Ashley Judd desabafa contra ação da polícia no dia da morte de sua mãe
A atriz Ashley Judd (“Risco Duplo”) escreveu um artigo em tom de desabafo para o jornal New York Times sobre a morte de sua mãe, a famosa cantora country Naomi Judd, que se suicidou com uma arma de fogo no fim de abril. Ashley contou ter encontrado sua mãe ainda com vida e a abraçou antes dela falecer. “Foi o dia mais destruidor da minha vida”, disse a atriz. “O trauma de ter encontrado e, então, segurado seu corpo que ainda tremia, assombra minhas noites”, descreveu. Naomi cometeu suicídio após muitos anos travando uma batalha com sua saúde mental. Ashley, no entanto, teve medo de ser considerada culpada pela morte, pois policiais chegaram na cena do falecimento e começaram a interrogá-la. Segundo a atriz, ela se sentiu “encurralada e impotente” com as perguntas dos policiais. Ela explicou que decidiu escrever o artigo como um apelo por privacidade, que lhe foi negada pelas autoridades policiais, indicando ser necessário que os procedimentos em caso de suicídio fossem alterados para que as pessoas não tenham que sofrer com a polícia como ela sofreu. A atriz teve que dar quatro depoimentos diferentes para as autoridades no dia da morte de sua mãe. “Eu queria estar confortando-a, falando que ela já iria ver meu pai e seu irmão mais novo enquanto ela ‘voltava para casa’, como dizemos em Appalachia”, disse Ashley no artigo. Ela continuou: “No entanto, sem ter indicação alguma de ter escolha sobre quando, onde e como participar, comecei uma série de entrevistas que pareciam obrigatórias e impostas a mim, que me afastaram do momento precioso do fim da vida da minha mãe”. Segundo Ashley, os representantes da polícia a colocaram como uma possível suspeita da morte de sua mãe. “Os homens que estavam lá presentes nos fizeram sentir que não havia nenhum limite de sensibilidade, interrogadas e, no meu caso, colocada como uma possível suspeita no suicídio de minha mãe”, lamentou. “A polícia estava simplesmente seguindo procedimentos terríveis e desatualizados, e métodos de interação com membros da família que estão em choque ou trauma”, escreveu Ashley. Ela também faz comparações com o trauma que Vanessa Bryant passou depois que os socorristas tiraram fotos da cena da morte do seu marido Kobe Bryant e da filha Gianna. “Deve haver melhores maneiras de proteger a privacidade das vítimas e sua saúde emocional durante eventos chocantes”. “Não sei se conseguiremos ter a privacidade que merecemos… Mas sei que não estamos sozinhos”, disse ela sobre o que lhe aconteceu. “As pessoas não deveriam ter que compartilhar suas feridas antes de se sentirem prontas”, apontou Ashley. Ashley espera “ajudar a catalisar a mudança”, não apenas pelo que ela experimentou na morte de Naomi, mas também por outras pessoas que podem se encontrar na mesma situação. No final, ela quer que sua mãe “seja lembrada por como ela viveu, por seu humor pateta, glória no palco e bondade infalível – não pelos detalhes particulares de como ela sofreu quando morreu”. A atriz compartilhou o artigo em seu Instagram, acrescentando: “Precisamos de melhores procedimentos para a aplicação da lei e leis que permitam às famílias sofredoras e seus entes falecidos mais dignidade em torno de detalhes agonizantemente íntimos de seu sofrimento. As autópsias são registros públicos. Assim são os relatórios de toxicologia. Compartilhamos nossa história tão abertamente, para aumentar a conscientização, reduzir o estigma, ajudar as pessoas a se identificarem e garantir que todos saibamos que enfrentamos doenças mentais juntos. O que mais as pessoas querem que dêmos de nossa dor?” Caso você tenha pensamentos suicidas, procure ajuda especializada como o CVV e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Judd (@ashley_judd)
Criminosos cercam set e ameaçam matar equipe de série de Natalie Portman nos EUA
