Série Orange Is the New Black é renovada para mais três temporadas
O serviço de streaming Netflix anunciou nesta sexta-feira (5/2) a renovação de “Orange Is the New Black” para mais três temporadas. Com isso, a série tem a sua produção garantida até sua 7ª temporada, cuja previsão de estreia é 2019. Ao contrário de “House of Cards”, que perdeu seu showrunner durante a mais recente renovação, a produtora Jenji Kohan, que desenvolveu “Orange Is the New Black”, continuará à frente da série, acrescentou o Netflix. “Jenji e sua equipe produziram uma série fenomenal e impactante que é tanto divertida quanto dramática e tão ultrajante quanto sincera. O público em todo o mundo começou a amar as mulheres e os homens de ‘Orange is the new black’, e nós estamos ansiosos para ver aonde mais três temporadas vão levá-los”, afirmou Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do Netflix, no comunicado sobre a renovação. Baseada no best-seller de mesmo nome da escritora Piper Kerman, a série mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano, e recentemente venceu o SAG Awards (prêmio do Sindicato de Atores dos EUA) de Melhor Elenco de Série de Comédia, além de render reconhecimento individual para a atriz Uzo Aduba, premiada do SAG, Globo de Ouro e Emmy. Os próximos episódios, que registram o quarto ano da atração, estreiam em 17 de junho no serviço de streaming.
Orange Is the New Black: Teaser anuncia data de estreia da 4ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Orange Is the New Black”. Sem muitas novidades, o vídeo tem a função de revelar a data de estreia da nova leva de episódios, que serão disponibilizados no dia 17 de junho. “Orange Is the New Black” é um dos carros-chefe do Netflix, junto com a igualmente premiada “House of Cards”. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) a partir do livro de memórias de Piper Kerman, a série acompanha a vida de presidiária de Piper Chaptman (Taylor Schilling, de “Um Homem de Sorte”), que vai parar na prisão por causa de um antigo relacionamento com a traficante de drogas Alex (Laura Prepon, da série “That ’70s Show”). Nas temporadas mais recentes, as coadjuvantes acabaram conquistando mais destaque e praticamente roubaram a série da protagonista. O resultado se refletiu em dois Emmy conquistados por Uzo Aduba.
Ator dos Power Rangers é preso por assassinato
O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi preso quinta-feira (14/1), acusado de assassinato. De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo escritório de advocacia de Los Angeles, os promotores devem fixar uma fiança no valor de US$ 1 milhão. A prisão ocorre um ano após o indiciamento do ator pelo crime. A vítima é Joshua Sutter, ex-colega de apartamento de Medina. De acordo com a polícia, o incidente aconteceu na madrugada de 31 de janeiro do ano passado, quando Medina foi para o seu quarto com a namorada. Após Shutter forçar a sua entrada no quarto, Medina atingiu-o com uma espada que ele guardava embaixo da cama. O advogado de Medina disse estar confiante na inocência de seu cliente. “Até onde eu sei, nada mudou no último ano quando Rickey foi preso pela primeira vez. Pela evidência que eu sei, ele é tão inocente agora quanto foi no passado”, declarou Allen Bell em entrevista ao canal E!. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008). O julgamento está marcado para o dia 19 de janeiro. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado.
Série Rectify termina na 4ª temporada
O canal americano SundanceTV anunciou o cancelamento da série “Rectify”. A trama vai acabar na sua 4ª temporada, que ainda não tem previsão de estreia. Criada pelo ator Ray McKinnon (série “Sons of Anarchy”), a série acompanha o personagem de Aden Young (“Frankenstein: Entre Anjos e Demônios”), um ex-condenado que passou 19 anos aguardando execução no corredor da morte, até ser libertado após testes de DNA comprovarem sua inocência. Solto, ele encontra uma família e um mundo que já não reconhece. “Rectify” foi a primeira série do SundanceTV e, ao longo de suas primeiras temporadas, conquistou muitos elogios da crítica. “Foi muito importante para dar credibilidade ao canal”, disse o diretor do SundanceTV Charlie Collier. “Nós agora planejamos dar-lhe a despedida que merece.”
