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    Drama racial da diretora de Guerra ao Terror ganha primeiro trailer e fotos

    12 de abril de 2017 /

    A Annapurna divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “Detroit”, drama de época dirigido por Kathryn Bigelow, única mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção. A prévia é tensa, registrando um confronto racial histórico, que abalou a cidade americana do título em 1967. 10º filme da cineasta e o terceiro de sua bem-sucedida parceria com o roteirista Mark Boal, que escreveu seus longas mais recentes – “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012) – , o filme retrata a devastadora revolta popular que tomou conta da cidade de Detroit ao longo de cinco dias, quando uma operação policial e militar sem planejamento originou uma rebelião civil, cresceu para uma batalha campal e deixou um saldo impressionante de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”), Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”), Kaitlyn Dever (série “Justified”), John Krasinski (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Tyler James Williams (série “The Walking Dead”) e Ben O’Toole (“Promessas de Guerra”). A estreia está marcada para 4 de agosto nos EUA, poucos dias após a comemoração do 50º aniversário dos tumultos. Ainda não há previsão para o lançamento nos EUA.

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    Kadu Moliterno processa Luana Piovani após atriz lembrar caso de agressão contra mulher

    12 de abril de 2017 /

    O ator Kadu Moliterno (novela “A Terra Prometida”) entrou com duas ações contra Luana Piovani (“A Mulher Invisível”), após a atriz citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz lembrou que ele foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. Veja o vídeo aqui. Uma das ações foi uma notícia-crime, aberta em uma delegacia, que pode chamar Luana para depor a qualquer momento. A outra é civil e tem caráter indenizatório: Kadu pede R$ 50 mil de reparação financeira por danos morais. “O Kadu tomou duas atitudes, uma delas foi uma ação por dano moral na 7ª Vara Cível, pedindo uma indenização não para ganhar dinheiro fácil de Luana Piovani, mas para que a Justiça a repreenda e ela entenda que não pode exceder o seu direito de manifestação. Ela não pode agredir, ofender”, disse Jonas Tadeu Nunes, advogado que representa o ator, em entrevista para a revista Veja. “O Kadu foi acusado de agressão, mas nada foi provado. O processo ficou suspenso no Juizado de Violência Doméstica porque não foi demonstrada agressão, tratou-se de um desentendimento mútuo do casal. E, nesse caso, prevalece o que se chama de presunção de inocência”, continua Nunes, citando o caso de 2006, quando Ingrid Saldanha, ex-mulher do ator, saiu na capa de Veja afirmando ter sido agredida por ele. “Na delegacia de polícia, o Kadu fez uma notícia-crime, requerendo uma apuração para verificar se de fato ocorreram, por parte da Luana, os crimes de calúnia, difamação e injúria. A polícia pode remeter o caso ao Juizado Especial Criminal ou, se entender que já tem elementos suficientes para apurá-lo, chamar a atriz para depor, além de convocar o Kadu para ratificar a notícia-crime. Na ocasião, pode ser feita uma uma acareação entre eles”, explicou o advogado. De acordo com ele, a ação indenizatória deve levar até um mês para levar Luana a falar — ela primeiro será citada, terá de apresentar uma contestação e então se apresentar em juízo. Já na delegacia, ela pode ser chamada a qualquer momento. Além do fato de Luana acusar Kadu de uma agressão não provada, o advogado contesta a comparação, feita pela atriz no YouTube, entre ele e José Mayer. “Ela dá a entender que ele é reincidente, como se fosse um costumeiro agressor de mulheres. Ao falar do caso do José Mayer, ela comparou um caso de assédio a um de agressão, casos que não têm relação jurídica. Ele nunca assediou ninguém.” Luana Piovani sugeriu que Kadu Moliterno é reincidente porque o ator sofreu outra acusação depois daquela de Ingrid Saldanha. Em 2014, oito anos depois do caso da ex-mulher, ele se viu acusado pela ex-namorada Brisa Ramos. A atriz usou seu perfil do Facebook para afirmar que, em cinco meses de relacionamento, foi agredida três vezes pelo ator.

