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    Framboesa de Ouro 2019: Holmes & Watson é o pior filme e Donald Trump o pior ator do ano

    23 de fevereiro de 2019 /

    A organização do Framboesa de Ouro, que anualmente premia os piores do cinema, anunciou seus “grandes” vencedores de 2019 em cerimônia realizada neste sábado (23/2) em Los Angeles. E o troféu menos cobiçado do evento, Pior Filme do ano, foi para a comédia “Holmes & Watson”. Além de Pior Filme, “Holmes & Watson” foi o pior em mais três categorias: Direção (Etan Cohen), Ator Coadjuvante (John C. Reilly) e Continuação, “Remake” ou Cópia. Claramente, o grande vencedor dos Razzies, como o troféu também é conhecido. O filme é tão ruim que nem teve lançamento no Brasil. E só perdeu na disputa de Pior Ator porque Will Ferrell enfrentou um concorrente de peso. Ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos foi eleito o Pior Ator do ano, por sua “interpretação” de si mesmo nos documentários “Death of a Nation” e “Fahrenheit 11/9”. Trump ainda venceu outro prêmio, numa indicação da politização do Framboesa de Outro, como Pior Dupla do cinema, formada por ele e seu ego “perpetuando a mesquinharia”. Mas as críticas ao governo atual dos Estados Unidos não ficaram nisso. Kellyanne Conway, assessora de Trump, foi considerada a Pior Atriz Coadjuvante por sua “interpretação” de si mesma em “Fahrenheit 11/9”. Além de Trump, outra artista também faturou duas estatuetas de framboesas douradas: Melissa McCarthy, como Pior Atriz pelos filmes “Alma da Festa” e “Crimes em Happytime”, simultaneamente ao prêmio de “Redenção” – único troféu positivo da premiação, que significa que ela já deu a volta por cima – por “Poderia Me Perdoar?”, pelo qual concorre ao Oscar de Melhor Atriz no domingo (24/2). A framboesa de Pior Roteiro, por sua vez, ficou com “Cinquenta Tons de Liberdade”, o último filme da trilogia erótica “Cinquenta Tons”. Neste ano, ainda foi instituído um prêmio especial, Barry L. Bumstead, destinado ao pior fracasso de bilheteria da temporada. A desonra foi concedida para “O Clube dos Meninos Bilionários”, um fiasco estrelado por Kevin Spacey, banido de Hollywood após ser denunciado por assédio sexual. Confira abaixo todos os vencedores do Framboesa de Ouro 2019. Pior Filme “Holmes & Watson” Pior Atriz Melissa McCarthy, por “Crimes em Happytime” e “Alma da Festa” Pior Ator Donald Trump, por “Death of a Nation” e “Fahrenheit 11/9” Pior Ator Coadjuvante John C. Reilly, por “Holmes & Watson” Pior Atriz Coadjuvante Kellyanne Conway, por “Fahrenheit 11/9” Pior Dupla Donald Trump e seu ego, por “Death of a Nation” e “Fahrenheit 11/9” Pior Remake, Cópia ou Sequência “Holmes & Watson” Pior Direção Etan Cohen, por “Holmes & Watson” Pior Roteiro Niall Leonard, por “Cinquenta Tons de Liberdade” Pior Fracasso “O Clube dos Meninos Bilionários” Redenção Melissa McCarthy, por “Poderia Me Perdoar?”

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    César 2019: Enfrentando a violência de gênero, Custódia vence “Oscar do cinema francês”

