Diretor de O Quarto de Jack desenvolve filme de guerra e drama de boxe
O cineasta irlandês Lenny Abrahamson já pondera qual será seu próximo filme, após o sucesso do premiado “O Quarto de Jack” (2015). Segundo o site da revista Variety, ele vai adaptar o livro do historiador Neal Bascomb “The Grand Escape”, ambientado durante a 1ª Guerra Mundial, mas também está envolvido com um drama de boxe. Ambos são baseados em fatos reais. O livro, ainda inédito, aborda a história verídica de três pilotos que, durante a guerra, foram abatidos e capturados pelos alemães, passando a tramar um meio de escapar do campo de concentração em que foram aprisionados. O resultado foi a maior fuga de prisioneiros registrada durante o conflito do início do século 20. Lenny Abrahamson também está envolvido com o projeto de “A Man’s World”, igualmente baseado num livro (de Donald McRae) sobre o boxeador Emile Griffith, que matou um oponente a socos durante uma luta televisionada em 1962. Griffith seria um bissexual enrustido que teve um surto após Benny “The Kid” Paret chamá-lo de homossexual, golpeando o rival até matá-lo. Nenhum dos dois filmes tem cronograma de produção ou previsão de lançamento.
Robert Knepper vai voltar a viver o vilão T-Bag no revival de Prison Break
A produção do revival de “Prison Break” confirmou o retorno de três integrantes do grupo original de prisioneiros da atração, entre eles Robert Knepper, que roubou todas as cenas com sua interpretação magistral do vilão Theodore “T-Bag” Bagwell . O personagem fez tanto sucesso que, após aparecer nas quatro temporadas de “Prison Break”, ainda deu as caras em “Breakout Kings”, dois anos após o final da série original. Segundo o site Variety, além de Knepper, também foram confirmados Rockmond Dunbar e Amaury Nolasco, intérpretes, respectivamente, de C-Note e Sucre, aliados dos irmãos Michael Scofield (Wentworth Miller) e Lincoln Burrows (Dominic Purcell). Eles se juntarão a Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies) e Lincoln, na tentativa de resgate de Michael, cuja morte teria sido forjada no final original da série. Na trama, Sara estará casada com um novo marido (interpretado por Mark Feuerstein, de “Royal Pains”), quando descobre que Michael está vivo e em apuros. Voltando a encontrar Lincoln (Dominic Purcell), ela e o irmão de Michael precisarão planejar a maior fuga de toda a série. E para isso contarão com velhos aliados. O time da produção original, que durou quatro temporadas e um telefilme entre 2005 e 2009, também retornará, incluindo o criador Paul T. Scheuring e os produtores Neal Moritz (franquia “Velozes e Furiosos”), Mary Adelstein (série “Aquarius”) e Dawn Olmstead (série “The Whispers”). As gravações vão começar em abril em Vancouver, no Canadá, para uma estreia na próxima temporada de outono nos EUA, entre setembro e novembro deste ano.
Orange Is the New Black: Piper sofre ameaça física nas fotos da 4ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou nove fotos da 4ª temporada de “Orange Is the New Black”. As imagens revelam algumas cenas tensas, como a ameaça à integridade física de Piper (Taylor Schilling), que corre o risco de perder um dedo. Há vários rostos assustados, mas também um momento de descontração, causado pelo encontro de Poussey (Samira Wiley) e a nova presidiária Judy (Blair Brown), que é uma espécie de Martha Stewart da série. A sinopse não foi divulgada, mas Laura Prepon, que interpreta a traficante Alex, revelou que a trama será retomada segundos após o final caótico da 3ª temporada. “Orange Is the New Black” é um dos carros-chefe do Netflix, junto com a igualmente premiada “House of Cards” e as novas séries de super-heróis da Marvel. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) a partir do livro de memórias de Piper Kerman, a série acompanha a vida de presidiária de Piper Chapman, que vai parar na prisão por causa de um antigo relacionamento com a traficante Alex. Nas temporadas mais recentes, as coadjuvantes acabaram conquistando mais destaque e praticamente roubaram a série da protagonista. O resultado se refletiu em dois Emmy vencidos por Uzo Aduba. A estreia dos novos episódios está marcada para 17 de junho e a série encontra-se renovada até 2019.
Polícia prende responsáveis por ataques racistas na internet contra Taís Araújo
A polícia prendeu na manhã desta quarta-feira (16/3) suspeitos de participar dos ataques de teor racista nas redes sociais contra as atrizes Taís Araújo, Sharon Menezes e Cris Vianna, e a jornalista Maria Júlia Coutinho, do Jornal Nacional. Os policiais da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro, responsáveis pela Operação Cyberstalking, cumpriram, desde a madrugada, mandados de prisão em diversos estados (Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina). De acordo com o delegado da DRCI, Alessandro Thiers, um dos líderes do grupo suspeito de cometer os ataques é um adolescente, localizado em São Paulo. Outro suspeito de cometer o crime é paranaense, mas já está preso desde 2015 pelo crime de pedofilia. Além deles, o técnico de informática Tiago Zanfolin Santos da Silva, de 26 anos, foi detido na cidade de Brumado (a 555 quilômetros de Salvador). Eles vão responder por racismo, injúria racial, ameaça, pedofilia e organização criminosa. “Os detidos tinham um papel de administradores. Eram os mentores intelectuais de centenas de grupos que envolvem milhares de integrantes. Não dá para entender a motivação deles. São pessoas que se identificam com essa causa e, na cabeça delas, estão fazendo a coisa certa”, ele disse para a imprensa. Thiers ainda elogiou a atitude de Taís Araújo e pediu que vítimas deste tipo de crime compareçam às delegacias para registrar queixa. “Identificamos no caso de injúria racial crime de ação penal privada, portanto, é necessário que a vítima compareça à delegacia para fazer a representação e assim autorizar o início das investigações. Enaltecemos a atitude de Taís Araújo, que compareceu à delegacia e registrou queixa assim que sofreu os ataques. Se Maria Julia Coutinho tivesse feito uma representação, talvez o crime contra Taís não tivesse ocorrido”, concluiu. Por meio de sua assessoria de imprensa, Taís Araújo parabenizou a ação policial. “Fico feliz que a justiça tenha sido feita. Espero que crimes dete tipo contra qualquer mulher negra não fiquem impunes”, ela declarou.
Sarah Wayne Callies é confirmada no revival de Prison Break
A atriz Sarah Wayne Callies (séries “The Walking Dead” e “Colony”) foi confirmada no elenco do retorno de “Prison Break”. Ela voltará a viver a Dr. Sara Tancredi na produção, informou o site The Hollywood Reporter. A rede Fox também informou que o revival retomará a história do ponto em que a série terminou, a partir da “aparente” morte de Michael Scofield (Wentworth Miller). Na trama, Sara estará casada com um novo marido (interpretado por Mark Feuerstein, de “Royal Pains”), quando descobre que Michael está vivo e em apuros. Voltando a encontrar Lincoln (Dominic Purcell), ela e o irmão de Michael precisarão planejar a maior fuga de toda a série. E para isso contarão com velhos aliados. O time da produção original, que durou quatro temporadas e um telefilme entre 2005 e 2009, também retornará, incluindo o criador Paul T. Scheuring e os produtores Neal Moritz (franquia “Velozes e Furiosos”), Mary Adelstein (série “Aquarius”) e Dawn Olmstead (série “The Whispers”). As gravações vão começar em abril em Vancouver, no Canadá, para uma estreia na próxima temporada de outono nos EUA, entre setembro e novembro deste ano.
José Padilha desenvolve série sobre a origem das gangues das prisões americanas
O cineasta brasileiro José Padilha está desenvolvendo uma nova série para a TV americana. Responsável pela produção de “Narcos”, no Netflix, ele prepara uma nova atração para o canal pago Showtime, intitulada “The Brand”, que abordará o universo das gangues das prisões americanas. A informação é do site Deadline. As gangues dos presídios já foram tratadas recentemente na bem-sucedida série “Sons of Anarchy”. Além disso, um dos primeiros sucessos da história do HBO, “Oz”, passava-se numa prisão. Mas “The Brand” será bem diferente, por ser “de época”, trazendo uma perspectiva histórica. Na verdade, sua premissa é quase um desdobramento do universo de “Narcos”, sobre o tráfico de drogas internacional da época de Pablo Escobar. Inspirada por uma reportagem da revista New Yorker, a série pretende contar a origem das gangues, especialmente da Irmandade Ariana nas décadas de 1970 e 1980, quando o encarceramento em massa resultante da guerra contra as drogas causou uma explosão da população prisional. “The Brand” está sendo escrita pelo próprio Padilha em parceria com Alessandro Camon, indicado ao Oscar pelo roteiro de “O Mensageiro” (2009). Padilha também deve dirigir alguns dos 10 episódios aprovados para a 1ª temporada da produção. Ainda não há previsão de estreia da série. Enquanto isso, Padilha se prepara para dirigir o thriller de ação “Entebbe”, sobre uma operação histórica de combate contra o terrorismo.
Diretor iraniano será açoitado por filmar grafites e beijo
O diretor iraniano Keywan Karimi foi condenado a um ano de prisão e 223 chibatadas por “insultar valores sagrados”. A sentença foi proferida por um tribunal de Teerã, que relaxou o período inicial de prisão, que seria de seis anos. A redução da pena aconteceu após a comunidade cinematográfica internacional se manifestar. Um abaixo-assinado de 130 cineastas foi enviado ao governo iraniano em dezembro, pedindo a libertação de Karimi. Apesar de diminuir o período de encarceramento, a justiça do Irã manteve a pena de açoitamento. Apesar da gravidade da sentença, ela jamais deixa claro exatamente o que motivou essa decisão, justificando-a com termos vagos. Aparentemente, Karimi foi condenado por filmar um documentário sobre grafites políticos nas paredes das ruas de Teerã. O tribunal religioso do país entendeu que Karimi “insultou santidades” do país com o filme, que também mostra uma cena de beijo. Intitulado “Escritos na Cidade”, o filme em questão retrata as manifestações políticas no Irã através do grafite, tanto na Revolução Islâmica de 1979 quanto nas contestadas eleições de 2009. Filmado em 2012, o longa foi censurado. Mas o curta documental “Fronteira Fechada” também pode ter provocado a ira das autoridades, por abordar a questão do contrabando da gasolina subsidiada no país. Entretanto, não são apenas as críticas ao governo que incomodam as autoridades iranianas. Qualquer comportamento considerado impróprio pode render dura repressão. Em maio de 2014, a polícia prendeu homens e mulheres que gravaram um vídeo em que dançavam a música “Happy”, de Pharrell Williams. Apesar da repercussão internacional, inclusive com apelo do músico, os dançarinos foram condenados a seis meses de prisão e 91 chicotadas. Não cabe recurso à decisão contra Karimi, e o cineasta já afirmou que cumprirá a pena. Ele só pediu umas semanas de prazo antes de se apresentar, para poder acompanhar a mãe no final de sua quimioterapia e para poder terminar seu mais recente filme.
Série Orange Is the New Black é renovada para mais três temporadas
O serviço de streaming Netflix anunciou nesta sexta-feira (5/2) a renovação de “Orange Is the New Black” para mais três temporadas. Com isso, a série tem a sua produção garantida até sua 7ª temporada, cuja previsão de estreia é 2019. Ao contrário de “House of Cards”, que perdeu seu showrunner durante a mais recente renovação, a produtora Jenji Kohan, que desenvolveu “Orange Is the New Black”, continuará à frente da série, acrescentou o Netflix. “Jenji e sua equipe produziram uma série fenomenal e impactante que é tanto divertida quanto dramática e tão ultrajante quanto sincera. O público em todo o mundo começou a amar as mulheres e os homens de ‘Orange is the new black’, e nós estamos ansiosos para ver aonde mais três temporadas vão levá-los”, afirmou Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do Netflix, no comunicado sobre a renovação. Baseada no best-seller de mesmo nome da escritora Piper Kerman, a série mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano, e recentemente venceu o SAG Awards (prêmio do Sindicato de Atores dos EUA) de Melhor Elenco de Série de Comédia, além de render reconhecimento individual para a atriz Uzo Aduba, premiada do SAG, Globo de Ouro e Emmy. Os próximos episódios, que registram o quarto ano da atração, estreiam em 17 de junho no serviço de streaming.
Orange Is the New Black: Teaser anuncia data de estreia da 4ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Orange Is the New Black”. Sem muitas novidades, o vídeo tem a função de revelar a data de estreia da nova leva de episódios, que serão disponibilizados no dia 17 de junho. “Orange Is the New Black” é um dos carros-chefe do Netflix, junto com a igualmente premiada “House of Cards”. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) a partir do livro de memórias de Piper Kerman, a série acompanha a vida de presidiária de Piper Chaptman (Taylor Schilling, de “Um Homem de Sorte”), que vai parar na prisão por causa de um antigo relacionamento com a traficante de drogas Alex (Laura Prepon, da série “That ’70s Show”). Nas temporadas mais recentes, as coadjuvantes acabaram conquistando mais destaque e praticamente roubaram a série da protagonista. O resultado se refletiu em dois Emmy conquistados por Uzo Aduba.
Ator dos Power Rangers é preso por assassinato
O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi preso quinta-feira (14/1), acusado de assassinato. De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo escritório de advocacia de Los Angeles, os promotores devem fixar uma fiança no valor de US$ 1 milhão. A prisão ocorre um ano após o indiciamento do ator pelo crime. A vítima é Joshua Sutter, ex-colega de apartamento de Medina. De acordo com a polícia, o incidente aconteceu na madrugada de 31 de janeiro do ano passado, quando Medina foi para o seu quarto com a namorada. Após Shutter forçar a sua entrada no quarto, Medina atingiu-o com uma espada que ele guardava embaixo da cama. O advogado de Medina disse estar confiante na inocência de seu cliente. “Até onde eu sei, nada mudou no último ano quando Rickey foi preso pela primeira vez. Pela evidência que eu sei, ele é tão inocente agora quanto foi no passado”, declarou Allen Bell em entrevista ao canal E!. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008). O julgamento está marcado para o dia 19 de janeiro. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado.
Série Rectify termina na 4ª temporada
O canal americano SundanceTV anunciou o cancelamento da série “Rectify”. A trama vai acabar na sua 4ª temporada, que ainda não tem previsão de estreia. Criada pelo ator Ray McKinnon (série “Sons of Anarchy”), a série acompanha o personagem de Aden Young (“Frankenstein: Entre Anjos e Demônios”), um ex-condenado que passou 19 anos aguardando execução no corredor da morte, até ser libertado após testes de DNA comprovarem sua inocência. Solto, ele encontra uma família e um mundo que já não reconhece. “Rectify” foi a primeira série do SundanceTV e, ao longo de suas primeiras temporadas, conquistou muitos elogios da crítica. “Foi muito importante para dar credibilidade ao canal”, disse o diretor do SundanceTV Charlie Collier. “Nós agora planejamos dar-lhe a despedida que merece.”
Bill Cosby tem mandato de prisão expedido em caso de abuso sexual
O comediante americano Bill Cosby, de 78 anos, teve um mandado de prisão expedido nesta quarta-feira (30/12), acusado de drogado e abusado sexualmente de uma ex-funcionária da Universidade de Temple em 2004, informou a revista People. O ator se apresentou à justiça e pagou uma fiança de US$ 1 milhão para responder ao processo em liberdade. Ele teve que entregar seu passaporte e precisará se apresentar diante de um tribunal para a audiência preliminar do caso, marcada para 14 de janeiro Trata-se da primeira acusação de crime sexual levada adiante contra o comediante, que entre 2014 e 2015 enfrentou um grande escândalo, após mais de 50 mulheres revelarem casos de abuso praticados por Cosby ao longo de sua carreira. De acordo com a People, a vítima que conseguiu levar o caso adiante é Andrea Constand, de 42 anos, que atualmente trabalha como massagista em Ontário, no Canadá. Ela não comentou o assédio, que teria acontecido numa mansão do humorista na Pensilvânia, mas uma de suas advogadas agradeceu à justiça. “Obviamente, nós agradecemos pela expressão de confiança”, afirmou Dolores Troiani. “Vamos ver o que acontece. Esperamos que a justiça seja feita. Vamos cooperar totalmente.” Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, o promotor-assistente Kevin Steele anunciou o início do processo. “O senhor Cosby foi indiciado por agressão indecente com agravante”, declarou. “Na noite em questão, o senhor Cosby insistiu para que ela [Andrea Constand] tomasse pílulas dadas por ele além de vinho. Seu efeito a tornou incapaz de mover-se e de responder a suas investidas. Ele então cometeu uma agressão indecente agravada contra ela”, explicou Steele. Para piorar a situação, a vítima era homossexual. No processo, Andrea se refere ao humorista como um “narcisista” que não percebeu que ela era lésbica. Duas semanas antes do mandato de prisão, no dia 14 de dezembro, Bill Cosby abriu seu próprio processo por difamação contra sete das 50 mulheres que o acusaram de abuso. O ator rotulou as acusações de “malvadas, oportunistas, falsas e difamatórias”, e de serem “uma mera tentativa para conseguir dinheiro” e “arruinar” sua reputação. Segundo a advogada de Cosby, as acusações “lhe causaram e continuam lhe causando dor substancial e danos a sua reputação, contratos empresariais, vergonha, mortificação, danos a suas propriedades, empresas, comércio, profissão e ocupação”. “O senhor Cosby alega sem rodeios que ele não drogou e não abusou sexualmente das acusadas e que cada uma delas publicou, maliciosamente e com pleno conhecimento, comentários falsos e acusações desde 2014 até hoje, em uma tentativa de prejudicar sua reputação e extrair benefícios pecuniários”, afirmou Monique. O advogado que representa as sete mulheres, Joseph Cammarata, por sua vez, rotulou o movimento de “jogada básica de qualquer advogado”, e destacou que Cosby apenas iniciou ações contra sete delas, quando há dezenas de outras mulheres que o processaram. A edição de julho da revista New York Magazine chegou a reunir 35 acusadoras, com idades entre 20 e 80 anos, e de profissões tão diversificadas quanto garçonetes e jornalistas, que teriam sido estupradas por Cosby desde os anos 1970. Muitas destas acusações já prescreveram aos olhos da lei. Bill Cosby já foi referência de humor televisivo, experimentando grande sucesso entre as décadas de 1960 e 1980, principalmente pelo sucesso do programa “The Cosby Show”, exibido pela rede NBC, no qual interpretava um pai de família conservador. A atriz brasileira Sonia Braga chegou a participar da série em 1986.
Ator de Glee é preso com pornografia infantil
O ator Mark Salling, que interpretou o personagem Noah “Puck” Puckerman na série “Glee”, foi preso sob a acusação de possuir pornografia infantil, informou nesta terça-feira (29/12) o programa americano “Crime Watch Daily”. O Departamento Polícia de Los Angeles confirmou a prisão, por meio de um breve comunicado, realizado pela policial Liliana Preciado, que explicou que um mandato de prisão foi expedido no domingo e Salling já foi solto após pagar a fiança, fixada em US$ 20 mil. Não houve explicações sobre a operação que levou a polícia à casa do ator. Segundo o site TMZ, durante a busca em sua casa, teriam sido descobertas centenas de imagens de pornografia infantil em seu computador. Essa não é a primeira vez que Salling se envolve em polêmicas. Em março de 2013, ele fez um acordo de US$ 2,7 milhões com sua ex-namorada, Roxanne Forzela, num processo em que ela o acusava de agressão sexual, por forçá-la a transar sem camisinha. À época, Salling admitiu que havia jogado a garota no chão após uma briga. O ator de 33 anos, que participou da maioria dos episódios de “Glee”, deve agora comparecer diante do tribunal em Los Angeles, no dia 22 de janeiro, para dar início a seu julgamento.












