Ator de Grimm vai estrelar piloto da série baseada em O Colecionador de Ossos
A produção do piloto de “Lincoln”, que pretende adaptar o livro/filme “O Colecionador de Ossos” como série, definiu seu protagonista. O ator Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) vai interpretar o papel-título no projeto, desenvolvido para a rede americana NBC. O projeto é baseado no livro do escritor Jeffery Deaver, publicado em 1997, que já ganhou até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todas centram-se no personagem de Lincoln Rhyme, que será vivido por Hornsby na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. O personagem já foi interpretado por Denzel Washington no cinema, numa adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) e coestrelada por Angelina Jolie, no papel de Amelia. Entretanto, essa adaptação foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver vão ganhar série com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O fato de Hornsby entrar no projeto reflete as baixas expectativas de sua nova série, “Proven Innocent”, que estreou no mês passado na Fox com audiência de cancelamento. O piloto de “Lincoln” ainda precisará agradar aos executivos da NBC para virar série.
Johnny Depp processa Amber Heard em US$ 50 milhões por acusá-lo de violência doméstica
O ator Johnny Depp resolveu processar a ex-esposa, Amber Heard, por difamação. A atriz, que aceitou receber – e doar integralmente – US$ 7 milhões em seu divórcio, foi acionada em US$ 50 milhões por Depp. No processo, os advogados do ator alegam que as acusações de abusos feitas pela atriz são falsas. De acordo com o documento judicial obtido pelo site The Blast, o processo do ator tem como origem um artigo publicado por Heard em dezembro de 2018 no jornal The Washington Post, em que a atriz disse ter sido vítima de abusos em diferentes ocasiões ao longo da vida. Embora tenha não mencionado explicitamente o ex-marido no artigo, Heard parecia se referir às acusações de violência doméstica que revelou contra Depp em 2016. “Heard não é uma vítima de violência doméstica”, declarou o advogado de Depp, como resposta, no processo. “Depp nunca abusou a ex-esposa Heard. As acusações de 2016 são falsas e fizeram parte de uma elaborada campanha para gerar publicidade positiva para Heard e fomentar a sua carreira”, acrescenta a denúncia. A ação judicial também alega que as acusações de Heard causaram danos à carreira de Depp, que sofreu rejeição do público após ser escalado como o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e foi removido da franquia “Piratas do Caribe”, onde interpretava o protagonista Jack Sparrow. Heard reagiu ao processo por meio de seu advogado, que também se pronunciou. “Esta ação é o último dos repetidos esforços de Johnny Depp para silenciar Amber Heard”, afirmou o advogado Eric M. George, responsável pela defesa da atriz. “Não será silenciada. As ações de Depp provam que ele é incapaz de aceitar a verdade do seu comportamento abusivo contínuo”, conclui.
Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o diretor Luc Besson
A promotoria de Paris arquivou nesta segunda-feira (25/2), após nove meses de investigação, o processo que acusava o cineasta Luc Besson de estupro. De acordo com a instituição, as investigações “não permitiram caracterizar a infração denunciada em todos os seus elementos constitutivos”. O protocolo oficial revelou o nome da acusadora. Besson foi denunciado por Sand Van Roy, uma atriz e modelo belgo-holandesa de 30 anos, que figurou em seu filme mais recente, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017). Ela também participou do já filmado “Anna”, próximo lançamento do diretor, que não tem previsão de estreia devido ao escândalo. Van Roy acusou o produtor e cineasta francês de estupro em maio passado, afirmando à polícia ter se sentido obrigada a manter relações íntimas com ele por causa da carreira. Em julho, a atriz protocolou uma segunda denúncia por estupro por atos anteriores. No total, ela denunciou quatro estupros. A investigação começou a revelar detalhes incongruentes, como o fato de ela ter um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la, dois dias antes de fazer a primeira denúncia. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. Besson comemorou a decisão da Justiça. “O senhor Luc Besson ressalta sua satisfação da decisão do procurador da República de arquivar as acusações da senhora Sand Van Roy, às quais sempre desmentiu formalmente”, informou seu advogado em um breve comunicado. Após a denúncia de Sand Van Roy, outras mulheres acusaram o diretor de gestos inoportunos e abusos sexuais, numa reportagem do site Mediapart. Na sexta-feira, o mesmo site publicou o testemunho da nona acusadora, uma atriz que vive nos Estados Unidos. Nenhuma delas se identificou ou deu entrada em processo criminal. Mas a mais recente acusadora chegou a escrever ao procurador da República para investigar melhor as alegações de Van Roy, porque seu próprio caso, ocorrido em 2002, já era considerado prescrito pelas leis francesas.
