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  • Filme

    Covil de Ladrões: Gerard Butler caça assaltantes em trailer de novo filme de ação

    27 de dezembro de 2017 /

    A STX divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer final de “Covil de Ladrões” (Den of Thieves), filme de ação que traz Gerard Butler (em cartaz com “Tempestade: Planeta em Fúria”) atrás de assaltantes. A prévia pode ser resumida numa frase (sem legendas) de seu personagem policial ao deter um dos criminosos: “Você acha que é bandido? Nós é que somos”. O filme marca a estreia na direção de Christian Gudegast, roteirista de “O Vingador” (2003) e “Invasão a Londres” (2016), e acompanha uma gangue de assaltantes de bancos, que se torna prioridade e passa a ser investigada pela equipe mais bem-sucedida da polícia, também conhecida por seus métodos brutais. Butler lidera os “bandidos de distintivo”, como ele próprio define, enquanto os criminosos são vividos por Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Curtis “50 Cent” Jackson (série “Power”) e O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”). “Covil de Ladrões” estreia em 19 de janeiro nos cinemas americanos e apenas em 8 de março no Brasil.

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  • Etc

    Sylvester Stallone é acusado de estupro pela segunda vez

    20 de dezembro de 2017 /

    Uma nova acusação de abuso sexual contra o ator Sylvester Stallone veio à tona. Segundo o site TMZ, uma mulher que não foi identificada registrou um boletim de ocorrência na polícia de Santa Monica, na Califórnia, denunciando um estupro ocorrido no começo dos 1990 no escritório de Stallone. O advogado Martin Singer, que também defende o diretor Brett Ratner de denúncias de assédio, disse ao site TMZ que se trata de mentira e que irá processar a acusadora. A polícia investigará e apresentará a denúncia ao Ministério Público para decidir se há o suficiente para processar. O tempo previsto para prescrição de agressão ou violência sexual na Califórnia é de 10 anos, mas no ambiente atual a polícia está investigando todas as alegações de má conduta sexual. Mas, como se passaram 27 anos, o rastreamento de provas potenciais ou testemunhas pode resumir o caso a uma disputa de versões. Stallone nega a alegação. Ele admite que passou três dias com a acusadora durante uma filmagem de 1987 em Israel. Ele afirma que estava solteiro e ela não era menor. E garante que nunca houve estupro. Ele também nega que a tenha visto novamente em 1990, conforme seria o caso da acusação. A notícia chega um mês depois de Stallone ser acusado por uma mulher de estupro em 1986, quando seria menor. Sobre a primeira acusação, a porta-voz de Stallone, Michelle Bega, afirmou que os eventos alegados “nunca aconteceram”. Ela disse: “Esta é uma história ridícula, categoricamente falsa. Ninguém estava ciente dessa história até que ela foi publicada, incluindo o Sr. Stallone. Em nenhum momento o Sr. Stallone foi contatado por autoridades ou qualquer outra pessoa sobre este assunto. Isso nunca aconteceu.” A acusação de novembro mencionava a existência de um boletim de ocorrência policial, datado de julho de 1986, em que Sylvester Stallone e seu guarda-costas foram acusados de coagir sexualmente e agredir uma jovem de 16 anos em Las Vegas. Na época em que a jovem teria sido abusada, Stallone tinha 40 anos e filmava “Falcão – O Campeão dos Campeões” (1987). Ela o procurou no lobby do hotel atrás de seu autógrafo e acabou convidada para ir a seu quarto no Hilton de Las Vegas. Segundo a denúncia, a garota teria sido obrigada a fazer sexo e, depois, o ator teria sugerido que outro homem se juntasse ao ato. Este segundo suspeito é o guarda-costas de Stallone, que estava no banheiro do quarto de hotel. Ao fim, a garota, que não foi identificada, declarou que Stallone ameaçou bater em sua cabeça caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém.