A série “Lady in the Lake”, estrelada por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), teve sua produção suspensa na sexta (26/8) em Baltimore, cidade mais populosa do estado americano de Maryland, após vários criminosos cercarem a produção e ameaçarem os produtores, informou a polícia local. Um porta-voz do Departamento de Polícia de Baltimore disse que a equipe estava gravando por volta das 16h no centro da cidade quando os produtores foram abordados por várias pessoas. O grupo alegou que, se não parassem de gravar, voltariam e atirariam em alguém, disse a polícia. Segundo a polícia, o problema não seria relacionado à temática específica da produção, mas diria respeito a uma “taxa territorial”. Os criminosos avisaram que nenhuma violência ocorreria com a equipe e os artistas se eles recebessem uma quantia para garantir a “proteção” de todos. A polícia não informou o montante exigido, mas a agência de notícias local The Baltimore Banner informou que os criminosos tentaram extorquir US$ 50 mil, que os produtores se recusaram a pagar. Em vez de ceder à chantagem, a equipe decidiu interromper as gravações e procurar um novo local para realizar o trabalho. “Lady in the Lake” é a primeira série da carreira da atriz Natalie Portman e se baseia no romance best-seller homônimo da jornalista Laura Lippman (“Um Passado Sombrio”), publicado em 2019. A trama se passa em Baltimore na década de 1960, onde um assassinato não resolvido leva a dona de casa e mãe Maddie Schwartz (Portman) a se reinventar como repórter investigativa. Sua nova vocação a coloca em rota de colisão com uma militante negra, Cleo Sherwood, que concilia a maternidade, vários empregos e um compromisso com a agenda progressista da cidade. O papel de Cleo Sherwood é vivido por Moses Ingram, que recentemente atraiu a ira de racistas e elogios da crítica ao viver a Terceira Irmã em “Obi-Wan Kenobi”. A série tem direção da cineasta Alma Har’el (“Honey Boy”), que também compartilha os roteiros com uma equipe que inclui Boaz Yakin (“Truque de Mestre”) e Zach Shields (“Godzilla vs. Kong”). O lançamento é esperado para 2023 na plataforma Apple TV+.
Ezra Miller procura Warner para evitar cancelamento de “The Flash”
Após inúmeras polêmicas, o ator Ezra Miller teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os produtores Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Segundo o THR, o encontro ocorreu na última quarta-feira (24/8). Miller foi ao estúdio acompanhado de seu agente para reafirmar seu compromisso com o filme e pedir desculpas por suas polêmicas respingarem na produção e na empresa. O ator pronunciou-se na semana passada sobre todas as acusações de assédio, roubo, agressão e abuso que se acumulam contra ele, afirmando em comunicado que estava buscando um tratamento para “problemas complexos de saúde mental”. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências resultantes. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo.
Ator de “Esqueceram de Mim” é acusado de estupro
O ator Devin Ratray, interprete do irmão mais velho de Kevin McCallister (Macaulay Culkin) no clássico “Esqueceram de Mim”, foi acusado de estupro. Segundo a rede de notícias CNN, o incidente aconteceu em 2017 no apartamento dele, em Nova York. O canal de notícias apurou que a vítima, Lisa Smith, apresentou a acusação no Departamento de Polícia de Nova York que, por sua vez, passou algum tempo reunindo evidências e entrevistando possíveis testemunhas, mas depois abandonou o caso sem mover nenhuma ação contra o acusado. Por isso, ela resolveu tornar o caso público. Smith disse à CNN que ela, seu irmão e um amigo foram ao apartamento de Ratray em Manhattan numa noite em 2017. Segundo ela, depois de consumir uma bebida que Ratray lhe deu, ela ficou incapacitada em um sofá até a tarde seguinte e foi abusada por um longo período de tempo. Ela disse que narrou o incidente para várias pessoas, que corroboraram sua história para a CNN. Ela registrou um boletim de ocorrência algumas semanas depois e foi entrevistada por um detetive em novembro de 2017. Entretanto, o boletim de ocorrência, registrado em janeiro, indicava que a vítima não queria processar o agressor. “Por que eu teria me encontrado com a promotoria em primeiro lugar, anos atrás, se não estivesse disposta a apresentar queixa?”, ela disse à CNN. “Tudo