PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Roseanne Barr chama mulheres do movimento #MeToo de prostitutas

    3 de março de 2019 /

    A comediante Roseanne Barr resolveu atacar o movimento #MeToo em uma entrevista no novo programa “The Candace Owens Show”, que foi ao ar na manhã deste domingo (3/3) na página do YouTube dedicada à organização de extrema direita PragerU – que tem vários vídeos censurados por ofensas e abusos dos limites do serviço. O propósito da entrevista era dar a Barr uma plataforma para justificar seu ataque racista a uma ex-assessora da administração Obama, Valerie Jarrett, que causou sua demissão de sua própria série, “Roseanne” – a atração acabou voltando ao ar como “The Conners”, sem a matriarca falastrona. O assunto acabou mudando para o que Owens chamou de “a coisa das mulheres” – as reclamações do movimento #MeToo. Foi quando Barr definiu quem reclama de assédio após ir num encontro de negócios num quarto de hotel como “prostitutas”, para usar uma palavra mais branda. Ela disse que as mulheres estão “fingindo que não foram trocar favores sexuais por dinheiro”. “Se você não saí imediatamente do recinto numa situação dessas, mas fica pensando que talvez possa conseguir um emprego, bem, você não é nada além de uma prostituta”, concluiu Barr. Aproveitando o gancho, ela ainda aproveitou para atacar a senadora Kamala Harris, possível postulante à candidatura presidencial pelo Partido Democrata, chamando-a de “Kama Sutra Harris”. “Todos nós sabemos o que ela fez… ela usou sexo para chegar ao topo”, disse Barr, referindo-se ao relacionamento anterior da senadora com o ex-prefeito de São Francisco, Willie Brown. Papo vai, papo vem, a entrevistadora também decidiu compartilhar seu quinhão de sabedoria, ao concordar com Barr sobre o movimento #MeToo. “Como elas não conseguiram a carreira que queriam, 30 anos depois aproveitam, você sabe, como minha carreira nunca decolou, então eu vou pegar carona nisso e dizer que algo horrível aconteceu comigo”, disse Owens, que em seguida se definiu feminista. “O que estamos falando aqui é o feminismo real, porque estamos protegendo as vítimas reais, porque há mulheres que realmente são estupradas, há homens que são predadores de verdade”, acrescentou. Barr aproveitou outro momento durante a entrevista para dizer que Christine Blasey Ford, mulher que, no ano passado, acusou o juíz da Suprema Corte Brett Kavanaugh de agressão sexual na década de 1980, “deveria estar na prisão”. “Ela não foi nem obrigada a apresentar um boletim de ocorrência da polícia nem nada, e mesmo assim arrecadou milhões de dólares”, concordou Owens, referindo-se a várias contas da GoFundMe que surgiram em apoio à Ford. (“Esses fundos foram usados ​​exclusivamente para cobrir os custos necessários de segurança física e moradia ocasionados pela divulgação de sua agressão sexual por Brett Kavanaugh”, disseram os advogados da Ford na época, acrescentando que qualquer dinheiro não utilizado seria doado para “organizações que apoiam sobreviventes traumatizados”.) No final da entrevista, Barr revelou que planejava voltar à comédia stand-up. “Eu vou dizer às pessoas o que diabos eu penso delas, eu vou dizer às mulheres que elas não são nada além de prostitutas, eu vou dizer aos homens ‘Por que vocês estão deixando as mulheres fazerem isso com vocês?”. Veja abaixo essas e outras pérolas da sabedoria de Roseanne Barr e sua entrevistadora “feminista” no vídeo com a íntegra do programa.

    Leia mais
  • Etc

    Johnny Depp processa Amber Heard em US$ 50 milhões por acusá-lo de violência doméstica

