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    Colin Farrell e diretor de O Lagosta vão retomar parceria em minissérie sobre o escândalo Irã-Contras

    21 de março de 2017 /

    O ator Colin Farrell e o diretor Yorgos Lanthimos vão voltar a trabalhar juntos. A dupla, que colaborou em “O Lagosta” (The Lobster), vai retomar a parceria desta vez numa série, desenvolvida para a plataforma de streaming da Amazon, sobre o escândalo político Irã-Contras. Este caso, que abalou a presidência de Ronald Reagan, foi revelado pela imprensa dos EUA em novembro de 1986, com a denúncia de figuras chave da CIA facilitaram o tráfico de armas para o Irã, que estava sujeito a um embargo internacional de armamento, em troca da libertação de reféns. Ao mesmo tempo, uma parcela do lucro obtido com a venda das armas foi usado para financiar um grupo contrarrevolucionário de direita da Nicarágua, o Contras, que combatia a Frente Sandinista de Libertação Nacional, no poder nicaraguense desde a Revolução Sandinista, que colocou um fim na ditadura da família Somoza e estabeleceu a democracia no país. Farrell vai interpretar Oliver North, o ex-oficial da Marinha dos EUA que “aperfeiçoou” o plano. Reformado após o escândalo, ele se tornou comentarista da Fox News. A série ainda não tem título, mas o time de produção conta também com o astro Ben Stiller (“Uma Noite no Museu”).

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  • Filme

    Filme do Plano Real ganha primeiro trailer prometendo dar o que falar

    20 de março de 2017 /

    O filme do Plano Real ganhou seu primeiro trailer. A prévia tem mais clima de suspense político do que de docudrama, embora os atores estejam muito bem caracterizados, criando uma ilusão quase documental, o que tende a fazer com que o filme repercuta mais. Com tantos políticos ilustres na história, não deixa de ser curioso que o fio condutor da trama seja Gustavo Franco, na época um dos integrantes menos conhecidos da equipe econômica. Para romantizar ainda mais a história, ele até ganhou uma namorada fictícia, vivida por Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). Como é difícil tratar da história recente do Brasil sem pender politicamente para um lado ou outro, o trailer revela que o receio de vestir a camisa do PSDB, partido do então Ministro da Economia e futuro Presidente Fernando Henrique Cardoso, acaba limpando a barra do PT. Nas cenas de protesto contra o Plano Real, não se vê nenhuma bandeira vermelha com estrela, ao contrário do que aconteceu – o partido de Lula foi frontalmente contra o projeto econômico histórico. Intitulado “Real: O Plano por Trás da História”, o longa é inspirado no livro “3.000 Dias no Bunker – Um Plano na Cabeça e um País na Mão”, do jornalista Guilherme Fiuza (autor do romance que virou o filme “Meu Nome Não É Johnny”). A trama conta como uma equipe econômica reunida por FHC se fechou em um “bunker” para debater e apresentar uma proposta de reforma do Estado e criação de uma nova moeda, logo após o Impeachment do Presidente Collor, nos anos 1990. O elenco inclui Emilio Orciollo Netto (“Paraísos Artificiais”) como Gustavo Franco, Tato Gabus Mendes (“Trinta”) como Pedro Malan, Norival Rizzo (“2 Coelhos”) como Fernando Henrique Cardoso, Guilherme Weber (“Meu Amigo Hindu”) como Persio Arida, Fernando Eiras (“Getúlio”) como Winston Fritsch, Wladimir Candini (novela “Laços de Família”) como Andre Lara Resende e Bemvindo Sequeira como Itamar Franco (“Até que a Sorte nos Separe 3”). Com direção de Rodrigo Bittencourt (“Totalmente Inocentes”), “Real: O Plano por Trás da História” tem estreia prevista para o dia 18 de maio.

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  • Série

    Eleição de Donald Trump inspira minissérie da HBO com equipe do premiado Virada no Jogo

    20 de março de 2017 /

    A eleição de Donald Trump à presidência dos EUA foi uma catástrofe tão grande, na visão da comunidade artística americana, que vai render não uma, mas três séries de TV. O produtor Ryan Murphy já tinha anunciado que as últimas eleições seriam tema da 7ª temporada de “American Horror Story”, e Mark Boal, roteirista vencedor do Oscar por “Guerra ao Terror” (2008), também tinha adiantado seus planos para uma minissérie sobre a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Agora, a HBO entra em cena. O canal pago americano anunciou que irá produzir uma minissérie baseada em livro ainda não lançado dos jornalistas Mark Halperin e John Heilemann sobre a disputa entre Trump e Hilary Clinton. Os autores já foram adaptados com sucesso pela HBO, no premiado telefilme “Virada no Jogo” sobre Sarah Palin na corrida presidencial de 2012. A produção está a cargo do astro Tom Hanks e a direção será realizada por Jay Roach, que também foram, respectivamente, produtor e diretor de “Virada no Jogo”. “Este projeto promete capturar de forma leve o evento de maior impacto ocorrido na política moderna americana”, disse Len Amato, presidente de HBO Films, no comunicado que anunciou o projeto.

