Festivais de Cannes, Berlim e Sundance protestam contra prisão de diretora de festival da Bielorrússia
Os festivais de cinema de Berlim, Cannes e Sundance produziram um documento em conjunto com a Academia Europeia de Cinema e vários grupos de direitos humanos e da indústria cinematográfica, pedindo a libertação imediata de Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, que foi presa em 5 de abril por suposta atividade subversiva. Na carta aberta conjunta, as organizações condenaram a prisão e pediram às autoridades bielorrussas que libertem Hatsura-Yavorska e outros “presos políticos” do regime. “Instamos as autoridades bielorrussas a libertar imediata e incondicionalmente nossa colega Tatsiana Hatsura-Yavorska e outros defensores dos direitos humanos, e a pôr fim aos atos de assédio judicial contra eles”, diz a carta. Hatsura-Yavorskaya foi presa em 5 de abril, supostamente pelo crime de ajudar a organizar uma exposição de fotos intitulada “The Machine Is Breathing, I Am Not” (A máquina está respirando, eu nã) em homenagem aos profissionais de saúde da Bielo-Rússia durante a crise de covid-19. Ela encontra-se detida, aguardando julgamento por acusações referentes a “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko. A audiência de Tatsiana Hatsura-Yavorska está marcada para 15 de abril. Se condenada, ela pode pegar vários anos de prisão. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram em todo o país depois que Lukashenko reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram acusadas de participar das manifestações antigovernamentais e cerca de 400 foram condenadas.
Astro de novelas argentinas será investigado no Brasil por estupro
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra Juan Darthés, astro veterano de novelas argentinas, que está atualmente no Brasil. Ele é acusado de estupro pela atriz Thelma Fardin (“Sou Luna”). Nascido em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul, o ator de 56 anos foi acusado formalmente pela Justiça da Nicarágua, onde o abuso teria acontecido em 2009, mas antes de ser detido voltou para a Argentina. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” com Fardin para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Fardin tinha 16 anos e Darthés 45. Depois disso, ele estrelou mais quatro novelas na Argentina. Mas em 2018 o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator, que então resolveu se refugiar no Brasil, devido à sua cidadania. Na época, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a vinda do ator ao país. Intocável no Brasil, Darthés foi denunciado nas redes sociais por Fardin, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina em 2018. Após o caso vir à público, outras quatro atrizes acusaram o ator de estupro. Agora, a situação mudou. Com a decisão do MPF, abre-se a possibilidade de Darthés ser julgado no Brasil — pela Constituição, o país não pode extraditar seus cidadãos, mas o Código Penal prevê que possam ser julgados em território brasileiro por crimes cometidos no exterior. Se ele fugir novamente, há um mandato internacional de captura pela Interpol. “Espero que a mensagem enviada pelo Brasil, não somente nesse caso particular, seja a de que o Brasil não pode servir de refúgio e de esconderijo para estupradores, ainda mais para um estuprador com pedido de captura internacional”, disse Fardin nesta quarta (7/4), em Buenos Aires, após um evento para anunciar a decisão do MPF. Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e está em cartaz nos cinemas argentinos com “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que tem arrancado elogios rasgados da crítica desde sua estreia em março passado.
Ator é preso por enganar investidores com contratos falsos da Netflix
O ator Zach Avery, cujo nome verdadeiro é Zachary Horwitz, foi preso na terça-feira (6/4) em Los Angeles em conexão com um grande esquema de pirâmide de Hollywood. Conhecido apenas por ter estrelado filmes muitos ruins e de baixíssimo orçamento, ele teria conseguido enganar diversos investidores, levantando mais de US$ 227 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) para produção de longas-metragens. Segundo reportagem do jornal Los Angeles Times, Avery falsificou acordos de licenciamento com a Netflix, HBO, e outras plataformas para convencer os investidores que teria contrato com essas empresas. Em uma declaração juramentada apresentada no tribunal federal de Los Angeles, o agente do FBI John Verrastro disse que Avery usou esses fundos para “benefício pessoal” e para fazer pagamentos a investidores anteriores “no estilo de um esquema clássico de pirâmide”. Ele usou parte do dinheiro para comprar uma casa com piscina, adega e academia em Los Angeles em 2018, agora à venda por US$ 6,5 milhões.
A Menina que Matou os Pais: Carla Diaz vira Suzanne Von Richthofen em novo trailer
A Galeria Distribuidora divulgou um novo trailer da sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Com imagens inéditas, os vídeos destacam o desempenho de Carla Diaz, recém-saída do “BBB 21”, em sua estreia no cinema. Nos filmes, ela vive ninguém menos que Suzanne Von Richthofen, uma das criminosas mais célebres do Brasil. Previstos para abril de 2020, os longas foram adiados devido à pandemia e vão completar um ano guardados. O lado positivo desse adiamento é que Carla Diaz se tornou ainda mais popular nesse meio tempo, após passar pelo reality show da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os demais que saíram antes dela da produção. Em seu plano original, a distribuidora pretendia lançar os dois filmes no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime. Além da ex-Chiquitita e ex-Rebelde como Suzane, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy (“Bom Dia, Verônica”). Ainda não há previsão para a estreia.