    23 de fevereiro de 2019 /

    A Academia Francesa de Cinema consagrou o filme “Custódia”, que aborda a questão da violência de gênero, na premiação do César 2019, o equivalente ao “Oscar do cinema francês”. O longa de Xavier Legrand venceu quatro estatuetas, incluindo Melhor Filme, na cerimônia celebrada na noite de sexta-feira (22/2) em Paris. “Quando rodamos o filme, em 2016, 123 mulheres foram assassinadas pelo companheiro ou ex-companheiro. No decorrer do ano, 25 mulheres foram assassinadas, o que quer dizer que passamos a uma mulher a cada dois dias, enquanto em 2016 era uma a cada três dias”, declarou o diretor do filme, Xavier Legrand. “Custódia” teve sua première mundial no Festival de Veneza de 2017, onde venceu dois prêmios, inclusive Melhor Direção, e foi premiado pela crítica na Mostra de São Paulo daquele ano, antes de ser exibido comercialmente no Brasil – o que ocorreu em julho do ano passado. O longa também entrou na lista dos melhores lançamentos de 2018 da Pipoca Moderna (veja aqui). A estrela do filme, Léa Drucker, venceu o César de Melhor Atriz por seu papel de uma mãe que tenta recompor a vida após a separação do marido violento. Em seu discurso, ela homenageou as mulheres corajosas que a inspiraram, “todas as mulheres, todas as feministas que escrevem, atuam, elevam a voz e defendem diariamente a causa das mulheres, desafiando com frequência insultos e todo tipo de agressividade”. “A violência começa pelas palavras que usamos no dia-a-dia. Pensamos que são banais, mas não nos damos conta de que são o começo de uma ameaça, são o reflexo de uma forma de pensar, de uma ideologia que todos devemos combater”, acrescentou. O cineasta Xavier Legrand ainda venceu o troféu de Roteiro Original – e o quarto troféu de seu filme foi para a Edição. Entretanto, ele perdeu o César de Melhor Direção para Jacques Audiard, premiado pelo western franco-americano “Os Irmãos Sisters”. Já o Melhor Ator foi Alex Lutz, por “Guy”, filme que ele também escreveu e dirigiu. Um dos pontos altos da cerimônia foi uma homenagem ao ator, diretor e produtor Robert Redford, de 82 anos, que recebeu um César honorário por sua carreira. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme: “Custódia”, de Xavier Legrand Melhor Direção: Jacques Audiard (“Os Irmãos Sisters”) Melhor Ator: Alex Lutz (“Guy”) Melhor Atriz: Léa Drucker (“Custódia”) Melhor Ator Coadjuvante: Philippe Katerine (“Le Grand Bain”) Melhor Atriz Coadjuvante: Karin Viard (“Les Chatouilles”) Melhor Revelação Masculina: Dylan Robert (“Shéhérazade”) Melhor Revelação Feminina: Kenza Fortas (“Shéhérazade”) Melhor Roteiro Original: Xavier Legrand (“Custódia”) Melhor Roteiro Adaptado: Andréa Bescond e Eric Métayer (“Les Chatouilles”) Melhor Edição: Yorgos Lamprinos (“Custódia”) Melhor Fotografia: Benoït Debie (“Os Irmãos Sisters”) Melhor Música Original: Vincent Blanchard e Romain Greffe (“Guy”) Melhor Som: Brigitte Taillandier, Valérie de Loof e Cyril Holtz (“Os Irmãos Sisters”) Melhor Direção de Arte: Michel Barthélémy (“Os Irmãos Sisters”) Melhor Figurino: Pierre-Jean Larroque (” Mademoiselle de Joncquières”) Melhor Filme de Estreia: “Shéhérazade”, de Jean-Bernard Marlin Melhor Documentário: “Ni Juge, Ni Soumise”, de Jean Libon e Yves Hinant Melhor Filme de Animação: “Dilili à Paris”, de Michel Ocelt Melhor Filme Estrangeiro: “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda (Japão) Melhor Curta-Metragem de Ficção: “Les Petites Mains”, de Rémi Allier Melhor Curta-Metragem de Animação: “Villaine Fille”, de Ayce Kartal César do Público: “Les Tuche 3”, de Olivier Baroux César Honorário: Robert Redford

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    Estrela de Roma indicada ao Oscar sofre preconceito de atrizes e celebridades mexicanas

