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    F.B.I.: Nova série do criador de Law & Order ganha imagens e primeiro trailer

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “F.B.I.”, nova série procedimental do veterano produtor Dick Wolf, criador das franquias “Law & Order” e “Chicago”. Cada episódio vai contar um caso diferente resolvido pela equipe de agentes federais da atração, e a prévia já mostra de forma rápida os clichês do primeiro, com a vantagem de chegar à resolução em 4 minutos. Apesar de seu destaque evidente no trailer, a atriz Connie Nielsen (a mãe da Mulher-Maravilha no cinema) não tem seu nome incluído entre os protagonistas apresentados no vídeo. A razão disso se deve à sua saída da produção, após a gravação do piloto. O papel da chefe dos protagonistas ainda não foi reescalado. Infelizmente, a saída de Connie Nielsen significa que o episódio inaugural, dirigido por Niels Arden Oplev (“Além da Morte”), precisará ser todo ou parcialmente regravado. Assim, o trailer pode não ser realmente representativo do tom da produção. Além disso, a perda da atriz mais famosa aumentou ainda mais o protagonismo de Missy Peregrim, que volta ao serviço policial após estrelar seis temporadas de “Rookie Blue”. Ao menos, acumulou experiência, porque não é mais uma novata, mas uma agente de campo. A ênfase dada a sua personagem no vídeo divulgado praticamente transforma todos os demais em coadjuvantes – vividos por Zeeko Zaki (série “Valor”), Jeremy Sisto (que chegou a estrelar a “clássica” “Law & Order”) e Ebonee Noel (série “Still Star-Crossed”). A estreia de “F.B.I.” vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Pauley Perrette afirma ter sido agredida e pressionada a não falar nada após sair de NCSI

    15 de maio de 2018 /

    A atriz Pauley Perrette publicou mensagens enigmáticas em seu Twitter, após sair da série “NCIS”. Os posts deixam no ar as razões que a levaram a abandonar a atração. Ao que parece, sua despedida da série não foi tão tranquila quanto parecia. Em seu Twitter, a atriz disse ter sido agredida várias vezes e pressionada a ficar em silêncio. “Eu me recusei a descer o nível, é por isso que nunca disse publicamente o que aconteceu. Mas há artigos de tabloides por aí contando mentiras sobre mim. Se você acredita nelas, por favor me deixe em paz. Você claramente não me conhece”, escreveu ela na primeira de quatro mensagens que começaram a ser postadas no último sábado (12/5). “Há uma máquina me mantendo em silêncio e alimentando histórias falsas sobre mim”, continuou Pauley, no segundo tuíte. “Uma máquina publicitária muito rica e poderosa. Sem moral, sem obrigação para com a verdade, e eu fico aí, lendo mentiras, tentando proteger a minha equipe, tentando permanecer calma. Ele fez isso”, completou ela, sem especificar quem seria o “ele” a quem ela se refere. O terceiro post sugeriu que a história por trás de seus comentários poderá em breve se tornar pública. “Talvez eu esteja errada por não revelar tudo, contar a história, a verdade. Eu sinto que tenho que proteger a minha equipe, empregos e tantas pessoas. Mas a que preço? Eu não sei. Saiba que eu estou tentando fazer a coisa certa, mas talvez ficar em silêncio não seja o certo quando há um crime”. Em seguida, ela abordou as agressões: “Eu tenho apoiado projetos antibullying desde sempre. Mas agora eu sei como é isso porque foi comigo. Se é na escola ou no trabalho, onde você pode recorrer? É horrível. Eu fui embora. Várias agressões físicas. Eu realmente entendo agora. Fiquem seguros. Nada vale mais do que a sua segurança. Conte a alguém”. Pauley Perrette se despediu oficialmente de “NCIS” no episódio que foi ao ar na TV americana na terça-feira passada, dia 8 de maio, após 15 anos vivendo a investigadora forense Abby Sciuto na série. O visual gótico da personagem era o principal diferencial da série, criada na esteira do sucesso de “CSI”, em 2003. Recentemente, a atriz foi eleita a intérprete mais querida da TV americana. “NCIS” foi renovada para sua 16ª temporada, que será a primeira sem a presença de Abby (Perrette). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN. I refused to go low, that's why I've never told publicly what happened. But there are tabloid articles out there that are telling total lies about me. If you believe them? Please leave me alone. You clearly don't know me. (Sorry guys, had to be said) — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 Maybe I'm wrong for not "spilling the beans" Telling the story, THE TRUTH. I feel I have to protect my crew, jobs and so many people. But at what cost? I.don't know. Just know, I'm trying to do the right thing, but maybe silence isn't the right thing about crime. I'm… Just… ? — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 There is a "machine' keeping me silent, and feeding FALSE stories about me. A very rich, very powerful publicity "machine". No morals, no obligation to truth, and I'm just left here, reading the lies, trying to protect my crew. Trying to remain calm. He did it. — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 I've been supporting ant-bullying programs forever. But now I KNOW because it was ME! If it's school or work, that you're required to go to? It's horrifying. I left. Multiple Physical Assaults. I REALLY get it now. Stay safe. Nothing is worth your safety. Tell someone. — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018

