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    Ary Fontoura viverá Lula no filme sobre a Lava-Jato

    21 de novembro de 2016 /

    O veterano ator Ary Fontoura (o eterno Nonô Correa, de “Amor com Amor se Paga”) vai viver o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva no filme sobre a Operação Lava-Jato. Intitulado “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, o filme tem orçamento de R$ 14 milhões, levantado junto a investidores privados, segundo sua equipe. Apesar de trazer personagens reais, como Lula e o juiz Sérgio Moro, que será vivido por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), os protagonistas serão fictícios, inspirados em agentes da PF encarregados da operação. Na trama, eles serão vividos por Flavia Alessandra, Antonio Calloni e Bruce Gomlevsky. O longa será dirigido por Marcelo Antunez, especialista em besteiróis, que fez “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blaziac, o filme será o primeiro de uma trilogia e também deve render uma série de televisão. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava-Jato para a plataforma de streaming Netflix.

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    Scandal: 6ª temporada ganha novo trailer explosivo

    20 de novembro de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou um novo trailer da 6ª temporada de “Scandal”, que este ano vai começar mais tarde, na midseason, devido à gravidez de Kerry Washington, intérprete da protagonista Olivia Pope. O clima da prévia é literalmente explosivo, com direito a desafio do narrador: “boa sorte em sobreviver aos primeiros 10 minutos”. A estreia está marcada nos EUA para 19 de janeiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Séries Graves e Berlin Station são renovadas

    19 de novembro de 2016 /

    O novo canal pago Epix anunciou a renovação de suas duas primeiras séries, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, gerando mais 10 episódios para cada uma das atrações. Sátira política criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” gira em torno de Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanha as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é Thomas Shaw, responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. A crítica gostou bem mais da segunda, com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 56% da comédia. Paralelamente, o Epix prepara sua terceira série, uma adaptação do livro/filme “O Nome do Jogo” (1995).

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    Brasil tem novo Ministro da Cultura

    19 de novembro de 2016 /

    O Palácio do Planalto informou que o deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) será o novo ministro da Cultura, após Marcelo Calero pedir demissão. Presidente nacional do PPS (Partido Popular Socialista), que surgiu do antigo PCB (Partido Comunista Brasileiro), Freire foi convidado pelo presidente Michel Temer para assumir o cargo na sexta-feira (18/11), após Calero pedir demissão, alegando razões pessoais. Marcelo Calero entrou no governo em maio deste ano, após Temer assumir interinamente a Presidência da República. Inicialmente, ele foi nomeado secretário nacional de Cultura, órgão que foi vinculado ao ministério da Educação por algumas semanas, mas que voltou a ter autonomia depois da pressão de movimentos de grupos culturais contra a extinção do Ministério da Cultura (MinC). Na carta de demissão, ele agradeceu a Temer a “honra” de ocupar o cargo e disse que tomou a decisão, de ordem pessoal, em “caráter irrevogável”. “Durante os últimos seis meses, empreguei o melhor dos meus esforços, apoiado por uma equipe de extrema qualidade para pensar a política cultural brasileira. Saio do Ministério da Cultura com a tranquilidade de quem fez tudo o que era possível fazer, frente os desafios e limitações com os quais me defrontei. E que o fez de maneira correta e proba”, escreveu Calero. Apesar do tom cordato da carta, Calero saiu do cargo denunciando pressões de um colega do governo Temer, para a aprovação de um empreendimento imobiliário milionário na Bahia, que estava para ser embargado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ex-ministro acusou Geddel Vieira Lima, ministro-chefe da Secretaria de Governo, de tê-lo pressionado a produzir um parecer técnico para favorecer seus interesses pessoais. Há 50 anos atuando na política brasileira, Roberto Freire lutou pela redemocratização e pela anistia desde os tempos do MDB. Ele já foi candidato a presidente da República (em 1989, pelo PCB), elegeu-se senador (1995-2002), deputado estadual e federal e fundou o PPS em 1992, quando liderou uma dissidência do PCB. O deputado informou que ainda não conversou com o presidente e que pretende falar também com Calero. Mas o novo ministro começa com uma boa notícia para o setor, que é a disposição de Temer em injetar mais recursos para políticas da área, já tendo anunciado um aumento de 40% no orçamento do Ministério da Cultura para 2017.

