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  • Série

    Após polêmicas, SMILF é cancelada em sua 2ª temporada

    9 de março de 2019 /

    O canal pago Showtime anunciou o cancelamento da série “SMILF” após sua 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar nos novos episódios, caindo de uma média de quase 550 mil telespectadores no primeiro ano para 200 mil ao vivo. Para completar, ainda enfrentou denúncias de bastidores. Várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções – o estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto do Showtime. Uma atriz chegou a abandonar o programa, dizendo-se perseguida pela criadora, showrunner e protagonista da série, Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. As denúncias tornaram Shaw a primeira produtora feminina denunciada após o surgimento do movimento #MeToo. Uma lista detalhada dos problemas, envolvendo cenas de nudez e comportamento impróprio, pode ser lida aqui. “Depois de pesar vários fatores, a Showtime decidiu que ‘SMILF’ não avançará para uma 3ª temporada. O restante da 2ª temporada continuará a ir ao ar como programado no Showtime até o final dos episódios em 31 de março. Nós continuamos extremamente orgulhosos das duas temporadas de ‘SMILF’, e agradecemos a Frankie Shaw por sua voz singular e criação única, bem como aos dezenas de escritores, produtores, atores, diretores e membros da equipe em Los Angeles e em Boston, que contribuíram para esta série excepcional”, disse o Showtime em um comunicado. Considerada uma das melhores comédias recentes da TV americana, com 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “SMILF” era baseada no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw, premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever, dirigir e produzir, Shaw encarnava a protagonista Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, enquanto reluta em aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. O título, por sinal, é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de… transar). Mas como mostrava a série, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista tinha muita dificuldade para transar, justamente por causa de seu bebê.

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    Deixando Neverland pode ganhar sequência com novas acusações contra Michael Jackson

    8 de março de 2019 /

    O documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que está dando o que falar por conta de suas acusações de pedofilia contra Michael Jackson, pode ganhar uma continuação. Em entrevista à revista Variety, o diretor Dan Reed disse que voltaria prontamente ao caso se outras supostas vítimas do cantor o procurassem para falar publicamente sobre o assunto. Ele chega a citar dois casos notórios, envolvendo Jordan Chandler e Gavin Arvizo, os meninos cujas famílias levaram Michael Jackson ao tribunal, em 1993 e 2003, respectivamente. No primeiro caso, Jackson firmou um acordo milionário para que a acusação fosse retirada. Já no segundo processo, o cantor foi inocentado pela justiça. Em “Deixando Neverland”, são outros dois homens que denunciam fatos de sua convivência com Michael Jackson na infância, James Safechuck e Wade Robson. “Se Jordan Chandler se apresentasse, eu sentaria e conversaria com ele da mesma forma que eu fiz com Wade (Robson) e James (Safechuck), e acho que esse seria o coração de um filme muito interessante sobre essa história, e a mesma coisa vale para Gavin”, afirmou o cineasta. Ao contrário do que aconteceu com Wade e Safechuck, Chandler e Arvizo tiveram seus casos levados à tona quando Michael Jackson ainda estava vivo, e tiveram grande cobertura da imprensa, o que renderia uma abordagem diferente de “Deixando Neverland”s. “Eu com certeza usaria as entrevistas que já gravei com investigadores desses casos — os procuradores e todas as pessoas que fizeram parte desse drama de forma mais ampla — , e assim você não estaria trancado em um quarto com os Safechucks e os Robsons. Eu contaria a história do ponto de vista de Jordan e Gavin, mas também pelos olhos de todos os outros participantes”, detalhou Reed. Uma das maiores audiências de documentário da HBO, o filme será exibido em duas partes no Brasil nos dias 16 e 17 de março.

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    Jussie Smollett responderá por 16 crimes após suspeita de forjar atentado contra si mesmo

    8 de março de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, responderá por 16 crimes diante de um júri popular em Chicago, após ser indiciado sob suspeita de forjar um atentado contra si mesmo, alardeando ser vítima de crime de ódio. A promotoria não revelou as acusações para a imprensa americana, mas o jornalismo local da rede CBS obteve a informação preliminar. Para complicar sua situação, Smollett já foi processado anteriormente, o que abre a possibilidade de uma pena de três anos de detenção. Ele chegou a ser preso, pagou US$ 100 mil de fiança para ser libertado, entregou seu passaporte para a polícia e aguarda o julgamento. O ator é esperado na corte de Chicago na próxima quinta (14/3). A expectativa é que a história mirabolante comece a fazer mais sentido durante o julgamento, que deve se tornar uma sensação midiática. Abertamente gay, Smollett disse ter sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos nigerianos por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator segue dizendo-se inocente. E a Fox ainda não o dispensou. Mas, por via das dúvidas, ele foi cortado dos episódios finais da 5ª temporada.

