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    Astro da série infantil “Drake e Josh” se declara culpado de crime sexual contra menor

    23 de junho de 2021 /

    O ator Drake Bell, conhecido por ter estrelado “Drake e Josh” (2004–2007), série infantil da Nickelodeon, declarou-se culpado nesta quarta (23/6) de crimes sexuais contra uma menor de idade. Hoje com 34 anos, Bell chegou a ser preso em maio passado pela polícia da cidade de Cleveland, após denúncia relacionada a um chat na internet com um menor. Ele foi acusado de “tentativa de colocar menor em perigo e disseminar material prejudicial a jovens”. Drake se declarou inocente na ocasião, mas nesta quarta, diante do juiz, assumiu-se culpado de ambas as acusações. Relatos dizem que o bate-papo de natureza sexual aconteceu em 2017 e envolveu Drake, que na época tinha 31 anos, e uma garota de 15. Durante a audiência, o juiz informou ao ator que sentença de seu caso poderia acarretar numa pena de 6 a 18 meses de prisão. Drake Bell já tem ficha criminal, o que tende a pesar em sua sentença. Em 2009, o artista foi preso em San Diego, na Califórnia, acusado de dirigir embriagado e, em 2016, foi condenado a quatro dias de prisão por dirigir em alta velocidade e sob efeito de álcool, além de passar quatro anos sob supervisão judicial. A definição da sentença está prevista para o dia 12 de julho.

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    Produtor do “BBB” é investigado por assédio sexual de candidata

    10 de junho de 2021 /

    Um produtor do “Big Brother Brasil” foi denunciado por assédio sexual por uma candidata à vaga no “BBB 22”. A estudante de odontologia Aline Vargas, de 35 anos, registrou a queixa na Delegacia da Mulher, de Belo Horizonte, no dia 23 de maio, mas só agora o caso veio à tona. A denúncia já está sendo investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais, que ainda apura o envolvimento de um segundo produtor da Globo no caso. Na ocorrência, a vítima alega que, em janeiro deste ano, durante o processo para entrar na casa do “BBB 22”, um produtor do programa pediu fotos nuas como condição para incluí-la na próxima fase da seletiva. Ela já tinha tentado participar do “BBB 21”, mas na ocasião não conseguiu a vaga. Sem revelar o nome do produtor, a denunciante diz que ele pediu fotos sensuais, em que aparecesse “gostosa de biquíni”. Como alegou não ter fotos de biquíni, ele teria pedido fotos nuas: “Me envia uma foto pelada”. Depois de perceber que ela não enviaria uma foto “pelada e sexy”, o autor a descartou numa mensagem: “Bom dia, você tem poucas chances, você é casada, não é um perfil que agrada, boa sorte”. Diante do escândalo, a rede Globo informou, por meio da nota, que o funcionário acusado por Aline não trabalha mais na empresa. “O colaborador em questão não está mais na empresa. Aproveitamos para reiterar que temos um Código de Ética, que deve ser seguido por todos nossos colaboradores, e uma ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação ao Código. Todo relato é apurado criteriosamente assim que a empresa toma conhecimento e as medidas necessárias são adotadas”, diz o texto. A nota chama atenção por chamar o denunciado de colaborador, mas apurações dão conta de que o suspeito teria mais de 37 anos de Globo. Além disso, não informa quando “o colaborador em questão” deixou a empresa, falhando em esclarecer se ele realmente participou do processo de seleção do “BBB 22”. As inscrições para a próxima edição do reality show foram abertas apenas em 29 de abril e o fato denunciado aconteceu em janeiro. Segundo o relato da denunciante, o produtor, que seria veterano da Globo, iniciou o contato em uma mensagem privada no Instagram. Todas as conversas relatadas no boletim de ocorrência foram entregues para a polícia em um pen drive, que passará por perícia. “A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que o inquérito policial está em andamento na Delegacia Especializada de Investigação a Violência Sexual em Belo Horizonte. Outros detalhes serão repassados em momento oportuno, considerando que as investigações estão em curso e a divulgação antes da conclusão do procedimento pode prejudicar o andamento do feito”, disse a polícia em seu próprio comunicado.

