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  • Série

    Estreia no Brasil a série sobre Hugo Chávez que foi proibida na Venezuela

    6 de março de 2017 /

    O canal pago TNT estreia nesta segunda (6/3) no Brasil a série “Hugo Chávez – O Comandante”, que criou polêmica e foi proibida na Venezuela. Simpatizantes do ex-presidente venezuelano alegam que a atração produzida pela Sony suja a imagem de Chávez. Entre os críticos estão Nicolás Maduro, seu sucessor, e Marisabel Chávez, sua viúva. O Conatel, órgão que regula as telecomunicações venezuelanas, até criou a campanha “Aqui não se fala mal de Chávez” ao proibi-la. Na verdade, a produção da Sony Pictures Television foi mal-vista desde seu anúncio, a começar pela escolha do ator que interpreta Chaves, o colombiano Andrés Parra, que ficou conhecido na América Latina por ter interpretado o narcotraficante Pablo Escobar na série “Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”. Maduro chegou a anunciar que seu governo faria um filme e uma série de televisão sobre Hugo Chávez em resposta à iniciativa “abusada” dos imperialistas de Hollywood. A série da Sony, entretanto, avisa que a atração é uma ficção, apesar de baseada em fatos reais. Antes de trazer qualquer imagem, alerta que alguns fatos podem não ter acontecido e que há episódios inventados. Entre os fatos abertos a debate estão, logo no primeiro episódio, a participação de Chávez no malsucedido golpe militar de 1992. Além de ser visto como falastrão, Chavez aparece titubeando quando o exército do governo Carlos Andrés Pérez ataca os homens que comandava, dando a entender que se acovardou. “Estamos fazendo uma história baseada em fatos reais, mas buscamos o drama. É entretenimento”, disse o diretor Henry Rivero ao site mexicano Cinepremiere. E um entretenimento com orçamento de superprodução. Gravada na Colômbia, a atração usou mais de 200 cenários e investiu em muitos efeitos visuais. Mas nem toda a polêmica ajudou a atração a decolar na audiência. “El Comandante” é atualmente a série menos vista da televisão colombiana. Veja abaixo dois vídeos de bastidores da produção:

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    Três mulheres acusam ator de That ’70s Show de estupro

    4 de março de 2017 /

    O ator Danny Masterson, que ficou conhecido na série “That ’70s Show” e atualmente estrela “The Ranch” na Netflix, está sendo investigado pelo departamento de polícia de Los Angeles por suspeita de agressão sexual, informou a revista People, na sexta-feira (3/3). “Três mulheres se apresentaram e afirmaram que foram estupradas por Masterson no começo dos anos 2000”, informou o departamento em um comunicado. Segundo a polícia, todas as vítimas faziam parte da seita da Cientologia, da qual o ator é adepto, e pode ter havido uma tentativa de acobertamento na época, quando “That ’70s Show” experimentava o auge de sua popularidade. As mulheres teriam tomado coragem para denunciar as agressões após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. Em nota divulgada pelo site The Hollywood Reporter, o empresário de Masterson afirmou que “as alegações são falsas, com o único intuito de promover as revelações contra a Cientologia feitas por Leah Remini”. De acordo com o representante do ator, uma das mulheres é, na verdade, uma ex-namorada do rapaz, que, na época da alegação de assédio, já estava com ele há seis anos e continuou o relacionamento após o suposto estupro. “Quando Danny terminou a relação, ela continuou perseguindo-o. Até fez ameaças de bater em sua atual mulher, Bijou Philips, se ele não a deixasse”. Esta mulher também teria acusado outras três celebridades, em momentos diferentes, de a terem estuprado, segundo a nota. A Igreja da Cientologia não comentou o caso.

