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    Ancine de Bolsonaro censura filmes sobre FHC e Igreja Universal

    26 de julho de 2021 /

    Os diretores nomeados pelo governo Bolsonaro para a Ancine tem seguido a recomendação do presidente para usar “filtros” nos (pouquíssimos) projetos aprovados para captação de recursos. Na prática, verifica-se uma censura política e ideológica na entidade que deveria fomentar o cinema no Brasil, com a rejeição de um filme sobre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que Bolsonaro já sugeriu matar (“Começando com FHC, não deixando ir para fora, não. Matando!”), e de um documentário sobre o avanço da Igreja Universal do Reino de Deus e de outras denominações evangélicas na política nacional – “Os Evangélicos”, em desenvolvimento pelos cineastas Helena Solberg e David Meyer. O avanço político dos pastores tem apoio explícito de Bolsonaro, que recentemente enviou o vice-presidente Mourão a Angola para defender interesses da Igreja Universal naquele país e vergonhosamente nomeou o pastor Marcelo Crivella – que é considerado suspeito de crimes e não pode viajar ao exterior – embaixador do Brasil na África do Sul. A censura política fica evidente na justificativa dada para o veto ao filme de FHC. Assinada por dois diretores da Ancine no dia 7 de julho, a decisão considera que o longa-metragem “dá margem a inegável promoção da imagem pessoal do ex-presidente da República homenageado no documentário, com notório aproveitamento político, às custas dos cofres públicos”. A mesma Ancine não lembrou destas justificativas ao aprovar um filme sobre a eleição de Bolsonaro, “Nem Tudo se Desfaz”, do cineasta Josias Teófilo, que antes tinha filmado um documentário bonzinho sobre o infame terraplanista Olavo de Carvalho, mentor do que de pior há no bolsonarismo. Com relação ao veto do documentário sobre a ambição política da Igreja Universal, a Ancine invocou um artigo que veda “o fomento de conteúdos religiosos ou políticos”. “Só que”, argumenta Meyer, diretor de “Os Evangélicos”, “o tal artigo foi revogado pela própria agência há tempos”.

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    Sean Penn se recusa a gravar série sem que todos da equipe estejam vacinados

    23 de julho de 2021 /

    A passagem de Sean Penn pelo Festival de Cannes, onde apresentou o fracasso crítico de “Flag Day”, inspirou o ator-diretor a exigir maior segurança sanitária em seus trabalhos. Em seu retorno aos EUA, ele deu um ultimado à produção da minissérie “Gaslit”, sobre o escândalo Watergate, recusando-se a retomar as gravações sem que todos os integrantes do elenco e da equipe estejam vacinados contra a covid-19. A exigência acontece em meio a um aumento de contaminações na Califórnia, onde a produção está sendo gravada, devido ao impacto da variante delta do coronavírus. O ator até ofereceu sua expertise logística para que todos os integrantes da produção sejam vacinados rapidamente, por meio de sua ONG, a CORE – que tem papel ativo no combate à pandemia, incluisive no Brasil, onde tem parcerias. Baseada no podcast “Slow Burn”, “Gaslit” apresenta o escândalo de Watergate, que levou Richard Nixon a renunciar à presidência dos EUA, pelo ponto de vista dos “personagens esquecidos” da história. Penn interpreta um advogado que teve sua carreira arruinada pelo envolvimento no escândalo. Criada por Robbie Pickering e Sam Ismail (respectivamente, roteirista e criador de “Mr. Robot”) e dirigida pelo cineasta Matt Ross (“Capitão Fantástico”) para o canal pago Starz, a minissérie também destaca em seu elenco a estrela Julia Roberts (“Álbum de Família”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Dan Stevens (“Legion”) e Betty Gilpin (“GLOW”).