    20 de fevereiro de 2019 /

    Yalitza Aparicio, que concorre ao Oscar 2019 de Melhor Atriz como protagonista do filme “Roma”, está sendo alvo de uma campanha de ódio e preconceito no México. E não é de trolls da internet, mas de celebridades da televisão do país – diretores, atrizes e apresentadores inconformados com seu sucesso. Na semana passada, veio à tona que um grupo de atores tentou evitar que Yalitza fosse indicada como Melhor Atriz no prêmio Ariel, entregue pela Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas – troféu equivalente ao Oscar no país. A tentativa de boicotar a nomeação da atriz de origem indígena foi divulgada no Twitter por Rossana Barro, coordenadora do Festival Internacional de Cinema Morelia. “Soube que há um grupo de atrizes mexicanas que está se organizado para pedir à Academia de Cinema que Yalitza Aparicio não seja considerada para a categoria de Melhor Atriz”, escreveu Rossana Barro, em 11 de fevereiro. “É a coisa mais medíocre, patética e vil que já escutei. Não direi mais nada”, acrescentou. Não se sabe quem fazia parte do grupo e há quem questione a sua existência. Mas a cineasta María José Cuevas, autora do documentário “Bellas de Noche”, disse que a tentativa de boicote, de fato, existiu. “Sim. Confirmado por vários lados”, disse a cineasta pelo Twitter, ao ser perguntada sobre se o “rumor” tinha bases na realidade. O ator mexicano Diego Luna foi um dos que aproveitou a polêmica para dizer que não precisava ver “Roma” para saber do “racismo e a estratificação social” do México. O boicote feito longe dos holofotes reflete a rejeição a Yalitza Aparicio em seu próprio país, especialmente após sua indicação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz. Ela é a segunda atriz mexicana a conseguir esse feito, depois de Salma Hayek em 2003, pela participação no filme “Frida”. Os críticos à sua indicação ao Oscar questionam o fato de Yalitza não ter carreira. Um dos comentários mais frequentes é o de que ela ficou famosa “por sorte” e que nunca se preparou para se tornar atriz. Por isso, enquanto a maioria dos atores mexicanos parabenizou Yalitza – muitos com entusiasmo – , alguns chegaram a protestar contra sua projeção internacional. A apresentadora de televisão Elsa Burgos manifestou sua indignação pelo Facebook. “Não estou desmerecendo o trabalho de ninguém. Cada um sabe como e quando vai chegar aonde quer. Mas, sinceramente, me digam: A atuação de Yalitza é espetacular para que seja nomeada ao Oscar?”, questionou. “Ela não atuou. Ela é assim. Fala assim, se comporta assim, como a Cleo [nome da personagem de Yalitza no filme]. O Oscar se dá a uma atuação que não tenha nada a ver com você.” A atriz e produtora de televisão mexicana Patricia Reyes também minimizou o talento de Yalitza. “Ela fez bem o seu papel, mas não acho que vá fazer uma carreira disso”, disse em entrevista à TV Azteca. “Não é a sua vocação, não é o que ela quer. Mas se [Alfonso] Cuarón [diretor de ‘Roma’] continuar a chamá-la para trabalhar, provavelmente será. Mas não sinto que seja sua vocação, é um momento, um flash”, acrescentou. A atriz Laura Zapata também criticou a aparência de Yalitza quando os jornalistas perguntaram sua opinião sobre o sucesso da jovem. “Que sorte, né? É a sorte das feias”, respondeu. Outra declaração que gerou polêmica foi da cantora Yuri (Yuridia Valenzuela Canseco), que durante uma entrevista se disse contente por ver que alguém “com aquele tipo físico” esteja concorrendo ao Oscar. “Acho muito bom. Como que uma pessoa com esse tipo (físico foi indicada)? Não importa o físico, é o talento”, disse. “Muita gente diz que se você está em Hollywood tem que ser muito mexicana, muito bonita e ter um corpaço. E ela é o contrário disso”, acrescentou. A polêmica mais recente foi do ator Sergio Goyri, num vídeo que viralizou, em que ele aparece reclamando que tinham “nomeado uma índia” ao Oscar. Ao saber dessas declarações, Yalitza disse: “Estou orgulhosa de ser uma indígena oaxaqueña e só lamento que haja pessoas que não sabem o significado correto das palavras.” Antes de participar de “Roma”, Yalitza era professora de uma pré-escola em Tlaxiaco, no estado de Oaxaca. A mudança foi drástica, ainda mais que ela nunca tinha visto uma mulher “desse tipo” ter alguma projeção no cinema mexicano, graças ao “azar” das minorias. “Eu não conhecia muito sobre cinema. Eu me afastei totalmente do cinema porque considerava que não me pertencia, que era um mundo de sonhos a que eu não podia aspirar, porque nenhuma mulher que eu via nas telas se parecia comigo”, afirmou a atriz em entrevista à imprensa. “Agora que comecei a pesquisar mais, já sei que há muitos atores incríveis que, sem ter estudado atuação, chegaram a ser grandes”, concluiu.