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  • Etc

    Trump define Oscar 2017 como triste, por se focar tanto em política a ponto de descuidar do básico

    28 de fevereiro de 2017 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que a obsessão de Hollywood por ele próprio foi responsável pela gafe do Oscar 2017. Segundo ele, a organização “focou tanto na política” que se descuidou de aspectos-chave da cerimônia. “Acho que estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem no final”, afirmou Trump em entrevista ao site conservador Breitbart News. “Foi um pouco triste, tirou um pouco do glamour do Oscar, não parecia uma noite muito glamourosa. Já estive no Oscar, tinha algo muito especial faltando, e terminar daquele jeito foi triste”, completou. A cerimônia foi pontuada do início ao fim por ironias e críticas ao presidente americano, que tem poucos admiradores na indústria do cinema. “Temos que agradecer ao presidente Trump. Lembram no ano passado, quando diziam que o Oscar era racista? Isso ficou no passado graças a ele”, ironizou o apresentador Jimmy Kimmel, referindo-se aos dois anos muito criticados da premiação por ter apenas brancos indicados nas categorias principais. Durante a premiação, Kimmel também tentou tuitar para Trump, para ver se ele respondia ao vivo. Entretanto, no momento do anúncio do prêmio de Melhor Filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores, que anunciaram “La La Land” como vencedor. Só depois de dois discursos é que se descobriu que o vencedor era outro: “Moonlight”. No texto que acompanha as declarações de Trump, o site Breibart acrescentou: “Agora, o presidente ri por último, enquanto bate em Hollywood por sua falha épica.”

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  • Filme

    Donald Trump avisa que não verá o Oscar 2017

    25 de fevereiro de 2017 /

    Acostumado a tuítar em tempo real as premiações da Academia antes de assumir a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump não irá assistir a cerimônia do Oscar 2017, anunciou o porta-voz do governo Sean Spicer. “Hollywood é conhecida por estar muito à esquerda em suas opiniões”, disse Spicer, respondendo a uma pergunta na conferência de imprensa desta quinta-feira. Segundo o porta-voz, Trump e a primeira-dama, Melania, estarão recebendo convidados no Governors Ball, um evento anual da Casa Branca, no mesmo horário da cerimônia. A ironia é que, numa sequência de tuítes durante a premiação de 2015, Trump chegou chegou até a se oferecer para apresentar a cerimônia. Neste ano, são esperadas várias críticas à sua política internacional. Já no Globo de Ouro, Meryl Streep atacou o presidente em seu discurso de agradecimento, e destacou que Hollywood é formada por atrizes e atores vindos de vários países. Imediatamente, Trump foi ao seu meio de comunicação favorito, o Twitter, para chamar Meryl Streep de “uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood”, complementando de forma típica: “Ela é uma lacaia de Hillary que perdeu feio”. O anúncio de que não assistirá o Oscar também é uma forma de evitar que ele também apanhe no Twitter, com respostas como estas.

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  • Série

    Lea Michele não voltará a Scream Queens e já grava piloto de nova série

    25 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Lea Michele foi liberada de seu contrato com a produção de “Scream Queens” e entrou num novo projeto de série de comédia da rede ABC. Segundo o site The Hollywood Reporter, isto não significa que “Scream Queens” foi cancelada, apenas que a personagem da atriz não aparecerá numa possível 3ª temporada. Entretanto, os alarmes dispararam, já que a série de terrir produzida por Ryan Murphy terminou sua 2ª temporada com baixa audiência e ainda não foi renovada pela Fox. O projeto em que a atriz entrou na ABC ainda não tem título, mas está sendo desenvolvido pelo ator e rapper Daveed Diggs (do sucesso da Broadway “Hamilton” e da série “The Get Down”). O projeto gira em torno de um rapper expressivo e idealista chamado Courtney (Brandon Micheal Hall, da série “Search Party”), que resolve concorrer à prefeitura de sua cidade como um golpe publicitário. Ele acaba eleito, mas a maior surpresa, inclusive para ele próprio, é descobrir que pode acabar sendo um bom prefeito. Lea Michele interpretará a chefe da campanha de Courtney. O piloto precisa ser aprovado pela ABC antes de virar série.