isso foi muito perturbador para mim”, completou ela. Smith também disse que chegou a lhes enviar um suéter que acreditava que ela estava usando naquela noite, para ser analisado, mas não obteve resposta. Segundo Smith, um promotor da unidade de crimes sexuais de Nova York recentemente se desculpou com ela pela forma como seu caso foi tratado, mas não está claro se a investigação continua em andamento ou se já foi arquivada. Após ser questionado a respeito da maneira como lidaram com o caso, o Departamento de Polícia de Nova York emitiu um comunicado oficial genérico, dizendo que “leva os casos de agressão sexual e estupro extremamente a sério e insiste que qualquer pessoa que tenha sido vítima registrar um boletim de ocorrência para que possamos realizar uma investigação abrangente e oferecer apoio e serviços aos sobreviventes.” Devin Ratray negou as acusações. Esta, porém, não é a primeira vez que ele é acusado de violência. Em dezembro de 2021, o ator foi preso sob a acusação de ter agredido a sua ex-namorada em Oklahoma City. Naquela ocasião, ele também se declarou inocente. O caso de agressão será julgado em outubro. Recentemente, Ratray reprisou o papel de Buzz McCallister no filme “Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar” da Disney+. Ele também foi visto no filme “Kimi: Alguém Está Escutando” e na série “Better Call Saul”.
Gloria Perez e elenco lamentam assassinato do intérprete do bebê de “Barriga de Aluguel”
O carioca Bruno Moreira, que quando nasceu foi o bebê de “Barriga de Aluguel”, foi assassinado no Rio de Janeiro. A escritora Gloria Perez e parte do elenco da novela, exibida pela TV Globo em 1990, usaram as redes sociais para manifestar indignação diante do crime. Moreira, que tinha 31 anos, foi assassinado enquanto trabalhava como motorista de aplicativo no bairro de Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Seu único trabalho na televisão foi em “Barriga de Aluguel”, quando deu vida ao filho recém-nascido do casal de personagens Ana (interpretada por Cássia Kiss) e Zeca (Victor Fasano). Na trama, o bebê foi gerado no ventre de Clara (Claudia Abreu), já que Ana não podia ter filhos. “E chega essa notícia triste. Assalto. Bruno não reagiu, e mesmo assim atiraram nele. Sem palavras”, escreveu Gloria Perez, em post no Instagram. Humberto Martins, que interpretou um papel de destaque na novela, também se manifestou: “Meu Deus… Tive com esse menino tantas vezes no colo”, lamentou. Artistas como Mônica Iozzi, Virginia Cavendish, Claudia Mauro, Silvia Buarque, Duda Nagle, Luciano Camargo (da dupla sertaneja com Zezé) e o escritor e jornalista Edney Silvestre prestaram solidariedade à família de Bruno Moreira em comentários no post feito por Gloria Perez. A mãe do rapaz, Liliana Ferreira Leite disse ao “RJ TV”, da TV Globo, que o filho adorava contar para os amigos que havia estrelado uma produção na televisão ainda bebê. “A novela foi uma das boas recordações, ele tinha orgulho, eu sentia que ele tinha aquele orgulho de ter feito a novela. Meu filho foi muito amado, muito amado, meu filho só tinha amor pra dar”, contou Liliana. “Ele não reagiu ao assalto. Foi maldade. É uma saudade muito grande, é uma dor muito grande”, completou Liliana. Na terça-feira (23/8), a polícia do Rio identificou um dos suspeitos pelo crime, que ocorreu no dia 22 de junho. Após dois meses de investigações, agentes da Delegacia de Homicídios da capital fluminense chegaram à conclusão de que Tiago da Silva Freitas Rosas é o assassino de Bruno, morto com um tiro na cabeça. Tiago tem passagens pela polícia por tráfico de drogas. “O individuo é conhecido como Burgão, atuante no tráfico de drogas dos bairros de Honório Gurgel e Coelho Neto. É um individuo extremamente perigoso”, disse o delegado Alexandre Herdy. O assassino teve a prisão decretada pela Justiça e é considerado foragido. O outro criminoso, que acompanhava Tiago numa moto, ainda não foi identificado. O crime foi registrado por câmeras de segurança em casas da região. O veículo roubado foi encontrado no dia seguinte — queimado — no bairro de Turiaçu, Zona Norte do Rio.
