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  • Filme

    A Bela e a Fera completa quatro semanas em 1º lugar no Brasil

    10 de abril de 2017 /

    “A Bela e a Fera” completou quatro semanas em 1º lugar nas bilheterias do Brasil, atingindo 7 milhões de espectadores e R$ 112 milhões de arrecadação. Com isso, superou “Logan” (6,2 milhões de espectadores e R$ 89 milhões) e e se tornou o maior sucesso americano do ano no país. Em 2º lugar ficou a fantasia religiosa “A Cabana”, que estreou no Brasil com público de 544 mil pessoas e renda de R$ 9 milhões. Em seu lançamento nos EUA, o filme não passou do 3º lugar e ainda amargou críticas muito negativas (20% no Rotten Tomatoes). Já o atual campeão da bilheteria americana, a animação “O Poderoso Chefinho” (473 mil de público) ficou em 3º, seguido por “Os Smurfs e a Vila Perdida” (391 mil) e “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” (142 mil).

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  • Filme

    O Poderoso Chefinho deixa os Smurfs perdidos nas bilheterias dos EUA

    9 de abril de 2017 /

    “O Poderoso Chefinho” manteve a liderança nas bilheterias dos EUA pela segunda semana consecutiva, novamente seguido de perto por “A Bela e a Fera”. A animação da Dreamworks faturou US$ 26,3 milhões neste fim de semana, enquanto o remake com atores da animação da Disney chegou a US$ 25 milhões. Por sinal, “A Bela e a Fera” está a menos desta quantia de entrar no clube do bilhão, com US$ 977,4 milhões arrecadados em todo o mundo. A comemoração deve acontecer ao longo da semana. Com isso, o estreante “Os Smurfs – A Vila Perdida” não passou dos US$ 14 milhões, um fiasco em 3º lugar. Analistas apontaram que a Sony visou o feriado estendido da Páscoa, contando com o público infantil, mas encontrou o mercado bem servido de opções para as crianças. Geralmente, os estúdios preferem dar um espaço maior entre animações para evitar a saturação, mas o novo lançamento dos Smurfs aconteceu na semana seguinte à estreia de “O Poderoso Chefinho”. Outro estreante da semana, “Despedida em Grande Estilo” buscou os espectadores da Terceira Idade, que estudos apontam representar grande fatia do público, e acabou com o 4º lugar e apenas US$ 12,5 milhões. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” fechou o Top 5 com US$ 7,3 milhões, muito mal nas bilheterias americanas, mas com uma reviravolta surpreendente no mercado internacional. Sobre isto, leia aqui. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 26,3 milhões Total EUA: US$ 89 milhões Total Mundo: US$ 199,7 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 25 milhões Total EUA: US$ US$ 432,3 milhões Total Mundo: US$ 977,4 milhões 3. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 56,1 milhões 4. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 12,5 milhões Total Mundo: US$ 16,8 milhões 5. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 124,3 milhões 6. Power Rangers Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 75,1 milhões Total Mundo: US$ 117,2 milhões 7. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,5 milhões Total Mundo: US$ 534,3 milhões 8. Logan Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 218 milhões Total Mundo: US$ 596,6 milhões 9. Corra! Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 162,8 milhões Total Mundo: US$ 176,5 milhões 10. The Case for Christ Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 3,9 milhões Total Mundo: US$ 3,9 milhões

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  • Filme

    Bilheterias: A Bela e a Fera se mantém em 1º lugar no Brasil pela terceira semana seguida

    3 de abril de 2017 /

    A “Bela e a Fera” confirmou sua popularidade ao se manter em 1º lugar no Brasil por sua terceira semana consecutiva e se consolidar como o segundo filme americano mais visto de 2017 no país. Desde que estreou, em 16 de março, o filme contabiliza 6 milhões de ingressos vendidos, apenas 100 mil a menos que “Logan”, a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine – e atual campeão do ranking nacional. Ou seja, a versão princesa de Emma Watson vai assumir o trono até o próximo fim de semana. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, a estreia de “O Poderoso Chefinho” ficou bem abaixo do desempenho da fábula da Disney, com 586 mil espectadores no Brasil. De acordo com dados da ComScore, o filme arrecadou R$ 9,7 milhões contra R$ 15 milhões e 865 mil ingressos de “A Bela e a Fera” no mesmo período. O Top 3 do Brasil foi completado por “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Foram 295 mil bilhetes vendidos e arrecadação de R$ 5,6 milhões no último fim de semana. Por sinal, a sci-fi estrelada por Scarlett Johansson também abriu em 3ª lugar nos EUA.