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  • Etc

    Wagner Moura e governo protagonizam confronto sobre a reforma da Previdência

    16 de março de 2017 /

    O ator Wagner Moura (série “Narcos”) e o Palácio do Planalto protagonizaram um confronto em torno da proposta de reforma da Previdência, com direito a discussões em vídeos e nas redes sociais. O primeiro golpe foi dado por vídeo divulgado pelo MTST, em que Moura faz críticas aos três pontos mais polêmicos da proposta: idade mínima para concessão da aposentadoria, igualdade na idade para concessão do benefício para homens e mulheres e a exigência de 49 anos de contribuição para ter direito de receber o valor integral. Em um trecho do vídeo do MTST, Wagner Moura diz que a proposta partiu de Temer, que já está “aposentado desde os 55 anos de idade e ganhando mais de R$ 30 mil”. Além disso, ressalta que o projeto será analisado por uma parte de senadores e deputados que “também se aposentam cedo e cheios de privilégios”. A resposta do governo de Michel Temer veio em outro vídeo, que afirma que “o MTST contratou um ator para inventar ficção sobre a reforma”. Um dos pontos rebatidos foi exigência de 49 anos de contribuição para ter direito a aposentadoria integral. O governo chama essa afirmação de “distorção”, já que “a maioria dos brasileiros vai se aposentar com 65 anos de idade, contribuindo por 25 anos”. A informação faz referência aos que recebem salário mínimo, por não existir aposentadoria abaixo desse valor. De acordo com o governo, os mais pobres representam 63% dos brasileiros. Na semana passada, Temer afirmou que críticos a reforma da Previdência são os mais ricos, que ganham acima do teto da Previdência. Já sobre a igualdade na idade mínima da aposentadoria para homens e mulheres, o vídeo também rebate e diz que essa é uma tendência internacional, além de alegar que no Brasil as “mulheres têm uma taxa de sobrevida maior e poderão aproveitar a aposentadoria por mais tempo”. Wagner Moura rebateu a rebatida, via comunicado divulgado pelo MTST nas redes sociais, em que afirma não ter sido pago para fazer o vídeo. Diz o texto: “Wagner Moura esclarece que diferentemente do que foi dito no vídeo publicado pelo governo federal em suas redes sociais no dia 14 de março, ele não foi contratado pelo MTST para vídeo contra a proposta de reforma da previdência. Wagner participou voluntariamente da mobilização”. Veja abaixo os dois vídeos divulgados e a mensagem postada no Facebook do ator.

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  • Série

    Vídeos da minissérie Guerrilla destacam o movimento black power britânico dos anos 1970

    16 de março de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster, um novo comercial e um vídeo de bastidores de “Guerrilla”, minissérie sobre o movimento black power britânico dos anos 1970, realizada em parceria com o canal pago inglês Sky. Estrelada pela atriz indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e os ingleses Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”), a atração é uma minissérie de seis episódios, que narra como a intolerância racial levou ao radicalismo dos ativistas negros no Reino Unido, culminando numa guerrilha urbana contra a polícia. A minissérie é uma criação de John Ridley, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013) e também criou a premiada série “American Crime”. Além de escrever, Ridley vai dirigir metade dos episódios. A outra metade é dirigida por Sam Miller (série “Luther”). O roteirista também assim a produção, ao lado de Idris Elba. “Guerrilla” estreia em 13 de abril no Reino Unido e três dias depois nos EUA.

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  • Série

    6ª temporada de Veep ganha pôster e trailer

    14 de março de 2017 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer da 6ª temporada de “Veep”, em que Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) lida com seu novo status, tendo que conciliar o retorno a sua vida normal com a aparições públicas em defesa de causas beneficentes. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” já rendeu cinco prêmios Emmy consecutivos de Melhor Atriz em Série de Comédia para Julia Louis-Dreyfus, um para cada ano em que a série foi exibida. Por sinal, o pôster exalta essa conquista. A 6ª temporada estreia em 16 de abril.

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  • Filme

    Spielberg acelera produção de seu filme com Tom Hanks e Meryl Streep para tentar o Oscar 2018

    11 de março de 2017 /

    Envolvido em várias produções, o cineasta Steven Spielberg decidiu priorizar “The Post”, drama político de época que será estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). As filmagens foram adiantadas e marcadas para começar em maio. Com isso, o diretor pretende realizar um lançamento em dezembro, visando qualificar o longa para o Oscar 2018. “The Post” vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelo governo, desmascarando mentiras deslavadas e afetando a opinião publica. Graças às denúncias, o então Presidente Nixon desistiu dos planos de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. Até que, em 1975, as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). A prioridade dada à “The Post” fará com que a produção de “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que seria o próximo longa-metragem do diretor, seja adiada. Ele está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar.