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  • Série

    Julia Louis-Dreyfus tenta ser feminista no trailer da 6ª temporada de Veep

    24 de fevereiro de 2017 /

    O canal pago HBO divulgou o trailer da 6ª temporada de “Veep”. A prévia mostra como a presidente vivida por Julia Louis-Dreyfus lida mal com questões básicas do feminismo, como igualdade salarial. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” narra as desventuras políticas de uma neurótica (Julia Louis-Dreyfus, da série “The New Adventures of Old Christine”), que consegue o cargo de vice-presidente dos EUA, acaba virando presidente ao longo da série, mas nem por isso descobre o que fazer no cargo. “Veep” já rendeu cinco prêmios Emmy consecutivos para Julia Louis-Dreyfus, um para cada ano em que a série foi exibida, e a 6ª temporada estreia em 16 de abril na HBO.

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  • Série

    Matthew Broderick vai estrelar a 2ª temporada de American Crime Story

    24 de fevereiro de 2017 /

    O ator Matthew Broderick, atualmente em cartaz no drama “Manchester à Beira-Mar”, que concorre ao Oscar 2017, vai estrelar sua primeira série televisiva. O eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) vai interpretar o diretor da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), na 2ª temporada de “American Crime Story”. Após o sucesso de “The People v O.J. Simpson”, a nova temporada da série de antologia vai se concentrar na tragédia da passagem do furacão Katrina por Nova Orleans. O personagem de Broderick é Michael D. Brown, que foi acusado de negligência na resposta à situação catastrófica causada pelo furacão, em 2005. Mais de mil pessoas morreram e os prejuízos totais no sul dos Estados Unidos foram calculados em US$ 81 milhões. Brown chegou a ser publicamente elogiado por George W. Bush na época da tragédia, mas acabou pedindo demissão algumas semanas depois, devido às críticas a seu trabalho. Além de Broderick, a produção tem confirmada a participação de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”) no papel de Kathleen Blanco, governadora da Louisiana na época. Ela também foi severamente criticada pela demora em realizar a evacuação da cidade de Nova Orleans e por não organizar ajuda aos que ficaram. A série vai apresentar a tragédia do Furacão Katrina como um crime cometido por servidores públicos, que possuíam recursos financeiros nas mãos para minimizar o impacto do fenômeno natural.

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  • Série

    7ª temporada de American Horror Story terá como tema as últimas eleições dos EUA

    16 de fevereiro de 2017 /

    A 7ª temporada de “American Horror Story” terá como tema a última eleição dos Estados Unidos. O produtor Ryan Murphy divulgou a informação em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, de Andy Cohen, na noite de quarta-feira (15/2). “Acho que será interessante para muitas pessoas”, comentou o produtor e roteirista. Mesmo assim, Murphy evitou dar detalhes, e respondeu com um simples “talvez”, quando questionado se haverá uma versão de Trump na temporada. Anteriormente, Murphy havia dito que não revelaria o tema do sétimo ano da série com antecedência, visando repetir o mistério feito ao redor de “Roanoke”, a trama da 6ª temporada da atração. Ainda sem título, a nova fase já têm confirmados os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, e começará a ser gravada em junho, com previsão de lançamento em 17 de setembro. Criada por Murphy e Brad Falchuk em 2011, “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro, e encontra-se renovada até sua 8ª temporada.

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    Cineastas brasileiros no Festival de Berlim se manifestam contra mudanças na política do audiovisual

