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  • Etc

    Ator da série Suits é preso após agredir casal em discussão política

    18 de maio de 2016 /

    Acham que é só no Brasil que discutir política pode fazer a temperatura subir? O ator Wendell Pierce, conhecido pelas séries “The Wire”, “Treme”, “Suits” e “Odd Couple”, foi preso no último domingo (15/5) por agredir um casal que apoia a candidatura do democrata Bernie Sanders à presidência dos Estados Unidos. De acordo com o site TMZ, Pierce, que é eleitor de Hillary Clinton, adversária de Sanders na corrida eleitoral do Partido Democrata, envolveu-se na confusão em um hotel na cidade de Atlanta. Segundo funcionários do local, o casal e o ator iniciaram uma discussão sobre política, e Pierce, irritado, teria empurrado o homem e, em seguida, segurado a mulher pelos cabelos e batido na cabeça dela. A polícia foi acionada pelos seguranças do hotel e encaminhou o ator à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele foi liberado após pagar fiança de US$ 1 mil. Procurado pela imprensa local, Wendell não quis se pronunciar sobre o assunto.

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  • Filme

    Cannes: Brasileiros levam protestos de esquerda para a terra do caviar

    17 de maio de 2016 /

    Elenco e diretor de “Aquarius”, filme brasileiro em competição no Festival de Cannes, aproveitaram o tapete vermelho para mostrar ao mundo o que é a chamada “esquerda caviar” nacional. Os artistas que usam “black-tie” (para ficar na expressão da peça de Gianfrancesco Guarnieri) marcaram sua passagem pela terra do caviar empunhando cartazes contra o “golpe” no Brasil, escritos em inglês. Muito chiques e politizados, chamaram atenção internacional para a República de Bananas, onde golpes vitimam a liberdade da expressão e por isso resulta imprescindível sair do país para denunciá-los. “Brazil is not a democracy anymore”, dizia um dos cartazes mais estarrecedores, erguidos de forma heroica pelos novos exilados da ditadura brasileira. Outro defendia o repúdio mundial ao estado de exceção: “The world cannot accept this illegitimate government”. The world. E Cuba e Venezuela já se manifestaram em coro, países onde os sabiás não gorjeiam como cá. “We will resist”, prometeram os guerrilheiros de grife. 68% da população brasileira não vê golpe algum, segundo pesquisa do Datafolha, mas ir à França e não se deixar levar pela “imaginação ao poder” seria como ir ao Rio e não passear pela poluída Copacabana, achando-se chique no último. A esquerda no país do caviar deve se imaginar em maio de 1968, uma época em que as tensões políticas levaram o próprio Festival de Cannes a ser interrompido. Azar se a principal liderança brasileira daquela época hoje esteja na cadeia, amargando duas sentenças consecutivas por corrupção. O guerreiro do povo brasileiro. The warrior from the brazilian people. Em Cannes, teve até punho erguido. O gesto que guerreiro faz quando vai pra prisão por roubar dinheiro do the people. “Eu moro nos Estados Unidos, mas também no Brasil, tenho família e amigos lá e penso que o que está acontecendo, a manipulação da tomada do poder, tem que ser exposto ao mundo inteiro”, disse Sonia Braga, estrela de “Aquarius”, às principais agências internacionais de notícias. Mas logo adiante, um ato falho surge em seu caminho. “Tudo o que se fez desde o fim da ditadura, desde a abertura do Brasil, fizemos juntos. Temos que entender que em dois anos, de todas as formas, vamos votar para presidente. Temos que voltar a fazer as coisas juntos”, ela apela, esquecendo que “Brazil is not a democracy anymore”. O diretor de “Aquarius”, contudo, não vê essa contradição. “O que está acontecendo é um golpe de Estado”, definiu Kleber Mendonça Filho, imperativo, segurando um cartaz com o texto “Un coup d’état a eu lieu au Brésil”, em francês para ficar tão chique quanto seu black-tie. Dressed so sharp, dressed so neat, como descrevia a letra punk de “Coup d’État”, o clássico do Circle Jerks que falava em militares nas ruas e prisões políticas indiscriminadas, o provável retrato do Brasil atual, conforme representam os brasileiros canninos. Por certo, não voltarão ao país, temerosos que devem estar de serem presos e torturados por sua denúncia contundente. Como é elegante ser guerreiro de black-tie e protestar à vontade sem receio. A liberdade de expressão é garantia da desacreditada, mas felizmente real democracia brasileira. Curioso é que não se viu cartazes contra a extinção do Ministério da Cultura. Talvez porque esta questão não possa ser expressada por palavras de ordem dos anos 1960 e seja realmente de interesse nacional. Uma discussão, ressalte-se, plenamente justificada, que até foi abordada em entrevistas, como “um reflexo do grande retrocesso que está acontecendo no Brasil”, no dizer de Eryk Rocha, que trouxe seu documentário “Cinema Novo” ao festival. “Há dois erros gravíssimos. O primeiro é desarticular um ministério da Cultura que em todos os países do mundo – como na França – é um eixo fundamental do desenvolvimento. O outro é desarticular o da Educação”, ele disse, de forma racional, ainda que, ao cometer generalização, desconheça que a França não tenha um Ministério da Cultura exclusivo – é integrado com a Comunicação – , como também não tem os EUA, o Reino Unido e a maioria dos países do Primeiro Mundo. A extinção do MinC também foi evocada como um paradoxo, nas palavras de Maeve Jinkins em entrevista ao UOL, o “paradoxo tão grande (de) estar em Cannes representando o cinema nacional nesse momento”. “Existe um trabalho colossal por trás dessa seleção do filme em Cannes. O cinema só está produzindo uma média de 130 longas por ano porque tivemos leis de incentivo”, disse a atriz, acreditando que isso possa mudar, embora o governo garanta que não será o caso. “Na última vez em que sofremos um grande baque, na era Collor, produzimos um ou dois filmes por ano apenas. Não podemos nunca voltar a isso”, manifestou-se Maeve, provavelmente referindo-se ao fim da Embrafilme, sucata-símbolo da época em que o Estado patrocinava o cinema. Porém, ai porém… O fim da Embrafilme e a era Collor, por outro lado, também legaram a Lei Rouanet, responsável pela “retomada” do cinema nacional e os incentivos que agora são defendidos pela própria atriz tão apaixonadamente. A falta de sentido entrega a fragilidade do discurso ideológico.