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    Capitã Marvel é atacada pela fúria de “homens brancos” no Rotten Tomatoes

    8 de março de 2019 /

    As mudanças do Rotten Tomatoes para evitar que sua sessão de comentários virasse “plataforma política” só duraram enquanto o embargo aos ataques a “Capitã Marvel” estiveram em vigor. Com a estreia do filme, a direita conservadora e machista pôde voltar novamente a depositar ataques gratuitos ao filme. O que incomoda, segundo uma mostragem das “críticas”, são o fato de “Capitã Marvel” ser um longa de super-heróis estrelado por uma mulher e o fato desta mulher ter opiniões fora das telas. As manifestações revoltadas são assinadas majoritariamente por nomes masculinos. E ironicamente foram postadas nesta sexta (8/3), em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. “Eu sou um homem branco de 41 anos. Eu teria visto este filme, mas aparentemente não sou bem-vindo”, escreveu um internauta. Outro acusou Larson de ser “anti-homem branco”. “A posição anti-homem branco dela me desanimou do filme. Não estou interessado”. “Muito político”, criticou um terceiro. “Não gostei. O filme está sendo endereçado a uma certa demografia. Como homem, não me agradou”, acrescentou um quarto. “Chega de filmes SJW”, decretou outro, usando uma sigla popularizada pela direita, que significa “Social Justice Warrior” (guerreira da justiça social). A fúria dos “homens brancos” com acesso a internet jogou a nota do público no chão, com apenas 31% de aprovação. Já a nota da crítica está em 81%. Entre um e outro aparece a avaliação da imprensa profissional, que o Rotten Tomatoes chama de críticos “top”, com 64%. Outros sites que permitem notas do público também tiveram resultados discrepantes. No Metacritic, a nota é similar a dos críticos “top” do Rotten Tomatoes, 65. Mas a cotação dada pela audiência é de 2,6 – um lixão. O lugar onde a batalha mais feroz está sendo travada é no IMDb, onde fãs e detratores estão disputando cuspe à distância. O equilíbrio deixou a nota do filme baixa, em relação às demais produções da Marvel, mas similar a dos críticos “top”: 6,6. O primeiro filme de super-herói da Marvel estrelado por uma mulher, entretanto, não é o que seus detratores afirmam que é. Sua mensagem de empoderamento é clara, mas a retórica feminista praticamente inexiste. Ela ficou restrita às entrevistas da atriz Brie Larson, que irritou muitos “homens brancos” por desejar que mais mulheres e homens de cor a entrevistassem. Apesar da “guerra cultural” em curso, o filme deve ter uma grande estreia na América do Norte e agradar em cheio aos fãs de quadrinhos interessados numa produção divertida, que leva ao limite a fórmula da Marvel.

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    Alto Executivo da Warner é denunciado em escândalo sexual com atriz aspirante e contrato milionário

    7 de março de 2019 /

    Um escândalo sexual de proporções weistenianas estourou na WarnerMedia, envolvendo um de seus principais executivos, um acordo de parceria de centenas de milhões de dólares e uma atriz aspirante. Uma série de mensagens trocadas por todos os envolvidos veio à tona numa reportagem da revista The Hollywood Reporter, que começou a investigar o caso no final de 2017, quando o movimento #MeToo explodiu. A apuração joga luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez o escândalo não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Trata-se do lado B do “teste do sofá” denunciado pelo #MeToo, quando uma atriz vai a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que vai acontecer e o que pode conseguir com isso. Foi o que houve com a britânica Charlotte Kirk. Ela se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos ​​pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado. Após a reportagem ser publicada, a WarnerMedia anunciou ter iniciado uma nova investigação para comprovar a veracidade das acusações contra Tsujihara – que incluem, além de comportamento impróprio, extorsão e suborno para manter o caso abafado, de acordo com as mensagens ventiladas.