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    O Poderoso Chefinho tira a A Bela e a Fera do topo das bilheterias dos EUA

    2 de abril de 2017 /

    As bilheterias da América do Norte não resistiram ao gugu-dada de “O Pequeno Chefinho“. A animação da DreamWorks estreou em 1º lugar, tirando a liderança de “A Bela e a Fera” após duas semanas no topo. Mesmo assim, a diferença entre as duas produções infantis foi pequena. O desenho do bebê espião fez US$ 49 milhões, enquanto o conto de fadas da Disney faturou US$ 47,5 milhões. Os valores ajudaram “A Bela e a Fera” a abrir ainda mais vantagem no ranking doméstico, prestes a ultrapassar a impressionante marca de US$ 400 milhões em ingressos vendidos nos Estados Unidos e no Canadá. Em todo o mundo, o filme já atingiu US$ 876,2 milhões e deve se tornar a primeira produção do ano a entrar no clube do bilhão. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” acabou rendendo menos que a Paramount esperava, abrindo em 3º lugar com US$ 19 milhões. Em compensação, seu desempenho foi considerado mais que satisfatório no mercado internacional, onde faturou o dobro, chegando a US$ 59,1 milhões em todo o mundo, com direito a liderar o ranking de 11 países. As apostas para uma recuperação do investimento estão na China e no Japão, que receberão a estreia do longa na próxima sexta (7/4). Quem está destruindo tudo atualmente na China é “Kong – A Ilha da Caveira“. A fantasia de monstros gigantes soma US$ 124 milhões apenas no mercado chinês, onde bateu o recorde de bilheteria do estúdio Warner. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 477,3 milhões. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 49 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 108 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 47,5 milhões Total EUA: US$ US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 876,2 milhões 3. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ 19 milhões Total Mundo: US$ 59,1 milhões 4. Power Rangers Fim de semana: US$ 14,5 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 97,7 milhões 5. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 147,8 milhões Total Mundo: US$ 477,3 milhões 6. Logan Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 211,8 milhões Total Mundo: US$ 585,4 milhões 7. Corra! Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,8 milhões Total Mundo: US$ 167,1 milhões 8. Vida Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 22,3 milhões Total Mundo: US$ 50,9 milhões 9. CHiPs Fim de semana: US$ 4 milhão Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 10. O Zoológico de Varsóvia Fim de semana: US$ 3,3 milhão Total EUA: US$ 3,3 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões

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    Estreias: Scarlett Johansson leva ação e o melhor entretenimento da semana aos cinemas