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  • Filme

    Jornalista denuncia Lars von Trier por obrigar funcionárias a se despirem na sua frente

    20 de dezembro de 2017 /

    O cineasta dinamarquês Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”) foi alvo de mais uma denúncia. A jornalista Anne Lundtofte descreveu, em artigo publicado pela revista The New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. “Era como um ritual de iniciação. Você só entrava na comunidade deles de verdade quando se despia na frente de Lars ou Peter”, descreveu. Segundo Lundtofte, até críticos e jornalistas (como ela) que queriam chegar perto da equipe de produção tinham que passar pelo ritual: “Eu fiz isso, e me arrependo. Na época, só me importava com a minha reportagem”. Mas uma funcionária não quis se submeter. E então Jenson a ameaçou com demissão, caso não entrasse na piscina com ele. Ela não aceitou a pressão e o texto descreve como o produtor saiu gritando para que demitissem a “bitch”. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Lars Von Trier também foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio. Trier lança seu próximo filme, “The House That Jack Built”, em 2018. O suspense conta com astros como Riley Keough, Uma Thurman e Matt Dillon no elenco.

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  • Filme

    BBC prepara documentário sobre o escândalo sexual de Harvey Weinstein

    18 de dezembro de 2017 /

    A BBC anunciou que produzirá um documentário sobre a carreira e os escândalos sexuais de Harvey Weinstein. A direção está a cargo de Ursula MacFarlane, que comandou o documentário “Charlie Hebdo: Three Days That Shook Paris”, sobre o assassinato dos humoristas da revista francesa Charlie Hebdo. O filme retratará a ascensão e a queda de um dos produtores mais poderosos de Hollywood, além de trazer entrevistas com atrizes que foram vítimas de seus ataques, ao longo de quatro décadas. Entre as depoentes confirmadas estão Rose McGowan e Paz de la Huerta, que dizem ter sido estupradas por Weinstein. Em comunicado, os produtores executivos do documentário, Simon Chinn e Jonathan Chinn comentaram: “Ao contar a história extraordinária da ascensão e queda de Weinstein, o filme pretende chegar nas maiores questões que estão no centro do escândalo: como ele manteve o comportamento por tanto tempo, o que sua história revela sobre os homens poderosos que trabalham em Hollywood e outros lugares, e como este é um momento fundamental para discutir o tratamento das mulheres no local de trabalho”. Ainda não há previsão para o lançamento da produção. Mais de 100 mulheres acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro. Após Ashley Judd tomar coragem para se tornar a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Mia Sorvino e Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com relatos de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

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  • Etc

    Polícia de Los Angeles investiga nova acusação de abuso sexual de Polanski nos anos 1970

    13 de dezembro de 2017 /

    A polícia de Los Angeles abriu uma nova investigação contra o cineasta Roman Polanski, acusado de abusar sexualmente de uma garota em 1975, quando ela tinha apenas 10 anos, segundo a agência Associated Press. Oficiais ouvidos pela agência afirmam que, apesar de o crime já ter prescrito, a polícia pode usar evidências para ajudar em outros casos. A vítima em questão, a artista Marianne Barnard, procurou a polícia em outubro, afirmando que o diretor a molestou durante uma sessão de fotos mais de quatro décadas atrás, ao lhe pedir que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. O advogado de Polanski, Harland Braun, afirmou ter contratado um investigador para conversar com os pais de Marianne. “Acredito que uma investigação competente da polícia de Los Angeles vai provar que a história toda é falsa”, disse. Polanski é considerado foragido da justiça americana desde 1978, quando ele fugiu para a França em meio a um julgamento por abuso sexual de uma garota de 13 anos. A vítima, Samantha Geimer, pediu ao juiz que encerrasse o caso em junho deste ano, afirmando que não queria que sua família sofresse mais por causa da situação, mas teve o pedido negado. Recentemente, mais três mulheres acusaram o diretor de estupro nos anos 1970, quando eram menores.