Mel Gibson e Vince Vaughn são policiais violentos em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Dragged Across Concrete”, thriller criminal estrelado por Mel Gibson e Vince Vaughn, que trabalharam juntos em “Até o Último Homem” (2016). Na trama, eles vivem uma dupla de policiais, que é suspensa quando um vídeo registrando uma abordagem violenta deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O filme tem roteiro e direção de S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”), cineasta indie que tem feito carreira com filmes violentos e cultuados. E o elenco ainda inclui Jennifer Carpenter (“Dexter”), Tory Kittles (“The Colony”), Laurie Holden (“The Walking Dead”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”) e Michael Jai White (“Arrow”). Exibido nos festivais de Veneza e Londres, o filme atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Ator de Empire é preso por suspeita de forjar ataque racista e homofóbico contra si mesmo
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi preso na manhã desta quinta-feira (21/2) em Chicago, nos Estados Unidos. Ele se entregou para polícia na madrugada e foi encaminhado à delegacia, após ser acusado de forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. Segundo a polícia, ele armou a agressão porque queria um salário maior. Ainda hoje, as autoridades decidirão se ele poderá ser liberado para aguardar julgamento ou se precisará de pagar fiança para ser solto. A foto acima foi feita na delegacia, no momento de seu fichamento. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, informou em entrevista coletiva concedida nesta quinta que Smollett pagou US$ 3,5 mil para os irmãos nigerianos Olabinjo e Abel Osundair forjarem o ataque. Johnson foi muito duro contra Smollett. Ele chamou o ato de “vergonhoso e egoísta”, pois a polícia de Chicago teve de gastar tempo e dinheiro para investigar um caso que, em um primeiro momento, foi tratado como um crime sério de ataque de ódio. Para o superintendente, Smollett tem de pagar pelo o que fez. “Jussie Smollet tomou proveito da dor e raiva que o racismo [provoca] para benefício próprio e promover sua carreira”, falou Johnson. “Por que alguém, especialmente um afro-americano, usa tais artifícios para fazer uma acusação falsa.” Para Johnson, Smollett precisa “pedir desculpas para a cidade de Chicago, que ele enganou, admitir o que ele fez e ser homem o suficiente para arcar com os gastos que a polícia dispensou neste caso”. De acordo com a polícia, Smollett estaria insatisfeito com o seu cachê na série e armou esse ataque para conseguir ganhar comoção e, de alguma forma, receber um aumento salarial. Anteriormente a isso, Smollett mandou uma carta para a rede Fox simulando uma correspondência de ódio contra ele próprio. Como essa estratégia não deu o resultado que ele esperava, ele também forjou o ataque. Vale lembrar que, antes da polícia de Chicago apresentar a hipótese da busca por aumento salarial, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. A prisão é a última reviravolta no caso de Smollett, que foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro. O caso inspirou uma grande onda de solidariedade, mas começou a ficar estranho conforme a polícia avançou em sua investigação. Apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e se recusou a dar novo depoimento. Assim, acabou indiciado na quarta (20/2) e recebeu ordem de prisão. Por meio de seus advogados, ele negociou se entregar voluntariamente. Caso seja considerado culpado, pode encarar uma possível sentença de um a três anos de prisão, além de precisar pagar os custos da polícia de Chicago nessa investigação. Entretanto, seus advogados prometem novas reviravoltas, com uma “defesa agressiva”, segundo comunicado. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.
