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  • Filme

    Polícia Federal – A Lei É Para Todos mira a corrupção, mas reflete radicalização

    16 de setembro de 2017 /

    Mais que a corrupção desregrada, o que o filme “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” configura é a radicalização que tomou conta do país desde as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Uma separação entre grupos opostos tão irracional quanto torcidas de futebol. E ela se manifesta no filme por meio de discussões e principalmente na cena que registra Lula no Aeroporto de Congonhas, depois de ter sido levado coercitivamente para depor. O filme mostra dois times muito bem delineados: os que achavam aquilo um absurdo e estavam ali para protestar a favor do ex-Presidente, vestidos de vermelho e com o apoio da CUT, e aqueles que tinham escrito “Somos todos Moro” em suas bandeiras e se vestiam de verde e amarelo, comemorando aquele momento, pois, embora não representasse a prisão de Lula, significava um passo importante para isso, após panelarem até derrubar uma Presidente eleita. Logo, foi um dia de festa para muitos brasileiros. “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” é desses filmes que merecem ser vistos nem que seja por curiosidade mórbida, seja por quem acompanha o cinema brasileiro e quer pensar o filme dentro do cenário do gênero policial contemporâneo, seja por quem está interessado em ver como foi o recorte e de que maneira o diretor Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e seus roteiristas (Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros, ambos da série de “1 Contra Todos”) resolveram contar a história da Operação Lava-Jato desde sua origem até o ano passado. E por mais que a primeira metade do filme funcione bem como thriller policial, apesar de diálogos bem ruins, o aspecto político é muito frágil, no sentido de vilanizar pessoas que ainda estão sob investigação. Como é o caso do ex-Presidente Lula, retratado como uma figura enjoada e afetada por Ary Fontoura (da novela “Êta Mundo Bom!”). Se os próprios representantes da direita brasileira dão o braço a torcer diante do carisma de Lula, o que é mostrado passa bem longe de sua figura pública. Na sessão em que assisti, que terminou com uma salva de palmas do público presente, muitos se divertiram com o modo como Lula foi representado, alguns até dizendo “olha a cara de pau dele” etc., como se estivessem vendo o próprio ex-Presidente – ou uma cena de novela. A imagem do verdadeiro Lula nos créditos finais, dizendo que “a jararaca está viva”, em entrevista coletiva após o tal depoimento, ajuda a esquecer um pouco a interpretação infeliz de Fontoura, ao mesmo tempo em que retoma a linha de radicalização exibida no filme. Há outras situações forçadas do roteiro, em particular as vividas por Bruce Gomlevsky (novela “Novo Mundo”), intérprete de um dos quatro principais agentes (fictícios) da Lava-Jato. Seu quadro branco contendo as palestras do Lula por diversos países e o dinheiro supostamente desviado mais parece o famoso powerpoint do procurador Deltan Dallagnol. Quanto ao juiz Sérgio Moro, vivido por Marcelo Serrado (“Crô – O Filme”), o filme o deixa um pouco mais distanciado do caso, como que para torná-lo o mais isento e apartidário possível. Até mesmo cenas do juiz preparando pizza e conversando com o filho em sua casa o filme mostra. Mas os verdadeiros heróis são mesmo os quatro cavaleiros da operação, vividos ficcionalmente por Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”), Flávia Alessandra (também da novela “Êta Mundo Bom!”), João Baldasserini (novela “Pega Pega”) e o já citado Gomlevsky, que é o sujeito que canta “Inútil”, do Ultraje a Rigor, em um karokê. Mesmo quando um dos atores das novelas da Globo se questiona sobre quem estaria sendo beneficiando por tantas prisões e acusações naquele momento de tensão política intensa, logo aparece alguém para tranquilizá-lo, dizendo que eles estão sim tornando o Brasil melhor. Neste momento, o filme quase consegue realizar uma autorreflexão lúcida diante do que é mostrado. Falar de um cenário político sem o distanciamento temporal adequado é sempre arriscado. Mas, como vivemos um momento em que a urgência e o pré-julgamento parecem imperar, a busca pela verdade aparecerá sempre borrada. No meio deste caldo fervente, há ainda outros projetos por vir, como a série da Lava-Jato criada por José Padilha (“Tropa de Elite”) para a Netflix e os quatro documentários sobre o impeachment de Dilma Rousseff, sendo que dois optaram por retratar a situação mais próximo do ponto de vista da ex-presidente. Até lá, ficamos na torcida pelo Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Publicidade de Polícia Federal – A Lei É para Todos exibe pilhas de “dinheiro apreendido” e dá o que falar

