“Top Gun: Maverick” supera “Titanic” nas bilheterias dos EUA
“Top Gun: Maverick” se tornou a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos neste fim de semana, ao superar o blockbuster “Titanic”. Em sua 11ª semana em cartaz, a produção da Paramount se mantém entre os filmes mais vistos dos EUA e Canadá e adicionou mais US$ 7 milhões desde sexta (5/8), aparecendo em 6º lugar no ranking doméstico. Com isso, chegou a US$ 662 milhões em vendas de ingressos, deixando para trás os US$ 659,3 milhões de “Titanic”. Se não diminuir o ritmo, o filme estrelado por Tom Cruise ainda deve ultrapassar a 6ª maior bilheteria da América do Norte, “Vingadores: Guerra Infinita”, que soma US$ 678,8 milhões – mas dificilmente entrará no Top 5, que tem na entrada “Pantera Negra” com US$ 700 milhões. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” já faturou US$ 1,35 bilhão, o que representa a 13ª maior bilheteria mundial da História. Como Tom Cruise também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos. Por conta disso, o astro anda conversando sobre uma continuação com a Paramount e com o elenco do filme, como revelou o coadjuvante Miles Teller no mês passado.
“Trem Bala” estreia em 1º lugar, mas não dispara nos EUA
O thriller de ação “Trem Bala”, que transforma Brad Pitt numa espécie de John Wick, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 30,1 milhões. Mas a Sony não está comemorando a vitória, porque o filme custou US$ 90 milhões e teve uma largada de locomotiva a vapor. A performance foi praticamente idêntica no mercado internacional, com US$ 32,4 milhões, que se somou à arrecadação doméstica para atingir US$ 62,5 milhões em todo o mundo. A expectativa era atingir pelo menos o dobro e agora a torcida é não perder impulso nas próximas semanas para evitar prejuízo. O problema é que a crítica não entrou nesse trem, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Trem Bala” foi dirigido por David Leitch, que já atuou como dublê de Pitt antes de passar a comandar filmes como, justamente, o primeiro John Wick e outras produções marcadas por cenas de ação, o que também é o forte da atual produção. O fim de semana trouxe apenas mais uma estreia ampla na América do Norte: “Easter Sunday”, um filme de Páscoa fora de época, que abriu em 8º lugar com US$ 5,3 milhões – mas custou só US$ 17 milhões para a Universal. “DC Liga dos Superpets” ficou em 2º lugar com US$ 11,2 milhões, chegando a US$ 45,1 milhões domésticos e US$ 83,4 milhões mundiais depois de duas semanas – mais um resultado decepcionante diante de um orçamento de produção de US$ 90 milhões. Ainda inédito nos cinemas brasileiros, “Não! Não Olhe!” ficou em 3º com US$ 8,5 milhões. Em seu terceiro fim de semana, o suspense de disco voador de Jordan Peele já tem US$ 97,9 milhões nas bilheterias domésticas, o que é impressionante para um filme 100% original, sem nenhuma ligação com franquia preexistente. Seu lançamento internacional começa nesta semana e a estreia no Brasil está marcada para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” e “Minions 2: A Origem de Gru” completam o Top 5, com US$ 7,6 milhões e US$ 7,1 milhões, respectivamente. Isso leva a produção da Marvel a US$ 316,1 milhões nos Estados Unidos, enquanto o spin-off de “Meu Malvado Favorito” chega a US$ 334,6 milhões no mercado interno. No mercado internacional, porém, “Minions 2” abriu uma distância muito grande sobre “Thor 4”. A animação acaba de ultrapassar US$ 900 milhões de faturamento, enquanto o super-herói ainda avança para os US$ 700 milhões. Por falar em marcas, “Top Gun: Maverick” superou “Titanic” neste fim de semana como a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos, atingindo US$ 662 milhões em vendas de ingressos. Em todo o mundo, já são US$ 1,35 bilhão. Em sua 11ª semana em cartaz, o filme está em 6º lugar e adicionou mais US$ 7 milhões em sua conta, ampliando seu recorde como maior sucesso da carreira de Tom Cruise. E como o astro também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos.