Olivia Munn ajuda polícia a prender agressor em Nova York
A atriz Oliva Munn ajudou a polícia de Nova York a identificar o suspeito de uma agressão a uma senhora asiática durante o início da semana. Ela divulgou em suas redes sociais o vídeo que registrou a agressão do valentão, que atirou um pacote contra a mulher e a empurrou no chão, fazendo-a desmaiar, diante de uma padaria do Queens. A estrela de “X-Men: Apocalipse” pediu a ajuda de seus seguidores após revelar que a mulher chinesa de 52 anos era a mãe de um amigo, e condenou a violência contra membros da comunidade asiática, que aumentou após o início da pandemia de covid-19. “Ela deixou o hospital com 10 pontos na cabeça. Esses crimes de ódio racistas contra nossos entes queridos mais velhos precisam parar”, ela apontou. “Nós vamos encontrar esse cara”, continuou, postando fotos do suspeito e convocando seus seguidores a identificá-lo. O post se tornou viral e acabou servindo realmente para identificar e localizar o agressor, que foi preso pela polícia na quinta (18/2), dois dias após o ataque. A polícia da cidade de Nova York agradeceu oficialmente a ajuda em suas redes sociais. Comemorando a resolução, Munn comemorou junto ao seus seguidores. “VOCÊS FIZERAM ISSO !!!!”, ela escreveu. O suspeito se chama Patrick Mateo e foi indiciado por agressão de terceiro grau e assédio em segundo grau. Ele pagou fiança e vai aguardar o julgamento em liberdade. Apesar do ataque sem motivação, o agressor não se tornou réu por crime de ódio. O filho da vítima, Sam Cheng, amigo de longa data da atriz, lamentou esta decisão. “Não podemos, tecnicamente, legalmente, chamar isso de crime de ódio”, disse ele à rede CNN. “E eu me pergunto quantos outros crimes estão acontecendo por aí que legalmente não podem ser chamados de crimes de ódio? Só quero que se conscientizem”, reclamou. De acordo com fontes ouvidas pelo site TMZ, o incidente não está sendo investigado como um crime de ódio porque o suspeito afirma que a briga foi sobre distanciamento social. Já a vítima contou à polícia que estava esperando na fila da padaria quando foi abordada pelo homem, que começou a gritar com ela e xingá-la de forma preconceituosa, até empurrá-la do lado de fora do estabelecimento, fazendo-a cair e bater com a cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn)
Produtor de Intocáveis é preso por abuso e agressão sexual contra afilhado
O produtor Dominique Boutonnat, presidente do Centro Nacional de Cinema (CNC), espécie de Ancine da França, foi preso na manhã de quarta-feira (10/2) pela polícia francesa. Ele está sendo processado por tentativa de estupro e agressão sexual por seu afilhado de 22 anos. A alegada agressão sexual ocorreu em agosto durante um feriado na Grécia. A queixa foi apresentada pelo afilhado de Boutonnat em 7 de outubro e o mandato de prisão expedido agora. “Dominique Boutonnat contesta ter cometido qualquer delito, ele está totalmente sereno sobre o resultado deste procedimento”, disse o advogado do produtor, Emmanuel Marsigny, à Agência France Presse (AFP). Boutonnat, de 51 anos, foi produtor associado de filmes como o fenômeno de bilheteria “Intocáveis” (2011), além de “Polissia” (2011), “2 Dias em Nova York” (2012) e “Um Plano Perfeito” (2012), entre outros. Ele se tornou presidente do CNC em julho de 2019 e inicialmente enfrentou rejeição generalizada dentro da indústria devido à sua proximidade com o presidente Emmanuel Macron e seu currículo como produtor e financista. Entretanto, sob sua liderança o CNC desempenhou um papel importante no estabelecimento de diretrizes para o combate ao assédio sexual na indústria cinematográfica francesa. No dia anterior à apresentação da queixa, em 6 de outubro, Boutonnat compareceu a um evento co-organizado pela organização 50/50 e pela Associação Europeia contra a Violência contra as Mulheres no Local de Trabalho, durante o qual fez um discurso abordando a necessidade dos trabalhadores da indústria falarem abertamente sobre abusos sem medo de perder seus empregos durante a pandemia. A acusação contra o produtor faz parte de uma onda de acusações de denúncias recentes de parentes que tem abalado importantes figuras públicas francesas. O #MeToo francês ficou conhecido como #MeTooInceste, porque tudo começou com a publicação no mês passado do livro “La Familia Grande”, em que a advogada Camille Kouchner acusou seu sogro Olivier Duhamel, um conhecido intelectual e gênio da televisão, de estuprar seu irmão gêmeo quando ele tinha 13 e 14 anos. Dizendo-se inspirada pela leitura, a filha do ator e diretor francês Richard Berry (“Consentimento Mútuo”) também o acusou de incesto e estupro, alegando que foi abusada pelo pai entre as idades de 8 e 10.