Atriz que dublou Pocahontas da Disney é presa nos EUA
A atriz Irene Bedard, de 55 anos, que deu voz à princesa Pocahontas no desenho da Disney de 1995, foi presa em Greene County, cidade do estado de Ohio, nos EUA, após ficar descontrolada. De acordo com o relatório da polícia obtido pelo site americano TMZ, autoridades estavam fazendo uma ronda no local, quando receberem uma denúncia de que uma mulher havia desmaiado nos arbustos em uma rua residencial. Ao chegarem no tal endereço, os policiais encontraram Irene em um estacionamento, totalmente descontrolada. Primeiro, ela conversou normalmente com os policiais e, em seguida, passou a chorar. A notícia ainda aponta que Irene estava com outra mulher, Sheila, que disse à polícia o nome de alguém que eles poderiam contatar para cuidar de Irene. Neste momento, a atriz começou a gritar e tentou fugir dos policiais e acabou sendo presa. Segundo o TMZ, a prisão teria acontecido na sexta-feira (19/8) e, após dois dias detida, ela foi liberada no domingo (21/8). Não é a primeira vez que ela é presa. Bedard já tinha sido detida duas vezes em um período de três dias em novembro de 2020. Pouco antes desses problemas, a atriz reviveu seu papel mais famoso, atuando como dubladora de Pocahontas na animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, em 2018. Ela também foi a mãe de Pocahontas no filme live-action “O Novo Mundo” (2005), do diretor Terrence Malick, com quem ainda trabalhou em “A Árvore da Vida”, estrelado por Brad Pitt em 2011. Recentemente, ela completou cinco filmes independentes, que estão em fase de pós-produção para lançamento nos EUA.
Ator de “Predador 2” comete atentado ao pudor
Após ser acusado de assédio, o ator Gary Busey, de 78 anos, cometeu um ato de atentado ao pudor. Ele foi visto na tarde do último sábado (20/8) fumando um charuto com as calças abaixadas em um parque da cidade de Malibu, na Califórnia. De acordo com o jornal Daily Mail, Busey foi visto saindo de seu carro, vestindo uma camisa que fazia referência ao filme “Caçadores de Emoção” (1991), e dirigindo-se ao mirante do Point Dume Park, onde se sentou em um banco, pegou o celular e abaixou as calças. Em seguida, o ator apertou a mandíbula, olhou em volta para ter certeza de que não havia ninguém presenciando o ato e, então, acendeu um charuto. Ele permaneceu ali durante 30 minutos, observando o mar, antes de voltar para seu carro e deixar o local. O episódio aconteceu apenas um dia após Gary Busey ser acusado de assédio sexual contra três mulheres durante a Monster-Mania, convenção para fãs de filme de terror de Nova Jersey. O ator havia sido convidado para o evento por sua participação em “Predador 2” (1990), no qual viveu um dos protagonistas. Depois de as denúncias virem à tona, Busey foi removido do restante da programação. Segundo o jornal Philadelphia Inquirer, a polícia teria recebido “múltiplas queixas” sobre a conduta de Busey. Após uma investigação, o Departamento de Polícia de Cherry Hill, na Nova Jersey, acusou Busey por dois contatos sexuais criminosos e por uma tentativa de contato sexual criminoso. Ele também foi denunciado por assédio. A fase áurea da carreira de Busey foi entre as décadas de 1970 e 1990. Ele chegou a ser indicado ao Oscar pelo papel principal na cinebiografia roqueira “A História de Buddy Holly” (1978) e se destacou em blockbusters como “Máquina Mortífera” (1987), com Mel Gibson e Danny Glover, “Predador 2” (1990), novamente com Danny Glover, “Caçadores de Emoção” (1991), com Keanu Reeves e Patrick Swayze, “A Força em Alerta” (1992), com Steven Seagal, e “A Firma” (1993), com Tom Cruise. Por sua personalidade excêntrica, o ator também participou de muitas produções interpretando a si mesmo, desde o clássico “O Jogador” (1992), de Robert Altman, até o trash “O Último Sharknado: Já Estava na Hora” (2018), passando pela série – e o filme da série – “Entourage”. Ele segue em atividade, mas 90% de seus trabalhos deste século foram produções de baixo orçamento para o mercado de home vídeo e locação na internet. O maior destaque desta lista é “Piranha 2” (2012), lançado direto em VOD (video on demand) nos EUA. Ele viveu um fazendeiro que morre devorado pelas piranhas logo no começo do filme.
