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Pietra Bertolazzi foi multada em R$ 30 mil por discurso de ódio e mentiras contra Janja durante o período eleitoral
Trailer | Atriz de “Supergirl” vira jornalista política em “As Garotas do Ônibus”
Estrelada por Melissa Benoist, a nova série da plataforma Max segue quatro jornalistas na cobertura de uma eleição presidencial nos Estados Unidos
Trailer | Regina King vive primeira mulher negra a tentar ser presidente dos EUA
O filme "Shirley para Presidente" conta a história da campanha pioneira de 1972, quando a primeira congressista negra dos Estados Unidos tentou a candidatura presidencial
BBB | Fernanda declara apoio à pena de morte e politiza reality
A líder da semana no “BBB 24”, Fernanda Bande, provocou polêmica na tarde desta sexta-feira (2/2), ao se declarar a favor da pena de morte no Brasil, em uma conversa na academia com Giovanna Pitel e Rodriguinho. “Eu sou a favor da pena de morte sim”, afirmou Fernanda, ao comparar as leis brasileiras com as dos Estados Unidos. A declaração gerou desconforto, levando Pitel e Rodriguinho a tentarem mudar rapidamente de assunto. Rodriguinho chegou a comentar que o sistema jurídico refletia a desigualdade no pais. “As leis lá (nos EUA) funcionam por igual, aqui não, aqui é por partes, tem jeitinho”, comentou o pagodeiro. Pitel reforçou o debate, apontando o racismo como um dos problemas centrais do sistema criminal do país. Nas redes sociais, a fala de Fernanda, única branca do trio, conduziu a torcida do “BBB 24” para a discussão política. Espectadores notaram que, em 24 horas, ela defendeu Cara de Sapato, que foi expulso do “BBB 23” por importunação sexual, fez comentários misóginos sobre Alane Dias e defendeu a pena de morte, alinhando-se politicamente ao bolsonarismo. Enquanto isso, fãs da rival da líder, Alane, resgataram fotos da bailarina fazendo o L e apoiando Lula. Em menos de 24h a Fernanda defendeu o Cara de Sapato e disse q é a favor da pena de morte pic.twitter.com/OYV9639c1b — Matheus (@mxth29) February 2, 2024 em menos de 24 horas a fernanda disse que admira o cara de sapato e que é a favor da pena de morte, como diz a alane “o mal por si se destrói” pic.twitter.com/PyEcHZjx5b — gabriel. (@a7biel) February 2, 2024
Johnny Marr reclama de música dos Smiths em comício de Trump
O guitarrista Johnny Marr, membro do famoso grupo inglês The Smiths, expressou descontentamento com o uso não autorizado de uma canção da banda em um evento de campanha do ex-presidente Donald Trump. O episódio ocorreu antes das primárias de New Hampshire, quando a faixa “Please, Please Let Me Get What I Want”, lançada em 1984, foi tocada em um comício em Lacondia, na segunda-feira. O verso inicial da música, “good times for a change”, ganhou destaque durante o evento. Na terça (23/1), o músico se manifestou no X (antigo Twitter) sobre o incidente. “Nunca, em um milhão de anos, teria pensado que isso poderia acontecer. Considere essa m*rda encerrada agora mesmo”, escreveu. Os demais integrantes vivos da banda, o vocalista Morrissey e o baterista Mike Joyce, não se pronunciaram sobre o fato. Relevância contínua dos Smiths Conhecidos como um fenômeno cult, os Smiths se separaram em 1987 e rejeitaram diversas propostas lucrativas para retomar as apresentações ao vivo. Com a morte do baixista Andy Rourke, em maio do ano passado, devido a câncer, as esperanças de uma reunião da formação original foram encerradas. Mesmo assim, as músicas da banda seguem na mídia. No ano passado, várias faixas dos Smiths foram destaque no filme “O Assassino”, de David Fincher, marcando a preferência do personagem interpretado por Michael Fassbender. Sobre a canção “Please, Please Let Me Get What I Want”, vale lembrar que ela também alcançou notoriedade ao integrar uma trilha sonora: da comédia romântica “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986. Artistas contra Trump Johnny Marr se junta a uma lista crescente de artistas que criticaram Donald Trump pelo uso não autorizado de suas obras. Nomes como Aerosmith, Rolling Stones, Queen, Neil Young, Pharrell, Elton John e Adele já expressaram insatisfação semelhante. Em 2016, durante a campanha presidencial de Trump, Elton John deu um motivo singelo para proibir o uso de suas canções “Tiny Dancer” e “Rocket Man” em comícios do então candidato. “Eu realmente não quero que minha música esteja envolvida em nada que tenha a ver com uma campanha eleitoral americana. Sou britânico”, declarou o cantor. Ahh…right…OK. I never in a million years would’ve thought this could come to pass. Consider this shit shut right down right now. https://t.co/M6eYROedOy — Johnny Marr (@Johnny_Marr) January 23, 2024