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  • Série

    The Oath: Série criminal com Sean Bean, Ryan Kwanten e Katrina Law ganha primeiro trailer

    2 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming Crackle divulgou o primeiro trailer da nova série criminal “The Oath”. A prévia revela o bom elenco e o clima tenso da produção, que explora o mundo das gangues de policiais, sociedades corruptas e secretas que fazem de tudo para permanecer impunes. O elenco inclui Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”), Ryan Kwanten (o Jason Stackhouse de “True Blood”), Katrina Law (a Nyssa al Ghul de “Arrow”), Arlen Escarpeta (o príncipe Ess de “The Magicians”), Elisabeth Röhm (a Allison Shaw de “The Last Ship”), Joseph Julian Soria (o Marco de “Animal Kingdom”) e Cory Hardrict (“Sniper Americano”). A série foi criada por Joe Halpin (roteirista de “Havaii Five-0”), que anteriormente trabalhou como policial infiltrado para o departamento de narcóticos em Los Angeles, e tem produção de Curtis Jackson (“Power”), também conhecido como o rapper 50 Cent. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “The Oath” estreia em 8 de março. Saiba aqui como assistir ao Crackle no Brasil.

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  • Série

    Netflix vai distribuir sua primeira série chinesa

    1 de dezembro de 2017 /

    A plataforma digital Netflix vai distribuir a sua primeira série chinesa, “Day and Night”, após assinar um acordo com o Youku, equivalente chinês do YouTube, que pertence ao gigante do comércio eletrônico Alibaba. “Estamos orgulhosos de nos associar com a Netflix neste acordo de distribuição inovador”, afirmou Yang Weidong, presidente do Youku, em comunicado divulgado na quinta-feira (30/11). “A indústria cultural está vivendo um forte crescimento na China e acho que a exportação de conteúdo de alta qualidade vai ajudar as pessoas ao redor do mundo a entender melhor o poder de atração da China”, acrescentou. “Day and Night” é uma série de suspense de 32 episódios, que tiveram mais de 4 bilhões de visualizações na China desde sua estreia em 30 de agosto. Agora, a produção chinesa será distribuída em mais de 190 países servidos pela Netflix. A trama gira em torno da investigação de um assassinato complexo. O detetive encarregado da investigação é afastado quando revela que seu irmão gêmeo é o principal suspeito, mas acaba recrutado pelo novo investigador como consultor secreto. O título é uma referência aos papéis dos irmãos gêmeos – um ostensivamente justo como o dia, o outro supostamente mal como a noite. Criada por Gu Xiaobai (roteirista do filme “A Árvore do Amor”), a série é estrelada por Yueming Pan (“The Adventures of Wei Bao Bao”) como os dois irmãos.

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  • Etc

    Filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso sofre novo ataque de racismo na internet

    26 de novembro de 2017 /

    Contrariando os que acham que filhos de famosos não sofrem racismo, Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, sofreu o ataque gratuito de uma mulher que se apresenta como socialite nas redes sociais. Com a atenção chamada por seus seguidores, Giovanna respondeu à altura e promete providências criminais. No sábado (25/11), Day McCarthy gravou um vídeo em que chama a filha dos atores de “macaca horrível” com “cabelo de pico de palha”. “A menina é preta, tem um cabelo horrível de pico de palha e um nariz de preto, horrível, e o povo fala que a menina é linda?”, disse a socialite, provocando ira dos internautas. Titi é a terceira criança brasileira que ela ataca. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta do Instagram bloqueada após ter ofendido a filha dos apresentadores Roberto Justus e Ticiane Pinheiro em agosto. No mês passado, o alvo das ofensas foi o filho de Ana Hickmann, Alexandre, de 3 anos. A apresentadora e o marido registraram boletim de ocorrência, em São Paulo. Ao ver o vídeo, Giovanna se pronunciou em seu Instagram. “Bom domingo com amor e a pureza de uma criança. À todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada”, ela resumiu. No ano passado, o casal já tinha prestado queixa na polícia após manifestações racistas contra a menina em seus perfis sociais. Bom domingo com AMOR e a pureza de uma criança ? à todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada ?? Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gio_ewbank) em Nov 26, 2017 às 8:23 PST