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  • Série

    Sony anuncia série sobre Hugo Chavez e cria polêmica na Venezuela

    12 de maio de 2016 /

    A Sony anunciou a produção de “El Comandante”, uma série sobre a vida de Hugo Chavez, ex-presidente da Venezuela, cuja popularidade só não foi maior que as polêmicas em que se envolveu e a crise econômica em que mergulhou seu país. Polêmicas que continuam mesmo após sua morte, agora envolvendo esta produção. A atração será estrelada pelo colombiano Andrés Parra, que interpretou Pablo Escobar em uma série sobre a vida do traficante, e terá 60 episódios. Chamando a oportunidade de “papel de sua vida”, Parra já divulgou um pôster da produção, que só começará a ser gravada a partir de junho. O material inclui a frase: “O poder da paixão e a paixão pelo poder”. A vice-presidente sênior e diretora-geral de produção da Sony Pictures Television para a América Latina e a comunidade hispânica nos Estados Unidos, Angelica Guerra, afirmou que “El Comandante” será uma das produções mais ambiciosas do canal, com centenas de figurantes e locações em vários países. Grandioso, o projeto deve movimentar gerar muitos empregos e envolver diversos parceiros, movimentando a economia da América do Sul. Menos, claro, a economia em estado falimentar da Venezuela. A obra não deve ganhar permissão para ser gravada no país e será contestada judicialmente. O deputado governista Diosdado Cabello, um dos principais líderes do chavismo, já informou, durante seu programa de televisão no canal estatal VTV, que está investigando se o estúdio tem o direito de produzir a atração. Cabello alegou que, para fazer uma produção como esta, o mínimo necessário deveria ser a autorização do personagem ou de seus familiares, algo que, segundo ele, não foi feito. Além disso, Cabello declarou que a escolha do intérprete de Chavez, o mesmo de Pablo Escobar, já era uma “provocação”. Segundo ele, a intenção da série é “tentar causar prejuízo à memória do comandante Hugo Chávez, e nós devemos defender Hugo Chávez”. “Tenho certeza que o imperialismo está metido nisto”, sintetizou o deputado governista, exatamente como faria uma caricatura de político de esquerda da América Latina nos anos 1960. Confira o cartaz abaixo. Ou grite “Abaixo o imperialismo”, “Não Passarão” e “Não vai ter golpe”.

