Produtor de “Nancy Drew” xinga canal pelo cancelamento: “Merdas”
Larry Teng, produtor da série “Nancy Drew”, expressou abertamente seu descontentamento com o cancelamento da série pela CW, emissora norte-americana responsável pelo programa. A série exibiu o último capítulo na noite de quinta-feira (24/8) nos Estados Unidos. Mas, segundo Teng, a equipe de roteiristas só foi informada que aquele seria o final da 4ª temporada encerraria a série quando já estavam escrevendo o episódio final. Em uma série de postagens no Twitter, Teng compartilhou que a notícia chegou até ele e sua equipe apenas porque o CBS Studios procurou a diretoria da emissora para discutir um assunto relacionado ao cronograma da atriz Kennedy McMann, intérprete de Nancy Drew. “Foi só daí que [o novo presidente da CW] nos disse: ‘Oh, não vamos renovar vocês, aliás. A série é muito cara'”, escreveu Teng. “Se não tivesse acontecido aquela ligação, sabe-se lá quando saberíamos”. O produtor explicou que, se não tivessem feito aquele contato, a falta de informação poderia ter sido catastrófica, porque deixaria a série sem final. “Naquele ponto, só tínhamos mais quatro episódios para gravar e estávamos no processo de roteirizar o finale”, revelou. Ajustes de última hora para os fãs Diante do anúncio surpresa, Teng destacou o esforço da equipe de roteiristas para oferecer um desfecho à altura da série. “Que forma terrível da p*rra de nos dizer que tínhamos sido cancelados. Graças a Deus que ligamos para ele, porque vocês fãs mereciam o melhor final possível. É por isso que estou elogiando os roteiristas – eles se esforçaram muito para amarrar todas as pontas de última hora”, disse o produtor. Teng caracterizou a atitude da emissora como “arrogante” e revelou estar insatisfeito com a chefia da CW há algum tempo. “Estou bravo com a chefia da CW desde novembro. Eles são merdas. É claro que eles querem lucrar, e isso significa cancelar séries, mas como assim… eles sabiam que isso acontecer e nem se deram ao trabalho de nos avisar? Desrespeitoso pra c*ralho”, comentou. O produtor aproveitou para agradecer os elogios dos fãs ao esforço. “Fico feliz que vocês tenham gostado do final. Vocês mereceram”. Mas antes de encerrar, ainda comprou as dores da série “Kung Fu”: “E, aliás, tenho amigos em ‘Kung Fu’ que, por terem sido cancelados depois de finalizados, nunca tiveram a chance de um final adequado. Não estou dizendo que a CW sabia disso com antecedência – eu não sei – mas se a CW sabia e não contou pra eles, então aquele programa e seus fãs também se ferraram”. Disponibilidade no Brasil Para os fãs brasileiros, as três primeiras temporadas de “Nancy Drew” estão disponíveis para streaming no Globoplay. No entanto, ainda não há previsão para a estreia da 4ª e última temporada na plataforma. So… this could be long. From what I’ve read, the reaction to the series finale have been mostly positive. Now imagine if you watched that finale without us knowing it would be the last episode of #NancyDrew ever. Because that’s what almost happened. — Larry Teng (@larryteng) August 24, 2023 And so CBS Studios made a call to The CW. Right around the time we were in prep on Episode 410. And asked the president of the new CW when we would find out about a pickup so we could make scheduling decisions. And it was then, he said to us “Oh, we’re not picking you up…” — Larry Teng (@larryteng) August 24, 2023 What a fucking shitty way of telling us we were getting canceled. Thank God the Studio called. Because you all deserved the most proper ending possible. That’s why I praise the writers for pulling it together at the end. It was so glib. — Larry Teng (@larryteng) August 24, 2023 Which means canceling shows. But to have clearly known in advance e and not tell us until a random call 3/4 into our season is just plain fucking disrespect. I’m glad y’all enjoyed the finale. You deserved that. Long live our #Drewds and the #DrewCrew. — Larry Teng (@larryteng) August 24, 2023 And BTW, I have friends on #KungFu who, because they were canceled after they wrapped, never had a chance at a proper ending. I’m not saying the CW knew that in advance – I don’t know that – but IF the CW knew, and didn’t tell them, then that show and its fans got fucked too. — Larry Teng (@larryteng) August 25, 2023
Miley Cyrus reflete sobre juventude rebelde em clipe confessional