BBB | Ranço de MC Bin Laden por Nizam chega na política: “Bozo”
MC Bin Laden ficou fortemente incomodado nesta quarta-feira (17/1) com as opiniões políticas de Nizam Abou Jokh no “BBB 24”. O funkeiro não gostou de um comentário feito pelo brother em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua defesa da pauta armamentista de Jair Bolsonaro. Na ocasião, Nizam demonstrou ser a favor da liberação do porte de arma para cidadãos comuns sob falsa teoria de que, no governo Lula, o homem que roubou sua casa não seria preso. O cantor discordou do posicionamento e comentou sobre a situação com Lucas Luigi, na sequência. “O Nizam, ali ele chapou, nada a ver, mano. Bagulho já foi comprovado… Muita gente com depressão, ansiedade. Psicologicamente, [o Brasil] não é um país preparado para ter porte de arma. Caralh*, é louco…”, relatou Bin, que obteve apoio de Luigi: “Quer ver um exemplo? Olha aí! A casa é um exemplo de que nós não estamos preparados para porte de arma mesmo”. O funkeiro continuou indignado com o comentário de Nizam e fez questão de defender o governo Lula. “Vai falar que a culpa é de um presidente que mais ajudou o pobre, vou te falar, put* que pariu, mano. É cada uma que eu tenho que escutar aqui dentro”, esbravejou Bin. Em seguida, os dois continuaram a conversa, e Bin pronunciou o apelido “Bozo” para se referir ao ex-presidente Jair Bolsonaro, porém Luigi pediu para o colega não mencionar a palavra que ele considera pejorativa. O funkeiro seguiu inconformado com a situação. “Bagulho de arma, parça”, disse ele, totalmente chocado com a situação. “Aquele papo ali foi o suficiente pra mim. Eu e tu, que viemos da favela, a gente vê o bagulho rolando”, concordou Luigi. “Nós vamos motivar os outros a ter arma, em vez de ter livro? Tipo, povo que tá passando fome, saúde, saúde pública. O mano quer meter uma dessa pra nós”, refletiu MC Bin Laden. 🔥 Conversa completa entre MC Bin Laden e Lucas Luigi sobre Nizam ter defendido porte de armas no Brasil e dito que o bandido que assaltou ele não foi preso por causa do Lula: “Ele tava defendendo o Bozo, tá ligado, né? (…) Ele falando bagulho de arma, parça? A gente vai… pic.twitter.com/2Lp1h7k1Cp — Espiadinha #BBB24 (@canalespiadinha) January 17, 2024
Lula sanciona cota de telas para filmes brasileiros
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou sem vetos a lei que determina cotas para exibição de filmes brasileiros nos cinemas. A regra foi criada em 2001, no governo de Fernando Henrique Cardoso, por meio de uma medida provisória (MP), que expirou 20 anos depois, em 2021, e não foi renovada durante o governo de Jair Bolsonaro. A nova “cota de tela” terá validade até 2033. De acordo com a lei, as salas, espaços e locais usados para exibição pública comercial de filmes terão de exibir um número mínimo de filmes brasileiros de longa-metragem. Os critérios serão determinados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e entidades representativas de produtores, distribuidores e exibidores, juntamente com o governo federal. As empresas que descumprirem a obrigação estarão sujeitas a uma multa correspondente a 5% da receita bruta média diária do complexo cinematográfico multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. Em caso de falha pontual considerada erro técnico por decisão da Ancine, os infratores levarão apenas uma advertência. Além da cota de tela no cinema, empresas de exibição e distribuição de vídeo doméstico também deverão incluir em seus catálogos um percentual de obras brasileiras. A ministra Margareth Menezes afirmou, em comunicado do Ministério da Cultura, que a nova cota de telas permitirá a “retomada” da produção nacional. “Essa sanção reinaugura um novo momento para a rica produção cinematográfica do país, com ampliação da presença dos nossos conteúdos na TV por assinatura e nos cinemas, valorização da nossa identidade cultural e geração de mais emprego e renda”, celebrou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ministério da Cultura (@minc)