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    YouTube remove vídeos de Bolsonaro por espalhar fake news durante a pandemia

    22 de julho de 2021 /

    O YouTube removeu nesta quinta (22/7) vários vídeos do canal do presidente Jair Bolsonaro por violarem suas diretrizes. Até então com passe livre para difundir fake news sobre a pandemia, Bolsonaro perdeu vários conteúdos publicados desde 2020, em que defendia medicamentos comprovadamente ineficazes contra a covid-19, como cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina no tratamento da covid-19. Também foram deletados vídeos de conteúdo negacionista, em que Bolsonaro se manifestava contra o uso de máscaras de proteção e medidas preventivas contra o coronavírus, além de minimizar a pandemia e questionar a eficácia das vacinas. Em comunicado, a plataforma disse que, após análise cuidadosa, os vídeos foram removidos por violarem as políticas do YouTube de informações médicas incorretas sobre a covid-19. “Nossas regras não permitem conteúdo que afirma que hidroxicloroquina e/ou ivermectina são eficazes para tratar ou prevenir covid-19; garante que há uma cura para a doença; ou assegura que as máscaras não funcionam para evitar a propagação do vírus”, informou o YouTube. “Essas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais e atualizamos nossas políticas conforme as mudanças nessas orientações. Aplicamos nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem seja o produtor de conteúdo ou de visão política”, acrescentou o comunicado. A verdade, porém, é diferente do que alega o texto. Bolsonaro operou sem restrições por mais tempo que qualquer canal brasileiro enquadrado pelas diretrizes do portal. Tanto é que canais bolsonaristas como Terça Livre e outros vêm sofrendo apagões do YouTube por tempo suficiente para já serem considerados reincidentes. Em agosto de 2020, o próprio YouTube divulgou um relatório de transparência sobre a ação do serviço em moderar conteúdos publicados. E, de acordo com o documento, o Brasil foi um dos países que mais se destacaram negativamente no quesito, acumulando 981 mil vídeos removidos no começo da pandemia. Em março deste ano, a plataforma anunciou que removeu mais 30 mil vídeos com mentiras sobre a vacinação da covid-19. E em abril informou que removeria todos os vídeos que recomendassem cloroquina e ivermectina. Bolsonaro estava acima destas regras até esta quinta, quando o número de mortes por covid-19 no Brasil chegou a 546 mil. Vale observar ainda que, horas após a ação do YouTube, o ex-capitão voltou a espalhar fake news contra a vacina Coronavac em sua live semanal. O novo vídeo, que como os anteriores viola as políticas do portal, ainda está alojado no canal de Bolsonaro.

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  • Música

    Gabriel, o Pensador lança clipe contundente contra o Brasil atual

    21 de julho de 2021 /

    Gabriel, o Pensador lançou nesta quarta (21/7) o clipe de “Patriota Comunista”, uma das músicas mais contundentes sobre o Brasil em 2021. No vídeo de clima gótico, ele aparece dentro de um caixão, sufocado pela bandeira brasileira. E a imagem resume perfeitamente a letra, em que o artista lamenta a banalização da morte no país. A letra descreve um sonho em que o rapper se vê morto em meio às barbaridades que ocupam os noticiários nacionais, incluindo homofobia, feminicídio, execução de negros e pobres, destruição da Amazônia, ataques contra a Cultura, campanhas contra a Ciência, corrupção nas vacinas e pandemia descontrolada, e ao chegar no Céu encontra vários talentos que se foram durante o governo Bolsonaro. O rapper cita Aldir Blanc, Paulinho do Roupa Nova, Moraes Moreira, Paulo Gustavo, até seu pai, entre outros recém-falecidos, enquanto reflete a realidade de um país em que a população que sobrevive à covid-19 está sendo morta pela polícia e a milícia, enquanto a classe governante enriquece e tripudia sobre a miséria alheia. “Sou cientista pedindo uma esmola / Sou quilombola virando piada / Sou uma vida que nem vale um dólar / Sou uma preguiça assistindo à queimada”, diz um dos trechos da música. O curioso é que a produção acabou gerando polêmica não pelo tema, mas por ter cenas gravadas num cemitério em Uberlândia, em Minas Gerais. Em sua conta no Instagram, Gabriel contou ter recebido notificações de um processo nesta quarta. “Gravei cenas de ‘Tô Feliz (Matei o Presidente) 2’ também em um cemitério e nem por isso veio gente hipócrita querendo views em cima disso. Um dos câmeras perdeu seu avô durante a filmagem, e ele foi velado lá. Estávamos trabalhando com seriedade e amor”, explicou o rapper, que, diante da polêmica, borrou no clipe imagens em que apareciam lápides. Segundo o cantor, uma pessoa de Uberlândia que se apresenta como “A Venenosa” nas redes sociais está por trás das ações por considerar a escolha da locação desrespeitosa. Segundo o jornal O Globo, trata-se de Juliana Lessa, que enviou um ofício, junto ao vereador Antônio Augusto (Cidadania), conhecido como “Queijinho”, para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos. O documento questiona se houve autorização do poder público para realização das filmagens. Detalhe: o cemitério tem administração particular. “Perdi minha avó para a Covid. E a música, entre outros assuntos, fala justamente sobre a importância do respeito à vida e o absurdo da banalização da morte”, ressaltou Gabriel, por meio de nota.