Miley Cyrus lançou o clipe de “Used to Be Young”, música em que faz uma confissão emocional de sua vida sob os holofotes. Em seu primeiro lançamento desde o LP “Endless Summer Vacation”, lançado em março, a cantora desabafa sobre a percepção pública de sua adolescência, ao mesmo tempo em que explora temas de autenticidade e amadurecimento. A cantora já tinha dado dicas sobre o teor da balada em um perfil de maio de 2023 feito pela British Vogue. Na entrevista, ela citou as frases que viraram o refrão: “Eu sei que costumava ser louca/Eu sei que costumava ser divertida/Você diz que eu costumava ser selvagem/Eu digo que costumava ser jovem.” Ela explicou que as frases vieram a ela depois que uma compositor a abordou com uma faixa “padrão de loucona num clube”, um tema que não reflete mais quem ela é aos 30 anos. O vídeo da canção, simples e despojado, mostra Miley avançando por um caminho escuro, antes de parar diretamente em frente à câmera, vestindo uma camiseta do Mickey Mouse – em referência aos seus dias de “Hanna Montana” no Disney Channel. E enquanto entoa a canção, ela entrega uma interpretação emocional, com lágrimas, para terminar sorrindo de orelha a orelha no final, aparentemente aceitando seu passado e relembrando-o com carinho. Redenção de polêmicas A data do lançamento coincide com os 10 anos de “Wrecking Ball”, o clipe mais polêmico em que Miley apareceu nua, e também com o aniversário de sua famosa performance desastrosa com Robin Thicke no VMAs. Na entrevista à British Vogue, Cyrus abordou o julgamento severo que enfrentou na época. “Carreguei alguma culpa e vergonha por mim mesma durante anos por causa de quanta controvérsia e aborrecimento realmente causei”, disse ela. Em “Used to Be Young”, ela reflete sobre essa fase rebelde da seguinte forma: “Não vale a pena chorar sobre/As coisas que você não pode apagar/Como tatuagens e arrependimentos/Palavras que nunca quis dizer/E aquelas que se foram.” Em uma declaração sobre a faixa, Cyrus explicou: “Essa música é sobre honrar quem nós fomos, amar quem somos e celebrar quem nos tornaremos. Sinto-me orgulhosa ao refletir sobre o meu passado e otimista ao pensar no futuro”. Ela ainda acrescentou: “Sou grata aos meus fãs leais que tornam meus sonhos realidade diariamente. Sou sinceramente grata pela estabilidade do seu apoio constante. Essa música é para vocês.”
Cacau Protásio se pronuncia sobre acusações de assédio moral em “Vai que Cola”
A atriz Cacau Protásio decidiu se manifestar sobre as acusações de assédio moral do elenco de “Vai que Cola”, que teria levado à demissão de um roteirista do sitcom. Em uma declaração veemente em seu perfil no Instagram, a artista negou qualquer ligação com a saída de André Gabeh e outros membros da equipe do programa, reagindo à carta aberta dos roteiristas, que na segunda-feira (21/8) denunciaram comportamento tóxico dos atores do programa. “Sou funcionária da Rede Globo há mais de 11 anos (sendo 11 temporadas do ‘Vai Que Cola’). Como qualquer outro funcionário da empresa, eu não tenho o poder de demitir e nem de admitir ninguém, a Rede Globo e o Multshow são duas empresas grandes e só elas podem tomar qualquer decisão em relação ao assunto”, afirmou. A reação da atriz Ela também expressou indignação com os boatos, afirmando tratar a todos com respeito. “Eu jamais ‘tirei’ trabalho de ninguém, pelo contrário, além de atriz sou empresária e emprego diversos funcionários em minhas lojas. Quem convive comigo sabe o quanto eu respeito e trato todos que estão a minha volta com igualdade, e muito respeito. Eu lamento muito pelas demissão de qualquer pessoa e eu, Cacau Protásio, repito aqui: Não tenho poder e direito de pedir a demissão de alguém, pois sou funcionária da emissora”, esclareceu ela. Em suas palavras, a atriz também enfatizou a separação entre atores e roteiristas no programa, cada um exercendo sua função e papel, sugerindo que eles nem tem contato uns com os outros. “Em uma produção, cada peça exerce sua função e seu papel. No caso específico dos roteiros, recebemos antes das gravações e neles não constam os nomes dos autores de cada episódio. É normal que ocorram adaptações por parte dos atores, para que possam ficar dentro da nossa embocadura. Sei que vão me amar e vão me odiar, obrigada pelo amor e carinhos daqueles que me amam, eu respeito as pessoas que eu não agrado. Sem mais! Eu não vou aceitar agressões aqui na minha página!”, concluiu Cacau em seu desabafo. Entenda o caso Os roteiristas apresentaram uma carta para toda a equipe do humorístico na qual denunciaram violência psicológica. Os casos teriam começado com críticas dos intérpretes ao texto, mas se tornaram abusos que têm prejudicado o ambiente de trabalho. Na carta, os profissionais criticaram a atitude do elenco do “Vai que Cola”, e mencionaram a demissão de André Gabeh, que gerou polêmica. Os colegas do escritor ficaram revoltados com o desligamento e passaram a identificar uma vulnerabilidade com o emprego no humorístico. Após a exposição, a Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA) também emitiu uma nota contra a “cultura de medo e opressão” em ambientes do mercado audiovisual. E um ex-roteirista do programa, Daniel Porto, que pediu demissão no ano passado, compartilhou sua experiência traumática no “Vai que Cola”, reforçando a acusação de assédio moral por parte do elenco. Diante da polêmica, o Multishow anunciou que fará uma investigação sobre os bastidores da produção.