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  • Filme

    Angry Birds é a única estreia ampla da semana

    12 de maio de 2016 /

    A falta de salas disponíveis aumenta cada vez mais a concentração dos lançamentos no país. Nesta semana, apenas um longa-metragem terá distribuição ampla. E a diferença para a segunda maior estreia é de mais de mil salas. O mercado já nem se importa em disfarçar a segregação. A grande estreia é a animação “Angry Birds – O Filme”, primeiro longa-metragem baseado num aplicativo. A produção infantil, em que um trio de pássaros excluídos enfrenta um exército de porcos verdes mal-intencionados, vai ocupar 1.070 salas (572 delas com exibição em 3D). A produção só chega na próxima semana nos EUA, mas o Rotten Tomatoes já agregou críticas suficientes para defini-la como medíocre (50% de aprovação). No Brasil, os personagens, que tem vozes de atores famosos de Hollywood, serão dublados pelos youtubers irmãos Piologo e Pathy dos Reis e os humoristas Marcelo Adnet e Dani Calabresa. Como não há salas suficientes nos shoppings, todas as demais estreias disputam o circuito limitado. Inclusive uma comédia brasileira que, em outra época, talvez pudesse sonhar com sucesso. O problema é que seu timing também é desastrado. “Mulheres no Poder”, sobre um esquema de corrupção política elaborado por um grupo de mulheres, estreia no mesmo dia em que Dilma Rousseff foi afastada da presidência do país. Se, por um lado, não há besteirol capaz de superar a comédia pastelão vislumbrada no Congresso durante o processo de Impeachment, por outro, nem o período trágico da “Presidenta” merecia ser evocado com humor tão machista. O filme de Gustavo Acioli (“Incuráveis”) chega a somente 14 salas, garantindo seu fracasso. A melhor opção da semana é o longa italiano “O Conto dos Contos”, de Matteo Garrone (“Gomorra”), que materializa um mundo de fantasia visceral, de reis adúlteros e rainhas que devoram corações de dragão, em imagens tão belas quanto nauseantes. A obra é baseada nas fábulas medievais de Giambattista Basile (1566-1632), mas suas cenas de nudez e violência são mais indicadas para fãs de “Game of Thrones” que para o público de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. Vencedor do David di Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Direção, o longa tem 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Também acima da média, “Memórias Secretas”, de Atom Egoyan (“Sem Evidências”), leva a 32 salas uma combinação volátil de Holocausto e filme de vingança da Terceira Idade, acompanhando o plano de dois velhos judeus sobreviventes dos horrores nazistas, determinados a ajustar contas com o nazista que massacrou suas famílias e chegou à velhice impune. Melhor Roteiro Canadense do ano passado, segundo a Academia de Cinema e TV do Canadá, o longa tem 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e destaca grandes performances de seus protagonistas, os veteranos Christopher Plummer (“O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus”) e Martin Landau (“Ed Wood”), ambos com mais de 85 anos de idade. Curiosamente, outra estreia também aborda o Holocausto, mas com tom bem diverso e em apenas quatro salas. O drama francês “Um Brinde à Vida”, de Jean-Jacques Zilbermann (“Aqui Entre Nós”), mostra o reencontro de três amigas que sobreviveram ao campo de concentração de Auschwitz. O fato de se passar durante a década de 1960, poucos anos após a 2ª Guerra Mundial, confere à produção uma carga mais reflexiva, demonstrando como a experiência alterou a percepção de vida daquelas mulheres. Para completar, há ainda dois filmes israelenses. “Demon” foi o último trabalho de Marcin Wrona (“O Batismo”), que se matou um dia após a première, aos 42 anos. Bastante original, gira em torno de uma assombração judaica que aterroriza um casamento católico na Polônia. Combinando humor e terror, “Demon” ganhou vários prêmios em festivais de cinema fantástico e estreia em 14 salas. O outro longa israelense é um documentário com coprodução argentina, “Nós, Eles e Eu”, de Nicolás Avruj (produtor de “Olhar Invisível”), que refaz o caminho de um rapaz de origem judaica por Israel e Palestina. Estreia em cinco salas.

