John Gavin (1931 – 2018)
Morreu John Gavin, que foi galã e diplomata, e trabalhou com alguns dos maiores diretores de todos os tempos, como Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Michael Curtiz e Douglas Sirk. Ele tinha 86 anos e faleceu na sexta-feira (9/2). John Anthony Golenor nasceu em Los Angeles em 8 de abril de 1931. Sua mãe era mexicana e ele cresceu falando inglês e espanhol. Na juventude, frequentou a Academia Militar, formou-se em Economia na Universidade de Stanford e serviu na Marinha dos EUA como um oficial de inteligência aérea. Seu objetivo era uma carreira no corpo diplomático, mas, por sugestão de um amigo, acabou estudando atuação com o respeitado professor Jeff Corey e obteve um contrato na Universal. Sua estreia aconteceu no western “Onda de Paixões” (1956), sob o pseudônimo John Gilmore. O nome John Gavin surgiu pela primeira vez em seu terceiro longa, nos créditos de “4 Garotas… 4 Destinos” (1957), antes de ser escalado em dois clássicos do rei dos melodramas Douglas Sirk, “Amar e Morrer” (1958) e “Imitação da Vida” (1959). Com esses filmes, foi alçado à condição de protagonista e promovido como um “novo Rock Hudson” pela Universal. Acabou vencendo o Globo de Ouro de Revelação pelo primeiro e fazendo par romântico com Lana Turner no segundo. Gavin também teve um papel importante em “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock, como Sam Loomis, o namorado de Marion Crane (Janet Leigh), que ajuda a desvendar o segredo de Norman Bates (Anthony Perkins). No mesmo ano, ele ainda viveu o general Júlio César, seduziu Sofia Loren e salvou a vida de Doris Day em três outros clássicos: respectivamente, “Spartacus”, de Stanley Kubrick, “O Escândalo da Princesa”, de Michael Curtiz, e “A Teia de Renda Negra”, de David Miller. Ele também fez par com Sandra Dee em duas comédias românticas de 1961, “Romanoff e Julieta” e “Com Amor no Coração”, e foi disputado por Julie Andrews e Mary Tyler Moore no clássico musical “Positivamente Millie” (1967), de George Roy Hill, pelo qual ganhou os maiores elogios de sua carreira. Mostrando independência, Gavin estrelou seu primeiro filme internacional como o protagonista de “Pedro Paramo” (1967), filmado no México, falado em espanhol e passado durante a Revolução Mexicana, que se tornou um enorme sucesso no exterior, aumentando ainda mais sua reputação. Ele ainda protagonizou o italiano “Assassinos de Aluguel” (1968) e a coprodução argentina “A Casa das Sombras” (1976), e foi sondado para assumir o papel de James Bond, na famosa franquia inglesa de espionagem. As negociações quase se concretizaram para “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), mas Sean Connery resolveu voltar ao personagem, encerrando a oferta. Essa decepção ajudou-o a tomar uma decisão. No auge da carreira, preferiu diminuir os papéis no cinema pela oportunidade de seguir seus sonhos diplomáticos, trabalhando como assessor especial de dois secretários-gerais da OEA (Organização dos Estados Americanos). A partir daí, passou a privilegiar participações em séries, porque eram rápidas de filmar – como “Mannix”, “O Homem de Virgínia”, “O Barco do Amor”, “Casal 20” e “A Ilha da Fantasia”. Mantendo a boa aparência, ainda viveu Cary Grant numa telebiografia de Sofia Loren em 1980, um de seus últimos papéis. Gavin decidiu abandonar de vez a atuação no ano seguinte, ao ser nomeado Embaixador dos Estados Unidos no México pelo presidente Ronald Reagan, cargo que ocupou até 1986. Após realizar seu sonho de juventude, ele não voltou a atuar. Em vez disso, presidiu a Univisa Satellite Communications, empresa dona do canal americano de TV em espanhol Univision. Ele também presidiu o Sindicato dos Atores e era casado desde 1974 com a atriz Constance Towers (“O Beijo Amargo”).