Multishow investiga denúncias de assédio moral e perseguição no “Vai Que Cola”
O canal pago Multishow informou nesta quinta-feira (24/8) que vai investigar os possíveis casos de assédio moral e perseguição nos bastidores de “Vai Que Cola”, após a equipe dos roteiristas apresentar uma carta aberta para denunciar os casos de violência psicológica por parte do elenco. Em nota oficial, a assessoria afirmou que vai avaliar a situação, junto com a rede Globo e a produtora Fábrica, antes de tomar medidas corretivas. O canal também deve implementar ajustes necessários no humorístico. “O Multishow está acompanhando atentamente o caso de roteiristas do ‘Vai Que Cola’ que vieram a público relatar problemas de relacionamento com colegas de equipe e com o elenco do programa. Desde que tomaram conhecimento da situação, a produtora Fábrica, responsável pela produção, e as equipes da Globo responsáveis pelo conteúdo deram início a um processo de escuta com as lideranças criativas do programa, com o elenco e com os profissionais que relataram supostas situações de abuso”, declarou. “O Código de Ética da Globo estabelece que situações de discriminação e assédio não são toleradas. Quando denúncias desta natureza chegam ao conhecimento do canal, elas são devidamente apuradas e, conforme o caso, são feitos ajustes de processos e outras medidas corretivas.” Polêmica nos bastidores A equipe de roteirista de “Vai Que Cola” emitiu uma carta aberta na segunda-feira (21/8) contra os atores. A crise nos bastidores se instaurou após a demissão do roteirista André Gabeh devido a algumas atitudes do elenco. Os colegas do escritor ficaram revoltados com o desligamento e passaram a identificar uma vulnerabilidade com o emprego no humorístico. Eles enviaram uma carta aberta em que expõem que parte do elenco não estaria satisfeita por ter o texto escrito por um ex-BBB, como foi o caso de Gabeh, apesar de seu trabalho ser elogiado por todos os colegas e a direção. O texto também trouxe indicações de assédio moral e ambiente tóxico na relação de trabalho entre atores e roteiristas. Após a exposição, a Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA) também emitiu uma nota contra a “cultura de medo e opressão” em ambientes do mercado audiovisual. E um ex-roteirista do programa, Daniel Porto, que pediu demissão no ano passado, compartilhou sua experiência traumática no “Vai que Cola”, reforçando a acusação de assédio moral por parte do elenco.
Friends: Roteirista revela clima “ruim e agressivo” nos bastidores da série
A ex-roteirista Patty Lin revelou que o clima nos bastidores de “Friends” estava longe de ser um sonho. Em sua biografia, ela detalha que deixou o trabalho em Hollywood por conta de desgastes e traumas causados na 7ª temporada da série. “A novidade de ver grandes estrelas de perto perdeu a graça rápido, assim como meu entusiasmo para o café da manhã” escreveu Patty num trecho do livro “End Credits: How I Broke Up with Hollywood, The Last Time I Quit”, que foi publicado pela revista Time. “Os atores pareciam infelizes por estarem acorrentados a uma série velha e cansada, quando eles poderiam estar expandindo os seus trabalhos, e eu senti que eles estavam sempre tentando entender como cada roteiro específico iria servir para o benefício deles.” Patty acrescentou que muitas piadas foram descartadas do projeto devido as reclamações dos membros do elenco, que dispavaram suas opiniões sobre o roteiro. “Quando eles traziam problemas, eles não ofereciam sugestões realistas”, ela pontuou. “Vendo a si mesmos como guardiões de seus personagens, eles costumavam argumentar que eles nunca diriam isto ou aquilo. Isso, ocasionalmente, ajudava, mas no geral essas conversas eram ruins e agressivas, e faltava toda a leveza que se espera de uma sitcom.” Jornada de trabalho exaustiva Patty Lin contou sobre o lado oculto dos bastidores, como as “panelinhas” entre a equipe, a falta de diversidade e as suas longas cargas de trabalho, cerca de 12 horas por dia. A ex-roteirista ainda revelou ter tido síndrome do impostor por ser a única pessoa de origem asiática na equipe. Ela chegou a questionar se sua contratação teria sido apenas para “preencher cota”. “Eles me lembravam das crianças ricas da minha escola, que compravam na Abercrombie & Fitch (marca americana popular nos anos 1990) e digiram conversíveis”, ela afirmou. Além de “Friends”, ela também escreveu para séries como “Freaks and Geeks”, “Desperate Housewives” e “Breaking Bad”.
