O Doutrinador ganha pôsteres especiais de artistas de quadrinhos brasileiros
O Doutrinador, filme que adapta os quadrinhos de Luciano Cunha, ganhou três cartazes especiais assinados por quadrinistas brasileiros. Confira abaixo as artes do pernambucano Thony Silas, do mineiro Ig Guará Barros e do paraense Marcelo Costa para a produção. Os dois primeiros são conhecidos dos leitores da DC Comics, enquanto o último fez desenhos para a Maurício de Souza Produções. Vivido no cinema pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador surgiu pela primeira vez em 2013, quando Luciano Cunha resolveu publicar as primeiras páginas dos quadrinhos em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal em sua identidade civil, o personagem virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para 20 de setembro, em plena campanha presidencial, e a história deve continuar numa série em 2019, a ser exibida pelo canal pago Space.
Dave Bautista compara decisão da Disney de não recontratar James Gunn à política de Donald Trump
O ator Dave Bautista continua inconformado com a demissão do diretor James Gunn da franquia “Guardiões da Galáxia”. Após fontes não oficiais confirmarem que a decisão da Disney é irreversível, ele postou um tuíte em que compara a Disney ao governo Trump, usando um slogan da campanha do empresário milionário à presidência dos Estados Unidos. “Obrigado, Disney! Fazendo a América Grande Novamente”, escreveu o intérprete de Drax, em tom sarcástico, usando como referência o slogan “Make America Great Again”, ao linkar um artigo sobre o assunto. Veja abaixo. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita, formado por aliados do governo Trump. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. O próprio presidente do estúdio, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro escrito por Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Bautista chegou a dizer que pediria para sair do filme caso outro roteiro fosse encomendado. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Desde a demissão, Gunn recebeu muito apoio de atores do filme, que se reuniram numa carta aberta em defesa do cineasta, pedindo para que a Disney voltasse atrás. Além disso, uma petição de fãs pelo retorno do diretor ao terceiro filme da saga já soma quase 400 mil assinaturas. Vale revelar que a extrema direita também fez sua petição online contra a recontratação de Gunn. Em um mês, usuários indignados e raivosos somaram pouco mais de 4 mil assinaturas. Uma diferença de 100 mil por cento a menos. Ao ficar do lado dessa minoria, a Disney corre o risco de implodir uma das franquias mais bem-sucedidas da Marvel. Thanks @Disney !! Making America great again! ?? https://t.co/t6A4030xkS — Dave Bautista (@DaveBautista) August 17, 2018
Criador de Black-ish assina contrato de exclusividade para criar novas séries na Netflix
Conforme especulado, o roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, fechou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele é o terceiro talento televisivo atraído para um acordo de desenvolvimento de novas séries para a plataforma. Mas, ao contrário de Shonda Rhimes e Ryan Murphy, seu contrato é apenas para séries, já que possui um relacionamento cinematográfico com a Fox. Todos os três foram tirados do alcance da Disney, que prepara sua própria plataforma. Kenya Barris e Shonda Rhimes saíram da ABC, onde comandavam carros-chefes de audiência da rede do conglomerado Disney, como a citada “Black-ish” e “Grey’s Anatomy”, e Murphy era a joia da coroa dos estúdios Fox, recém-adquiridos pela Disney, graças a sucessos como “American Horror Story” e “9-1-1”, entre outras atrações. No final de julho, Barris anunciou o encerramento de sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, mas o negócio com a Netflix já estava sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não aprovou a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em suas novas criações. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conglomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. Por sinal, Cindy Holland, a “rainha do conteúdo” da Netflix, frisou em seu discurso de boas-vindas duas palavras que devem ter feito Barris sorrir: “liberdade criativa”. “Kenya Barris é um dos nossos grandes contadores de histórias modernos”, disse Holland, em comunicado. “Ele usa sua voz para tornar o público mais consciente do mundo ao seu redor, enquanto simultaneamente os faz rir. Sua honestidade, brilho cômico e ponto de vista singular, combinados com a liberdade criativa que ele desfrutará na Netflix, prometem criar novas histórias poderosas para todos os nossos assinantes em todo o mundo.”