    15 de fevereiro de 2017 /

    Os cineastas brasileiros presentes no Festival de Berlim aproveitaram uma recepção promovida pela Embaixada do Brasil na Alemanha para divulgar uma carta conjunta, manifestando-se contra mudanças na política do audiovisual. Sem usar a palavra “golpe”, que parece ter caído em desuso, o texto parte de uma acusação contra o governo de Michel Temer, que teria atingido “duramente” direitos, para traçar um cenário de fim de mundo, em que o audiovisual brasileiro “corre o risco de acabar”. Entretanto, logo no parágrafo seguinte, o mesmo texto celebra o fato de o audiovisual brasileiro (nunca antes na história deste país) ter sido tão forte. A manifestação marca terreno, visando impedir mudanças na política nacional para o setor do audiovisual, especialmente na área de fomento – dinheiro público para a produção de filmes. Quem assina embaixo são os diretores Daniela Thomas, Laís Bodanzky, Julia Murat, Cristiane Oliveira e Felipe Bragança, todos com filmes em Berlim. Confira o texto na íntegra: “Estamos vivendo uma grave crise democrática no Brasil. Em quase um ano desse governo, os direitos de educação, saúde e trabalhistas foram duramente atingidos. Junto com todos os outros setores, o audiovisual brasileiro, especialmente o autoral, corre o risco de acabar. Nos últimos anos, a Ancine tem direcionado suas diretrizes, conservando com atenção os muitos Brasis. Ampliou o alcance dos mecanismos de fomentos, que hoje atingem segmentos e formatos dos mais diversos, entre eles o cinema autoral, aqui representado. O resultado é visível. O ano de 2017 começou com a expressiva presença de filmes brasileiros nos três dos principais festivais internacionais, totalizando 27 participações em Sundance, Roterdã e aqui em Berlim. Não chegamos a esse patamar histórico sem política pública. Tudo o que se alcançou até aqui é fruto de um grande esforço do conjunto de agentes envolvidos entre Ancine, produtores, realizadores, distribuidores, exibidores, programadores, artistas, lideranças, poder público, entre outros. Acima de tudo, queremos garantir que qualquer mudança ou aperfeiçoamento nas políticas do audiovisual brasileiro sejam amplamente debatidos com o conjunto do setor e com toda a sociedade. Assim, pedimos às instituições, produtores e realizadores de todo o mundo que apoiem a luta e a manutenção de todos os tipos de audiovisual no Brasil. Defendemos aqui a continuidade e o incremento dessa política pública.”

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    Jantar tenso de Richard Gere exibido no Festival de Berlim ganha primeiro trailer

    13 de fevereiro de 2017 /

    A Orchard divulgou o primeiro trailer de “The Dinner”, drama estrelado por Richard Gere, que teve sua première mundial no Festival de Berlim 2017. A prévia destaca a preparação, o encontro e o assunto do tenso jantar do título, realizado num restaurante elitista e envolvendo o futuro dos filhos de dois casais, que fizeram, conforme sugere o vídeo, algo terrível. Para complicar, os pais são dois irmãos que se odeiam e suas mulheres têm dificuldades para aceitar as consequências das decisões que precisam ser tomadas. Baseado num romance do holandês Herman Koch, já filmado em 2013, “The Dinner” é a segunda parceria consecutiva entre Gere e o cineasta israelense-americano Oren Moverman, após o drama de sem-teto “O Encontro”, de 2014. O elenco também inclui Steve Coogan (“Philomena”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), Laura Linney (“Sully”) e Chloë Sevigny (série “Bloodline”). A estreia está marcada para 5 de maio nos EUA.

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    Fotos da 5ª temporada revelam novos atores no elenco de House of Cards

    12 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da 5ª temporada de “House of Cards”, que revelam a inclusão de dois novos atores no elenco: Patricia Clarkson (“Maze Runner”) e Campbell Scott (“O Espetacular Homem-Aranha”). A 5ª temporada de “House of Cards” estará disponível em 30 de maio.

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    Berlim: Richard Gere acusa Trump de disseminar o ódio e o medo

