Associação coreana protesta contra inclusão de “dorama” nos dicionários brasileiros
A Associação Brasileira dos Coreanos protestou na sexta (27/10) contra decisão da Academia Brasileira de Letras (ABL) de incluir nos dicionários da língua portuguesa a palavra “dorama” como sinônimo de produção audiovisual do Leste Asiático. A nota chama a ação de “preconceituosa”, por generalizar produções da região ao adotar uma denominação japonesa. “Não é certo generalizar expressões culturais. Cada produção tem suas características, peculiaridades e um público específico. Generalizar é confundir as peculiaridades. É como falar que toda comida nordestina é comida baiana”, diz o texto. A principal razão do protesto é que “dorama” é uma palavra de origem japonesa e não deveria ser usada para se referir a produções de outros países. A posição da ABL Ironicamente, a Academia Brasileira de Letras anunciou a inclusão da palavra na última semana porque as séries produzidas na Coreia do Sul vêm ganhando força no Brasil. “Obra audiovisual de ficção em formato de série, produzida no leste e sudeste da Ásia, de gêneros e temas diversos, em geral com elenco local e no idioma do país de origem”, define o verbete criado para a nova palavra. Na sequência, a ABL se aprofunda na explicação. “Os doramas foram criados no Japão na década de 1950 e se expandiram para outros países asiáticos, adquirindo características e marcas culturais próprias de cada território”, diz ainda o texto. “Para identificar o país de origem, também são usadas denominações específicas, como, por exemplo, os estrangeirismos da língua inglesa J-drama para os doramas japoneses, K-drama para os coreanos, C-drama para os chineses.”
Justin Timberlake toma atitude após repercussão do livro de Britney Spears
Justin Timberlake encontra-se no olho do furacão após o lançamento da biografia “A Mulher em Mim” por Britney Spears, onde a cantora revela detalhes íntimos sobre o relacionamento que ambos compartilharam entre 1999 e 2002. Como resultado da enxurrada de críticas geradas por suas ações, conforme descritas no livro, o cantor tomou sua primeira atitude: desativou a seção de comentários em seu perfil no Instagram. Ele também teria cancelado shows. No livro, Britney narra os três anos que compartilhou com Justin, com um foco particular em um episódio traumático onde ela realizou um aborto. “Eu amei muito Justin. Sempre esperei que um dia teríamos uma família juntos. Isso seria muito mais cedo do que eu esperava”, ela escreveu. O cantor, porém, não partilhou do mesmo entusiasmo, conforme ela revelou: “Justin definitivamente não estava feliz com a gravidez. Ele disse que não estávamos prontos para ter um filho em nossas vidas, que éramos muito jovens”. Além do aborto, Britney também mencionou ter sido traída por Justin com uma mulher “muito popular”, sem revelar a identidade da mesma para proteger sua atual família. Reação de Justin Timberlake As revelações desencadearam uma série de críticas ao ex-integrante do ‘N Sync, que sumiu da mídia, embora precisasse promover a animação “Trolls 3: Juntos Novamente”, em que ele canta, estrela e ainda produz. O filme foi lançado internacionalmente sem tapete vermelho e ainda não está em cartaz nos EUA, onde terá lançamento apenas em 17 de novembro. Além de chegar nos cinemas, a produção marca um reencontro dos integrantes do ‘N Sync, que voltaram a cantar juntos em sua trilha sonora após 20 anos de separação. Ao perceber o volume de “coisas odiosas e nojentas que as pessoas estavam dizendo”, conforme apontado pelo Page Six, Justin somou seu sumiço à desativação da seção de comentários em sua conta no Instagram – onde o último post já tem quatro semanas. Segundo o TMZ, o cantor também teria cancelado apresentações no ano que vem que faziam parte da divulgação do seu próximo single e preparavam o lançamento de um álbum novo. Casado com a atriz Jessica Biel desde 2012 e pai de dois filhos, ele ainda não comentou o livro da ex-namorada.
Novo clipe de Melody copia Anitta, que provoca: “Será que vou liberar?”