Mãe de Larissa Manoela é intimada por crime de intolerância religiosa
A mãe de Larissa Manoela, a pedagoga Silvana Taques, foi intimada pela Justiça e terá que prestar depoimento na Decradi, delegacia especializada em crimes raciais ou de intolerância religiosa. Ela recebeu um prazo de três dias para ser ouvida, conforme revelado pelo programa “Fofocalizando” nesta quarta-feira (23/8). Outros envolvidos no caso também devem ter que prestar esclarecimentos, e, caso ela não compareça, as autoridades podem fazer condução coercitiva, com a ajuda da força policial. Intimação e investigação em curso A situação está sob o comando da delegada Rita Salim, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que, segundo informações divulgadas pelo G1, deve receber os pais e o noivo de Larissa Manoela para apurar o possível caso de intolerância nesta semana. A investigação está em curso, e a polêmica gera discussões sobre respeito religioso. A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Estado do Rio de Janeiro, em articulação com o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), foi quem denunciou Silvana Taques. Os advogados Carlos Nicodemos Oliveira Silva e Maria Fernanda Fernandes Cunha, especialistas em direitos humanos, assinaram o documento. “A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) recebeu notícia-crime em razão de possível prática de intolerância religiosa. O fato será apurado”, informou o posicionamento oficial. O que motivou a ação? A investigação se deve à revelação de uma resposta ofensiva de Silvana para Larissa no Whatsapp, na qual ela ironizou a religião do namorado da atriz, dizendo: “Esqueci de te desejar… que você tenha um ótimo natal aí com todos os guias dessa família macumbeira. kkkkkk.” A frase surgiu em continuação a um diálogo onde a mãe reagiu agressivamente à mensagem de Natal enviada pela filha, mandando-a à merda. A parte com a ofensa pessoal foi exibida no domingo (20/8) no “Fantástico”. Entretanto, a mensagem não terminava ali e o restante veio à tona na segunda (21/8) pela imprensa. Manifestação de Silvana Em comunicado curto enviado para o “Fofocalizando”, Silvana se justificou: “Estas palavras foram ditas em momento de extrema tristeza e que ela não tinha nenhuma intenção de ofensa.” Além disso, ela revelou ao programa que estava reunida com os seus advogados após queixa-crime por suposta intolerância religiosa. Noivo não pretende denunciar a sogra André Luiz Frambach, por sua vez, declarou que não pretende denunciar a mãe de sua noiva. Sua assessoria enviou uma nota, afirmando: “André Luiz Frambach não foi intimado, mas caso isso aconteça, na condição de testemunha, ele ficará à disposição da justiça. Vale ressaltar que o ator não fez ou fará nenhuma denúncia sobre o caso, até porque a instauração deste inquérito independe da sua decisão.” Contexto e embate familiar O problema judicial acontece em meio a um embate entre Larissa Manoela e seus pais, após a atriz romper com a família e assumir a administração de sua carreira. Em entrevistas recentes, ela revelou que não tinha acesso aos seus bens e precisava pedir dinheiro para cobrir despesas básicas. Ela teria aberto mão de um patrimônio de R$ 18 milhões para passar a gerir suas próprias finanças sem interferências dos pais.
