Mia Khalifa é demitida ao comemorar ataque do Hamas a Israel
Mia Khalifa, ex-atriz pornô e apoiadora da causa palestina, gerou controvérsia ao comemorar ataques do grupo extremista Hamas em território israelense. A libanesa comparou a imagem dos terroristas a um quadro renascentista e entrou em confronto com a influenciadora Kylie Jenner e a atriz Jamie Lee Curtis, que manifestaram apoio a Israel. Acabou o dia demitida por uma empresa que contratava seus serviços como influenciadora. Comentários e conflitos Ao abordar o conflito entre Israel e Hamas, que já contabiliza 1.200 mortos, Khalifa pediu aos militantes que filmassem os registros dos conflitos na horizontal. “Eu só quero ter certeza de que haverá imagens em 4K do meu povo quebrando as paredes da prisão ao ar livre em que foram forçados a sair de suas casas, para que tenhamos boas opções para os livros de história que escrevem sobre como eles se libertaram do apartheid”, afirmou. Khalifa também criticou Kylie Jenner por seu apoio a Israel. “Se existir jornalismo verdadeiro, a próxima pessoa a falar com Kylie Jenner pedirá sua opinião sobre as tensões geopolíticas no Oriente Médio e não perderá o contato visual até que ela consiga juntar uma frase coerente, já que ela deseja tanto tomar uma posição diante de seus 400 milhões de seguidores”, disse. A publicação foi apagada horas depois. Entretanto, ela manteve uma crítica à Jamie Lee Curtis, que publicou uma foto de crianças palestinas sob ameaça de ataques aéreos como se fossem israelenses. “Descolonizem aquele Oscar e o devolvam à sua legítima vencedora, Angela Basset”, escreveu, desmentindo a imagem e aludindo ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante conquistados por Curtis pelo filme “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. Demissão por rede social A conta da Red Light Holland, que tinha a influenciadora como garota-propaganda, reagiu com indignação às declarações de Khalifa. “Considere-se demitida imediatamente. Simplesmente nojento. Além de nojento. Por favor, evolua e se torne um ser humano melhor. O fato de você tolerar a morte, a violação, os espancamentos e a tomada de reféns é verdadeiramente nojento. Nenhuma palavra pode explicar sua ignorância”, escreveu o perfil comercial no Twitter. Em resposta à crítica, Khalifa ironizou a perda de oportunidades de negócios. “Eu diria que apoiar a Palestina me fez perder oportunidades de negócios, mas estou mais zangada comigo por não ter verificado que estava fazendo negócios com sionistas. Meu erro”, declarou. Mia Khalifa foi banida do Líbano, seu país natal, por sua ligação com a indústria pornográfica. Ela abandonou a atividade em meados da década passado, em meio a ameaças de morte do Estado Islâmico, e tem ganhado destaque como influenciadora nas redes sociais ao comentar pautas diversas, até a CPI da Covid, após ser citada num debate. Ela também mantém um perfil no OnlyFans, plataforma de conteúdo adulto por assinatura, onde vende apenas “conteúdos sugestivos de nudez”. O conflito entre Israel e Hamas entrou em seu terceiro dia nesta segunda-feira (9/10), com um “cerco completo” a Gaza, segundo Yoav Gallant, ministro da Defesa israelense. “Não há eletricidade, não há comida, não há água, não há combustível”, disse Gallant. I just wanna make sure there’s 4k footage of my people breaking down the walls of the open air prison they’ve been forced out of their homes and into so we have good options for the history books that write about how how they freed themselves from apartheid. Please worry about… https://t.co/sgx8kzAHnL — Mia K. (@miakhalifa) October 8, 2023 I’d say supporting Palestine has lost me business opportunities, but I’m more angry at myself for not checking whether or not I was entering into business with Zionists. My bad. https://t.co/sgx8kzAHnL — Mia K. (@miakhalifa) October 8, 2023 Decolonize that Oscar and give it back to its rightful owner: Angela Basset pic.twitter.com/tW0ifAwW2O — Mia K. (@miakhalifa) October 9, 2023
Pet Shop Boys acusam Drake de plágio no novo disco