    13 de setembro de 2017 /

    Lançado no fim de semana passado, quando se tornou o filme brasileiro de maior abertura em 2017, “Polícia Federal – A Lei É para Todos” não encerrou seu trabalho promocional com a estreia. E a campanha de marketing do filme está chamando atenção pela originalidade. Em vez de simplesmente postar cartazes, a publicidade do filme está dando o que falar por espalhar pilhas de dinheiro cenográfico pelos shoppings do Rio de Janeiro. “Quando vi essa montanha de dinheiro tive vontade de ter um bigode, tirar uma foto sentado na cadeira com os pés em cima da mesa de dinheiro e postar com a legenda ‘malparido'”, disse o estudante Marcelo Ribeiro, em referência aos traficantes da série “Narcos”, ao jornal O Globo. A cena parece mesmo digna dos barões do narcotráfico. Mas, infelizmente, faz alusão ao noticiário da política nacional, embora o filme não chegue tão longe em sua história. Além da instalação com as malas de dinheiro, contendo uma quantia equivalente aos R$ 51 milhões aprendidos pela Operação Lava-Jato em Salvador, uma outra instalação traz uma verdadeira montanha de dinheiro, de nada menos que quatro metros de altura, que reproduz a quantia recuperada pela força-tarefa durante os três últimos anos da Operação Lava-Jato: R$ 4 bilhões. É a mesma estrutura montada na pré-estreia do longa em Curitiba, semanas atrás. “A reação do público, que tira selfies e aplaude, é catártica”, disse o produtor do filme, Tomislav Blazic, em comunicado. “A Lava-Jato acontece com o apoio da sociedade civil e os políticos continuam agindo como se nada estivesse acontecendo, como se eles estivessem acima das leis. Só isso explica a produção de uma pilha negativa como essa de R$ 51 milhões encontrados em malas de viagem que cenografamos agora no shopping. Para compensar, tem a pilha do bem, que reproduz o valor total que a operação já recuperou para o Brasil e os brasileiros. São duas pilhas, em dois pontos do Rio, representando dois lados de uma mesma situação que a sociedade precisa ver com seus próprios olhos nas telas do cinema”, o produtor acrescentou.

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  • Etc,  TV

    HBO é multada pelo Procon-SP por causa de Festa da Salsicha

    11 de setembro de 2017 /

    O canal pago HBO foi multado pelo Procon-SP em R$ 2 milhões pela exibição do filme “Festa da Salsicha” em horário diurno. Segundo o órgão, a emissora fechada falhou ao não deixar explícita a advertência de que o longa se tratava de uma “animação pornográfica”, inapropriada para crianças. Na descrição do longa, contudo, a classificação indicativa apontava a censura de 16 anos, que foi a estabelecida pelos órgãos federais. A iniciativa do Procon-SP reflete uma iniciativa de um colunista do UOL e políticos conservadores, que usaram a mídia e as redes sociais para protestar contra a exibição matinal da animação, porque contém piadas explícitas sobre drogas e sexo. Segundo o Procon, apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a vinculação horária à idade, deixando as emissoras livres para escolher a grade em que os programas serão exibidos, a falta de alerta aos pais sobre o conteúdo do filme feriu o Princípio da Proteção Integral ao menor de idade, parte do Código do Consumidor, que atinge consumidores hipervulneráveis. A HBO emitiu um comunicado em que afirma que isto não ocorreu. “A HBO informa que segue as práticas padrão estabelecidas pela indústria de TV paga. Antes do início de cada programa, a rede exibe de forma clara a classificação do programa e alerta os espectadores sobre os tópicos abordados. De acordo com a legislação brasileira, ‘Festa da Salsicha’ é avaliado como apropriado para pessoas com idade igual ou maior de 16 anos. Além disso, as operadoras de cabo e satélite oferecem funcionalidades de bloqueio de acordo com as classificações de um programa, possibilitando aos pais o controle total sobre o que seus filhos assistem.” O canal pode recorrer da multa.