Conar arquiva processo contra comercial que recriou Elis Regina com inteligência artificial
O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) arquivou o processo que investigava o anúncio da Volkswagen com a imagem da cantora Elis Regina recriada por meio de computação gráfica e inteligência artificial. Na peça em questão, Elis Regina aparece dirigindo uma antiga Kombi e fazendo dueto com sua filha, Maria Rita, numa situação completamente fictícia. O processo ético foi aberto depois de queixa de consumidores que “questionam se é ético ou não o uso da inteligência artificial para trazer pessoa falecida de volta à vida como realizado na campanha”. A representação analisou se foi ético o uso no anúncio da agência de publicidade AlmapBBDO da imagem da cantora, falecida em 1982, e se era preciso informar ao espectador de que se tratava de uma peça feita por inteligência artificial. O Conar considerou improcedente a alegação de que a artista teria sido desrespeitada, uma vez que a campanha tinha autorização de seus herdeiros e participação da própria filha dela. Além disso, o órgão alegou que Elis apareceu no vídeo fazendo algo que fazia em vida: cantar. Implicações éticas A campanha, que dividiu opiniões entre o público, gerou grande controvérsia ao recriar a figura de Elis Regina, conhecida por combater a ditadura militar no Brasil, para uma marca que, no passado, apoiou o mesmo regime. Essa associação gerou críticas, levando o Conar a examinar o caso à luz do código de autorregulamentação da propaganda no país, focando nos princípios de respeitabilidade, no caso o respeito à personalidade e existência da artista, e veracidade. Além disso, o Conselho examinou a falta de alerta explícito sobre o uso de IA na campanha, concluindo que “o uso da ferramenta estava evidente na peça publicitária”, segundo a nota do conselho sobre a decisão. Atualmente, não há uma regulamentação clara no Brasil sobre o uso da Inteligência Artificial em contextos publicitários. A Volkswagen utilizou a tecnologia deepfake, que mapeia milhares de fotos e vídeos, para recriar a imagem de Elis Regina. Reação dos Herdeiros ao comercial João Marcello Bôscoli, filho mais velho de Elis Regina, afirmou ter se “emocionado muitíssimo” com o comercial, apesar de entender as críticas. Ele também questionou a possibilidade de restringir empresas que, em algum momento, apoiaram ditaduras. Bôscoli e seu irmão, Pedro Mariano, deram consentimento para a campanha. “Da minha parte e do meu irmão, eu posso dizer que a gente consentiu a propaganda pensando em primeiro lugar — e eu tenho convicção de que para a Maria Rita também — na exposição que a Elis teria e que seria uma apresentação dela para as novas gerações”, explica. Além da reação à vinculação da imagem de Elis à Volkswagen, o comercial também foi criticado por banalizar a música “Nossos Pais”, de Belchior, apresentada como evocação de nostalgia, enquanto a intenção original da canção fosse seu oposto, lamentar o conservadorismo das novas gerações. Confira o comercial.
Tiago Pavinatto é demitido pela Jovem Pan
A Jovem Pan demitiu o apresentador Tiago Pavinatto e o comentarista Rodolfo Mariz nesta terça-feira (22/8), após a apresentação do programa “Linha de Frente”. Pavinatto ignorou as orientações da direção da emissora e se recusou a pedir desculpas ao desembargador Airton Vieira, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a quem chamou de “vagabundo e tarado” devido a uma decisão judicial. Mariz, que chorou ao comentar o caso ao vivo, também foi desligado. O incidente que levou à demissão Durante o programa “Linha de Frente”, Pavinatto expressou sua revolta após o desembargador Airton Vieira inocentar um acusado de estupro contra uma menina de 13 anos. O apresentador usou palavras fortes contra o magistrado e se recusou a fazer uma retratação, mesmo após a direção da emissora solicitar. “A direção da casa está pedindo uma retratação ao desembargador Airton Vieira, e eu não vou fazer, tá? Eu deixo claro aqui: eu não vou fazer uma retratação pra uma pessoa que ganha dinheiro público, livra um pedófilo e ainda chama a vítima, de 13 anos de idade, de vagabunda. Eu me nego a fazer”, declarou Pavinatto. A decisão da Jovem Pan A demissão foi confirmada em uma nota enviada pela Jovem Pan à imprensa. “O apresentador Tiago Pavinatto e o comentarista Rodolfo Mariz cometeram excessos em suas participações e recusaram a orientação de realizar, ao término do programa ‘Linha de Frente’, uma responsável retratação. Em virtude do ocorrido, a direção do canal decidiu pelo desligamento dos profissionais”, diz o comunicado. A versão de Pavinatto Pavinatto deu sua versão sobre a demissão nas redes sociais, dizendo que não foi demitido, apenas preferiu perder o contrato. “Eu jamais, JAMAIS, pediria desculpas por me revoltar contra um desembargador que inocentou um pedófilo septuagenário argumentando que a criança estuprada era prostituta e drogada. Não fui demitido: disse, com paz de espírito, que preferia perder o contrato a perder a decência”, publicou no X/Twitter. Histórico de Pavinatto na emissora Tiago Pavinatto entrou para o quadro de funcionários da Jovem Pan em junho do ano passado. Mas em pouco tempo arrumou várias confusões. Em dezembro de 2022, ele foi suspenso e afastado da apresentação do “Linha de Frente” após debochar do discurso de Alexandre de Moraes na diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente eleito, inclusive com gestos obscenos. Em maio deste ano, Pavinatto insinuou que o ministro da Justiça, Flávio Dino, poderia fazer parte da facção criminosa CV (Comando Vermelho), o que levou a direção da Jovem Pan a pedir que ele dosasse suas palavras. Mesmo avisado de possíveis consequências, ele não dosou. Seus comentários nas redes sociais são ainda mais incisivos, geralmente em defesa do bolsonarismo e seus mitos.