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  • Etc

    Atriz de Glee é presa por agressão violenta contra o marido

    26 de novembro de 2017 /

    A atriz e cantora Naya Rivera, conhecida pelo papel de Santana na série “Glee”, foi presa na noite de sábado (25/11), acusada de agressão ao marido, o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). Um vídeo de sua chegada à delegacia foi disponibilizado no Twitter. Veja abaixo. Segundo o site E! News, a atriz teria atingido o marido na cabeça e ferido o lábio dele. Ele não reagiu. Acusada de crime de violência doméstica, Rivera foi liberada após pagamento de fiança feito pelo padrasto, no condado de Kanawha, no estado de West Virginia. A atriz havia pedido o divórcio de Dorsey, com quem se casou em 2014, no final do ano passado, meses depois de revelar ter feito um aborto no início do relacionamento. Mas em outubro deste ano, após um romance com o comediante David Spade (“Gente Grande”), Naya pediu a anulação do divórcio, reatando o relacionamento com Ryan. Enquanto participou de “Glee”, ela ficou marcada por diversas desavenças com os colegas, especialmente Lea Michelle. Durante a série, Rivera namorou Mark Salling, que atualmente está preso por posse de pornografia infantil. Quando ele decidiu terminar o relacionamento, ela riscou seu carro e o atingiu com ovos. Glee actress Naya Rivera arrested on domestic battery charge. Full story on https://t.co/gLqggB15yU pic.twitter.com/YqlflJ23T6 — Kalea Gunderson (@KaleaWCHS) 26 de novembro de 2017

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  • Etc

    Roteirista de Girls é acusado de estupro e acaba defendido por Lena Dunham

    19 de novembro de 2017 /

    A atriz Aurora Perrineau, estrela do filme “Jem e as Hologramas” e filha do ator Harold Perrineau (série “Lost”), acusou um roteirista da série “Girls” de estupro. Ela denunciou Murray Miller à polícia de Los Angeles na última sexta-feira (17/11). Segundo a denúncia, ela conheceu o roteirista em 2013, enquanto estava com amigos. Mais tarde, o grupo foi à casa dele, onde o crime teria ocorrido. Na época, ele tinha 35 anos e ela apenas 17. “Em certo ponto, acordei nua, na cama de Murray. Ele estava em cima de mim, tendo relações sexuais comigo. Em nenhum momento consenti com qualquer contato sexual com Murray”, afirmou. Murray Miller negou o fato e acusou a atriz de tentar lhe extorquir dinheiro, só indo à polícia após ele se recusar a pagar. Seu advogado emitiu a seguinte declaração: “Depois de ser contatado há várias semanas por advogados que, em nome da Srta. Perrineau, procuravam uma substanciosa compensação financeira, a equipe legal do Sr. Miller reuniu várias evidências contradizendo diretamente essas acusações falsas e ofensivas.” A partir deste ponto, a atriz Lena Dunham, estrela e criadora de “Girls”, decidiu entrar na história, escrevendo uma mensagem de apoio ao roteirista, junto da produtora executiva da série, Jenni Konner. “Apesar do nosso primeiro instinto ser o de ouvir as histórias de todas as mulheres, nosso conhecimento da situação de Murray nos deixa confiantes de que, infelizmente, essa acusação se encaixa nos 3% de casos de abuso falsamente denunciados a cada ano”, ela escreveu. O texto foi duramente criticado nas redes sociais e, no sábado, Dunham precisou se retratar. “Eu ingenuamente acreditei que era importante compartilhar a minha perspectiva sobre a situação do meu amigo, já que ela se desenrolou por trás das câmeras nos últimos meses. Eu agora entendo que foi um momento completamente equivocado para fazer uma declaração dessas, e peço desculpas.” Ao site The Wrap, a mãe da atriz, Britanny Perrineau, negou que qualquer pessoa tenha pedido dinheiro a Miller em nome de sua filha ou da família. Esta afirmação seria uma forma do perpetrador mudar a perspectiva da denúncia para se apresentar como vítima. A polícia de Los Angeles está investigando o caso.