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    House of Cards transforma gafe do porta-voz da Casa Branca em propaganda da série

    11 de março de 2017 /

    Um descuido do porta-voz da Casa Branca Sean Spicer rendeu publicidade gratuita para a série “House of Cards” nas redes sociais. Durante uma entrevista coletiva na Casa Branca na última sexta-feira (10/3), Spicer deixou seu broche com a bandeira dos Estados Unidos de cabeça para baixo – o que, por acaso, é o logo da série. Na coletiva, a coincidência foi apontada por um repórter. “Não é uma propaganda”, respondeu o porta voz. Mas virou, sim, propaganda da série. O perfil oficial de “House of Cards” no Twitter não perdeu a chance. “A sua lealdade não passou despercebida”, diz um texto que comenta uma foto do porta-voz, em que o broche aparece de ponta cabeça. E até o perfil do personagem Frank Underwood, o Presidente fictício da série vivido por Kevin Spacey, aprovou. Para completar, o criador da atração, Beau Willimon, comentou o caso em sua conta, incluindo uma imagem. “Bom, não é a primeira vez em que Trump & cia são culpados de plágio”, ele escreveu. Veja abaixo. A 5ª temporada de “House of Cards” estreia na Netflix no dia 30 de maio. Your loyalty has not gone unnoticed. https://t.co/ba1kz1yvXF — House of Cards (@HouseofCards) March 10, 2017 I don't see anything wrong with this. #HouseofCards https://t.co/5cPvRaBpig — Francis J. Underwood (@RepUnderwoodSC) March 11, 2017 Well it ain't the first time Trump & Co. have been guilty of plagiarism… pic.twitter.com/VygkmCXeku — Beau Willimon (@BeauWillimon) March 10, 2017

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  • Série

    Atores de Will & Grace celebram início da produção do revival nas redes sociais

    7 de março de 2017 /

    A produção do revival de “Will & Grace” começou nesta semana, e os atores Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack) tomaram as redes sociais para celebrar o reencontro. Eles estão atualmente gravando e fotografando o material promocional, antes de iniciarem o trabalho nos episódios. Serão, ao todo, 10 novos episódios, escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. A 9ª temporada ainda não teve sua data de estreia anunciada. Just like riding a bike. ?@MeganOMullally @DebraMessing @EricMcCormack #WillAndGrace pic.twitter.com/OmpKwNJrlP — Sean Hayes (@SeanHayes) March 5, 2017 Hanging with these beautiful people today for the #WillAndGrace photo shoot. It's happening. @MeganOMullally @EricMcCormack pic.twitter.com/B8YMzcshRt — Sean Hayes (@SeanHayes) February 18, 2017 promo shoot secrets #willandgrace @SeanHayes pic.twitter.com/1Wm7UN45tl — Megan Mullally (@MeganOMullally) March 4, 2017 Spent the last 3 days with these loons & boy, are my arms tired. @DebraMessing @SeanHayes @MeganOMullally #Will&Grace pic.twitter.com/FwioowjXdg — Eric McCormack (@EricMcCormack) March 5, 2017 Yeah, this weekend was a little fun. Just a little. #thegang #reunited&itfeelssogood @seanhayes @meganomullally @the_real_eric_mccormack ???? Uma publicação compartilhada por Debra Messing (@therealdebramessing) em Mar 5, 2017 às 10:35 PST

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  • Filme

    Spielberg vai dirigir Tom Hanks e Meryl Streep em filme sobre escândalos da Guerra do Vietnã

    6 de março de 2017 /

    Steven Spielberg reuniu uma dupla de peso para estrelar seu próximo filme: os atores Tom Hanks e Meryl Streep. Intitulado “The Post”, o filme vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título “The Post” é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos no jornal em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelos governo, inclusive mentiras deslavadas, e acabaram afetando a opinião publica, pressionando o então Presidente Nixon a desistir de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. E em 1975 as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). Spielberg está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar “The Kidnapping of Edgardo Mortara”.