Virou caso de polícia! Mãe de Larissa Manoela é investigada por intolerância religiosa
A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro abriu um inquérito para investigar Silvana Taques, mãe da atriz Larissa Manoela, após vazarem mensagens em que ela ironiza a religião da família de seu genro, o ator André Luiz Frambach. A investigação foi iniciada na tarde desta terça-feira (22/8) a partir de uma notícia-crime de discriminação e preconceito religioso, sendo conduzida pela Comissão de Combate a Intolerância Religiosa do Rio. Os comentários polêmicos foram trazidos à tona após a exibição no “Fantástico” de parte de uma mensagem da mãe para a filha na véspera do Natal de 2022. A Globo mostrou até a parte em que Silvana mandava a filha à merda e dizia que ela não tinha mais mãe. Entretanto, um print mais extenso da conversa surgiu na imprensa com a continuação das ofensas. “Família macumbeira” “Esqueci de te desejar… que você tenha um ótimo natal aí com todos os guias dessa família macumbeira. kkkkkk”, completou a mãe de Larissa Manoela sobre os pais do noivo da atriz, que seguem o espiritismo. A frase de intolerância religiosa teria sido retirada da reportagem para não levantar pautas que não tivessem relação com a briga pelo dinheiro. Mas, ao surgir na imprensa, virou caso criminal. O coordenador do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), babalawô Ivanir dos Santos, explicou ao G1 que o caso era privado, mas tornou-se público e ofensivo aos adeptos da religião, levando à notícia-crime. A Comissão de Combate a Intolerância Religiosa do Rio confirmou ao portal da Globo: “A configuração desse ato discriminatório apresenta-se como formas contemporâneas do racismo, que objetiva preservar a incolumidade dos direitos da personalidade, como a essencial dignidade da pessoa humana. Deve-se inibir, desse modo, comportamentos abusivos que possam, impulsionados por motivações subalternas, disseminar criminosamente o ódio público contra outras pessoas em razão de sua religião”. Crise familiar A investigação ocorre em meio a uma crise entre Larissa Manoela e seus pais, que administravam a carreira da atriz. Desavenças levaram a um rompimento público, com a atriz alegando falta de acesso a recursos ganhos pelo seu trabalho. A reportagem exibida pelo “Fantástico” em duas partes revelou a gravidade do desentendimento, incluindo alegações de falta de pagamento de plano de saúde e retiradas de R$ 5 milhões no último ano. Já a relação de Larissa Manoela com os sogros, ao contrário da mãe, é descrita como positiva, e a atriz costuma compartilhar momentos com a família do noivo nas redes sociais.
Ratinho chama Larissa Manoela de “aquela menina lá” e Chris Flores agradece apoio
Ratinho resolveu se manifestar sobre a polêmica entrevista que Chris Flores fez com Silvana Taques, mãe de Larissa Manoela. Durante seu programa ao vivo na noite de segunda-feira (21/8), o apresentador do SBT se posicionou: “Quero mandar um beijo pra alguém especial pra mim, queria mandar um beijo pra Chris Flores. Eu vou falar um assunto que tá chamando muita atenção, o negócio ‘daquela menina lá’, uma companheira aqui do SBT que quero falar é a Chris Flores”. “A menina também não é coitadinha” “Quero dar os parabéns pra você, mostrou capacidade e profissionalismo na entrevista com a Silvana Taques, mãe da tal atriz Larissa Manoela”, continuou, dizendo que as críticas que a apresentadora do “Fofocalizando” vem sofrendo são por inveja. “Eu sei de jornalista que ofereceu até dinheiro para a Silvana, mãe da atriz Larissa Manoela, pra ela dar entrevista e não deu. Tem gente