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    Filme brasileiro é premiado no Festival de Berlim 2019

    16 de fevereiro de 2019 /

    O documentário “Espero Tua (Re)Volta”, da brasileira Eliza Capai, foi um dos vencedores das premiações paralelas do Festival de Berlim 2019. Exibido na mostra Generation, dedicada a filmes sobre a juventude, o longa venceu o prêmio da organização Anistia Internacional e o Prêmio da Paz, que é dado pela Fundação Heinrich Böll, como expoente do “cinema comprometido com a coragem cívica”. A obra relembra os conflitos entre a polícia e adolescentes brasileiros que aconteceram em 2015, quando estudantes ocuparam colégios de São Paulo para exigir melhor educação. Ao justificar o prêmio, o júri da Anistia Internacional destacou a “repressão sofrida por estudantes que tratam de defender o acesso à educação livre”. “Imaginem que seus filhos saem às ruas porque o governo quer fechar as escolas e são recebidos com bombas de gás lacrimogêneo e porradas”, apontou a atriz austríaca Feo Aladag, ao entregar o prêmio para Eliza Capai, que, emocionada, considerou o reconhecimento como um convite a “seguir lutando por esse direito básico” “Fazer o filme foi difícil, mas nem nos piores pesadelos eu poderia imaginar que o filme ficaria pronto em condições tão adversas. É uma honra estar aqui e protestar, para o mundo, contra o governo homofóbico, racista e contra as mulheres que se instalou no País”, discursou Capai, ao aceitar o prêmio. A diretora comentou a importância do prêmio para a produção, ao conversar com o jornal O Estado de S. Paulo no fim da cerimônia. “Sempre sonhei com um lançamento alternativo, para que o filme chegasse ao seu público e, com o apoio da Anistia, acho que vamos conseguir isso. Põe no jornal, por favor, para que o Brasil saiba da importância desse prêmio. Somos independentes. Precisamos de todo apoio para fazer e lançar nossos filmes”. Veja abaixo o trailer da obra premiada, que ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Academia volta atrás e todas as categorias serão premiadas ao vivo no Oscar 2019

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos voltou atrás na sua decisão de tirar a premiação de quatro categorias da transmissão ao vivo do Oscar 2019. A pressão de diversos astros e cineastas contra a iniciativa, que jogaria para os intervalos comerciais a entrega de troféus aos vencedores das categorias de Direção de Fotografia, Edição, Curta-Metragem e Maquiagem e Cabelo, fez com que a iniciativa fosse revista. Em breve comunicado, a Academia disse que “ouviu as opiniões de seus membros sobre a apresentação do Oscar” e que “todos os prêmios serão apresentados ao vivo, sem edições, em nosso formato tradicional”. A polêmica foi consequência de um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças na premiação. Assim, no começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou numa carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. Vários astros, cineastas e profissionais de destaque da indústria cinematográfica assinaram o documento, que continuava a ganhar adesões nas últimas horas. Entre os signatários do protesto, estavam vários candidatos ao Oscar 2019. Ao todo, 200 cinematógrafos, 75 diretores, incluindo Martin Scorsese, Alfonso Cuarón, Quentin Tarantino, Guillermo del Toro e Spike Lee, 80 atores, entre eles Bradley Copper, Glenn Close, Brad Pitt, George Clooney, Robert De Niro, Sandra Bullock e Emma Stone, bem como dezenas de produtores, editores, figurinistas, supervisores de VFX, etc, uniram-se contra a forma como a cerimônia estava sendo produzida. Alfonso Cuarón, que é favorito a vencer o Oscar de Melhor Direção de Fotografia por seu trabalho em “Roma”, escreveu nas redes sociais: “Na história do CINEMA, obras-primas existiram sem som, sem cor, sem roteiro, sem atores e sem música. Mas nunca nenhum filme existiu sem CINEMAtografia e sem edição”. Guillermo del Toro complementou a observação do conterrâneo. “Direção de Fotografia e Edição são o coração de nosso ofício. Eles não foram herdados de uma tradição teatral ou de uma tradição literária: eles são o próprio cinema”, tuitou o cineasta. No ano passado, a transmissão do Oscar durou mais de 3 horas e meia, e teve a pior audiência já registrada pelo evento na TV americana. O Oscar 2019 vai acontecer em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    George Clooney, Brad Pitt, Robert De Niro e outros astros se juntam ao protesto contra o Oscar 2019