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    Felipe Neto recebe ameaça de policial militar

    9 de junho de 2021 /

    Felipe Neto usou o Twitter, nesta quarta-feira (9/6), para denunciar uma suposta ameaça de morte de um policial militar do Rio de Janeiro. Segundo o youtuber, a ameaça foi publicada em sua timeline depois dele ter compartilhado uma publicação falando sobre o número de vítimas da Covid-19 no Brasil no período de um dia, comparando o índice com outros países. “Essa foi a mensagem que um Policial Militar do Rio de Janeiro me mandou, após eu postar o número de mortos por Covid no Brasil e no mundo. Tomarei as providências. Ele tem um fuzil na mão. Eu não consigo descrever o que é ser vítima disso”, escreveu o youtuber. Na imagem compartilhada, a mensagem atribuída ao policial faz referência às mortes de vítimas da doença e afirma: “Pena que não levou você, seu esquerdista babaca”. Vale lembrar que Felipe Neto já sofreu ameaças físicas na porta das sua casa, em São Paulo. Na época, homens acompanhados de um carro de som foram até a entrada do condomínio onde o youtuber mora. Um deles, que se identifica como “Cavallieri, o guerreiro de Bolsonaro”, apareceu no Twitter segurando um fuzil, ao lado de crianças assustadas, ameaçando o influenciador. “É, Felipe Neto. A gente vai se encontrar em breve. Eu quero ver se tu é macho. (…) Eu quero ver tu tirar onda comigo. Teus seguranças não me intimidam, não, irmão, que aqui também o bonde é pesado.” Com 63 milhões de seguidores, Felipe Neto virou alvo de bolsominions por criticar o governo do capitão reformado Jair Bolsonaro. Além de ataques pessoais, ele também está sendo vítima de uma campanha de calúnias e até acusações falsas e investigações ilegais por parte da polícia. Bom galera, essa foi a mensagem que um Policial Militar do Rio de Janeiro me mandou, após eu postar o número de mortos por Covid no Brasil e no mundo. Tomarei as providências. Ele tem um fuzil na mão. Eu não consigo descrever o que é ser vítima disso. pic.twitter.com/T0wvXWOQ8q — Felipe Neto (@felipeneto) June 9, 2021

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    Ex-astro mirim de “Drake & Josh” é preso após chat com menor

    5 de junho de 2021 /

    O ator Drake Bell, que estrelou a série infantil “Drake & Josh” da Nickelodeon, foi preso no estado de Ohio, nos EUA, acusado de ameaçar a integridade de uma criança e disseminar tema prejudicial a adolescentes. Hoje com 34 anos, Bell foi detido na quarta (3/5) pela polícia da cidade de Cleveland, após a acusação ser registrada em 21 de maio. Ele teve uma foto tirada para sua ficha policial na quinta-feira na prisão do condado de Cuyahoga. Embora os detalhes das acusações não tenham sido divulgados, a afiliada da Fox TV de Cleveland, WJW, que divulgou a história, relatou que as alegações decorrem de um chat na internet de 1º de dezembro de 2017 com um menor. O ator se declarou inocente e encontra-se em liberdade após pagar uma fiança pessoal de US$ 2,5 mil. Ele concordou em não manter contato com a suposta vítima do caso. Uma audiência pré-julgamento está marcada para 23 de junho. A série “Drake & Josh” foi exibida na Nickelodeon de 2004 a 2007, e apresentava Bell e seu colega Josh Peck como meios-irmãos. Depois do fim da série, ele se tornou dublador e gravou vários desenhos animados como a voz do Homem-Aranha, inclusive os mais de 100 episódios de “Ultimate Homem-Aranha”, além de se lançar como cantor.