Mário Frias é condenado por difamar Marcelo Adnet
O deputado federal Mário Frias foi condenado por difamar o comediante Marcelo Adnet em 2020. O juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília, condenou o ex-Secretário da Cultura do governo Bolsonaro a uma pena de quatro meses de detenção, convertida em uma multa de 10 salários-mínimos. Ainda cabe recurso à decisão. Mario Frias já tinha sofrido um revés em outubro num processo civil movido por Adnet na Justiça do Rio de Janeiro, onde foi condenado a pagar R$ 30 mil ao comediante por danos morais. Adnet entrou com a ação após ser chamado de “criatura imunda”, “Judas” e “crápula” por Frias. O que aconteceu? As duas ações foram motivadas por ataques do político após Adnet parodiar uma campanha do Governo Federal, estrelada por Frias, em comemoração à Independência do Brasil. O então Secretário da Cultura reagiu ao esquete com ofensas, além de atacar a vida privada de Adnet, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Entretanto, seus advogados entraram na Justiça, afirmando que o político “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”. A condenação Em sua decisão, o juiz Barbagalo afirmou: “Embora o Querelante [Marcelo Adnet] seja ator, comediante renomado e pessoa pública, a frase não se limitou a apontar a traição à ex-companheira do Querelante, mas fez juízo de valor também negativo, afirmando que a situação (da traição) ocorreu por ‘pura vaidade e falta de caráter’ do Querelante”. Entretanto, embora tenha aceitado a acusação de difamação, o juiz desconsiderou injúria por termos como “bobão”, “fraco” e “idiota”. Para Barbagalo, o vídeo de Adnet foi ofensivo e Frias apenas reagiu ao conteúdo. Em nota à imprensa, os advogados do humorista informaram que entrarão com recurso para buscar um aumento da pena. “As sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo de perdão judicial às injúrias proferidas por Frias”, disseram em comunicado. Vídeo da discórdia Confira abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Em outubro, no Rio de Janeiro, Mario Frias foi condenado pelo mesmo caso. Segundo o Blog do Fausto, o juiz Marco Antonio Novaes de Abreu, da 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, definiu uma indenização de R$ 30 mil a Adnet. Nota da defesa de Adnet “O Escritório Maíra Fernandes Advocacia, responsável pela defesa de Marcelo Adnet na queixa-crime apresentada por ele contra Mário Frias, informa que Frias foi condenado da acusação de difamação, com a aplicação de uma pena de 4 meses de detenção, convertida em uma multa de 10 (dez) salários-mínimos. Quanto à acusação de injúria, foi aplicado perdão judicial. Os advogados de Adnet apresentarão recurso de apelação buscando aumentar a pena aplicada e, em especial, porque as sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo perdão judicial às injúrias proferidas por Frias.”
Filho de Renato Russo quer derrubar vídeos bolsonaristas com música do Legião Urbana
Giuliano Manfredini, o filho do cantor Renato Russo, fez uma notificação extrajudicial para que o TikTok derrube vídeos de bolsonaristas com a música “Que País É Este”, do Legião Urbana. Em documento enviado à plataforma de vídeos, o produtor afirma que as postagens têm “caráter político e ideológico alheios” aos defendidos pelo pai ao longo de sua vida e por ele “ativamente combatidos”. A informação foi compartilhada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S Paulo. Ao menos sete perfis são citados como responsáveis pelos compartilhamentos. Giuliano solicita que os dados cadastrais e os registros de IPs de cada um deles sejam disponibilizados. O Tik Tok respondeu à notificação nesta quinta (11/1) e solicitou maior detalhamento dos usuários e dos materiais mencionados para proceder a remoção.