A dupla Pet Shop Boys emitiu uma declaração nesta sexta-feira (6/10) acusando o rapper canadense Drake de plágio, por não ter dado crédito ao grupo pela utilização do famoso refrão de seu single de 1984, “West End Girls”, na faixa “All the Parties”, que também conta com versos de Chief Keef. A acusação foi feita através da plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. “É surpreendente ouvir Drake cantando o refrão de ‘West End Girls’ na faixa ‘All the Parties’ em seu novo álbum. Nenhum crédito dado ou permissão solicitada”, escreveram Neil Tennant e Chris Lowe, do Pet Shop Boys. Eles também incluíram a hashtag “#kobaltmusic”, com quem assinaram em 2013. Até o momento, os únicos produtores creditados na faixa são BNYX®, Boi-1da, Fierce, Coleman, Maneesh, Harley Arsenault e JDolla, e o único autor de letra creditado é Drake. Contexto e impacto “West End Girls” foi o primeiro single lançado pelo duo Pet Shop Boys e tornou-se um sucesso instantâneo nos Estados Unidos e no Reino Unido após seu lançamento como parte de seu álbum de 1986, “Please”. A faixa é uma das mais icônicas da dupla e tem um lugar consolidado na história da música pop. Outra acusação contra Drake Esta não é a primeira acusação de plágio contra Drake. Uma artista de Baltimore chamada Rye Rye também denunciou, no ano passado, que ele não pediu permissão para usar seus vocais em “Currents”, faixa do disto anterior do rapper canadense, “Honestly Nevermind”. Da mesma forma que os Pet Shop Boys, Rye Rye disse no Twitter (hoje X) que Drake não pediu permissão nem lhe deu créditos pelo uso de sua música. O novo álbum de Drake, “For All the Dogs”, foi lançado nesta sexta. No começo do dia, o rapper também anunciou uma pausa na carreira para se concentrar em sua saúde, citando problemas gastrointestinais. Surprising to hear @Drake singing the chorus of “West End girls” in the track “All the Parties” on his new album. No credit given or permission requested.#PetText #kobaltmusic #WestEndgirls #Drake #PetShopBoys pic.twitter.com/P5siIccTw9 — Pet Shop Boys (@petshopboys) October 6, 2023
Charlie Sheen estaria preocupado com o conteúdo da filha no OnlyFans
Conhecido por seus vários relacionamentos com porn stars, Charlie Sheen agora demonstra preocupação com a carreira da filha, Sami Sheen, de 19 anos, na plataforma de conteúdo adulto OnlyFans. Segundo uma fonte da revista OK, embora apoie a decisão de Sami, a situação tem afetado o bem-estar emocional do ator. “Charlie está tentando apoiar e não julgar Sami, mas está muito preocupado. Ele está perdendo o sono porque sua preciosa garota se transformou em uma bagunça das grandes. Sami segue a batida de seu próprio tambor. Ninguém pode dizer a ela o que fazer”, disse a fonte. Sami Sheen anunciou sua entrada no OnlyFans em julho de 2022, o que não foi bem aceito por Charlie na ocasião. Ele acabou voltando atrás para apoiar a filha, mas meses depois ela declarou no TikTok que tinha virado uma “profissional do sexo”, com uma receita mensal estimada em R$ 80 mil (R$ 320 mil). A declaração viralizou e ela precisou explicar que não fazia “programas” ou vídeos de sexo explícito. O que pensa a mãe? Enquanto Charlie Sheen expressa preocupação, sua ex-mulher e mãe de Sami, Denise Richards, tem uma postura diferente. A atriz não apenas apoia a filha em sua nova empreitada como também criou seu próprio perfil na plataforma. “Minha filha recebeu muitas críticas por abrir a conta. Eu já tinha ouvido falar do OnlyFans, mas não fui informado sobre o que era o OnlyFans, e assim que comecei a aprender sobre isso, realmente acho que os criadores do site aproveitaram o melhor de todas as plataformas de mídia social para colocar tudo em um só site. Você é o dono do seu conteúdo”, defendeu Denise. O ator, por outro lado, acredita que sua ex-mulher deveria ter desencorajado a filha de seguir essa carreira. “Charlie pensou que Sami teria aprendido com seus erros e está convencido de que Denise deveria ter feito mais para afastá-la de uma carreira tão desprezível”, acrescentou a fonte da OK. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ✩ sami sheen ✩ (@samisheen)
Luana Piovani detona música de Luísa Sonza: “Normalizaram a erotização”
