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  • Série

    Lethal Weapon: Veja o primeiro trailer da série baseada na franquia Máquina Mortífera

    21 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o primeiro trailer de “Lethal Weapon”, série aprovada para a próxima temporada, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. A prévia é repleta de ação, mas também de momentos cômicos e dramáticos, num equilíbrio bem dosado. O elenco também se mostra bem selecionado e afinado. Deve se tornar um grande sucesso. Os personagens centrais e seu relacionamento volátil são os mesmos dos filmes. Clayne Crawford (série “Rectify”) vive Martin Riggs, que chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a morte da mulher, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”) vive seu parceiro Roger Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Os dois não poderiam ser mais diferentes. E esta é a graça da produção – e também do longa original de 1987, escrito por Shane Black, o diretor de “Homem de Ferro 3”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A série vai estrear na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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  • Série

    Série Castle é cancelada em sua 8ª temporada

    13 de maio de 2016 /

    A maior surpresa da atual rodada de cancelamentos veio num anúncio da rede ABC: o final de “Castle” em sua 8ª temporada, A notícia foi inesperada, porque negociações de bastidores já tinham conseguido estender o contrato de Nathan Fillion, intérprete do personagem-título. No final, pode ter pesado a decisão de sua coprotagonista, Stana Katic, intérprete da detetive Kate Beckett, que comunicou em abril que não continuaria na série. Segundo rumores, Katic e Nathan nunca se deram bem. Mas a situação entre os dois teria chegado a um ponto que forçou a produção a dispensar a atriz. Caso a série continuasse, ela mudaria muito, virando um drama mais procedural com Castle investigando crimes. Como os produtores temiam a decisão da ABC, eles se precaveram e gravaram dois finais diferentes para a temporada. O que será usado permitirá um final para todas as tramas desenvolvidas, encerrando a série sem deixar interrupção abrupta. “Castle” também foi a série de maior audiência cancelada na atual temporada. A produção vinha registrando a média de 6,12 milhões de telespectadores ao vivo. O último episódio irá ao ar na segunda (16/5) nos EUA.

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  • Série

    CSI: Cyber é cancelada, marcando o fim da franquia CSI na televisão

    12 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou nesta quinta-feira (12/5) o cancelamento da série “CSI: Cyber” após duas temporadas. A atração era a última remanescente da franquia policial “CSI”, que chegou a ser considerada a mais bem-sucedida do gênero na televisão. O fim de “CSI: Cyber”, cancelada por baixa audiência, foi um desfecho anticlimático para o universo inaugurado em 2000, que revolucionou as investigações policiais com suas análises forenses, gerando três spin-offs e diversos imitadores. Em seu auge, entre os anos de 2002 e 2006, “CSI” foi a série mais vista do mundo, sintonizada por 26 milhões de telespectadores por episódio apenas nos EUA. O sucesso era tanto que, no Brasil, “CSI” chegou a ser um trunfo da Record contra a Globo, que colocou a série no horário nobre para incomodar a audiência da concorrente. Até o cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”) revelou-se fã, dirigindo dois episódios (na verdade, uma história em duas partes). Mas a audiência foi lentamente corroída pela repetição da fórmula e a saída de integrantes do elenco original, levando a seu inevitável cancelamento no ano passado, em sua 15ª temporada, num desfecho assistido por 8,26 milhões de telespectadores. “CSI: Cyber” era o filhote mais novo da franquia, que antes teve “CSI: Miami” (2002-2012) e “CSI: NY” (2004-2013). Lançado em 2015, o programa tinha a expectativa de manter a grife no ar. Entretanto, não funcionou como a CBS esperava. A troca do já conhecido universo forense por investigações de crimes cibernéticos descaracterizou a marca e rendeu a pior audiência dentre todas as atrações da franquia. O final da 2ª temporada foi ao ar em março e visto por apenas 6,32 milhões de pessoas nos EUA. “CSI” era a segunda franquia mais longeva dos Estados Unidos, posição agora assumida por “NCIS”, atração similar, que estreou em 2003. A liderança do ranking pertence a outra grife policial, “Law & Order”, inaugurada em 1990, que é atualmente representada pelo spin-off “Law and Order: SVU”, no ar desde 1999. As quatro atrações da franquia “CSI” ainda são reprisadas no Brasil pelo canal pago AXN.