Ator de Empire é indiciado pela polícia de Chicago por comunicação falsa de crime
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi oficialmente indiciado pela polícia de Chicago na quarta-feira (20/2) por conduta desordeira. O enquadramento aconteceu poucas horas após o porta-voz da Polícia de Chicago, Anthony Guglielmi, ter tuitado que os investigadores estavam apresentando provas do caso. Smollett é suspeito de ter forjado uma agressão contra si mesmo e pode pegar de dois a três anos de prisão por comunicação falsa de crime. Em resposta, os advogados do ator emitiram um comunicado. “Como qualquer outro cidadão, Smollett conta com a presunção de inocência, particularmente quando houve uma investigação como essa em que informações, tanto verdadeiras quanto falsas, foram repetidamente vazadas. Dadas estas circunstâncias, pretendemos conduzir uma investigação completa e montar uma defesa agressiva”, diz o texto. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. O caso começou a ficar estranho quando, apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Por conta disso, a polícia resolveu indiciá-lo. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Ao mesmo, emitiu um comunicado reforçando que não pretende tirar Smollett da série. “Jussie Smollett continua sendo um profissional consumado no set e, como dissemos anteriormente, ele não está sendo cortado do programa”, afirmou a nota. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.
Diretor e ator de Pantera Negra vão filmar história de um Pantera Negra real
Depois do sucesso de “Pantera Negra”, o diretor Ryan Coogler e o ator Daniel Kaluuya vão voltar a trabalhar juntos em outro filme de Pantera Negra. Desta vez, do movimento político que se inspirou no nome do super-herói da Marvel para radicalizar a militância racial. O filme se chama “Jesus Was My Homeboy” e é uma cinebiografia de Fred Hampton, famoso ativista negro dos EUA e um dos líderes mais conhecidos dos Panteras Negras. O grupo Panteras Negras foi formado em 1966 com o objetivo de armar e proteger os bairros negros de Oakland, na California, contra o crime e também contra a violência policial. Mas, a partir de 1969, passou a se dedicar a iniciativas de saúde, educação e alimentação para melhorar a qualidade de vida na região, espalhando-se para outras cidades com reivindicações sociais. Essa proliferação fez o FBI passar a considerar os Panteras Negras subversivos, taxando-os de “maior ameaça para a segurança interna” dos Estados Unidos da época. Como resultado, a polícia promoveu uma campanha de desmoralização, por meio de monitoração, infiltração, assédio a seus líderes e incentivo à denuncias de supostos crimes do grupo. Numa dessas ações “de rotina”, Fred Hampton foi assassinado enquanto dormia em sua casa pela polícia de Chicago. Kaluuya, que viveu o guerreiro W’Kabi em “Pantera Negra” e foi indicado ao Oscar por “Corra!”, vai assumir o papel de Hampton. Além dele, Lakeith Stanfield, que contracenou com Kaluuya em “Corra!”, também está na produção. Ele vai interpretar William O’Neal, um informante do FBI que tinha entrado nos Panteras Negras e traiu Hampton, drogando-o na noite do ataque. Hampton foi executado com dois tiros na cabeça enquanto dormia ao lado da namorada grávida, incapaz de reagir. Ao todo, o FBI e a polícia dispararam 80 balas contra a residência, e receberam de volta apenas um tiro involuntário de um guarda, que apertou o gatilho após levar diversos impactos no peito. Os Panteras Negras que sobreviveram ao massacre foram acusados de disparar contra a polícia e presos, mesmo não tendo tempo de reagir. O assassinato rendeu um documentário, “The Murder of Fred Hampton”, em 1971. E as evidências apuradas pelo filme do diretor Howard Alk ajudaram a levar as autoridades a julgamento pela execução de Hampton. Oito policiais, um promotor público e seu assistente foram condenados por um tribunal do juri por planejar friamente o assassinato do ativista. Mas a sentença acabou revertida. A injustiça só não foi completa porque a família de Hampton venceu uma ação civil e foi indenizada em US$ 1,85 milhão pela cidade de Chicago em 1979. Coogler escreveu o roteiro ao lado de Will Berson (“Scrubs”) e também vai produzir o projeto. Entretanto a direção ficou a cargo de Shaka King, mais conhecido por comandar episódios das séries de comédia “People of the Earth” e “High Maintenance”, e que foi premiado pelo Spirit Awards em sua estreia no cinema, com o filme indie “Newlyweds” (2013).
