Débora Nascimento diz que “surubão de Noronha” foi cortina de fumaça para traição de José Loreto
Débora Nascimento falou pela primeira vez sobre a polêmica separação de José Loreto, em 2019. A atriz confirmou na quarta-feira (20/9) que houve um envolvimento do galã há quatro anos atrás. A artista sugeriu no podcast “Desculpa Alguma Coisa” que a história erótica de Fernando de Noronha foi usada como “cortina de fumaça” para ocultar a traição de Loreto. O caso teria acontecido durante a transmissão de “O Sétimo Guardião”, quando Loreto teria trocado mensagens íntimas. “Eu ficava observando tudo meio que de longe, inserida naquilo tudo”, declarou. “E aí veio cortina de fumaça, surubão de não sei o quê, uma grande cortina de fumaça para as pessoas não verem o óbvio. É uma coisa tão óbvia, fico impressionada que amigos e pessoas tão conscientes que têm discernimento ainda têm essa dúvida se houve ou não [traição], mas também não vale eu dizer se teve ou não”, avaliou Débora. Débora ainda contou como se sentiu depois de ter sua vida pessoal escancarada nas redes sociais: “Uma mãe com um neném de dez meses sendo exposta, teve um grande surto coletivo e uma cortina de fumaça gigantesca, um monte de gente exigindo que eu defendesse o indefensável”. Rolou ou não rolou? Os rumores vieram à tona durante a exibição da novela “O Sétimo Guardião” (2019). Na época, uma fonte anônima da Globo espalhou que alguns famosos viajaram para Fernando de Noronha para praticar uma “suruba” na pousada de Bruno Gagliasso. Mas Gagliasso, protagonista do folhetim, desmentiu a informação, já que a alegação foi “uma cortina de fumaça para a polêmica que aconteceu durante a novela”. Agora, os espectadores tiveram a confirmação de que o evento adulto teria sido forjado para ocultar as investidas de José Loreto à atriz ruiva. Ele não para… Recentemente, José Loreto foi envolvido em outra polêmica sobre relacionamentos. É que o médico Lucas Bissoli revelou que o ator de “Vai na Fé” teria investido em sua namorada, Eslovênia Marques. “Tem gente que interpreta o ‘mais forte que o mundo’. Tá achando o que, irmão? Respeita o relacionamento alheio, cara”, disparou Lucas. Você não é melhor do que ninguém. Se enxerga, seu sem caráter”. Fãs do casal perceberam, no desabafo, que o alvo era José Loreto pela referência ao “Mais Forte que o Mundo”, título de um filme e uma série estrelados pelo ator. Por conta da repercussão, Loreto pediu desculpas pela suposta inconveniência de seu elogio. “Peço mil desculpas para Lucas e Eslovênia que se sentiram ofendidos. Inclusive, assim que saiu a primeira notinha de fofoca, imediatamente achei o perfil do Lucas e mandei três áudios para ele, que não visualizou”, revelou ele. “Expliquei a situação, pedi desculpas, não sabia que namoravam. Eu não tenho a obrigação de saber. Mas se ofendeu a ponto de ele expor uma situação sem me procurar, sem me conhecer, achar que eu sou mau caráter e dizer que o que é meu está guardado? Cruzes. Com toda a minha sinceridade, peço desculpas ao casal gato – sim, Lucas, você é um gatão também. Desejo toda a felicidade do mundo.”
Percy Jackson procura ladrão de raios no teaser da série da Disney+
A Disney+ divulgou um novo teaser de “Percy Jackson e os Olimpianos”. A prévia apresenta Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) como o personagem-título, conforme ele descobre um mundo mágico que desconhecida, assume seu lugar no panteão mitológico e recebe sua primeira missão: encontrar o ladrão dos raios de Zeus. As cenas também destacam Leah Sava Jeffries (“Empire”) no papel de Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) como Grover Underwood. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde forma amizada com seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lance Reddick (“John Wick”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”) e Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e do autor da franquia literária de Percy Jackson, Rick Riordan. Já a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A estreia ficou marcada para 20 de dezembro.