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  • Filme

    Deixando Neverland registra uma das maiores audiências de documentário da HBO

    6 de março de 2019 /

    Em sua estreia na HBO americana, “Deixando Neverland” (Leaving Neverland) registrou a terceira maior audiência para documentários da emissora nos últimos dez anos. A produção dirigida por Dan Reed traz acusações de abuso sexual contra o cantor Michael Jackson, por meio dos testemunhos de Wade Robson e James Safechuck, que eram crianças na época em que os supostos incidentes aconteceram. O primeiro episódio da produção, exibido no domingo (3/3), atraiu 1,29 milhões de telespectadores ao vivo, enquanto o segundo, exibido na segunda, registrou 927 mil. Os números colocam “Leaving Neverland” atrás apenas de dois documentários da HBO: “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief” (1,7 milhões de espectadores), investigação do diretor Alex Gibney sobre a polêmica religião da Cientologia; e “Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds” (1,6 milhões de espectadores), filme sobre a relação entre a estrela de “Star Wars” e sua mãe. A HBO brasileira vai exibir “Deixando Neverland”, também em duas partes, nos dia 16 e 17 de março.

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    Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham trailer

    5 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer dos últimos episódios de “Arrested Development”, com um hiato escandaloso. A segunda metade da 5ª temporada da série será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. A palavra “escandaloso” não é fortuita. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E agora o final se aproxima após mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios deve concluir a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.

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    Netflix diz que ama o cinema, em resposta a Spielberg

    4 de março de 2019 /

    A Netflix respondeu indiretamente a Steven Spielberg, que pretende impedir que plataformas de streaming disputem os prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Em publicação em seu perfil no Twitter, a plataforma afirmou que ama o cinema e que o está deixando mais acessível. “Nós amamos cinema. Aqui estão mais algumas coisas que amamos: Acesso para pessoas que nem sempre podem pagar, ou vivem em cidades sem cinema; Deixar todo mundo, em qualquer lugar, aproveitar os lançamentos ao mesmo tempo; Dar aos cineastas mais maneiras de compartilhar a arte. Essa coisas não são mutuamente exclusivas”, publicou a Netflix. Spielberg quer que o comitê que organiza o Oscar mude as regras para proibir filmes lançados em streaming de concorrer ao prêmio. Integrante do comitê, ele pretende votar a alteração na próxima reunião, marcada para abril. Quando jornalistas buscaram confirmar, ele deu seu recado por meio de um porta-voz. “Steven tem fortes opiniões sobre as diferenças entre lançamentos para o streaming e para os cinemas”, disse o assessor de imprensa da Amblin Entertainment, produtora do cineasta. “Ele ficará feliz se outros o apoiarem nesta campanha quando a hora chegar.” We love cinema. Here are some things we also love: -Access for people who can't always afford, or live in towns without, theaters -Letting everyone, everywhere enjoy releases at the same time-Giving filmmakers more ways to share art These things are not mutually exclusive. — Netflix Film (@NetflixFilm) March 4, 2019

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    Roseanne Barr chama mulheres do movimento #MeToo de prostitutas

    3 de março de 2019 /

    A comediante Roseanne Barr resolveu atacar o movimento #MeToo em uma entrevista no novo programa “The Candace Owens Show”, que foi ao ar na manhã deste domingo (3/3) na página do YouTube dedicada à organização de extrema direita PragerU – que tem vários vídeos censurados por ofensas e abusos dos limites do serviço. O propósito da entrevista era dar a Barr uma plataforma para justificar seu ataque racista a uma ex-assessora da administração Obama, Valerie Jarrett, que causou sua demissão de sua própria série, “Roseanne” – a atração acabou voltando ao ar como “The Conners”, sem a matriarca falastrona. O assunto acabou mudando para o que Owens chamou de “a coisa das mulheres” – as reclamações do movimento #MeToo. Foi quando Barr definiu quem reclama de assédio após ir num encontro de negócios num quarto de hotel como “prostitutas”, para usar uma palavra mais branda. Ela disse que as mulheres estão “fingindo que não foram trocar favores sexuais por dinheiro”. “Se você não saí imediatamente do recinto numa situação dessas, mas fica pensando que talvez possa conseguir um emprego, bem, você não é nada além de uma prostituta”, concluiu Barr. Aproveitando o gancho, ela ainda aproveitou para atacar a senadora Kamala Harris, possível postulante à candidatura presidencial pelo Partido Democrata, chamando-a de “Kama Sutra Harris”. “Todos nós sabemos o que ela fez… ela usou sexo para chegar ao topo”, disse Barr, referindo-se ao relacionamento anterior da senadora com o ex-prefeito de São Francisco, Willie Brown. Papo vai, papo vem, a entrevistadora também decidiu compartilhar seu quinhão de sabedoria, ao concordar com Barr sobre o movimento #MeToo. “Como elas não conseguiram a carreira que queriam, 30 anos depois aproveitam, você sabe, como minha carreira nunca decolou, então eu vou pegar carona nisso e dizer que algo horrível aconteceu comigo”, disse Owens, que em seguida se definiu feminista. “O que estamos falando aqui é o feminismo real, porque estamos protegendo as vítimas reais, porque há mulheres que realmente são estupradas, há homens que são predadores de verdade”, acrescentou. Barr aproveitou outro momento durante a entrevista para dizer que Christine Blasey Ford, mulher que, no ano passado, acusou o juíz da Suprema Corte Brett Kavanaugh de agressão sexual na década de 1980, “deveria estar na prisão”. “Ela não foi nem obrigada a apresentar um boletim de ocorrência da polícia nem nada, e mesmo assim arrecadou milhões de dólares”, concordou Owens, referindo-se a várias contas da GoFundMe que surgiram em apoio à Ford. (“Esses fundos foram usados ​​exclusivamente para cobrir os custos necessários de segurança física e moradia ocasionados pela divulgação de sua agressão sexual por Brett Kavanaugh”, disseram os advogados da Ford na época, acrescentando que qualquer dinheiro não utilizado seria doado para “organizações que apoiam sobreviventes traumatizados”.) No final da entrevista, Barr revelou que planejava voltar à comédia stand-up. “Eu vou dizer às pessoas o que diabos eu penso delas, eu vou dizer às mulheres que elas não são nada além de prostitutas, eu vou dizer aos homens ‘Por que vocês estão deixando as mulheres fazerem isso com vocês?”. Veja abaixo essas e outras pérolas da sabedoria de Roseanne Barr e sua entrevistadora “feminista” no vídeo com a íntegra do programa.

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    Johnny Depp processa Amber Heard em US$ 50 milhões por acusá-lo de violência doméstica

    2 de março de 2019 /

    O ator Johnny Depp resolveu processar a ex-esposa, Amber Heard, por difamação. A atriz, que aceitou receber – e doar integralmente – US$ 7 milhões em seu divórcio, foi acionada em US$ 50 milhões por Depp. No processo, os advogados do ator alegam que as acusações de abusos feitas pela atriz são falsas. De acordo com o documento judicial obtido pelo site The Blast, o processo do ator tem como origem um artigo publicado por Heard em dezembro de 2018 no jornal The Washington Post, em que a atriz disse ter sido vítima de abusos em diferentes ocasiões ao longo da vida. Embora tenha não mencionado explicitamente o ex-marido no artigo, Heard parecia se referir às acusações de violência doméstica que revelou contra Depp em 2016. “Heard não é uma vítima de violência doméstica”, declarou o advogado de Depp, como resposta, no processo. “Depp nunca abusou a ex-esposa Heard. As acusações de 2016 são falsas e fizeram parte de uma elaborada campanha para gerar publicidade positiva para Heard e fomentar a sua carreira”, acrescenta a denúncia. A ação judicial também alega que as acusações de Heard causaram danos à carreira de Depp, que sofreu rejeição do público após ser escalado como o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e foi removido da franquia “Piratas do Caribe”, onde interpretava o protagonista Jack Sparrow. Heard reagiu ao processo por meio de seu advogado, que também se pronunciou. “Esta ação é o último dos repetidos esforços de Johnny Depp para silenciar Amber Heard”, afirmou o advogado Eric M. George, responsável pela defesa da atriz. “Não será silenciada. As ações de Depp provam que ele é incapaz de aceitar a verdade do seu comportamento abusivo contínuo”, conclui.

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    Documentário polêmico sobre Michael Jackson ganha data de estreia no Brasil

    2 de março de 2019 /

    O documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que vem causando polêmica desde sua première no Festival de Sundance por apresentar denúncias de abusos sexuais cometidos por Michael Jackson, ganhou data de estreia no Brasil. A primeira parte do filme, que tem quatro horas de duração, vai ao ar na HBO em 16 de março, às 20h, e a segunda, no dia 17, no mesmo horário. Dirigido por Dan Reed, “Deixando Neverland” traz depoimentos de James “Jimmy” Safechuck e Wade Robson, que se tornaram amigos do cantor Michael Jackson quando eram crianças. Agora adultos, eles relatam terem sido abusados sexualmente pelo cantor quando tinham 7 e 10 anos de idade. As entrevistas contêm teor tão explícito que psicólogos ficaram a postos na sessão de Sundance para atender espectadores que se sentissem perturbados. Na ocasião, o filme foi aplaudido de pé pelo público, enquanto fãs do cantor protestavam do lado de fora do cinema. A família de Jackson chamou o documentário de “um assassinato de reputação” e está processando a HBO, que adquiriu seus direitos no festival, numa tentativa de proibir sua exibição. Nos Estados Unidos, o documentário vai ao ar neste domingo (3/3) e na segunda-feira (4/3).