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    Vera Fischer interpretará delegada em filme sobre o caso Bodega

    10 de abril de 2017 /

    Afastada do cinema há 15 anos, a atriz Vera Fischer vai voltar a estrelar uma produção nacional, vivendo uma delegada num filme sobre uma chacina que teve grande repercussão nos anos 1990. A produção vai reencenar o crime da madrugada de 10 de agosto de 1996, quando homens armados assaltaram e mataram frequentadores da choperia Bodega em Moema, zona zul de São Paulo. Pressionada por uma forte reação da sociedade, que protestou contra a falta de segurança e criou um movimento chamado “Reage São Paulo”, a polícia civil respondeu rapidamente com a prisão de negros e pobres da periferia, anunciando-os como autores dos crimes. A Justiça decretou a prisão preventiva desses jovens, com ampla divulgação da mídia. Todos eles teriam sofrido tortura para confessar. E todos eles eram inocentes. Com o título provisório de “Bodega”, o filme está em fase de captação de recursos. Além de Vera Fischer, que não filmava desde “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), o elenco inclui Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Paulo Miklos (“Carrossel – O Filme”). A direção é de Tristan Aronovich (“Alguém Qualquer”) e José Paulo Lanyi (produtor do vindouro “Real – O Plano por Trás da História”), que também assina o roteiro. “Há muitas razões para fazer esse filme”, diz o diretor Aronovich, em comunicado. “A luta contra a hipocrisia de que não existe preconceito, intolerância e discriminação racial no Brasil; o lado violento e corrompido da polícia; a ode a heróis invisíveis, como o promotor do caso real, Eduardo Araújo da Silva; o gênero thriller policial, investigativo, que é pouco explorado no Brasil; e o roteiro sólido, tão bem escrito. O que está no papel já é um filmaço”, explica. Para Lanyi, o longa trará de volta um debate esquecido sobre as injustiças cometidas naquela época. “Infelizmente, o que aconteceu com aquelas pessoas ainda está presente no dia a dia de tantas outras. Não vamos deixar essa sujeira ficar esquecida debaixo do tapete da história. E será uma abordagem que ajudará a lançar um olhar mais profundo sobre as misérias atuais”.

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    Figurinista que acusa José Mayer de assédio é chamada a depor na polícia

    10 de abril de 2017 /

    A figurinista Susllem Tonani foi chamada a depor na delegacia para falar do assédio sexual que ela denunciou na mídia, praticado pelo ator José Mayer nos estúdios de gravação da Globo, durante a produção da novela “A Lei do Amor”. “Convoquei Susllem Tonani e estou aguardando a sua presença. Tudo vai depender do depoimento dela para que eu possa chamar ou não o ator José Mayer para também falar sobre o caso”, disse Rodolfo Waldeck, titular da 32ª Delegacia Policial do Rio de Janeiro (Taquara), nesta segunda-feira (10/4). O delegado não revelou a data do depoimento da figurinista, mas ele deve acontecer nos próximos dias. Em texto publicado num blog do jornal Folha de S.Paulo, no dia 31 de março, a figurinista acusou o ator José Mayer de assédio sexual. Ela contou que o assédio começou há oito meses durante gravações da novela “A Lei do Amor”, com elogios, que evoluíram para cantadas até chegar ao abuso, com o ator tocando suas partes íntimas sem o consentimento dela. No mesmo dia, aconteceu no Projac um protesto de atrizes e funcionárias da emissora contra o assédio. A TV Globo noticiou no “Jornal Hoje” e no “Jornal Nacional” a manifestação e confirmou a suspensão por tempo indeterminado de José Mayer. Por enquanto o caso é tratado como assédio e depende da denúncia da vítima. Caso Susllem Totani preencha um boletim de ocorrência, a acusação dará início a um inquérito policial, que pode vir a penalizar criminalmente o ator.