BBB | Perfil de Vinicius Rodrigues sofre mudança “politica” com reality
A equipe de Vinicius Rodrigues, atleta paralímpico confinado no “BBB 24”, fez uma limpeza tardia em suas redes sociais após a confirmação de sua participação na sexta (5/1). Como o nome de Vinicius foi vazado com antecedência, vários internautas investigaram o histórico do atleta nas redes sociais e publicaram os achados. E o resultado não foi muito bem visto no X (antigo Twitter). Entretanto, neste fim de semana, o segundo brother PcD (Pessoa com Deficiência) na história do programa, viu seu perfil no Instagram sofrer mudanças significativas. Antes de virar BBB, Vinicius seguia políticos de direita, incluindo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), mas agora os administradores de sua conta removeram os parlamentares de sua lista e, em seu lugar, adicionaram personalidades da esquerda brasileira, como a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e ícones do movimento LGBTQIA+, como Pabllo Vittar e Liniker. O atleta também xingou Casagrande numa postagem em que o comentarista apontava o bolsonarismo de Neymar. Quem é Vinicius Rodrigues Vinícius é um atleta paralímpico e medalhista de prata em Tóquio (2020). Ele teve a perna esquerda amputada num acidente de moto, aos 19 anos, mas a tragédia virou incentivo após ele receber a visita da campeã paralímpica Terezinha Guilhermina, despertando seu sonho de se tornar atleta profissional. Sua carreira é marcada por conquistas notáveis dentro dos esportes, como a quebra do recorde mundial dos 100m rasos na classe T63, em 2019, além de ter sido responsável por representar o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos e no Mundial de Atletismo da categoria. Sua participação no “Big Brother Brasil” marca apenas a segunda vez que uma pessoa com deficiência física participará do maior reality do Brasil, após outra atleta, Marinalva de Almeida, ficar em 5º lugar no “BBB 17”. Apesar de ser pai de uma menina de 7 anos, ele garante que nunca namorou e nem quer formar casal no confinamento. “Não gosto de ficar preso a ninguém”. Camarote da terra do Conje pic.twitter.com/iqnnp6z6BI — NÃO SEI QUEM FUI (@assis_raisa) January 6, 2024
Monark tem vídeos deletados e conta excluída do YouTube
O podcaster Monark, nome artístico de Bruno Monteiro Aiub, teve todos os seus canais encerrados permanentemente pelo YouTube. “Youtube acaba de deletar todos meus canais permanente, não bastava banir do Brasil, querem apagar minha existência”, ele escreveu no X (antigo Twitter). “O engraçado é que dessa vez sequer me deram alguma justificativa do porque baniram. Teve um lobby poderoso por trás com certeza”, acrescentou. Ao contrário do que aconteceu em janeiro passado, quando as contas de Rodrigo Constantino, Guilherme Fiúza e Paulo Figueiredo Filho foram banidas por ordem judiciária, mas continuaram funcionando fora do Brasil, Monark teve todos os vídeos deletados. Quem procura o canal do ex-Flow encontra “Página indisponível. Lamentamos o transtorno. Tente pesquisar algo diferente”. Antes disso, o link da página avisava que a “conta foi encerrada por violação dos Termos de Uso do YouTube”. Quando o motivo é determinação judicial, o texto é outro: “Este canal não está disponível”. O nazismo e o judeus Monark, que saiu do país com medo de ser preso e hoje vive na Flórida, nos Estados Unidos, disse temer também pelo fim de seu perfil no Twitter/X. “Quanto