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  • Filme

    Após repercussão negativa, Will Ferrell desiste de viver Ronald Reagan no cinema

    30 de abril de 2016 /

    Após protestos da família de Ronald Reagan, o ator Will Ferrell desistiu de participar de uma comédia que mostraria o ex-presidente dos EUA com demência. Escrita por Mike Rosolio (série “Sean Saves the World”), a comédia pretendia focar o segundo mandato do presidente, quando Reagan começa a manifestar os primeiros sintomas de Alzheimer e um estagiário tenta convencê-lo que ele é um ator interpretando o papel do presidente em uma obra de ficção. O roteiro chegou a ter tanta popularidade dentro da famosa “lista negra” de Hollywood – um catálogo anual dos melhores roteiros ainda não produzidos na indústria – que em março inspirou uma leitura pública por Lena Dunham, James Brolin, Nathan Fillion e John Cho. Ferrell já havia satirizado anteriormente políticos americanos, tendo feito várias paródias de George W. Bush na época em que integrava o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. A caracterização foi levada, inclusive, ao teatro, na peça “You’re Welcome America”. Mas ficou sensibilizado com as críticas da família de Reagan, que alegaram que Alzheimer e demência não eram tema para comédia. Patti Davis, e Michael Regan, filhos do ex-presidente, assim como a Fundação Presidencial Ronald Reagan e a Associação de Alzheimer, lamentaram a ideia de fazer humor com uma desordem cerebral progressiva que destrói a memória. “Eu vi quando o medo invadiu os olhos do meu pai, esse homem que nunca havia temido nada. Eu ouvi a sua voz tremer quando ele estava na sala de estar e disse: ‘Eu não sei onde estou’”, escreveu Patti Davis numa carta aberta para Ferrell. Diante da reação, a United Talent Agency, que representa o ator, emitiu um comunicado dissociando Ferrell da produção. “O roteiro de ‘Reagan’ é um dos vários que foram submetidos a Will Ferrell e que ele havia considerado. Embora não se trate de uma ‘comédia sobre Alzheimer’ como foi sugerido, Ferrell não está buscando esse projeto”, afirma o texto. Anteriormente, ele estava até cogitando produzir o longa. Não se sabe agora se o projeto sairá do papel.

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    Operação Lava-Jato também vai virar filme

    29 de abril de 2016 /

    Além da série do Netflix, desenvolvida pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”), os bastidores da Operação Lava-Jato também vão ganhar as telas do cinema. Orçado em R$ 12 milhões, “Polícia Federal — A Lei É Para Todos” tem previsão de filmagens entre agosto e setembro em Brasília, Curitiba, Rio, São Paulo e São Luís, com direção de Marcelo Antunez e Roberto Santucci, especialistas em besteiróis, que trabalharam juntos antes em “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blazic, apesar do orçamento elevado, até o momento nenhum dinheiro público foi investido na superprodução, que conta com recursos próprios e de patrocinadores. O objetivo é lançar o filme já em dezembro, o que significa pouco tempo de pós-produção – de cara, um fator prejudicial à qualidade do produto. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor Marcelo Antunez revelou que a produção conta com consultoria da própria PF, que contribuirá com informações detalhadas sobre a investigação. Mesmo assim, alega que não será “um filme institucional da PF”. “Teremos a liberdade criativa garantida a ponto de não ter que submeter nada à polícia, nem o roteiro, nem as ideias, nem o corte final. Isso está previsto oficialmente no acordo que firmamos”, ele contou. “É um filme de ficção fortemente baseado na realidade”, explicou. “Não estamos inventando os fatos da investigação. O que trazemos de ficção é o que normalmente se faz no cinema, como em ‘Spotlight’: pegamos os eventos e os intensificamos numa estrutura dramática, que necessita de conflitos e arcos pessoais.” Aparentemente, já há planos para uma continuação. Claro que tudo vai depender do sucesso do filme. Que será um desafio pessoal para o diretor, à frente de seu primeiro drama, após três comédias besteiróis. “Trata-se de uma busca pessoal para me abrir a outros gêneros”, ele admitiu. “Adoro fazer comédia, mas, acima de todo, quero contar boas histórias. E o gênero a que gosto mais de assistir é justamente o thriller político.”