Luana Piovani voltou a protagonizar uma polêmica ao detonar “A Dona Aranha”, música de Luísa Sonza, que é uma das favoritas dos fãs do disco “Escândalo Íntimo”. Apesar da letra e coreografia sensual do clipe, a canção de Sonza é inspirada na clássica música infantil que diz “a Dona Aranha subiu pela parede, veio a chuva forte e a derrubou”. O trecho chegou a ser adicionado na letra, porém o refrão já provoca outro cenário: “Ai, eu tô subindo pelas paredes do quarto. […] Eu vou comer você, eu vou lamber você”. O clipe de “A Dona Aranha” foi lançado na semana passada com jogada de câmeras dentro de um quarto escuro e sensação de estar literalmente subindo pelas paredes. Contudo, Piovani esperou passar algum tempo antes de se revoltar com a produção: “O que você faria se pegasse seu(ua) filho(a) ouvindo isso?”, questionou a atriz nos Stories do Instagram. “Tenho ojeriza, primeiro, de quem gosta desse som – sim, porque música, para mim, é outra coisa. Cada vez mais comum artistas se apropriarem de músicas infantis e lançarem versões com conotações sexuais. Isso é um absurdo! Quando foi que normalizaram a erotização de músicas infantis?”, esbravejou Piovani. A faixa detonada por Piovani faz parte de “Escândalo Íntimo”, disco brasileiro de maior sucesso no Spotify em 2023. Luana Piovani é mãe de Dom, de 11 anos, e dos gêmeos Bem e Liz, de apenas 8, frutos do relacionamento com Pedro Scooby. Atualmente, ela apresenta o programa “Luana é de Lua” no canal E!, em que fala de sua intimidade e de tabus sexuais. Na gravação de um dos episódios, ela elogiou as partes íntimas de uma atriz pornô com um palavrão. Luana Piovani solta o verbo contra músicas de Luísa Sonza e Wesley Safadão ( Imagens Reprodução Instagram Luana Piovani) #luisasonza #luanapiovani #wesleysafadao #polemica pic.twitter.com/wnBXMrhFUB — Área VIP (@areavip) October 3, 2023
A Fazenda | Adriane Galisteu dá alerta sobre homofobia e desmente calúnia de Cariúcha
Adriane Galisteu, apresentadora de “A Fazenda 15”, fez um pronunciamento contundente nesta quarta-feira (4/10) após a madrugada de comentários homofóbicos direcionados ao peão Lucas Souza. Galisteu alertou que tais atitudes são inaceitáveis, criminosas e podem levar à expulsão do programa. A apresentadora também aproveitou para esclarecer uma polêmica envolvendo Rachel Sheherazade e Cariúcha. Alerta aos Participantes No início da edição ao vivo, Galisteu se dirigiu ao público e aos participantes para condenar os comentários preconceituosos. “Nós já deixamos claro que, se fosse necessário, alertaríamos vocês sobre assédio, racismo e homofobia. Chegou esse momento. Na última madrugada, no meio das discussões foram ditas frases para um peão e a respeito dele de teor homofóbico. Independentemente da orientação sexual de alguém isso é inaceitável”, declarou. Ela continuou: “No mundo em que vivemos hoje, já passou da hora da homofobia ou qualquer outra LGBTfobia acabar de vez. Para que ela acabe de fato só depende de nós. Não existe e não pode mais existir espaço para esse tipo de comportamento”. Calúnia de Cariúcha A apresentadora também desmentiu uma afirmação de Cariúcha, que acusou Rachel Sheherazade de ter feito um comentário preconceituoso. “Eu gostaria de esclarecer um ponto para você. Talvez vocês não lembrem o que foi dito, a Rachel não disse sobre transmitir doença, ela disse: ‘Não toque em mim que você pode ser expulsa'”, esclareceu Galisteu. Cariúcha acusou Rachel Sheherazade de ser racista durante a exibição ao vivo de “A Fazenda 15” na noite de terça-feira (3/10). Ela usou uma fake news que ensaiou com Kamila Simioni, afirmando que Rachel teria dito para não cuspir nela para “não contrair nenhuma doença”. Ela ainda completou que seria porque ela é preta. Segunda chamada Ao final do programa, Galisteu voltou a falar sobre o tema. “A gente está acompanhando aqui algumas falas de vocês depois do alerta que eu dei no início do programa. E parece que alguns não entenderam muito bem. Gente, é preciso que eu desenhe? É claro que o que falei tem a ver com as discussões que rolaram com o Lucas na noite anterior e os termos que foram usados ao se dirigirem a ele. Então, por favor, fiquem atentos. Todos nós estamos atentos por aqui.” O que aconteceu? A confusão da madrugada começou após a formação da segunda roça. O cantor Tonzão Chagas chamou o ex-marido de Jojo Todynho para tirar satisfação sobre um comentário feito a Sander Mecca, alertado por Lucas Souza de que existia um “grupão” com participantes que não estavam do lado dele. Tonzão se irritou com as acusações, porque Sander estava chateado por sobrar no Resta Um. “Jogo sujo nós também sabe fazer! Tem que respeitar a dor das pessoas! Não é hora de articulação, nem de safadeza, pô! Tem que ser homem, pô! Tu é mulher aqui”, disparou o funkeiro. Yuri e Laranjinha se envolveram na briga e foram atrás de Lucas. De costas para o rival, Yuri debochou dos gestos do peão na troca de gritos com