Disney não volta atrás e James Gunn fica fora de Guardiões da Galáxia Vol. 3
Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” e petições de fãs pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não vai recontratá-lo. De acordo com a revista Variety, o diretor se reuniu com o presidente dos estúdios Disney, Alan Horn, responsável por sua demissão. O encontro foi pedido insistentemente pela equipe de Gunn, mas Horn o aceitou apenas por cortesia e para “esclarecer as coisas”, na descrição da publicação, que ainda revelou que Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, estava convenientemente indisponível para participar da reunião. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente Alan Horn emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro de Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Já o cineasta deve começar a analisar em breve a proposta para dirigir um filme dos super-heróis da DC Comics, rival histórica da Marvel, ou aceitar propostas para voltar ao cinema indie. Mas esta decisão pode demorar, já que sua demissão precisa cumprir rituais jurídicos. Gunn tem direito a uma indenização por quebra de contrato da Disney sem justa causa. Ele não tuitou ou fez qualquer coisa ofensiva durante a vigência de seu acordo com a Marvel.
Marvel estaria pressionando Disney a recontratar James Gunn para Guardiões da Galáxia Vol. 3
A Marvel Studios estaria fazendo lobby junto à Walt Disney Pictures para recontratar o diretor James Gunn, demitido em 20 de julho de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, quando tuítes de conteúdo ofensivo, publicados há uma década, foram resgatados de sua conta na rede social por militantes da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o site Deadline, a conversa entre Marvel e Disney é consequência da carta aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que professou lealdade ao diretor. Na mensagem, os atores declararam repetidamente que queriam ver Gunn recontratado. O texto foi assinado por todos os protagonistas da franquia – Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). Para completar, os fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” lançaram uma petição pedindo a recontratação do diretor, que já registrou mais de 374 mil assinaturas. Gunn, enquanto isso, parou de se manifestar. Ele pediu desculpas e justificou os tuítes, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/07/direita-americana-resgata-piadas-ofensivas-de-james-gunn-que-se-desculpa-e-explica-o-contexto/”>contextualizando as piadas sobre pedofilia e estupro ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia na época. O cineasta chegou a dizer que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Ele já havia finalizado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e estava preparado para começar a pré-produção. Por conta disso, Dave Bautista, o mais inconformado do elenco, avisou que pretende pedir para ser dispensado de seu contrato e substituído na produção, caso o roteiro de Gunn não seja utilizado. O problema é que o diretor foi demitido pelo próprio presidente da Disney, Alan Horn, que classificou as mensagens denunciadas pela direita como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Por outro lado, o fato de a Warner cobiçar Gunn para comandar filmes da DC Comics, como foi revelado na quinta-feira (9/8), pode estar tirando o sono do próprio Horn, e alimentando o empenho de Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para encontrar uma solução conciliadora que resulte na recontratação do diretor.
Warner quer diretor de Guardiões da Galáxia nos filmes da DC Comics
Demitido pela Disney, James Gunn não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o diretor da franquia “Guardiões da Galáxia” tem sido sondado por vários estúdios, inclusive a Warner, que gostaria de contar com ele em adaptações dos super-herói da DC Comics. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Mas os demais estúdios não são tão identificados com o público infantil e estariam dispostos a contratá-lo, especialmente após a manifestação coletiva de apoio do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que publicou uma carta aberta conclamando a Disney a recontratá-lo para o terceiro filme da franquia. A revista conversou com alguns executivos e registrou comentários, sem identificar seus autores. “Eu trabalharia com ele em um piscar de olhos”, disse, por exemplo, um executivo sênior de um estúdio identificado como grande rival da Disney. Ofertas oficiais ainda não foram feitas, porque James Gunn não pode discutir com outros estúdios enquanto não terminar de negociar os detalhes de sua demissão com a Disney. Ele ainda tem direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Além disso, há boatos de que a Marvel estaria tentando salvar o relacionamento com o diretor, pressionando a Disney a aceitar a filmagem do roteiro que Gunn escreveu para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e mantê-lo sob contrato para um próximo filme. A situação estaria gerando um impasse, que impede maiores definições na carreira do cineasta. “Fui avisado de que não podemos lhe oferecer nada até que a questão da Disney esteja 100% resolvida”, disse outro executivo de estúdio, registrado pelo THR. A publicação confirmou, porém, que a Warner Bros. é um dos principais interessados nos serviços do diretor, mas há também produtoras menores, vencedoras do Oscar, na lista de pretendentes ao talento do cineasta. Vale lembrar, de todo modo, que a Warner tem planos para realizar um filme da Tropa dos Lanternas Verdes, que é basicamente os Guardiões da Galáxia da DC Comics, e este projeto ainda não tem diretor encaixado. Deve demorar alguns meses até um anúncio oficial, mas James Gunn não será renegado por Hollywood, como aconteceu com Roseanne Barr também por conta de tuítes. A grande diferença entre os dois é que o caso do diretor foi instigado por ativistas de extrema direita, que reviraram sua lata de lixo até encontrar seus podres de uma década atrás, enquanto a atriz e produtora manifestou seu racismo de forma espontânea e em período recente. Um executivo chegou a comentar sobre se havia potencial polêmico numa contratação do diretor. “A maioria das pessoas acha que seus comentários eram derivados do estilo de comédia provocativa” que ele fazia na época. “Ter um senso de humor inadequado não deveria ser considerado um crime.”