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  • Série

    Fox anuncia oito séries novas, incluindo adaptações de O Exorcista e Máquina Mortífera

    11 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox saiu na frente da concorrência ao anunciar, na terça (10/5), suas novas séries para a temporada de outono de 2016. Foram encomendadas oito atrações novas, com destaque para as adaptações televisivas dos filmes “O Exorcista” (1973) e “Máquina Mortífera” (1987), além do spin-off da série “24 Horas”, anteriormente anunciado. As três atrações estavam entre os projetos mais badalados da temporada graças à popularidades de suas franquias, mas também pelas equipes envolvidas em suas produções. O piloto de “The Exorcist” (título original da série) foi dirigido por ninguém menos que o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e estrelado pela veterana atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”). Na trama, ela vive a mãe de duas garotas (Brianne Howey, da série “Scream Queens”, e Hannah Kasulka, de “The Fosters”), que podem ter sido possuídas pelo diabo. O elenco ainda inclui o mexicano Alfonso Herrera (ex-“Rebelde”, atualmente na série “Sense8”) e o inglês Ben Daniels (série “House of Cards”) como os padres que praticam o exorcismo. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Jeremy Slater (“Renascida do Inferno” e “Quarteto Fantástico”). Por sua vez, o piloto de “Lethal Weapon” foi comandado pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”) e estrelado por Clayne Crawford (série “Rectify”) e Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”). Os dois viverão os policiais Martin Riggs e Roger Murtaugh, papéis celebrizados por Mel Gibson e Danny Glover no cinema. O elenco também conta com Jordana Brewster, uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”, no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”. Na trama, Riggs chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a perda da mulher e do filho pequeno, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Ele terá como parceiro Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Intitulada “24: Legacy”, a atração derivada de “24 Horas” trará Corey Hawkins (Dr. Dre no filme “Straight Outta Compton”) no papel de um herói de guerra que procura a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para tentar impedir um grande ataque terrorista. Criada pelos produtores de “24 Horas” (Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz), a série negocia com Kiefer Sutherland para uma participação especial, o que não está garantido, já que ele estrelará uma nova atração em outro canal. As demais atrações aprovadas são “Pitch”, de Dan Fogelman (diretor e roteirista de “Não Olhe para Trás”), sobre a primeira mulher arremessadora (Kylie Bunbury, de “Under the Dome”) a jogar nas ligas principais do beisebol americano; “APB”, de David Slack (produtor-roteirista de “Person of Interest”), em que um bilionário (Justin Kirk, de “Weeds”) adquire uma delegacia de polícia após o assassinado de um ente querido, propondo uma abordagem de vanguarda no combate ao crime; “Star”, de Lee Daniels (criador de “Empire”), que acompanhará três garotas (elenco estreante) que decidem formar uma banda; “The Mick”, dos irmãos John e Dave Chernin (produtores-roteiristas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz Kaitlin Olson (também de “Philadelphia”) como uma mulher falida que aceita cuidar dos sobrinhos após a irmã fugir do país no rastro de um escândalo financeiro; e “Making History”, de Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”), em que três amigos (Adam Pally, de “The Mindy Project”, Leighton Meester, de “Gossip Girl”, e Yassir Lester, da série “Girls”) descobrem uma maneira de viajar no tempo, visitando momentos históricos do passado e complicando suas vidas no presente. A última é considerada a série de comédia mais promissora da leva, graças à produção dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. Os dois também produzem a bem-sucedida série “The Last Man on Earth”. A Fox ainda não anunciou as datas de estreia de suas novas séries.

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  • Série

    Criminal Minds é renovada para sua 12ª temporada

    7 de maio de 2016 /

    A série “Criminal Minds”, que recentemente enfrentou uma grande baixa no elenco, segue prestigiada pela rede americana CBS e foi renovada para sua 12ª temporada. A atração mantém ótima audiência, com uma média de 12 milhões de telespectadores por episódio nos EUA. Os números elevados representam a segunda maior audiência de série dramática da emissora. Mesmo assim, a CBS negociou uma redução na sua taxa de produção, realizada por uma empresa de sua corporação, o CBS Television Studios, em coprodução com o ABC Studios. A nova temporada não contará com o ator Shemar Moore. O intérprete do Agente Derek Morgan, que esteve presente em 252 episódios da série, deixou “Criminal Minds” em março. Apesar da renovação da série principal, a CBS ainda não se manifestou sobre o futuro do spin-off “Criminal Minds: Beyond Borders”, cuja 2ª temporada segue sem confirmação.

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  • Filme

    Em Nome da Lei leva o gênero policial à fronteira brasileira

    27 de abril de 2016 /

    Realizador de filmes como “Zuzu Angel” (2006) e “Salve Geral” (2009), Sergio Rezende roteirizou e dirigiu “Em Nome da Lei”, thriller policial inspirado em histórias reais, sobre o contrabando e o tráfico de drogas no Brasil, mais precisamente na fronteira com o Paraguai. Protagonista de novelas da Globo, o ator Mateus Solano ainda não se firmou no cinema, embora tenha participado, no início da carreira, do ótimo “Linha de Passe” (2008), de Walter Salles e Daniela Thomas. Mas mesmo sem tanta experiência cinematográfica, pode-se dizer que ele é a melhor parte desta produção, ao lado de Chico Diaz (“Oração do Amor Selvagem”). No filme, Solano é Vitor, um juiz que saiu de São Paulo e foi ao interior de Mato Grosso do Sul fazer justiça. Ele mudou de cidade em troca da posição de juiz titular e também para buscar um ideal. Como profissional, o personagem acredita que vai “mudar o mundo”, ou, pelo menos, as injustiças que acontecem na pequena cidade (fictícia) de Fronteiras. No fórum onde começa a trabalhar, conhece a procuradora Alice, vivida pela bela Paolla Oliveira (“Trinta”), e o policial federal Elton (Eduardo Galvão, de “Flordelis”). Os três têm a difícil missão de acabar com os desmandos do coronel Gomez (Chico Diaz), responsável pelo crime da região. Embora o enredo de “Em Nome da Lei” possa ter alguma semelhança com o momento atual do Brasil e com o juiz Sergio Moro, que lidera as investigações da Operação Lava Jato, em Curitiba, o autor do filme se inspirou no juiz federal Odilon de Oliveira, que ficou famoso por atuar no combate ao crime organizado naquela região. A cidade do juiz é Ponta Porã; a que foi filmada, é Dourados. A ideia da trama é boa – principalmente por sair do lugar-comum da favela e da pobreza, que marcam o cinema policial brasileiro – , mas falta um pouco de “caldo” nesta mistura. Há momentos em que o diretor parece não estar presente, tamanho é o descompasso entre os atores em cena. Além de interpretações que não convencem o espectador, a produção do longa deixa a desejar. Detalhes como a placa do carro e a garrafa de vinho que chega aberta na mesa do cliente, mostram uma falta de cuidado e, sobretudo, de verossimilhança. Outro problema é o excesso de didatismo nas cenas, principalmente nas que se referem ao contrabando. Cinema também serve para educar, mas sutileza é essencial quando se trata de arte.

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  • Série

    1 Contra Todos: Série policial do diretor de 2 Filhos de Francisco é renovada antes da estreia

    26 de abril de 2016 /

    O canal pago Fox renovou a série “1 Contra Todos”, dirigida por Breno Silveira (“2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga: De Pai para Filho”), dois meses antes de sua estreia oficial. A atração, que já tem a 2ª temporada garantida, estreia em junho. Com produção da Conspiração Filmes (“Magnifica 70”), e locações no Rio de Janeiro, a série contará, em 8 episódios de meia hora, a história de Cadu, um defensor público honesto, que vê sua vida mudar drasticamente após ser confundido com um traficante. O ator Julio Andrade (o Gonzaguinha de “Gonzaga: De Pai pra Filho”) vive o protagonista e o elenco ainda inclui Adriano Garib (“Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel”, Thogun Teixeira (“A Estrada 47”), Sacha Bali (novela “Salve Jorge”), Silvio Guindane (“Em Nome da Lei”) e Renata Frisson, a Mulher Melão, entre outros. A produção original brasileira também será exibida em vários países da América Latina e seus episódios estarão disponíveis na plataforma Fox Play três horas após irem ao ar na TV paga. Uma co-produção que será a primeira produção para televisão do premiado diretor Breno Silveira (“2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga – De Pai para Filho”).

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  • Série

    Diretor de Drive desenvolve série policial para a TV italiana

    25 de abril de 2016 /

    O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn (“Drive”) vai dirigir e produzir uma série policial para a TV italiana. Segundo o site da revista Variety, ele será o showrunner de “Les Italiens”, sobre um esquadrão de policiais italianos que atua em investigações especiais na França. Produção de estilo noir, a série é baseada numa coleção literária best-seller do italiano Enrico Pandiani, que gira em torno do inspetor linha dura Pierre Mordenti, descrito como uma antítese do refinado Maigret. As gravações começarão assim que Refn terminar a divulgação de seu novo filme, “The Neon Demon”, que irá competir à Palma de Ouro no Festival de Cannes em maio. Além de produzir, ele vai dirigir o primeiro episódio de “Les Italiens” para estabelecer o tom da série. Atualmente, Refn participa de negociações com a Netflix para levar a série a outros países.

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    José Padilha começa a formar a equipe de consultores da série sobre a Lava-Jato

    20 de abril de 2016 /

    O cineasta José Padilha (série “Narcos”) está reunindo uma equipe de especialistas em segurança pública nacional para prestar consultoria e ajudar a formatar o roteiro de sua nova série sobre a Operação Lava-Jato. Entre as pessoas convidadas para ajudar na formatação do roteiro estão o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, o “Capitão Nascimento”, que trabalhou com o diretor nos dois “Tropa de Elite”, e o ex-diretor da Interpol, o delegado da Polícia Federal Jorge Pontes. Pontes tem perspectiva única sobre a investigação, por acompanhar de perto o drama e as pressões que sofrem seus colegas, que já prenderam mais de 100 figurões envolvidos nos esquemas do petrolão. Ainda sem título, a série será escrita por Elena Soares (“Xingu” e série “Filhos do Carnaval”) e rodada no Brasil. Será a segunda produção do Netflix realizada no país, após a ainda inédita série sci-fi “3%”, que será lançada no final do ano. Além de produzir, Padilha deve dirigir o primeiro episódio da atração, cuja 1ª temporada terá 10 episódios.

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    Amazon renova Bosch para sua 3ª temporada

    3 de abril de 2016 /

    O site de streaming Amazon encomendou a 3ª temporada da série policial “Bosch”, baseada no livros de detetive “Harry Bosch”, escritos por Michael Connelly. A renovação aconteceu um mês após a disponibilização da 2ª temporada. Embora não divulgue dados, como o Netflix, a Amazon afirma que “Bosch” representa uma de suas maiores audiências, ocupando o 2º lugar entre as séries mais vistas de sua plataforma digital, atrás apenas de “The Man in the High Castle”. O personagem Harry Bosch já apareceu em 19 livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”). Focada num detetive de Los Angeles (Titus Welliver, da série “Lost”) e inspirado em clássicos do cinema noir, “Bosch” já mostrou o protagonista investigando o assassinato de um produtor de Hollywood, que lavava dinheiro para a máfia, e perseguindo um serial killer. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”), Lance Reddick (série “Fringe”) e Sarah Clarke (saga “Crepúsculo”). “Bosch” é a terceira série da Amazon a garantir uma 3ª temporada. As anteriores foram as comédias premiadas “Transparent” e “Mozart in the Jungle”. Mas, apesar da popularidade nos EUA, a atração permanece inédita no Brasil, onde o Amazon ainda não disponibilizou seu serviço de streaming.