Laranjinha, sugerindo que ele tinha mão mole. Depois que Laranjinha deu seu show, com direito a bater no peito e ameaçar pegar lá fora, Yuri continuou agitado e, já distante do rival, chamou o ex-militar de “chupa-pa*”. Quanto tudo parecia ter passado, Tonzão voltou a querer tirar satisfação de Lucas, que tinha conversado novamente com Sander. Ele invadiu a casa da árvore, onde ele estava deitado com aliados, para instigá-lo aos gritos de “Vira homem”. Em seguida, Cariúcha disparou uma metralhadora de palavrões do lado de fora, gritando “putinh*” mais de 50 vezes e indo para cima do ex-militar para que ele reagisse e fosse expulso. Como ele não reagiu, Laranjinha imitou uma voz feminina para debochar do peão: “Tira ela de cima de mim!”. E em seguida encheu o peito para fazer voz de macho e urrar: “Seu fresco!”. Ele repetiu a ofensa, aos gritos, mais três vezes.
“Som da Liberdade” lidera bilheterias com farra de ingressos gratuitos
“Som da Liberdade” liderou as bilheterias do Brasil pela segunda semana consecutiva com R$ 7,2 milhões arrecadados entre quinta e domingo (1/10), superando as estreias de “Jogos Mortais X” (R$ 4,6 milhões) e “Resistência” (R$ 2 milhões), graças a uma verdadeira farra de ingressos “gratuitos”. Entidades ligadas a igrejas evangélicas e policiais, a produtora Brasil Paralelo e a produtora americana responsável pelo filme, Angel Studios, têm dado entradas para assistir ao longa. Só a Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal teria distribuído milhares de ingressos. Algumas entidades alegam que os ingressos doados são resultado de uma “colaboração” da própria Angel e da distribuidora Paris Filmes, o que gera considerações. Seria “Som da Liberdade” o primeiro filme lançado no Brasil com o propósito explícito de dar prejuízo milionário aos que deveriam lucrar com ele? Ou a “colaboração” indica que as entidades compraram os ingressos a preço promocional com fundos não explicados? A hipótese de se tratar de “lavagem de dinheiro” não deve ser levantada levianamente, mas o financiamento de terceiros na bondade alheia é um detalhe que merece ser melhor aprofundado. Afinal, embora sejam gratuitos para o público, esses ingressos foram cobrados pelas salas de cinema. Isto significa que alguém pagou. Anteriormente, filmes ligados à Igreja Universal, como “Os Dez Mandamentos” e “Nada a Perder”, também distribuídos pela Paris, foram acusados de seguir a mesma tática, após denúncias de distribuição de entradas por pastores e sessões vazias, em que todos os ingressos tinham sido vendidos. A diferença é que, agora, tudo é feito de forma explícita e às claras, com organizações dando ingressos publicamente pela internet. Sucesso polêmico Assim como nos EUA, o sucesso de “Som da Liberdade”, que retrata a vida de Tim Ballard, é impulsionado por grupos da direita no país. Originalmente, o filme foi bancado por investidores individuais simpáticos à direita, e ganhou impulso quando recebeu apoio de figuras como o ex-presidente Donald Trump. Mesmo sem o suporte de grandes estúdios, a produção conseguiu fazer sucesso por apelar a esse segmento, em parte devido ao seu alinhamento com visões de mundo propagadas por teorias da conspiração como QAnon – o principal delírio da extrema direita dos EUA. A trama se concentra na busca implacável de Ballard para reunir uma família separada pelo tráfico de pessoas. Inicialmente, ele resgata um menino chamado Miguel na fronteira entre os EUA e o México e, posteriormente, descobre que a irmã de Miguel ainda está desaparecida. Isso o leva a Cartagena, onde ele planeja uma operação ousada para resgatar a menina. O filme inclui uma cena de epílogo com imagens em preto e branco da operação real de Ballard, embora ele seja seguida por uma controversa cena de créditos intermediários que tem sido criticada por seu caráter manipulativo, com o objetivo de alimentar questões de guerra cultural. Como cinema, trata-se de um thriller convencional de ação ao estilo dos longas dos anos 1990, quando americanos heroicos invadiam repúblicas de bananas da América do Sul para fazer Justiça com as próprias mãos. É basicamente a premissa do primeiro filme da franquia “Os Mercenários” e do último filme de Rambo. O que há de diferente é a questão do tráfico de crianças, mostrada de forma apelativa e relacionada às teorias da direita extrema, que acusam a esquerda de liderar um cartel internacional de