Dave Bautista avisa que sairá de Guardiões da Galáxia se terceiro filme não usar o roteiro de James Gunn
O ator Dave Bautista, intérprete de Drax nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”, continua defendendo o diretor James Gunn após a Disney demiti-lo do comando de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e de qualquer projeto relacionado ao estúdio. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. O intérprete de Dax foi o primeiro a discordar, logo no começo da polêmica. E segue sem ter mudado de ideia, a ponto de não querer mais trabalhar nos filmes da Marvel. Em entrevista ao Shortlist, Bautista revelou que pretende pedir à Marvel para liberá-lo de seu contrato. Após revelar que Gunn já havia entregado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, o ator afirmou que prefere sair da franquia se a história for descartada. “Minha posição atual é a de que se a Marvel não usar aquele roteiro, então vou pedir para que me libertem do meu contrato, me cortem da produção ou contratem outro ator no meu lugar. Estaria fazendo um desserviço a James caso não agisse”, declarou Bautista. “Não é o caso de defender os tuítes dele, mas foi uma campanha de difamação contra um homem bom. Conversei com Chris Pratt no dia seguinte ao ocorrido e ele, por ser bastante religioso, queria um tempo para rezar e refletir, mas eu estava mais para: f****** isso. Isso é besteira. James é uma das pessoas mais gentis e decentes que já conheci”, defendeu o ator. Além de Bautista, vários integrantes da franquia manifestaram-se individualmente e o elenco se juntou numa manifestação coletiva de apoio, publicando uma carta aberta pedindo a recontratação de Gunn. Além disso, uma petição de fãs com o mesmo objetivo foi criada na internet e já conta com mais de 370 mil assinaturas. A Disney ainda está negociando detalhes da demissão do diretor, que deve ter direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Nenhuma decisão sobre o roteiro que ele entregou ou sobre seu substituto foi anunciada.
Wagner Moura abre processo contra o MBL pedindo indenização por fake news
O ator Wagner Moura entrou com um processo por danos na Justiça do Rio de Janeiro contra o Movimento Brasil Livre (MBL), apurou a colunista Marina Caruso, do jornal O Globo. Na ação, ele reivindica uma indenização de R$ 50 mil devido a uma publicação no Facebook feira pelo grupo de direita liderado por Kim Kataguiri. No post em questão, o MBL afirmava falsamente que o ator gastaria R$ 11,5 milhões da Lei Rouanet fazendo vídeos de apoio ao governo da então presidente Dilma Rousseff. A publicação teve mais de 20 mil likes e 30 mil compartilhamentos. O MBL já está no centro de uma polêmica envolvendo o Facebook, que retirou do ar quatro páginas ligadas ao grupo e suspeitas de propagar as chamadas fake news (notícias falsas).