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    Marilyn Manson sofre nova acusação de estupro na Justiça

    29 de maio de 2021 /

    Marilyn Manson sofreu uma nova acusação de estupro na Justiça de Los Angeles na sexta-feira (28/5). A denunciante não teve o nome revelado, mas é identificada como uma ex-namorada. Ela afirma ter iniciado um relacionamento com o cantor em 2011 e o acusa de tê-la “estuprado e agredido sexualmente de forma reiterada”. O caso mais grave teria acontecido quando ela devolveu a chave da casa, ao encerrar o relacionamento. Manson a teria colocado de bruços no chão, cometido o ato e a ameaçado de morte. A acusação também afirma que ela teria sido obrigada a assistir um vídeo em que o artista abusava sexualmente de uma fã. A suposta filmagem era de 1996 e mostrava o cantor forçando a fã a beber urina de um integrante da banda enquanto estava amarrada em uma cadeira. Gravado após um show da banda no Hollywood Bowl, em Los Angeles, o vídeo incluía atos sexuais, humilhações e uma arma. Uma fonte ligada a Manson, ouvida pelo site TMZ, afirmou que o vídeo era “um curta-metragem de ficção” com uma atriz adulta e que nunca foi exibido. Marilyn Manson vem sendo acusado de assédio, abuso e estupro desde fevereiro, quando a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que é sua ex-namorada, resolveu contar o que sofreu em suas mãos. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais na ocasião. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. O desabafo estimulou outras mulheres a denunciarem o cantor, como a também atriz Esme Bianco (“Game of Thrones”), que foi a primeira a protocolar ação judicial contra Manson, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. A ex-assistente de Manson, Ashley Walters, foi a segunda mulher a processá-lo por fatos semelhantes, acusando ainda Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria. A polícia de Los Angeles encontra-se atualmente investigando estas e outras denúncias contra o roqueiro, que, após a onda de acusações, foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, encerrado por sua agência de talentos.

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    Shia LaBeouf terá que fazer terapia e parar de beber se não quiser ser preso

    27 de maio de 2021 /

    Shia LaBeouf terá que cumprir um programa restrito de exigências judiciais se não quiser ser preso. O ator de “Transformers” foi considerado culpado de agressão e recebeu uma sentença alternativa nesta quinta (25/5), que o obriga a fazer terapia para “controlar a raiva”, monitorar o consumo de álcool, não obter ou usar armas e não praticar nenhum tipo de violência nos próximos 12 meses para que as acusações sejam arquivadas. Se falhar em cumprir algum requisito, ele poderá ser preso. O tribunal de Los Angeles vai verificar o progresso de Shia em três meses. LaBeouf foi denunciado por agressão e furto num incidente que aconteceu em julho do ano passado na cidade californiana. O motivo da briga não foi esclarecido, mas ele teria começado uma discussão que acabou se tornando uma briga física. Depois disso, tirou o boné do homem com quem brigou e foi embora com ele. Dizendo-se vítima de roubo com uso de força, o homem registrou um boletim de ocorrência contra o artista. Além desse processo, Shia LaBeouf também está sendo investigado por violência sexual e abuso psicológico, após ser denunciado pela ex-namorada, a cantora FKA Twigs. A acusação foi feita em dezembro do ano passado e outras ex-companheiras do ator também indicaram ter sofrido abusos durante a relação. Após as queixas virem à público, o ator se internou em uma clínica de reabilitação. Devido a seu assumido alcoolismo, ele já foi parar várias vezes em tribunais. Em 2008, foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. Em 2015, foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. E em 2017 acabou numa delegacia de Savannah, na Geórgia, num intervalo das filmagens de “O Falcão Manteiga de Amendoim”, após ser detido por desordem e embriaguez pública. Vídeos desta ocasião registraram o ator xingando sem parar os policiais que o detiveram, inclusive com ofensas racistas contra os policias negros. Até o momento, o comportamento de LaBeouf tem resultado apenas em sentenças de liberdade condicional, terapia, reabilitação e multas.