    10 de fevereiro de 2017 /

    A competição do Festival de Berlim 2017 ainda não empolgou. Após as palmas comedidas para “Django”, na abertura do evento, o remake americano “The Dinner” teve recepção gélida em sua sessão para a imprensa, na tarde desta sexta (10/2), mas rendeu uma entrevista coletiva repleta de tiradas políticas de seu astro, Richard Gere (“O Exótico Hotel Marigold 2”), repercutidas no mundo inteiro. Baseado num romance do holandês Herman Koch, já filmado em 2013, “The Dinner” é a segunda parceria consecutiva entre Gere e o cineasta israelense-americano Oren Moverman, após o drama de sem-teto “O Encontro”, de 2014. Como o título adianta, a trama se passa durante um jantar de família. Nele, dois irmãos estremecidos, vividos pelo astro e Steve Coogan (“Philomena”), e suas respectivas mulheres, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Laura Linney (“Sully”), discutem as consequências de um crime cometido por seus filhos. O personagem de Gere é um político que pode perder tudo se o caso vier à tona. Preenchido por retórica interminável, a trama debate até doença mental e racismo, e inclui um flashback em que os irmãos visitam Gettysburg, na Pensilvânia, onde ocorreu a mais famosa batalha da Guerra Civil americana, no século 19. “Aquele local é o mais sangrento da história dos Estados Unidos. É a metáfora para o pecado original na sociedade americana: irmãos lutando contra irmãos”, disse o diretor, na entrevista coletiva realizada no festival. O tema serviu para Gere se posicionar publicamente contra a política migratória do governo de Donald Trump, fazendo um paralelo entre a trama e a decisão do presidente dos EUA de impedir o ingresso nos Estados Unidos de imigrantes de setes países de população muçulmana e erguer um muro na fronteira com o México. “É um filme sobre o medo, e como o medo leva as pessoas a cometer coisas horríveis”, disse Gere. “Hoje, nos Estados Unidos (terroristas e refugiados) significam a mesma coisa”, lamentou o ator, para quem esta associação de ideias “é a pior coisa feita por Trump”. “Antes tínhamos empatia por um refugiado. Era alguém a quem dávamos atenção, queríamos ajudar, a quem queríamos dar um teto”, declarou o ator, que é budista e conhecido por defender os direitos Humanos e a causa tibetana. “Infelizmente, temos líderes que atiçam o medo, e esse medo nos leva a fazer coisas terríveis”, retomou. “O número de crimes motivados por ódio nos Estados Unidos aumentou muito desde que ele foi eleito”. Perguntado sobre o que faria caso estivesse em um jantar com o presidente americano, o ator de 67 anos riu da possibilidade. “Eu não estaria nesse jantar. Nem seria convidado.”

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    França derruba lei que proíbe filmes com cenas de sexo explícito para menores

    9 de fevereiro de 2017 /

    A França passou a permitir, a partir desta quinta-feira (9/2), que menores de idade possam assistir a filmes com cenas de sexo explícito. Um decreto do Ministério de Cultura francês eliminou o artigo da lei que estabelecia que todo filme com cenas de sexo explícito devia ser automaticamente proibido para menores. Caberá agora à Comissão Nacional de Cinema, que já analisa todos os filmes lançados no pais, determinar a classificação etária de cada produção, de acordo com o contexto das situações de sexo. Com esta decisão, o governo atende a uma antiga reivindicação da indústria cinematográfica francesa, ao mesmo tempo em que limita a margem de pressão da associação fundamentalista católica Promouvoir, que tenta impedir a exibição para menores de vários filmes. Os casos recentes mais polêmicos foram “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes, e “Love” (2015), do franco-argentino Gaspar Noé. Após serem inicialmente liberados para menores de 16 anos, os filmes enfrentaram uma campanha da Promouvoir, que conseguiu elevar sua classificação etária e vetá-los para menores de 18 anos em sua estreia. A mudança na legislação não é uma liberação generalizada, mas um entendimento de que cada caso tem suas peculiaridades. “Azul É a Cor Mais Quente”, por exemplo, é um filme sobre jovens, aos quais os jovens de 16 anos deveriam ter acesso. O decreto estabelece que a classificação deverá ser “proporcional às exigências da proteção da infância e da juventude, levando em conta a sensibilidade e o desenvolvimento da personalidade próprias a cada idade e o respeito à dignidade humana”. Continuarão a ser proibidos para adolescentes os filmes que contenham cenas “que, em particular por sua acumulação, possam perturbar a sensibilidade dos menores” ou que apresentem a violência como um fato positivo ou a banalizem. Além disso, o decreto também prevê que qualquer reclamação referente ao conteúdo de um filme seja enviada diretamente ao Tribunal de Apelação de Paris. Desta forma, o Ministério pretende encurtar os prazos nos possíveis litígios de casos em que a classificação de um filme seja levada à justiça.

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