Última temporada de House of Cards ganha pôster, fotos e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster, as primeiras fotos e a data de estreia da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro passado. E a estreia vai ser justamente no aniversário desse acontecimento: no dia 2 de novembro. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores, graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey. Sem o protagonista original, a série dará mais destaque para a atriz Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele. Ela trabalha com datas. E é 2 de novembro. #HouseOfCards pic.twitter.com/6HoIfOjFHT — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 7 de agosto de 2018
Dave Bautista desabafa que só fará Guardiões da Galáxia Vol. 3 porque é obrigado
O ator Dave Bautista, intérprete de Drax em “Guardiões da Galáxia”, tem sido a voz mais crítica contra a decisão da Disney de demitir James Gunn da direção do terceiro filme da franquia. Bautista afirmou que fará o “Volume 3” dos Guardiões da Galáxia por ter obrigações contratuais para isso, mas que a situação lhe dá náuseas. “Eu vou fazer o que legalmente sou obrigado a fazer. Mas ‘Guardiões’ sem James Gunn não foi o que assinei. ‘Guardiões’ sem ele não é ‘Guardiões'”, afirmou Bautista em seu Twitter, em resposta ao questionamento de um seguidor. Mas ele acrescentou: “Me dá muitas náuseas trabalhar para alguém que está dando poder a uma campanha de fascistas na internet. É assim que sinto”, desabafou ele, referindo-se à Disney, que cedeu à pressão de um grupo de extrema direita que trouxe à tona tuítes de Gunn feitos a uma década com piadas impróprias sobre pedofilia e estupro. O responsável pelo ataque também tinha tuítes impróprios em sua timeline e fez acordo judicial para cumprir pena por agressão e evitar prisão por estupro. Mesmo assim, continuou sua campanha para atacar outros artistas “de esquerda”, como a atriz Sarah Silverman, que dubla Vanellope no desenho de “Detona Ralph”. Entretanto, apenas Gunn foi demitido. O diretor foi defendido por fãs e pelo elenco dos “Guardiões da Galáxia”, que assinou uma carta aberta pedindo sua volta. No entanto, o diretor aceitou a decisão da Disney de demiti-lo sem relutar. E, após se desculpar com os fãs, não se manifestou mais nas redes sociais. I will do what Im legally obligated to do but @Guardians without @JamesGunn is not what I signed up for. GOTG w/o @JamesGunn just isn’t GOTG. Its also pretty nauseating to work for someone who’d empower a smear campaign by fascists #cybernazis . That’s just how I feel https://t.co/Ym4FwruVDu — Dave Bautista (@DaveBautista) August 5, 2018
Apesar dos apelos do elenco de Guardiões da Galáxia, Disney não deve recontratar James Gunn
Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não deve de recontratá-lo. É o que fontes do estúdio afirmaram à revista Variety. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, o estúdio encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente da Disney, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. “Eu não vejo a Disney recontratando-o”, disse a fonte citada pela revista. “Aqueles tuítes foram muito horríveis e a Disney exige um nível de discrição dos seus empregados maior do que os outros estúdios”, continuou. A Variety também apurou que a demissão de Gunn foi referendada por Bob Iger, CEO da Disney, o que mostra que a decisão foi unânime dentro da companhia. Ainda de acordo com a revista, apesar de a carta enviada pelos atores deixar aberta a possibilidade de o elenco abandonar a produção, caso a Disney não chame Gunn de volta, o estúdio acredita que o bom senso vai prevalecer e que nenhum deles está disposto a pagar a multa rescisória por não cumprir seus contratos. Antes da demissão de Gunn, as filmagens de Guardiões da Galáxia Vol. 3 estavam previstas para começar em janeiro de 2019 e o lançamento do filme marcado para 2020. Além de dirigir, ele também era responsável pelo roteiro, que já estava pronto. E vinha sendo apontado por Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, como o responsável pela próxima fase de filmes do estúdio, devido ao seu conhecimento dos personagens cósmicos dos quadrinhos. Agora, a Marvel vai precisar voltar vários passos atrás e recomeçar tudo do zero, inclusive a história de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” – que, possivelmente, nem seja mais lançado com este título.