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  • Etc

    Mia Khalifa se prontifica a “ajudar” CPI da Covid

    19 de julho de 2021 /

    A ex-atriz pornô libanesa-americana Mia Khalifa se dispôs a “ajudar” as investigações da CPI da Covid no Brasil, atendendo a um “pedido” do senador Randolfe Rodrigues. A jovem de 28 anos virou “musa” da CPI graças a discursos do senador bolsonarista Luís Carlos Heinze. Defensor da cloroquina, ele tentou desacreditar estudos publicados em revistas científicas ao dizer que teriam sido encomendadas pela empresa de uma atriz pornô. Criou-se, então, uma confusão com uma fake news amplamente divulgada nas redes sociais. Na história mentirosa, uma foto da atriz usando óculos e vestida com roupa branca era identificada como Marcela Pereira, uma “médica infectologista” que estaria “conduzindo um estudo em larga escala do uso da cloroquina no tratamento da Covid-19, com resultados muito animadores, mas que não serão divulgados por Globo e Band, compradas pelos comunistas chineses”. Em tom de ironia, Randolfe Rodrigues “sugeriu” que Mia Khalifa fosse convocada para depor. Quando viu seu nome virar tendência no Twitter por causa dos brasileiros, a atriz resolveu entrar na brincadeira e se divertiu com sua citação na CPI brasileira. Ela compartilhou uma montagem, como se estivesse depondo aos parlamentares, e passou a se identificar nas redes sociais como “líder da resposta do Brasil à covid”. Nesta segunda, ela voltou aos tópicos com outra brincadeira de Randolfe. O motivo foi a revelação no fim de semana de que o ex-Ministro da Saúde Eduardo Pazuello tentou negociar Coronavac com representantes de uma empresa sem autorização para negociar vacinas, mas que fazia importação de produtos eróticos. “Em vez de negociar com o Butantan, Pazuello foi negociar a Coronavac com uma empresa de importação de produtos eróticos… Corre aqui, Mia Khalifa. Acho que estavam te usando de cortina de fumaça”, ironizou Randolfe no Twitter. Mia respondeu prontamente, dizendo que estava praticamente de malas prontas. “Vocês estão em crise. Estou a caminho!”. O Twitter teve um orgasmo com a resposta. Detalhe: ela pode mesmo ajudar, pois tem experiência paralegal e em contabilidade, atividades que começou a exercer após seus três meses (que parecem uma década) de trabalho na indústria pornô. Ela também é comentarista esportiva e digital influencer. You guys are in a crisis… I’m on my way 🧳✈️ https://t.co/F0iqLRCFun — Mia K. (@miakhalifa) July 19, 2021 A woman of the people https://t.co/IJjhHE8cLE pic.twitter.com/Xp4GTJpMKK — Mia K. (@miakhalifa) June 9, 2021