    2 de março de 2019 /

    O ator Johnny Depp resolveu processar a ex-esposa, Amber Heard, por difamação. A atriz, que aceitou receber – e doar integralmente – US$ 7 milhões em seu divórcio, foi acionada em US$ 50 milhões por Depp. No processo, os advogados do ator alegam que as acusações de abusos feitas pela atriz são falsas. De acordo com o documento judicial obtido pelo site The Blast, o processo do ator tem como origem um artigo publicado por Heard em dezembro de 2018 no jornal The Washington Post, em que a atriz disse ter sido vítima de abusos em diferentes ocasiões ao longo da vida. Embora tenha não mencionado explicitamente o ex-marido no artigo, Heard parecia se referir às acusações de violência doméstica que revelou contra Depp em 2016. “Heard não é uma vítima de violência doméstica”, declarou o advogado de Depp, como resposta, no processo. “Depp nunca abusou a ex-esposa Heard. As acusações de 2016 são falsas e fizeram parte de uma elaborada campanha para gerar publicidade positiva para Heard e fomentar a sua carreira”, acrescenta a denúncia. A ação judicial também alega que as acusações de Heard causaram danos à carreira de Depp, que sofreu rejeição do público após ser escalado como o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e foi removido da franquia “Piratas do Caribe”, onde interpretava o protagonista Jack Sparrow. Heard reagiu ao processo por meio de seu advogado, que também se pronunciou. “Esta ação é o último dos repetidos esforços de Johnny Depp para silenciar Amber Heard”, afirmou o advogado Eric M. George, responsável pela defesa da atriz. “Não será silenciada. As ações de Depp provam que ele é incapaz de aceitar a verdade do seu comportamento abusivo contínuo”, conclui.

    Leia mais
  • Filme

    Documentário polêmico sobre Michael Jackson ganha data de estreia no Brasil

    2 de março de 2019 /

    O documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que vem causando polêmica desde sua première no Festival de Sundance por apresentar denúncias de abusos sexuais cometidos por Michael Jackson, ganhou data de estreia no Brasil. A primeira parte do filme, que tem quatro horas de duração, vai ao ar na HBO em 16 de março, às 20h, e a segunda, no dia 17, no mesmo horário. Dirigido por Dan Reed, “Deixando Neverland” traz depoimentos de James “Jimmy” Safechuck e Wade Robson, que se tornaram amigos do cantor Michael Jackson quando eram crianças. Agora adultos, eles relatam terem sido abusados sexualmente pelo cantor quando tinham 7 e 10 anos de idade. As entrevistas contêm teor tão explícito que psicólogos ficaram a postos na sessão de Sundance para atender espectadores que se sentissem perturbados. Na ocasião, o filme foi aplaudido de pé pelo público, enquanto fãs do cantor protestavam do lado de fora do cinema. A família de Jackson chamou o documentário de “um assassinato de reputação” e está processando a HBO, que adquiriu seus direitos no festival, numa tentativa de proibir sua exibição. Nos Estados Unidos, o documentário vai ao ar neste domingo (3/3) e na segunda-feira (4/3).

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Rotten Tomatoes muda seção de comentários após ataques a Capitã Marvel e Marighella

    1 de março de 2019 /

    O site Rotten Tomatoes decidiu modificar o seu sistema de inclusão de opiniões do público. Após a repercussão de comentários negativos em massa sobre filmes inéditos, como “Capitã Marvel”, “Star Wars: Episódio IX” e até o brasileiro “Marighella”, o RT barrou a possibilidade de que fãs escrevam sobre um filme ou uma série antes da estreia oficial para o público geral. “Nós estamos desabilitando a função de comentários antes da data de lançamento dos filmes. Infelizmente, percebemos um aumento de críticas não construtivas — ocasionalmente beirando a ‘trollagem’ — o que acreditamos ser um desserviço à nossa audiência. Decidimos que desligar essa função, no momento, é o melhor a se fazer”, diz o anúncio do site. Paul Yanover, presidente do grupo Fandango, do qual o Rotten Tomatoes faz parte, contou ao portal CNET que “as mudanças não são uma simples reação do tipo ‘Ai meu Deus, existe ruído em torno de alguns filmes’”, mas ajustes necessários para impedir que opiniões que não tem nada a ver com cinema deem o tom do site. Os ataques de trolls são coordenados por meio do uso de redes sociais e robôs, e refletem uma agenda política conservadora de extrema direita, cujo objetivo é diminuir o impacto de filmes com protagonistas mulheres e/ou personagens não brancos – ou ainda, no caso nacional, que critiquem uma ditadura militar que muitos agora dizem que nem existiu. “Dizer que você não quer ver um filme não é uma resenha”, completou Yanover. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”. Os trolls, claro, já retrucaram dizendo que essa alteração foi ordem da Disney, que seria dona do site. Mas, na verdade, o Rotten Tomatoes pertence ao conglomerado Warner, cujos filmes da DC são amados pelos trolls mais rabugentos. Claro que a verdade não impede uma boa fake news de virar teoria da conspiração. De todo modo, esta não foi a única mudança anunciada pelo site, que prepara uma nova identidade visual, com alterações no layout, novos conteúdos editoriais e novos critérios para a escolha de críticos que terão suas opiniões agregadas – e contabilizadas. A data de estreia dessas alterações não foi divulgada.