Polícia acusa Suzy Camacho de usar laudos inadequados para acessar fortuna do marido
O caso da atriz Suzy Camacho, acusada de se utilizar de atestados médicos falsos para liberar R$ 10 milhões das contas do marido idoso, ganhou desdobramentos. O programa “Domingo Espetacular” revelou que a Polícia Civil considera que ela usou laudos inadequados para comprovar a incapacidade mental de seu marido. “Para o que ela queria usar, fazer prova em juízo civil deveria haver laudo, um teste apropriado para esse fim. Usou a boa-fé dos médicos para obter laudos que são laudos normais e não são dirigidos a essa situação”, disse um representante da polícia no programa da TV Record. Questionado se Suzy será presa, o representante apenas informou que isso será decidido pela Justiça após analisar os autos. De acordo com a reportagem, Suzy levou empresário Farid Curi, seu marido, a três neurologistas renomados para conseguir laudos sobre a situação cognitiva dele. Curi está internado com encefalite herpética há mais de dois anos e especialistas acham que dificilmente ele recuperará a memória. Com esses laudos, Suzy conseguiu, na Justiça, a liberação de cerca de R$ 10 milhões. Ela é acusada pelos filhos do empresário de se aproveitar da situação de seu pai para controlar a vida e dilapidar os seus bens. Luiz Flávio Borges D’Urso, advogado da atriz, disse que a denúncia do MP não deve prosperar, pois o dinheiro liberado por Suzy foi para a conta de Farid e não para o dela. Ele ainda ressaltou que ela não usou atestados falsos e não cometeu crime nenhum. Rubens de Oliveira, advogado dos filhos de Farid, informou, em nota, que o empresário estava totalmente incapaz de praticar atos civis na época. Segundo a polícia, uma casa de Farid no litoral norte de São Paulo foi vendida por Suzy por R$ 32 milhões em 2015. O valor real do local giraria em torno dos R$ 60 milhões. A reportagem ainda mostrou Suzy exibindo a casa durante uma entrevista para o “Programa do Gugu”, no passado, quando o imóvel já estava à venda. Na ocasião, ela se apresentou como uma amiga dos donos da casa e não como esposa de Farid. A atriz ainda falou que a condição para mostrar a casa que conta com 17 suítes e 3 mil metros² era não revelar o nome do dono. Suzy e Farid se casaram em 2013. Na época, ele tinha 76 anos e o casamento foi em regime de separação de bens — uma exigência do código civil brasileiro para pessoas com mais de 70 anos. O empresário foi um dos sócios da rede de supermercados Atacadão até 2007, ano em que a empresa foi comprada pelo Carrefour por cerca de R$ 2,2 bilhões. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.