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  • Música

    Artistas lançam clipe-manifesto pelo Impeachment de Bolsonaro

    16 de julho de 2021 /

    Um clipe reunido vários artistas está bombando nas redes sociais, coincidindo com um ato virtual pelo Impeachment de Jair Bolsonaro, que recolheu mais de 30 mil assinaturas de trabalhadores de vários segmentos culturais, representantes de movimentos sociais e setores da sociedade civil na quinta-feira (15/7). Intitulada “Desgoverno”, a música que embala o manifesto foi composta por Zeca Baleiro e Joãozinho Gomes, e sua gravação reuniu cantores, instrumentistas, atores e ativistas de várias regiões do país. Em ritmo de reggae, o refrão resume a mensagem: “Um homem sem juízo e sem noção não pode governar esta nação”. Os artistas que participam do clipe são Aílton Graça, André Abujamra, Andrea Horta, Bárbara Paz, Camila Pitanga, Chico Salem, Dani Nega, Denise Fraga, Dira Paes, Danilo Grangheia, Érico Theobaldo, Ellen Oléria, Elisa Lucinda, Fabiana Cozza, Fernando Nunes, Gero Camilo, Julia Lemmertz, Letícia Sabatella, Kuki Stolarski, Luís Miranda, Malu Galli, Marco Ricca, Matheus Nachtergaele, Nô Stopa, Pedro Cunha, Sandra Nanayna, Simone Julian, Tata Fernandes, Tiquinho, Tuca Marcondes, Vange Milliet, Zahy Guajajara, Zeca Baleiro e Zélia Duncan. A produção é da equipe da Memória Viva. Confira abaixo ou no Instagram de Zeca Baleiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zeca Baleiro (@zbaleiro)

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    Secretário da Cultura processa jornalistas, mas foge de intimação judicial

    14 de julho de 2021 /

    O Secretário Especial da Cultura Mario Frias resolveu ameaçar jornalistas e influenciadores com processos. Nesta semana, ele fez três postagens neste sentido nas redes sociais, após comentários sobre a política de desmonte cultural do governo, com paralisação de incentivos e veto da Funarte à projeto de jazz que se declarou antifascista – como, por sinal, qualquer atividade democrática deveria ser. “O Mario Frias está processando criminalmente quem o chama de otário? Mario Frias, eu não te acho otário não. Eu te acho um admirador lambe-botas de genocida e conivente com o genocídio praticado pelo seu mestre. Você, aos meus olhos, é uma vergonha para a cultura brasileira”, postou Felipe Neto, ao saber da inciativa do bolsonarista contra os jornalistas Bob Fernandes e Fabiana Moraes. Ele também recebeu aviso de que seria processado. Mas o mesmo Mario Frias que ameaça críticos com processos está fugindo de um. Em certidão apresentada na semana passada, o oficial de Justiça responsável por notificar o secretário num processo movido contra ele por calúnia e difamação pelo humorista Marcelo Adnet, informou que Frias “parou de receber suas mensagens” no WhatsApp. “Certifico que fiz contato pelo WhatsApp, enviando cópia da intimação, o qual tinha a imagem do querelado na foto do perfil, porém, após os envios das mensagens a foto foi retirada do perfil e as mensagens enviadas deixaram de ser recebidas”, diz a certidão entregue em 8 de julho e revelada na coluna de Ancelmo Gois, em O Globo. Por causa disso, a audiência judicial, marcada para esta quinta (15/7), precisou ser remarcada para setembro. Adnet fez queixa crime por calúnia, difamação e injúria após Frias chamá-lo de “garoto frouxo e sem futuro”, uma “criatura imunda”, “crápula” e “Judas”, entre outros xingamentos. No processo civil, os advogados pedem, além da indenização de R$ 80 mil por danos morais, a retirada da publicação ofensiva do perfil de Mario Frias no Instagram, sob multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação judicial.

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    Karim Aïnouz leva protestos contra Bolsonaro ao Festival de Cannes