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  • Etc

    Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual

    19 de novembro de 2017 /

    O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

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    Sylvester Stallone é acusado de estupro de menor

    17 de novembro de 2017 /

    Um boletim de ocorrência policial, datado de julho de 1986, emergiu em meio aos escândalos sexuais que sacodem Hollywood desde as denúncias contra Harvey Weinstein no mês passado. Nele, Sylvester Stallone e seu guarda-costas são acusados de coagir sexualmente e agredir uma jovem de 16 anos. Apesar da gravidade das acusações, o documento da polícia de Las Vegas registra que a vítima não quis prestar depoimento pois tinha “medo de ser humilhada”, e apenas assinou um formulário. A porta-voz do departamento de polícia de Las Vegas, Laura Meltzer, declarou ao jornal Daily Mail que o documento, ainda que antigo, está de acordo com o padrão do departamento. O jornal britânico ouviu um ex-policial que atuava nesta unidade, e, assim como Meltzer, ele confirmou a autenticidade do documento. Segundo a porta-voz, a investigação não teria sido levada adiante pela falta de provas. Procurado pelo site TMZ, Michelle Bega, representante de Stallone, negou as acusações, dizendo que o ator desconhecia o caso até ele ser publicado na imprensa. “O Sr. Stallone nunca foi procurado pela polícia ou qualquer autoridade para falar sobre este episódio”, disse Michelle. “Essa história é ridícula e totalmente falsa.” Na época em que a jovem teria sido abusada, Stallone tinha 40 anos e filmava “Falcão – O Campeão dos Campeões” (1987). Ela o procurou no lobby do hotel atrás de seu autógrafo e acabou convidada para ir a seu quarto no Hilton de Las Vegas. Segundo a acusação que consta do relatório policial, a garota teria sido obrigada a fazer sexo e, depois, o ator teria sugerido que outro homem se juntasse ao ato. Este segundo suspeito é o guarda-costas de Stallone, que estava no banheiro do quarto de hotel. Ao fim, a garota, que não foi identificada, declarou que Stallone ameaçou bater em sua cabeça caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém. O relatório também registra que a garota estava “chorando e soluçando” durante a descrição do que tinha acontecido.

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  • Etc

    Estúdio de Lars von Trier é investigado pela polícia dinamarquesa após denúncias de assédio sexual

    13 de novembro de 2017 /

    A polícia da Dinamarca abriu investigações sobre o Zentropa, maior estúdio de cinema do país, fundado pelo diretor Lars von Trier, responsável por obras como “Ninfomaníaca” (2013), “Melancolia” (2011) e “Anticristo” (2009). Segundo o jornal local Politiken, nove ex-funcionárias denunciaram o estúdio por conta do ambiente tóxico e “impregnado” por uma cultura abusiva de assédio sexual. “Acho que todos os contratados do Zentropa já foram expostos ou testemunharam condutas sexuais e provocações. Era parte da cultura de lá”, afirmou Meta Louise Foldager Sørensen, uma ex-produtora do estúdio. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês, as ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. De acordo com as vítimas, Jensen teria segurado no seio das funcionárias e até pedido para que elas ajoelhassem e fossem “espancadas”. As vítimas favoritas eram as estagiárias mais jovens, a quem ele adorava humilhar em festas de fim de ano da firma. “Vi muitas mulheres serem diminuídas”, declarou a escritora Anna Mette Lundtofte. “Segundo o slogan do Zentropa, eu fazia parte de uma ‘cultura alternativa de trabalho’, mas na realidade o que encontrei foi uma estrutura patriarcal e defasada.” Peter Aalbaek Jensen, CEO do Zentropa até 2016, detém 25% da empresa junto a Von Trier. Em sua defesa, ele disse que não se lembra de nenhum destes episódios, mas afirmou que eles “provavelmente aconteceram”. Ele também negou que o estúdio tenha uma cultura abusiva. “Estou interessado em testar limites”, justificou ele. “Não em submissão e degradação. Sei que houve momentos em que fui longe demais. E eu aceito isso. A questão é se você é um líder adorado ou não. E eu não fui um líder adorado.” O atual CEO do estúdio, Anders Kjaerhauge, defendeu a empresa e alegou que “esse não é o Zentropa que eu conheço”, mas não descartou mudanças no ambiente de trabalho. Já o diretor Lars Von Trier não se manifestou. Ele foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio.

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