Série Major Crimes é renovada para a 6ª temporada
O canal pago americano TNT renovou “Major Crimes” para sua 6ª temporada. Mas houve uma redução na encomenda de episódios. Com 21 capítulos produzidos em sua temporada mais recente, a série recebeu autorização para produzir mais 13 para o próximo ciclo. Criada por James Duff (“The Closer”) como spin-off da série policial “The Closer”, a atração é vista semanalmente por 3,7 milhões de telespectadores semanais. Mas já teve uma audiência de mais de 7 milhões. Sua trama apresenta uma radiografia do sistema judiciário, que negocia benefícios para criminosos que cooperam com as investigações. O elenco conta com Mary McDonnell (série “Battlestar Gallactica”) no papel da chefe de divisão de homicídios, formada por boa parte do time de detetives de “The Closer”. São eles G. W. Bailey (Louie Provenza), Michael Paul Chan (Michael Tao), P. Keene (Buzz Watson), Raymond Cruz (Julio Sanchez) e Tony Denison (Andy Flynn). Atualmente em hiato, a série retorna para os oito episódios restantes da 5ª temporada no dia 22 de fevereiro nos EUA.
Morte de Teori Zavascki afeta projeto dos filmes sobre a Lava-Jato
A morte do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, falecido na quinta (19/1) num acidente de avião em Paraty, irá alterar o roteiro do filme sobre a Operação Lava Jato, uma vez que ele era o relator do processo no STF. Mas as mudanças só devem afetar o segundo longa da, hmm, franquia. “Todo o roteiro agora será repensado por causa disso. O pessoal que está trabalhando no roteiro está chocado. Há bilhões de propina envolvidos. Não posso afirmar nada, mas já tem muita gente com teoria da conspiração aí”, afirmou o produtor Tomislav Blazic em declaração ao jornal Folha de São Paulo. Intitulado “Polícia Federal – A Justiça é Para Todos”, o filme sobre a Operação Lava Jato tem estreia prevista para os cinemas brasileiros entre junho e julho, mas sua continuação ainda não tem estreia prevista. O primeiro dos longas irá contar os bastidores da investigação até o momento de sua 24ª fase (aquela em que houve a condução coercitiva do ex-presidente Lula) e não contará com ministros do Supremo entre seus personagens. Já o segundo longa, que está em fase de pré-produção, mostraria cenas ambientadas no STF. O roteiro será escrito por Thomas Stavros e Gustavo Lipsztein, que também estão por trás da história da série “1 Contra Todos”.
American Crime Story vai abordar o escândalo sexual de Bill Clinton e Monica Lewinsky
A 4ª temporada de “American Crime Story” já tem um fã garantido: Donald Trump. O canal pago americano FX anunciou que o tema da atração em 2020 será o escândalo Monica Lewinsky. Para quem não lembra (já se passou tanto tempo assim?), Lewinsky era a estagiária cuja intimidade com Bill Clinton quase acabou em Impeachment – um escândalo que abalou o casamento da ex-rival de Trump nas últimas eleições, Hillary Clinton. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”. O best-seller de 2000 foi escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. O escritor também atuou como importante consultor da antologia, o que deve significar a repetição da parceria premiada. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estaria trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” acabou sendo o maior sucesso da última temporada televisiva. Aclamado por público e crítica, conquistou mais de 30 troféus em grandes premiações da temporada. E por isso a expectativa para as próximas adaptações é estratosférica. Murphy está mapeando três temporadas simultaneamente para evitar que competidores se antecipem e atrapalhem seus planos. Além disso, o trabalho antecipado permite maior escrutínio das fontes originais, visando levar às telas todos os pontos de vista e uma apresentação mais próxima possível do que realmente aconteceu. Mais importante, em termos comerciais, é que este planejamento evitará hiatos na exibição, como acontecerá neste ano. Não haverá “American Crime Story” em 2017, porque a produção da 2ª temporada começou tarde. A próxima temporada girará em torno do Furacão Katrina, que devastou Nova Orleans em 2005, enquanto a 3ª abordará o assassinato do estilista Gianne Versace em 1997. O timing da 4ª temporada, porém, é político. Em 2020, Trump tentará sua reeleição contra um candidato do partido de Clinton. O presidente dos EUA, inclusive, já tem slogan pronto para esta eleição – que é o mesmo de um filme de terror.