    9 de julho de 2021 /

    O cineasta brasileiro Karim Aïnouz aproveitou a exibição de seu novo filme em sessão especial no Festival de Cannes para dar dimensão internacional aos protestos contra o governo Bolsonaro. Exibido sob aplausos nesta sexta-feira (9/7), “O Marinheiro das Montanhas” é o diário cinematográfico de uma viagem do diretor em busca de suas raízes africanas, que registra sua primeira ida à Argélia e a descoberta do povoado onde seu pai nasceu. Acompanhado de sua equipe, incluindo o colega Walter Salles, que é um dos produtores do filme, Aïnouz aproveitou a première para, além de comentar seu trabalho, “lembrar também que, neste momento, milhares de pessoas estão morrendo no Brasil por causa do descaso de um governo fascista”. No final da sessão, junto com os aplausos demorados e gritos de “Fora Bolsonaro!”, uma faixa foi aberta em frente à tela com o frase: “Brasil: 530.000 mortos. Fora gângster genocida”. Foi a segunda vez que Bolsonaro foi chamado de gângster no festival francês. Na abertura, a iniciativa partiu do diretor americano Spike Lee, presidente do júri que vai entregar a Palma de Ouro ao melhor filme da competição. Veja abaixo o discurso completo de Karim Aïnouz, que denuncia a destruição da cultura e das vidas dos brasileiros pelo desgoverno atual. "A democracia brasileira respira por aparelhos", confira o discurso de Karim Aïnouz na estreia mundial do longa-metragem ‘Marinheiro das Montanhas’ no Festival Cannes. pic.twitter.com/hSn917E2d0 — Mídia NINJA (@MidiaNINJA) July 9, 2021 “Fora Bolsonaro” the filmmakers lead some of the audience in chanting following extended standing applause pic.twitter.com/AhWMyVCCj8 — Arash Azizi 🟣 (@arash_tehran) July 9, 2021

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    Leandra Leal cobra consciência dos eleitores de Bolsonaro no “Altas Horas”

    27 de junho de 2021 /

    A atriz Leandra Leal (“Aruanas”) aproveitou sua participação no programa “Altas Horas”, da rede Globo, na noite de sábado (26/6), para fazer um manifesto político contra Jair Bolsonaro, cobrando consciência das pessoas que o elegeram. Dizendo-se incrédula de ver um homem sem preparo presidindo o Brasil durante a maior crise de saúde dos últimos 100 anos, ela pediu que os eleitores votem com mais seriedade em 2022. “Como a gente deixou o Bolsonaro ser eleito presidente? Ele já falava sobre preconceito, ele já destilava o seu ódio, ele já falava sobre homofobia, ele já espalhava fake news. Não foi uma escolha difícil. Quem se permitiu achar que era uma escolha difícil relativizou o preconceito, a homofobia, o racismo. Porque tudo isso estava na fala dele”, ela apontou. “O desprezo que ele tem pelas pessoas agora, a falta de empatia, [a maneira] como ele imita uma pessoa faltando ar… Ele já tinha isso no seu discurso, ele já tinha isso na sua prática. A gente não pode agora, nas eleições do ano que vem, ficar desatento a isso, achar que não, que isso é piada. Não é piada, preconceito não é piada. É sério”. Em sua fala, Leandra Leal afirmou que o impacto da eleição de Jair Bolsonaro resultou na ausência de políticas de controle da pandemia de covid-19, mas também afetou outras áreas da vida dos brasileiros. “Olha o que a gente está passando. A gente está passando por uma pandemia, mas tem inúmeras outras injustiças que a gente pode continuar passando no nosso país. E eu espero muito que essa seja uma lição desse momento. Todos nós precisamos votar com consciência, ouvindo, escutando o que a pessoa que está candidata àquele cargo está dizendo”. O alerta de Leandra Leal ajuda a lembrar que a culpa pelo desgoverno do país não é só de uma pessoa, pois também é compartilhada pelos milhões que votaram nela. Veja o desabafo da atriz abaixo. pic.twitter.com/ddDMLJn5Iq — Lucas (@lucasvieirab) June 27, 2021

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    Anitta pede “Fora Bolsonaro” e enquadra bolsominions