    14 de fevereiro de 2019 /

    Novos cineastas e grandes astros de Hollywood juntaram-se ao protesto contra o Oscar 2019, motivado pela decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos de tirar da transmissão ao vivo a premiação de Direção de Fotografia. Uma carta aberta publicada no começo desta quinta (14/2) ganhou as adesões dos diretores Alfonso Cuaron (“Roma”), Christopher Nolan (“Dunkirk”), Michael Mann (“Inimigos Públicos”), Alejandro G. Inarritu (“O Regresso”) e Guillermo del Toro (“A Forma da Hora”), bem como dos atores George Clooney (“Gravidade”), Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”), Robert De Niro (“Joy”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”) e Kerry Washington (“Scandal”). Eles juntaram suas assinaturas ao documento que chamou a decisão da Academia de “insulto” e foi originado por vencedores do Oscar, como Damien Chazelle (“La La Land”), Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), além de Spike Lee, que concorre neste ano por “Infiltrado na Klan”. A polêmica se deve a um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças no formato da premiação. No começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias (Melhor Fotografia, Edição, Curta-metragem e Maquiagem e Cabelo) seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou na atual carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. No documento, cineastas, cinematógrafos e astros pedem para Bailey reverter a decisão. “A resposta vocal de nossos pares e a reação imediata dos líderes da indústria sobre a decisão da Academia deixa claro que não é tarde demais para ter essa decisão revertida”, diz o texto, que continua a receber assinaturas. A Academia rebateu as críticas com um comunicado, em que “assegura a todos que nenhuma categoria será apresentada de uma forma que a coloque como menos importante do que qualquer outra”, frisando que os discursos dos vencedores dos quatro Oscar concedidos durante os comerciais irão ao ar, de forma editada, em outro momento da cerimônia. Segundo a instituição, os próprios membros da Academia que trabalham nas áreas afetadas voluntariaram suas categorias como as primeiras a serem apresentadas durante os comerciais. Nos próximos anos, outras categorias participarão do rodízio, recebendo seus prêmios durante os comerciais, para agilizar a transmissão. “Os produtores da nossa cerimônia consideraram tanto a tradição do Oscar quanto a nossa audiência global. Nós acreditamos sinceramente que o show será do agrado de todos, e estamos ansiosos para celebrar um grande ano de cinema com todos os membros da Academia e com o resto do mundo”, finalizou a declaração oficial sobre o assunto.

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    Scorsese, Tarantino e Spike Lee se juntam em protesto contra organização do Oscar 2019

    14 de fevereiro de 2019 /

    Um grupo formado por 40 cineastas e cinematógrafos (diretores de fotografia) publicou uma carta aberta contra a decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de retirar quatro categorias da transmissão ao vivo do Oscar 2019, especialmente a de Direção de Fotografia. Endereçado ao presidente da instituição, John Bailey, o documento foi assinado por vencedores do Oscar, como Damien Chazelle (“La La Land”), Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), além de Spike Lee, que concorre neste ano por “Infiltrado na Klan”. “A Academia foi fundada em 1927 para reconhecer excelência nas artes cinematográficas, inspirar a imaginação e ajudar a conectar o mundo através da mídia universal dos filmes”, argumentou a carta. “Infelizmente, fugimos desta missão ao tentar apresentar entretenimento ao invés da celebração de nossa forma de arte e das pessoas que a criam. Relegar estes aspectos essenciais da nossa área a um status menor na cerimônia do Oscar é nada menos do que um insulto àqueles de nós que nos dedicamos inteiramente a nossa profissão”, completou. “Quando o reconhecimento dos responsáveis ​​pela criação do cinema de destaque está sendo diminuído pela própria instituição cujo propósito é protegê-lo, então não estamos mais sustentando o espírito da promessa da Academia de celebrar o cinema como uma forma de arte colaborativa”. Anteriormente, o Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC, na sigla em inglês) e os cineastas Alfonso Cuarón (“Roma”), Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) também manifestaram contrariedade frente à decisão. A Academia rebateu as críticas com um comunicado, em que “assegura a todos que nenhuma categoria será apresentada de uma forma que a coloque como menos importante do que qualquer outra”, frisando que os discursos dos vencedores dos quatro Oscar concedidos durante os comerciais vão ao ar, de forma editada, em outro momento da cerimônia. Segundo a instituição, os próprios membros da Academia que trabalham nas áreas afetadas (Direção de Fotografia, Edição, Curtas e Cabelo e Maquiagem) voluntariaram suas categorias como as primeiras a serem apresentadas durante os comerciais. Nos próximos anos, outras categorias participarão do rodízio, recebendo seus prêmios durante os comerciais, para agilizar a transmissão. “Os produtores da nossa cerimônia consideraram tanto a tradição do Oscar quanto a nossa audiência global. Nós acreditamos sinceramente que o show será do agrado de todos, e estamos ansiosos para celebrar um grande ano de cinema com todos os membros da Academia e com o resto do mundo”, finalizou a declaração.