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    Will Ferrell vai viver o Presidente Reagan em comédia biográfica

    28 de abril de 2016 /

    O ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) vai viver o ex-presidente dos EUA Ronald Reagan no cinema, informou o site da revista Variety. A cinebiografia, que tem título provisório de “Reagan”, terá tom de comédia. Escrita por Mike Rosolio (série “Sean Saves the World”), o filme vai se focar no segundo mandato do presidente, quando Reagan começa a manifestar os primeiros sintomas de Alzheimer e um estagiário tenta convencê-lo que ele é um ator interpretando o papel do presidente em uma obra de ficção. O roteiro chegou a ter tanta popularidade dentro da famosa “lista negra” de Hollywood – um catálogo anual dos melhores roteiros ainda não produzidos na indústria – que em março inspirou uma leitura pública do texto por Lena Dunham, James Brolin, Nathan Fillion e John Cho. Ferrell será um dos produtores do filme. Ele já tem experiência em satirizar políticos americanos, tendo feito várias paródias de George W. Bush na época em que integrava o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. A caracterização foi levada, inclusive, ao teatro, na peça “You’re Welcome America”. “Reagan” ainda não possui diretor definido nem previsão de estreia.

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    Jason Clarke vai viver o senador Ted Kennedy no cinema

    27 de abril de 2016 /

    O ator Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) vai interpretar Ted Kennedy, o caçula dos irmãos Kennedy, no drama “Chappaquiddick”, informou o site Variety. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. O carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, morta por afogamento. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, ele chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu Kennedy de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Idris Elba vai estrelar minissérie do roteirista de 12 Anos de Escravidão

    25 de abril de 2016 /

    O ator Idris Elba (“Beasts of No Nation”) vai estrelar a minissérie “Guerrilla”, sobre confrontos raciais e radicalismo político na Inglaterra dos anos 1970. Segundo o site da revista Variety, o projeto terá seis episódios, produzidos para o canal pago americano Showtime em parceria com o britânico Sky Atlantic. “Guerrilla” foi desenvolvida por John Ridley, criador da série “American Crime” e vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013). Além de roteirizar a trama, ele vai dirigir os dois primeiros capítulos da produção. A trama é ambientada em um dos momentos mais explosivos da história recente do Reino Unido e acompanhará um casal politicamente ativo, que sua relação e seus valores testados quando eles libertam um prisioneiro político e formam um grupo radical na Londres da década de 1970. Seu alvo é a Black Power Desk, uma unidade de inteligência dedicada a combater todas as formas de ativismo de lideranças negras.

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    Porta dos Fundos ridiculariza Lava-Jato e sofre rejeição maciça no YouTube

    5 de abril de 2016 /

    O grupo humorístico Porta dos Fundos achou que era uma boa ideia fazer piada com a suposta parcialidade da Polícia Federal na condução da operação Lava-Jato. Gravou em seu canal no YouTube um vídeo em que mostra um delator, interpretado por Fábio Porchat, contando podres de políticos do PSDB para um agente federal desinteressado, vivido por Gregório Duvivier. No esquete, enquanto mal-feitos do governo de Fernando Henrique Cardoso são ignorados, o rabisco de um prato com lula, numa conta de restaurante francês, vira prova irrefutável para deflagrar a prisão de Lula. Houve quem considerasse engraçado, mas a maioria torceu o nariz, fazendo com que o vídeo, intitulado “Delação”, ganhasse mais dislikes do que likes – 450 mil contra e 257 mil favoráveis. Trata-se de um fato inédito na trajetória do grupo. Vale reconhecer que o Porta dos Fundos já usou humor para parodiar o governo de Dilma Roussef, mas enquanto é fácil rir da presidente mais impopular do Brasil, a reação do público demonstra que é bem mais difícil aceitar a ridicularização do trabalho da Lava-Jato. A polarização reitera pesquisas de opinião pública, que demonstram o apoio da populução às investigações: 66,3% dos brasileiros acreditam que a Lava-Jato é positiva para o país (segundo o Instituto Paraná) e 62% acreditam na culpa de Lula nos casos de corrupção investigados (Instituto Datafolha). O fato é que o vídeo teve repercussão, rendeu respostas na internet e chegou a quase 4 milhões de pageviews em 48 horas, muito acima da média do canal. Para se ter ideia, o vídeo mais popular do Porta dos Fundos no mês passado foi visto 2,6 milhões de vezes. Entretanto, se serviu de chamariz, o conteúdo “polêmico” trouxe comentários indesejáveis, que realçam um visível descompasso entre a classe artística, movida a patrocínio estatal e lei de incentivo fiscal, e a população que paga impostos. Vários comentários na página do vídeo lembram que o Porta dos Fundos recebeu autorização do governo para captar R$ 7,5 milhões em incentivo fiscal para rodar seu filme, algo que pode virar fator de desgaste para o grupo, ainda mais se entre seus patrocinadores aparecerem empresas estatais. o