    21 de junho de 2021 /

    A marca de 500 mil brasileiros mortos por Covid-19 segue rendendo protestos nas redes sociais. E, claro, bate-bocas. Agora foi a vez de Anitta. Nesta segunda (21/6), a cantora escreveu no Twitter: “500 mil mortes… É sobre FORA BOLSONARO sim! A favor da democracia, da economia, da saúde, da educação, do senso COLETIVO“. A crítica incisiva recebeu ataques bovinos. Mas, como os fãs sabem, Anitta nunca deixa barato. “Lá vem os bolsonarers (sim, o presidente tem um fã clube) me ‘atacarem’ com um grandessíssimo insulto mandando eu retocar a tatuagem do meu c*… Ainda não desbotou… Quando desbotar eu retoco porque é linda (duvido que os machão não iam adorar) … até porque, o cara tá empurrando no c* de vocês sem pena e vocês ainda vão pra rua de motoca pedir mais”. A resposta rendeu o dobro de comentários do post original, com os fãs de Anitta rolando de rir. A cantora ainda falou sobre a importância das pessoas votarem com mais sabedoria em 2022. “Se tem 15 candidatos não tem só 2… Eu vou estudar cada candidato e votar e apoiar o que mais me representa… Nas últimas foi a Marina Silva, por exemplo. O foco é seguir com sangue nos olhos contra o louco da cabeça que está no comando hoje”, explicou. 500 mil mortes… é sobre FORA BOLSONARO sim! A favor da democracia, da economia, da saúde, da educação, do senso COLETIVO — Anitta (@Anitta) June 21, 2021 no c* de voces sem pena e voces ainda vao pra rua de motoca pedir mais 🤷🏽‍♀️ — Anitta (@Anitta) June 21, 2021 Sim… eles so entendem esse dialeto infelizmente — Anitta (@Anitta) June 21, 2021 Se tem 15 candidatos nao tem só 2… eu vou estudar cada candidato e votar e apoiar o que mais me representa… nas últimas foi a Marina Silva, por exemplo. O foco é seguir com sangues nos olhos contra o louco da cabeça que está no comando hoje — Anitta (@Anitta) June 21, 2021

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    Artistas protestam contra marca de 500 mil mortes por covid-19

    19 de junho de 2021 /

    Jair Bolsonaro enfrentou repúdio generalizado neste sábado (19/6), quando o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos por covid-19, tornando-se o segundo país com mais vítimas da doença em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Além das passeatas que tomaram as ruas das principais cidades do país, as redes sociais também alimentaram um grande protesto virtual. Em meio às manifestações digitais, diversos atores e famosos lamentaram as vidas perdidas, pediram justiça e multiplicaram a hashtag #forabolsonaro. Entre os protestos mais tocantes, a atriz Bette Goulard que perdeu a mãe para a doença, postou uma foto com a urna das cinzas de Nicette Bruno ao lado da mensagem: “500 mil vozes em silêncio”. Debochando das mortes, o Ministro da Comunicação Fábio Faria publicou um post polêmico nas redes sociais. “Infelizmente, eles torcem pelo vírus”, ele escreveu sobre os protestos, dois dias depois de Bolsonaro defender que a melhor vacina era o contágio pelo vírus. Veja abaixo algumas das postagens impulsionadas pela tragédia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beth Goulart Oficial (@bethgoulartoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Schmütz 🍀🎤 (@samanthaschmutz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paulo Betti (@paulobetti) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joao Barone (@joao.barone_oficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Reynaldo Gianecchini (@reynaldogianecchini) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ⚡️PITTY⚡️ (@pitty) Eles deixaram a COVID se espalhar. Eles mentiram sobre a doença, negaram a vacina, abandonaram a saúde e a economia do país. Eles precisam pagar por isso. Eles deixaram meio milhão de pessoas morrerem. pic.twitter.com/Jxsl7Tf40i — Armando Babaioff VACINA SIM! (@babaioff) June 19, 2021 Acabamos de chegar a 500 mil pessoas mortas pela covid19 no Brasil. É culpa do governo é do governante que chamou essa pandemia de “gripezinha”, incentivou não utilização de máscaras, foi contra isolamento e ignorou VACINAS!#19JunhoPovoNasRuas #19JForaBolsonaro #USEMMASCARA pic.twitter.com/D2BWyzagMB — Ana Hikari (@_anahikari) June 19, 2021 Hoje batemos a marca NEFASTA de 500 mil mortes por Covid-19 no Brasil. Uma doença para a qual JÁ EXISTE vacina, mas ela não chegou para todos porque o governo escolheu o negacionismo e rejeitou DEZENAS de ofertas. Quantos mais perderemos? Basta!! #500MilMortos 📸 @MidiaNINJA pic.twitter.com/j7Gw469OsB — Fafá de Belém (@fafadbelem) June 19, 2021 500 MIL MORTOS! FORA BOLSONARO GENOCIDA! — emicida (@emicida) June 19, 2021 500 mil mortes, não é descaso é um projeto de espalhar o vírus pelo país e causar o caos….temos que parar esse governo genocida senão vamos dobrar essa marca #ForaBolsonaro19J — Marcelo D2 (@Marcelodedois) June 19, 2021 500 mil filhos, amores,Pais e avós de alguém. Todos mortos. — fabiula nascimento (@fabiunascimento) June 19, 2021 O Brasil é 78° país em % da população vacinada. SEPTUAGÉSIMO OITAVO!!! E o governo federal não para de dizer que é 4° lugar, pq usa o número total de pessoas vacinadas. Mentirosos sujos. FORA BOLSONADO GENOCIDA!!! — Felipe Neto (@felipeneto) June 20, 2021