Advogados estão sendo mortos no trailer da 2ª temporada de The Good Fight
A plataforma CBS All Access divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “The Good Fight”. A prévia mostra que advogados estão sendo mortos, enquanto o caso da fraude financeira da 1ª temporada vai a julgamento. O vídeo também revela a data de estreia dos novos episódios nos Estados Unidos. Spin-off de “The Good Wife” criado por Robert e Michelle King, o casal responsável pela série original, “The Good Fight”) reencontra Diane Lockhart (Christine Baranski) voltando ao trabalho, ao lado de uma nova equipe, que inclui Maia Rindell (Rose Leslie, da série “Game of Thrones”), uma jovem advogada lésbica que precisa lidar com o ódio de todos e o escrutínio da polícia devido a um escândalo financeiro de seu pai, e Lucca Quinn (Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife”). A nova temporada vai resgatar mais uma personagem de “The Good Wife”: a promotora Liz Lawrence, vivida por Audra McDonald (série “Private Practice”) num único episódio da série original. Ela vai integrar o elenco fixo da atração, que também traz Delroy Lindo (série “Blood & Oil”) e Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”). “The Good Fight” retorna em 4 de março nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento ao Brasil.
Diane Lane e Greg Kinnear entram na última temporada de House of Cards
A Netflix anunciou duas novidades no elenco da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que voltou a ser gravada, três meses após as denúncias de assédio sexual que causaram a demissão do ator Kevin Spacey. A atriz Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Greg Kinnear (“Melhores Amigos”) entraram na atração. Eles interpretarão irmãos, mas seus papéis não tiveram maiores detalhes divulgados. O personagem de Spacey, o Presidente Frank Underwood, não deve aparecer na temporada final, que será protagonizada por Robin Wright, intérprete de Claire Underwood, sua esposa na série. A produção também confirmou os retornos de Michael Kelly, Jayne Atkinson, Patricia Clarkson, Constance Zimmer, Derek Cecil, Campbell Scott e Boris McGiver para os episódios finais. Ainda não há data prevista para a estreia da 6ª temporada, que, com apenas oito capítulos, também será a menor de “House of Cards”.
O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.
Livro polêmico sobre os bastidores do governo Trump vai virar série
O livro “Fogo e Fúria – Por Dentro da Casa Branca de Trump” vai virar série, informou a revista The Hollywood Reporter. Uma das obras mais comentadas do início de 2018, que revela os bastidores do governo do presidente norte-americano, “Fogo e Fúria” teve seus direitos adquiridos pela Endeavor Content por mais de US$ 1 milhão. Mas, por enquanto, não há nenhum estúdio anexado à sua adaptação ou canal definido para sua exibição. Escrito por Michel Wolff, que também será produtor da série, o livro viralizou assim que foi anunciado e entrou rapidamente para a lista dos mais vendidos do New York Times. A repercussão causou estragos na carreira de antigos colaboradores do presidente, citados como fontes de revelações perturbadoras, e também na imagem de Trump, descrito no livro como alguém sem preparo para o cargo que ocupa. Há alguns dias, o próprio Trump ameaçou tomar medidas legais contra o autor. “Vamos olhar muito seriamente as leis de difamação em nosso país”, disse o presidente ao final de uma reunião com seu gabinete para discutir o primeiro ano de governo e os planos para o futuro. Para Trump, as leis devem ser modificadas de forma que “quando alguém diz algo que é falso e difamatório sobre uma pessoa, esta tenha a capacidade de recorrer à justiça”. Trump acrescentou que as “leis atuais sobre difamação são uma vergonha e uma desgraça, e não representam os valores americanos ou os valores de igualdade”. O autor do livro, Michel Wolff, não é um jornalista político. Sua carreira foi construída na área do entretenimento, como colunista da revista Vanity Fair, fundador do site Newser, editor da revista Adweek e autor de uma biografia de Rupert Murdock, o ex-dono do conglomerado Fox.