    Leia mais
  • Etc

    Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o diretor Luc Besson

    25 de fevereiro de 2019 /

    A promotoria de Paris arquivou nesta segunda-feira (25/2), após nove meses de investigação, o processo que acusava o cineasta Luc Besson de estupro. De acordo com a instituição, as investigações “não permitiram caracterizar a infração denunciada em todos os seus elementos constitutivos”. O protocolo oficial revelou o nome da acusadora. Besson foi denunciado por Sand Van Roy, uma atriz e modelo belgo-holandesa de 30 anos, que figurou em seu filme mais recente, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017). Ela também participou do já filmado “Anna”, próximo lançamento do diretor, que não tem previsão de estreia devido ao escândalo. Van Roy acusou o produtor e cineasta francês de estupro em maio passado, afirmando à polícia ter se sentido obrigada a manter relações íntimas com ele por causa da carreira. Em julho, a atriz protocolou uma segunda denúncia por estupro por atos anteriores. No total, ela denunciou quatro estupros. A investigação começou a revelar detalhes incongruentes, como o fato de ela ter um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la, dois dias antes de fazer a primeira denúncia. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. Besson comemorou a decisão da Justiça. “O senhor Luc Besson ressalta sua satisfação da decisão do procurador da República de arquivar as acusações da senhora Sand Van Roy, às quais sempre desmentiu formalmente”, informou seu advogado em um breve comunicado. Após a denúncia de Sand Van Roy, outras mulheres acusaram o diretor de gestos inoportunos e abusos sexuais, numa reportagem do site Mediapart. Na sexta-feira, o mesmo site publicou o testemunho da nona acusadora, uma atriz que vive nos Estados Unidos. Nenhuma delas se identificou ou deu entrada em processo criminal. Mas a mais recente acusadora chegou a escrever ao procurador da República para investigar melhor as alegações de Van Roy, porque seu próprio caso, ocorrido em 2002, já era considerado prescrito pelas leis francesas.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019

    25 de fevereiro de 2019 /

    Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.

    Leia mais
  • Etc

    Donald Trump chama discurso de Spike Lee no Oscar 2019 de “ataque racista”

    25 de fevereiro de 2019 /

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou o Twitter para criticar o cineasta Spike Lee, que citou as próximas eleições presidenciais do país em seu discurso após receber o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Infiltrado na Klan”. “Seria bom se Spike Lee conseguisse ler seu discurso no papel, ou, melhor ainda, não usar papel nenhum, enquanto fazia um ataque racista ao seu presidente”, escreveu Trump. “Eu fiz mais por afro-americanos (reforma da justiça criminal, menor número de desempregados da história, cortes de impostos, etc) do que quase qualquer presidente na história”, completou. Em seu discurso, Lee não citou o nome de Trump. Ele apenas incentivou o público – e seus colegas de Hollywood – a ser mais politicamente ativo nas eleições presidenciais de 2020, quando Trump poderá ser reeleito. “A eleição está logo ali”, disse Lee. “Vamos nos mobilizar. Vamos ficar do lado certo da história. Vamos fazer a escolha moral entre o amor e o ódio. Vamos fazer a coisa certa!”. A última frase, claro, é uma referência ao título de seu clássico de 30 anos anos atrás – “Faça a Coisa Certa” (1989). Para Donald Trump, esta fala foi um “ataque racista”. Ao mesmo tempo, o presidente americano, sutilmente, chamou Spike Lee de analfabeto. O que não teria sido um “ataque racista”. Be nice if Spike Lee could read his notes, or better yet not have to use notes at all, when doing his racist hit on your President, who has done more for African Americans (Criminal Justice Reform, Lowest Unemployment numbers in History, Tax Cuts,etc.) than almost any other Pres! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) February 25, 2019