Cheer: Série documental esportiva da Netflix vira caso de polícia
A série documental “Cheer”, sobre os bastidores do universo de competições de cheerleaders, virou uma coleção de boletins de ocorrência policial. Cinco meses após Jeremiah “Jerry” Harris, um dos rostos mais conhecidos da série lançada no início do ano passado pela Netflix, ser preso e indiciado por produzir pornografia infantil, mais dois ginastas destacados na produção foram detidos pela polícia dos EUA. O atleta Mitchell Ryan foi preso pela polícia de Dallas por “assédio sexual grave” contra um menor, supostamente cometido em 24 de julho do ano passado, e Robert Joseph Scianna, técnico, coreógrafo e bicampeão do mundial das competições de líderes de torcida, foi detido no estado da Virgínia após tentar convencer um adolescente a manter relações sexuais com ele, por meio de conversas na internet. Segundo a polícia local, Ryan ficou menos de 24 horas preso, sendo liberado depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. Já Scianna continua em prisão provisória sem possibilidade de fiança. Depois dessa sucessão de escândalos, dificilmente a série terá 2ª temporada. A menos que vire série criminal. Para complicar ainda mais, o próximo campeonato nacional de cheerleaders foi adiado por causa da pandemia e não tem previsão para ser realizado.
Vídeo promove música de Mary J. Blige cotada para o Oscar
A cantora Mary J. Blige lançou o lyric video de “See What You Done” para promover a gravação, que está sendo cotada como candidata ao Oscar de Melhor Canção. A música foi composta e gravada por Blige para o documentário “Belly of the Beast”, que retrata o abuso de mulheres encarceradas pelo Departamento Prisional da Califórnia. O vídeo foi realizado pela equipe do filme, produzido pelo canal público PBS, e abre com narração da ex-presidiária Kelli Dillon, que conta sua história enquanto imagens da prisão, instalações médicas, escritórios de advocacia e sua própria casa passam na tela. “Eu tinha cerca de 24 anos. Comecei a sentir, tipo, uma dor abdominal. Fui acorrentada para ir para a cirurgia. Quando saí, senti que algo estava errado.” Dillon faz uma pausa, antes de verbalizar a percepção comum a muitas mulheres encarceradas nos EUA: “Fui esterilizada intencionalmente e mentiram para mim.” Dirigido por Erika Cohn, “Belly of the Beast” narra uma luta de quase uma década para expor a prática de esterilização forçada de presidiárias femininas na Califórnia. O filme destaca essa injustiça reprodutiva com relatos pessoais de ex-presidiárias. Esta é segunda incursão recente de Blige pelo mercado de trilhas sonoras. O esforço anterior, “Mighty River”, do filme “Mudbound” de 2017, lhe rendeu nove prêmios Grammy e indicação ao Oscar na categoria de Melhor Canção Original. Ela também concorreu ao Oscar como Melhor Atriz Coadjuvante, por integrar o elenco da produção.