Mark Wahlberg vai doar cachê após polêmica de diferença salarial com Michelle Williams
O ator Mark Wahlberg anunciou neste sábado (13/1) que vai doar, em nome de Michelle Williams, o cachê que ganhou para refilmar as cenas de “Todo o Dinheiro do Mundo”. A notícia de que ele recebeu 1,5 mil vezes mais do que a atriz para participar das refilmagens causou uma grande revolta em Hollywood. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê do ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Ou seja, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Polícia de Los Angeles abre investigação contra Steven Seagal por agressão sexual
A polícia de Los Angeles abriu uma investigação criminal contra o ator de filmes de ação Steven Seagal por agressão sexual, informou nesta sexta-feira (12/1) a revista The Hollywood Reporter. Como a investigação acontece sob sigilo, não há detalhes sobre as denúncias, mas nos últimos meses Seagal foi acusado de abuso e assédio sexual por várias mulheres, e na quinta-feira uma figurante do filme “Em Terreno Selvagem” (1993) afirmou ter sido estuprada por ele. Algumas das acusadoras são atrizes conhecidas. Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas, disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo. Outras atrizes que revelaram assédios de Seagal foram Julianna Margulies, Jenny McCarthy e Katherine Heigl. Desde que o produtor Harvey Weinstein foi acusado de assédio sexual numa reportagem de outubro, do jornal New York Times, e poucos dias depois denunciado por estupro na revista New Yorker, dezenas de casos de agressão sexual em Hollywood vieram à tona, revelando como predadores prosperaram por décadas, graças à pressão e ameaças, utilizando status e poder para abusar de jovens atrizes, atores, roteiristas e outros integrantes de equipes de produção, tanto no cinema quanto na televisão. Quando as vítimas começaram a compartilhar suas histórias nas redes sociais, utilizando a hashtag #Metoo, um movimento para expor todos os abusadores tomou forma, e artistas tão diferentes quanto Kevin Spacey, Dustin Hoffman, James Franco, Brett Ratner, John Lasseter, Louis C.K. e Bryan Singer tiveram seus nomes envolvidos em escândalos.
Diferença salarial entre Michelle Williams e Mark Wahlberg em Todo o Dinheiro do Mundo causa alvoroço
A notícia de que o ator americano Mark Wahlberg ganhou 1,5 mil vezes mais do que Michelle Williams para participar das refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” causaram uma grande revolta em Hollywood. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê do ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. “Por favor vão ver a atuação de Michelle em ‘Todo o dinheiro do mundo’. Ela é uma atriz brilhante, nominada ao Oscar e vencedora de um Globo de Ouro”, escreveu a atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), indignada no Twitter. “Trabalhou na indústria 20 anos. Merece mais de um por cento do salário que recebe seu colega homem”, completou. Entre outras manifestações nas redes sociais, a atriz Amber Tamblyn (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) descreveu como “totalmente inaceitável” a grande diferença do pagamento. “Inaceitável no mínimo”, ecoou Busy Philipps (série “Cougar Town”). A veterana Mia Farrow descreveu a disparidade como “ofensivamente injusta”. E até o veterano produtor Judd Apatow considerou que se trata de “um desastre que é difícil de acreditar”. A discrepância teria ocorrido por causa de cláusulas diferentes nos contratos dos dois atores. Mas em vez de explicar, isto torna a situação mais difícil de ser aceita, já que ambos têm suas carreiras agenciadas pela mesma empresa, a WME, conforme apontou Sophia Bush (série “Chicago P.D.”), comentando a necessidade “de práticas justas”. Aparentemente, os mesmos agentes não consideraram importante salvaguardar Williams como fizeram com Wahlberg. Isto porque o contrato da atriz previa regravações, enquanto o do ator não. Assim, os agentes de Wahlberg puderam exigir uma fortuna para ele voltar ao trabalho, enquanto Williams, que já foi indicada quatro vezes ao Oscar, trabalhou pelo salário mínimo da categoria. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Michael J. Fox entra na série Designated Survivor
O ator Michael J. Fox vai voltar à TV. Ele entrou no elenco de “Designated Survivor”, numa participação recorrente, que se estenderá por cinco episódios. Na série, ele interpretará Ethan West, um advogado de Washington que é contratado pelo Gabinete do Presidente e, posteriormente, nomeado como promotor especial para investigar um alegado vazamento de informação confidencial pelo ex-presidente Cornelius Moss (Geoff Pierson). Mas seu comprometimento apenas à sua própria causa o torna um adversário imprevisível e formidável para o presidente Tom Kirkman (Kiefer Sutherland). O ator, que sofre do Mal de Parkinson, voltou a ativa em 2013, com a série de comédia “The Michael J. Fox Show”. Após o cancelamento em 2014, ele vem fazendo participações em diversas séries, como “The Good Wife”, “Nightcap” e “Curb Your Enthusiasm”. “Designated Survivor” passa a exibir a segunda metade de sua 2ª temporada a partir de 28 de fevereiro no canal americano Fox.