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    Sindicato dos Diretores de Fotografia e cineastas protestam contra mudanças no Oscar 2019

    12 de fevereiro de 2019 /

    As mudanças programadas para o Oscar 2019, com eliminação de categorias na transmissão televisiva, renderam muitas críticas entre cineastas e um dos sindicatos mais influentes de Hollywood. O protesto mais sonoro partiu do Sindicato dos Diretores de Fotografia dos Estados Unidos (ASC, na sigla em inglês), que atacou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por decidir tirar a categoria da transmissão. A premiação de Melhor Direção de Fotografia acontecerá durante o intervalo comercial, assim com os vencedores em Edição, Curta e Cabelo e Maquiagem, para diminuir o tempo de duração da cerimônia. O presidente do ASC, Kees van Oostrum, enviou uma carta aos 380 membros do sindicato em que chama a mudança de “muito infeliz” e acrescenta: “Não podemos tranquilamente tolerar esta decisão sem protestar”. Em sua carta, van Oostrum argumentou: “Consideramos que o cinema é um esforço colaborativo em que as responsabilidades do diretor, diretor de fotografia, editor e outros ofícios frequentemente se cruzam. Essa decisão pode ser percebida como uma separação e divisão desse processo criativo, minimizando nossas contribuições criativas fundamentais”. Além do sindicato, o cineasta Alfonso Cuarón, que é favorito a receber o Oscar de Melhor Direção de Fotografia por “Roma”, também se manifestou, usando as redes sociais para criticar a Academia. “Na história do CINEMA, obras-primas existiram sem som, sem cor, sem roteiro, sem atores e sem música. Mas nunca nenhum filme existiu sem CINEMAtografia e sem edição”, ele escreveu. Ecoando esse sentimento, o vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2018 com “A Forma da Água”, Guillermo del Toro também foi às redes sociais lamentar a decisão. “Se me permitem: eu não pretendo sugerir que categorias cortar da transmissão do Oscar, mas Direção de Fotografia e Edição são o coração de nosso ofício. Eles não foram herdados de uma tradição teatral ou de uma tradição literária: eles são o próprio cinema”, tuitou o cineasta. A diretora Patty Jenkins, de “Mulher Maravilha”, fez coro: “Eu não poderia concordar mais. Se estamos aqui para celebrar o ofício e o meio, é difícil imaginar por que razão colocar essas categorias abaixo das outras”. Até o cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius”, replicou, afirmando que montagem e fotografia são as bases do cinema “como o conhecemos”. A iniciativa de eliminar algumas premiações da transmissão ao vivo do Oscar 2019 aconteceu após discussões com a rede ABC, que detém os direitos de exibição da cerimônia. Os organizadores da premiação se comprometerem em reduzir a longa duração do evento e, para cumprir esse objetivo, anunciaram que quatro categorias passariam a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. Para registrar quem venceu, uma gravação resumida dos discursos de agradecimento dos premiados será exibido durante a transmissão oficial. Curiosamente, o presidente da Academia é um diretor de fotografia, John Bailey. Ele explicou que as categorias excluídas da transmissão vão variar ano após ano, e que, no próximo ano, haverá quatro (ou até seis) prêmios diferentes que serão entregues durante os anúncios. Mas críticos da iniciativa repararam num detalhe que pode explicar porque Direção de Fotografia, Edição, Curta e Cabelo e Maquiagem foram as categorias escolhidas neste ano. São justamente as categorias em que a Disney, dona da rede ABC, não têm indicações. A premiação do Oscar 2019 será realizada em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Quatro categorias são cortadas da transmissão ao vivo do Oscar 2019

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos vai eliminar algumas premiações da transmissão ao vivo do Oscar 2019. Após discussões com a rede ABC, que detém os direitos de exibição da cerimônia, os organizadores da premiação se comprometerem em reduzir a longa duração do evento. E para cumprir esse objetivo, quatro categorias vão receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. Segundo comunicado, os troféus de Melhor Fotografia, Edição, Curta-metragem e Maquiagem e Cabelo serão entregues fora do ar, quando a transmissão cortar para a publicidade. Um resumo dos discursos de agradecimento dos vencedores deve ser exibido durante a transmissão oficial do evento. Mas a Academia também vai oferecer ao público americano a possibilidade de assistir à entrega dos prêmios de forma integral pela internet, no site oficial do Oscar – o que parece sugerir que essa transmissão não incluirá intervalos comerciais. A ideia é criar uma rotação e deixar diferentes categorias fora do ar no próximo ano – como Edição de Som e Mixagem de Som, dois dos prêmios mais técnicos e de pouca distinção para o público em geral. A organização também enfatizou, em e-mail enviado a seus membros, que a festa deve durar três horas neste ano. O presidente da Academia, John Bailey, afirmou no comunicado que os vencedores de todas as categorias terão 90 segundos após o anúncio de seus nomes para chegar ao palco e terminar seu discurso. As novidades são consequência das baixas audiências que o Oscar vem registrando nos Estados Unidos. Em 2018, a premiação foi vista por seu menor público, desde que começou a ser exibida na televisão – 26,5 milhões de telespectadores. A premiação do Oscar 2019 será realizada em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Guerra Fria vence prêmio do Sindicado dos Diretores de Fotografia

