Falecido há nove anos, Paul Newman retorna ao cinema com diálogos inéditos em Carros 3
O lendário ator Paul Newman, falecido em 2008, teve sua participação confirmada no elenco de dubladores de “Carros 3”. Sua voz, inclusive, já foi ouvida num dos trailers, reprisando seu papel do primeiro filme, como o velho carro de corridas Doc Hudson. Em entrevista ao site Cinemablend, o diretor Brian Fee explicou que a dublagem de Newman é inédita e não reciclagem de cenas do primeiro filme. “Existem materiais inéditos, pois quando John [Lasseter, diretor do longa original] gravou sua dublagem em ‘Carros’, ele costumava deixar a fita correr até o fim. E Paul sempre contava algumas histórias entre os takes. Graças a isso, temos 28 horas inéditas de Paul Newman que podemos usar”, afirmou o cineasta. Na trama, Relâmpago Mcqueen é surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos e um acidente o afasta do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisa reencontrar seu espírito vencedor, e para isso irá entrar em contato com vários pilotos veteranos, daí a referência à Doc Hudson. No Brasil, um dos dubladores será um veterano de corridas reais, Rubens Barrichello. Infelizmente, isto significa que o público brasileiros só ouvirá o trabalho póstumo de Paul Newman quando o desenho for lançado em Blu-ray, com opção de áudio original. Dirigido por Brian Fee, que faz sua estreia na função após desenhar o storyboard de “Carros” (2006) e “Carros 2″ (2011), o novo filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Carro 3 ganha novo trailer dublado que resume quase toda a trama
A Disney divulgou três pôsteres internacionais e um novo trailer nacional de “Carros 3”, dublado com as vozes brasileiras da animação. A prévia resume quase toda a trama, mostrando o que leva o protagonista Relâmpago McQueen a sofrer o acidente visto nas prévias anteriores, sua relutância em ser aposentado à força e sua obsessão por retornar às corridas para superar um novo rival. O personagem, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), vai contar com a ajuda de uma atrapalhada treinadora, Cruz Ramirez (voz original de Cristela Alonzo, da série “Cristela”), para enfrentar um novo rival em seu retorno, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”). A treinadora latina será dublada por Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) no Brasil. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Novo trailer de Carros 3 explica melhor a trama
A Disney divulgou um novo trailer de “Carros 3”, ainda sem a dublagem nacional ou legendas. A prévia explica melhor a trama da continuação, mostrando o protagonista Relâmpago McQueen aposentado à força e tentando retornar às corridas. O personagem, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), vai contar com a ajuda de uma atrapalhada treinador, Cruz Ramirez (voz original de Cristela Alonzo, da série “Cristela”), para enfrentar um novo rival em seu retorno, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”). A treinadora latina será dublada por Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) no Brasil. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. Por sinal, os desenhos dos personagens são bem mais realistas que o estilo cartunesco dos longas anteriores. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Giovanna Ewbank e Fernanda Gentil vão dublar a animação Carros 3 no Brasil
A Disney anunciou a atriz Giovanna Ewbank e a apresentadora esportiva Fernanda Gentil no elenco de vozes brasileiras da animação “Carros 3”. Giovanna vai dublar uma das novas protagonistas da franquia da Disney-Pixar, a treinadora Cruz Ramirez, que terá um importante papel para ajudar o carrinho Relâmpago McQueen a encontrar o seu caminho de volta às vitórias. E Gentil viverá Natália Certeza, uma repórter de automobilismo que conhece muito sobre estatísticas de corridas e performance dos carros. Um papel sob medida. “Foi uma honra poder dar a voz à Natália Certeza, uma personagem tão querida, e ainda por cima, minha colega de profissão. Acho a dublagem um trabalho muito rico, fiquei feliz com o convite”, declarou Gentil em um comunicado oficial da Disney. Elas se juntam aos narradores da ESPN Everaldo Marques e Rômulo Mendonça, que também serão narradores das corridas do filme, prometendo trazer mais emoção e humor à animação. Os quatro se reuniram para aquecer os motores num vídeo publicado no canal da Disney brasileira no YouTube, onde fizeram uma competição de brincadeira, e o resultado pode ser visto logo abaixo. A continuação da franquia “Carros” vai se passar após um acidente tirar o protagonista das corridas. A trama vai mostrar como Relâmpago McQueen dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para retornar às pistas de corridas animadas. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros em 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Novos pôsteres revelam desafios da animação Carros 2