Lashana Lynch será esposa de Bob Marley em cinebiografia
A atriz Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”) foi escolhida para interpretar Rita Marley, a esposa de Bob Marley, na cinebiografia do cantor em desenvolvimento na Paramount. Ela formará par com o ator Kingsley Ben-Adir, que viveu o ativista Malcolm X no filme “Uma Noite em Miami”. A direção é de Reinaldo Marcus Green, que assinou outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”, sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. Apesar de nascida na Inglaterra, Lynch tem descendência jamaicana e ganhou as benções da própria Rita e de seus filhos para desempenhar o papel. Rita, Ziggy e Cedella Marley estão entre os produtores do filme, que tem roteiro assinado por Green e Zach Baylin (também de “King Richard”). Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, o cantor jamaicano morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer. Mas apesar da juventude, deixou clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved” eternizados na história da música pop mundial.
Paramount vai investir US$ 6 bilhões em mais conteúdo para streaming
A Paramount Global, conglomerado que inclui, entre outras coisas, os estúdios Paramount, comemora neste trimestre um grande sucesso nos cinemas e o crescimento da Paramount+, mas deve ter um prejuízo de US$ 1,8 bilhão em 2022. A informação consta da apresentação financeira da empresa feita nesta quinta (4/8) para o mercado. Até a metade do ano, o conglomerado já perdeu US$ 901 milhões e, ao que tudo indica, os valores das perdas vão se manter contínuos até dezembro, devido principalmente ao elevado investimento em produções para o streaming. Mas embora o prejuízo estimado seja alto, o conglomerado fez uma apresentação otimista de seu desempenho, considerando que é preciso investir para crescer, especialmente nessa fase de introdução do streaming. E vai aumentar conscientemente os gastos/prejuízos em 2023 para fazer frente à concorrência. O estímulo para isso está no fato de a Paramount estar experimentando um de seus melhores anos de todos os tempos nos cinemas, especialmente com “Top Gun: Maverick”, que ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria. “Em nenhum lugar nossa popularidade é mais evidente do que nas bilheterias”, disse o CEO Bob Bakish ao mercado. “’Top Gun: Maverick’ é o maior filme de 2022 e nosso quinto título número 1 este ano. Na verdade, ‘Top Gun: Maverick’ acabou de arrecadar US$ 1,3 bilhão nas bilheterias globais e se tornou um dos 10 melhores desempenhos domésticos de todos os tempos.” Além de “Top Gun”, o estúdio liderou as bilheterias com “Sonic 2: O Filme”, “Pânico 5”, “Jackass para Sempre” e “Cidade Perdida”. Bakish também exaltou os lançamentos exclusivos de sua plataforma de streaming, como “Halo” e “Star Trek: Strange New Worlds”, que são responsáveis por impulsionar a Paramount+ a atrair mais usuários que qualquer outro serviço no trimestre. “Os espectadores famintos por histórias incríveis estão aparecendo em números cada vez maiores”, disse ele. “A diversidade e a qualidade do nosso conteúdo são incomparáveis.” De fato, o conteúdo original tem funcionado para alimentar o serviço Paramount+, que ultrapassou a marca de 43 milhões de usuários. Embora isso não seja suficiente para fazê-lo bater de frente com gigantes como a Netflix, Prime Video ou Disney+, já é uma marca significativa. Ainda mais quando se leva em conta que enquanto a Netflix está perdendo usuários, a Paramount+ ganhou 3,7 milhões de novos assinantes apenas nos últimos três meses. O executivo listou os feitos da plataforma. “O Paramount+ é o serviço premium nº 1 nos EUA em inscrições e adições líquidas de assinantes, tanto neste trimestre quanto no ano inteiro. E com base em outros dados de terceiros, o Paramount+ também é o serviço de streaming premium mais popular