NBC encomenda piloto de série baseada em O Colecionador de Ossos
A rede NBC encomendou um piloto de “Lincoln”, que vai adaptar o livro/filme “O Colecionador de Ossos” como série. O livro do escritor Jeffery Deaver foi lançado em 1997 e se tornou um grande best-seller, ganhando até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todas centram-se no personagem de Lincoln Rhyme, que dá título ao projeto televisivo. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. A adaptação de cinema estreou dois anos depois com direção do australiano Phillip Noyce (“Salt”) e estrelada por Denzel Washington e Angelina Jolie, respectivamente como Lincoln e Amelia. Mas foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). Por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver podem ganhar série com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O piloto precisa agradar aos executivos da NBC para virar série.
Ator de Glee é preso após bater o carro embriagado
O ator Jesse Luken, que participou das séries “Glee”, “Justified” e “Star-Crossed” foi preso nesta terça-feira (26/12) após sofrer um acidente de carro. Ele teria sido detido por dirigir embriagado, de acordo com o site TMZ. Fontes ligadas à polícia revelaram ao site que as autoridades foram alertadas sobre uma batida e, ao chegarem ao local, encontraram o carro de Luken em cima da calçada, com o airbag acionado e o pneu dianteiro destruído. O ator, que estava no banco do motorista, teve então que fazer o teste do bafômetro, que constatou que ele estava alcoolizado. Luken foi detido e levado para a delegacia, onde foi fichado antes de ser liberado. Ele também pode ser visto no filme “A Balada de Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, que foi disponibilizado pela Netflix em novembro.
Sede da Ancine é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal
Seis agentes da Polícia Federal cumpriram mandato de busca e apreensão, durante quarta-feira (19/12), na sede da Agência Nacional de Cinema (Ancine), no Rio. A ordem foi expedida pela juíza Adriana Alves dos Santos Cruz, da 5a Vara Federal Criminal do Rio. O inquérito corre em sigilo. Não se sabe a acusação. Mas os agentes procuravam “documentos, mídias e outras provas” nos gabinetes de Christian de Castro, diretor-presidente da agência, e de mais quatro pessoas. A determinação era para que fossem vasculhados salas, armários e estações de trabalho não apenas de Christian de Castro, mas também de seu assessor, Magno de Aguiar Magalhães Júnior; de Ricardo Alves Vieira Martins, da secretaria executiva da agência; da ouvidora Carolina de Lima Cazarotto Pereira (que está em licença-maternidade). O advogado Marcos Tavolari, servidor da Ancine que atua como secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual no Ministério da Cultura, também é investigado. O presidente da Ancine não respondeu a pedidos de informações da imprensa. Segundo a assessoria de imprensa da organização, ele estava em trânsito ontem, vindo de Brasília, onde participou da reunião do Conselho Superior do Cinema. A agência informou que até o início da noite de ontem não tinha conseguido acesso à denúncia. Em nota, afirmou que “assim que mais detalhes forem fornecidos, informará a sociedade, os entes regulados e os servidores com a maior transparência, conforme tem sido a nova gestão. E tomará as medidas cabíveis que se fizerem necessárias”. O Ministério da Cultura também emitiu nota sobre a operação, informando que está à disposição da Polícia Federal e da Justiça para compartilhar informações, mas que até o momento “não está a par de detalhes da investigação”. Reitera ainda “seu compromisso com a ética, a integridade e a transparência na administração pública”.
