que tentou empurrá-lo e que voltou para seu quarto de hotel assim que conseguiu sair do elevador. Ela também diz ter ligado para seus agentes para contar o que havia ocorrido, mas decidiu não vir a público por medo de ser demitida. O segundo ataque teria ocorrido em 2015, após ela assinar contrato para ser jurada de outro reality, “So You Think You Can Dance”, também produzido por Lythgoe. De acordo com o processo judicial, durante a 2ª temporada do programa, o produtor teria convidado Paula à sua casa para falar de trabalho. Ela teria acreditado que ele falava a verdade, mas revela que foi assediada ao chegar. Ela ainda acusa Lythgoe de provocá-la dizendo que ele não poderia ser punido legalmente. Além de Lythgoe, Paula Abdul está processando e a empresa que produzia o programa por agressão e assédio sexual, violência de gênero e negligência. Ela afirma ter entrado com o processo devido a mudanças na legislação californiana, que autorizam a punição de crimes sexuais anteriormente considerados prescritos.
Humorista processa Fernando Holiday e Nikolas Ferreira por fake news
A humorista Virgínia Álvares abriu um processo contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o vereador de São Paulo Fernando Holiday (PL-SP) por danos morais. Na ação, que corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), ela acusa Holiday de ter criado uma fake news e Nikolas de ter ajudado a espalhar. Virgínia pede uma indenização de R$ 90 mil de cada um. A notícia falsa trazia um vídeo da humorista com o ministro da Justiça, Flávio Dino, para alegar que, ao contrário do que havia afirmado, Dino teria se encontrado com a chamada “Dama do Crime”. Espalhada pelas redes sociais com impulsionamento de bolsonaristas, a postagem viralizou. Entretanto, era fake news. A tal “Dama do Crime” se chama Luciane Barbosa Farias. Ela é esposa traficante Tio Patinhas, líder do Comando Vermelho no Amazonas, e virou notícia em novembro passado por ter feito reuniões com integrantes do Ministério da Justiça, por indicação do governo da Amazônia (do União Brasil). Luciane nunca se encontrou com Flávio Dino. O vídeo original do encontro entre Virgínia e Flávio Dino foi publicado nas redes sociais da humorista no dia 27 de julho. Segundo o processo, Fernando Holiday publicou o vídeo de Dino com a humorista em novembro. Junto do vídeo, ele escreveu: “Flávio Dino mentiu ao dizer que nunca se reuniu com a ‘dama do tráfico'”. A postagem foi feita nas redes sociais e no TikTok. Quando a notícia começou a ser desmentida, ele exclui as postagens, mas ela já tinha se espalhado e sido multiplicada à exaustão. Os dois políticos processados são contra a aprovação do projeto de lei que transforma fake news em crime. Reação de Virgínia Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a comediante revelou que a fake news foi disseminada “num dos momentos mais difíceis” de sua vida, quando ela estava na UTI com sua filha. “E hoje esses dois rapazes estão na internet falando da Choquei, por causa do quê? Da fake news. Quem são eles, né?”, disse, com lágrimas nos olhos. “Cada um sabe o que passa”. Os advogados da humorista, Maria de Lourdes Gonçalves Lopes e Carlos Alberto Benites, disseram à imprensa que essa será “apenas a primeira ação” de uma série, que ainda será distribuída e tem como alvo outros parlamentares e veículos de comunicação que propagaram a fake news. Eles afirmam que solicitaram na ação para que os conteúdos excluídos dos impulsionadores seja entregue pelas redes sociais. Reação dos políicos Em nota, Fernando Holiday disse que “reconheceu o equívoco” ao apagar o post de suas redes. Ele disse que está disposto a se retratar publicamente, mas considera a medida judicial “um exagero”. Já Nikolas Ferreira afirmou que não tem nada a ver com o caso e que nenhuma publicação sobre ela consta em suas redes sociais. “Até o momento não houve qualquer citação judicial, por isso não há qualquer pronunciamento a ser feito. Ainda assim, gostaria de reforçar que reconheci o equívoco da publicação quando apaguei o post de minhas redes sociais. Estou disposto a publicar uma retração se assim for necessário, mas considero qualquer medida judicial um exagero”, disse Holiday. “Só resta ser um engano da parte da humorista em processar o Deputado, pois não há nenhuma postagem, citação ou imagem dela em suas redes. Deputado Nikolas inclusive postou alertando sobre essa fake news que estavam divulgando. Estamos abertos para esclarecer tais fatos para a parte autora”, disse Nikolas por meio de sua equipe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Virgínia Álvares (@vialvares)
Choquei é investigada por indução ao suicídio de Jéssica Vitória Canedo