Bill Cosby tem mandato de prisão expedido em caso de abuso sexual
O comediante americano Bill Cosby, de 78 anos, teve um mandado de prisão expedido nesta quarta-feira (30/12), acusado de drogado e abusado sexualmente de uma ex-funcionária da Universidade de Temple em 2004, informou a revista People. O ator se apresentou à justiça e pagou uma fiança de US$ 1 milhão para responder ao processo em liberdade. Ele teve que entregar seu passaporte e precisará se apresentar diante de um tribunal para a audiência preliminar do caso, marcada para 14 de janeiro Trata-se da primeira acusação de crime sexual levada adiante contra o comediante, que entre 2014 e 2015 enfrentou um grande escândalo, após mais de 50 mulheres revelarem casos de abuso praticados por Cosby ao longo de sua carreira. De acordo com a People, a vítima que conseguiu levar o caso adiante é Andrea Constand, de 42 anos, que atualmente trabalha como massagista em Ontário, no Canadá. Ela não comentou o assédio, que teria acontecido numa mansão do humorista na Pensilvânia, mas uma de suas advogadas agradeceu à justiça. “Obviamente, nós agradecemos pela expressão de confiança”, afirmou Dolores Troiani. “Vamos ver o que acontece. Esperamos que a justiça seja feita. Vamos cooperar totalmente.” Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, o promotor-assistente Kevin Steele anunciou o início do processo. “O senhor Cosby foi indiciado por agressão indecente com agravante”, declarou. “Na noite em questão, o senhor Cosby insistiu para que ela [Andrea Constand] tomasse pílulas dadas por ele além de vinho. Seu efeito a tornou incapaz de mover-se e de responder a suas investidas. Ele então cometeu uma agressão indecente agravada contra ela”, explicou Steele. Para piorar a situação, a vítima era homossexual. No processo, Andrea se refere ao humorista como um “narcisista” que não percebeu que ela era lésbica. Duas semanas antes do mandato de prisão, no dia 14 de dezembro, Bill Cosby abriu seu próprio processo por difamação contra sete das 50 mulheres que o acusaram de abuso. O ator rotulou as acusações de “malvadas, oportunistas, falsas e difamatórias”, e de serem “uma mera tentativa para conseguir dinheiro” e “arruinar” sua reputação. Segundo a advogada de Cosby, as acusações “lhe causaram e continuam lhe causando dor substancial e danos a sua reputação, contratos empresariais, vergonha, mortificação, danos a suas propriedades, empresas, comércio, profissão e ocupação”. “O senhor Cosby alega sem rodeios que ele não drogou e não abusou sexualmente das acusadas e que cada uma delas publicou, maliciosamente e com pleno conhecimento, comentários falsos e acusações desde 2014 até hoje, em uma tentativa de prejudicar sua reputação e extrair benefícios pecuniários”, afirmou Monique. O advogado que representa as sete mulheres, Joseph Cammarata, por sua vez, rotulou o movimento de “jogada básica de qualquer advogado”, e destacou que Cosby apenas iniciou ações contra sete delas, quando há dezenas de outras mulheres que o processaram. A edição de julho da revista New York Magazine chegou a reunir 35 acusadoras, com idades entre 20 e 80 anos, e de profissões tão diversificadas quanto garçonetes e jornalistas, que teriam sido estupradas por Cosby desde os anos 1970. Muitas destas acusações já prescreveram aos olhos da lei. Bill Cosby já foi referência de humor televisivo, experimentando grande sucesso entre as décadas de 1960 e 1980, principalmente pelo sucesso do programa “The Cosby Show”, exibido pela rede NBC, no qual interpretava um pai de família conservador. A atriz brasileira Sonia Braga chegou a participar da série em 1986.
Ator de Glee é preso com pornografia infantil
O ator Mark Salling, que interpretou o personagem Noah “Puck” Puckerman na série “Glee”, foi preso sob a acusação de possuir pornografia infantil, informou nesta terça-feira (29/12) o programa americano “Crime Watch Daily”. O Departamento Polícia de Los Angeles confirmou a prisão, por meio de um breve comunicado, realizado pela policial Liliana Preciado, que explicou que um mandato de prisão foi expedido no domingo e Salling já foi solto após pagar a fiança, fixada em US$ 20 mil. Não houve explicações sobre a operação que levou a polícia à casa do ator. Segundo o site TMZ, durante a busca em sua casa, teriam sido descobertas centenas de imagens de pornografia infantil em seu computador. Essa não é a primeira vez que Salling se envolve em polêmicas. Em março de 2013, ele fez um acordo de US$ 2,7 milhões com sua ex-namorada, Roxanne Forzela, num processo em que ela o acusava de agressão sexual, por forçá-la a transar sem camisinha. À época, Salling admitiu que havia jogado a garota no chão após uma briga. O ator de 33 anos, que participou da maioria dos episódios de “Glee”, deve agora comparecer diante do tribunal em Los Angeles, no dia 22 de janeiro, para dar início a seu julgamento.
Robert Downey Jr ganha indulto de Natal e é perdoado por seus crimes nos anos 1990
O governador do Estado norte-americano da Califórnia, Jerry Brown, concedeu um indulto de Natal ao ator Robert Downey Jr. A clemência atendeu a um pedido do intérprete do Homem de Ferro, que, pelas leis americanas, perdera diversos direitos devido à sua condenação por posse de drogas e armas na década de 1990. Downey foi condenado em 1996 e ficou um ano e três meses preso por violação de condicional, posse de drogas e por levar uma arma escondida em seu veículo. Após isso, ainda passou vários anos em liberdade condicional, terminando de cumprir sua sentença apenas em 2002. Os problemas legais do ator lhe deram a reputação de ser um dos “bad boys” de Hollywood, o que prejudicou sua carreira após ter sido indicado ao Oscar por interpretar Charlie Chaplin no filme “Chaplin”, de 1992. Com o apoio de amigos, como o diretor Shane Black, ele conseguiu dar a volta por cima. Bancado por Jon Favreau no papel-título de “Homem de Ferro”, em 2008, Downey comprovou que tinha se tornado um ator responsável. Mais que isso, virou o astro que Hollywood sempre esperou que ele se tornasse. O perdão do governador da Califórnia permitirá a Downey recuperar todos os seus direitos civis, como a possibilidade de fazer parte de um júri. Além de suas ramificações legais, o indulto também tem a força de reconhecer a grande mudança pela qual o astro passou.
Ator da série Drake & Josh é preso por dirigir embriagado
O ator Drake Bell, que ficou conhecido por estrelar a sitcom infantil “Drake & Josh”, do canal pago Nickelodeon, foi preso por dirigir alcoolizado, na noite de segunda-feira (21/12) na cidade de Glendale, na Califórnia. Segundo o site TMZ, o carro de Drake foi abordado por policiais após parar e acelerar abruptamente diante de um sinal vermelho. Ao sentir cheiro de álcool saindo do veículo, os oficiais fizeram um teste do bafômetro, que deu positivo. O ator ficou preso por dez horas e saiu após pagar fiança. Ele ainda não comentou o assunto. “Drake & Josh” teve quatro temporadas entre 2004 e 2007. Desde então, Drake Bell atuou em comédias como “Os Seus, Os Meus e os Nossos” (2005), “Super-Herói – O Filme” (2008) e “Colegiais em Apuros” (2008), além de dublar o Homem-Aranha em diversas séries animadas da Marvel. Ele também tentou decolar como cantor, retomando a carreira em 2014 com um disco produzido por Brian Setzer, o lendário guitarrista da banda Stray Cats. Entre seus futuros projetos, o ator planejava retomar a parceria com seu ex-parceiro de cena, Josh Peck, em uma participação especial na série de comédia “Grandfathered”.
Leandro Hassum revela que seu pai era traficante e integrava a máfia
Leandro Hassum quebrou um tabu ao falar sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas quando o comediante tinha 21 anos. A revelação aconteceu no programa de entrevistas de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele explicou, revelando dificuldades em manter a relação após a prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, 11 anos após ser solto, novamente por envolvimento com o tráfico. Leandro disse que precisou de terapia para lidar com a situação e que pretende transformar a história em um livro. Seu pai morreu há um ano, em novembro de 2014. “Ele infartou uma semana depois (da cirurgia de redução de estômago do ator). Pedi para que, se ele falecesse no dia da minha cirurgia, que não me contassem, mas no dia que tive alta ele faleceu, parecia que estava esperando eu estar bem para poder descansar”, contou Hassum. A entrevista com o ator vai ao ar no dia 6 de dezembro.
Polícia Federal prende responsáveis pelo site pirata Mega Filmes HD
Uma operação deflagrada na manhã de quarta-feira (18/11) pela Polícia Federal resultou no fechamento e na prisão do grupo que gerenciava o site pirata Mega Filmes HD. Batizada de Barba Negra, a operação cumpriu dois mandados de prisão temporária visando desarticular uma organização criminosa especializada na prática de crimes contra os direitos autorais. O Mega Filmes HD oferecia um acervo de 150 mil filmes, documentários, séries de TV e shows de forma ilegal. Segundo a Polícia Federal, o site recebeu 60 milhões de visitas únicas mensais no primeiro semestre de 2015 — 85% originadas no Brasil e 15% de locais como Portugal e Japão. Os conteúdos eram oferecidos de forma gratuita, mas o site lucrava com a exibição de anúncios publicitários a seus visitantes. Além de ter realizado as prisões, a PF bloqueou as contas bancárias de sete suspeitos de gerenciar a página. Os investigados serão indiciados não apenas pela violação de direitos autorais, que tem uma pena de dois a quatro anos e multa, mas também por constituição de organização criminosa, que acrescenta ao delito uma pena de três a oito anos de prisão e multa.
Cineasta iraniano é condenado a 6 anos de prisão e 223 chibatadas por seus filmes
O cinema iraniano é um dos mais criativos e premiados do mundo. Mas o Irã também é um dos países que pior trata seus cineastas, que volta e meia são condenados à prisão pelo regime do país, quando não são sujeitos à chibatadas. A mais nova vítima da intolerância do governo iraniano é o diretor Keywan Karimi, conhecido por abordar temas como as dificuldades da vida moderna e a expressão política. Ele foi condenado a 6 anos de prisão e 223 chibatadas por causa de seus filmes, considerado culpado de “insultar santidades”. Entre as obras pelas quais Karimi foi condenado está o filme “Escritos na Cidade”, que retrata as manifestações políticas no Irã através do grafite, tanto na Revolução Islâmica de 1979 quanto nas contestadas eleições de 2009. Filmado em 2012, o filme foi censurado. Mas o curta documental “Fronteira Fechada” também pode ter provocado a ira das autoridades, por abordar a questão do contrabando da gasolina subsidiada no país. A imprensa estatal e as autoridades iranianas nem sequer comentaram a condenação do cineasta, que ainda permanece em liberdade, enquanto seu advogado recorre da decisão. O caso mais conhecido de repressão à expressão artística no Irã é a condenação do premiado cineasta Jafar Panahi. Detido em prisão domiciliar e proibido de trabalhar como diretor de cinema por 20 anos, ele realizou seus três últimos filmes de forma ilegal. O documentário “Isto Não É um Filme” (2011), que retrata seu cotidiano sob as restrições do governo, foi levado para o Festival de Cannes em 2011 dentro de um bolo de aniversário. “Cortinas Fechadas” também teve que ser contrabandeado para fora do país. Em ambos os casos, ele filmou dentro dos limites de sua prisão domiciliar. Mas, em enfrentamento declarado, foi às ruas disfarçado para rodar “Táxi”, vendedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim de 2015. Entretanto, não são apenas as críticas ao governo que incomodam as autoridades iranianas. Qualquer comportamento considerado impróprio pode render dura repressão. Em maio de 2014, a polícia prendeu homens e mulheres que gravaram um vídeo em que dançavam a música “Happy”, de Pharrell Williams. Apesar da repercussão internacional, inclusive com apelo do músico, os detidos foram condenados a seis meses de prisão e 91 chicotadas.