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  • Série

    Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro trailer

    4 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia resume a trama, concentrada no jogo de poder de um político veterano, que é prefeito há 25 anos (Depardieu), e a traição do homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Como “Marseille” é uma produção da divisão francesa do Netflix, tem sido apresentado como uma versão francesa de “House of Cards”, mas a história é completamente original. Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). A estreia acontece em 5 de maio.

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  • Filme

    Conspiração e Poder revela-se o anti-Spotlight, desnudando o mau jornalismo

    31 de março de 2016 /

    Boa parte das resenhas de “Spotlight – Segredos Revelados” chamou atenção para o fato de que aquele jornalismo investigativo, que demanda tempo para apurar uma reportagem à fundo, era uma espécie em extinção nestes dias de imediatismo online. Pois “Conspiração e Poder” se qualifica como o anti-“Spolight”. Também inspirado numa reportagem verídica da década passada, o longa, que marca a estreia na direção do roteirista James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mostra o que acontece quando a pressa para se produzir uma reportagem, visando sair na frente da concorrência com um furo exclusivo, vira um desserviço ao público. “Conspiração e Poder” dramatiza os bastidores de uma reportagem de 2004, produzida para o programa “60 Minutes” do canal CBS, apresentado, na época, por Dan Rather (Robert Redford, de “Capitão América 2”), uma espécie de lenda nos telejornais dos Estados Unidos, que emanava credibilidade no ar desde os anos 1960. Imagine uma denúncia do “Fantástico” na época de Sergio Chapelin para se ter a dimensão do impacto de uma notícia exibido no programa. Um escândalo em potencial, envolvendo o histórico de George W. Bush na Guarda Nacional, que teria aproveitado seus parentes importantes para evitar servir durante a Guerra do Vietnã – quando o alistamento era compulsório – , chega às mãos da produtora do programa, a jornalista Mary Mapes (Cate Blanchett, de “Carol”), que, pressionada a tomar uma decisão rápida, decide priorizar o deadline do programa sobre a checagem de fatos. O resultado vai ao ar sem o tempo necessário para sua apuração. E se prova calunioso. Num caso típico de mau julgamento, Mary, que havia vencido um prêmio por sua denúncia de abusos cometidos por militares americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib, teve sua ideologia explorada para cair numa cilada. Acreditando ser capaz de mudar os rumos da vindoura eleição presidencial com a informação exclusiva, sua decisão teve efeito inverso, fortalecendo o candidato do Partido Republicano, conforme a notícia começa a ser refutada pelos fatos, questionada primeiramente por blogs e depois por outras redes de televisão. Sem checar a intenção de sua fonte, a produtora fez sensacionalismo básico, queimou seu programa e acabou com a longa carreira de Rather, além de ter ajudado, por tabela, a eleger Bush como Presidente dos EUA. Mary Mapes nunca mais trabalhou com telejornalismo. Mas escreveu um livro sobre o caso, que é a base do filme. Por isso, seu ponto de vista domina a história, que busca, a todo o instante, justificar suas ações, a ponto de querer insinuar que a verdadeira conspiração foi desacreditar a reportagem. Bulshit das grossas, mas não deixa de ser ilustrativo de uma tendência: quando pego numa mentira, jornalistas insistem em seu ponto de vista até que isso comece a parecer verdade. Entretanto, ainda que o jornalismo imparcial seja um mito propagado por donos de empresas jornalísticas, o Jornalismo profissional é real e tem regras muito claras. E quando elas não são seguidas, alguém paga por isso – uma pessoa física, não a própria empresa, como demonstra o filme. É importante reparar, sobretudo, como “Conspiração e Poder” foi ofuscado por “Spotlight” nos cinemas americanos. Fez ridículos US$ 2,5 milhões durante toda a sua exibição, entre outubro e fevereiro, contra os US$ 44,4 milhões de “Spotlight”. Além disso, “Conspiração e Poder” não foi indicado a prêmio algum. Nem sequer a performance de Cate Blanchett chamou atenção, colocada para escanteio por suas diversas indicações por “Carol”, na temporada de premiações passada. Já “Spotlight” venceu o Oscar de Melhor Filme do ano. Filmes sobre vencedores têm, é verdade, maior apelo que filmes sobre perdedores. Mas as derrotas embutem lições melhores, como qualquer filósofo de botequim é capaz de demonstrar. Por isso, se o jornalismo idealizado ganha os prêmios, o mau jornalismo rende os melhores filmes, como “Abutre” em 2013. Embora “Conspiração e Poder” não chegue a tanto – não vai virar clássico ou cult – , ao menos joga uma luz necessária sobre as conspirações que se escondem por trás das manchetes das notícias. Sem esquecer que um filme que junta Robert Redford e Cate Blanchett merece, nem que seja durante a projeção de seus créditos, alguns aplausos.