    10 de fevereiro de 2019 /

    Na disputa da fotografia em preto e branco mais bela do ano, “Guerra Fria” levou a melhor sobre “Roma” na opinião de quem entende, os cinematógrafos de Hollywood. A produção polonesa venceu o ASC Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia dos Estados Unidos. Foi o segundo prêmio do Sindicato para o cinematógrafo Lukasz Zal, que já tinha vencido anteriormente por outro drama em preto e branco do diretor Pawel Pawlikowski, “Ida” (2013). Mas, na ocasião, Zal venceu na categoria “Spotlight”, para lançamentos limitados. Desta vez, conquistou o troféu principal, derrotando o favorito Alfonso Cuarón, que filmou “Roma”, além dos cinematógrafos de de “Nasce uma Estrela”, “A Favorita” e “O Primeiro Homem”. Nos últimos 10 anos, o vencedor da premiação dos cinematógrafos coincidiu seis vezes com o premiado pelo Oscar da categoria. Nas categorias televisivas, a série “The Handmaid’s Tale”, que foi indicada por dois episódios diferentes, perdeu para “The Crown” como Melhor Direção de Fotografia em Série Premium. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Direção de Fotografia – Cinema Lukasz Zal – “Guerra Fria” Melhor Direção de Fotografia – Circuito Limitado (Troféu Spotlight) Giorgi Shvelidze – “Namme” Melhor Direção de Fotografia – Série de TV Premium Adriano Goldman – “The Crown: Beryl” Melhor Direção de Fotografia – Série de TV Comercial Jon Joffin – “Beyond: Two Zero One” Melhor Direção de Fotografia – Minissérie, Telefilme ou Piloto para TV James Friend – “Patrick Melrose: Bad News”

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    BAFTA 2019: Roma vence o “Oscar britânico”

    10 de fevereiro de 2019 /

    “Roma”, de Alfonso Cuarón, foi o grande vencedor do BAFTA Awards 2019, a premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A produção mexicana em preto e branco da Netflix venceu quatro troféus, incluindo o principal, de Melhor Filme do ano. Os demais foram os troféus de Melhor Direção, Fotografia e Filme em Língua Não Inglesa, todos eles conquistados por Cuarón, como diretor, cinematógrafo e produtor do longa. O “Oscar britânico” também consagrou a produção local “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos, que conquistou até mais prêmios: sete ao todo, inclusive Melhor Atriz para Olivia Colman e Atriz Coadjuvante para Rachel Weisz. Entre os atores, os premiados foram Rami Malek, por seu desempenho como Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”, e Mahershala Ali, como coadjuvante em “Green Book”. A vitória no BAFTA cacifa ainda mais “Roma” na disputa do Oscar 2019. Nesta década, 55,5% dos vencedores da Academia britânica (cinco de nove) também conquistaram o prêmio da Academia americana. A premiação também rendeu um troféu para Lady Gaga, pela trilha de “Nasce uma Estrela”, para Spike Lee, pelo roteiro de “Infiltrado na Klan” e para a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, como Melhor Animação. Para completar, em votação aberta ao público, Letitia Wright, a Princesa Shuri de “Pantera Negra”, foi eleita a Revelação do ano. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme “Roma” Melhor Filme Britânico “A Favorita” Melhor Filme de Língua Não-Inglesa “Roma” Melhor Documentário “Free Solo” Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Roteiro Original Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Melhor Roteiro Adaptado Spike Lee, David Rabinowitz, Charlie Wachtel e Kevin Willmott (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz Coadjuvante Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book: O Guia”) Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor “Beast” – Michael Pearce (Roteirista e Diretor) e Lauren Dark (Produtor) Melhor Trilha Sonora “Nasce Uma Estrela” Melhor Fotografia “Roma” Melhor Edição “Vice” Melhor Direção de Arte “A Favorita” Melhor Figurino “The Ballad of Buster Scruggs” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “O Retorno de Mary Poppins” “Duas Rainhas” Melhor Cabelo e Maquiagem “A Favorita” Melhor Som “Bohemian Rhapsody” Melhores Efeitos Visuais “Pantera Negra” Melhor Curta-Metragem Animado Britânico “Roughhouse” Melhor Curta Britânico “73 Cows” Estrela em Ascenção Letitia Wright (“Pantera Negra”)