Festival de Tiradentes completa 20 anos buscando reação e reinvenção
A Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais, abre nesta sexta (20/1) sua edição de 2017, em que completa 20 anos. Realizada pela Universo Produções com apoio do Ministério da Cultura, a Mostra de Tiradentes é responsável por abrir o calendário audiovisual brasileiro. Nesta 20ª edição, o evento terá como tema “Cinema em Reação, Cinema em Reinvenção” – os outros festivais do país não costumam ter “tema”. Com o mote em vista, especialistas convidados irão fazer um balanço da produção cinematográfica dos últimos 20 anos no país e discutir os desafios em um período de crise econômica e política. Anteriormente, outros especialistas convidados do evento produziram dois manifestos políticos, em 2013 e 2015, repletos de afagos ao governo federal e com forte tom ufanista, apesar da política cultural da época priorizar grandes produções comerciais. Felizmente, a troca de comando partidário em Brasília deve agora possibilitar um tom mais crítico, alinhado à realidade do próprio festival, que é pequenino e voltado à produção independente, alternativa e autoral. O festival abre sua 20ª edição na noite desta sexta (20/1) com a exibição do documentário “As Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora. Já exibido no Festival do Rio, o filme retrata ícones da primeira geração de artistas travestis no Brasil, nos anos 1960. Leandra Leal é uma das homenageadas do evento, ao lado de outra atriz que virou diretora, a veterana Helena Ignez, cujo filme mais recente, “Ralé”, foi exibida na própria Mostra no ano passado. Ao todo, a Mostra exibirá 108 filmes, dos quais 34 são longa-metragens, divididos em várias mostrinhas paralelas.
House of Cards ganha teaser sombrio no dia da posse de Donald Trump
O dia da posse de Donald Trump foi marcado pela Netflix com o lançamento do primeiro teaser da 5ª temporada de sua série política “House of Cards”, em que o presidente dos Estados Unidos é um homem perverso, manipular e assassino. O teaser divulgado pela Netflix mostra o juramento à bandeira, mas o tom não é nada otimista: a bandeira está balançando diante de um céu escuro, espécie de anúncio dos tempos difíceis que vêm por aí. E de cabeça para baixo. O vídeo serve, principalmente, para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 5ª temporada de “House of Cards” estará disponível em 30 de maio.
Sieranevada mostra discussões em família com estética voyeur
“Sieranevada” é o quinto longa-metragem do romeno Cristi Puiu, mais conhecido por “A Morte do Sr. Lazerescu” (2005), e promove uma série de sentimentos contraditórios. Se, por um lado, é incômodo ficar posicionado no meio de um corredor com portas que se fecham e abrem de um lado e de outro, é, ao mesmo tempo, fascinante poder ir desvendando sua história e seus personagens. A câmera estilo voyeur, que se fixa em corredores e se espreme para entrar em alguns cômodos, muitas vezes deixa o espectador perdido e questionando o que está acontecendo, já que várias coisas ocorrem fora de seu campo de visão. Mas isso acaba fornecendo um olhar diferenciado, em que aquilo que é mostrado se torna muito mais interessante do que se acompanhássemos tudo da maneira mais tradicional. E o que acontece são discussões. Muitas discussões. Entre elas, brigas políticas, ao mesmo tempo acaloradas e muito espirituosas, como é o caso das opiniões contundentes do rapaz que duvida da versão oficial do ataque às Torres Gêmeas no 11 de setembro, ou da velhinha comunista, que, como boa ativista, ainda acredita que o velho sistema político adotado na Romênia na época da Guerra Fria era muito bom, sim senhor. No meio do debate, há aqueles que ficam em cima do muro ou estão abertos a novos pontos de vista, contanto que baseados em algo sólido. Mas o que mais é enfatizado no filme é mesmo o jogo de relações humanas que se promove naquele espaço, uma casa cheia de familiares, reunidos para o aniversário de morte do patriarca, e um padre ortodoxo que demora tanto a chegar que faz o filme parecer uma versão atualizada de “O Anjo Exterminador” (1962), de Luis Buñuel. Ninguém sai enquanto o padre não chega, o que acaba gerando desgastes na família. O atrito cresce ainda mais com a vinda de um dos homens da família, que não é bem recebido por ter aprontado com a esposa. Discussões, discussões. Na verdade, não acontece nada de incomum no retrato de família que é levado à tela. Os bate-bocas são tão universais que até parece que estão filmando nossa própria família, passando uma sensação de verdade escancarada para o espectador. E isso Puiu consegue através do sua câmera, que sabe muito bem quando se afastar e quando se posicionar bem próximo dos personagens. O fato de ter quase três horas de duração contribui para deixar o espectador um tanto incomodado. Mas uma vez que se aceita o jogo de Puiu, cresce a relação de prazer com o filme, que pode divertir mesmo em seus momentos menos confortáveis.