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  • Série

    Série Veep vai acabar na próxima temporada

    6 de setembro de 2017 /

    A premiada série de comédia “Veep” vai acabar. O site The Hollywood Reporter revelou que a próxima temporada da produção da HBO estrelada por Julia Louis-Dreyfus será a última da série. “Ficou claro que este deveria ser o último ano. Não queremos começar a nos repetir ou ferir nossa reputação. A história tem um final e tem o sentimento de fim de série”, afirmou a atriz ao jornalista Tim Goodman. A próxima temporada será a 7ª da atração e tem previsão de estreia para 2018. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” já rendeu cinco prêmios Emmy consecutivos de Melhor Atriz em Série de Comédia para Julia Louis-Dreyfus. Ela concorre pela sexta vez neste ano. Ao longo de suas temporadas, a trama mostrou uma grande evolução, acompanhando como Selina Meyer, a personagem de Julia Louis-Dreyfus, se transformou de uma vice-presidente decorativa numa presidente que até buscou reeleição. A 6ª temporada, exibida entre abril e junho na HBO, mostrou a personagem tentando voltar a se acostumar à vida civil, sem, entretanto, dispensar a entourage de seus dias de Casa Branca.

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  • Filme

    Christian Bale surpreende com transformação física para viver vice-presidente dos Estados Unidos

    6 de setembro de 2017 /

    O ator Christian Bale voltou a surpreender o público com uma nova transformação física. Ele apareceu no Festival de Telluride inchado, com muitos quilos acima do peso e as sobrancelhas descoloridas, no processo de incorporação do personagem de seu próximo filme. Bale vai estrelar a cinebiografia de Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Intitulado em inglês “Backseat”, o filme irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Para incorporar o papel, o ator perdeu a definição física dos tempos em que vestia a roupa do Batman. Embora seja conhecido por se transformar fisicamente, Bale vinha evitando ganhar peso. Chegou a abandonar o projeto de um filme sobre Enzo Ferrari, após conselhos médicos. No começo do século, quando ainda era jovem, ele apareceu esquelético num par de filmes brilhantes, “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Seu papel mais encorpado, até o momento, era o do golpista careca e barrigudo de “Trapaça” (2013) “Backseat” tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e o elenco da produção permite mais dois reencontros: com Steve Carell (também presente em “A Grande Aposta”) e Amy Adams (parceira do ator em “Trapaça”). Por sinal, Bale foi a Telluride para promover o western “Hostiles”, que marca seu reencontro com outro diretor: Scott Cooper. Os dois trabalharam juntos no thriller “Tudo por Justiça” (2013).

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  • Série

    The Mayor: Nova série de comédia com Lea Michele ganha pôsteres e comerciais

    6 de setembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou dois pôsteres e dois comerciais da nova série de comédia “The Mayor”. A prévia gira em torno da eleição de um rapper negro da periferia para a prefeitura – uma ideia parecida à vista no filme “Ali G Indahouse” (2002). Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas, como mostram os vídeos, ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”), ex-funcionária do candidato rival, que vira chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. O piloto foi dirigido por James Griffith (série “Episodes”) e a estreia vai acontecer em 3 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Sérgio Moro e integrantes da Lava-Jato prestigiam première de Polícia Federal – A Lei É para Todos