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    Vingadores: Guerra Infinita vence o prêmio da Sociedade de Efeitos Visuais

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Sociedade de Efeitos Visuais, sindicato dos técnicos da categoria cuja sigla em inglês é VES, anunciou os vencedores de sua premiação anual, em cerimônia realizada nesta quarta (6/2) em Los Angeles. E “Vingadores: Guerra Infinita” conquistou a categoria principal, como Melhores Efeitos Visuais no Cinema. O filme não foi a única produção de super-heróis da Marvel consagrada pela premiação. “Homem-Aranha no Aranhaverso” venceu o troféu de Melhores Efeitos em Animação. E ambos ainda conquistaram prêmios na categoria de personagem criado por computador – Thanos pelo filme dos Vingadores e Miles Morales como o Homem-Aranha animado. A cerimônia dos prêmios técnicos também consagrou as séries “Perdidos no Espaço” e “Altered Carbon”, da Netflix. Veja a lista completa dos premiados abaixo. Melhores Efeitos Visuais em Filme Vingadores: Guerra Infinita Melhores Efeitos Visuais de Apoio em Filme Primeiro Homem Melhores Efeitos Visuais em Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhores Efeitos Visuais em Série Perdidos no Espaço Melhores Efeitos Visuais de Apoio em Série Jack Ryan Melhor Personagem de Efeitos Digitais de Filme Vingadores: Guerra Infinita – Thanos Melhor Personagem de Efeitos Digitais de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Miles Morales Melhor Personagem de Efeitos Digitais de Série Perdidos no Espaço – Humanoid Melhor Ambiente Virtual de Filme Jogador N° 1 Melhor Ambiente Virtual de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Ambiente Virtual de Série Perdidos no Espaço Melhor Fotografia Digital em Filme ou Animação Jogador N° 1 Melhores Efeitos Visuais de Simulação em Filme Vingadores: Guerra Infinita Melhores Efeitos Visuais de Simulação em Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhores Efeitos Visuais de Simulação em Série Altered Carbon Melhor Composição Digital em Filme Vingadores: Guerra Infinita Melhor Composição Digital em Série Perdidos no Espaço Melhores Efeitos Visuais em Projeto Especial Childish Gambino’s Pharos Melhores Efeitos Visuais em Projeto de Tempo-Real Age of Sail Melhores Efeitos Visuais em Comercial John Lewis Melhor Personagem Digital em Comercial Volkswagen – Bam Melhor Composição em Comercial Apple – Welcome Home

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    Oscar 2019 não terá apresentador oficial

    5 de fevereiro de 2019 /

    A presidente da rede ABC, Karey Burke, confirmou as especulações em torno da cerimônia do Oscar 2019, que, após a desistência do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), não terá um apresentador oficial. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Burke disse que o evento do dia 24 de fevereiro contará com diversas celebridades para apresentar os prêmios, e que há planos para “uma abertura bem emocionante”. Convidado a ser o anfitrião da premiação, Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar na mesma semana em que aceitou o convite, após o ressurgimento de antigos tuítes de seu passado homofóbico. Recusando-se a se desculpar, porque supostamente já teria feito isso, ele preferiu abandonar o posto a fazer uma postagem simples nas redes sociais. Karey disse que a decisão de limar o apresentador foi tomada após a “bagunça”, nas palavras dela, envolvendo a saída de Hart. “Depois disso, ficou muito claro que nós iríamos seguir em frente e simplesmente ter vários apresentadores apresentando o Oscar. Nós todos concordamos com essa ideia bem rapidamente”, explicou. Ela também reforçou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, prometeu à ABC no ano passado que a transmissão de 2019 teria apenas três horas – 30 minutos a menos do que nos últimos anos. “Então os produtores, eu acho, decidiram sabiamente não ter um anfitrião e se concentrar nos apresentadores de prêmios e nos filmes como estrelas”, resumiu Karey, antes de concluir: “Esta é a melhor maneira de manter o evento com 3 horas vigorosas”. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Mas a última vez foi um desastre, pois para compensar a ausência de um piadista no começo da transmissão, os produtores realizaram um musical de mau gosto, com Rob Lowe e a Branca de Neve protagonizando o pior momento da história do Oscar.

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