A Disney divulgou dois novos pôsteres de “Carros 3”, voltados para o mercado francês. As imagens colocam frente a frente Relâmpago McQueen e Cruz Ramirez e Jackson Storm e McQueen. A primeira é ensolarada e acompanhada pela frase “Diante de sua maior esperança”. Já a segunda, sombria, traz o texto: “Diante de seu maior desafio”. A continuação vai se passar após um acidente tirar o protagonista das corridas. A trama vai mostrar como o carrinho Relâmpago McQueen dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para retornar às pistas de corridas animadas. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros em 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Curta dublado da Pixar introduz personagem da animação Viva – A Vida é uma Festa
A Disney divulgou um curta-metragem dublado que introduz um dos protagonistas da nova animação da Pixar, “Viva – A Vida é uma Festa”. Este título com seis palavras e um hífen é a tradução nacional de “Coco”. Intitulado “O Almoço de Dante – Um Conto Curto”, o vídeo apresenta o vira-latas Dante, exatamente virando latas até encontrar um osso suculento. Só que o osso tem vontade própria, testando a resolução do cachorrinho até a divertida reviravolta do final. A aparição de uma caveira é reflexo do tema da animação. “Viva” acompanha um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Fã de um cantor famoso e falecido, que pode ser o pai que ele não conhece, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ídolo, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que marca seu governo com um endurecimento contra os imigrantes, em especial os muçulmanos e mexicanos. A previsão de estreia é apenas para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois da estreia nos EUA.
Nova animação da Pixar ganha seu primeiro trailer legendado
A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou seu primeiro trailer legendado. A prévia revela diversas similaridades com outra animação recente, “Festa no Céu” (2016), ao acompanhar um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Fã de um cantor famoso e falecido, que pode ser o pai que ele não conhece, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ídolo, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois da estreia nos EUA.
Nova animação da Pixar, Viva ganha seu primeiro pôster nacional
A Disney divulgou o pôster nacional da próxima animação da Pixar. Originalmente intitulada “Coco”, a produção ganhou o nome de “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil. A imagem reforça sua temática mexicana com bandeirolas de renda, violão branco enfeitado e caveira do Dia dos Mortos. A trama acompanha Miguel, um garoto de 12 anos que tem seu talento musical reprimido por sua família no México. Ao descobrir uma ligação fortuita com seu cantor preferido, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel começa a imitá-lo e acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que marca seu governo com um endurecimento contra os imigrantes, em especial os muçulmanos e mexicanos. A previsão de estreia é para 23 de novembro no Brasil, um dia depois da estreia nos EUA.
La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017
Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”
Animação Carros 3 ganha novo trailer com capotagens
A Disney divulgou um novo trailer dublado em português de “Carros 3”, que volta a destacar o acidente sofrido pelo protagonista Relâmpago McQueen. A prévia adianta que a capotagem pôlêmica é apenas preâmbulo da história. A trama vai mostrar como o carrinho dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para retornar às pistas de corridas animadas. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Zootopia vence o Annie 2017, o “Oscar da animação”
“Zootopia: Essa Cidade é o Bicho” foi o grande vencedor do Annie Awards, considerado o Oscar da animação. A animação da Disney conquistou seis prêmios, incluindo o de melhor filme animado, na cerimônia que aconteceu no domingo (5/2), em Los Angeles. Com uma mensagem sobre respeito à diversidade, “Zootopia” se passa em uma cidade habitada por diversas espécies animais, em que uma coelha tentar quebrar com os padrões para ser respeitada como policial. Além de Melhor Animação do ano, o longa também levou os troféus de Direção, Roteiro, Design de Personagem, Storyboard de Filme Animado e Dublagem. Vencedor também do Globo de Ouro, o filme desponta como grande favorito ao Oscar 2017 em sua categoria. Os vencedores do Annie têm conquistado o troféu da Academia em todas as premiações desde 2006. Outra animação da Disney, “Moana” levou dois troféus, de Efeitos Especiais e Dublagem, neste último em empate com “Zootopia”, enquanto “Piper”, da Pixar, conquistou o prêmio de Melhor Curta Animada. O estúdio ainda contabilizou vitórias nas categorias live action, pela criação de personagens digitais de “Mogli, o Menino Lobo” e os efeitos de “Doutor Estranho”. “Kubo e as Cordas Mágicas”, que concorria em 10 categorias, ganhou três prêmios, de Animação de Personagem, Design de Produção e Edição. As animações “Pearl”, “Bobs Burger” e “Caçadores de Trolls” dividiram os prêmios na categoria TV. Confira abaixo a lista dos vencedores nas principais categorias da premiação. CINEMA MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO Zootopia MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO INDEPENDENTE A Tartaruga Vermelha MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO Piper MELHOR DIREÇÃO Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush, por Zootopia MELHOR ROTEIRO Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush, por Zootopia MELHOR DUBLAGEM Auili’i Cravalho, por Moana: Um Mar de Aventuras Jason Bateman, por Zootopia MELHORES EFEITOS EM ANIMAÇÃO Moana: Um Mar de Aventuras MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Zootopia MELHOR DESIGN DE PERSONAGEM Zootopia MELHOR DESIGN DE PERSONAGEM EM LIVE-ACTION Mogli – O Menino Lobo MELHORES EFEITOS EM LIVE-ACTION Doutor Estranho MELHOR TRILHA-SONORA O Pequeno Príncipe TELEVISÃO MELHOR ANIMAÇÃO INFANTIL A Hora da Aventura MELHOR ANIMAÇÃO ADULTA Bob’s Burgers MELHOR DIREÇÃO Patrick Osborne, por Pearl MELHOR ROTEIRO Lizzie Molyneux e Wendy Molyneux, por Bob’s Burgers MELHOR DUBLAGEM Carlos Alazraqui, por The Mr. Peabody & Serman Show MELHOR DESIGN DE PERSONAGEM Caçadores de Troll MELHOR TRILHA-SONORA Pearl
Rogue One ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial
“Rogue One: Uma História Star Wars” ultrapassou neste fim de semana a bilheteria de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Ao todo, o filme arrecadou US$ 1,021 milhões em cerca de 40 dias de exibição. A sci-fi foi apenas o quarto lançamento de 2016 a atingir esta marca. Detalhe: todos os novos bilionários foram produções da Disney – além de “Rogue One”, a meta foi superada por “Capitão América: Guerra Civil”, “Procurando Dory” e “Zootopia”. Na lista geral, o spin-off de “Star Wars” foi o 28º filme a entrar no clube dos bilionários. E já na chegada deixou para trás um colega da elite, “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), ocupando o 27º lugar entre as maiores bilheterias da história do cinema. O filme também ultrapassou outro marco nos EUA, onde cruzou a barreira dos US$ 500 milhões arrecadados. Líder de arrecadação dentre as estreias de 2016 no país, já ocupa o 7º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos na América do Norte, com US$ 512,2 milhões no total. Como ainda está em cartaz em vários países, “Rogue One” tende a escalar novas posições, tanto no ranking doméstico quanto no mundial, como um dos grandes campeões de faturamento de Hollywood.
Vídeo revela o dia em que Dory encontrou a menina de Divertida Mente e todas as conexões dos desenhos da Pixar
Fãs das animações da Pixar já repararam na existência de várias pistas (os chamados “easters eggs”) espalhadas entre seus desenhos, que aludem às outras produções do estúdio. Pois o que parecia uma brincadeira é um verdadeiro “universo compartilhado”, indica um vídeo impressionante, divulgado pela companhia, que revela a existência de muito mais conexões entre cada animação da Pixar do que se imaginava. Por exemplo, você já tinha reparado que a peixinha Dory (de “Procurando Dory”) e a menina Riley (de “Divertida Mente”) já se encontraram? As ligações vão muito além desse detalhe e incluem até o pouco apreciado “Vida de Inseto” (1998). Confira abaixo.