    Leia mais
  • Etc

    Filha acusa diretor de Velozes e Furiosos de abuso sexual

    22 de fevereiro de 2019 /

    A filha mais velha do diretor Rob Cohen, responsável pelo lançamento das franquias “Velozes e Furiosos” e “Triplo X”, acusou o pai de tê-la abusado sexualmente na infância, num post publicado no Facebook. Valkyrie Weather, que nasceu Kyle Cohen há 32 anos, afirmou que seu processo de transição sexual – de homem para mulher – a fez lembrar de muitas coisas dolorosas. Ela escreveu que “quando era muito nova, Rob usou meu corpo para a sua própria satisfação pessoal”. “Minha mãe testemunhou um desses ataques quando eu tinha entre 2 a 3 anos”, completou. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Valkyrie reforçou a acusação, dizendo que se lembra “principalmente da dor, a memória do lugar e do tempo. Apenas estando lá, no banho”. Ela disse ainda que foi “tão doloroso que não conseguia verbalizar por muito tempo”. Questionada sobre a lembrança de fatos que aconteceram quando era tão nova, Valkyrie revelou que só soube dos fatos por causa de sua mãe, que lhe contou num desabafo emocional em 2017, enquanto ela fazia sua transição. Procurado pela publicação, o diretor Rob Cohen respondeu que a alegação é “categoricamente falsa”. Ele acrescentou que “espera e reza para que um dia a filha entenda que não importa o que alguém diga ou tente convencê-la de algo aconteceu quando ela era criança, trata-se de um relato falso e inimaginável”, afirmou. Valkyrie afirmou que a transição fez com ela começasse a dissecar todos os momentos de sua infância, despertando muitos ressentimentos e amarguras. Ela contou que confrontou seu pai por e-mail durante várias semanas. “Ele basicamente disse que minha mãe era psicótica e a comparou com o serial killer Son of Sam em termos da profundidade de sua psicose.” Ela disse que há muito suspeitava que havia algo errado, embora ela não fosse capaz de identificar. “Eu apenas pensei que eu tinha memórias indignas de confiança, que estava fantasiando”, contou. “O que realmente me despertou, inesperadamente, foi um episódio de ‘Game of Thrones’, ‘Hold The Door’. Não foi nem mesmo uma cena de violência sexual. Foi a visão de Hodor como um garotinho no chão gritando, mergulhando em uma imensa quantidade de dor, uma convulsão”. Para completar, também alegou que Cohen a levou para transar com prostitutas em estabelecimentos na Tailândia e na República Tcheca a partir dos 13 anos de idade. “Eu demonstrei desde muito cedo que eu provavelmente era trans e queer, e essa não era a criança que meu pai queria. Ele queria que seu filho fosse um bastardo heterossexual e mulherengo como ele. Eu tenho minha própria teoria de que ele pensa que me quebrou quando me molestou e estava de alguma forma tentando desfazer esse dano me heterossexualizando desde muito jovem”.

    Leia mais
  • Filme

    Woody Allen vai retomar a carreira com novo filme rodado na Espanha

    22 de fevereiro de 2019 /

    Woody Allen decidiu retomar sua carreira na Europa, longe das pressões do movimento #MeToo. Após abrir processo contra a Amazon para encerrar seu contrato com o estúdio, que não planeja lançar mais seus filmes, ele fechou acordo com a produtora espanhola Mediapro, uma das maiores distribuidoras independentes da Europa. As negociações entre Allen e a Mediapro vieram à tona em setembro, quando o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures, revelou que pretendia produzir um novo filme do diretor na Espanha. Será a segunda vez que o cineasta americano de 82 anos filmará na cidade espanhola. A primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz. Na ocasião, a produção também contou com apoio da Mediapro, responsável ainda pelas filmagens de “Meia-Noite em Paris” (2011), na França. Segundo o jornal espanhol El País, Allen e sua equipe já estão procurando locações para a filmagem na Espanha. Allen teve a carreira interrompida após a Amazon decidir não lançar “A Rainy Day in New York”, o 48º filme dirigido pelo cineasta, que foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen, pressionando especificamente a Amazon para que não bancasse mais o diretor. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.