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  • Filme

    Consagrado em Cannes, novo filme de Spike Lee ganha trailer divertido, político e provocante

    15 de maio de 2018 /

    A Focus Features divulgou oito fotos e o primeiro trailer de “BlacKkKlansman”, novo filme de Spike Lee, que foi aplaudido de pé no Festival de Cannes 2018. A prévia mostra o tom bem-humorado, mas também bastante provocante, com que o diretor aborda sua trama polêmica. “BlacKkKlansman” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que verídica, em que um policial afro-americano do Colorado se infiltra em suas fileiras, em plenos anos 1970. Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”) foi o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs, mas mesmo depois de ser aceito como detetive, continuou sendo assediado pelos colegas da corporação. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele terá que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisa ser o “policial certo”, como ele define na prévia: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”), com motivos para odiar neonazistas. A dupla consegue penetrar na perigosa organização e uma das sacadas do trailer é demonstrar como o discurso de extrema direita é persuasivo. Uma das cenas mostra os seguidores da KKK repetindo slogans do líder da organização, David Duke (vivido por Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”), como “America first” (que significa colocar os interesses dos Estados Unidos acima dos demais países), que alimentaram a campanha eleitoral do presidente Donald Trump. Não por acaso, o filme se encerra com imagens documentais dos confrontos entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, no ano passado, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre o evento, em que o presidente americano afirmou existir “algumas boas pessoas” entre os racistas. Este final rendeu uma salva catártica de palmas para a projeção, no Festival de Cannes. Spike Lee pretende lançar o filme nos Estados Unidos em agosto, na data que marca um ano da marcha em Charlottesville. No Brasil, porém, a estreia foi agendada apenas para novembro.

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  • Série

    The InBetween: Série de investigação mediúnica ganha primeira foto

    14 de maio de 2018 /

    A rede americana NBC divulgou a primeira foto de “The InBetween”, nova série de investigação mediúnica. A série gira em torno de Cassie Bishop (Harriet Dyer, da série australiana “No Activity”), que nasceu com um dom, embora prefira chamá-lo de uma maldição. Ela pode ver e se comunicar com os mortos, ajudando-os com seus problemas não resolvidos, quer ela goste ou não. Quando um amigo policial de longa data, o Det. Tom Hackett, e seu novo parceiro, o ex-agente do FBI Damien Asante, pedem sua ajuda para resolver um assassinato enigmático, Cassie concorda em usar suas habilidades. Apesar de sua resistência inicial, ela encontra uma maneira de manter seus demônios afastados, ao mesmo tempo em que passa a resolver alguns dos casos mais desafiadores da cidade. A escalação final do elenco foi mantida em segredo para não revelar a saída do ator Paul Blackthorne de “Arrow”. O antigo intérprete de Quentin Lance na série do Arqueiro Verde vai continuar do lado da lei, no papel do Detetive Hackett. Já o agente Asante ganhou interpretação de Yusuf Gatewood (o Vincent de “The Originals”) no piloto, mas o papel teria sido reformulado e deve ser reescalado. O elenco ainda inclui Anne-Marie Johnson (série “As Visões da Raven”), Cindy Luna (série “The Last Ship”) e Chad James Buchanan (série “Star”). A atração foi desenvolvida por Moira Kirland, que, por coincidência, também foi roteirista-produtora de duas séries de temática similar: “The Dead Zone” (2002-2007) e “Medium” (2005–2011). Além dessas referências, a trama parece possuir semelhanças com “Ghost Whisperer” (2005-2010). “The InBetween” vai estrear apenas na midseason, no começo de 2019.

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  • Série

    CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries

    13 de maio de 2018 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.

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  • Série

    Man with a Plan, Life in Pieces e Instinct são renovadas

    12 de maio de 2018 /

    Além da renovação de “Criminal Minds”, a rede CBS comunicou o retorno das comédias “Man with a Plan” e “Life in Pieces”, além da série policial “Instinct”, tão genérica que chegou a copiar a trama de um episódio de “Bones”. Novata da turma, lançada em março, “Instinct” foi alardeada como o primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay. Baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”), a série gira em torno do Dr. Dylan Reinhart (Alan Cumming, da série “The Good Wife”), um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Mas, apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa criada por Michael Rauch (roteirista-produtor de “Royal Pains”) é bastante convencional, alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um detetive da polícia (Bojana Novakovic, de “Eu, Tônia”) e um assistente amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, do casal de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Com 7,8 milhões de telespectadores, “Instinct” poderia ser considerado mais um sucesso policial do canal, mas a baixa pontuação de 0,8 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) revela outra obviedade: que o público que acompanha séries de fórmulas batidas é bem mais velho que o desejado. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Também estreante, “Man with a Plan” encerrou sua 1ª temporada na segunda (7/5) com 5,7 milhões de telespectadores e 0,98 ponto na demo. A série marcou a volta de Matt LeBlanc (o eterno Joey de “Friends”) para a TV aberta, após o cancelamento de “Episodes”. Trata-se de um sitcom tradicional com claque, centrada num homem que começa a passar mais tempo em casa. A diferença é que a prévia revela mais cenários que a sala da família que costuma ser o centro desse tipo de produção. Na trama desenvolvida pelo casal Jeff & Jackie Filgo (produtores de “That ’70s Show”), LeBlanc vira dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher (Liza Snyder, de “Yes, Dear”) resolve aceitar um emprego, apenas para descobrir como a vida doméstica é difícil. Veterana do trio, “Life in Pieces” foi renovada para sua 4ª temporada com 6,5 milhões de telespectadores e 1,1 ponto na demo. Criada pelo roteirista/produtor Justin Adler (série “Less Than Perfect”), gira em torno de uma família enorme, em que todos se atrapalham. O que evita os lugares mais comuns é o elenco, grandioso em mais de um sentido, já que inclui os veteranos Dianne Wiest (“O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra”) e James Brolin (“Carros Usados, Vendedores Pirados!”), além de atores conhecidos como Colin Hanks (série “Fargo”), Betsy Brandt (série “Breaking Bad”), Thomas Sadoski (série “The Newsroom”) e Zoe Lister Jones (série “Friends with Better Lives”).

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    Criminal Minds é renovada para a 14ª temporada

    12 de maio de 2018 /

    A rede americana CBS anunciou a renovação da longeva série policial “Criminal Minds” para sua 14ª temporada. O suspense criado, após a série veterana não ser incluída no anúncio de renovação coletiva da programação do canal, chegou a preocupar os fãs. Os receios eram motivados pelos problemas de bastidores da atração, que na temporada retrasada demitiu o ator principal, Thomas Gibson, por mau comportamento. Sem Aaron Hotchner, o personagem de Gibson, a 13ª temporada que se encerrou em abril perdeu quase 2 milhões de telespectadores, atingindo uma média de 5,7 milhões ao vivo, com 0,99 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por conta disso, rumores sugerem que a renovação aconteceu com o objetivo específico de encerrar a série, que acabaria numa temporada mais curta de apenas 13 episódios. Detalhes sobre a duração e outras peculiaridades da renovação serão revelados pela CBS na quarta-feira (16/5), durante a apresentação de sua programação completa para o outono norte-americano nos chamados Upfronts televisivos.

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    The Crossing, Deception, Kevin (Probably) Saves the World e Alex, Inc são canceladas na 1ª temporada