Astro veterano de “Predadores 2” é acusado de abuso sexual
O ator Gary Busey (“Predadores 2”) foi indiciado neste sábado (29/8) pela polícia de Cherry Hill, Nova Jersey (EUA) com três queixas de crimes sexuais. Busey, que tem 78 anos e mora em Malibu, na Califórnia, foi acusado de apalpar pelo menos duas mulheres numa convenção Monster-Mania em Cherry Hill na semana passada. O evento semestral celebra filmes de terror e permite que os fãs conheçam os artistas. Durante a convenção, a polícia local respondeu a uma denúncia de crime sexual no Doubletree Hotel. Após uma investigação, os detetives acusaram Busey por dois contatos sexuais criminosos e por uma tentativa de contato sexual criminoso. Ele também foi denunciado por assédio. Segundo o jornal Philadelphia Inquirer, a polícia teria recebido “múltiplas queixas” sobre a conduta de Busey, mas o Departamento de Polícia de Cherry Hill se recusou a fornecer mais detalhes sobre os incidentes neste momento. A fase áurea da carreira de Busey foi entre as décadas de 1970 e 1990. Ele chegou a ser indicado ao Oscar pelo papel principal na cinebiografia roqueira “A História de Buddy Holly” (1978) e se destacou em blockbusters como “Máquina Mortífera” (1987), com Mel Gibson e Danny Glover, “Predador 2” (1990), novamente com Danny Glover, “Caçadores de Emoção” (1991), com Keanu Reeves e Patrick Swayze, “A Força em Alerta” (1992), com Steven Seagal, e “A Firma” (1993), com Tom Cruise. Por sua personalidade excêntrica, o ator também participou de muitas produções interpretando a si mesmo, desde o clássico “O Jogador” (1992), de Robert Altman, até o trash “O Último Sharknado: Já Estava na Hora” (2018), passando pela série – e o filme da série – “Entourage”. Ele segue em atividade, mas 90% de seus trabalhos deste século foram produções de baixo orçamento para o mercado de home vídeo e locação na internet. O maior destaque desta lista é “Piranha 2” (2012), lançado direto em VOD (video on demand) nos EUA. Ele viveu um fazendeiro que morre devorado pelas piranhas logo no começo do filme.
Fabrício Queiroz vai à polícia contra Fábio Porchat
A Polícia Civil do Rio pretende intimar o comediante Fábio Porchat a dar depoimento na próxima quarta-feira (24/8), após queixa de Fabrício Queiroz. O aliado de Bolsonaro, que é o principal nome ligado às acusações de “rachadinhas” da família, foi chamado de miliciano por Porchat durante participação num podcast. Em entrevista de julho ao Cara a Tapa, de Rica Perrone, Porchat fez duras críticas a Queiroz e até o acusou de supostos assassinatos. “É um miliciano, é um cara que matou gente, foi preso”, disparou o humorista, que ainda citou a investigação em que o ex-funcionário dos Bolsonaros foi apontado por ter feito um repasse de R$ 89 mil à conta da mulher do presidente da República, Michelle Bolsonaro. Queiroz foi assessor de Bolsonaro quando ele ainda era vereador do Rio de Janeiro, mas manteve vínculo com a família até recentemente. Como homem forte do gabinete de Flávio, virou alvo de uma investigação do Coaf no caso das rachadinhas. As acusações são de que comandava um esquema para obrigar os funcionários do gabinete a devolverem parte do salário ao filho do presidente. Nesta semana, ele foi à 32ª DP denunciar que teve a honra atingida por Porchat, ressaltando na queixa seu passado como policial militar. Um inquérito foi instaurado na delegacia para apurar o caso. Em suas redes sociais, Queiroz postou um vídeo sobre o assunto: “O registro está feito. Nós vamos nos encontrar nos corredores da justiça. Calúnia e injúria se combatem assim. Fake news é crime tipificado no Código Penal. Se você foi caluniado ou se sofreu injúria, faça o registro e a justiça toma conta do caso”. Horas após a polícia informar que tenta levar o humorista para um depoimento, o próprio Porchat se manifestou em suas redes sociais. Ele deu RT na notícia e, em tom de brincadeira, escreveu. “Achei o Queiroz”, se referindo ao período em que o atual candidato ficou foragido, após ter um mandado de prisão contra ele. O possível crime de Porchat, considerado de baixo potencial ofensivo, será julgado no 16º Juizado Especial Criminal de Jacarepaguá, onde deverá ser proposto, inicialmente, um acordo entre os envolvidos.