É oficial: Comercial confirma a volta da série clássica Will & Grace neste ano
A NBC oficializou a volta da série de comédia “Will & Grace”. Um vídeo divulgado pela rede americana (e que pode ser visto abaixo) anunciou o retorno da atração, cancelada há 11 anos. Em comunicado, os criadores Max Mutchnick e David Kohan, que também produzirão o revival, demonstraram entusiasmo por retomar a série. “Dave e eu estamos absolutamente entusiasmados com a oportunidade de contar o que o Will, a Grace, o Jack e a Karen estão pensando em 2017”, disse Mutchnick. Ao todo foram encomendados 10 novos episódios para o revival, que serão escritos pelos criadores da atração, comandados por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais, e estrelado pelos quatro integrantes do elenco central: Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Sean Hayes (Jack) e Megan Mullally (Karen). “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. Por sinal, o vídeo da NBC ainda inclui Rosario Salazar, a empregada salvadorenha vivida por Shelley Morrison. Além dela, Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação na série, também é presença garantida. Afinal, foi ele quem deu a notícia em primeira mão, durante uma entrevista de rádio, que a série retornaria para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulavam desde que o elenco principal se reuniu no ano passado para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. O reencontro contou até com os cenários originais, além de texto de Mutchnick e Kohan, e direção de James Burrows, criando um saudosismo muito forte no público – e em todos os envolvidos. A rede NBC viu a repercussão e acreditou no potencial do revival.
Filme Eu, Daniel Blake inspira gritos de “Fora Temer” no Brasil
Em cartaz desde o dia 5 de janeiro, o filme “Eu, Daniel Blake”, do inglês Ken Loach, tem inspirado manifestações políticas no Brasil. A produção, que mostra a crise do sistema de previdência, a burocracia estatal e as consequências da falta de emprego para a população na Inglaterra, costuma terminar com gritos de “Fora Temer” aos finais das sessões. O costume foi inaugurado durante o Festival do Rio, em outubro, quando o filme foi exibido pela primeira vez no país, rendendo um forte “Fora Temer” em meio a aplausos entusiasmados pela obra de Loach, diretor conhecido por abordar temas sociais e políticos de esquerda. Segundo o jornal O Globo apurou, a justificativa para as manifestações brasileiras seria o projeto de reforma de presidência enviada pelo governo ao Congresso. Do outro lado do espectro político, as únicas manifestações contra o partido da ex-presidente Dilma tem sido na denúncia do próprio filme como sendo “petista”. Não houve, no entanto, manifestações que fizessem a ligação entre a denúncia do filme à situação de devastação total dos fundos de previdência estatais, pilhados pela corrupção dos últimos 14 anos – do poderoso Petros, da Petrobrás, ao Postalis, dos Correios. Nem à crise de desemprego desencadeada pela política econômica do governo Dilma. Além de evocar catarse do público e elogios da crítica, “Eu, Daniel Blake” também venceu o Festival de Cannes do ano passado. Mas sua Palma de Ouro é considerada controvertida até entre os cinéfilos mais à esquerda. Há quem lamente que “Elle” e “Toni Erdmann” tenham sido menosprezados pelo festival francês, culpando a decisão numa suposta inclinação política do juri. Fora de Cannes, ocorreu o inverso, com “Eu, Daniel Blake” passando quase em branco na temporada de premiações do final do ano, diante da consagração de “Elle” e “Toni Erdmann”. Abaixo, alguns exemplos de tuítes relatando as manifestações nas sessões de “Eu, Daniel Blake”. Ontem vi "Eu, Daniel Blake" no belas… Acabou o filme povo gritando "Fora Temer" e aplaudindo… O_o — zedmartins (@zedmartins) 13 de janeiro de 2017 hoje fui com moze assistir Eu, Daniel Blake e rolou logo um FORA TEMER mto massa na sala no fim da sessão — priscila (@prisc666) 17 de janeiro de 2017 Ontem a seção de Eu, Daniel Blake em que eu estava virou um grande manifesto Fora Temer. — Cecilia Oliveira (@Filosolinda) 8 de janeiro de 2017
Reese Witherspoon confirma planos de fazer Legalmente Loira 3
A atriz Reese Witherspoon confirmou que planeja fazer “Legalmente Loira 3″, transformando a trajetória de Elle Woods numa trilogia. “Nós estamos pensamos sobre isso”, ela revelou em entrevista ao canal pago E!. Entretanto, o projeto ainda está longe de sair do papel. Pelo que revela a atriz, nem sequer no papel está. Ela precisa, justamente, de um roteirista para começar a desenvolver a produção. “Eu preciso de alguém realmente inteligente para chegar a uma ótima ideia e aí vamos fazê-lo. Eu acho que é um bom momento para fazer esse filme. Acho que as mulheres precisam desse tipo de positividade agora”, afirmou. Segundo a atriz, a ideia é mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. Vale lembrar que, no segundo “Legalmente Loira” (2003), Elle já estava trabalhando com política em Washington.
Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks
A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.
Freida Pinto e Idris Elba enfrentam o racismo à bala nos trailers da minissérie Guerrilla
O canal pago americano Showtime e o britânico Sky divulgaram dois trailers de sua coprodução “Guerrilla”, minissérie sobre o movimento black power britânico dos anos 1970. Estrelada pela atriz indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e os ingleses Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”), a atração é uma minissérie de seis episódios, que narra como a intolerância racial levou ao radicalismo dos ativistas negros no Reino Unido, culminando numa guerrilha urbana contra a polícia. A minissérie é uma criação de John Ridley, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013) e também criou a premiada série “American Crime”. Além de escrever, Ridley vai dirigir metade dos episódios. A outra metade é dirigida por Sam Miller (série “Luther”). O roteirista também assim a produção, ao lado de Idris Elba. “Guerrilla” estreia em 13 de abril no Reino Unido e três dias depois nos EUA.
Rainer Cadete publica foto com seu visual de promotor no filme da Lava-Jato
O ator Rainer Cadete divulgou no Instagram sua primeira imagem caracterizado como o promotor Deltan Dellagnol para o filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, baseado na operação Lava-Jato. Compare acima com o verdadeiro Deltan. Não está claro se o filme manterá o nome real do integrante da força tarefa, já que o juiz Sérgio Moro terá seu nome alterado. Na foto, Rainer aparece de cabelos raspados e terno e gravata, um visual bastante diferente de seu personagem da novela “Verdades Secretas”, que o popularizou entre o público. Este é o segundo papel do ator de 29 anos no cinema. Antes, ele apareceu na comédia cult “Cine Holliúdy”, de 2012. Com estreia prevista para maio, o filme ainda traz no elenco Marcelo Serrado (“Divã a 2”) como o equivalente ao juiz Sérgio Moro, Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”) como delegado da PF e Flavia Alessandra (novela “Êta Mundo Bom!”) no papel de uma delegada. O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros (ambos da série de “1 Contra Todos”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis. Com um orçamento de R$ 13,5 milhões, bancado por recursos de empresas privadas, de acordo com os produtores, o filme deve chegar aos cinemas em maio de 2017 e abrir uma trilogia sobre o tema. Além do filme, a operação Lava-Jato também vai virar série, atualmente em desenvolvimento pelo cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”, série “Narcos”) para a Netflix.
Brasileiro criador do MMA elogia a coragem e o discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro
Assim como Donald Trump, muitos lutadores de MMA não gostaram nada do discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro. Ao defender a classe, falando da diversidade de origens dos atores de Hollywood, ela disse, durante o discurso em que agradeceu o prêmio/homenagem a sua carreira: “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”. Curiosamente, os jogadores de futebol americano não comentaram a declaração, mas diversas personalidades do universo do MMA, inclusive o presidente do UFC Dana White, sentiram os calos doerem. Só que, enquanto White chamou a atriz de 67 anos de “senhora esnobe de 80 anos” e de “idiota”, afirmando que o MMA “é uma arte”, o brasileiro Rorion Gracie, criador do MMA, foi na contra-mão e elogiou o discurso. “Eu aplaudo a coragem de Meryl Streep, que, como boa lutadora, enfrenta um oponente mais forte. Ela só estava mal informada sobre as origens do MMA. Foi criado por mim e eu nasci no Brasil”, escreveu no Twitter. A conclusão é que nem o MMA existiria nos EUA se os imigrantes estrangeiros fossem expulsos por Trump, numa radicalização de sua plataforma xenófoba. O que, em vez de tirar a razão, dá ainda mais força ao discurso de Meryl Streep. I commend Meryl Streep's courage, who as a good fighter, takes on a bigger opponent! @goldenglobes #GoldenGlobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017 She was just misinformed regarding the origins of MMA. It was actually created by me, and I was born in Brazil! #Streepfighter @goldenglobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017