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    Rotten Tomatoes muda seção de comentários após ataques a Capitã Marvel e Marighella

    1 de março de 2019 /

    O site Rotten Tomatoes decidiu modificar o seu sistema de inclusão de opiniões do público. Após a repercussão de comentários negativos em massa sobre filmes inéditos, como “Capitã Marvel”, “Star Wars: Episódio IX” e até o brasileiro “Marighella”, o RT barrou a possibilidade de que fãs escrevam sobre um filme ou uma série antes da estreia oficial para o público geral. “Nós estamos desabilitando a função de comentários antes da data de lançamento dos filmes. Infelizmente, percebemos um aumento de críticas não construtivas — ocasionalmente beirando a ‘trollagem’ — o que acreditamos ser um desserviço à nossa audiência. Decidimos que desligar essa função, no momento, é o melhor a se fazer”, diz o anúncio do site. Paul Yanover, presidente do grupo Fandango, do qual o Rotten Tomatoes faz parte, contou ao portal CNET que “as mudanças não são uma simples reação do tipo ‘Ai meu Deus, existe ruído em torno de alguns filmes’”, mas ajustes necessários para impedir que opiniões que não tem nada a ver com cinema deem o tom do site. Os ataques de trolls são coordenados por meio do uso de redes sociais e robôs, e refletem uma agenda política conservadora de extrema direita, cujo objetivo é diminuir o impacto de filmes com protagonistas mulheres e/ou personagens não brancos – ou ainda, no caso nacional, que critiquem uma ditadura militar que muitos agora dizem que nem existiu. “Dizer que você não quer ver um filme não é uma resenha”, completou Yanover. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”. Os trolls, claro, já retrucaram dizendo que essa alteração foi ordem da Disney, que seria dona do site. Mas, na verdade, o Rotten Tomatoes pertence ao conglomerado Warner, cujos filmes da DC são amados pelos trolls mais rabugentos. Claro que a verdade não impede uma boa fake news de virar teoria da conspiração. De todo modo, esta não foi a única mudança anunciada pelo site, que prepara uma nova identidade visual, com alterações no layout, novos conteúdos editoriais e novos critérios para a escolha de críticos que terão suas opiniões agregadas – e contabilizadas. A data de estreia dessas alterações não foi divulgada.

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    Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o diretor Luc Besson

    25 de fevereiro de 2019 /

    A promotoria de Paris arquivou nesta segunda-feira (25/2), após nove meses de investigação, o processo que acusava o cineasta Luc Besson de estupro. De acordo com a instituição, as investigações “não permitiram caracterizar a infração denunciada em todos os seus elementos constitutivos”. O protocolo oficial revelou o nome da acusadora. Besson foi denunciado por Sand Van Roy, uma atriz e modelo belgo-holandesa de 30 anos, que figurou em seu filme mais recente, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017). Ela também participou do já filmado “Anna”, próximo lançamento do diretor, que não tem previsão de estreia devido ao escândalo. Van Roy acusou o produtor e cineasta francês de estupro em maio passado, afirmando à polícia ter se sentido obrigada a manter relações íntimas com ele por causa da carreira. Em julho, a atriz protocolou uma segunda denúncia por estupro por atos anteriores. No total, ela denunciou quatro estupros. A investigação começou a revelar detalhes incongruentes, como o fato de ela ter um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la, dois dias antes de fazer a primeira denúncia. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. Besson comemorou a decisão da Justiça. “O senhor Luc Besson ressalta sua satisfação da decisão do procurador da República de arquivar as acusações da senhora Sand Van Roy, às quais sempre desmentiu formalmente”, informou seu advogado em um breve comunicado. Após a denúncia de Sand Van Roy, outras mulheres acusaram o diretor de gestos inoportunos e abusos sexuais, numa reportagem do site Mediapart. Na sexta-feira, o mesmo site publicou o testemunho da nona acusadora, uma atriz que vive nos Estados Unidos. Nenhuma delas se identificou ou deu entrada em processo criminal. Mas a mais recente acusadora chegou a escrever ao procurador da República para investigar melhor as alegações de Van Roy, porque seu próprio caso, ocorrido em 2002, já era considerado prescrito pelas leis francesas.

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