pedófilos. Trata-se de uma fantasia derivada do clichê de que “comunistas comem criancinhas”. Denúncias contra o filme Há algumas ironias na tese defendida pelo filme, já que um de seus financiadores, Fabian Marta, provou-se um pedófilo de direita, preso por, justamente, participar do tráfico de crianças. Defensores do filme alegam que foi só um entre vários financiadores coletivos, argumentando isso no mesmo fôlego com que generalizam toda a esquerda como pedófila. Mas tem mais. Logo após o lançamento da produção, sete mulheres denunciaram o verdadeiro Tim Ballard por abuso sexual. Elas afirmaram que Ballard usava a desculpa de combate ao tráfico infantil para convencê-las a se passar por suas esposas em missões de infiltração, obrigando-as a ter relações sexuais. Sob essa ótica, “Som da Liberdade” poderia ser encarado como um filme financiado por pedófilo para glorificar um predador sexual.
Nego do Borel é acusado de maus-tratos ao postar foto de cachorro com dentes de ouro
Nego do Borel enfrenta uma onda de críticas após compartilhar uma imagem controversa em suas redes sociais. A foto mostra um cachorro com dentes aparentemente revestidos de ouro. “Meu cachorro tem que ser assim, igual o dono”, escreveu o polêmico ex-Fazenda na legenda. A publicação gerou reações negativas, com acusações de maus-tratos ao animal. O cantor não esclareceu se a imagem era real ou uma montagem, o que intensificou o debate online. “Diga que isso é fake e brincadeira de mau gosto, por favor. Não acredito que algum ‘profissional’ tenha aceitado fazer isso”, comentou uma seguidora. Outros internautas também expressaram desaprovação. “Qual é a necessidade de fazer isso com o cachorro?”, questionou uma pessoa. “Irresponsável o dono e quem fez!”, acrescentou outro. Desconversando Diante da avalanche de críticas, Nego do Borel alterou a legenda da foto. “Já vi de tudo nessa vida, mas tem coisas que até Deus duvida”, redigiu o cantor, insinuando que o animal não seria de sua propriedade e que a imagem poderia ser uma montagem. Veja abaixo a publicação original e a versão alterada. Ainda não há informações sobre possíveis consequências legais ou investigações relacionadas ao caso.
A Fazenda | Jenny Miranda conta porque filha foi emancipada e Bia Miranda rebate
Jenny Miranda revelou, durante uma conversa neste domingo (1/10) em “A Fazenda 15”, detalhes sobre a emancipação de sua filha Bia e o dia em que ela saiu de casa para morar com o namorado. Bia Miranda, no entanto, contesta a versão da mãe. Namoro polêmico A ex-filha adotiva de Gretchen descreveu o momento emocionalmente carregado após a emancipação de Bia: “Dois dias depois da emancipação, ela liga chorando ‘mãe, posso voltar pra casa?’. Chorando. E eu perguntei: ‘O que aconteceu, Bia? Ele te bateu?’. Ela falou: ‘Em casa eu conto’. Eu falei: ‘É lógico que pode [voltar]. Entra lá, toma um banho’. Cheguei em casa, perguntei o que aconteceu e ela: ‘Ele me traiu, queimou todas as minhas roupas’. Ela estava sem nada, nada. Eu falei: ‘Se ele não te bateu, está tudo certo. Roupa a gente compra de novo'”. Darlan Cunha, o Laranjinha, questionou Jenny sobre o ex-namorado de Bia: “Da onde era o cara?”. Jenny respondeu: “Ele era de uma favela, era um dos cabeças lá da favela. Ela fala que emancipei ela pra me livrar dela. Não foi para me livrar dela. Eu fui obrigada por causa do Enrico. Como eu ia entrar num local que só posso entrar com autorização? Não tinha como eu entrar. O cara era maior do que eu poderia segurar ali. Não tinha amigo certo ali para poder pedir. E tem gente que não quer se envolver na briga dos outros”. A saída de casa Jenny também relatou o dia em que Bia saiu de casa: “A hora que ela desceu tudo, eu falei: ‘Está aqui o seu RG. Você tem certeza disso?’. Ela falou: ‘Tenho’. Eu olhei para a cara dele, e falei: ‘Você está levando a minha filha. Ela foi tratada como uma princesa. O que você vai fazer por ela?’. E ele: ‘Um colchão no chão não vai faltar’. Aquilo me rasgou, porque eu tinha acabado de planejar o quarto dela inteirinho. Tudo o que ela queria”. A acusação de Bia Miranda Bia Miranda, por sua vez, se manifestou na rede social X (antigo Twitter), onde publicou um vídeo da conversa entre Jenny e Darlan e comentou: “Eita, mente que até doi”. Vale lembrar que na edição anterior do reality show, Bia acusou a mãe de maus-tratos e abusos, alegações que Jenny nega veementemente.