Depois de recusar o convite de Anitta para fazer uma versão de “Mil Veces”, dizendo que estava “em outra fase da minha carreira”, Melody mostrou que, ao contrário, continua igual, ao lançar uma versão de outra música de Anitta, não autorizada. Colecionadora de polêmicas e problemas por gravar versões não autorizadas de outros artistas, Melody revelou nesta quinta (26/10) um trecho do clipe de “Cara de Anjo”, uma releitura de “Meiga e Abusada”, hit que marcou o início da carreira de Anitta. Num vídeo publicado no Instagram, a adolescente canta uma nova letra por cima de um remix de “Meiga e Abusada”, acampanhada pelo cantor Jall. E ainda provoca na legenda: “Música melhorada”. Anitta não resistiu e devolveu para a funkeira de 16 anos: “Será que vou liberar?”, escreveu ela. Não é a primeira vez Para quem não lembra, as duas artistas começaram a tretar depois que Melody resolveu fazer uma versão de “Faking Love”, sem pedir autorização. “É automático o algoritmo da minha gravadora derrubar automaticamente qualquer conteúdo postado que tenha a minha voz ou imagem e não seja autorizado previamente”, explicou Anitta na ocasião, acrescentando que os onze “donos” da música deveriam ter sido contatados para ceder os direitos para a versão de Melody. Melody programou o lançamento do clipe para esta sexta (27/10). A cena adiantada mostra que o vídeo também copia o visual do clipe original. Compare abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melody (@melodyoficial3)
Pai defende Melody após show com arma de brinquedo
Acusada de ser “sem noção” por aparecer com uma arma num evento para jovens, a cantora Melody, de 16 anos, foi defendida por seu pai nesta quarta-feira (25/10). Melody foi parar nos tópicos mais comentados do X (antigo Twitter) por ter sacado a réplica de uma pistola enquanto se apresentava no Prêmio Jovem Brasileiro, que aconteceu na noite de terça (24/10) em São Paulo. A arma de brinquedo foi utilizada como assessório durante a interpretação do hit “Assalto Perigoso”, cantado por Melody na ocasião, mas o recente ataque armado a uma escola da cidade, um dia antes do show, fez com que a imagem fosse muito criticada. “Isso é revoltante, estamos vivendo no nosso país tanta violência, dezenas de ônibus incendiados, assaltos, arrastões, assassinatos, e muitos praticados por jovens, vem uma criatura dessa incitar ainda mais a violência”, comentou um internauta. As críticas também focaram aqueles que gerenciam a carreira da cantora, como seu pai, que também é empresário. Pronunciamento do pai Diante da polêmica, Belinho, o pai, resolveu se pronunciar. Por meio de uma mensagem enviada ao programa “Fofocalizando”, ele negou que a filha tenha feito apologia à violência. “Ele disse que não concorda com o que está saindo na mídia e que, pelo contrário, a Melody não recebeu nenhum comentário negativo sobre o uso do acessório. Ele também contou que a artista usou uma arma de brinquedo, não se tratava de uma arma real”, contou Gabi Cabrini. Além disso, Belinho teria explicado “que a canção não faz apologia ao crime e que é sobre roubar o coração, e descreve que a letra é bem romântica”, acrescentou a apresentadora. “Ele completou dizendo que, como pai da artista, ele sempre fica olhando e considerando todas as opiniões, que eles [família] vão pensar a respeito disso e que, por hora, eles seguem firmes de que tem tudo a ver com a coreografia e que não é apologia a arma”, completou. Melody usa simulacro de arma durante show. pic.twitter.com/wLHcPqXTEU — Virou Tendência 🗣️ (@VirouTendencia) October 25, 2023
A Fazenda | “Record apoia assédio” viraliza nas redes sociais