Cherry: Irmãos Russo revelam cena inédita com Tom Holland
Os irmãos Russo divulgaram nas redes sociais um trecho de seu novo filme, “Cherry”, que marca o primeiro papel dramático e adulto de Tom Holland (o Homem-Aranha). A prévia traz o ator ao telefone com a namorada (Ciara Bravo, de “Wayne”), expressando o peso da decisão de ter se alistado num período de guerra no Oriente Médio. “Mal podemos esperar para vocês verem as performances devastadoras de Tom Holland e Ciara Bravo”, afirmaram os diretores no Twitter. Na produção, que volta a reunir o ator e os irmãos Russo após “Vingadores: Ultimato”, Holland interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) O filme terá um lançamento limitado nos cinemas em 26 de fevereiro, praticamente na data-limite da qualificação de candidatos ao Oscar 2021. Já o lançamento em streaming na plataforma Apple TV+ foi marcado para 12 de março. We can’t wait for you to experience the truly heart-wrenching performances from @TomHolland1996 and @CiaraBravo in #Cherry. Coming to theaters February 26th and on @AppleTV March 12th. https://t.co/9Pt9eGY8EB pic.twitter.com/gAfbYkGGM8 — Russo Brothers (@Russo_Brothers) January 22, 2021
Globo transforma Carcereiros: O Filme em minissérie
A Globo está transformando “Carcereiros: O Filme” numa minissérie, que estreia nesta segunda-feira (18/1), com o objetivo de encerrar a história da atração, que é livremente inspirada no livro “Carcereiros”, de Drauzio Varella, e já teve duas temporadas, exibidas entre 2018 e 2019. A trama gira em torno da passagem de Abdel (Kaysar Dadour), um perigoso terrorista internacional, pelo presídio onde Adriano (Rodrigo Lombardi) trabalha. A adaptação para a TV tem quatro capítulos e inclui cenas inéditas, gravadas especialmente para a exibição televisiva, com depoimentos de Adriano. Neles, o carcereiro relembra momentos das temporadas anteriores, que se conectam à chegada de Abdel a uma carceragem em permanente estado de tensão entre duas facções criminosas. “No retorno de ‘Carcereiros’ para a TV, o encerramento do ciclo audiovisual da marca, trouxemos um pouco da série de volta. Quando Adriano passa por situações semelhantes às que já viveu, temos flashbacks das outras temporadas, em uma reedição clipada, como se fosse um trailer. Também temos depoimentos inéditos do personagem, falando diretamente para o público e não mais para a psicóloga como no filme”, diz o diretor José Eduardo Belmonte, em comunicado sobre a produção. Escrita por Fernando Bonassi, Marçal Aquino, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, o final de “Carcereiros” tem direção geral de José Eduardo Belmonte e é uma coprodução da Gullane e a Spray Filmes. Os quatro episódios vão ao ar na TV Globo entre os dias 18 e 22 (exceto quarta-feira, dia 20), logo após a novela “A Força do Querer”. Veja o trailer da atração abaixo.
Cherry: Filme dos diretores de Vingadores com astro do Homem-Aranha ganha trailer
A Apple divulgou o primeiro trailer de “Cherry”, drama intenso que volta a reunir o ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) com os cineastas Joe e Anthony Russo (do blockbuster “Vingadores: Ultimato”). A prévia é repleta de cenas impactantes e reviravoltas na vida do protagonista, num choque de gêneros que parece misturar cenas de comédia romântica, filme de guerra, drama de drogas e thriller criminal. Na trama, Holland interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Ciara Bravo (“Wayne”), Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) O trailer revela que o filme terá um lançamento limitado nos cinemas em 26 de fevereiro, praticamente na data-limite da qualificação de candidatos ao Oscar 2021. Holland tem sido bastante elogiado pelo desempenho e pode ganhar campanha da Apple para emplacar uma indicação. Já o lançamento em streaming na plataforma Apple TV+ foi marcado para 12 de março.
Cherry: Filme dos diretores de Vingadores com astro do Homem-Aranha ganha primeira prévia
A primeira cena de “Cherry” chegou na internet. A prévia do thriller dramático, que volta a reunir o ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) com os cineastas Joe e Anthony Russo (do blockbuster “Vingadores: Ultimato”) também acompanha uma nova coleção de pôsteres, centrada no protagonista. Na trama, Holland interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A cena divulgada registra seu alistamento militar. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Ciara Bravo (“Wayne”), Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) A previsão de lançamento é para 2021 na plataforma Apple TV+, em data ainda não confirmada.
Atriz de Fuller House é libertada após dois meses de prisão
A atriz Lori Loughlin, estrela de “Full House”, foi libertada da prisão federal de São Francisco após cumprir sua pena de dois meses por fraude universitária, envolvendo o pagamento de US$ 500 mil para colocar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) sob falsos pretextos. Seu marido, Mossimo Giannulli, continua encarcerado, após ter sido condenado a cinco meses de prisão. Loughlin também foi multada e condenada a serviços comunitários pelo escândalo de 2019. Apesar de ter cumprido sua pena na prisão, Loughlin não tem novo trabalho agendado. A outra atriz famosa implicada no escândalo, a vencedora do Emmy Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), já começou a retomar sua carreira após um período muito breve de detenção – apenas 12 dias, por ter se declarada culpada desde o início e cooperado com as autoridades. Huffman entrou no piloto de uma sitcom da rede ABC inspirada na vida real da dona de um time de beisebol. Após inicialmente declarar-se inocente, Loughlin acabou afastada de todas as produções de que participava, ausentando-se da 5ª e última temporada de “Full House”, perdendo seu papel em “Quando Chama o Coração: A Série” e recebendo a notícia do cancelamento de “Garage Sale Mysteries”. Mas ao ver como Huffman lidou com a situação, ela fechou um acordo para se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, sendo liberada nesta segunda-feira (28/12), a tempo de passar o Ano Novo com as filhas.