O perfil Choquei está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais devido à morte da Jéssica Vitória Canedo, que tirou a própria vida após ser vítima de uma fake news sobre um possível relacionamento amoroso com o influenciador Whindersson Nunes. De acordo com o delegado Felipe Monteiro, responsável pelo inquérito, foi solicitada a quebra de sigilo das páginas do veículo nas redes sociais. A tentativa de enquadramento é por suspeita de indução ao suicídio. Outras páginas que compartilharam a notícia falsa também estão sendo investigadas. “Para dar prosseguimento à investigação, que avalia o crime doloso de indução ao suicídio, estamos aguardando a aprovação do pedido de quebra de sigilo das contas das contas do veículo nas redes sociais. Também estamos avaliando quem serão as próximas pessoas interrogadas”, afirmou o delegado ao jornal O Globo. O que fez a Choquei O texto original da Choquei citava o perfil Garoto do Blog com fonte da notícia. “Veja: o perfil Garoto do Blog no Instagram divulgou prints de uma conversa do humorista Whindersson Nunes com uma mulher de Minas Gerais. A garota teria enviado os prints para uma amiga, que divulgou nas redes sociais”. Além desse texto foram publicadas fotos de Whindersson e dois prints de mensagens do Whatsapp, que eram falsos. Em outra postagem com mais dois prints, a Choquei ainda afirmou: “Na sequência, o humorista estaria disposto a pagar para a moça encontrá-lo para ‘distrair a cabeça'”. Não há uma indução literal a suicídio nos textos, que não citam o nome de Jéssica (ela foi “descoberta” por outros perfis), mas a notícia falsa fez com que a jovem passasse a ser assediada, sofrendo bullying virtual. Diagnosticada com depressão, ela não aguentou e tirou a própria vida. O caso ampliou a discussão em torno da transformação de fake news em crime, porém há quem argumente que as leis atuais podem punir os responsáveis. A abertura do inquérito servirá para comprovar se é possível responsabilizar fake news por suicídio. Processo da família de Jéssica Além desse enquadramento, a família de Jéssica teria “interesse em instaurar um inquérito por crime contra a honra”, segundo o delegado Monteiro. Crimes da espera privada só podem ser abertos pela família ou a própria vítima, mas até o momento não houve “uma ação efetiva dos familiares”, confirmou o policial. Ao Globo, o advogado da família confirmou que eles colhem provas para enquadrar a conduta da página em outros crimes na justiça, além do que está sendo investigado no atual inquérito. No caso, haveria tentativa de enquadrar a postagem num dos três crimes previstos de ofensa à honra: Calúnia (mentir sobre cometimento de crime), Difamação (ofender a reputação) e Injúria (desqualificar e atingir honra e moral). Não houve relato falso de cometimento de crime e sim de um suposto affair, o que já eliminaria calúnia. A acusação buscaria, portanto, provar que a exposição dos prints falsos seria difamação e/ou injúria. O enquadramento é possível, mas mais difícil de ser comprovado sem que fake news seja considerado crime. Evolução do inquérito Na quinta-feira (28/12), Raphael Souza, dono da Choquei, deu depoimento à polícia. Num texto publicado nas redes sociais, a Choquei afirmou que ele “apresentou fatos e documentos que contribuem para elucidar o episódio e dar a real dimensão do papel da Choquei no caso”. Outros veículos, que também publicaram a notícia falsa de que Jessica teria um relacionamento amoroso com o influenciador Whindersson Nunes, estão sendo convidados pela Polícia Civil a dar depoimento.
Cacau Protásio é alvo de ataques após vencer processo por preconceito
Isto é Brasil. Cacau Protásio virou alvo de ataques preconceituoso após vencer um processo por… ataques preconceituosos. A atriz expôs no Instagram as ofensas que recebeu devido à decisão judicial que lhe garantiu indenização de R$ 80 mil pelo Estado do Rio de Janeiro. Ela será indenizada por ofensas feitas por bombeiros em 2019, durante as filmagens do longa-metragem “Juntos e Enrolados”, no qual interpretou uma integrante da corporação. Cacau compilou uma série de comentários pejorativos em um vídeo publicado no Instagram. Na legenda, ela desabafou sobre o racismo no Brasil. “Tenho que provar que sou boa todos os dias. Tenho que falar baixo, se não sou chamada de agressiva ou barraqueira. Sou injustiçada, ofendida e agredida, mas eu ainda estou errada. Pagam para assistir à comediante branca, e poucos são os que pagam para assistir a uma preta”, desabafou. A estrela do sitcom “Vai que Cola” ainda aproveitou para apontar a falta de oportunidades no mercado e desabafou: “A Justiça para alguns, não pode ser favorável pra uma preta. Se eu faço certo, eu estou errada, se eu não faço, eu estou errada. Se eu estou errada então, eu sou massacrada. Que merd@ gente! Só quem é preto sabe do que eu estou falando…”. “Sou mulher, sou preta, sou gorda. Deus, muito obrigada por me trazer assim ao mundo”, continuou. “E outra, aos ignorantes, não achem que internet é terra sem lei”, completou. A Justiça do Rio deu razão à atriz, que foi ofendida durante a filmagem de cenas previamente autorizadas de “Juntos e Enrolados” num quartel de bombeiros da capital fluminense. Após os trabalhos, ela foi surpreendida com áudios e vídeos com ofensas racistas e gordofóbicas, disparadas por bombeiros do local. Na ocasião, a corporação lamentou o caso e disse que não compactuava com qualquer ato discriminatório. Dois bombeiros foram punidos. Um deles ficou preso durante três dias e o outro durante dez. Em entrevista ao jornal O Globo, ela confessou que quase desistiu do filme e precisou fazer terapia após a repercussão das ofensas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protasios (@cacauprotasiooficial)