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    Marilyn Manson é alvo de mandato de prisão

    26 de maio de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson se tornou alvo de um mandado de prisão emitido pelo departamento de polícia de Gilford, no estado de New Hampshire (EUA). A notícia veio a público na noite de terça-feira (25/5), mas as autoridades locais afirmam que o artista e seu advogado já sabem da existência do mandado “há muito tempo”. “Sr. Warner, seu agente e advogado estão cientes do mandado há algum tempo e nenhum esforço foi feito por eles para retornar a New Hampshire e responder às acusações pendentes”, diz um trecho da publicação da polícia de New Hampshire no Facebook. Warner é o sobrenome real de Marilyn Manson, que se chama Brian Hugh Warner. O caso não tem a ver com as recentes denúncias de abuso sexual e violência doméstica que estão sendo investigadas pela polícia de Los Angeles. O mandato está vinculado a uma agressão supostamente cometida por Manson durante um show em New Hampshire, em agosto de 2019. O cantor teria cuspido em um cinegrafista. Caso condenado, Marilyn Manson pode ser preso pelo período de pouco menos de um ano, além de pagar uma multa de US$ 2 mil. Como provavelmente é réu primário, conseguiria escapar da pena mais dura e realizar serviços comunitários como sentença alternativa. Só que a condenação sujaria sua ficha, ampliando a capacidade punitiva de outros processos que deve enfrentar. Nos últimos meses, o cantor foi acusado de abuso físico, psicológico e sexual por várias mulheres, incluindo sua ex-namorada, a atriz Evan Rachel Wood, sua ex-assistente, Ashley Walters, a atriz Esmé Bianco (“Game of thrones”), e a cantora Ellie Rowsell. Tanto Bianco quanto Walters entraram com processos na Justiça contra Manson por abuso sexual.

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    Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais

    19 de maio de 2021 /

    Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.

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    Justiça considera ilegal investigar Felipe Neto por chamar Bolsonaro de genocida

    12 de maio de 2021 /

    A ação aberta pela Polícia Civil do Rio contra o youtuber Felipe Neto, por chamar o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, tornou-se oficialmente ilegal nesta quarta (12/5). A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal do TJ do Rio, mandou arquivar a investigação pelo entendimento de sua flagrante ilegalidade. A decisão atendeu ao pedido feito pelos advogados de Felipe, que já haviam conquistado a suspensão do procedimento em caráter liminar. O cancelamento agora é definitivo. Em sua decisão, a magistrada listou diversas questões para considerar o procedimento ilegal. Reforçou que não caberia ao delegado da Polícia Civil do Rio, Pablo Dacosta Sartori, a responsabilidade pelo caso, assim como não poderia o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, ser responsável pelo pedido de abertura do inquérito. O delegado à frente da investigação era o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”, que não deu em nada. Desta vez, o suposto caso de enquadramento de Felipe na Lei de Segurança Nacional só poderia ser feito pela polícia federal. Outro problema de “flagrante ilegalidade” foi o delegado aceitar denúncia de Carlos Bolsonaro, porque elenão integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além disso, Gisele Guida de Faria também reconheceu que a manifestação de Felipe está de acordo com a liberdade de expressão e manifestação, como forma de externar a sua revolta diante do número de mortos pela Covid-19 no país. “Não se vislumbra a necessária motivação e objetivos políticos, destinados a vulnerar as instituições e o próprio Estado, no fato de o paciente, um conhecido influenciador digital, ter adjetivado o Presidente da República de ‘genocida’, ao manifestar sua indignação com as milhares de mortes decorrentes da Covid-19 no Brasil e seu profundo descontentamento com a forma com que o Chefe do Executivo Federal vem tratando as questões relativas à pandemia”, argumentou a juíza, que atendeu a manifestação do MP do Rio. O promotor responsável pelo caso já tinha se manifestando afirmando se tratar de uma investigação ilegal, que deveria ser arquivada. A decisão também é um reconhecido judicial do autoritarismo da família Bolsonaro, flagrada numa iniciativa para se colocar acima das leis e das “quatro linhas” da Constituição para constranger, perseguir e buscar censurar aqueles que considera inimigos. “A decisão proferida hoje pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro restabelece, ainda que depois de muito desgaste, a verdade e a justiça. Desde o início ficou claro que o objetivo era apenas me intimidar, me silenciar. É um escândalo que esse absurdo esteja acontecendo no Brasil. O Poder Judiciário felizmente vem agindo contra a perseguição político-ideológica que muitas pessoas estão sofrendo”, disse Felipe Neto, em comunicado. Vale lembrar que, além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro também anunciou que processaria Bruna Marquezine pelo mesmo motivo, num tuíte de mau-gosto em que publicou uma foto da atriz nua. Apesar da iniciativa de Carlos Bolsonaro ter como alvo duas ocasiões em que o presidente Jair Bolsonaro foi chamado de genocida na internet, só o Google registra mais de 1,2 milhão de resultados para a pesquisa “Bolsonaro genocida” nesta quarta-feira (12/5). VITÓRIA OFICIAL!!! ACABOU! Justiça arquiva investigação contra mim por ter chamado o presidente de genocida. Gostaria de dedicar essa vitória ao Carluxo (@CarlosBolsonaro), pois não teria sido possível sem ele. Um grande beijo.https://t.co/9p5CCmVksE — Felipe Neto (@felipeneto) May 12, 2021