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    Estreia no Brasil a série sobre Hugo Chávez que foi proibida na Venezuela

    6 de março de 2017 /

    O canal pago TNT estreia nesta segunda (6/3) no Brasil a série “Hugo Chávez – O Comandante”, que criou polêmica e foi proibida na Venezuela. Simpatizantes do ex-presidente venezuelano alegam que a atração produzida pela Sony suja a imagem de Chávez. Entre os críticos estão Nicolás Maduro, seu sucessor, e Marisabel Chávez, sua viúva. O Conatel, órgão que regula as telecomunicações venezuelanas, até criou a campanha “Aqui não se fala mal de Chávez” ao proibi-la. Na verdade, a produção da Sony Pictures Television foi mal-vista desde seu anúncio, a começar pela escolha do ator que interpreta Chaves, o colombiano Andrés Parra, que ficou conhecido na América Latina por ter interpretado o narcotraficante Pablo Escobar na série “Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”. Maduro chegou a anunciar que seu governo faria um filme e uma série de televisão sobre Hugo Chávez em resposta à iniciativa “abusada” dos imperialistas de Hollywood. A série da Sony, entretanto, avisa que a atração é uma ficção, apesar de baseada em fatos reais. Antes de trazer qualquer imagem, alerta que alguns fatos podem não ter acontecido e que há episódios inventados. Entre os fatos abertos a debate estão, logo no primeiro episódio, a participação de Chávez no malsucedido golpe militar de 1992. Além de ser visto como falastrão, Chavez aparece titubeando quando o exército do governo Carlos Andrés Pérez ataca os homens que comandava, dando a entender que se acovardou. “Estamos fazendo uma história baseada em fatos reais, mas buscamos o drama. É entretenimento”, disse o diretor Henry Rivero ao site mexicano Cinepremiere. E um entretenimento com orçamento de superprodução. Gravada na Colômbia, a atração usou mais de 200 cenários e investiu em muitos efeitos visuais. Mas nem toda a polêmica ajudou a atração a decolar na audiência. “El Comandante” é atualmente a série menos vista da televisão colombiana. Veja abaixo dois vídeos de bastidores da produção:

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    Três mulheres acusam ator de That ’70s Show de estupro

    4 de março de 2017 /

    O ator Danny Masterson, que ficou conhecido na série “That ’70s Show” e atualmente estrela “The Ranch” na Netflix, está sendo investigado pelo departamento de polícia de Los Angeles por suspeita de agressão sexual, informou a revista People, na sexta-feira (3/3). “Três mulheres se apresentaram e afirmaram que foram estupradas por Masterson no começo dos anos 2000”, informou o departamento em um comunicado. Segundo a polícia, todas as vítimas faziam parte da seita da Cientologia, da qual o ator é adepto, e pode ter havido uma tentativa de acobertamento na época, quando “That ’70s Show” experimentava o auge de sua popularidade. As mulheres teriam tomado coragem para denunciar as agressões após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. Em nota divulgada pelo site The Hollywood Reporter, o empresário de Masterson afirmou que “as alegações são falsas, com o único intuito de promover as revelações contra a Cientologia feitas por Leah Remini”. De acordo com o representante do ator, uma das mulheres é, na verdade, uma ex-namorada do rapaz, que, na época da alegação de assédio, já estava com ele há seis anos e continuou o relacionamento após o suposto estupro. “Quando Danny terminou a relação, ela continuou perseguindo-o. Até fez ameaças de bater em sua atual mulher, Bijou Philips, se ele não a deixasse”. Esta mulher também teria acusado outras três celebridades, em momentos diferentes, de a terem estuprado, segundo a nota. A Igreja da Cientologia não comentou o caso.

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    Trump define Oscar 2017 como triste, por se focar tanto em política a ponto de descuidar do básico

    28 de fevereiro de 2017 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que a obsessão de Hollywood por ele próprio foi responsável pela gafe do Oscar 2017. Segundo ele, a organização “focou tanto na política” que se descuidou de aspectos-chave da cerimônia. “Acho que estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem no final”, afirmou Trump em entrevista ao site conservador Breitbart News. “Foi um pouco triste, tirou um pouco do glamour do Oscar, não parecia uma noite muito glamourosa. Já estive no Oscar, tinha algo muito especial faltando, e terminar daquele jeito foi triste”, completou. A cerimônia foi pontuada do início ao fim por ironias e críticas ao presidente americano, que tem poucos admiradores na indústria do cinema. “Temos que agradecer ao presidente Trump. Lembram no ano passado, quando diziam que o Oscar era racista? Isso ficou no passado graças a ele”, ironizou o apresentador Jimmy Kimmel, referindo-se aos dois anos muito criticados da premiação por ter apenas brancos indicados nas categorias principais. Durante a premiação, Kimmel também tentou tuitar para Trump, para ver se ele respondia ao vivo. Entretanto, no momento do anúncio do prêmio de Melhor Filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores, que anunciaram “La La Land” como vencedor. Só depois de dois discursos é que se descobriu que o vencedor era outro: “Moonlight”. No texto que acompanha as declarações de Trump, o site Breibart acrescentou: “Agora, o presidente ri por último, enquanto bate em Hollywood por sua falha épica.”

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