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    Instagram de Samantha Schmütz é desativado e volta após protestos contra censura

    13 de junho de 2021 /

    A atriz Samantha Schmütz ficou cinco horas com sua conta do Instagram desativada na tarde deste domingo (13/6). Ela relatou o problema em seu Twitter logo após o almoço e imediatamente recebeu apoio de seguidores e artistas, que se posicionaram com protestos contra a censura. A conta teria sido alvo de denúncias de apoiadores do governo Bolsonaro. Desde a morte de Paulo Gustavo, Samantha tem se engajado na denúncia do negacionismo e descaso do governo em relação à vacinação da população contra o coronavírus. Ela também tem sido a maior crítica da isenção – que pode ser chamada de alienação – de artistas diante das dificuldades criadas por Bolsonaro no enfrentamento da covid-19, que já matou quase 500 mil brasileiros. Nenhum de seus posts contém fake news. “Querem me enterrar, mas esqueceram que sou semente!”, ela escreveu em seu desabafo no Twitter, após ver a conta desativada. O Instagram não deu explicações para o desativação nem para a volta da conta da atriz, que aconteceu assim que os protestos entraram nas principais tendências do Twitter. Ao anunciar a volta, às 18 horas, ela fez um apelo a seus seguidores: “Não vamos calar, combinado?!”. Desativaram minha conta do Instagram! — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021 Querem me enterrar mas , esqueceram que sou semente !!!! #desativarammeuinstagra — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021 Voltaram com minha conta do Instagram !!!!! Não vamos calar, combinado!?! — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021

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    Humorista viraliza no Instagram com vídeo sobre vacinas da “Pifaizer”

    11 de junho de 2021 /

    O humorista mineiro Esse Menino viralizou nas redes sociais nas últimas 24 horas com um esquete sobre os 57 e-mails da Pfizer ignorados pelo governo Bolsonaro. Tudo começou na noite de quarta (9/6), quando alguns artistas repostaram o vídeo. Em um dia, a página do Instagram do humorista saltou de 40 mil seguidores para 220 mil e os curiosos seguem subindo. No vídeo hilário, Esse Menino (que na verdade se chama Rafael Chalub) transformou a omissão do governo em piada, assumindo a personalidade da “Pifaizer”, enquanto digita e-mails e fica cada vez mais sentido ao ser ignorado por Bolsonaro. O grau de comédia aumenta conforme se estende a falta de respostas a seus apelos para disponibilizar sua vacina no Brasil. A inspiração para o surto engraçadíssimo foi a raiva. Ao lado do vídeo, Esse Menino assumiu sua revolta com a situação. “O desgoverno Bozo ignorou 57 e-mails da Pfizer ano passado. Eles queriam fazer o Brasil de vitrine para imunização, até ofereceram as vacinas pela metade do preço quando não viam sinais de resposta. Era pra gente tá vacinado, muitas pessoas morreram e estão morrendo por capricho desse bost*”, ele escreveu, em protesto. Veja abaixo o post original, que já foi linkado, copiado, repostado e reproduzido milhares de vezes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝑬𝒔𝒔𝒆 𝑴𝒆𝒏𝒊𝒏𝒐 (@essemenino)

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