    30 de março de 2017 /

    “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” traz para cerca de 800 cinemas do Brasil o mundo futurista dos mangás e animes japoneses, em versão com atores feita em Hollywood. O visual é de cair o queixo. Mas a americanização não passa apenas pela escalação de Scarlett Johansson, por sinal perfeita no papel. A história de Masamune Shirow foi simplificada para o público “menos esperto” do Ocidente. Extirpada de suas questões existenciais, a sci-fi cyberpunk assume mais cara de blockbuster americano, com uma cena de ação atrás da outra, em ritmo frenético. Os quadrinhos e a animação originais eram influenciadas por “Blade Runner” (1982) e, por sua vez, influenciaram “Matrix” (1999), entre muitas outras obras. Por isso, mesmo que o roteiro se esforce em transformar Scarlett em “RoboCop”, ainda sobra DNA suficiente – e impressionantes efeitos visuais – para garantir um filme de entretenimento passável (49% de aprovação no Rotten Tomatoes). Com ainda mais visibilidade, em torno de 900 salas, a animação “O Poderoso Chefinho” dividiu as opiniões da crítica norte-americana. Há quem a considere o primeiro grande equívoco da DreamWorks Animation e quem celebre seu ritmo alucinado, ao melhor estilo do Looney Tunes. No meio do caminho entre o primeiro trailer e a exibição do filme, a história original, adaptada do livro infantil de Marla Frazee, foi abandonada por uma trama de correrias. Talvez nem a Pixar ousasse adaptar a franquia, que mostra como os bebês se tornam pequenos tiranos, mandando na vida dos pais. Mas se o objetivo era transformar isso num desenho de bebê agente secreto, talvez fosse melhor não gastar dinheiro com os direitos autorais. O público alvo, que são as crianças, só precisa mesmo é de piadas de bumbum, que o longa entrega em número recorde. Já sobre “O Espaço entre Nós” há um consenso. O filme conseguiu implodir com 17% e faturar apenas US$ 7 milhões, antes de ser tirado de cartaz nos EUA. Mistureba de gêneros, sua trama faz uma improvável combinação de “Perdido em Marte” (2015) com “A Culpa É das Estrelas” (2014), explorando a tendência do romance de doença adolescente com um viés de ficção científica, a cargo do diretor responsável por “Hanna Montana – O Filme” (2009)! O melhor da semana, apesar de também ser americano, foi relegado a apenas 12 salas. Saudado pela crítica com 88% de aprovação, o drama indie “Mulheres do Século 20” foi indicado ao Oscar 2017 de Melhor Roteiro e traz uma interpretação consagradora de Annette Bening. Ela vive uma mãe feminista, que resolve alistar a ajuda de duas outras mulheres mais novas para educar seu filho adolescente: uma fotógrafa punk vivida por Greta Gerwig e uma garota de 16 anos, interpretada por Elle Fanning. Como a história se passa em 1979, tem ainda uma das melhores trilhas de rock dos últimos tempos. Entre as três produções europeias lançadas nos cinemas “de arte”, “Os Belos Dias de Aranjuez” foi a única exibida em competição num festival top. Ainda assim, só o que conquistou em Veneza foram críticas negativas, ao levar a extremos a pretensão de Wim Wenders de filmar dramas em 3D. Desta vez, a condição, expressa na trama, é que houvesse apenas diálogos. Uma história contada num jardim, por uma mulher a um homem, e anotada por um escritor. Tudo falado em francês e eventualmente acompanhado ao piano por Nick Cave. Wenders não é o único cineasta alemão veterano a estrear obra nova nesta semana. “O Mundo Fora do Lugar” volta a juntar a diretora Margarethe von Trotta e a atriz Barbara Sukowa após “Hannah Arendt” (2012), numa história sobre segredos e aparências. O menos convencional da lista europeia é “O Ornitólogo”, do cultuado português João Pedro Rodrigues, que combina elementos sobrenaturais e homoerotismo. A trama parte de clichês de filme de terror, mostrando um homem perdido num rio que pode ser assombrado, mas ganha um significado, digamos, alegórico, ao assumir paralelos com a história de Santo Antônio de Pádua, via tabus sadomasoquistas. Premiado em festivais menos tradicionais, confirma o talento de Rodrigues como um dos melhores representantes do cinema queer atual. Quatro filmes brasileiros disputam as salas que sobram. Dois são documentários e, cada um a seu modo, tratam de prisão: “Central – O Filme” foca o Presídio Central de Porto Alegre, superlotado e imundo, enquanto “Galeria F” relembra a fuga de um preso político da ditadura militar, que, num caso raro da história brasileira, fora condenado à morte pela justiça. A diretora Emilia Silveira já tinha abordado o período em seu documentário “Setenta” (2013). Os dois dramas nacionais que completam a programação têm registros distintos. Em preto e branco e ao som de heavy metal, “Eu Te Levo” marca a estreia na direção do roteirista Marcelo Müller (“Infância Clandestina”), que cai na armadilha da representação do tédio, de forma tediosa. Já “A Glória e a Graça” tropeça em outra armadilha. O título diz respeito a duas irmãs de mundo opostos – uma em crise, após ser diagnosticada com um melodrama terminal, e a outra bem resolvida, que resolveu se assumir como travesti. O detalhe é que, ao buscar – em tese – empoderar minorias sexuais, Flávio R. Tambellini (“Malu de Bicicleta”) optou por prática oposta ao escalar uma atriz conhecida, Carolina Ferraz, como travesti. Ironicamente, ela está muito bem e é o melhor elemento de todo o filme. Clique nos títulos destacados dos lançamentos acima para assistir aos trailers de todas as estreias da semana.

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    O Poderoso Chefinho brinca com personagens de A Bela e a Fera em novo trailer animado

    22 de março de 2017 /

    A DreamWorks Animation divulgou o terceiro trailer da animação “O Poderoso Chefinho”, sem legendas e com as vozes originais em inglês. Além de aprofundar a mudança de tom vista no material mais recente, a prévia faz alusão à “A Bela e a Fera”, com uma introdução inédita em que o bebê do título brinca com um candelabro e um relógio falantes. O vídeo confirma que a produção se afastou definitivamente da história original, adaptada do livro infantil de Marla Frazee, e que tinha sido vislumbrada nos primeiros trailers, em que o bebê da trama se revelava um pequeno tirano. Pois o filme não é nada disso. O bebê, que parecia mafioso, na verdade é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. Mudou tudo. Na versão original, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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    Comerciais dublados mudam completamente a premissa da animação O Poderoso Chefinho

    22 de março de 2017 /

    A Fox divulgou três comerciais dublados da nova animação “O Poderoso Chefinho”, que mudam completamente a premissa até então apresentada. A produção da DreamWorks Animation trazia em seu marketing inicial uma história bem próxima do livro infantil de Marla Frazee, em que se baseia, partindo da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser verdadeiros tiranos e dominar as atenções de uma família. Nos primeiros trailers, o bebê da trama se revelava, assim como no livro, um aspirante a mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre o irmão mais velho. Por sinal, o irmão era o único que achava isso esquisito, enquanto os pais ficavam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. Pois é. Os novos comerciais mostram que o filme não é nada disso. O bebê mafioso, na verdade, é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. E o irmão mais velho vira seu aliado. Mudou tudo. O que aconteceu? Será que esta sempre foi a premissa ou ocorreu uma adaptação de última hora, após testes de público terem rejeitado o bebê mafioso? Estranho. Enfim, na versão original as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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    O Poderoso Chefinho: Animação de bebê mafioso ganha novo trailer dublado

    20 de dezembro de 2016 /

    A Fox divulgou um novo trailer dublado da nova animação “O Poderoso Chefinho”. Produção da DreamWorks Animation, o longa parte da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser verdadeiros tiranos e dominar as atenções de uma família. No filme, porém, isto não é apenas uma metáfora. O bebê da trama se revela um aspirante a mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre o irmão mais velho. Por sinal, o irmão é o único que acha isso esquisito, enquanto os pais ficam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. A história original é do livro infantil homônimo de Marla Frazee, adaptada pelo roteirista Michael McCullers (“Austin Powers”) e dirigida por Tom McGrath (“Madagascar”). Na versão original, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. A estreia acontece em 6 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    O Poderoso Chefinho: Animação de bebê mafioso ganha trailer legendado e dublado

    17 de outubro de 2016 /

    A Fox divulgou os pôsteres e o trailer da nova animação “O Poderoso Chefinho”, em versões dublada e legendada. Produção da DreamWorks Animation, o longa parte da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser tiranos e dominar as atenções de uma família. No filme, isto não é apenas uma metáfora. O bebê da trama se revela um verdadeiro mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre subalternos. Mas só quem acha isso esquisito é seu irmão mais velho, enquanto os pais ficam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. A história original é do livro infantil homônimo de Marla Frazee, adaptada pelo roteirista Michael McCullers (“Austin Powers”) e dirigida por Tom McGrath (“Madagascar”). Na versão legendada, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. A estreia acontece em 6 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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