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC cancelou quatro séries recém-lançadas. Os dramas “The Crossing” e “Deception” e as comédias “Kevin (Probably) Saves the World” e “Alex, Inc” não voltarão para uma 2ª temporada. Ainda em exibição, “The Crossing” e “Deception” até tiveram boas estreias, entre as melhores da ABC em três anos. A primeira abriu 5,4 milhões de telespectadores ao vivo e 1,0 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) no começo de abril, mas a trama repleta de clichês do gênero sci-fi não segurou o público, que caiu para 3,6 milhões e 0,5 ponto. Criada por Dan Dworkin e Jay Beattie (da série “Scream”), “The Crossing” trazia Steve Zahn (série “Treme”) como o xerife de uma cidadezinha que tem que lidar com a chegada de refugiados em sua praia. De forma misteriosa, eles aparecem sem barco e dizendo fugir de uma guerra devastadora. O detalhe é que a guerra só vai acontecer no futuro. Para completar, alguns deles começam a demonstrar superpoderes. “Deception” tinha mais público, mas experimentou uma queda maior, de 5,9 milhões de telespectadores ao vivo e 1,2 ponto na demo para 3,9 milhões e 0,7 ponto. A trama girava em torno de um mágico famoso, chamado Cameron Black, que decide ajudar o FBI a resolver um mistério e logo passa a solucionar um caso por semana, usando os truques e segredos de sua profissão como guia para a resolução de crimes impossíveis. Criada por Chris Fedak (criador de “Chuck”), a ideia remete a “Truque de Mestre” (2013), além de evocar a interação volátil entre um leigo presunçoso e uma policial/agente federal sexy, que é o lugar-comum de “The Mentalist” (2008-2015), “Castle” (2009–2016), “Limitless” (2015–2016), “Rosewood” (2015-2017), “Lucifer” (2015-) e inúmeras outras séries de procedimento. O mágico é vivido por Jack Cutmore-Scott (“Kingsman: Serviço Secreto”) e a agente sexy por Ilfenesh Hadera (“Baywatch”). Já as comédias nunca flertaram com a possibilidade de renovação. Estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”), “Kevin (Probably) Saves the World” começou com 4,2 milhões telespectadores e 1 ponto, desabando episódio a episódio, até terminar em março com 2,5 milhões e 0,7 – a pior audiência dentre as séries de comédia do canal. Na trama, Kevin era um divorciado fracassado que passa a ser assediado por uma mulher que só ele vê. Dizendo ser do céu, ela afirma que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para cumprir seu destino, precisará melhorar de atitude e de vida. Curiosamente, a premissa foi concebida por Tara Butters e Michele Fazekas, que já tinham produzido uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida – e cultuada – série “Reaper” (2007–2009). Por fim, “Alex, Inc” estreou em março com 4,6 milhões de telespectadores e 1,12 ponto, mas seu episódio mais recente foi visto por 3 milhões e registrou 0,7 na demo. A série marcou a volta de Zach Braff à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. E era basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Apesar dessa semelhança, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”.

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  • Música

    Johnny Depp teria agredido integrante da produção no set de seu novo filme

    11 de maio de 2018 /

    O ator Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) foi acusado de agredir um integrante da produção de “City of Lies”, durante filmagens no centro de Los Angeles. A denúncia foi publicada pelo site Page Six, versão online da coluna de fofocas do jornal New York Post. Uma testemunha ouvida pelo site revelou que o Depp tinha bebido e fumado o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Os problemas começaram quando Depp resolveu assumir a direção de uma cena que tinha figuração de dois amigos dele, escalados como um policial e um morador de rua. “Os amigos de Johnny estavam na cena e isso acabou se tornando muito mais do que deveria ter sido”, revelou a fonte. Uma rua do centro de Los Angeles foi fechada para as gravações, mas o horário permitido para o fechamento acabou extrapolado, porque Depp insistia em refilmar a cena diversas vezes. Quando um gerente de locação informou ao diretor do filme, Brad Furman, que a cena tinha que ser encerrada, o cineasta teria reclamado: “Diga isso a Johnny Depp!”. O gerente de locação teria, então, dirigido-se ao ator para a avisá-lo: “Esta é a última tomada”. Mas a reação de Depp foi de irritação. Ele teria batido no rosto do funcionário. “Ele estava a 15 cm de distância, gritando: ‘Quem é você? Você não tem direito!’, disse a testemunha. Quando o integrante da equipe disse ao ator “Eu estou apenas fazendo meu trabalho”, Depp teria tentado socar as costelas dele e gritado “Eu te dou US$ 100 mil para me dar um soco agora!” O funcionário atordoado ficou parado, até que Depp foi finalmente retirado do local. Segundo a pubilicação, o representante de Depp não quis comentar o caso. Já o diretor Brad Furman afirmou que o incidente foi exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Anteriormente conhecido como “LAbyrinth”, “City of Lies” acompanha a investigação policial do assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, mesmo tema da recém-finalizada série “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes, entrando em choque com a polícia da cidade. A trama tem como base o livro de Randall Sullivan intitulado “Labyrinth: A Detective Investigates the Murders of Tupac Shakur and Notorious B.I.G., the Implication of Death Row Records’ Suge Knight, and the Origins of the Los Angeles Police Scandal”. O título de fôlego é autoexplicativo, mostrando também que a trama envolverá o empresário Suge Knight, dono da Death Row Records, gravadora criada em sociedade com Dr. Dre, que produzia os discos de Tupac. Além da série citada, parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). O roteiro foi escrito pelo ator Christian Conteras, que estreia na função em longa-metragens. Ele trabalhou como ator no filme mais recente de Furman, “Conexão Escobar”. Entre seus trabalhos mais recentes, Johnny Depp também dublou Sherlock Gnomes na animação “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim”, que estreia no Brasil em 31 de maio, e viveu o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, com lançamento marcado para 15 de novembro.