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    PT traça estratégia jurídica para usar filme sobre Operação Lava-Jato contra a Operação Lava-Jato

    6 de abril de 2017 /

    O PT pretende aproveitar a produção do filme sobre a Operação Lava-Jato, intitulado “Polícia Federal – A Justiça É para Todos”, para tentar prejudicar a própria Operação Lava-Jato, que investiga a corrupção federal realizada pelo partido político e seus aliados. Para este fim, já traçou uma estratégica jurídica. Na quarta-feira (5/4), três deputados federais do partido anunciaram que entrarão com representações contra agentes da Polícia Federal e contra o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato, devido ao filme. Os parlamentares disseram ter coletado indícios de irregularidades na ligação deles com a produção do longa-metragem, após o produtor Tomislav Blazic e atores relatarem à imprensa visitas à carceragem da PF e acesso ao material da investigação. Orçado em R$ 15 milhões, a produção também teve armas, uniformes, carros, helicóptero e avião cedidos pela Polícia Federal. De acordo com os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP), a representação pleiteando a “responsabilização criminal” dos agentes será protocolada na Procuradoria de Combate à Corrupção, em Brasília, na tarde desta quinta (6/4). Os parlamentares acusam os policiais de praticarem crimes de improbidade administrativa, peculato, abuso de autoridade e prevaricação por conta da ligação com o filme. “No direito público, aquilo que não é permitido, é proibido. Não há base legal para que a PF patrocine um filme que relate uma operação que ainda está em curso”, declarou Damous à imprensa. O deputado informou que o produtor do filme e os atores do elenco da produção serão listadas como testemunhas, “para confirmar ou desmentir as denúncias”. Contra Moro, os deputados pretendem acionar o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O juiz, que havia determinado que não houvesse filmagem da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março do ano passado, teria permitido que as imagens fossem cedidas à equipe do filme. Os deputados citaram uma entrevista do ator Ary Fontoura, que interpreta Lula no filme, na qual ele diz que teve acesso ao vídeo produzido pela PF. Acionado pela defesa de Lula no dia 23 do mês passado, Moro determinou que fosse apurada a responsabilidade criminal dos agentes policiais, e escreveu em despacho que “não cabe a este Juízo impor censura a veículos de comunicação ou mesmo à produção de algum filme”. “Ninguém pediu que ele funcionasse como censor. Pede-se que ele funcione como juiz, e que fizesse obedecer e respeitar as suas próprias determinações judiciais. Ele está incorrendo, no mínimo, em falta disciplinar, o que será apreciado pelo CNJ”, disse o deputado Wadih Damous. Os parlamentares também anunciaram que solicitaram a convocação do ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. “Houve violação do direito à privacidade”, explicou Damous. Os petistas apresentaram ainda requerimentos de pedidos de informação sobre o caso direcionados a Serraglio e ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, protocolados na Câmara entre os dias 17 e 22 de fevereiro, que até o momento não foram respondidos. No fim do mês passado, o deputado Paulo Pimenta apresentou reclamação ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e ao ministro da Justiça, por conta do descumprimento da Lei de Acesso à Informação por conta da PF. Com direção de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis – , o filme tem estreia marcada para 31 de agosto.

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    Advogados de Lula entram com ação contra filme da Lava Jato