    Leia mais
  • Série

    Jussie Smollett sofre pressão para ser demitido de Empire, mas acusação policial tem furos

    22 de fevereiro de 2019 /

    Jussie Smollett pagou fiança e já voltou ao site de gravação da série “Empire”, após ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Ele entregou seu passaporte para a polícia e aguarda julgamento, podendo pegar de dois a três anos de prisão por falsa informação de crime e ainda pagar os custos da investigação. Mas a história mirabolante segue sem pé nem cabeça. Para começar, em entrevista coletiva, a polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos nigerianos, que teriam sido pagos para fingir a agressão, por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Vale lembrar que, antes da polícia de Chicago apresentar a hipótese do aumento salarial, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator segue dizendo-se inocente. E a Fox ainda não o dispensou. Mas, por via das dúvidas, ele vai ficar fora dos episódios finais da 5ª temporada. “Os eventos das últimas semanas foram incrivelmente emocionais para todos nós. Jussie tem sido um membro importante da nossa família ‘Empire’ nos últimos cinco anos e nos preocupamos profundamente com ele”, diz um comunicado oficial da série, assinado pelos produtores executivos Lee Daniels, Danny Strong, Brett Mahoney, Brian Grazer, Sanaa Hamri, Francie Calfo e Dennis Hammer. “Embora essas alegações sejam muito perturbadoras, estamos colocando nossa confiança no sistema legal enquanto o processo se desenrola. Também estamos cientes dos efeitos desse processo no elenco e nos membros da equipe que trabalham em nossa série e, para evitar mais transtorno, decidimos remover o papel de Jamal (papel de Smollett) dos dois últimos episódios da temporada”. O site TMZ apurou que o clima no set é péssimo e que colegas de trabalho teriam pedido que ele fosse demitido. Sentindo o ressentimento, ele juntou o grupo com quem costuma trabalhar para dar uma declaração a todos. “Me desculpem por colocar vocês nessa situação e por não responder às suas ligações. Eu queria dizer que lamento e, vocês me conhecem, eu nunca faria isso com vocês, vocês são minha família. Eu juro por Deus, eu não fiz isso”, teria dito Smollett aos colegas, segundo a publicação. Ao voltar ao trabalho, Smollett também chorou muito, precisando interromper as gravações por conta da forte emoção. Apesar disso, ainda de acordo com o TMZ, parte do elenco e da produção de “Empire” considera que ele manchou a imagem do seriado de forma irreversível, e temem que a série seja cancelada por causa dele. Por isso, pressionam por sua demissão imediata.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Herdeiros de Michael Jackson processam HBO para impedir exibição de documentário polêmico

    21 de fevereiro de 2019 /

    Os herdeiros de Michael Jackson deram entrada num processo contra o canal pago americano HBO, tentando impedir a exibição do documentário “Leaving Neverland”, que traz acusações de abuso sexual contra o cantor, feitas por dois homens que eram menores de idade na época dos eventos. Os advogados dos responsáveis pelo espólio do rei do pop alegam que “Leaving Neverland” quebra um contrato antigo, assinado pela HBO e por Michael Jackson em 1992. Nele, a emissora se comprometeu a não levar ao ar conteúdos prejudiciais ao cantor. O valor da ação pode passar de US$ 100 milhões, de acordo com a revista Variety. O contrato foi assinado durante as negociações para a HBO transmitir “Michael Jackson Live in Concert in Bucharest: The Dangerous Tour”, gravação de um show do cantor. Ele embutiu uma cláusula que impedia a emissora de exibir material prejudicial ao artista. O processo chamou atenção para o trecho do contrato que diz: “A HBO não deve fazer comentários prejudiciais ao artista ou a qualquer de seus representantes, agentes, e negócios, nem participar de atos que manchem sua reputação ou imagem pública”. A emissora manteve a exibição de “Leaving Neverland”, que segue marcada para 3 e 4 de março nos Estados Unidos. Dirigido por Dan Reed, o documentário traz depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias, lembrando quando eles foram convidados a visitar o rancho de Neverland, lar de Jackson. “Ele me disse que se alguém descobrisse o que estávamos fazendo, nós iríamos para a cadeira para o resto de nossas vidas”, afirma Robson no trailer disponibilizado pela HBO, antes de concluir. “Eu quero poder falar a verdade tão alto quanto eu tive que mentir por tanto tempo”. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Ambos chegaram a depor a favor do cantor quando ele foi julgado por outra denúncia de abuso de menor, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que chamam os rapazes de “mentirosos” e acusam o filme de mostrar apenas um lado. A família de Jackson definiu o documentário como “linchamento público”, mas o filme foi bastante aplaudido durante sua première mundial, no Festival de Sundance.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Ator de Empire é preso por suspeita de forjar ataque racista e homofóbico contra si mesmo