A Record TV entrou no centro de uma tempestade de críticas nas redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter). O termo “Record apoia assédio” encabeçou os tópicos mais comentados desta quarta-feira (24/10), com acusações alimentadas por dois incidentes: a jornalista Rhiza Castro revelou ter sido demitida após denunciar assédio sexual por parte do diretor da Record News; e alegações de indiferença da emissora diante de supostos abusos cometidos por Kamila Simioni contra Shayan Haghbin em “A Fazenda 14”. As críticas surgiram diante da opção da Record de não se manifestar, sem fazer qualquer referência aos fatos. A postura alimenta o descontentamento nas redes sociais, principalmente quando contrastada com a ação do “BBB 23”, que expulsou Antônio Cara de Sapato e MC Guimê por assédio e importunação sexual à Dania Mendez. Nas redes sociais, as acusações contra Simioni são consideradas mais graves. O que aconteceu? Rhiza Castro, ex-apresentadora do Esporte Record News, trouxe à luz uma série de avanços indesejados de um diretor da Record News durante o período de um ano. A demissão de Castro em janeiro só foi explicada pela jornalista na última segunda-feira (23/10), ao relatar a represália enfrentada após denunciar o assédio ao departamento de Recursos Humanos da emissora. No mesmo dia, os espectadores de “A Fazenda 15” instigaram a emissora a revisar as interações entre Kamila Simioni e Shayan Haghbin, que alegou ter tido as partes íntimas mordidas por Simioni contra sua vontade durante a última festa do reality show. Em outras ocasiões, ela também apalpou o peão e chutado suas partes íntimas, além de ter passado o pé nas partes íntimas de Henrique Martins, aumentando as exigências por uma postura mais assertiva da Record contra atos de assédio e importunação sexual. A desaprovação social tem aumentado diante do clamor por responsabilidade e transparência. O exemplo do “BBB 23” é sempre citado positivamente, inclusive por quem torcia pelos camarotes eliminados. 🚨Vídeo mostra suposto momento da mordida da Simioni na mandioca do Shay! 😨 genteeee #AFazenda pic.twitter.com/b0czinHdIu — Flaus (@flaauberto) October 24, 2023 E a Simioni passando a mão no Shay? #RoçaAFazenda pic.twitter.com/cSVdtKbWWA — Cairo Jardim (@cairojardim) October 18, 2023
Rachel Sheherazade diz que salário de RS$ 200 mil no SBT era pouco e Gil do Vigor rebate
Rachel Sheherazade viralizou nas redes sociais ao dizer, numa entrevista, que seu salário de RS$ 200 mil no SBT era pouco. A jornalista abordou o assunto em entrevista ao Link Podcast, alegando que tinha várias descontos e que não conseguiu sequer comprar casa própria com ele. “O salário não era milionário. Esse era o salário que aparecia para o público, mas não era o salário que realmente caia na conta. O salário que eu recebia era mais para o meu sustento, consegui juntar alguma coisa, que foi para a educação dos meus filhos”, explicou. Diante da repercussão, Gil do Vigor decidiu se manifestar e rebateu as reclamações com dados estatísticos sobre a economia brasileira. “Peço desculpas por intervir na declaração da Rachel e sei que ninguém pediu minha opinião, mas darei de toda forma, pois acho importante destacar que, mesmo considerando descontos e impostos, se a renda da Rachel realmente fosse de 200 mil mensal (…), ela estaria ganhando mais que 99% dos brasileiros”, apontou o ex-BBB economista. Em seguida, Gil mencionou a grande desigualdade salarial no país. “Conforme dados do IBGE que indicam, se um brasileiro recebe acima de 28 mil, ele já está entre os 1% com maiores salários”. O economista afirmou que o que faltou para Sheherazade comprar sua casa própria foi planejamento financeiro. “Portanto, parece que faltou à Rachel buscar um aconselhamento financeiro e falo para todos, é importante cuidar do seu dinheiro, pois aquela música é real, dinheiro na mão é vendaval”, concluiu ele. Vale mencionar que, além de Gil do Vigor, outros internautas também questionaram a declaração de Rachel Sheherazade. “Gosto da Raquel, mas tô achando esse papo muito vitimista. Queria eu ganhar 100 mil por mês”, disse um. “Nossa, chega ser ridículo dizer que mais de 100 mil por mês não consegue comprar uma casa. E os que recebem salário mínimo, então?”, relembrou outro.
MC Guimê dispara indireta após novo romance de Lexa: “Idiotice alheia”
MC Guimê disparou uma suposta indireta à Lexa na tarde desta segunda-feira (23/10). No Instagram, o funkeiro soltou um comentário que pareceu ser dirigido à ex-esposa, que acaba de assumir seu romance com o ator Ricardo Vianna. “Desprezo e silêncio são as melhores respostas para a idiotice alheia”, publicou o funkeiro nos Stories. Desde a separação, Guimê tem buscado superar o passado com Lexa, tanto é que alterou a tatuagem que havia feito com o rosto da artista. Mas ele não é o único, já que a funkeira também decidiu se mudar de São Paulo, onde viveu por quase uma década ao lado do marido, para começar uma nova história no Rio de Janeiro. Denúncia de agressão O comentário de Guimê foi publicado após Ricardo Vianna se manifestar nas redes sociais sobre as acusações de agressão e injúria que teria cometido contra sua ex-companheira Aline Kryktine, mãe de sua filha Cecília, de apenas oito anos. O assunto voltou à tona na imprensa nos últimos dias, justamente por conta do romance com Lexa. “Eu nunca tinha comentado nada sobre esse assunto, principalmente por serem matérias inverídicas. Tanto que lá em 2021 eu já fui inocentado de qualquer acusação e não ia ficar aqui falando sobre coisas que nem eram verdades. Eu tenho que preservar minha filha. Ela que importa. Eu só quero ser feliz. Eu e todo mundo merece ser feliz e vamos parar com fake news”, ele declarou. Em comunicado, a assessoria de Vianna também se manifestou sobre a polêmica: “Gostaria de informar, diante das novas notícias veiculadas recentemente sobre o ator Ricardo Vianna, que o artista foi absolvido em 2021 de todas as acusações relacionadas a possíveis alegações de agressão a sua ex-companheira. O Tribunal do Rio de Janeiro emitiu uma decisão clara e inequívoca de absolvição de Ricardo em novembro de 2021, a qual já está devidamente transitada em julgado, sendo total irresponsabilidade por parte da imprensa voltar com esse assunto sem a devida apuração dos fatos”. “Pedimos encarecidamente que, em consideração à justiça e à precisão, atualizem qualquer notícia ou artigo relacionado ao caso de Ricardo Vianna para refletir esta nova informação. Acreditamos que é importante que o público esteja ciente da decisão do tribunal e das circunstâncias que levaram à absolvição de nosso cliente”, completou a equipe.
Pitty posta desabafo que internet entende como crítica à Juliette: “Artista é outra coisa”
A cantora Pitty teria soltado uma indireta sobre a recente polêmica envolvendo Juliette, a vencedora do “BBB 21”, e uma campanha publicitária acusada de ter plagiado Emicida. A controvérsia surgiu com o lançamento de “Magia Amarela”, música concebida para uma ação de uma marca de biscoitos e panetone, que teria semelhanças com a canção “AmarElo” do rapper paulista. Sem mencionar nomes, Pitty repostou no X (Twitter) o texto de uma seguidora que dizia: “Não é artista quando tú é um produto criado com dinheiro de gravadora e sustentado na mídia por agência de publicidade, artista é outra coisa”. Bastou o desabafo contra a situação atual da indústria musical para a internet rachar. “Bait”? A declaração repercutiu intensamente nas redes sociais, dividindo opiniões, todas com absoluta certeza que o alvo era Juliette. Enquanto uns concordam com o suposto shade da cantora, outros defenderam Juliette e criticaram Pitty por desqualificar o trabalho alheio. Comentários como “Juliette não é artista e nunca será” e “Não esperava isso da Pitty, diminuir outra mulher assim”, ilustram o debate acalorado entre os internautas. Diante da repercussão, o comentário sumiu. Em seu lugar, Pitty escreveu: “Não viaja, gente. Nem entra nessa de bait em site de fofoca”, e chamou atenção para suas próprias músicas. Assunto encerrado? Após a chuva de críticas, Juliette esclareceu que foi contratada com Duda Beat apenas como intérpretes para a campanha publicitária, sem envolvimento na criação musical e visual. Mas a reação negativa fez a Bauducco, empresa responsável pela campanha, cancelar o projeto. Em meio a desmentidos, explicações e cancelamentos, a discussão continua e já rendeu três manifestações de Juliette e sua equipe sobre o assunto desde quarta (18/10). onde que pitty fala da juliette aqui senhorrr pic.twitter.com/V9RhPbRSUC — | PAMPI 🇧🇷 (@psvntxss) October 20, 2023
Criadora de “Harry Potter” prefere ser presa a deixar de fazer comentários transfóbicos
J.K. Rowling, a renomada autora da série “Harry Potter”, voltou a defender seu posicionamento polêmico nas redes sociais, ao comentar uma possível legislação britânica que poderia criminalizar comentários transfóbicos. Questionada sobre a possibilidade de enfrentar prisão por suas opiniões, Rowling declarou que “aceitaria feliz” tal punição. “Aceitaria feliz em cumprir dois anos se a alternativa for o discurso forçado e a negação forçada da realidade e da importância do sexo”, expressou a escritora na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. A posição de Rowling surge em resposta a uma matéria do Daily Mail que discutia a possibilidade de um governo liderado pelo Partido Trabalhista, no Reino Unido, criminalizar ataques à identidade de gênero. Críticos apontaram que tal legislação poderia resultar em sentenças de prisão para aqueles que se recusassem a usar os pronomes preferidos de uma pessoa transgênero. Ela continuou a discussão, mencionando que um processo judicial seria “mais divertido do que qualquer tapete vermelho”, antes de brincar com seus seguidores sobre suas supostas tarefas na prisão. “A lavanderia pode ser um problema. Tenho tendência a encolher coisas/torná-las rosadas acidentalmente. Suponho que isso não será um grande problema se forem principalmente roupas cirúrgicas e lençóis”, ironizou. Histórico de polêmicas Não é de hoje que J.K. Rowling se declara inimiga da comunidade trans. A autora vem acumulando críticas por seus comentários discriminatórios ao longo dos últimos anos. O primeiro embate significativo de Rowling com a comunidade trans ocorreu em 2020, quando criticou uma matéria que utilizava a expressão “pessoas que menstruam” ao invés de “mulheres”. A autora alegou que tal terminologia apagava a experiência de mulheres cisgênero, desconsiderando a inclusão de homens trans que também podem menstruar. Recentemente, Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”, e manifestou apoio a um ativista anti-trans, que havia sido temporariamente banido de uma rede social por comentários ofensivos, celebrando sua reinstalação com um “bem-vindo de volta”. Sem dar pausa, no começo desta semana ela polemizou ao publicar uma foto de um muro pixado com a inscrição “Repita conosco: mulheres trans são mulheres”, ao que a autora retrucou com um simples e direto “Não”. Como sempre, as respostas não tardaram, com muitos seguidores expressando decepção e exaustão diante de sua postura. “Estamos cansados de você”, disparou um leitor. Por outro lado, com o avanço da extrema direita e ideais conservadores em todo o mundo, muitos também estão apoiando Rowling, que tem se transformado numa porta-voz dos mais extremistas. De fato, ela chega a se engajar em campanhas contra direitos de transexuais. Preconceito por escrito Não bastasse isso, o preconceito chegou às suas obras. No livro “Sangue Revolto” (Troubled Blood), do personagem Cormoran Strike, a escritora deu vazão a seus devaneios contra transexuais, criando um assassino em série que vestia roupas femininas para matar mulheres. Antes de lançar este livro, ela se declarou preocupada com a chance de transexuais abusarem sexualmente de mulheres cisgênero em banheiros. De acordo com a avaliação de Jake Kerridge, crítico do jornal britânico The Telegaph, o livro reforçava essa mensagem com a seguinte moral da história: “nunca confie em um homem de vestido”. Rowling assina essa coleção de livros de crimes com o pseudônimo de Robert Galbraith, mesmo nome de um psiquiatra norte-americano famoso por experimentar, na década de 1950, a terapia de conversão sexual. Repercussões A assumida postura transfóbica de Rowling busca se disfarçar de feminismo, mas criou atrito até com os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram publicamente os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans. Embora não tenha comentado as críticas dos intérpretes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. A controvérsia em torno das declarações de Rowling acontece no momento em que a Warner Bros. tenta transformar a saga “Harry Potter” numa série.
A Fazenda | Bia Miranda diz que Rachel devia ter “dado uma porrada” em sua mãe
Bia Miranda não poupou palavras ao comentar a recente expulsão de Rachel Sheherazade de “A Fazenda 15”, por agressão (não mostrada ao vivo para o público) em sua mãe. A vice-campeã da edição anterior do reality mostrou seu descontentamento com a própria mãe, Jenny Miranda, alegando que a “vida com ela era um inferno”. Utilizando os stories do Instagram, Bia compartilhou sua indignação com seus seguidores. “Acordei com a notícia que a Rachel foi expulsa, estou tentando entender até agora (…) É o que eu sempre falo para vocês, o mundo não gira, ele capota, tá? O karma vem para você”, disse ela. A influenciadora também falou sobre a atuação de Jenny no reality, criticando sua postura e acreditando que ela não conseguiu manter um personagem convincente para o público. “Ela achou que ia entrar na Fazenda e ia ser amada, porque eu fui amada, o tanto de seguidores que eu ganhei, ela achou o quê? Que ia entrar lá dentro, ia dar uma de vítima, ia dar uma de mãe perfeita e todo mundo ia acreditar? Não, gente! Lá dentro não tem como fingir nada. Não tem como você entrar fingindo que é uma coisa boa, de coração bom (…) se você for uma pessoa ruim, você vai mostrar sua cara uma hora e foi isso que aconteceu”, analisou. Revelações familiares Bia também trouxe à tona a difícil relação com a mãe. “Graças a Deus, hoje eu sou abençoada, saí desse inferno que era a vida com ela, Deus me honrou muito. Hoje tenho minha própria casa, estou muito abençoada, com minha família, feliz e ela não, e ela está só se f*dendo, isso é o karma. Ela está recebendo o que ela fez com todo mundo a vida inteira, por isso que ninguém fica do lado dela.” Além do desabafo no Instagram, Bia usou o X (antigo Twitter) para criticar a produção do reality rural e a emissora, questionando sobre a falta de imagens do momento que gerou a expulsão. Ela ainda acrescentou que Rachel devia ter batido com força em sua mãe. “Nossa, deveria ter dado uma porrada mesmo, pra ser expulsa feliz” A expulsão No começo da tarde desta quinta-feira (19/10), a produção da Record surpreendeu ao anunciar a expulsão de Rachel Sheherazade de “A Fazenda 15”, após um confronto com Jenny Miranda que colocou em risco a integridade física da participante. O comunicado da emissora enfatizou a proibição de atitudes que possam ameaçar a segurança dos envolvidos. “Conforme a página 26 do Manual de Sobrevivência, são proibidas atitudes que podem colocar em risco a integridade física de outros, sejam eles do elenco ou da produção do programa. Por conta de uma atitude tomada contra a Fazendeira Jenny, a participante Rachel está fora do jogo”, esclareceu a nota oficial. Nossa deveria ter dado uma porrada msm, pra ser expulsa feliz — Bia Miranda 🌶 (@biamiranda) October 19, 2023 Bia Miranda sobre sua mãe Jenny: "O mundo não gira, ele capota (…) Ela achou que iria entrar na fazenda, iria ser amada (…) Ela achou que iria entrar lá dentro, dar uma de vítima, ia dar uma mãe perfeita e todo mundo iria acreditar? Não, gente"#Afazenda #AFazenda15 pic.twitter.com/YhPaUtGP2a — Haftas Arden (@HaftasArden) October 19, 2023
Juliette se desculpa com Emicida, mas nega plágio: “Imputação de crime”
A cantora Juliette Freire se viu no olho do furacão na quarta-feira (18~10), quando acusações de plágio acompanharam a divulgação de seu trabalho na canção “Magia Amarela”, lançada na noite anterior, em parceria com Duda Beat. O cerne da controvérsia era a similaridade visual entre o projeto e o álbum “AmarElo” (2019) de Emicida, o que gerou críticas fervorosas e levou ao cancelamento do projeto. Por conta da proporção tomada pelo caso, Juliette publicou duas notas de esclarecimento em seu Instagram e, nesta quinta (19/10), postou vídeos em que tratou pessoalmente do assunto. Neles, reforça que sua participação se limitou à interpretação musical, desvinculando-se da criação visual. Ela também compartilhou que teve uma conversa com Emicida e seu irmão produtor, Evandro Fióti. Conversa com Emicida “Quero reforçar que tudo foi entendido, conversado”, declarou Juliette, aparando as arestas com Emicida. “Conversei pessoalmente e com todo o respeito do mundo com Emicida e Fióti. Não há lados opostos, intenção nenhuma de que pessoas saiam machucadas, enfim, está tudo bem e tranquilo”, continuou. Tribunal da internet Juliette também rebateu outras acusações que vem enfrentando desde que se lançou como cantora, após vencer o “BBB 21”. “Depois de tudo esclarecido, começou o tribunal da internet”, ela desabafou. “Tem alguns poucos juízes que se auto intitulam juízes e eles determinam quem é artista e quem não é, o que é arte e o que não é, quem é bom e quem não é. Escolhem a cabeça da vez e fazem acusações”. “Já que vocês sabem de tudo, espero que entendam as características de um plágio e que isso é crime, e que imputação de crime também é crime”, continuou. A cantora também pediu aos fãs que não acreditassem nas acusações: “Dito isso, não acreditem no que veem na internet. São tantos interesses, há tanta manipulação, vocês não têm noção. Uma coisa é repetida várias vezes para que você coloque isso na sua cabeça”. Em seguida, ela se dispôs a falar individualmente de cada caso citado como suposto plágio, ressaltando que “há uma diferença entre referências e inspirações – que está aí para todo mundo, é de domínio público – e plágio”. Em seguida, a cantora expôs as inspirações para os projetos, para detalhar como se deu o processo criativo de cada um. Explicações Em relação às semelhanças visuais entre seu vídeo de “Não Sou De Falar De Amor” e clipes de Iza, Juliette explicou a inspiração nordestina, compartilhando sua visão: “Pensei naquelas casas de interior, que têm parede de cal azul e uma foto das pessoas como se fossem pinturas, na casa de nossos avós tem”. Ela também citou a inspiração do filme “Ghost” em “Quase Não Namoro”, colaboração com Marina Sena, e defendeu a originalidade dos títulos de suas canções “Doce”, “Sei Lá” e “Benzin” que coincidem com músicas da banda Boogarins, afirmando: “Óbvio, qualquer palavra que você colocar, é muito raro não ter uma música com o mesmo nome. Ainda que seja uma inspiração, a música é completamente diferente”. Conspiração Além de defender sua integridade artística, Juliette fez um apelo ao respeito e ao cessar das tentativas de descredibilização. “Parem de tentar descredibilizar o outro. Por favor, parem, vocês não ficarão maiores ou melhores com isso”, solicitou a cantora, reforçando a necessidade de um ambiente musical mais respeitoso e menos acusatório. Vale observar que Manu Gavassi, no caso da estética de “Quase Não Namoro”, e os Bugarins também notaram as coincidências. Além disso, não há uma conspiração ou tendência disseminada na mídia de procurar plágios no trabalho de artistas para “descredibilizar”. Há cobertura pontual de denúncias e comentários, assim como da defesa e de seus argumentos.
Acusações de “plágio” marcam carreira musical de Juliette
A cantora e influenciadora digital Juliette Freire voltou a ser alvo de controvérsia com a recente acusação de plágio envolvendo a faixa “Magia Amarela”, lançada em parceria com Duda Beat na madrugada desta quarta-feira (18/10). Não foi a primeira vez que a vencedora do “BBB 21” se encontra em meio a debates sobre originalidade em sua carreira musical que, desde a estreia, tem sido marcada por questionamentos e comparações. Capa de disco As acusações vem desde a repercussão em torno da capa de seu primeiro EP em setembro de 2021, que, segundo internautas, tinha as mesmas referências estéticas de um lançamento de Pabllo Vittar, o single “Indestrutível”. Na ocasião, fãs de Juliette saíram em defesa da artista dizendo que as mesmas referências também podiam ser vistas em obras de outros artistas como Pink Floyd e Demi Lovato. Em resposta, a equipe de Juliette manifestou gratidão aos artistas referenciados e optou por modificar a arte original para “evitar mais polêmicas”. Títulos de músicas Depois disso, a banda Boogarins suscitou dúvidas sobre possíveis semelhanças nos títulos de suas músicas e as gravações da paraibana, como nas músicas “Doce”, “Sei Lá” e “Sei Lá”. Um fã chegou a expressar descontentamento nas redes sociais, aguardando um posicionamento oficial da equipe de Juliette, que se limitou a ressaltar o carinho e respeito pela música brasileira presente no EP. Estética de clipe As acusações se aprofundaram com Manu Gavassi apontando similaridades de referências no clipe da música “Quase Não Namoro” com seu projeto “Gracinha”. Manu declarou ter ficado “extremamente triste” com a equipe de Juliette, mas não responsabilizou a cantora diretamente. O debate ainda incluiu a música “Un Ratito”, uma colaboração entre Juliette, Alok e Luis Fonsi, levando à remoção do single do YouTube após acusações de violação de direitos autorais feitas pelo duo Sevenn. O problema dos americanos, entretanto, era com Alok. Acusação formal As coincidências sempre foram tratadas justamente como coincidências, mas o acúmulo atingiu o ápice com a polêmica envolvendo a faixa “Magia Amarela”, lançada em parceria com Duda Beat, ser comparada ao projeto musical “AmarElo” de Emicida. Evandro Fióti, irmão e parceiro de Emicida, endossou as acusações, revelando que a faixa de Juliette e Duda foi lançada para uma campanha publicitária de um produto que os tinha procurado antes. Ele afirmou que tomaria medidas judiciais contra os responsáveis, isentando Juliette e Duda Beat. A equipe de Juliette confirmou na manhã desta quarta-feira (18/10) que a música integra uma campanha e que estão em contato com os responsáveis pela criação e produção da mesma para mais esclarecimentos. Entretanto, o estrago foi feito. o EP também prestava uma homenagem ao querido Boogarins, trazendo exatamente o nome de 3 músicas deles. mas claro, uma grande coincidência. pic.twitter.com/x345HVAO61 — matheus (@matheusdevdd) October 18, 2023 Agora o mais recente e também + polêmico envolve o projeto premiado do Emicida, do conceito estético à letra, fazendo a separação "amar é o elo". e pior: o da Ju faz parte de uma campanha da Bauducco, que antes teria mandado proposta p/ o Emicida, mas sem fechar por motivos de $ pic.twitter.com/x8bDZZx5x1 — matheus (@matheusdevdd) October 18, 2023
Criadora de “Harry Potter” volta a fazer comentários transfóbicos
A escritora britânica J.K. Rowling, autora da saga “Harry Potter”, voltou a polemizar com comentários transfóbicos. Nesta terça-feira (17/10), Rowling manifestou-se de forma negativa sobre a identidade de gênero de mulheres trans através de uma publicação no X (antigo Twitter), gerando uma onda de reações adversas entre seus seguidores. A postagem em questão exibia uma foto de um muro com a inscrição “Repita conosco: mulheres trans são mulheres”, ao que a autora retrucou com um simples e direto “Não”. As respostas não tardaram, com muitos seguidores expressando descontentamento e exaustão diante de sua postura. “Estamos cansados de você”, disparou um leitor, enquanto outro afirmou: “É ridículo que isso tenha que ser questionado. Bem-vinda a 2023”. Por outro lado, com o avanço da extrema direita e ideais conservadores em todo o mundo, muitos também estão apoiando Rowling, que tem se transformado numa porta-voz dos mais extremistas. De fato, ela chega a se engajar em campanhas contra direitos de transexuais. Histórico de polêmicas Não é de hoje que J.K. Rowling virou inimiga da comunidade LGBTQIAPN+. A autora vem acumulando críticas por seus comentários discriminatórios ao longo dos últimos anos. O primeiro embate significativo de Rowling com a comunidade trans ocorreu em 2020, quando criticou uma matéria que utilizava a expressão “pessoas que menstruam” ao invés de “mulheres”. A autora alegou que tal terminologia apagava a experiência de mulheres cisgênero, desconsiderando a inclusão de homens trans que também podem menstruar. Recentemente, Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”, e manifestou apoio a um ativista anti-trans, que havia sido temporariamente banido de uma rede social por comentários ofensivos, celebrando sua reinstalação com um “bem-vindo de volta”. Não bastasse isso, o preconceito chegou às suas obras. No livro “Sangue Revolto” (Troubled Blood), do personagem Cormoran Strike, a escritora deu vazão a seus devaneios contra transexuais, criando um assassino em série que vestia roupas femininas para matar mulheres. Antes de lançar este livro, ela se declarou preocupada com a chance de transexuais abusarem sexualmente de mulheres cisgênero em banheiros. De acordo com a avaliação de Jake Kerridge, crítico do jornal britânico The Telegaph, o livro reforçava essa mensagem com a seguinte moral da história: “nunca confie em um homem de vestido”. Rowling assina essa coleção de livros de crimes com o pseudônimo de Robert Galbraith, mesmo nome de um psiquiatra norte-americano famoso por experimentar, na década de 1950, a terapia de conversão sexual. Repercussões A assumida postura transfóbica de Rowling busca se disfarçar de feminismo, mas criou atrito até com os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram publicamente os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans. Embora não tenha comentado as críticas dos intérpretes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. A controvérsia em torno das declarações de Rowling acontece no momento em que a Warner Bros. tenta transformar a saga “Harry Potter” numa série. No. pic.twitter.com/YhoHfKdeat — J.K. Rowling (@jk_rowling) October 17, 2023