nos EUA entre os switchers [aqueles que trocam de plataformas]. Isso significa que as pessoas que abandonaram um serviço nos últimos 12 meses são mais propensas a adicionar o Paramount+ do que qualquer outro serviço, mais uma evidência de que estamos conquistando participação de mercado.” Mas para manter este público crescente, a única fórmula é gastar mais. A aposta é defendida por Naveen Chopra, CFO da Paramount Global, que reiterou uma meta de investimento de US$ 6 bilhões em produções até 2024, a maior parte exclusiva para o streaming. “Em relação aos gastos com conteúdo, a coisa mais importante a lembrar é que, quando pensamos em nosso investimento em conteúdo, estamos sempre analisando o crescimento e o retorno que ele desbloqueia. Nosso investimento em conteúdo está funcionando. Não queremos sacrificar uma oportunidade de longo prazo.”, explicou ele. Por enquanto, isso vai aparecer como prejuízo, mas a expectativa é que vire lucro em poucos anos. “Nós apenas temos que deixar isso acontecer um pouco e administrar alguns ventos econômicos contrários”, disse Chopra. Para estancar um pouco as perdas, os planos para médio prazo incluem inserções de anúncios numa versão mais barata do serviço de streaming, algo que as gigantes Netflix e a Disney+ também se preparam para fazer. O CFO assegurou a Wall Street que o mercado de anúncios pode gerar um crescimento estável de publicidade junto com receita de assinantes. Questionado sobre a possibilidade de um aumento de preço da Paramount+, Chopra indicou que, no futuro, esses aumentos vão acontecer à partir da oferta de novos pacotes – isto é, o padrão atual da Paramount+ deve virar premium quando começarem os anúncios. Bakish argumentou que o investimento em mais conteúdo fortalece a empresa: “Nosso conteúdo atrai e entretém consistentemente o público em massa. Quando falo na nossa audiência, não estou me referindo apenas a indivíduos, famílias ou todo o país, mas o mundo inteiro. E não apenas em streaming, mas nos cinemas e na TV. Fazemos sucesso porque aproveitamos todas as nossas poderosas plataformas.”
Séries “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” terão crossover
A estreia das novas temporadas das séries “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” será marcada por um croosover entre as duas atrações, ambas do canal americano CBS. O croosover vai acontecer no dia 19 de setembro, ao longo de dois episódios, e vai começar no primeiro episódio da 20ª temporada de “NCIS”, como evento comemorativo da franquia. Intitulado “A Family Matter”, o episódio tem início logo após o cliffhanger deixado na temporada anterior e mostra Alden Parker (Gary Cole) em fuga ao lado da sua ex-mulher, Vivian (Terri Polo), depois de ele ter sido acusado de assassinato. Em paralelo a isso, a equipe de Parker tenta encontrar quem está armando contra o protagonista, na esperança de limpar o nome dele. A agente Jane Tennant (Vanessa Lachey) e o especialista em informática Ernie Malick (Jason Antoon), ambos de “NCIS: Hawai’i”, são chamados para ajudar. A dupla está na cidade para uma reunião com o diretor Leon Vance (Rocky Carroll), como forma de preparação para um exercício militar. A trama iniciada em “A Family Matter” será concluída no episódio “Prisoners’ Dilemma”, exibido logo em seguida, que marca a estreia da 2ª temporada de “NCIS: Hawai’i”. No episódio, a equipe de Tennant, junto com os agentes do NCIS Nick Torres (Wilmer Valderrama) e Jessica Knight (Katrina Law), rastreiam o paradeiro do vilão Raven e ficam sabendo dos planos dele de atacar o local que sediará o maior exercício de guerra marítima do mundo. Ao final dos episódios, ambas as séries continuarão as suas narrativas separadas. “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” fazem parte do catálogo da Globoplay no Brasil e a primeira também pode ser vista na Paramount+.
“Minions 2” lidera bilheterias de cinema no Brasil
“Minions 2: A Origem de Gru” registrou a maior bilheteria do Brasil no fim de semana, com R$ 8 milhões arrecadados entre quinta e domingo (31/7), segundo dados da Comscore. Maior animação de 2022, a produção da Universal já foi assistida por mais de 5,3 milhões de espectadores e, após cinco semanas em cartaz, acumula um faturamento total de mais R$ 97 milhões nos cinemas brasileiros. Seu sucesso não permitiu espaço para a concorrente “DC Liga dos Superpets”, que estreou com R$ 5,65 milhões diante de um público de cerca de 285 mil pessoas desde quinta-feira (28/7). Com isso, foi apenas o terceiro filme mais assistido nas salas nacionais no período, ficando atrás também de “Thor: Amor e Trovão”, que faturou R$ 7,2 milhões. Desde seu lançamento em 7 de julho, o filme do super-herói da Marvel faturou R$ 107,3 milhões e atraiu 5,4 milhões de espectadores no Brasil. Ao todo, os cinemas venderam 1,38 milhão de ingressos e renderam R$ 29,4 milhões no fim de semana estendido — os menores números das últimas quatro semanas. Confira abaixo o Top 10, que ainda inclui dois filmes já disponíveis em VOD (locadoras online) para ver em casa: “Jurassic World: Domínio” e “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. TOP 10 BRASIL 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “DC Liga dos SuperPets” 4. “Elvis” 5. “Telefone Preto” 6. “Top Gun: Maverick” 7. “Pluft, o Fantasminha” 8. “Boa Sorte, Leo Grande” 9. “Jurassic World: Domínio” 10. “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”
“DC Liga dos Superpets” estreia em 1º lugar nos EUA
A animação “DC Liga dos Superpets” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá com US$ 23 milhões arrecadados em 4.313 salas de cinema. Apesar da liderança, trata-se de um início muito modesto para uma produção orçada em US$ 90 milhões. Embora Krypto e os superpets não sejam tão famosos quanto Batman ou Superman, sua abertura ficou muito abaixo da expectativa gerada pela conexão com os quadrinhos da DC Comics. E ainda mais por trazer astros como Dwayne Johnson e Kevin Hart como dubladores dos personagens centrais. O desempenho mediano reflete a irregularidade dos lançamentos infantis nas bilheterias desde o começo da pandemia. “DC Liga dos Superpets” ficou atrás até de “Lightyear”, da Pixar, que foi considerado decepcionante e ainda assim abriu com US$ 51 milhões no mercado doméstico. A única exceção entre as produções infantis da pandemia é “Minions 2: A Origem de Gru”, da Universal, que somou US$ 107 milhões em sua estreia norte-americana. As demais se alinham com a animação da DC: “Os Caras Malvados” (US$ 23,9 milhões), “Sing 2” (US$ 22,3 milhões) e “Encanto” da Disney (US$ 27 milhões). Na soma com outros mercados, o desenho animado chegou a US$ 41,4 milhões globais. A boa notícia é que “DC Liga dos Superpets” agradou a crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes) e o público (nota “A-” no CinemaScore) e não terá muita concorrência entre as estreias das próximas semanas, o que pode manter uma boa arrecadação ao estender sua permanência em cartaz. Com a liderança da animação, “Não! Não Olhe!” caiu para o 2º lugar com US$ 18,5 milhões arrecadados em 3.807 salas. Até agora, o novo filme fantasioso do diretor Jordan Peele gerou US$ 80,5 milhões na América do Norte, antes de estrear no mercado internacional. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” ficou em 3º lugar e, depois de completar seu quarto fim de semana em cartaz, ultrapassou US$ 300 milhões domésticos, além de chegar a US$ 662,4 milhões mundiais. “Minions 2: A Origem de Gru” aparece em 4º em seu quinto fim de semana, superando US$ 320 milhões para se tornar o quinto maior lançamento norte-americano de 2022. Com a soma internacional, atinge US$ 710,3 milhões. Já o maior lançamento do ano nos EUA mantém ótimo desempenho em 5º lugar. Após 10 fins de semana, “Top Gun: Maverick” ainda está no Top 5 do ranking, com uma queda de apenas 17% em relação à semana anterior. Graças à essa continuidade, o longa estrelado por Tom Cruise atingiu impressionantes US$ 650 milhões nos EUA e Canadá – e US$ 1,3 bilhão em todo o mundo. A semana teve apenas mais uma estreia: a comédia de humor sombrio “Vengeance”, dirigida por B.J. Novak, que ao arrecadar somente US$ 1,75 milhão em 998 cinemas ficou em 10º lugar. Em compensação, ganhou aprovação de 77% da crítica no Rotten Tomatoes.