tempo será que esse perfil resiste?”, questionou, acrescentando: “Conto com você, Elon Musk”. Ele também se comparou aos milhões de judeus assassinados pelos nazistas da 2ª Guerra Mundial. “Amigos judeus, estou começando a entender na pele um pouco do que vocês passaram na segunda guerra mundial, uma merda mesmo, espero não sofrer os aspectos mais aterrorizadores e horrendo que seu povo passou, como prisão tortura e assassinato”. Ironicamente, a história do influenciador, que era considerado um cara engraçado por fazer comentários sem noção, começou a ficar triste a partir do momento em que defendeu no podcast “Flow” a legalização do Partido Nazista no Brasil, afirmando que “se o cara quiser ser antijudeu, eu acho que ele tinha o direito de ser”. Com boicote e medo de perder patrocínios, o Flow desligou o podcaster de seus quadros e, a partir daí, Monark radicalizou de vez, passando a questionar o sistema eleitoral e a confiabilidade das urnas eletrônicas. A radicalização e a reação do Google Em junho de 2022, uma decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes destacou uma declaração de Monark na plataforma de vídeos Rumble, afirmando que o STF estaria “disposto a garantir uma não transparência nas eleições”. Na época, ele sofreu a primeira represália do YouTube, que desmonetizou seus canais. Monark chegou a abrir um processo judicial para exigir que o Google voltasse a monetizar seus vídeos, mas perdeu na Justiça. Em sua defesa, o Google classificou o canal do youtuber como um “desserviço” “ao buscar publicar vídeos polêmicos, defendendo pautas nazistas”. A empresa ainda declarou que uma das regras do YouTube prevê que “o criador de conteúdo deve se comportar de forma responsável dentro e fora da plataforma”. “E ele violou essa política”, finalizou. Monark em 8 de janeiro Vale lembrar que, depois dessa polêmica, Monark se envolveu em outras. E após postagens manifestando simpatia pelos vândalos que atacaram os prédios dos Três Poderes em Brasília, teve seus perfis bloqueados nas redes sociais por decisão da Justiça. Em 8 de janeiro passado, ele usou as redes sociais para publicar mensagens de incentivo aos baderneiros. “Eu sinto simpatia pelas pessoas que estão protestando, esse nosso estado é uma ditadura nefasta e autoritária, só roubam o povo. Algo deve ser feito, mas nossa classe política se provou covarde e conivente, com isso é normal o povo se sentir sem esperanças e rebelar”, ele escreveu no começo do quebra-quebra. Disse mais: “Eu sinto um desprezo e raiva profunda pela forma com que o sistema pisa e humilha o brasileiro, então qualquer ato de rebeldia contra o estado me traz um sentimento muito catártico. Espero que ninguém seja ferido nesse evento, que todos possam voltar para casa em segurança.” Ele também culpou o STF pelo quebra-quebra. Mas depois de ver a dimensão da destruição, assustou-se. “Quero deixar claro que eu não apoio a invasão, meus comentários tem como propósito apenas analisar e situação. Espero que todos os envolvidos voltem para suas casas em segurança, e que os atos de violência sejam punidos”. Mesmo com a reação da Justiça na época, que ele chamou de censura, Monark usou sua conta no X neste sábado (6/1) para atacar quem chama a invasão e a depredação da Praça dos Três Poderes de “tentativa de golpe”, afirmando que os atos de 8 de janeiro passado foram “um golpe do judiciário aliado as oligarquias internacionais”.