Michelle Williams teria recebido muito menos que Mark Wahlberg para refilmar Todo o Dinheiro do Mundo
O ator Mark Wahlberg teria recebido um cachê 1500 vezes maior do que o de Michelle Williams para as refilmagens de cenas de “Todo o Dinheiro do Mundo”. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Discurso de Oprah Winfrey no Globo de Ouro contagia EUA, que a querem como presidente
O discurso de Oprah Winfrey no Globo de Ouro 2018, em que foi homenageada com o troféu Cecil B. DeMille pela carreira, não emocionou apenas as estrelas presentes. Ele contagiou os Estados Unidos. A atriz, apresentadora e empresária lembrou sua infância, citou a importância de ver Sidney Poitier vencer o Oscar, como sua mãe foi uma das milhões de mulheres que suportaram caladas os abusos, e lembrou do caso de Recy Taylor, uma mulher negra que sofreu um estupro coletivo me 1944 e se tornou símbolo do movimento pelos direitos civis. “Ela morreu alguns dias atrás, pouco antes do seu 98º aniversário. E ela viveu, como muitas de nós, por muito tempo em um mundo em que homens poderosos deixavam terra arrasada por onde passavam. Por tempo demais, as mulheres não foram ouvidas ou receberam crédito quando ousaram falar a verdade sobre esses homens poderosos, mas o tempo deles acabou”, disse Oprah, citando o slogan do movimento Time’s Up, criado para dar apoio a vítimas de abuso e assédio sexual. “Quero que todas as meninas assistindo hoje saibam que um novo tempo se aproxima! E quando esse dia finalmente chegar, vai ser por causa de muitas mulheres incríveis, muitas das quais estão aqui nesta sala hoje, e alguns homens fenomenais lutando para se assegurar que elas se tornem as líderes que nos levarão a um tempo em que ninguém mais tenha que dizer ‘eu também'”, continuou, fazendo outra citação, desta vez à hashtag que tomou as redes sociais, com mulheres dividindo suas histórias de assédio e abuso. Diante da força do discurso, celebridades e internautas anônimos imediatamente foram as redes sociais lançar uma campanha para que Oprah se candidatasse à Presidente em 2020. Até o comentarista político Gabriel Debenedetti levou a sério a proposta e mostrou uma pesquisa com números sobre a candidatura. Ela já tem uma aprovação de 29% dos eleitores, mesmo sem sequer fazer campanha. Veja o vídeo de seu discurso na íntegra abaixo:
Impeachment de Donald Trump será tema da 2ª temporada de The Good Fight
A série “The Good Fight” vai investigar como fazer o Impeachment de Donald Trump. Os produtores Michelle e Robert King revelaram, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), que este será um dos temas das 2ª temporada do spin-off de “The Good Wife” na plataforma de streaming CBS All Access. Na trama, o comitê do Partido Democrata consulta algumas firmas jurídicas sobre a possibilidade de tirar Trump da Casa Branca. Entretanto, a história não será desenvolvida como ficção especulativa. O tema de um Impeachment hipotético renderá debates e análises de situações reais, mas nenhuma paródia de Trump aparecerá num tribunal, tendo que enfrentar Diane Lockhart (a personagem de Christine Baranski). Ainda assim, os absurdos do presidente americano estarão no centro das conversas. Além disto, “The Good Fight” também abordará os escândalos sexuais de Hollywood. Numa história inspirada pelo esforço de Ronan Farrow para denunciar Harvey Weinstein na rede NBC News, a série mostrará um jornalista tentando expor uma estrela famosa na TV e ser repreendido por seus chefes. Na vida real, Farrow pretendia denunciar Weinstein na época em que trabalhava para a NBC News, mas sua reportagem foi vetada. Ele acabou publicando suas descobertas na revista New Yorker, chocando o mundo. A 2ª temporada de “The Good Fight” ainda não tem previsão de estreia.
Série The Mayor é cancelada antes de terminar 1ª temporada
A rede ABC cancelou a série de comédia “The Mayor”. A produção não vai mais retornar à TV, após a interrupção de fim de ano, deixando quatro episódios inéditos. Exibida no mesmo horário do fenômento “This Is Us”, a série implodiu. Seu último episódio, exibido em 12 de dezembro, foi visto por apenas 2,8 milhões de telespectadores, marcando 0,8 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). O fracasso de público contrastou com os elogios da crítica. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi considerada a melhor comédia estreante da temporada. Um de seus comerciais até destacava os elogios. Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série girava em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destacava Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”) na função de chefe do gabinete do jovem inexperiente. O comediante David Spade (“Gente Grande”) também participou como adversário político.