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    Polícia prende marido de MC Marcelly após denúncia de cárcere privado

    3 de maio de 2021 /

    Ex-integrantes do “Power Couple”, reality show da Record TV, o casal Frank Cavalcante e MC Marcelly viraram caso de polícia no fim de semana. O marido de MC Marcelly, que tem o nome verdadeiro de Francimar Jorge Cavalcante, foi preso em flagrante na tarde de domingo (2/5), na Zona Norte do Rio de Janeiro, por manter a cantora em cárcere privado. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes foram procurados pelo irmão de Marcelly, que relatou que a cantora ligou, informando que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo companheiro. Na delegacia, Marcelly confirmou ter sofrido agressões em meados de abril e rompido o relacionamento. Mas foi convencida a voltar para casa na quinta passada (27/4), levada a uma viagem contra sua vontade e trancada sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular. Mesmo assim, ela conseguiu retomar provisoriamente o celular, quando ligou para o irmão pedindo ajuda. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar confirmou o chamado e disse que os policiais do 3º BPM precisaram arrombar a porta para conseguir entrar na residência. “No local, houve necessidade de arrombar a porta da residência na presença de testemunhas. A mulher foi encontrada e o homem foi detido”, diz o comunicado oficial. MC Marcelly e Frank Cavalcante ficaram juntos por 13 anos e participaram do “Power Couple” em 2017.

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    Cinco suspeitos são presos pelo roubo dos cachorros de Lady Gaga

    29 de abril de 2021 /

    Cinco pessoas foram presas em decorrência da investigação do roubo à mão armada dos cachorros de Lady Gaga em 24 de fevereiro, que deixaram seu dogwalker gravemente ferido no hospital. De acordo com informações do Departamento de Polícia de Los Angeles, entre os presos está a mulher que devolveu os cães duas noites depois do crime na esperança de ganhar uma recompensa de US$ 500 mil oferecida pela cantora. A investigação apurou que os suspeitos não sabiam que Gaga era a dona dos cães roubados. Três dos suspeitos – com idades de 18, 19 e 27 anos – são membros de gangues que roubaram os animais apenas pelo valor de venda da raça. A quarta integrante é a mulher que devolveu os cachorros e o quinto foi identificado como pai de um dos jovens infratores, considerados cúmplices do crime. O dogwalker e amigo de Gaga Ryan Fischer foi baleado durante o assalto, mas impediu o roubo de um terceiro cachorro e está se recuperando do atentado. Em seu depoimento, a mulher identificada como Jennifer McBride afirmou que encontrou os cães, chamados Koji e Gustav, e os levou à Estação Olímpica do Departamento da Polícia de Los Angeles para receber a recompensa postada no Instagram pela cantora-atriz. Lady Gaga prometeu pagar quem retornasse os animais roubados, mas a polícia de Los Angeles pediu que ela aguardasse a verificação de antecedentes. Durante o levantamento, a LAPD identificou que McBride tinha um relacionamento com o pai de um jovem fichado como membro de gangues e assim chegou aos suspeitos.