“O Telefone Preto” é maior estreia de terror de 2022 no Brasil
A animação “Minions 2: A Origem de Gru” voltou a liderar as bilheterias dos cinemas brasileiros no último fim de semana. A produção da Universal arrecadou mais de R$ 11 milhões com um público de 561 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (24/7), segundo levantamento da Comscore. Lançado há 20 dias, a continuação de “Minions” recuperou o 1º lugar após duas semanas em 2º. Mas foi por uma pequena diferença. “Thor: Amor e Trovão”, que vinha sendo o mais assistido, registrou uma bilheteria de R$ 10,9 milhões e quase 510 mil espectadores. O musical “Elvis” ficou em 3º lugar com uma renda de R$ 4,18 milhões, seguido de perto pelo terror “O Telefone Preto”, que fez R$ 4,1 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. Em termos de público, porém, as crianças fantasmas levaram mais pessoas aos cinemas que o rock de Elvis Presley: foram 203 mil espectadores contra 164 mil. “O Telefone Preto” também comemorou o fato de ser a maior estreia de terror do ano até o momento. Somando suas sessões de “pré-estreias” (na verdade, um lançamento simplesmente antecipado em uma semana), o filme já foi assistido por mais de 360 mil espectadores no Brasil, atingindo uma renda de R$ 6,9 milhões. Ao todo, os 10 filmes mais vistos no fim de semana venderam 1,55 milhão de ingressos e faturaram R$ 32,92 milhões nas bilheterias do país. Confira abaixo a lista com as 10 maiores arrecadações. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 21 a 24/7:1. #MINIONS2 2. #ThorLoveAndThunder #Thor3. #Elvis 4. #OTelefonePreto 5. #TopGunMaverick 5. #PluftOFantasminha 7. #JurassicWorldDominion 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #Lightyear10. #BoaSorteLeoGrande (pré estreia) — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 25, 2022
Novo filme de Jordan Peele estreia em 1º lugar nos EUA
O mais novo filme do cineasta Jordan Peele, “Não! Não Olhe!” (Nope), estreou em 1º lugar na América do Norte com cerca de US$ 44 milhões de bilheteria no fim de semana. Trata-se da maior abertura de um longa de roteiro original – que não é adaptação, continuação, remake/reboot – desde o filme anterior de Peele, “Nós”, que faturou US$ 71 milhões em seu lançamento em 2019. Chegou, inclusive, a superar os US$ 41 milhões do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Não! Não Olhe!” também é o terceiro sucesso seguido do diretor após redefinir o gênero do terror com “Corra!” – que abriu com US$ 33 milhões em 2017. Desta vez, ele insere sci-fi na mistura, sem perder de vista os temas de raça e cultura, e sem alienar a crítica, que novamente o aplaudiu, resultando numa média de 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil, porém, ainda vai demorar. O lançamento nacional está marcado para daqui a um mês, em 25 de agosto. A produção sci-fi da Universal foi o único novidade nos cinemas norte-americanos neste fim de semana, mantendo vários títulos remanescentes no ranking dos mais vistos nos EUA e Canadá. “Thor: Amor e Trovão” caiu para o 2º lugar depois de duas semanas de liderança. A aventura da Marvel adicionou US$ 22,1 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 276,2 milhões. Globalmente, o quarto filme de “Thor” arrecadou US$ 598 milhões e cruzará a marca de US$ 600 milhões na segunda-feira (25/7). Outro filme da Universal, “Minions 2: A Origem de Gru”, ficou em 3º lugar com US$ 17,7 milhões. Após quatro semanas em cartaz, a animação arrecadou US$ 297,8 milhões na América do Norte e US$ 640,2 milhões em todo o mundo. O drama “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 4º lugar com US$ 10,33 milhões e acumula US$ 38,3 milhões desde a chegada nos cinemas no fim de semana passado. Ainda inédito no Brasil, o filme da Sony só desembarca por aqui em 1 de setembro. “Top Gun: Maverick” completa o Top 5 com US$ 10 milhões, elevando sua contagem doméstica para US$ 635 milhões. Com esse desempenho, a produção da Paramount estrelada por Tom Cruise ultrapassou “Os Vingadores” (US$ 623,3 milhões) para virar a 9ª maior maior bilheteria na história da América do Norte. Em todo o mundo, já soma US$ 1,28 bilhão.