Scorsese mudou final de “Os Infiltrados” para não criar franquia
O diretor Martin Scorsese assumiu a culpa pelo criticado final de “Os Infiltrados”. O filme vencedor do Oscar de 2007 é um remake de “Conflitos Internos” (Infernal Affairs), policial de Hong Kong cultuadíssimo de 2002, dirigido por Andrew Lau. Muitos cinéfilos consideram o filme de Lau superior ao de Scorsese e um dos pontos que são apontados como grande diferencial é justamente o fim, uma vez que a versão chinesa não cede ao moralismo hollywoodiano. Durante uma entrevista à GQ, Scorsese revelou que a Warner Bros. pediu-lhe que ele alterasse o final para que refletisse a produção original. O estúdio queria que um dos dois protagonistas sobrevivesse. O diretor protestou e não cedeu. “O que eles queriam era uma franquia”, disse Scorsese. “Não se tratava de uma questão moral de uma pessoa viver ou morrer.” Ninguém vive Os Infiltrados rendeu a Scorsese seu primeiro troféu de Melhor Diretor, além de conquistar Oscars de Melhor Filme e Roteiro (inferior ao original). Na trama, Matt Damon vive um espião da máfia irlandesa infiltrado na polícia, que se destaca como bom policial, enquanto Leonardo DiCaprio interpreta um policial disfarçado de mafioso, cada vez mais ambientado no crime. Ambos acabam mortos no desfecho. Segundo Scorsese, o público adorou o final nas exibições-teste, mas o estúdio ficou “muito triste, porque simplesmente não queria aquele filme. Eles queriam a franquia. O que significa que não posso mais trabalhar aqui.” Scorsese criticou a obsessão de Hollywood por franquias. “O perigo é o que isso está causando à nossa cultura, porque agora haverá gerações que pensarão que os filmes são apenas isso.” Ele estendeu a crítica aos filmes da Marvel e acrescentou: “Acho que o conteúdo fabricado não é realmente cinema”. Uma frase corajosa para o diretor que fez clássicos originais ignorados pela Academia, apenas para ser premiado com um remake hollywoodiano. Decisão moralista O final de Scorsese reflete um ponto de vista cristão ocidental por ser extremamente moralista, em sua decisão de punir ambos os “pecadores” e não permitir arco de redenção. Já a história original de “Conflitos Internos” termina com um dos protagonistas vivos, marcando o início de um trilogia com prólogo e continuação, ambos lançados antes do remake americano. Toda a franquia original é cultuadíssima. Veja abaixo os trailers do remake e do original.