Fundador da Rolling Stone pede desculpas por comentários machistas e racistas
Após ser destituído do conselho diretor da Fundação Rock and Roll Hall of Fame em consequência de comentários considerados machistas e racistas, o jornalista Jann Wenner, fundador da revista Rolling Stone, emitiu um pedido de desculpas por meio de sua editora. “Entendo completamente a natureza inflamatória de palavras mal escolhidas e peço desculpas profundamente e aceito as consequências”, disse Wenner. A razão da polêmica Na entrevista que levou à sua destituição, ele promovia seu novo livro “The Masters”, que traz conversas com sete figuras notáveis do rock: Mick Jagger, Bob Dylan, John Lennon, Bruce Springsteen, Bono, Jerry Garcia e Pete Townsend. Questionado pelo The New York Times sobre a ausência de mulheres e artistas negros no livro, Wenner argumentou que as mulheres do rock não eram “suficientemente articuladas neste nível intelectual”. Ele utilizou um argumento similar para excluir artistas negros. “Quero dizer, eles simplesmente não se articulavam naquele nível”, mencionou. Não bastasse a falta de diversidade e a defesa de homens brancos como os verdadeiros “filósofos do rock”, na mesma entrevista Wenner admitiu que permitiu que seus entrevistados editassem as transcrições de suas conversas, uma prática que fere a ética jornalística. As alterações incluíram uma entrevista explosiva de 1970 com John Lennon. Os bastidores do Rock and Roll Hall of Fame A remoção de Wenner do conselho ocorreu após uma conferência de emergência com membros do conselho e só não foi unânime por conta de um voto, que teria sido atribuído ao empresário de Bruce Springsteen, Jon Landau. Fontes da Variety disseram que Wenner tentou se justificar, mas acabou irritando os membros com um “pedido de desculpas ruim”. Wenner co-fundou o Rock and Roll Hall of Fame em 1987 e atuou como seu presidente até 2020. Ele também foi editor ou diretor editorial da Rolling Stone de sua fundação em 1968 até 2019, quando a revista foi totalmente adquirida pela Penske Media Corporation.
Carmo Della Vecchia reclama da censura a beijo gay no Domingão do Huck: “Fiz minha parte”
O ator Carmo Dalla Vecchia expressou sua insatisfação com a decisão da TV Globo de não exibir um beijo gay entre ele e Amaury Lorenzo, no “Domingão com Huck” da semana passada (10/9). As declarações foram feitas durante o podcast Bee40Tona, apresentado pelo influenciador Márcio Rolim. “Eu fiz a minha parte e não cabe a mim [decidir se vai exibir], infelizmente. Tem momentos da história que a gente precisa se posicionar do lado certo, nem sempre a gente se posiciona”, afirmou Dalla Vecchia. O ator também apontou que a Globo tem suas próprias razões mercadológicas e empresariais para tomar tal decisão. “A gente está falando de uma empresa. Empresa tem várias razões que fazem com que ela exista, cada um sabe da sua história, razões morais, mercadológicas. Fiz o que eu pude”, completou. Detalhes do quadro e reações O beijo ocorreu durante o quadro “Batalha do Lip Sync”, onde Dalla Vecchia interpretou Madonna, enquanto Lorenzo encarnou Christina Aguilera e Diego Martins fez o papel de Britney Spears. A cena do beijo, que fazia parte do final da performance, foi cortada pela produção, gerando críticas nas redes sociais. Comentários como “Não entendi a censura do beijo” e “Lamentável o corte da cena do beijo” dominaram as redes sociais. O beijo fazia referência à performance de Madonna no VMA de 2003, onde a cantora beijou Christina Aguilera e Britney Spears. A cena foi um marco na cultura pop e na discussão sobre representatividade LGBTQIAPN+ na mídia. No entanto, a decisão da Globo de não exibir o beijo reacendeu debates sobre a visibilidade de relações homoafetivas na televisão brasileira. Durante a transmissão, as câmeras focaram na reação de Tiago Abravanel, outro concorrente do quadro, no momento em que o beijo deveria ter sido exibido. A expressão do neto de Silvio Santos e a reação da plateia indicaram que a cena foi impactante, embora não tenha sido mostrada ao público. Histórico recente de censuras da Globo Esse incidente ocorre meses após outra censura da Globo, envolvendo as personagens Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. Na ocasião, a emissora também cortou uma cena que incluía um beijo entre as duas. Na verdade, foram várias reescritas para evitar o beijo, o que também atingiu os personagens Yuri (Jean Paulo Campos) e Vini (Guthierry Sotero). Gay assumido, Carmo Dalla Vecchia é casado com o escritor João Emanuel Carneiro. Veja abaixo a cena censurada pela Globo e o que aconteceu 20 anos antes na MTV Exatamente 20 anos depois e o beijo ainda foi censurado kkkkkk e dizem que há progresso nos direitos. https://t.co/Z1G13uI3e3 — so blemer on the night (@lgblemer) September 10, 2023
Fundador da Rolling Stone é destituído do Rock and Roll Hall of Fame após entrevista polêmica
O jornalista Jann Wenner, fundador da revista Rolling Stone, foi destituído de sua posição no conselho diretor da Rock and Roll Hall of Fame Foundation após declarações polêmicas numa entrevista ao The New York Times, publicada na sexta-feira (15/9). A decisão deste sábado contou com apenas um voto dissidente, atribuído ao empresário de Bruce Springsteen, Jon Landau. Wenner é co-fundador da Rock and Roll Hall of Fame Foundation, criada em 1993 com o objetivo “promover o rock & roll como um aspecto cultural da vida e sociedade modernas”. Sua remoção ocorreu após falas consideradas racistas e misóginas. Entrevista polêmica Na entrevista que levou à sua destituição, ele promovia seu novo livro “The Masters”, que traz conversas com sete figuras notáveis do rock: Mick Jagger, Bob Dylan, John Lennon, Bruce Springsteen, Bono, Jerry Garcia e Pete Townsend. Questionado pelo The New York Times sobre a ausência de mulheres e artistas negros no livro, Wenner argumentou que as mulheres do rock não eram “suficientemente articuladas neste nível intelectual”. Ele utilizou um argumento similar para excluir artistas negros. “Quero dizer, eles simplesmente não se articulavam naquele nível”, mencionou. Não bastasse a falta de diversidade e a defesa de homens brancos como os verdadeiros “filósofos do rock”, na mesma entrevista Wenner admitiu que permitiu que seus entrevistados editassem as transcrições de suas conversas, uma prática que fere a ética jornalística. Logo após a publicação da entrevista, Wenner enfrentou críticas significativas nas redes sociais, incluindo de outros jornalistas. Histórico Jann Wenner comandou a Rolling Stone durante cinco décadas antes de se afastar em 2019. A atual proprietária da revista é a Penske Media, que adquiriu 51% da publicação em 2017 e os 49% restantes em 2020. Wenner já enfrentou acusações anteriores de favorecimento em sua cobertura de artistas e até nas seleções para o Rock and Roll Hall of Fame.
Russell Brand é acusado de assédio e estupro pela imprensa britânica
Russell Brand, que foi um ator britânico famoso na década passada, ex-marido de Katy Perry e hoje é uma espécie de guru da direita na internet, divulgador de ioga, meditação, teorias de conspiração e ataques à imprensa, virou alvo de uma investigação conjunta realizada pela empresa jornalística Times e a emissora Channel 4. Reportagens publicadas neste sábado (16/8) o acusam de estupro, assédio sexual e abuso emocional ao longo de um período de sete anos. De acordo com as denúncias, Brand teria iniciado um relacionamento com uma estudante de 16 anos. Em outro caso, uma mulher o acusou de tê-la estuprado em sua casa em Los Angeles. Uma terceira mulher afirmou que Brand a assediou sexualmente enquanto ela trabalhava com ele na mesma cidade. As reportagens ainda indicam que várias outras pessoas acusaram Brand de abuso físico e emocional, assédio sexual e intimidação. Defesa de Russell Brand Ao ser procurado pelos veículos na sexta (15/9) para comentar as acusações, Brand se antecipou e publicou um vídeo no Instagram, anunciando que viriam “acusações criminais muito graves” que ele negava totalmente. “As relações que tive foram absolutamente sempre consensuais”, declarou Brand. “Sempre fui transparente sobre isso, quase excessivamente transparente. E estou sendo transparente sobre isso agora”. O ator argumenta que a franqueza com que sempre tratou sua vida, especialmente sua juventude promíscua, está sendo “metastatizada em algo criminoso” e, fiel a seu estilo de propagador de conspirações, sugere que existe uma “agenda séria e concentrada” para silenciá-lo. “Para mim, é claro, ou pelo menos sinto, que existe uma agenda séria e concentrada para controlar esses tipos de espaços e essas vozes”, disse, citando Joe Rogan, que também teria sido alvo de um ataque supostamente coordenado por conta de seu conteúdo ofensivo no Spotify. Nos comentários, seus seguidores reafirmaram que não só duvidam das reportagens como “ninguém acredita na imprensa”. Para completar, Elon Musk defendeu Brand, dizendo que a imprensa “não gosta de competição”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Russell Brand (@russellbrand)
Marido de Jenny Miranda diz que “jurídico vai se manifestar” contra Gretchen
“A Fazenda 15” ainda nem começou e já tem confusão. Após Gretchen emitir um comunicado ameaçando processo caso Jenny Miranda se identifique como sua filha no reality show, o marido da influenciadora, Fábio Gontijo, também decidiu se pronunciar. O médico não mencionou o nome da cantora, mas prometeu uma resposta à altura. “O nosso jurídico vai se manifestar”, disse ele. Por meio dos Stories do Instagram, o marido da participante de “A Fazenda 15” afirmou: “Sobre uma nota que acabou de ser divulgada no perfil de uma senhora, eu não vou falar nada porque é tão absurdo que a gente não vai se manifestar, mas o nosso jurídico vai. Pode ter certeza que logo vem a resposta ao que foi dito por ela”. Ele ainda lamentou o comentário o Gretchen. “Quanto mais a gente conhece os seres humanos, mais eu amo os bichos. Está tenso. Eu vou dar uma pausa de ficar vendo Twitter, eu vou ficar doido”, completou. Gretchen quer distância de Jenny Miranda Na noite de sexta-feira (15/9), Gretchen emitiu uma nota para informar que não deseja ter sua imagem associada à de Jenny Miranda. A cantora disse que não é mãe adotiva da influenciadora e, por isso, deseja que a imprensa pare de ligar uma à outra. O documento foi publicadono Instagram um dia após Jenny ser anunciada no elenco de “A Fazenda 15”. “Ocorre que a senhora Jenifer Ferracini Vaz é apresentada pela grande mídia nacional como se fosse ‘filha’ ou ‘ex-filha’ de Gretchen, fato este que é uma inverdade, visto que a senhora Jenifer nunca possuíra qualquer vínculo consanguíneo com Gretchen”, ressaltou o advogado Gabriel Gianinni Ferreira no texto. Segundo o comunicado, a situação não é nova. Jenny Miranda já havia sido notificada extrajudicialmente em 2022 a se abster de utilizar o nome de Maria Odete Brito de Miranda de Souza, conhecida como Gretchen. “A Srª Jenifer Ferracini Vaz já fora notificada extrajudicialmente no ano de 2022 para que se abstenha de utilizar e/ou propagar o nome da Srª Maria Odete Brito de Miranda de Souza (Gretchen) e de seus familiares de sobrenome Miranda, sobretudo, afirmando que é ‘filha’ ou ‘ex-filha daquela’”, ressalta o documento. As medidas judiciais anunciadas por Gretchen também fazem um alerta à cobertura midiática em relação ao programa. “Neste passo, serve a presente para notificar, ainda que indiretamente, toda a grande mídia, para que se abstenham de atrelar a imagem da Srª Jenifer Ferracini Vaz como ‘filha’ ou ‘ex-filha’ da Srª Maria Odete Brito de Miranda de Souza (Gretchen)”, acrescenta a nota. “Visto que ambas são pessoas públicas, a utilização de tais termos ou encargos podem gerar severos prejuízos à imagem de Gretchen e de sua real família. Ressalva-se que caso a utilização de tais nominações permaneçam, medidas judiciais serão adotadas”, completa o advogado. Relações familiares Jenny Miranda é mãe de Bia Miranda, vice-campeã da 14ª edição de “A Fazenda”, que na ocasião foi anunciada como neta de Gretchen. A influenciadora alega que é filha adotiva de Gretchen, mas os papéis de adoção não foram finalizados. O envolvimento dela com a família da cantora aconteceu porque ela teve um relacionamento com Thammy, filho biológico de Gretchen, e morou com a família por muitos anos, mesmo após o fim do relacionamento. Mas Thammy e Jenny estão brigadíssimos atualmente, devido à confusão pública envolvendo Bia Miranda e seu relacionamento com o ex-jogador Adriano “Imperador”, que colocou o nome da família nas páginas de fofocas. Por conta dessa fofoca, Jenny e Bia também são brigadas. Ao se casar com o dermatologista Fábio Gontijo no começo do ano em Las Vegas, Jenny fez questão de dizer que nem Gretchen nem Bia foram convidados.
Fundador da Rolling Stone diz que músicos negros e mulheres não são articulados
Jann Wenner, fundador da revista Rolling Stone, virou alvo da ira das redes sociais após se justificar, em entrevista ao jornal The New York Times, porque seu novo livro, “The Masters”, não inclui entrevistas com músicos negros ou mulheres. O livro publicado pela Little Brown and Company é uma compilação de entrevistas realizadas por Wenner durante seus anos à frente da Rolling Stone. Os entrevistados incluem grandes nomes do rock como Bono, Bob Dylan e Bruce Springsteen. Entretanto, não há nenhum artista negro ou mulher na seleção. O jornalista David Marchese, do The New York Times, questionou Wenner sobre o critério da lista e Wenner afirmou: “Não foi uma seleção deliberada; foi algo intuitivo ao longo dos anos. No caso das mulheres, simplesmente nenhuma delas foi articulada o suficiente neste nível intelectual”. Ele acrescentou: “Tenha uma conversa profunda com Grace Slick ou Janis Joplin. Por favor, seja meu convidado”. Sobre artistas negros, ele disse: “Talvez Marvin Gaye ou Curtis Mayfield? Quero dizer, eles simplesmente não se articulavam naquele nível”. Wenner ainda disse que poderia ter reconsiderado sua seleção “por questões de relações públicas”. “Talvez eu devesse ter ido e encontrado um artista negro e uma artista mulher para incluir aqui que não atendessem ao mesmo padrão histórico, apenas para evitar esse tipo de crítica. Talvez eu seja antiquado e não me importe ou o que quer que seja. Eu queria, em retrospecto, ter entrevistado Marvin Gaye. Talvez ele tivesse sido o cara. Talvez Otis Redding, se estivesse vivo, tivesse sido o cara”. Ética jornalística em questão Não bastasse a falta de diversidade e a defesa de homens brancos como os verdadeiros “filósofos do rock”, na mesma entrevista Wenner admitiu que permitiu que seus entrevistados editassem as transcrições de suas conversas, uma prática que fere a ética jornalística. O ex-editor da Rolling Stone defendeu a prática, dizendo que suas entrevistas “pretendem ser discussões simpáticas” e reveladoras com artistas, não com políticos ou executivos de negócios. “Olha, nada foi substancialmente alterado nas entrevistas originais. Foram pequenas alterações que realmente atingem a precisão, a legibilidade e tudo mais. Em segundo lugar, estas não pretendiam ser entrevistas de confronto. Sempre foram feitas para serem entrevistas cooperativas”, disse Wenner. “De certa forma, são perfis. Se eu tiver que negociar o nível de confiança necessário para conseguir esse tipo de entrevista, para permitir que as pessoas deixem algumas coisas em sigilo, nada de qualquer valor, talvez algo sobre seus filhos ou sua família ou sobre o fato de não quererem rebaixar alguém.” O livro “The Masters” será lançado no dia 26 de setembro nos EUA.
Gretchen já ameaça processar Jenny Miranda em “A Fazenda 15”
A cantora Gretchen emitiu um comunicado oficial na noite desta sexta-feira (15/9) repudiando a associação de sua imagem à influenciadora digital Jenny Miranda, que foi anunciada na quinta-feira como participante do reality show “A Fazenda 15”, da Record TV. Segundo o documento, medidas judiciais serão tomadas caso Jenny continue a ser identificada como “filha” ou “ex-filha” da cantora. O aviso veio por meio da equipe jurídica de Gretchen e foi claro: a artista não possui qualquer vínculo consanguíneo com Jenny Miranda. Segundo o comunicado, a situação não é nova. Jenny Miranda já havia sido notificada extrajudicialmente em 2022 a se abster de utilizar o nome de Maria Odete Brito de Miranda de Souza, conhecida como Gretchen. “A Srª Jenifer Ferracini Vaz já fora notificada extrajudicialmente no ano de 2022 para que se abstenha de utilizar e/ou propagar o nome da Srª Maria Odete Brito de Miranda de Souza (Gretchen) e de seus familiares de sobrenome Miranda, sobretudo, afirmando que é ‘filha’ ou ‘ex-filha daquela'”, ressalta o documento. As medidas judiciais anunciadas por Gretchen também fazem um alerta à cobertura midiática em relação ao programa. “Neste passo, serve a presente para notificar, ainda que indiretamente, toda a grande mídia, para que se abstenham de atrelar a imagem da Srª Jenifer Ferracini Vaz como ‘filha’ ou ‘ex-filha’ da Srª Maria Odete Brito de Miranda de Souza (Gretchen)”, conclui a nota. Relações familiares Jenny Miranda é mãe de Bia Miranda, vice-campeã da 14ª edição de “A Fazenda”, que na ocasião foi anunciada como neta de Gretchen. A influenciadora alega que é filha adotiva de Gretchen, mas os papéis de adoção não foram finalizados. O envolvimento dela com a família da cantora aconteceu porque ela teve um relacionamento com Thammy, filho biológico de Gretchen, e morou com a família por muitos anos, mesmo após o fim do relacionamento. Mas Thammy e Jenny estão brigadíssimos atualmente, devido à confusão pública envolvendo Bia Miranda e seu relacionamento com o ex-jogador Adriano “Imperador”, que colocou o nome da família nas páginas de fofocas. Por conta dessa fofoca, Jenny e Bia também são brigadas. Ao se casar com o dermatologista Fábio Gontijo no começo do ano em Las Vegas, Jenny fez questão de dizer que nem Gretchen nem Bia foram convidados.
Leo Dias revela que tentou adotar bebê de Klara Castanho
Leo Dias revelou no programa “Fofocalizando” do SBT que tentou adotar o bebê da atriz Klara Castanho. O “detalhe” foi compartilhado enquanto ele comentou a audiência em que foi testemunha de Klara Castanho na quinta-feira (14/9). Dias foi indagado pelo juiz sobre como obteve informações referentes ao filho de Castanho, nascido após um episódio de estupro. “Eu fui indagado pelo juiz sobre as informações que recebi. Ele queria saber quem tinha me passado a informação. Eu respondi que eu tenho direito a guardar a fonte – nós como jornalistas –, mas pressupõe-se que era alguém do hospital. Porque eu soube do nascimento da criança uma hora após o parto“, afirmou Dias. Tentativa de adoção ilegal Na audiência, Leo Dias revelou que um áudio de uma conversa que teve com Klara Castanho no dia do nascimento do bebê foi usado como prova. Após o juiz ouvir o áudio, advertiu o jornalista que ele incorria em crime por seu interesse em adotar a criança de Castanho de maneira ilegal. “Porque na ligação com a Klara, às 22h da noite, do dia 10 de maio, eu falo pra Klara: ‘Você quer me dar essa criança? Eu vou aí, eu pego essa criança e eu crio, eu adoto essa criança’. E aí o juiz deu uma bronca danada pra mim, dizendo que eu não poderia fazer isso fora da justiça“, contou Dias. O colunista também falou sobre outro jornalista envolvido no caso, que ao ser indagado sobre sua fonte de informação, instruiu o juiz a consultar Leo Dias. Processos de Klara Castanha Vale lembrar que Klara Castanho também processa Leo Dias, a apresentadora Antonia Fontenelle e a influenciadora Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, por exposição do caso de estupro e da adoção legal da criança. A atriz já venceu uma ação judicial contra Fontenelle, que foi condenada a pagar uma indenização de R$ 50 mil por exposição pública indesejada, relacionada à revelação da gravidez resultante de estupro. A bolsonarista Antonia Fontenelle, que pleiteou uma vaga de deputada federal pelo Rio de Janeiro, foi condenada por infringir a privacidade de Klara ao revelar publicamente a violência sexual sofrida pela atriz e a consequente entrega de seu bebê para adoção. A decisão foi proferida em junho pela juíza Flávia Viveiro de Castro, da 2ª Vara Cível da Barra, no Rio de Janeiro, mas ainda cabe recurso. Lembre o caso Klara foi obrigada a vir à publico revelar o que aconteceu após as publicações. Em junho do ano passado, ela publicou o que chamou de “o relato mais difícil da minha vida”, revelando que sofreu um estupro, engravidou e entregou o bebê para adoção. A confissão foi feita após a notícia se espalhar com exposição da atriz. A defesa da atriz alegou que o Leo Dias injuriou a artista ao inferir “que Klara Castanho seria uma atriz ‘que vende uma imagem que todo mundo acha que é santinha’, que tem uma ‘história de trama’ e que o que ela fez é de ‘perder a fé na humanidade'”. Fontenella foi ainda pior. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a influencer bolsonarista no YouTube, classificando a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Dri Paz seguiu na mesma linha, publicando na rede social Kwai um vídeo “imputando” o crime de abandono de incapaz a atriz. Ela teria afirmado que a jovem pagou para “sumirem com a criança”, o que configura difamação e calúnia. Klara seguiu todos os trâmites e agiu de acordo com a lei para doar o filho fruto de estupro, e jamais pretendeu que o caso viesse à público. Próxima audiência A próxima audiência relativa a esse caso acontecerá no dia 28 de setembro. AGORA: Léo dias fala sobre a audiência do caso Klara Castanho. #FofocalizandoNoSBT #LeoDias #KlaraCastanho pic.twitter.com/RSfCi0XC60 — Brenno De Moura (@mbrenno_) September 15, 2023
Britney Spears estaria namorando faxineiro com passado criminoso
Britney Spears teria engatado outro relacionamento após divórcio repentino com Sam Asghari. Conforme uma fonte do Page Six, a cantora estaria namorando com Paul Richard Soliz, seu ex-faxineiro, que tem um passado criminoso. O ex-funcionário teria sido contratado há cerca de um ano para trabalhar como faxineiro, onde ele ficava responsável pela limpeza dos banheiros. Asghari acusa Britney de tê-lo traído com o empregando. Mas uma fonte do site contesta esta versão, apesar das informações que divulgadas anteriormente. O Page Six também destacou que Britney teria viajado sozinha recentemente para o México devido aos problemas legais de Soliz, que acumula processos judiciais e não pode viajar para fora dos Estados Unidos. Problemas do ex-funcionário Paul Richard Soliz foi condenado por perturbação da paz em abril de 2024, quando foi acusado de colocar crianças em perigo, porém os autos do tribunal apontam que o caso foi arquivado devido a uma negociação, envolvendo sua confissão. Em 2016, o ex-funcionário de Britney Spears foi condenado por dirigir sem carteira, enquanto estava com a habilitação suspensa. Novamente, Soliz fez uma negociação e teve a acusação arquivada. Mas não para por aí! Soliz voltou a ter problemas com a Justiça no período em que trabalhava na casa da própria Britney. Ele foi condenado por porte de arma de fogo em dezembro de 2022.
Maior agência de J-pop enfrenta escândalo de abuso sexual de boy bands
Julie Fujishima, a chefe da poderosa agência de talentos japonesa Johnny and Associates, pediu demissão na quinta-feira (7/9) depois de reconhecer os casos de abusos sexuais cometidos pelo fundador já falecido da empresa. A presidente emitiu um pedido público de desculpas às vítimas de seu tio, Johnny Kitagawa. “Tanto a agência quanto eu, como pessoa, reconhecemos que ocorreram abusos sexuais por parte de Johnny Kitagawa”, declarou a ex-presidente pela primeira vez. “Peço desculpas às suas vítimas do fundo do meu coração.” A demissão veio à tona uma semana depois das investigações contra Kitagawa, que negou qualquer irregularidade antes de morrer em 2019. O fundador teria abusado de centenas de meninos e homens jovens ao longo de seis décadas como presidente da agência de boy bands. Ele nunca enfrentou acusações legais. Kitagawa era considerado uma das figuras mais influentes da indústria do entretenimento japonesa, e foi responsável pelo lançamento de muitos artistas do J-pop, a música pop japonesa, ao longo dos anos. Apesar dos rumores sobre os abusos, o magnata nunca enfrentou processos criminais e continuou recrutando adolescente até sua morte aos 87 anos. No entanto, várias vítimas declaram no documentário britânico “Predator, The Secret Scandal of J-Pop” que achavam que suas carreiras seriam prejudicadas se não cumprissem as exigências sexuais do ex-presidente. A ex-chefe nomeou Noriyuki Higashiyama, um nome familiar da televisão no Japão, como seu sucessor na agência de talentos. O homem de 56 anos foi um dos primeiros talentos recrutados pela empresa, porém não foi uma das vítimas de abuso. Ele estava ciente dos rumores: “Eu não pude e não fiz nada a respeito”, admitiu. Passou pano? Embora algumas das alegações de abuso sexual tenham sido provadas no tribunal civil, Kitagawa processou seus acusadores por difamação com sucesso em pelo menos uma ocasião. O fundador ainda teve as notícias do escândalo “abafadas” pela grande mídia. Em março deste ano, os relatos exibidos no documentário da BBC geraram discussões no Japão, o que resultou no início de uma investigação completa. Milhares de fãs de J-pop também assinaram uma petição pressionando por novas informações sobre a agência. Denúncias As alegações das vítimas mostram um padrão de exploração de Kitagawa, que abusava dos jovens em casas luxuosas com a presença de outros rapazes. A cobertura da BBC também encorajou novas denúncias, como o ex-astro nipo-brasileiro Kauan Okamoto, que teria sido assediado durante quatro anos pelo fundador. Na semana passada, um relatório descobriu que o ex-presidente começou os crimes na década de 1950, passando pela criação da agência de talentos, até a década de 2010. A investigação também descobriu que a gestão familiar permitiu que os casos de abuso sexual prosseguissem, inclusive sob supervisão da sobrinha, Julie Fujishima. A agência Johnny and Associates é responsável pela carreira de bandas como SixTones, Hey! Say! JUMP, Snow Man e Travis Japan. Não está claro se os artistas continuarão com a empresa, que cogita uma troca de nome futuramente.
MPF arquiva procedimento que tentava impedir shows de Roger Waters no Brasil
A Procuradoria Regional do Rio de Janeiro arquivou um procedimento administrativo que pedia a proibição dos shows de Roger Waters no Brasil, e pedia que fosse escoltado por policiais se as apresentações ocorressem. As medidas cautelares foram pedidas após o cantar usar um uniforme que foi confundido com nazista durante show em Frankfurt, na Alemanha. O traje era do filme “Pink Floyd – The Wall” (1982), inspirado nas músicas de Waters no mesmo disco, lançado pela banda Pink Floyd em 1979. À época, ele foi às redes sociais dizer que suas performances eram um clara demonstração de oposição ao fascismo. Os procuradores Jaime Mitropoulos, Julio José Araujo Junior e Aline Caixeta entenderam que as medidas cautelares são desproporcionais para o caso concreto e promoveram o arquivamento. Decisão da Justiça Em um trecho da peça, os procuradores observam que “a forma escolhida para realizar a crítica aos regimes autoritários, à extrema-direita e ao Estado de Israel pode ser considerada chocante e de mau gosto, mas expressa o pensamento político do cantor na apresentação. A liberdade de expressão, como garantia que permite a pluralidade de ideias e de pensamentos, fornece mecanismos para que Waters possa ser criticado pelos métodos utilizados e pela escolha da manifestação artística veiculada em seu show, mas não censurado por sua forma de pensar – ainda que a expressão de suas ideias possa ter ocorrido por meio de ‘comportamentos expressivos’ inadequados ou deseducados.” A conclusão afirma: “Diante de todo o exposto, considerando que as manifestações proferidas por George Roger Waters estão protegidas pelo direito à liberdade de expressão, garantia que possui posição preferencial na Constituição Federal, e que as medidas cautelares requeridas pelos noticiantes são desproporcionais para o caso concreto, entendemos não subsistir motivos que justifiquem o prosseguimento da atuação desta PRDC na espécie, razão pela qual promovemos o arquivamento do presente feito.” A iniciativa de impedir as apresentações partiu do Instituto Memorial do Holocausto e a Confederação Israelita do Brasil (CONIB), por meio do advogado Ary Bergher, que solicitaram ao Ministério da Justiça, uma semana após o anúncio da turnê, que Waters fosse impedido de entrar no país e de se apresentar. Segundo Bergher, o músico pratica condutas e faz declarações nitidamente antissemitas, com uma série de episódios destacados pelo advogado como exemplos. O uniforme polêmico O figurino que está sendo citado como apologia ao nazismo lembra, de fato, os trajes que eram usados pelos oficiais da SS, que tinham a função de proteger o ditador Adolf Hitler e seu partido. Só que todos os fãs de Waters e do Pink Floyd sabem que se trata de uma crítica. É o mesmo traje usado por Bob Geldof no final do filme “The Wall” (1982), quando o cantor Pink (inspirado por Waters) se deixa levar pela influência do fascismo. Baseado no álbum “The Wall”, do Pink Floyd, o visual no filme serve, na verdade, como uma condenação forte do fascismo. O cantor é notoriamente conhecido por suas críticas a governos que considera totalitários, tendo inclusive prestado homenagem à vereadora brasileira Marielle Franco em um de seus shows anteriores no Brasil. Entretanto, tem sido criticado por políticos e associações ligadas a Israel por suas posições favoráveis à causa Palestina, que geraram acusações de antissemitismo. Em diversos momentos de sua carreira, e até em aspectos visuais de seus shows, o músico fez críticas às ações de Israel em relação à Palestina, incluindo a comparação da ocupação de terras palestinas com técnicas nazistas de guerra. Recentemente, ele também causou polêmica por se posicionar a favor da Rússia na guerra contra a Ucrânia. Turnê de despedida A turnê de despedida do cantor, “This is Not a Drill”, passará pelo Brasil entre 24 de outubro e 12 de novembro, com sete shows marcados para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. Os shows marcam a despedida do artista de suas apresentações ao vivo e, apesar das polêmicas e contestações, muitos fãs brasileiros aguardam com expectativa as apresentações, uma vez que o músico pretende se afastar dos palcos após as apresentações na América Latina. O repertório inclui cerca de 20 clássicos de Roger Waters e do Pink Floyd, como “Us & Them”, “Comfortably Numb”, “Wish You Were Here”, e “Is This The Life We Really Want?”. Waters também apresenta uma nova composição, “The Bar”. A expectativa é tão grande que alguns shows da turnê estão sendo transmitidos ao vivo em cinemas ao redor do mundo. Veja abaixo a cena do filme “The Wall”, dirigido por Alan Parker, em que o uniforme polêmico foi introduzido pela primeira vez. A música que acompanha a cena, “In The Flesh”, deixa claro que se trata de uma crítica às imagens de fanatismo exibidas. E é a mesma música cantada por Roger Waters no uniforme polêmico durante a turnê. Confira.