Após final da série, Picard pode ganhar filme
Durante o painel da Paramount+ dedicado a “Star Trek: Picard” na Comic-Con Internacional, em San Diego, o astro Sir Patrick Stewart demonstrou não estar pronto para se despedir de Jean-Luc Picard. A 3ª temporada será a última da série, mas Stewart manifestou desejo de voltar a viver o personagem em um novo filme. “Acho que seria algo maravilhoso de fazer”, afirmou. Produtor executivo da franquia “Star Trek”, Alez Kurtzman apoiou a ideia, dizendo que se a recepção à última temporada de “Picard” for positiva, há realmente a possibilidade de um filme dedicado ao personagem. Vale lembrar que Picard já apareceu em quatro filmes entre 1994 e 2002, junto com os demais integrantes da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”. E a 3ª temporada de “Star Trek: Picard” marcará justamente o reencontro entre os personagens de “A Nova Geração”, 20 anos desde a última vez em que atuaram juntos no filme “Jornada nas Estrelas: Nemesis”. Por sinal, Stewart disse que não consegue imaginar um reboot de seu personagem como aconteceu com o Capitão Kirk da primeira série clássica de “Jornada nas Estrelas”. “Muito difícil responder isso. Como eu disse, sou cada vez mais Picard. Não sei quem poderia entrar nesse papel”, considerou.
Picard encontra “A Nova Geração” em teaser e pôsters do final da série
A Paramount+ aproveitou a Comic-Con Internacional, em San Diego, para divulgou o primeiro teaser e uma coleção de pôsteres com os personagens da 3ª e última temporada de “Star Trek: Picard”. Os próximos capítulos da série vão reunir o elenco original da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, série que introduziu o personagem-título Jean-Luc Picard nos anos 1980. A trama promoverá o reencontro de Patrick Stewart (Picard) com Jonathan Frakes (Ryker), LeVar Burton (Geordi La Forge), Michael Dorn (Worf), Marina Sirtis (Deanna Troi) e Gates McFadden (Dr. Beverly Crusher), além de manter duas integrantes do elenco das temporadas anteriores de “Picard”, Michelle Hurd (Raffi) e Jeri Ryan (Seven of Nine). Os tripulantes da Enterprise NCC1701-D não compartilham uma missão conjunta há duas décadas, desde que a Paramount lançou o filme “Jornada nas Estrelas: Nêmesis” (2002), mas Picard encontrou Ryker e Troi – e conheceu a filha deles – na 1ª temporada da nova série, que ainda mostrou lembranças de Data. Por sinal, o ator Brent Spiner tem sido visto na série em outros papéis – como o Dr. Altan Inigo Soong, criador de Data, e seu antepassado Adam Soong. Além deles, até Wil Wheaton, que viveu Wesley Crusher nas primeiras temporadas de “A Nova Geração”, retomou brevemente seu papel no final da temporada passada. Vale observar que as baixas no elenco de Isa Briones, Evan Evagora, Santiago Cabrera e Alison Pill aconteceram de forma orgânica, após seus personagens terem destinos definidos no final da 2ª temporada. Infelizmente, a 3ª temporada será a última de “Star Trek: Picard”, com previsão de estreia em 2023. A série é exibida no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