    24 de março de 2017 /

    Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva querem impedir a utilização de imagens da condução coercitiva do ex-presidente, que teriam sido gravadas pela Polícia Federal em março de 2016, para a reconstituição dos fatos no filme “Polícia Federal – A Lei é para Todos”, sobre a Operação Lava-Jato. A gravação, de cerca de duas horas, teria sido cedida pela polícia para os produtores darem maior veracidade às filmagens. Em petição ao juiz Sérgio Moro, na noite de quinta-feira (23/3), os advogados de Lula pediram ao New Group Cine & TV LTDA, responsável pela obra, que se abstenha de utilizar a gravação do depoimento de Lula. Os advogados lembram na petição que Moro determinou que o cumprimento do mandato não fosse gravado e, inclusive, que fosse evitada gravação pela imprensa do deslocamento do ex-presidente para a colheita do depoimento. No relatório apresentado pela Polícia constou apenas que foi gravado o depoimento de Lula, das 8h às 10h35m. Para a defesa de Lula, as imagens gravadas não podem ser fornecidas para subsidiar a produção de um filme, “objeto completamente estranho à investigação”. Os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin solicitaram a Moro que seja decretado sigilo absoluto sobre o vídeo e que seja divulgada a relação de todos os policiais que tiveram acesso ao material. Eles argumentam que a gravação, que começou no interior da residência de Lula, fere os preceitos éticos, morais e institucionais do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto nº 1.171/94), que veda “uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros”. Foram relacionadas notícias de jornais e revistas que dizem que o filme dará destaque para a cena da condução coercitiva de Lula e sugerem que a obra pretende macular a imagem do ex-presidente num momento em que os institutos de pesquisa o apontam em 1º lugar na disputa presidencial de 2018. “Uma operação de proporções gigantescas e que envolve centenas de ‘personagens’, terá como cena principal a reconstituição da condução coercitiva do peticionário (Lula), sobre o qual não pesa condenação judicial em nenhuma instância, em claro juízo de seletividade que visa macular sua imagem perante a sociedade”, diz a defesa do ex-presidente. No filme dirigido por Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e estrelado por atores da Globo, o papel de Lula é desempenhado pelo veterano Ary Fontoura (novela “Êta Mundo Bom!”).

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    Diretor de Star Trek: Sem Fronteiras vai filmar conflito entre a SWAT e os Panteras Negras

    19 de março de 2017 /

    O diretor Justin Lin, responsável pelo filme “Star Trek: Sem Fronteiras” e a maior parte dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, prepara um novo filme. Ele vai dirigir o thriller de época “The Stand Off” para o Netflix. A trama é baseada em eventos reais, e mostrará o conflito entre a recém-criada tropa da SWAT e os Panteras Negras, organização formada por afrodescendentes durante os anos 1960, com o objetivo de formar uma milícia armada para monitorar e prevenir abusos racistas da polícia americana e realizar programas sociais para as comunidades carentes. Uma verdadeira batalha campal teve início quando a SWAT iniciou a primeira grande operação de sua história, ao tentar invadir o quartel-general da organização na Califórnia, em 1969, provocando um tiroteio que terminou com oito feridos. Por causa da ação desastrosa da polícia, a justiça entendeu que os militantes dos Panteras Negras agiram em legítima defesa ao se defenderem do ataque da SWAT. Mas a organização continuou a ser tratada como terrorista e seus membros caçados pelo FBI. Muitos foram assassinados em tiroteios ou presos com longas sentenças, mas a polícia também infiltrou agentes para causar brigas internas entre os militantes, até os Panteras Negras acabarem na virada para os anos 1980. Ainda não há elenco definido ou previsão de estreia para a produção.

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    Garoto propaganda da Friboi, Tony Ramos se diz surpreso com a operação Carne Fraca

    18 de março de 2017 /

    O ator Tony Ramos (“Getúlio”), que é garoto propaganda da Friboi, se disse surpreso com as descobertas da operação Carne Fraca, investigação da Polícia Federal que encontrou uma série de irregularidades na produção e distribuição de carnes no Brasil – como carne vencida, podre e adulterada por substâncias cancerígenas vendidas à população por grandes frigoríficos. A JBS, dona da marca Friboi, é uma das empresas envolvidas no escândalo. Em entrevista ao site Ego, Tony Ramos disse não ter contato direto com a empresa. “Estou surpreso com esta notícia. Eu sou apenas contratado pela empresa de publicidade, não tenho nenhum contato com a JBS”, contou. Mas afirmou que compra produtos da Friboi. “Eu já visitei uma das fábricas, continuo comprando os produtos Friboi, eu tenho carnes deles agora no meu freezer e uso nos meus churrascos do fim de semana.” O ator também revelou que não pode impedir que sua imagem seja usada nas campanhas da empresa. “Eu espero que se apure a verdade, eles têm o direito das minhas imagens. Não sei se faria novamente (as propagandas). Se eles forem inocentados dos erros que estão sendo acusados, eu faria”, declarou.