Criador de Black-ish abandona ABC por negociação de exclusividade com a Netflix
O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, vai trocar a TV pelo streaming. Ele anunciou ter encerrado sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, e a imprensa americana afirma que isso acontece no momento em que ele negocia valores para fechar um acordo com a Netflix. Com esse acordo, Barris se juntaria a Shonda Rhimes e Ryan Murphy entre os contratados exclusivos da plataforma de streaming. O negócio, na verdade, está sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal ABC vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não estava feliz era com a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conclomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. De todo modo, em comunicado oficial, o produtor jogou panos quentes nos rumores sobre seu descontentamento com a ABC. “Sou muito grato a Patrick Moran e o seu time na ABC Studios, que me apoiaram em todas as etapas enquanto eu criava as palavras que seriam ditas pelos personagens de ‘Black-ish’, ‘Grown-ish’ e agora ‘Besties’. Deixar a ABC me deixa um sentimento agridoce, mas entre os projetos que estão no ar e os que estão em desenvolvimento, eu sei que continuarei trabalhando com a ABC por muito anos.” A declaração final de Barris refere-se ao fato de que todas as séries que estão na ABC, continuarão na ABC, mesmo após ele (supostamente) assinar com a Netflix
Elenco de Guardiões da Galáxia se junta para defender o diretor James Gunn e pedir sua volta para o Vol. 3
O maior inimigo da Marvel no cinema existe na vida real: é a extrema direita americana. Após cair numa cilada de conspiradores de direita e demitir precipitadamente o diretor James Gunn, por piadas impróprias que ele postou no Twitter na década passada, antes de ser contratado pela companhia, a Disney acabou vítima de “fogo amigo”, vendo-se numa – situação que parece sair de seus filmes – “guerra civil” contra os “super-heróis da Marvel” por suas decisões. Os intérpretes dos “Guardiões da Galáxia” publicaram uma carta aberta nesta segunda-feira (30/7), em que se posicionam claramente em defesa do diretor da franquia, dispensado pelo estúdio da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O conteúdo tenta manter o confronto de opiniões em tom civilizado, mas tuítes individuais de alguns integrantes do elenco sugerem ânimos mais exaltados, o que deixa a produção do terceiro filme da franquia em situação insustentável. A Marvel pode precisar reescalar o elenco inteiro se for adiante com o projeto sem James Gunn. “Para nossos amigos e fãs: Nós apoiamos completamente James Gunn”, começa a carta. “Nós todos ficamos chocados com sua abrupta demissão na semana passada, e intencionalmente esperamos esses dez dias para pensar, orar, ouvir e discutir sobre isso. Nesse tempo, nos vimos encorajados pela torrente de apoio vinda de fãs e membros da mídia que gostariam de ver James reinstituído como diretor do ‘Volume 3’, assim como desencorajados por aqueles que foram tão facilmente enganados e acreditaram nas muitas teorias de conspiração que o envolveram”. “Estar nos filmes de ‘Guardiões da Galáxia’ foi uma honra na vida de cada um de nós”, continua o elenco. “Não podemos deixar esse momento passar sem expressar nosso amor, apoio e gratidão a James. Não estamos aqui para defender suas piadas de anos atrás, mas sim para dividir a experiência que tivemos no tempo que passamos juntos no set de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 1’ e ‘Vol. 2’. O caráter que ele mostrou após sua demissão é consistente com o do homem que vimos todos os dias no set, e suas desculpas, agora e anos atrás, acreditamos ser de coração – um coração que conhecemos, confiamos e amamos. Ao escalar cada um de nós para ajudá-lo a contar essa história de desajustados que encontram a redenção, ele mudou nossas vidas para sempre. Acreditamos que o tema da redenção nunca foi tão atual quanto agora”. “Cada um de nós está ansioso para atuar com o nosso amigo James no futuro. Sua história não acaba aqui – nem de longe”, escrevem a seguir. A carta segue condenando a forma como as redes sociais e a opinião pública condenam personalidades acusadas de crimes ou expostas por supostos preconceitos de forma apressada e sem critério, citando o que aconteceu com o diretor como um exemplo de ‘um bom homem’ que passou por “assassinato de caráter”. “É nossa esperança que o que aconteceu possa servir como exemplo para todos nós percebermos a enorme responsabilidade que temos, conosco e uns com os outros, ao decidirmos gravar as nossas palavras na internet. Como sociedade, podemos aprender com essa experiência que devemos pensar duas vezes antes de decidir o que queremos expressar, de forma que usemos esse poder para ajudar e curar, ao invés de machucar”. O texto se conclui: “Obrigado por tirarem tempo para ler nossas palavras”. Assinam Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). O ator Chris Pratt, intérprete do Senhor das Estrelas, ainda acrescentou, ao postar a carta em sua conta no Instagram: “Embora eu não apoie as piadas inapropriadas de James Gunn de anos atrás, ele é um bom homem. Eu, pessoalmente, adoraria vê-lo reinstituído como diretor do Volume 3”. “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” segue previsto para 2020 no calendário da Disney, embora ainda não haja notícias sobre um diretor substituto para Gunn, sobre sua readmissão ou sobre nova escalação de elenco. Although I don’t support James Gunn’s inappropriate jokes from years ago, he is a good man. I’d personally love to see him reinstated as director of Volume 3. If you please, read the following statement- signed by our entire cast. Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 30 de Jul, 2018 às 9:41 PDT