Bruna Guerin rebate ataques após separação de Sandy e Lucas Lima: “Nunca tive envolvimento”
Bruna Guerin fez um forte desabafo nesta quarta-feira (27/9) após ter sido apontada como pivô da separação de Sandy e Lucas Lima. A atriz rebateu os ataques de ódio e colocou um ponto final em todos os boatos sobre o divórcio do casal. “São 20 anos de uma carreira que tenho construído com tanto esforço e nunca havia sofrido uma onda de ódio tão grande causada por boatos mentirosos que a imprensa irresponsável tem reproduzido. Não sou pivô de separação e nunca tive nenhum envolvimento com meu amigo de trabalho”, ela escreveu no Instagram. Na sequência, a artista lamentou as mensagens raivosas que tem recebido desde segunda-feira (25/9), quando o ex-casal anunciou a separação nas redes sociais. “Especular, acusar e me atacar com mensagens de ódio e mentiras descabidas é cruel e está me afetando demais. Toda minha solidariedade e respeito à Sandy e ao Lucas nesse momento que estão passando”, concluiu. Demonstrando solidariedade, tanto Lucas Lima quanto Sandy reagiram com emojis de coração na publicação da artista. Como tudo começou? Bruna Guerin foi apontada como pivô da separação devido a sua atuação no musical “Once”, que foi encenado no início deste ano em São Paulo. A atriz fez par romântico com Lucas Lima na montagem teatral, e elogios do rapaz ao desempenho da parceira fizeram colunistas sugerirem um caso. A atração voltará aos palcos em janeiro de 2024. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruna Guerin (@brunaguerin)
Bruna Guerin é atacada por “acabar” com casamento de Sandy e Lucas Lima
A atriz Bruna Guerin tornou-se alvo de ataques nas redes sociais nesta terça (26/9) após ser apontada como pivô da separação de Sandy e Lucas Lima. O casal anunciou na segunda-feira (25/9) o fim de seu relacionamento de quase 24 anos. Guerin recentemente protagonizou o musical “Once” ao lado de Lucas Lima, alimentando especulações dos fãs de Sandy. A amizade entre os colegas de elenco chamou atenção, especialmente após Lucas Lima deixar comentários entusiasmados em diversas publicações de Guerin. “Poucas pessoas já mereceram tanto algo na história do mundo. Tu é fod4, parceira”, escreveu o músico sobre a indicação dela ao Prêmio Bibi Ferreira. Além disso, nas apresentações que fizeram em programas de TV e internet para divulgar o musical, muitos comentários apontavam “um clima” entre os dois. Durante os ensaios para a peça, Lucas chegou a deixar sua casa com Sandy em Campinas para ficar em São Paulo sozinho. Reações do público As teorias viralizaram e o resultado foram comentários nas redes sociais majoritariamente negativos em relação a Guerin. “Vim te parabenizar por ter destruído casamento da Sandy”, disparou uma internauta no perfil da atriz. Outra comentou: “Ele que ficava cobiçando sabendo que era casado. Esse negócio de homem casado ficar elogiando amiguinha de trabalho, não é nada legal! Falta de respeito com a sua mulher”. Anúncio da separação Sandy e Lucas Lima divulgaram a separação em uma mensagem conjunta no Instagram. “Não foi uma decisão fácil, nem impulsiva. Foram praticamente 24 anos de relacionamento e 15 anos de casados. Com altos e baixos, às vezes mais felizes, às vezes menos, mas sempre inteiros e dispostos a fazer o nosso melhor. E fizemos”, afirmaram. O casal tem um filho, Theo, nascido em 2014 e hoje com 9 anos. O musical “Once”, protagonizado por Bruna Guerin e Lucas Lima, tem previsão de retorno aos palcos em janeiro do próximo ano.
Marido defende Jenny e diz que Bia Miranda “sempre quis seguir o caminho do mal”
Fábio Gontijo, marido da influenciadora Jenny Miranda, contestou as acusações feitas por Bia Miranda, filha de Jenny, em vídeos publicados nos Stories do Instagram. Segundo ele, as alegações de Bia, que afirmou ter sido ameaçada pela mãe, são infundadas e visam manipular a opinião pública. Gontijo também acusou Bia de se associar a Gretchen para prejudicar a imagem de Jenny, que atualmente participa de “A Fazenda 15”. Desmentindo acusações Gontijo rebateu especificamente uma acusação de Bia, que disse ter sido forçada pela mãe a apagar um post nas redes sociais. “Você sabe muito bem que era um post em que você estava de lingerie, na cama dela”, afirmou o médico. Ele ressaltou que o pedido de Jenny para que a filha apagasse a foto era uma questão de respeito à imagem pública e à própria mãe. O marido de Jenny também defendeu a postura da esposa como mãe, afirmando que ela sempre buscou o melhor para a filha. “No Instagram da Jenny tem uma página que se chama Bia Fazenda. Lá tem boa parte do material da Jenny cuidando dessa menina como se fosse uma princesa”, disse Gontijo. Ele alertou o público para não acreditar nas “tentativas de manipulação da filha contra a mãe dela”. Ele também desmentiu uma postagem que alegava que Jenny se recusou a entregar a certidão de nascimento da filha para ela entrar em “A Fazenda” no ano passado. “Isso é um uma mentira tão grande, porque eu estava do lado da Jeniffer quando foi solicitada a certidão de nascimento”, assegurou. Associação com Gretchen O biomédico também trouxe à tona que Bia “andava com bandidos”, o que intensificava os conflitos na relação com a mãe. “A filha sempre quis seguir o caminho do mal. Saiu de casa para morar com bandido, dentre várias outras coisas que não cabem aqui ficar expondo. Mas a questão é que a Jenny sempre cuidou da Bia, e a Bia nunca aceitou os cuidados da mãe”, disse ele. Para completar, ainda acusou a jovem de seu juntar a Gretchen para prejudicar a imagem de Jenny. “As duas estão aproveitando essa oportunidade que a Jenny não está boa no programa para começar a soltar mentiras”, afirmou.