criticando, eu tenho certeza que é inveja da matéria que você conseguiu.” “Você é uma baita de uma jornalista, você deu um show, você convidou a Larissa Manoela para ela vir te dar uma entrevista e ela não quis. Só pra outra lá, a ‘plim plim'”, continuou. E então declarou: “Acho muito feio briga de família na televisão”. Sim, o apresentador do teste do DNA, que ficou famoso por barracos de famílias na TV, disse isso mesmo. “Negócio que dá pra resolver lá em casa, com dois advogados, conversa ali, proseia”, seguiu. Ele ainda arrematou: “A menina também não é coitadinha, não sei da família dela, mas coitadinha ela também não é.” Chris Flores se emociona Durante o “Fofocalizando” desta terça (17/8), Chris Flores chegou a chorar ao agradecer Ratinho. “Eu quero pedir perdão a todos pela emoção. Eu tenho tentado me manter firme, mas o que o Ratinho fez ontem, eu não tenho nem palavras pra agradecer. Ele usou um espaço nobre pra me defender. E eu não pedi isso pra ninguém, nem pra casa. Nem pro SBT. Eu pedi o contrário”, declarou ela. “Essas horas a gente descobre como as pessoas podem trazer pra gente esse amor, essa luz, esse respeito”, continuou. “Preciso agradecer muita gente que me procurou, que me mandou recado, vocês de casa, pelas redes sociais. Então, Ratinho, muito obrigada! Você sabe o quanto eu gosto de você, o quanto eu respeito você. Conte comigo eternamente, para absolutamente tudo.” Sem nomear, ela também agradeceu a outros jornalistas que ficaram a seu lado. “Tenho que agradecer essas pessoas também que colocaram a cara a tapa sem eu pedir e que tão arriscadas, inclusive, a terem o seu profissionalismo colocado a prova, como está acontecendo com o Ratinho, que está sendo batido agora obviamente na internet.” Chris Flores ainda afirmou que não pretende se promover ou “ganhar dinheiro” com uma “notícia trágica”. “É uma briga familiar, com tantos desdobramentos e histórias tristes que vêm sendo trazidas. Não acho isso bacana.” A audiência do “Fofocalizando” O “Fofocalizando” teve sua melhor audiência em um mês e meio com a exibição da entrevista da mãe de Larissa Manoela na segunda-feira (21/8). A atração anotou 3,4 pontos de média na Grande SP. Entretanto, apesar de ter horas de material com Silvana, o programa optou por não exibir todo o conteúdo, mesclando a entrevista com outras notícias. Cortes na entrevista Uma das cenas cortadas foi justamente o acolhimento de Chris Flores a Silvana Taques, com direito a segurar as mãos da mãe de Larissa Manoela. A imagem chegou a aparecer nas chamadas da entrevista, mas acabou cortada após a reação negativa da internet à prévia exibida no “Domingo Legal”. Além da transmissão na grade do SBT, o vídeo foi publicado no perfil do Instagram da apresentadora e, após o público criticar a entrevista, acabou deletado. Segundo o SBT, Silvana Taques passou muito mal durante a entrevista e teve uma crise de choro forte – o que foi mencionado no “Domingo Legal”. Foram estas cenas que inspiraram o apoio de Chris Flores nas imagens vistas nos comerciais. Toda a sequência teria sido cortada porque, de acordo com nota da emissora, não fazia “sentido algum explorar isso na reportagem”. Entretanto, menos sentido fez a defesa da mãe de Larissa Manoela feita por Chris Torres ao apresentar o material, sem o devido distanciamento jornalístico. Foi isto, e agora também a forma pejorativa com que Ratinho tratou aquela que foi uma das maiores estrelas do SBT, que tem gerado reação nas redes sociais. A impressão do público é que existiria um suposto ressentimento do canal com a atriz, por ter trocado a emissora pela Globo.
