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  • Filme

    Filme Eu, Daniel Blake inspira gritos de “Fora Temer” no Brasil

    18 de janeiro de 2017 /

    Em cartaz desde o dia 5 de janeiro, o filme “Eu, Daniel Blake”, do inglês Ken Loach, tem inspirado manifestações políticas no Brasil. A produção, que mostra a crise do sistema de previdência, a burocracia estatal e as consequências da falta de emprego para a população na Inglaterra, costuma terminar com gritos de “Fora Temer” aos finais das sessões. O costume foi inaugurado durante o Festival do Rio, em outubro, quando o filme foi exibido pela primeira vez no país, rendendo um forte “Fora Temer” em meio a aplausos entusiasmados pela obra de Loach, diretor conhecido por abordar temas sociais e políticos de esquerda. Segundo o jornal O Globo apurou, a justificativa para as manifestações brasileiras seria o projeto de reforma de presidência enviada pelo governo ao Congresso. Do outro lado do espectro político, as únicas manifestações contra o partido da ex-presidente Dilma tem sido na denúncia do próprio filme como sendo “petista”. Não houve, no entanto, manifestações que fizessem a ligação entre a denúncia do filme à situação de devastação total dos fundos de previdência estatais, pilhados pela corrupção dos últimos 14 anos – do poderoso Petros, da Petrobrás, ao Postalis, dos Correios. Nem à crise de desemprego desencadeada pela política econômica do governo Dilma. Além de evocar catarse do público e elogios da crítica, “Eu, Daniel Blake” também venceu o Festival de Cannes do ano passado. Mas sua Palma de Ouro é considerada controvertida até entre os cinéfilos mais à esquerda. Há quem lamente que “Elle” e “Toni Erdmann” tenham sido menosprezados pelo festival francês, culpando a decisão numa suposta inclinação política do juri. Fora de Cannes, ocorreu o inverso, com “Eu, Daniel Blake” passando quase em branco na temporada de premiações do final do ano, diante da consagração de “Elle” e “Toni Erdmann”. Abaixo, alguns exemplos de tuítes relatando as manifestações nas sessões de “Eu, Daniel Blake”. Ontem vi "Eu, Daniel Blake" no belas… Acabou o filme povo gritando "Fora Temer" e aplaudindo… O_o — zedmartins (@zedmartins) 13 de janeiro de 2017 hoje fui com moze assistir Eu, Daniel Blake e rolou logo um FORA TEMER mto massa na sala no fim da sessão — priscila (@prisc666) 17 de janeiro de 2017 Ontem a seção de Eu, Daniel Blake em que eu estava virou um grande manifesto Fora Temer. — Cecilia Oliveira (@Filosolinda) 8 de janeiro de 2017

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  • Filme

    Reese Witherspoon confirma planos de fazer Legalmente Loira 3

    18 de janeiro de 2017 /

    A atriz Reese Witherspoon confirmou que planeja fazer “Legalmente Loira 3″, transformando a trajetória de Elle Woods numa trilogia. “Nós estamos pensamos sobre isso”, ela revelou em entrevista ao canal pago E!. Entretanto, o projeto ainda está longe de sair do papel. Pelo que revela a atriz, nem sequer no papel está. Ela precisa, justamente, de um roteirista para começar a desenvolver a produção. “Eu preciso de alguém realmente inteligente para chegar a uma ótima ideia e aí vamos fazê-lo. Eu acho que é um bom momento para fazer esse filme. Acho que as mulheres precisam desse tipo de positividade agora”, afirmou. Segundo a atriz, a ideia é mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. Vale lembrar que, no segundo “Legalmente Loira” (2003), Elle já estava trabalhando com política em Washington.

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  • Música

    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

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  • Série

    Freida Pinto e Idris Elba enfrentam o racismo à bala nos trailers da minissérie Guerrilla

    12 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime e o britânico Sky divulgaram dois trailers de sua coprodução “Guerrilla”, minissérie sobre o movimento black power britânico dos anos 1970. Estrelada pela atriz indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e os ingleses Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”), a atração é uma minissérie de seis episódios, que narra como a intolerância racial levou ao radicalismo dos ativistas negros no Reino Unido, culminando numa guerrilha urbana contra a polícia. A minissérie é uma criação de John Ridley, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013) e também criou a premiada série “American Crime”. Além de escrever, Ridley vai dirigir metade dos episódios. A outra metade é dirigida por Sam Miller (série “Luther”). O roteirista também assim a produção, ao lado de Idris Elba. “Guerrilla” estreia em 13 de abril no Reino Unido e três dias depois nos EUA.

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  • Filme

    Rainer Cadete publica foto com seu visual de promotor no filme da Lava-Jato

    11 de janeiro de 2017 /

    O ator Rainer Cadete divulgou no Instagram sua primeira imagem caracterizado como o promotor Deltan Dellagnol para o filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, baseado na operação Lava-Jato. Compare acima com o verdadeiro Deltan. Não está claro se o filme manterá o nome real do integrante da força tarefa, já que o juiz Sérgio Moro terá seu nome alterado. Na foto, Rainer aparece de cabelos raspados e terno e gravata, um visual bastante diferente de seu personagem da novela “Verdades Secretas”, que o popularizou entre o público. Este é o segundo papel do ator de 29 anos no cinema. Antes, ele apareceu na comédia cult “Cine Holliúdy”, de 2012. Com estreia prevista para maio, o filme ainda traz no elenco Marcelo Serrado (“Divã a 2”) como o equivalente ao juiz Sérgio Moro, Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”) como delegado da PF e Flavia Alessandra (novela “Êta Mundo Bom!”) no papel de uma delegada. O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros (ambos da série de “1 Contra Todos”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis. Com um orçamento de R$ 13,5 milhões, bancado por recursos de empresas privadas, de acordo com os produtores, o filme deve chegar aos cinemas em maio de 2017 e abrir uma trilogia sobre o tema. Além do filme, a operação Lava-Jato também vai virar série, atualmente em desenvolvimento pelo cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”, série “Narcos”) para a Netflix.

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  • Filme

    Brasileiro criador do MMA elogia a coragem e o discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro

    11 de janeiro de 2017 /

    Assim como Donald Trump, muitos lutadores de MMA não gostaram nada do discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro. Ao defender a classe, falando da diversidade de origens dos atores de Hollywood, ela disse, durante o discurso em que agradeceu o prêmio/homenagem a sua carreira: “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”. Curiosamente, os jogadores de futebol americano não comentaram a declaração, mas diversas personalidades do universo do MMA, inclusive o presidente do UFC Dana White, sentiram os calos doerem. Só que, enquanto White chamou a atriz de 67 anos de “senhora esnobe de 80 anos” e de “idiota”, afirmando que o MMA “é uma arte”, o brasileiro Rorion Gracie, criador do MMA, foi na contra-mão e elogiou o discurso. “Eu aplaudo a coragem de Meryl Streep, que, como boa lutadora, enfrenta um oponente mais forte. Ela só estava mal informada sobre as origens do MMA. Foi criado por mim e eu nasci no Brasil”, escreveu no Twitter. A conclusão é que nem o MMA existiria nos EUA se os imigrantes estrangeiros fossem expulsos por Trump, numa radicalização de sua plataforma xenófoba. O que, em vez de tirar a razão, dá ainda mais força ao discurso de Meryl Streep. I commend Meryl Streep's courage, who as a good fighter, takes on a bigger opponent! @goldenglobes #GoldenGlobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017 She was just misinformed regarding the origins of MMA. It was actually created by me, and I was born in Brazil! #Streepfighter @goldenglobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017

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    Donald Trump chama Meryl Streep de “superestimada” e “lacaia de Hillary Clinton” após Globo de Ouro

    9 de janeiro de 2017 /

    O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump chamou Meryl Streep de “lacaia de Hillary Clinton” em resposta ao discurso duro que a atriz fez no Globo de Ouro. Ele falou sobre o assunto, na manhã desta segunda-feira (9/1), em uma breve entrevista por telefone ao jornal norte-americano The New York Times, e também em seu Twitter. Homenageada com o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua carreira, Meryl fez um discurso histórico e emocionante sobre a diversidade que Hollywood representa. Dizendo que se fala muito sobre Hollywood – ou, como Trump prefere chamar, “o povo liberal do cinema” – , ela explicou o que isso significava. “Mas quem somos nós? O que é Hollywood? Eu fui criada nas escolas públicas de Nova Jersey”, discursou a atriz, citando as diferentes origens e nacionalidades de seus colegas e lembrando que muitos são estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. Sem nomear diretamente o político, ela também criticou as atitudes do futuro presidente, que ridicularizou um jornalista deficiente em um comício. “Esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar. A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos.” Ao jornal nova-iorquino, Trump disse que não assistiu ao Globo de Ouro, mas que não ficou surpreso com o teor do discurso. “As pessoas continuam dizendo que eu zombei da incapacidade do repórter, como se Meryl Streep e outros pudessem ler a minha mente”, disse. “Lembrem-se, Meryl Streep participou de uma convenção de Hillary Clinton”, concluiu. Já no Twitter, ele publicou uma série de posts e chamou a atriz de “superestimada”. “Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro. Ela é uma lacaia de Hillary. Pela centésima vez, eu nunca zombei de um repórter deficiente (nunca faria isso), eu simplesmente o imitei engasgando quando ele mudou completamente uma história de 16 anos que havia escrito para me denegrir. Mas uma vez a mídia desonesta”, escreveu ele, fazendo referência a Serge Kovaleski, repórter do New York Times.

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    Jackie, que pode dar o segundo Oscar a Natalie Portman, ganha primeiro trailer legendado

    4 de janeiro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. A atriz vem vencendo diversos prêmios e está cotada para o Oscar pela produção, e a prévia indica o motivo, retratando-a no centro de cenas impressionantes – devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” já está em cartaz nos EUA, mas só chega no Brasil em 2 de fevereiro. Ao contrário de “Moonlight”, da mesma distribuidora, o filme não ganhou subtítulo no Brasil.

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  • Série

    Megan Mullally posta foto “auto-explicativa” de comemoração com o elenco de Will & Grace

    4 de janeiro de 2017 /

    A atriz Megan Mullally postou uma foto de ano novo em seu Twitter que alude diretamente ao retorno da série “Will & Grace”. Na imagem, ela aparece comemorando e jogando brindes para cima, ao lado de Debra Messing, Sean Hayes e Eric McCormack – o elenco central da produção. A legenda diz apenas: “Auto-explicativo”. E, de fato, nem precisa dizer mais nada. A imagem foi divulgada poucos dias após Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação em “Will & Grace”, afirmar, durante uma entrevista de rádio, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing. self-explan ? pic.twitter.com/95mhMVehsI — Megan Mullally (@MeganOMullally) January 1, 2017

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  • Will and Grace
    Série

    Ator afirma que a série Will & Grace vai voltar em 2017

    31 de dezembro de 2016 /

    O veterano ator Leslie Jordan, que participou de “Will & Grace”, confirmou em entrevista à rádio KPBS, de San Diego, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. O ator de 61 anos venceu um Emmy por sua performance como Berveley Leslie, amigo de Karen Walker, personagem de Megan Mullally na série. Os rumores de um retorno da série circulavam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing.

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  • Filme

    Gal Gadot reclama dos protestos contra Mulher Maravilha como Embaixadora da ONU

    23 de dezembro de 2016 /

    A atriz Gal Gadot afirmou não entender a polêmica envolvendo a escolha da Mulher Maravilha como Embaixadora Honorária da ONU. “Há tantas coisas horríveis acontecendo no mundo e é contra isso que você está protestando?”, ela comentou, em entrevista à revista americana Time. “Quando as pessoas argumentam que a Mulher Maravilha deveria se cobrir, eu não entendo… Dizem que ‘se ela é inteligente e forte, não pode ser sexy também’. Isso não é justo. Por que ela não pode ser todas essas coisas?”, questionou a atriz. Vale observar que a própria Gadot é um exemplo disso. Neta de sobreviventes do Holocausto, ela foi eleita Miss Israel e competiu no concurso de beleza Miss Universo em 2004, e logo depois disso serviu nas Forças de Defesa de Israel por dois anos – o serviço militar é obrigatório para cidadãos de Israel, independente do sexo. Ela ainda cursou a faculdade de Direito, antes de ser descoberta por um diretor de casting que a escalou na franquia “Velozes e Furiosos”. Então: bonita (confere), forte (confere) e inteligente (confere)… Os protestos em relação à nomeação da Mulher Maravilha como Embaixadora da ONU iniciaram durante a própria cerimônia, quando dezenas de funcionárias da ONU se manifestaram em reprovação, diante de Diane Nelson, presidente da DC Entertainment, a Mulher Maravilha do cinema Gal Gadot e a intérprete da heroína na série dos anos 1970 Lynda Carter. Desde então, uma petição contra a escolha reuniu 45 mil assinaturas, exigindo sua demissão. A razão, segundo o texto, é que, “embora os criadores possam ter pretendido criar uma mulher guerreira e independente, a realidade é que hoje a personagem foi reduzida a uma mulher branca, de seios enormes e proporções impossíveis, espremida num maiô minúsculo”. A ONU anunciou que a participação da Mulher Maravilha seria usada numa campanha para criar conscientização para a Meta 5 de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que prevê que igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres é uma parte essencial na criação de um mundo pacífico e próspero. Dois meses depois, a ONU decidiu revogar o título da heroína. O filme solo da Mulher Maravilha tem estreia marcada para 1º de junho, com Gal Gadot e Chris Pine no elenco, e a personagem também estará em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro.

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    Jessica Chastain enfrenta a indústria armamentista no trailer legendado de Armas na Mesa

    22 de dezembro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “Armas na Mesa”, como será chamado no Brasil o drama “Miss Sloane”, estrelado por Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”). A trama é cheia de armas e ameaças de destruição completa. Isto porque a personagem de Chastain é uma estrategista política que decide enfrentar a indústria armamentista nos EUA, e acaba criando inimigos poderosos. Na trama, Elizabeth Sloane é convocada para liderar o debate sobre o controle de armas no país, visando aprovar uma nova legislação, mais rigorosa, e passa a sentir o formidável poder de seus oponentes. Apesar de suas habilidades políticas, sua missão coloca todas as pessoas ao seu redor em risco. O filme tem direção do inglês John Madden (“O Exótico Hotel Marigold”) e deve polarizar o público americano, que mesmo com a banalização dos massacres em escolas, segue evitando o debate do controle do porte de arma, assegurado pela Segunda Emenda da Constituição dos EUA. Segundo Madden, “Miss Sloane” utiliza “Spotlight” como referência na abordagem do tema e contém um grande número de reviravoltas semelhantes à série “House of Cards”. O elenco grandioso também inclui Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Mark Strong (“Kingsman: Serviço Secreto”), Alison Pill (“Zoom”), Jake Lacy (“Carol”), Michael Stuhlbarg (“Steve Jobs”), John Lithgow (“Interestelar”), Sam Waterston (série “Law & Order”) e Dylan Baker (série “The Americans”). O filme já está em cartaz em circuito limitado nos EUA, com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes, em plena temporada dos aspirantes ao Oscar. O lançamento no Brasil, porém, só vai acontecer em 2 de fevereiro.

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    Sylvester Stallone se diz lisonjeado, mas recusa assumir a política cultural do governo Trump

    19 de dezembro de 2016 /

    Cotado a ocupar a chefia de agência que promove as artes nos EUA, equivalente ao Ministério da Cultura no Brasil, o ator Sylvester Stallone se disse lisonjeado pela lembrança, mas recusou o convite. Ele diz preferir trabalhar no apoio aos militares do país O ator foi sondado pelo presidente eleito Donald Trump para assumir o National Endowment for the Arts (NEA), a agência com o maior orçamento para cultura do pais, além de pautar a política cultural do governo federal, por meio inclusive da seleção da Medalha Nacional das Artes, em que o presidente homenageia artistas que se destacaram ao longo de suas carreiras. “Eu estou bastante lisonjeado por ter sido cotado para trabalhar pela National Endowment for the Arts. Contudo, acredito que eu seria mais útil chamando a atenção para os veteranos (soldados que lutaram na guerra) em um esforço para empregá-los e encontrar moradia e assistência financeira que esses heróis respeitosamente merecem”, disse o ator, por meio de um comunicado. Caso o ator aceitasse o posto, ele seria o segundo artista de Hollywood a ocupar um cargo na instituição em 20 anos. A atriz Jane Alexander liderou a instituição entre 1993 e 1997. O orçamento anual da NEA é de um blockbuster: cerca de US$ 150 milhões para investir em arte e cultura, entre bolsas e realização de projetos. Mas a pauta cultural nem sempre é bem aceita pelo Congresso, o que já rendeu diversas polêmicas. Em 1989, ao financiar artistas plásticos controversos como Andres Serrano e Robert Mapplethorpe, a NEA enfrentou um pesado lobby conservador, levando o Congresso a tentar censurar suas decisões (falhou) e diminuir seu orçamento (conseguiu, cortando pela metade).

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