Vítima de “boicote”, “Minha Irmã e Eu” vira maior estreia de 2023 no Brasil
Mais um boicote bolsonarista, mais um sucesso de bilheteria. O alvo da vez foi “Minha Irmã e Eu”, comédia estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, que arrecadou R$ 4,44 milhões e foi assistido por 207 mil pessoas no feriadão – entre sua estreia na quinta-feira e o dia de Ano Novo (1/1) – , segundo dados da Comscore. Bolsonaristas miraram principalmente em Tatá para “tirar o sono dessa lulista”, conforme descrição de Samantha Cavalca num post sobre a atriz no X. Ela é a grande incentivadora nas redes sociais de todos os boicotes que fracassaram no ano passado. Os alvos são sempre artistas que apoiaram a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O filme visado anteriormente, “Ó Pai, Ó 2”, com o “lulista” Lázaro Ramos, tornou-se a maior bilheteria de cinema do Nordeste em todos os tempos. Como Lázaro também faz participação na comédia, o boicote tinha “que ser forte”. Mesmo lançado no último fim de semana do ano, “Minha Irmã e Eu” quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia de 2023. Fez mais que o dobro do filme que, até a véspera, detinha o título de maior abertura nacional do ano: “Mussum, O Filmis”, com cerca de R$ 2 milhões de faturamento. O detalhe é que a comédia de Tatá e Ingrid não foi a única estreia nacional do fim de semana a superar a cinebiografia de Mussum. “Mamonas Assassinas – O Filme” abriu com um faturamento de R$ 3,98 milhões e 194 mil espectadores. Por coincidência, bolsonaristas também miraram no filme do Mamonas Assassinas, ainda que com menor estridência. As duas últimas estreias nacionais do ano foram justamente as maiores estreias do cinema brasileiro em 2023. “Minha Irmã e Eu” e “Mamonas Assassinas – O Filme” ocuparam, respectivamente, o 2º e o 3º lugar no ranking, atrás apenas de “Aquaman 2: O Reino Perdido” entre os mais vistos do final de semana. O filme americano rendeu R$ 10,14 milhões e foi visto por 457 mil pessoas. “Wonka” e “Renaissance: Um Filme de Beyoncé” completaram o Top 5. Veja abaixo a certeza da internet de que os filmes seriam fracassos, e uma ironia de quem foi assistir em sessão lotada. 🛑"BOICOTE GERAL"🛑 ATENÇÃO, CANHOTAS QUERENDO SEU DINHEIRO, NÃO ASSISTAM A ESSA MERDA!!!!! NEM @IngridGuimaraes E NEM TATÁ MERECEM O NOSSO DINHEIRO E PRESTÍGIO… DEIXE QUE PEÇAM PARA OS CANHOTOS VAGABUNDOS COMPRAREM SEUS INGRESSOS… https://t.co/XL0mFU8Tfu — Ronaldo Antônio (@Ronaldo80880078) December 26, 2023 Minha irmã e eu não vamos assistir. É boicote certo. — SEU K_LANGO O ORIGINAL ( RIVONEWS ) (@AGROFOREVIS) December 23, 2023 Boicote — Tatá (@sanges_do) January 2, 2024 Tata é a propria Mica Leõa Dourada e muito sem graça. Nem precisa de boicote. — Roberto Fakir (@RobertoFakir) December 28, 2023 Boicote geral , eu nem consigo entender o que a artitis tata fala, kkkkkkkkkkkll — Marcia2️⃣2️⃣🇧🇷🇧🇷 BOLSONARO (@marciakampala) December 26, 2023 FEZ L A GENTE BOICOTA MESMO AGORA CHEGOU A VEZ DE MINHA IRMÃ E EU SOFRER BOICOTE 🤣🤣🤣 pic.twitter.com/CwdnNZZbsf — Cecília De Oliveira (@NeinhaCeciliaa) December 26, 2023 Vai ser o boicote bem maior assim como filme nacional minha irmã e eu bora boicotar e convocar a direita não assistir esses filmes brasileiros e lacradores esquerdistas. #boicoteartistasesquerdistas#boicoteartistaslacradores https://t.co/cJvn66kvXE — Bruno Braga (@Brunobraganeres) December 11, 2023 Boicote nesse Mamonas ai, vamos patriotas… — SerVivo (@ansani_ariana) December 27, 2023 Hoje foi dia de colaborar com o Boicote kkkkk Fui assistir o filme Minha Irmã e Eu .O Cinema estava lotado!! Sinal que a propaganda está dando certo kkkContinuem pedindo pras pessoas não irem, tá dando super certo!! O Filme é Hilário e ao mesmo tempo emocionante!! pic.twitter.com/tKqhkVxQXa — Chef Ari🚩🚩 (@ChefAri13) December 29, 2023