    21 de fevereiro de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi preso na manhã desta quinta-feira (21/2) em Chicago, nos Estados Unidos. Ele se entregou para polícia na madrugada e foi encaminhado à delegacia, após ser acusado de forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. Segundo a polícia, ele armou a agressão porque queria um salário maior. Ainda hoje, as autoridades decidirão se ele poderá ser liberado para aguardar julgamento ou se precisará de pagar fiança para ser solto. A foto acima foi feita na delegacia, no momento de seu fichamento. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, informou em entrevista coletiva concedida nesta quinta que Smollett pagou US$ 3,5 mil para os irmãos nigerianos Olabinjo e Abel Osundair forjarem o ataque. Johnson foi muito duro contra Smollett. Ele chamou o ato de “vergonhoso e egoísta”, pois a polícia de Chicago teve de gastar tempo e dinheiro para investigar um caso que, em um primeiro momento, foi tratado como um crime sério de ataque de ódio. Para o superintendente, Smollett tem de pagar pelo o que fez. “Jussie Smollet tomou proveito da dor e raiva que o racismo [provoca] para benefício próprio e promover sua carreira”, falou Johnson. “Por que alguém, especialmente um afro-americano, usa tais artifícios para fazer uma acusação falsa.” Para Johnson, Smollett precisa “pedir desculpas para a cidade de Chicago, que ele enganou, admitir o que ele fez e ser homem o suficiente para arcar com os gastos que a polícia dispensou neste caso”. De acordo com a polícia, Smollett estaria insatisfeito com o seu cachê na série e armou esse ataque para conseguir ganhar comoção e, de alguma forma, receber um aumento salarial. Anteriormente a isso, Smollett mandou uma carta para a rede Fox simulando uma correspondência de ódio contra ele próprio. Como essa estratégia não deu o resultado que ele esperava, ele também forjou o ataque. Vale lembrar que, antes da polícia de Chicago apresentar a hipótese da busca por aumento salarial, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. A prisão é a última reviravolta no caso de Smollett, que foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro. O caso inspirou uma grande onda de solidariedade, mas começou a ficar estranho conforme a polícia avançou em sua investigação. Apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e se recusou a dar novo depoimento. Assim, acabou indiciado na quarta (20/2) e recebeu ordem de prisão. Por meio de seus advogados, ele negociou se entregar voluntariamente. Caso seja considerado culpado, pode encarar uma possível sentença de um a três anos de prisão, além de precisar pagar os custos da polícia de Chicago nessa investigação. Entretanto, seus advogados prometem novas reviravoltas, com uma “defesa agressiva”, segundo comunicado. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

    Leia mais
  • Etc

    Ator de Empire é indiciado pela polícia de Chicago por comunicação falsa de crime

    20 de fevereiro de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi oficialmente indiciado pela polícia de Chicago na quarta-feira (20/2) por conduta desordeira. O enquadramento aconteceu poucas horas após o porta-voz da Polícia de Chicago, Anthony Guglielmi, ter tuitado que os investigadores estavam apresentando provas do caso. Smollett é suspeito de ter forjado uma agressão contra si mesmo e pode pegar de dois a três anos de prisão por comunicação falsa de crime. Em resposta, os advogados do ator emitiram um comunicado. “Como qualquer outro cidadão, Smollett conta com a presunção de inocência, particularmente quando houve uma investigação como essa em que informações, tanto verdadeiras quanto falsas, foram repetidamente vazadas. Dadas estas circunstâncias, pretendemos conduzir uma investigação completa e montar uma defesa agressiva”, diz o texto. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. O caso começou a ficar estranho quando, apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Por conta disso, a polícia resolveu indiciá-lo. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Ao mesmo, emitiu um comunicado reforçando que não pretende tirar Smollett da série. “Jussie Smollett continua sendo um profissional consumado no set e, como dissemos anteriormente, ele não está sendo cortado do programa”, afirmou a nota. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie