Peter Jackson diz que Weinstein proibiu Ashley Judd e Mira Sorvino em O Senhor dos Anéis, confirmando lista negra
O diretor Peter Jackson revelou nesta sexta-feira (15/12), em entrevista ao site Stuff, que, em 1998, o produtor Harvey Weinstein lhe pressionou para não contratar Ashley Judd e a Mira Sorvino para a franquia “O Senhor dos Anéis”. Judd e Sorvino estão entre as dezenas de atrizes que acusaram o produtor de abusos sexuais. E estavam na lista que Jackson apresentou aos irmãos Harvey e Bob Weinstein quando a empresa destes, a Miramax, iria produzir os filmes. “Lembro que a Miramax nos disse que era um pesadelo trabalhar com elas e que devíamos evitá-las a todo custo”, assegurou Jackson na primeira entrevista na qual fala do caso Weinstein. “Naquele momento não tínhamos nenhuma razão para questionar o que estes caras estavam dizendo… Mas agora suspeito que nos deram informação falsa sobre estas duas talentosas mulheres e, como resultado direto, seus nomes foram eliminados da nossa lista de casting”, lamentou o diretor. A declaração provocou a reação imediata das duas atrizes no Twitter. Enquanto Judd comentou que se lembrava desses fatos “muito bem”, Sorvino compartilhou que explodiu em lágrimas ao ler a entrevista de Jackson. “Aí está, a confirmação de que Harvey Weinstein arruinou a minha carreira, algo que suspeitava, mas da qual não tinha certeza. Obrigado, Peter Jackson, por ser honesto. Tenho o coração partido”, escreveu a atriz, que venceu o Oscar por “Poderosa Afrodite” (1995). Na entrevista, Jackson relata também que seu trabalho com os irmãos Weinstein foi muito complicado e que na época na qual controlaram “O Senhor dos Anéis” comportavam-se como “pistoleiros da máfia de segunda classe”. “Não eram o tipo de pessoas com as quais queria trabalhar e por isso não trabalhei”, declarou o diretor, feliz por o filme acabar indo para o estúdio New Line, que comprou os direitos da Miramax por US$ 12 milhões e faturou quase 3 bilhões nas bilheterias mundiais. Mas, por conta dessa negociação, os Weinstein ainda ganharam 2,5% dos lucros da produção. O diretor lembrou ainda que Weinstein ameaçou afastá-lo da adaptação do romance de J.R.R. Tolkien se ele não aceitasse sua exigência de reduzir a história a um só longa-metragem. “Fazer filmes é muito mais divertido com boas pessoas”, concluiu Jackson.
Amazon confirma produção de série baseada em O Senhor dos Anéis
A especulada série derivada de “O Senhor dos Anéis” foi confirmada pelo Amazon Studios. A empresa fechou um contrato com os herdeiros do escritor J.R.R. Tolkien e a Warner, que inclui o compromisso de produzir várias temporadas e até mesmo um possível spin-off. Ela venceu a Netflix, que também estava no páreo pela disputa dos direitos. A aquisição é acompanhada por mais informações sobre o projeto, que não será uma adaptação literal dos livros de J.R.R. Tolkien, já transformados em filmes por Peter Jackson. A trama contará histórias que ocorreram antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. No comunicado que anunciou a produção, Sharon Tal Yguado, nova chefe do Amazon Studios, afirmou: “O Senhor dos Anéis é um fenômeno cultural, que capturou a imaginação de gerações de fãs através da literatura e da tela grande. Estamos honrados em trabalhar com a Tolkien Estate and Trust, a editora HarperCollins e o estúdio New Line [da Warner] nesta colaboração emocionante para a televisão e estamos entusiasmados em levar os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’ em uma nova jornada épica na Terra-Média”. Um representante dos herdeiros de Tolkien também se pronunciou no comunicado. “Nós estamos encantados que a Amazon, com seu compromisso de longa data com a literatura, seja o lar da primeira série de múltiplas temporadas de ‘O Senhor dos Anéis’. Sharon e a equipe da Amazon Studios têm idéias excepcionais para trazer para a tela histórias inexploradas, com base em manuscritos originais de J.R.R. Tolkien”. O acordo aconteceu poucas semanas após Jeff Bezos, dono da Amazon, afirmar que a plataforma de streaming da companhia precisava ter seu próprio “Game of Thrones”. Ainda não há previsão de estreia.
Amazon estaria planejando uma série baseada em O Senhor dos Anéis
A Amazon estaria negociando com a Warner Bros. Television a produção de uma adaptação da trilogia literária “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien, como uma série de TV. O site da revista Variety apurou que as negociações estão em estágio inicial, mas suas fontes afirmam que o CEO da Amazon, Jeff Bezos, está diretamente envolvido nas discussões. Em setembro, a Variety publicou que Bezos queria produzir um “Game of Thrones” da Amazon. A adaptação dos livros da Terra Média, habitada por hobbits, elfos, anões, magos, guerreiros e orcs, cabe perfeitamente nesta descrição. O problema é que a história é muito conhecida. Traduzida para mais de 40 línguas, “O Senhor dos Anéis” vendeu mais de 160 milhões de exemplares, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século 20. Além disso, sua trama foi levada ao cinema nos anos 2000 por Peter Jackson, numa trilogia cinematográfica adorada pelos fãs dos livros e com um orçamento que séries de TV não costumam investir. Até “O Hobbit”, prólogo das aventuras místicas, também ganhou uma trilogia de Jackson – e ainda mais recente, a partir de 2012. Contar a mesma história, mas como série, valeria um investimento pesado? Ou a Amazon estaria planejando surpreender com o lançamento de uma atração passada na Terra Média, com diversos personagens conhecidos, numa aventura inédita? Por enquanto, o projeto só pode ser especulado. Procurados pela Variety, representantes da Amazon e da Warner não quiseram comentar a notícia.
Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro
“Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.
Peter Jackson volta a reunir equipe de O Hobbit para lançar nova franquia fantástica
O cineasta Peter Jackson fechou com a Universal Pictures a produção de uma nova franquia literária fantástica, a adaptação das “Crônicas das Cidades Famintas” do escritor britânico Philip Reeve. O anúncio foi feito por meio de comunicado do próprio estúdio. O diretor vai apenas produzir, enquanto sua esposa Fran Walsh assinará o roteiro ao lado da parceira criativa Philippa Boyens. O trio foi mentor das duas trilogias baseadas nas obras de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. Já a direção ficará a cargo de Christian Rivers, que fará sua estreia na função, após trabalhar durante anos nos efeitos visuais dos filmes do cineasta – até “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. Ele inclusive já venceu um Oscar, pelos efeitos de “King Kong” (2005). “Christian é um dos meus colaboradores mais próximos”, disse Jackson, no comunicado. “A combinação de emoção e visuais de cair o queixo em ‘Mortal Engines’ torna este o filme perfeito para sua estreia na direção. O que Christian pretende fazer com história fantástica de Philip Reeve vai resultar em um filme original e espetacular. Eu gostaria de poder vê-lo amanhã!”. Jackson estava trabalhando secretamente no projeto, junto com sua esposa, há seis anos. Por isso, o roteiro do primeiro longa já está pronto. O primeiro dos quatro livros da franquia foi publicado em 2001 e será adaptado com o título original, “Mortal Engines”, para inaugurar a franquia. A trama é ambientada em um mundo futurista devastado, onde cidades inteiras foram transformadas em veículos – as Cidades Tração, que exploram os recursos naturais e consomem umas as outras. Londres é a principal Cidade-Tração e caça uma cidadezinha aterrorizada através das terras devastadas. Durante o ataque, o jovem protagonista Tom Natsworthy cai fora da cidade, juntamente com uma assassina com cicatrizes no rosto. Eles devem correr para salvar suas vidas em meio aos destroços – e encarar uma nova arma terrível que ameaça o futuro do mundo. As filmagens estão previstas para começar no segundo trimestre de 2017 na Nova Zelândia.
Livro inédito de Tolkien, sobre o amor entre um homem e uma elfa, será lançado no ano que vem
Vem aí um livro inédito de J.R.R. Tolkien! Escrito pelo autor de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis” em 1917, “Beren e Lúthien” chegará às livrarias quando completar 100 anos, em maio de 2017 pela editora HarperCollins. O conto traz a história do perigoso amor entre um homem, Beren, e uma elfa, Lúthien. Na trama passada na Terra Média, o pai de Lúthien, um lorde elfo, que é contra o relacionamento dos dois, dá a Beren uma tarefa impossível, que deverá ser cumprida antes que os dois possam se casar. Beren e Lúthien foram citados por Tolkien em outros trabalhos seus, como “O Silmarillion” e “O Senhor dos Anéis”. De acordo com o editor da HarperCollins, “Beren e Lúthien” é um “elemento essencial na evolução” de “O Silmarillion”, primeiro e último livro no qual o escritor trabalhou. Tolkin terminou o conto em 1917 depois que voltou da Batalha de Somme, onde atuou como um comunicador, mas os primeiros rascunhos da obra datam desde 1914. A história de “Beren e Lúthien” foi tão importante para J.R.R. Tolkien que os nomes dos personagens estão gravados na lápide em que o autor divide com a esposa, Edith. Este é um dos muitos textos do autor que estão sendo trazidos à público pela primeira vez. A obra inédita será editada por Christopher Tolkien, filho do autor, num livro que incluirá passagens em prosa e verso de textos posteriores de Tolkien, e ilustrada por Alan Lee. O cineasta Peter Jackson, responsável pelas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, já mencionou que poderia voltar ao universo de Tolkien num projeto que reunisse “O Silmarillion” e outros contos.
Steven Spielberg revela novos projetos em parceria com Peter Jackson
Os diretores Peter Jackson (“O Hobbit”) e Steven Spielberg (“O Bom Gigante Amigo”) estão voltando a trabalhar juntos, cinco anos após “As Aventuras de Tintim” (2011), que Spielberg dirigiu e Jackson produziu. O lançamento de “Tintim” sempre levou em consideração uma sequência, em que os cineastas inverteriam seus papeis. Em entrevista à revista Time Out, da Nova Zelândia, Spielberg revelou que os dois retomaram os planos da continuação, mas antes farão outro projeto juntos. “Peter esteve tão ocupado com ‘O Hobbit’ que ele ficou longe de ‘Tintim'”, explicou Spielberg, para então revelar: “Ele está fazendo um novo filme para a minha empresa agora. É segredo, ninguém sabe. E, então, ele fará ‘Tintim'”. Ou seja, Jackson está envolvido num filme misterioso para a produtora Amblin Entertainment, e depois deve rodar a continuação de “As Aventuras de Tintim”, que será baseada na graphic novel “Os Prisioneiros do Sol”, conforme os planos originais.
Vídeo revela que Peter Jackson pode dirigir um episódio de Doctor Who… e O Silmarillion
Um vídeo hilário da produção de “Doctor Who” tornou-se viral nesta semana, após ser postado no Facebook, graças à participação do diretor Peter Jackson (trilogia “O Hobbit”). A gravação serve como um teaser de sua possível participação na série, após vários anos se proclamando fã e prometendo dirigir um episódio “no futuro”. Jackson aparece em sua casa, na Nova Zelândia, polindo seus Oscars e conversando com sua filha sobre um email de Steven Moffat, produtor de “Doctor Who”, a respeito da tal promessa que fizera, meio de brincadeira. Os dois são interrompidos pelo próprio Doctor, o ator Peter Capaldi, que entra na casa com uma contrato de Moffat e da BBC, mas é confundido com um fã da série. E enquanto pai e filha debatem a situação, um Dalek irrompe pela sala, às suas costas, fazendo o Doutor sair em disparada. Assim, diante dos inconfundíveis sons do Dalek e do acionamento da Tardis, Jackson passa a acreditar que… a TV está ligada em outro cômodo. O que é bastante celebrado, pois, se está passando “Doctor Who”, é sinal que também está na hora de “The Walking Dead”! Nem Jackson nem Moffat, muito menos a BBC confirmam que o cineasta dirigirá um episódio da atração. Capaldi, por sua vez, não foi enviado à Nova Zelândia especificamente para gravar o vídeo. Na verdade, sua participação só aconteceu porque ele já estava no país como parte da promoção internacional da série. Tudo pode ser apenas uma pegadinha, aproveitada por Jackson para também lançar um teaser de seus futuros planos: na mesa do diretor, há um exemplar repleto de post-its do livro “O Silmarillion”, uma coletânea de histórias da Terra-Média, escritas por J.R.R. Tokien e publicadas postumamente em 1977.