    29 de agosto de 2017 /

    A pré-estreia para convidados do filme “Polícia Federal – A Lei É para Todos” reuniu juízes, procuradores e policiais da Operação Lava-Jato em Curitiba, numa sessão realizada na segunda-feira (28/8) no Park Shopping Barigui. O filme foi prestigiado pelos juízes Sergio Moro e Marcelo Bretas, na primeira aparição pública conjunta da dupla. Também esteve presente o juiz Marcos Josegrei da Silva, que está à frente de operações como “Hashtag” e “Carne Fraca”, além do procurador Deltan Dallagnol e os delegados Márcio Anselmo, Igor de Paula e Maurício Moscardi, entre outros. A sessão terminou ao grito de “Prendam os corruptos!” por parte de um espectador, mas a maioria dos personagens reais que inspiraram os protagonistas evitou manifestar opiniões para a imprensa. A exceção ficou por conta de Bretas, que qualificou a produção para o jornal O Globo: “Excelente filme”. Já a mulher de Moro, a advogada Rosângela Wolff Moro, apesar de seguir a tendência de evitar comentários sobre o filme, acabou se traindo ao comemorar as salas lotadas da première, em um post em seu Facebook. “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” combina amálgamas de vários personagens, em especial os policiais e promotores retratados, com figuras públicas reais, como o próprio Sérgio Moro, vivido por Marcelo Serrado, e o ex-presidente Lula, interpretado por Ary Fontoura. Com direção de Marcelo Antunez (“Um Suburbano Sortudo”), o filme estreia em 7 de setembro.

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  • Série

    Comerciais de Will & Grace mostra que personagens não mudaram após mais de uma década

    27 de agosto de 2017 /

    O revival de Will & Grace ganhou novos comerciais, que celebram o retorno da série após mais de uma década, mostrando que os personagens não mudaram. Por isso, os vídeos combinam cenas clássicas de Will (Eric McCormack), Grace (Debra Messing), Karen (Megan Mullally) e Jack (Sean Hayes) com trechos inéditos – além de ressaltar que se trata de uma produção premiada com 16 Emmy Awards. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e girava em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York e são sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A expectativa para a volta da série é tão alta que a rede NBC já renovou o programa para sua próxima temporada. Assim, o equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos e a 10ª temporada irá ao ar em 2018 – com 16 episódios. Anos

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  • Etc

    Arnold Schwarzenegger grava vídeo contra neonazistas e critica o presidente Trump

    27 de agosto de 2017 /

    Um dos críticos mais assíduos do presidente Donald Trump em seu próprio partido, Arnold Schwarzenegger não poupou palavras ao comentar os conflitos em Charlottesville, em 12 de agosto, que deixaram uma pessoa morta e pelo menos 19 feridos. Num vídeo para a ATTN, o ator e ex-governador da Califórnia disse que “não há dois lados para a intolerância, não há dois lados para o ódio” e exigiu um posicionamento mais claro do atual presidente dos Estados Unidos, que quis relativizar a culpa pelo assassinato cometido por um militante neonazista, durante uma passeata da extrema direita racista no país. “Não há dois lados para a intolerância, nem para o ódio. E se você escolhe andar com uma bandeira que simboliza o massacre de milhões de pessoas, não há dois lados para isso”, diz Schwarzenegger. “A única forma de derrotar as vozes altas e raivosas do ódio é combatê-las com vozes mais altas e mais razoáveis. Isso inclui você, presidente Trump. Na verdade, como presidente desse grande país, você tem a obrigação moral de mandar uma mensagem inequívoca contra o ódio e o racismo.” No vídeo, Schwarzenegger lembrou sua infância na Áustria e as consequências do nazismo, que até hoje envergonham seu país natal, lembrou a história política do Partido Republicano, o partido de Lincoln, que venceu a Guerra Civil contra a escravatura, e ainda citou uma doação recente que fez à fundação de um amigo caçador de nazistas. Veja abaixo. .@Schwarzenegger has a blunt message for Nazis. pic.twitter.com/HAbnejahtl — ATTN: (@attn) August 17, 2017