Quentin Tarantino sofre assalto em sua casa
O diretor Quentin Tarantino teve sua casa em Los Angeles invadida por ladrões na noite do último domingo (16/12). Segundo apurou o site TMZ, dois homens entraram na residência do cineasta por volta da meia-noite. O boletim de ocorrência obtido pelo site descreve que Tarantino ouviu algo estranho e foi ver o que aconteceu, chegando até a “confrontar” os ladrões. Os criminosos saíram correndo do local, mas levaram joias e outros objetos. A polícia acredita que a dupla entrou na casa após quebrar uma das janelas e está procurando por câmeras na casa vizinha para identificar quem invadiu a residência do cineasta.
Trailer da 3ª temporada de True Detective explora mistério que atravessa décadas
A HBO divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “True Detective”, ainda sem legendas. Bastante atmosférica, a prévia revela o crime que obceca o detetive policial vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”): o sumiço de duas crianças, que saíram de casa de bicicleta e nunca mais voltaram. Esse crime assombra o protagonista, enquanto seu cabelo, pele e figurino se alteram pela passagem do tempo. Às vezes jovem, investigando o mistério, outras vezes bem velho, assombrado pelas recordações do passado, as mudanças do personagem sugerem um retorno à estrutura da 1ª temporada, com uma investigação que atravessa décadas. Mas com uma diferença básica: a trama se desenrola em três épocas distintas, em vez de adotar duas linhas temporais (presente e flashback) como antes. Assim como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali, o elenco central destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”), Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Ray Fisher (“Liga da Justiça”). A estreia está marcada para 13 de janeiro.
The Oath: 2ª temporada da série criminal com Sean Bean, Ryan Kwanten e Katrina Law ganha fotos e data de estreia
O serviço de streaming Crackle divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da 2ª temporada de “The Oath”, que reúne um ótimo elenco numa história ultraviolenta de policiais corruptos. Reminiscente de “The Shield” e “Sons of Anarchy”, dois clássicos modernos da TV americana, a série explora o submundo das gangues de policiais, sociedades corruptas e secretas que fazem de tudo para permanecer impunes. O elenco destaca Ryan Kwanten (o Jason Stackhouse de “True Blood”), Katrina Law (a Nyssa al Ghul de “Arrow”), Joseph Julian Soria (o Marco de “Animal Kingdom”), Cory Hardrict (“Sniper Americano”), Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), Elisabeth Röhm (“7 Desejos”), Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”) e Arlen Escarpeta (o príncipe Ess de “The Magicians”), que não voltará na 2ª temporada por conta do destino de seu personagem. Em compensação, o elenco será reforçado por Christina Milian (“Granfathered”), Leona Lewis (a cantora do hit “Bleeding Love”), Kevin Connolly (“Entourage”) e Dilshad Vadsaria (“Greek”). A tensão, violência e seu elenco estelar chamaram atenção do público, que teria sido o maior já registrado para uma série do serviço de streaming, segundo revelou Eric Berger, diretor geral da Sony Crackle, durante evento de apresentação da programação de 2018 da plataforma. A série foi criada por Joe Halpin (roteirista de “Havaii Five-0”), que anteriormente trabalhou como policial infiltrado para o departamento de narcóticos em Los Angeles, e tem produção de Curtis Jackson (“Power”), mais conhecido como o rapper 50 Cent. Com 10 episódios, a 2ª temporada de “The Oath” estreia em 21 de fevereiro no Crackle, inclusive no Brasil.