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    Prefeitura de São Paulo inaugura rede municipal de cinema

    31 de março de 2016 /

    A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta quarta-feira (30/3) as primeiras salas do Circuito SPCine, sua rede municipal de cinema. A princípio, a “rede” são apenas duas telas, nos centro educacionais unificados do Butantã e Meninos (foto acima), mas, no papel, o projeto prevê 20 salas com ingressos mais baratos – e até gratuitos em quatro Centros Educacionais (CEUs). Como típico político, o prefeito Fernando Haddad inaugurou o que ainda está no papel. “Nós queremos passar o Cinemark, a prefeitura quer ser o maior exibidor”, ele discursou, na entrevista coletiva apresentação da “rede” municipal de cinemas, que na ocasião foi alardeada – e comprada pela imprensa – como já sendo a segunda maior da cidade. A iniciativa é louvável, mas que tal contar as salas que funcionam, não os projetos, especialmente em ano de campanha eleitoral? Longe de marcar uma iniciativa para resgatar a tradição dos cineclubes, a “rede” municipal não pretende se diferenciar muito do circuito exibidor, programando sucessos comerciais. “A ideia é formar público e dar espaço ao cinema brasileiro, sem esquecer a demanda do público dessas regiões por filmes do circuito comercial”, defendeu Alfredo Manevy, diretor presidente da SPCine. Na prática, os novos cinemas começam a exibir o infantil “Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, o Filme”, o brasileiro “Mundo Cão” e o blockbuster “Convergente”. As 20 salas estão orçadas, inicialmente, em R$ 7,5 milhões, com 6.500 poltronas e previsão de 200 sessões semanais… a partir de junho, se não houver atrasos no cronograma – e sempre há, em se tratando das inaugurações políticas brasileiras. Além da inauguração das salas imaginárias, também foi assinado o decreto que cria a São Paulo Film Commission, escritório que passa a centralizar pedidos de filmagem na cidade de São Paulo e reduz o tempo gasto para garantir as autorizações necessárias. O tempo limite para resposta às requisições dos produtores ficará entre dois dias úteis, no caso de filmes publicitários, e sete dias úteis, para as demais obras audiovisuais. Haverá ainda a cobrança para uso de espaços públicos como local de filmagem, com descontos conforme a categoria da produção. Segundo Manevy, São Paulo perdeu centenas de filmagens nos últimos dez anos por causa da burocracia. A 2ª temporada de “Sense8”, série americana do Netflix, terá sequências filmadas na cidade.

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