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  • Etc

    Alexandre Frota tem a conta do Twitter suspensa por “discurso de ódio”

    16 de agosto de 2017 /

    O ator Alexandre Frota teve a sua conta suspensa no Twitter na terça-feira (15/8), supostamente por “discurso de ódio”. Ele acusa uma funcionária da rede social de perseguir usuários que se oponham à esquerda. “Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe à esquerda”, escreveu o ator em seu Facebook, registrando mensagem que avisa da suspensão de sua conta. A mensagem avisa ao ator pelo próprio Twitter: “Caro @alefrotabrasil, é preciso ter respeito! Repense seu discurso de ódio enquanto tenta reverter a suspensão da sua conta”. Alexandre Frota costuma postar conteúdos críticos direcionados a políticos e movimentos sociais de esquerda, alguns deles ofensivos. Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe a… Publicado por Alexandre Frota em Terça-feira, 15 de agosto de 2017

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  • Filme

    Suíça inaugura lista de candidatos à vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018

    10 de agosto de 2017 /

    A Suíça saiu na frente e anunciou o primeiro candidato à disputa de uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018. “The Divine Order”, de Petra Volpe, vai representar o país na busca de um lugar na premiação. O longa deve ser lançado em solo americano no mês de outubro. Ambientado em 1971, o filme conta a história de Nora (Marie Leuenberger), uma jovem dona de casa casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suiço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto e diversos direitos às mulheres. É então que Nora decide mudar a situação, liderando uma campanha pelo voto feminino em seu cantão, em plenos anos 1970. Por curiosidade, a diretora e roteirista Petra Volpe nasceu um ano antes dos fatos históricos de seu filme, que recebeu o Prêmio do Público e de Melhor Atriz no último Festival de Tribeca. Veja o trailer de “The Divine Order” abaixo. No Oscar 2017, a Suíça acabou representada na disputa da Melhor Animação com “Minha Vida de Abobrinha”.

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  • Série

    Volta de Will & Grace vai ignorar como a série original terminou

    6 de agosto de 2017 /

    A volta de “Will & Grace” à televisão não irá considerar os eventos que encerraram a série em 2006. Isto porque a atração terminou com uma avanço no tempo, mostrando os protagonistas casados e com filhos. Para quem não lembra, Grace (Debra Messing) teve uma filha chamada Laila com o marido Leo (Harry Connick Jr.), e Will (Eric McCormack) um filho chamado Ben com o namorado Vincent (Bobby Cannavale). Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o criador da atração, Max Mutchnick, revelou que eles relutaram com a decisão, mas viram que a melhor forma de voltar a “Will & Grace” era preservar o relacionamento original dos personagens. “Nós passamos a maior parte do tempo tentando descobrir qual seria a maneira de voltar a fazer a série, pensando na melhor versão dela depois de mais de uma década”. Ele contou que até tentou continuar a história e incluir as crianças, ainda que isso significasse mudança de cenário – o apartamento original seria pequeno demais para filhos. Mas este não foi o único problema que percebeu. “Como eles tiverem filhos, então a série teria que mostrá-los como pais, porque presumivelmente seria uma prioridade em suas vidas. E se não fosse uma prioridade, eles seriam pais ruins. Nós sinceramente não queríamos vê-los sendo pais, bons ou ruins. Nós queríamos que eles fossem Will e Grace”, explicou. “Aquele final realmente nos causou muita dor de cabeça. Você escreve um final porque uma série acabou. Você nunca pensa que voltará a ela novamente”, concluiu. Mas Mutchnick não descarta o final feliz. Afinal, os futuros-maridos da dupla devem reaparecer na trama, em participações especiais. Harry Connick Jr., por sinal, foi confirmado pelo produtor como um dos convidados do revival. A expectativa da rede NBC pelo retorno de “Will & Grace” é tão alta que seus executivos já renovaram a produção para mais um ano, antes mesmo da estreia. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos. Serão 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais.