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  • Série

    Série dramática mais antiga da TV, Law & Order: SVU é renovada para a 20ª temporada

    10 de maio de 2018 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação da série “Law & Order: SVU” para sua 20ª temporada. “Law & Order: SVU” é a série dramática mais antiga ainda em produção na TV americana, já tendo ultrapassado seu 400º capítulo. Apenas Mariska Hargitay permanece na atração desde o primeiro episódio, como a detetive, ou melhor, a agora tenente Olivia Benson. Mas mesmo após quase duas décadas de exibição, a série lançada em 1999 mantém números invejáveis de audiência, com uma média de 5,9 milhões de telespectadores, a mesma de “Chicago Fire”, sucesso que lançou outra franquia do mesmo produtor, Dick Wolf. Com a renovação, o spin-off iguala a longevidade da série original. O primeiro “Law & Order” também durou 20 temporadas, exibidas entre 1990 e 2010. Apenas outra série dramática teve 20 temporadas na TV americana: “Gunsmoke”, que foi sucesso de 1955 a 1975. Dick Wolf, que esperava superar a marca de “Gunsmoke” com “Law & Order”, cancelada na véspera de quebrar o recorde, terá nova chance de fazer história caso “Law & Order: SVU” conquiste outra renovação no ano que vem.

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  • Série

    Trailer revela clima tenso da 3ª e última temporada de Shades of Blue

    6 de maio de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “Shades of Blue”, série policial estrelada por Jennifer Lopez. A prévia revela o clima tenso do desfecho, que culmina com o testemunho da protagonista, revelando os crimes dos colegas policiais num tribunal. Criada pelo roteirista Adi Hasak, autor dos thrillers de ação “Dupla Implacável” (2010) e “3 Dias Para Matar (2014), a série marcou a volta de Lopez à TV após 20 anos – ela foi lançada como dançarina no programa humorístico “In Living Colour” nos anos 1990. A experiência só não vai durar mais devido à agenda lotada da atriz, que não está dando conta de seus compromissos – entre eles, o especial musical “Bye Bye Birdie”, dois filmes, o reality show “World of Dance” e uma residência de shows em Las Vegas, a ser finalizada em setembro. Além de estrelar a série, Lopez também é produtora executiva de “Shades of Blue”, em parceria com Ryan Seacrest, apresentador do “American Idol”, programa de calouros que teve Lopez como jurada. Os 10 episódios finais estrearão em 17 de junho nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.

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  • Série

    Jogos Sagrados: Primeira série indiana da Netflix ganha teaser legendado

    4 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Jogos Sagrados” (Sacred Games), sua primeira série indiana. Baseada no best-seller homônimo de Vikram Chandra, a trama parte de um suicídio para mergulhar numa intrincada rede de crime organizado, corrupção, política e espionagem que movimentam os bastidores da economia indiana. Ambientada em Mumbai, entrelaça diferentes mundos, de Bollywood às favelas, que se embaralham ao longo de uma investigação policial. A ação acompanha Sartaj Singh (Saif Ali Khan, de “Detonando na Índia”), um experiente e cínico policial de Bombaim, que recebe uma dica anônima, que lhe promete a oportunidade de capturar o poderoso Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui, de “Lion”), chefão da G-Company, a máfia indiana. Mas conforme Sartaj cerca sua presa, fica claro que os dois estão envolvidos num cenário muito maior, que se expande para além de sua cidade. Falada em hindi e inglês, a série foi produzida em parceria com a Phantom Films, uma das mais importantes produtoras locais, e desenvolvida por seus fundadores, os cineastas Anurag Kashyap (“Gangues de Wasseypur”) e Vikramaditya Motwane (“Udaan”). “Jogos Sagrados” será disponibilizada para os assinantes Netflix do mundo todo, a partir de 6 de julho de 2018.

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  • Filme

    Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera

    24 de abril de 2018 /

    Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ​​ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT

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