Ariana Grande e Demi Lovato encerram parceria com empresário de Justin Bieber
As cantoras Demi Lovato e Ariana Grande encerraram a parceria com Scooter Braun, o polêmico empresário de Justin Bieber que vive uma disputa com Taylor Swift. A informação foi confirmada na segunda-feira (21/8) pela revista Billboard. A revista não esclareceu os motivos que levaram as artista a tomarem a decisão, porém elas já não eram agenciadas por Scooter há algum tempo. Ao que tudo indica, Demi estaria numa nova fase carreira e ainda busca por um novo empresário. Demi Lovato tinha contrato assinado com Scooter Braun desde 2019, enquanto Ariana Grande trabalhava com o empresário desde o lançamento de seu álbum de estreia, “Yours Truly” (2013), quando ela deixou de ser atriz da Nickelodeon. É curioso notar que as cantoras estão prestes a lançar novos projetos nos próximos dias: Demi vai lançar o álbum “Revamped” em 15 de setembro com regravações de seus grandes sucessos em ritmo de rock, enquanto Ariana comemorará o lançamento digital de seu álbum de estreia, que completa 10 anos. Até o momento, os representantes de Demi, Ariana e Scooter não comentaram o rompimento. Treta com Taylor Swift Scooter Braun vive um conflito com Taylor Swift desde 2019, quando comprou as matrizes dos seis primeiros discos da cantora. Na época, Taylor ficou furiosa pois os discos poderiam ser relançados sem seu consentimento. Na época, Scooter adquiriu a gravadora Big Machine por US$ 300 milhões (R$ 1,4 bilhão). Taylor contou que chegou a receber uma proposta para recuperar suas produções, mas recusou a oferta. Desde então, o empresário se tornou o motivo principal das regravações da artista. “Eu tive que fazer a escolha de deixar para trás o meu passado. Músicas que escrevi no chão do meu quarto e vídeos que sonhei e paguei com o dinheiro que ganhei me apresentando em bares, clubes, arenas e estádios”, ela lamentou. Sua opção foi regravar tudo para manter o controle de sua carreira. E o Justin? O empresário foi responsável por descobrir Justin Bieber ainda na infância, quando ele fazia vídeos cantando no Youtube em 2007. No entanto, recentemente também teve seu nome envolvido em supostas brigas com o artista e também chegou a ser considerado como “ex-gestor” do cantor. Rumores começaram a se intensificar desde que Bieber decidiu vender toda sua discografia para uma outra empresa. Segundo relatos, o cantor estaria sendo agenciado por Hailey Bieber, sua esposa. O rompimento, porém, foi negado pelos representantes de Bieber e Braun ao canal de televisão americano E!.
Britney Spears estaria recebendo cuidados do advogado e assessor
Não é nenhuma novidade que a cantora Britney Spears perdeu quase toda a sua rede de apoio nos últimos anos. Portanto, a artista teria recorrido a Mathew Rosengart e Cade Hudson, o seu advogado e seu assessor, para receber cuidados em meio a divórcio de Sam Asghari. Segundo fontes do TMZ, as últimas pessoas presentes na vida de Britney seriam os profissionais, porém eles não estão exatamente responsáveis pela vida da cantora. Os dois estariam apenas a ajudando a se alimentar, a organizar compromissos e a gerenciar suas oportunidades de trabalho. A reportagem ainda diz que Rosengart, que foi responsável pelo fim da tutela, não acredita que o estado mental de Britney seja motivo de preocupação. O advogado também não possui planos para intensificar os cuidados médicos e a terapia da artista. Outras pessoas ao redor da cantora, porém, acreditam que ela estaria precisando de atenção. Cadê a família? A relação familiar de Britney Spears tem sido tão polêmica quanto de Larissa Manoela, já que a cantora excluiu seu pai, Jamie Parnell, e sua irmã, Jamie Lynn, da rede de apoio. Já a mãe da artista, Lynne, tentou se reaproximar da filha meses atrás, mas não obteve tanto sucesso. Fontes dizem que o irmão mais velho de Britney, Bryan, tenta ocasionalmente ajudá-la desde que ela se separou de Sam Asghari. Ele tem oferecido seus cuidados com cautela por conta das reações instáveis da cantora.
Mais essa! Pai de Larissa Manoela trocava de carro todo ano
A briga familiar de Larissa Manoela, que já foi atualizada nesta manhã de terça-feira (21/8) com a intolerância religiosa de Silvana Taques, recebeu mais um (!!!) capítulo polêmico. Agora, a colunista Fábia Oliveira descobriu que Gilberto Elias, o pai da atriz, teria o costume de trocar carros blindados anualmente. Fontes ligadas à família dizem que Gilberto se permitia trocar de automóveis com certa frequência, enquanto a realidade de Larissa era bem diferente há pelo menos cinco anos. A artista possui a mesma Mercedez desde 2018. Mas a situação não para por aí, já que as fontes disseram que o veículo é uma das poucas coisas no nome de Larissa Manoela e que teria sido “um perrengue daqueles” para a atriz conseguir o próprio carro. Relação conturbada Vale destacar que a mãe da atriz desmentiu na segunda-feira (21/8) que a filha não tivesse acesso ao próprio dinheiro e disse que ela recebeu um cartão de crédito sem limites para comprar o que quisesse, inclusive um automóvel. No “Fofocalizando” (SBT), Silvana Taques deu “detalhes” sobre as transferências de R$ 5 milhões da empresa da filha para as contas pessoais dos pais. Ela afirmou que foram feitas para quitar o imóvel em que a família morava, no Rio de Janeiro. A ex-empresária ainda contou que a propriedade havia sido comprada após a venda de uma mansão em Orlando, na Flórida, mas que o montante não era suficiente. Entretanto, o imóvel da família está à venda há três meses pelos pais da atriz sem que ela soubesse.