Ezra Miller decide tratar seus “problemas complexos de saúde mental”
Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” e do vilão Credence Barebone em “Animais Fantásticos”, emitiu um comunicado após se envolver em várias polêmicas, informando que começou um tratamento para seus “problemas complexos de saúde mental”. Em uma declaração fornecida por um representante do ator, Miller quebrou o silêncio sobre o comportamento preocupante exibido nos últimos meses, que levou a uma série de questões legais e acusações de agressão e abuso. Miller também se desculpou por suas ações. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, diz o comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Me comprometo em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” A decisão abrupta, informada na noite de segunda-feira (15/8), foi tomada após pelo menos dois meses de esforços de sua agência de talentos, CAA, da Warner Bros e de outros colegas, amigos e familiares para Miller buscar ajuda. A virada pode ter acontecido após os problemas se tornarem acusação criminal. Na semana passada, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro por uma acusação de furto. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
FBI conclui que Alec Baldwin apertou gatilho do revólver que matou Halyna Hutchins
O FBI concluiu que Alec Baldwin apertou o gatilho do revólver que matou acidentalmente a diretoria de fotografia Halyna Hutchins durante as filmagens do longa “Rust”, em outubro passado. A rede de TV americana ABC teve acesso aos documentos da investigação, que contradizem o depoimento do ator. Ele disse, na época, que a arma disparou sem que ele tivesse puxado o gatilho. “A arma não poderia ter disparado sem ter o gatilho puxado enquanto os seus componentes internos estavam intactos e funcionais”, diz o a perícia, que realizou testes de disparos com um modelo do revólver usado no acidente. Numa entrevista concedida à própria ABC em dezembro, o ator foi enfático ao dizer que não havia disparado a arma. “Bem, o gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho. Nunca apontaria a arma para alguém e puxaria o gatilho. Nunca”, declarou. Na ocasião do disparo, Alec estava no set ensaiando uma cena com Halyna e o diretor do longa, Joel Souza. Ela morreu na hora e Souza ficou ferido. A investigação ainda está em andamento e os indiciamentos só serão feitos após sua conclusão.
Anne Heche estaria sob efeito de cocaína no acidente que a deixou em coma
Anne Heche estaria sob efeito de cocaína quando sofreu o grave acidente de carro que a deixou em coma. As informações são do site TMZ, que ouviu de fontes da polícia de Los Angeles que cocaína e fentanil foram encontrados no sangue da atriz, em uma amostra coletada no hospital após o acidente. Apesar disso, o fentanil pode ter sido administrado no hospital, já que é usado como analgésico e, por isso, será necessário investigar o prontuário médico e se a substância já estava no sangue da atriz no momento da batida. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar a coleta de sangue após evidências sugerirem que Heche poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente de sexta-feira (5/8). Segundo a publicação, a suspeita surgiu após testemunhas descreverem que a atriz fez manobras irregulares e imprudentes na rua. Um vídeo também a mostra quase atropelando uma pedestre. Além disso, antes de seu acidente mais grave, ela bateu num carro estacionado na garagem de um complexo de apartamentos. Heche foi socorrida por moradores, porém deu marcha à ré e acelerou para fugir do local, vindo em seguida a entrar com o veículo de frente numa casa. A batida foi tão forte que provocou um incêndio no automóvel, um Mini Cooper de cor azul, e deixou seu corpo com queimaduras graves. Os policiais também receberam uma foto dela um pouco antes do acidente, que mostrava uma garrafa no interior de seu carro, reforçando a suspeita de que estivesse ingerindo bebida alcoólica enquanto dirigia. Segundo as fontes do TMZ, o estado de saúde de Heche é “terrível” e ela está “lutando por sua vida” no hospital. A atriz sofreu queimaduras graves na colisão, foi intubada e está em coma.