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    Rodrigo Hilbert registra seu protesto diante do escândalo da operação Carne Fraca

    18 de março de 2017 /

    O ator Rodrigo Hilbert (novela “Fina Estampa”), que apresenta o programa culinário “Tempero de Família” no canal pago GNT, registrou um protesto em sua conta no Instagram, diante do resultado da operação da Polícia Federal denominada “Carne Fraca”, que encontrou uma série de irregularidades na produção e distribuição de carnes no Brasil – como carne vencida, podre e adulterada por substâncias cancerígenas vendidas à população por grandes frigoríficos. Na rede social, o ator postou foto de espetos, que em vez de estarem com carnes, seguram papelões. “Minha vontade é começar a produzir os alimentos que vão para a mesa da minha família. Quem me dera poder dividir um pouquinho dessa iniciativa com vocês”, escreveu ele na legenda. O escândalo envolve as principais empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém a Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas. ????Minha vontade é começar a produzir os alimentos que vão para a mesa da minha família. Quem me dera poder dividir um pouquinho dessa iniciativa com vcs. #sonho #maosaobra #saudenamesa #maisrespeitoporfavor Uma publicação compartilhada por Rodrigo Hilbert (@rodrigohilbert) em Mar 17, 2017 às 5:46 PDT

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    Irmãos Dardenne dissecam o sentimento de culpa em A Garota Desconhecida

    23 de fevereiro de 2017 /

    Como os escultores que retrabalham o mesmo granito em formas familiares, os irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne sempre contam histórias naturalistas, imediatas e contemporâneas, enraizadas na paisagem cinza e industrial da Seraing de língua francesa, perto de Liège. Nesse “A Garota Desconhecida”, a atriz francesa Adèle Haenel (da comédia “Amor à Primeira Briga”) interpreta Jenny Davin, uma médica local, sensível, consumida pela culpa quando uma jovem prostituta é encontrada morta perto do rio perto de seu consultório. A mulher morta tinha batido na porta de Jenny antes de ser assassinada – mas a médica ignorou o sinal. Claro, ela não tinha ideia de que a vítima estava correndo perigo, mas agora é atormentada pelo pensamento de que se tivesse aberto a porta, a menina ainda estaria viva, e é este tormento que alimenta o motor dramático de um filme que é sobre os fardos, mas também sobre o papel de observador que um médico assume ao exercer a profissão. A vida de Jenny parece se dividir em antes e depois do incidente. Antes, ela exercia sua função com um controle e um equilíbrio, que levaram seu auxiliar a desistir de ser médico. A austeridade, o rigor de Jenny em lidar com os pacientes incomodaram o pupilo. Depois do incidente, contudo, Jenny tornou-se instável. Até mesmo a firmeza que revelava ao tratar de seus pacientes, já não se opera da mesma forma. Ela passa a ser acometida por insegurança e dúvidas. Tudo isso é colocado em cena de forma sutil pelos irmãos Dardenne. Eles continuam a explorar os ritmos e rituais do dia a dia, mostrando o desequilíbrio em pequenos gestos. Na segunda parte do filme, Jenny compra um lote no cemitério para a garota não identificada e lança sua própria investigação sobre a morte. Nesse trecho, ocorre uma ruptura. Há uma abundância de suspeitas, e para um filme dos Dardenne, que sempre trabalham com histórias mínimas, chega a ser surpreendente nos deparamos com cenas mais movimentadas do que o esperado e duas reviravoltas. Será que os irmãos estariam rompendo com o estilo? Não, trata-se apenas de impressão. No final, é claro que Jenny ficará frente a frente com o culpado, mas a resolução do crime se estrutura de forma bem original: parece mais uma consulta do que uma revelação e apresenta inclusive um diagnóstico. É frio, certeiro e técnico-científico como uma sala cirúrgica. No fundo, durante todo o filme, a médica vive o mesmo dilema moral dos personagens de “O Filho” (2002) e também de “A Criança” (2005): será que há atos totalmente imperdoáveis, ou toda ação humana pode ser compreendida dentro de seu contexto, sempre individual e não-categorizável? A resposta, como sempre no cinema dos irmãos, aponta para o caminho da compreensão – menos porque os personagens o tornem realidade do que pela soma daquilo que acompanhamos e sentimos.