“Dungeons & Dragons” revela ação, efeitos e bom humor em trailer da Comic-Con
A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer oficial da adaptação do game “Dungeons & Dragons”, que ganhou versões dublada e legendada em português. A prévia começa como um “Game of Thrones” genérico, mas não demora a empolgar com a apresentação da trama e dos personagens principais, destacando muitas lutas, ótimos efeitos visuais e bom humor que parece realmente funcionar. O trailer foi revelado na Comic-Con Internacional com participação presencial do elenco, incluindo Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”) e Hugh Grant (“The Undoing”) na primeira Comic-Con de sua vida. Perguntados sobre o motivo de Grant embarcar em “Dungeons & Dragons”, Rodriguez brincou: “Acho que ele pensou que tinha relação com S&M”, em referência à prática sexual de sadomasoquismo em locais conhecidos como masmorras (dungeons) pelos instrumentos de “tortura”. E Grant concordou: “Eu sou um entusiasta de masmorras há anos… é um esporte britânico tradicional”. Na trama, Pine interpreta o mentor do grupo, que destaca Rodriguez como guerreira superforte, Page como espadachim cheio de truques e Lillis como uma poderosa transmorfa, capaz de se transformar em criaturas perigosas. Além deles, ainda há um poderoso personagem de Justice Smith (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). O quinteto se junta para impedir a destruição do mundo, após ajudarem os vilões, como Grant, a roubaram o que precisavam para realizar seus planos malignos. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley. Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, inclusive de blockbusters de ação como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Veja abaixo as duas versões do trailer nacional do filme, que ganhou o título nacional de “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”, trocando a referência proverbial à honra entre ladrões do título original em inglês (Honor Among Thieves) pela palavra rebeldes – embora a própria descrição de Chris Pine no trailer defina os personagens como ladrões.
“Thor: Amor e Trovão” segue como filme mais visto do Brasil
“Thor: Amor e Trovão” manteve a liderança das bilheterias nos cinemas brasileiros pelo segundo fim de semana consecutivo, ao registrar um público de 825 mil pessoas e uma renda de R$ 17,7 milhões, segundo dados da Comscore. “Minions 2: A Origem de Gru” também repetiu o 2º lugar, com 622 mil espectadores e arrecadação de R$ 12 milhões, apesar da estreia recente de “Elvis”. Com distribuição muito menor, pela monopolização dos cinemas pelos dois títulos anteriores, o musical sobre o Rei do Rock foi apenas o 3º filme mais assistido, com 198 mil pagantes. O ranking também registrou “O Telefone Preto” em 4º lugar. O detalhe é que o terror só será lançado oficialmente na quinta-feira (21/7). Sua presença entre os títulos mais vistos da semana só comprova que as distribuidoras não seguem seus próprios calendários, fazendo “pré-estreias” pagas que, na prática, significam uma estreia convencional antecipada. Ao todo, 1,84 milhão de pessoas compareceram aos cinemas do Brasil entre quinta e domingo (17/7), o que rendeu mais de R$ 39 milhões em bilheteria. Confira o Top 10 abaixo. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 14-17/71. #Thor #LoveAndThunder 2. #MINIONS2 3. #Elvis 4. #OTelefonePreto (pré estreia)5. #TopGunMaverick 6.#JurassicWorldDominio 7. #Lightyear 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #CrimesoftheFuture 10.#OAcontecimento — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 18, 2022