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    Exibição de Festa da Salsicha na HBO Brasil vira “causa” de gente desinformada

    5 de agosto de 2017 /

    A estreia da animação adulta “Festa da Salsicha” no canal pago HBO causou uma confusão enorme na cabeça dos pais brasileiros que ainda não dominam as teclas do controle remoto de seus serviços de TV por assinatura. E por causa dessa dificuldade, até a assessoria da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul decidiu se manifestar sobre o assunto. Por incrível que pareça, a inabilidade dos pais com o remoto foi discutida por membros do Nudeca (Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente), que resolveu avaliar o conteúdo e a legislação respectiva. “O assunto foi proposto em uma reunião de membros da rede e as coordenadoras do Núcleo vão analisar o que pode ser feito”, informou a assessoria. Melhor tratar “o assunto” com o deboche que ele merece do que levar a sério a repercussão das redes sociais, em que pais sem noção confundiram a HBO com o Cartoon Network. Afinal, não é porque seu programa mais popular tem dragões que a HBO é um canal infantil. Aliás, senhores pais, o programa que tem dragões também tem cenas de nudez e sexo. E reprisa à tarde, caso não tenham reparado. Mas a brincadeira é divertida. Especialmente graças à humorista involuntária e candidata a vereadora joseense Letícia Aguiar, que se descreve como “de direita, conservadora, pró vida, família e amiga da polícia” e ilustra seu perfil do Facebook com fotos de Jair Bolsonaro. Ela levou o caso ao limite da caricatura, ao gravar um vídeo onde critica a HBO com o seguinte argumento: “Se não é destinado à crianças, porque então é uma animação infantil?”. Por que, hein? Por que Letícia Aguiar acredita que “Festa da Salsicha” é uma animação infantil? Todos os materiais de marketing do longa-metragem, incluindo cartazes e o trailer, ressaltam que o conteúdo da produção é adulto. A dublagem, inclusive, foi feita pelo coletivo da internet Porta dos Fundos, cujo nome já é uma indicação de suas piadas de duplo sentido. A exibição também foi precedida por aviso de classificação etária. E como a HBO não é o Cartoon Network, oferece opções de senha para os pais. Sim, os serviços fornecidos pelas operadoras de TV paga incluem opções de controle etário para os pais, que podem bloquear por meio de senhas os canais para maiores. Algumas operadoras inclusive bloqueiam automaticamente determinados programas, até que os responsáveis insiram as senhas. Tudo isso é feito com o controle remoto. E não com “política”. Afinal, adultos também tem direito de ver desenhos animados. E desenhos adultos são produzidos há mais de – olha como é novidade – 100 anos. Mas isso é cultura. Enfim, trata-se de mais um caso de quem não lê instruções, não busca se informar e termina votando em quem vota. Ou pedindo voto, com a garantia de ser perfeitamente incapaz de usar um controle remoto sem dar um escândalo e reclamar do baixo “nível intelectual”. Sério, mas muito muito engraçado. Veja abaixo. A propósito, tudo isso parece ter começado com um texto de colunista de TV do UOL, ao reclamar que o “desenho pornográfico” estava passando à tarde, mesmo argumento da bolsonarista. As pessoas mais velhas parecem ter mesmo maiores dificuldades de lidar com tecnologia – mesmo sendo uma tecnologia com botões… De todo modo, a incompetência com o remoto foi tanta que a própria HBO tomou a iniciativa de restringir o desenho para o horário noturno, após às 22 horas. Afinal, o bom senso ensina que é preferível manter à distância a turba que brande forcados e tochas contra tudo o que não quer nem consegue entender. Leia aqui a crítica do filme para saber do que realmente se trata.

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