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  • Etc

    Intérprete de Samara em O Chamado é suspeita em investigação de morte

    23 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Daveigh Chase, que ficou conhecida por interpretar a menina Samara no filme “O Chamado” (2002), está sendo investigada pela polícia nos Estados Unidos. Segundo o site TMZ, ela fugiu após deixar um homem na porta de um hospital na madrugada do dia 15 de fevereiro. Ele morreu antes de receber atendimento médico. O homem, com quem a atriz teria saído horas antes, morreu por overdose, segundo resultado de exames. A atriz de 26 anos foi detida para prestar esclarecimentos à polícia e, de acordo com o site, afirmou que apenas tentou prestar socorro à vítima. Além de interpretar Samara, Daveigh foi a irmã de “Donny Darko” (2001) e a voz de Lilo no longa animado “Lilo & Stitch” (2002) e em sua série derivada (2003-2006). Seus últimos trabalhos foram filmes de terror com baixo orçamento e nenhuma repercussão.

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  • Jared Leto
    Filme

    Jared Leto vai estrear na direção com suspense do escritor de Los Angeles: Cidade Proibida

    17 de fevereiro de 2017 /

    O ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida” vai fazer a sua estreia na direção de cinema. Segundo a Variety, ele vai comandar o suspense “77”. O roteiro foi originalmente desenvolvido pelo escritor James Ellroy (“Los Angeles: Cidade Proibida” e “Dália Negra”) e retrabalhado por David Matthews (série “Boardwalk Empire”). A trama se passa em Los Angeles, durante o ano de 1974, e acompanha dois policiais que tentam salvar uma garota sequestrada, enquanto investigam o assassinato brutal de um colega da polícia. Assim como nos livros de Ellroy, a investigação acaba por revelar um mar de corrupção e crime, além de uma sinistra conspiração. Leto já dirigiu clipes da sua banda 30 Seconds to Mars, curtas e episódios de séries de documentários. Com produção da Paramount Pictures, o longa ainda não tem previsão de estreia.

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    Mel Gibson será policial violento em novo thriller

    3 de fevereiro de 2017 /

    Após a consagração em “Até o Último Homem”, Mel Gibson vai retomar a carreira de ator num thriller criminal intitulado “Dragged Across Concrete”. Segundo o site da revista Variety, o filme será dirigido por S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”) e também terá no elenco o ator Vince Vaughn, que, por coincidência, Gibson acaba de dirigir em “Até o Último Homem”. “Dragged Across Concrete” vai trazer Gibson e Vaughn como dois policiais violentos, que acabam suspensos quando um vídeo registrando uma abordagem deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O mais recente filme dirigido por Gibson, “Até o Último Homem”, foi indicada ao Oscar 2017 em seis categorias. Do mesmo modo, o último trabalho de Zahler, o western “Rastro de Maldade” (2015), também foi bastante reconhecido no circuito dos festivais e elogiado pela crítica. O lançamento de “Dragged Across Concrete” ainda não tem data prevista.

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