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  • Etc

    José de Abreu terá que devolver R$ 300 mil captados pela Lei Rouanet

    19 de novembro de 2016 /

    O ator José de Abreu terá de devolver R$ 300 mil captados via Lei Rouanet para a turnê do espetáculo “Fala, Zé” pelo Sudeste. Ele caiu na malha fina do Ministério da Cultura, que detectou irregularidades na prestação de contas de recursos incentivados para vários projetos. A informação foi publicada, via portaria do MinC, no Diário Oficial. Abreu, que é conhecido por viver vilões em novelas da rede Globo, destacou-se nas últimas eleições presidenciais como garoto-propaganda da campanha de Dilma Rousseff, além de ter chamado atenção por suas manifestações agressivas nas redes sociais e pelo episódio triste de cusparada numa mulher num restaurante. A Orquestra Sinfônica Brasileira também está na lista. Terá de devolver R$ 2 milhões. A todo, 11 projetos realizados via Lei Rouanet tiveram a prestação de contas reprovada. No total, os proponentes terão que devolver R$ 4.721.417,17. Entre as razões para a reprovação de contas dos projetos listados pelo MinC estão o descumprimento do objeto ou objetivo, o descumprimento do plano básico de divulgação, a omissão da prestação de contas e a falha na análise financeira. O valor a ser restituído corresponde ao montante captado, acrescido da atualização pelos índices da caderneta de poupança. A partir da publicação, o proponente tem o prazo de 10 dias para impetrar recurso administrativo contra a reprovação. Caso não apresente recurso, o artista terá de recolher o valor impugnado em 30 dias, podendo solicitar o parcelamento do valor devido em até 12 vezes. O pagamento é feito via Guia de Recolhimento da União. Aqueles que tiverem a prestação de contas reprovadas em definitivo ficarão impedidos de captar recursos por três anos por meio dos mecanismos do Programa Nacional de Incentivo à Cultura (Pronac).

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  • Filme

    250 mil pessoas assistiram filmes no circuito Spcine desde março

    15 de novembro de 2016 /

    Um balanço do circuito Spcine estima que 250 mil pessoas assistiram filmes em alguma das suas 18 salas desde março, quando foi inaugurado. Os números serão divulgados oficialmente na quarta (16/11) na Expocine, feira do setor, mas foram antecipados pelo jornal Folha de S. Paulo. Mantido pela Prefeitura de São Paulo em CEUs (Centros Educacionais Unificados) e centros culturais, o circuito têm sessões às quartas, quintas e domingos. Nos CEUs, elas são gratuitas. E isto tem sido criticado por gerar custos. A Secretaria de Educação acabou incluindo em seu orçamento cerca de R$ 5 milhões anuais para a manutenção das salas, transporte do HD dos filmes e o aluguel desses títulos. A ideia de não cobrar ingressos é criticada por Sérgio Sá Leitão, ex-presidente da RioFilme, empresa que fez da capital fluminense a cidade mais atrativa para o audiovisual e que inspirou a Spcine. “A receita é o que assegura a continuidade do serviço”, disse Sá Leitão à Folha. “O sistema não pode depender do Estado. Imagine como fica numa situação como a da crise do governo estadual do Rio”. Também foi necessário ajustar a meta de expansão. Em março de 2015, quando o circuito da Spcine foi anunciado, a prefeitura tinha planos de implantar 83 salas até o fim da gestão de Haddad. No momento, só estão previstas mais duas, na Cidade Tiradentes e no Ipiranga, devem ser inauguradas até o fim do ano. O circuito exibidor, porém, é apenas um dos braços da Spcine, empresa municipal criada em janeiro de 2015 que também atua na produção e na distribuição do audiovisual na cidade. À época de seu lançamento, com orçamento previsto de R$ 65 milhões, a Spcine contava com uma verba de R$ 25 milhões que viria do governo estadual, mas que nunca veio. Segundo o atual secretário estadual de Cultura, José Eduardo Sadek, a burocracia e a crise econômica foram entraves que levaram ao recuo. “É complicado tecnicamente: não há como o governo entrar numa empresa sem o aval da Assembleia”, diz Sadek à Folha. “E hoje a queda da arrecadação é catastrófica. O nosso interesse é manter o que está funcionando.” Procurado, o prefeito eleito João Doria informou, via assessoria, que o futuro da Spcine ainda não foi discutido pelo grupo de transição.

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    Jackie: Natalie Portman impressiona ao incorporar Jacqueline Kennedy no novo trailer

    14 de novembro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. Ela aparece no centro de cenas impressionantes, devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso, até cair em si e perceber que já não é mais a primeira dama dos EUA. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Os Simpsons: Nova abertura mostra raiva de Bart por acertar que Trump seria presidente dos EUA

    14 de novembro de 2016 /

    Após prever que o Donald Trump se tornaria presidente dos Estados Unidos há 16 anos, a série “Os Simpsons” resolveu lamentar o acerto. Uma cena da abertura da animação, exibida no domingo (13/11) na rede americana Fox, trouxe Bart Simpson escrevendo no quadro negro (uma das cenas clássicas da abertura da série) a frase “Acertar é uma droga”. Veja abaixo. O “acerto” aconteceu num episódio exibido em 2000, “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja aqui. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV. The Simpsons updates its 2000 prediction of a Trump Presidency… #TheSimpsons pic.twitter.com/Myf5rYb9Dj — The Simpsons (@TheSimpsons) November 14, 2016

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  • Música

    Marilyn Manson decapita Trump em novo clipe

    9 de novembro de 2016 /

    O cantor Marilyn Manson divulgou um trecho de seu novo clipe, em que aparece cortando a cabeça de alguém muito parecido com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump. A música se chama “Say10” e fará parte do álbum de mesmo nome, que Manson pretende lançar em fevereiro. Ele adiantou o trecho para coincidir com a eleição americana. “Como artista, é meu dever trazer questionamentos. O espectador deve respondê-los”, disse ele em entrevista ao site Daily Beast. “Seja lá o que aconteça amanhã (o clipe foi lançado antes do resultado das eleições), o visual deve criar contemplação. Porque obviamente é tudo maior do que apenas amanhã. É sobre os atos desesperados das pessoas que acreditam no que é pregado por um descrente.” Vale lembrar que, no início do ano, Manson declarou que não iria votar na eleição presidencial, pois considerava as opções como “escolher entre bosta de gato e bosta de cachorro”. O resultado é que uma das bostas foi eleito, e quem não votou ajudou neste resultado. Atualmente, o cantor pode ser visto também como ator na série “Salem”.

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previu que Trump seria presidente dos EUA

    9 de novembro de 2016 /

    A série animada “Os Simpsons” brinca muito, mas no fundo fala sério ao retratar o modo de vida americano. Não por acaso, fez muitas previsões que se tornaram realidade. Inclusive que Donald Trump seria Presidente dos EUA. O fato ocorreu num episódio exibido há 16 anos, intitulado “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido pela administração anterior, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja abaixo. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Aproveitando a coincidência, o canal pago brasileiro Fox fará uma reprise especial do episódio na noite desta quarta (9/11), às 21 horas. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV.

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  • Etc

    “Capitão América” puxa descontentamento de Hollywood com a eleição de Trump

    9 de novembro de 2016 /

    A eleição do bilionário republicano Donald Trump como Presidente dos EUA foi lamentada por diversos atores e diretores de Hollywood na madrugada e manhã desta quarta-feira (9/11), por meio das redes sociais. E quem puxa o coro dos descontentes é ninguém menos que o Capitão América. Ou melhor, seu intérprete, o ator Chris Evans, que, entretanto, usou um tom similar ao do personagem. “Essa é uma noite embaraçosa para a América. Nós deixamos um fomentador de ódio comandar a nossa grande nação. Nós deixamos um bully definir o nosso rumo. Estou devastado”, comentou Evans. “Me pergunto quando na história americana as mulheres foram realmente celebradas, não como mães casadas ou irmãs, mas como seres humanos capazes de liderar e guiar”, desabafou a atriz Michelle Rodriguez, da franquia “Velozes e Furiosos”. A produtora Shonda Rhymes, criadora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, preferiu lamentar: “Sério? Qualquer um pode ser presidente? Qualquer um?” Já o cineasta Michael Moore, que previu a vitória de Trump em julho, escreveu no Twitter que, apesar do resultado, “é aí que começamos” e citou uma frase do escritor Bertram Gross que diz que “a próxima onda de fascismo virá não com vagões e campos. Ela virá com uma cara amigável”. O cineasta mexicano Guillermo del Toro, que vive em Los Angeles, foi na mesma linha, desenhando um quadro de sobrevivência num cenário pós-apocalíptico: “O mundo mudou. Mas quem nós somos, no que acreditamos, o que apoiamos – cada um de nós – será tão verdadeiro amanhã quanto é hoje.” Até o perfil oficial da série “Black Mirror” ecoou a vitória de Trump de forma distópica, como a própria atração: “Isso não é um episódio. Isso não é marketing. Isso é realidade.” “Reze pela América”, pediu a cantora e atriz Lady Gaga. E Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark em “Game of Thrones, foi ainda mais sintética: “Não”

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    Michel Temer aumenta verba do MinC e estende benefícios da Lei do Audiovisual até 2022

    8 de novembro de 2016 /

    O Presidente Michel Temer anunciou na noite de segunda (7/11), em cerimônia da Ordem do Mérito Cultural, que irá estender os benefícios da Lei do Audiovisual até 2022. Além dessa continuidade de investimento na produção cinematográfica nacional, o Presidente da República anunciou um aumento de 40% no orçamento do Ministério da Cultura (MinC) para 2017. Segundo ele, o setor está sendo privilegiado em momento de crise e “arrocho” devido à sua importância. “A cultura é o mais importante bem do povo brasileiro. É por meio dela que nós nos comunicamos”, disse Temer, para uma plateia repleta de artistas, que também celebraram o ano do samba e a grande homenageada, Dona Ivone Lara. Vale lembrar que Temer chegou a extinguir o MinC em maio, logo após assumir a presidência, transformando-o numa secretaria subordinada ao Ministério da Educação. A reação negativa da classe artística o fez mudar de ideia e anunciar a recriação do Ministério, nove dias depois.

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  • Série

    Scandal: 6ª temporada ganha primeiro trailer explosivo

    3 de novembro de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da 6ª temporada de “Scandal”, que este ano vai começar mais tarde, na midseason, devido à gravidez de Kerry Washington, intérprete da protagonista Olivia Pope. O clima da prévia é literalmente explosivo, embalado pelos resultados das eleições presidenciais, que na ficção é disputada por Mellie Grant (Bellamy Young) e Frankie Vargas (Ricardo Chavira). A estreia está marcada nos EUA para 19 de janeiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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