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  • Série

    Shemar Moore deixa a série Criminal Minds

    28 de março de 2016 /

    O ator Shemar Moore deixou a série “Criminal Minds”. O intérprete do Agente Derek Morgan esteve presente nos 252 episódios da série, até o mais recente episódio, exibido na última quarta-feira (23/3) nos Estados Unidos, que marcou sua despedida. Na trama, após quase morrer, Morgan tem uma conversa séria com a namorada grávida e lhe propõe o casamento, decidindo-se a mudar de vida para se dedicar à família. A rede americana CBS explicou, em comunicado, que a saída do ator se deve a prioridades pessoais. A produtora Erica Messer reagiu à saída com tristeza: “Todos nós que fazemos parte de ‘Criminal Minds’ estamos tristes por dizer ‘até logo’ ao agente Derek Morgan e é ainda mais triste que o nosso amigo Shemar Moore não esteja mais nas gravações conosco. Temos amor e respeito por ele e pela sua escolha, mas isso não significa que não estejamos muito, muito tristes.” “É uma experiência estranha”, Moore diz ao site The Hollywood Reporter. “Eu passei 11 anos com um grupo de pessoas, e é uma coisa estranha me afastar – mas eu fiz isso em meus termos e da maneira certa.” “Criminal Minds” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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    Roteirista de Tropa de Elite vai trabalhar na série de José Padilha sobre a Operação Lava-Jato

    22 de março de 2016 /

    Ex-capitão do BOPE e comentarista de segurança pública da TV Globo há seis anos, Rodrigo Pimentel vai trocar a televisão brasileira pela produção de séries americanas. Ele irá trabalhar no novo projeto do diretor José Padilha, ajudando a escrever o roteiro de uma série sobre a Operação Lava-Jato. Segundo adiantou a coluna Radar, do site da revista Veja, o projeto seria para o Netflix. O serviço de streaming já possuiu uma relação profissional com Padilha, inaugurada com a bem-sucedida série “Narcos”, produzida pelo cineasta brasileiro. Rodrigo Pimentel também já foi parceiro de outros trabalhos de Padilha, tendo aparecido no documentário “Ônibus 174” (2002), do qual se tornou produtor associado, e escrito o livro “Elite da Tropa”, que inspirou o filme “Tropa de Elite” (2007). Ele também coescreveu, com Padilha e Bruno Mantovani, o roteiro do longa de 2007 e a história de sua continuação, “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010). Muitos acreditam, inclusive, que ele seja a inspiração do lendário Capitão Nascimento.

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    Ripper Street chega ao fim após a exibição da 5ª temporada

    19 de março de 2016 /

    A série britânica “Ripper Street” vai acabar em sua 5ª temporada, que está atualmente sendo gravada. O anúncio foi feito pelo serviço de Streaming da Amazon, que exibe a produção. Originalmente produzida pela rede britânica BBC, a série chegou a ser cancelada após o final de sua 2ª temporada na televisão, mas acabou resgatada pela Amazon, que produziu sua 3ª temporada e se surpreendeu com a repercussão. A Amazon não divulga números, mas segundo o site Deadline a audiência foi maior que a de algumas séries da TV aberta americana, tornando-se o maior sucesso da plataforma digital. Assim, a atração foi renovada por mais dois anos. Passada em Londres no fim do século 19, “Ripper Street” acompanha a equipe policial formada após a onda de terror causada pelo assassino Jack, O Estripador. Neste contexto, entram em ação os investigadores da H Division, que têm diante de si novos desafios criminais, adaptados da era de ouro da literatura de mistério. O elenco traz Matthew Macfadyen (“Os Três Mosqueteiros”), Adam Rothenberg (“Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”), Jerome Flynn (série “Game of Thrones”) e MyAnna Buring (série “Downton Abbey”). As gravações dos episódios da última temporada já tiveram início em Dublin, na Irlanda, e a previsão é que os derradeiros episódios serão disponibilizados entre o final do ano e o começo de 2017.

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