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    Polícia intima Carla Diaz como vítima de racismo no BBB 21: “Racismo reverso não existe”

    8 de abril de 2021 /

    A atriz Carla Diaz revelou nas redes sociais, nesta quinta-feira (8/4), que foi intimada como vítima de racismo dentro do reality show “BBB 21” pela Delegacia de Crimes Raciais (Decradi). Ela foi procurada pela polícia dias após a Decradi abrir uma investigação sobre racismo do cantor Rodolffo Mathaus. Mas sua intimação teria como alvo Lumena Aleluia, que se referiu várias vezes à branquitude de Carla durante o confinamento. Detalhe: racismo reverso (ou simplesmente “racismo contra brancos”) não existe (como diz Camilla de Lucas, procurem no Google) e a própria Carla Diaz foi rápida em apontar a cilada. “Eu vim falar de uma coisa muito chata, mas quero que vocês saibam por mim. Essa semana eu fui surpreendida por um policial da Delegacia de Crimes Raciais. Sim, bateram na minha porta. Levei um susto porque alguém pediu para a delegacia abrir um inquérito e eu vou precisar prestar esclarecimentos de preconceito racial, como se eu fosse a vítima. Como se eu tivesse sido vítima. Acho isso tudo um absurdo, meu advogado está vendo tudo e assim que eu tiver eu aviso vocês”, disse ela, nas redes. “Acho importante lembrar que racismo reverso não existe. Vamos ler, nos informar, o programa debateu racismo. Tô muito chateada com essa situação. Usaram meu nome sem o meu conhecimento para me colocar nessa situação”, finalizou a atriz. Como apontou Carla, o apresentador Thiago Leifer abordou o caso de Rodolffo, que comparou o cabelo afro do confinado João Luiz Pedrosa com uma peruca de homem das cavernas, de forma didática, clara e inequívoca durante o episódio da noite de terça (6/4), um dos mais importantes da história do programa. A piada original de Rodolffo originou uma investigação do Decradi, que pode ter incorporado ao caso queixas de “racismo reverso” – que vai na contramão de tudo o que se discutiu. Vale lembrar que em fevereiro deste ano, quando o programa ainda estava no começo, o deputado estadual Anderson Moraes (PSL-RJ), que faz parte do grupo de extrema direita contrário a cotas raciais nas faculdades, apresentou uma notícia-crime contra a então participante Lumena por comentários feitos contra Carla, acusando a psicóloga baiana de cometer “racismo”. Na mesma época, o vereador Thammy Miranda (PL-SP) também publicou um ofício em suas redes sociais defendendo que as falas de Lumena contra Carla Diaz fossem investigadas. Oie! Como vocês estão? Hoje vim falar com vocês sobre um assunto muito sério que aconteceu. E é sempre melhor que vocês saibam das coisas por mim. pic.twitter.com/iuek2BbLGQ — Carla Díaz 🦋 (@Carladiaz) April 8, 2021

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    Ator é preso por enganar investidores com contratos falsos da Netflix

    7 de abril de 2021 /

    O ator Zach Avery, cujo nome verdadeiro é Zachary Horwitz, foi preso na terça-feira (6/4) em Los Angeles em conexão com um grande esquema de pirâmide de Hollywood. Conhecido apenas por ter estrelado filmes muitos ruins e de baixíssimo orçamento, ele teria conseguido enganar diversos investidores, levantando mais de US$ 227 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) para produção de longas-metragens. Segundo reportagem do jornal Los Angeles Times, Avery falsificou acordos de licenciamento com a Netflix, HBO, e outras plataformas para convencer os investidores que teria contrato com essas empresas. Em uma declaração juramentada apresentada no tribunal federal de Los Angeles, o agente do FBI John Verrastro disse que Avery usou esses fundos para “benefício pessoal” e para fazer pagamentos a investidores anteriores “no estilo de um esquema clássico de pirâmide”. Ele usou parte do dinheiro para comprar uma casa com piscina, adega e academia em Los Angeles em 2018, agora à venda por US$ 6,5 milhões.

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