Com ingressos gratuitos, “Som da Liberdade” lidera bilheterias no Brasil
O filme “Som da Liberdade” liderou as bilheterias do Brasil em sua estreia, desbancando “A Freira 2” com R$ 5,77 milhões em ingressos vendidos nos cinemas brasileiros no fim de semana, segundo dados da Comscore. O detalhe é que os ingressos não foram vendidos para as 242 mil pessoas que assistiram ao filme entre quinta-feira e domingo (24/9). Eles foram pagos por alguém não identificado e dados para o público. Tanto o site da produtora Angel Studios como o da distribuidora Paris Filmes distribuíram vários ingressos sem necessidade de pagamento, “graças à generosidade de outras pessoas”, segundo declararam publicamente. A produtora cristã teria usado a mesma estratégia nos Estados Unidos para alavancar as bilheterias norte-americanas. No Brasil, filmes ligados à Igreja Universal, como “Os Dez Mandamentos” e “Nada a Perder”, foram acusados de seguir a mesma tática, após denúncias de sessões vazias em que todos os ingressos tinham sido vendidos. As pessoas generosas que bancaram a ida do público ao cinema não foram identificadas. Mas o filme ganhou campanha aparentemente espontânea da produtora Brasil Paralelo, maior especialista no país na produção de vídeos baseados em teorias de conspiração e “desinformação”, que teve seu canal desmonetizado pelo YouTube a pedido do TSE durante as últimas eleições. A Brasil Paralelo também distribuiu ingressos para o filme e depois alardeou seu “sucesso” nas bilheterias. Sucesso polêmico O sucesso norte-americano de “Som da Liberdade”, que retrata a vida de Tim Ballard, foi impulsionado principalmente pelo apoio de grupos da direita do país, que investiram no projeto e o divulgaram – incluindo uma exibição organizada por Donald Trump. Mesmo sendo lançado sem o apoio de grandes estúdios, o longa conseguiu grande sucesso, em parte devido ao seu alinhamento com visões de mundo propagadas por teorias da conspiração como QAnon – o principal delírio da extrema direita dos EUA. A trama se concentra na busca implacável de Ballard para reunir uma família separada pelo tráfico de pessoas. Inicialmente, ele resgata um menino chamado Miguel na fronteira entre os EUA e o México e, posteriormente, descobre que a irmã de Miguel ainda está desaparecida. Isso o leva a Cartagena, onde ele planeja uma operação ousada para resgatar a menina. O filme inclui uma cena de epílogo com imagens em preto e branco da operação real de Ballard, embora essa cena seja seguida por uma controversa cena de créditos intermediários que tem sido criticada por seu caráter manipulativo, com o objetivo de alimentar questões de guerra cultural. Como cinema, trata-se de um thriller convencional de ação ao estilo dos longas dos anos 1990, quando americanos heroicos invadiam repúblicas de bananas da América do Sul para fazer Justiça com as próprias mãos. É basicamente a premissa do primeiro filme da franquia “Os Mercenários” e do último filme de Rambo. O que há de diferente é a questão do tráfico de crianças, mostrado de forma apelativa e relacionando às teorias da direita extrema. Após o lançamento do filme, sete mulheres denunciaram o verdadeiro Tim Ballard por abuso sexual. Elas afirmaram que Ballard usava a desculpa de combate ao tráfico infantil para convencê-las a se passar por suas esposas em missões de infiltração, obrigando-as a ter relações sexuais.











