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  • Filme

    Novo Resident Evil tem maior estreia da franquia

    20 de setembro de 2026 /

    Filme de Zach Cregger soma US$ 108,3 milhões no mundo e também garante a maior estreia da carreira do diretor de "A Hora do Mal"

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  • Filme

    Terror “Longlegs” terá continuação com Nicolas Cage

    14 de abril de 2026 /

    Paramount adquire direitos do novo filme de Osgood Perkins, que retorna para comandar a expansão da franquia

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  • Filme

    Cinemas destacam retorno de Lindsay Lohan, nova versão de Drácula e terror com crianças

    7 de agosto de 2025 /

    Estreias da semana incluem a continuação de “Sexta-Feira Muito Louca”, o terror “A Hora do Mal”, o "Drácula" romântico de Luc Besson e dramas brasileiros como “Paterno” e “A Melhor Mãe do Mundo”

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  • Filme

    Diretor de “Noites Brutais” desenvolve roteiro para o DCU, que seria sobre Coringa e Arlequina

    23 de julho de 2025 /

    Zach Cregger, que lança "A Hora do Mal" em agosto, escreveu história sombria para Coringa e Arlequina, e diz que largaria tudo por o projeto

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  • Filme

    Sumiço de crianças agita comunidade no trailer do novo terror do diretor de “Noites Brutais”

    24 de junho de 2025 /

    "Hora do Mal" apresenta um mistério sombrio sobre o desaparecimento repentino de todos os alunos de uma mesma sala de aula

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  • Filme

    Novo terror do diretor de “Noites Brutais” intriga com desaparecimento misterioso de crianças

    29 de abril de 2025 /

    Trailer de "Hora do Mal" apresenta um enigma sombrio sobre o sumiço repentino de alunos de uma professora

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  • Filme

    Crianças desaparecem misteriosamente em teaser do novo terror do diretor de “Noites Brutais”

    21 de abril de 2025 /

    Prévia atmosférica antecipa clima perturbador do filme de Zach Cregger, que chega aos cinemas em agosto

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  • Resident Evil: The Final Chapter
    Filme

    Diretor de “Noites Brutais” comandará reboot de “Resident Evil” com foco no terror

    24 de janeiro de 2025 /

    Zach Cregger planeja retomar franquia com retorno às raízes de horror dos jogos originais da Capcom

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  • Filme

    Pedro Pascal é confirmado em novo terror do diretor de “Noites Brutais”

    9 de maio de 2023 /

    O ator Pedro Pascal, conhecido por seus papéis em “The Mandalorian” e “The Last of Us”, será a estrela do próximo longa-metragem de Zach Cregger, diretor de “Noites Brutais” (2022). Intitulado “Weapons”, o longa foi descrito como um épico de horror com várias histórias multiconectadas, como uma versão macabra de “Magnólia” (1999), drama de Paul Thomas Anderson que aborda vícios, suicídio, incesto e homossexualidade. Recentemente, Zach Cregger foi aclamado pelo sucesso estrondoso de seu filme de estreia, “Noites Brutais”, em julho de 2022. O longa surpreendeu nas bilheterias, arrecadando dez vezes seu orçamento de US$ 4,5 milhões – um total de US$ 45 milhões em todo o mundo. A recepção da crítica também foi bastante positiva. Com uma aprovação de 93% no Rotten Tomatoes, o filme entrou para os destaques no gênero de terror do ano passado. O gênero vem renascendo no cinema com longas como “Não! Não Olhe!” (2022), “M3GAN” (2022), “Sorria” (2022) e “X – A Marca da Morte” (2022) aclamados pela crítica. Devido à essa recente renovação, atores consagrados vem se mostrando interessados em projetos do gênero, como é o caso de Pascal. O ator também foi confirmado na sequência de “Gladiador”, dirigida por Ridley Scott, e está ao lado de Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) no curta-metragem “Strange Way of Life”, de Pedro Almodóvar, que será exibido no Festival de Cannes neste mês. “Weapons” é uma produção da Vertigo com a BoulderLight Pictures. O longa ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Diretor de “Noites Brutais” define seu próximo terror

    25 de janeiro de 2023 /

    O cineasta Zach Cregger, responsável pelo elogiado terror “Noites Brutais” (Barbarian), já tem um novo projeto encaminhado. Ele vai escrever, produzir e dirigir o filme “Weapons”. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o filme deve misturar suspense e terror em grande escala, e que será distribuído pelo estúdio New Line Cinema – que venceu uma disputa com a Universal e a Netflix. O projeto vai reunir Cregger com os produtores Roy Lee (“Não Se Preocupe, Querida”), J.D. Lifshitz e Raphael Margules (ambos “Chamas da Vingança”), que também trabalharam em “Noites Brutais”, além de Miri Yoon (“Não Se Preocupe, Querida”). “Zach provou com ‘Noites Brutais’ que pode criar uma experiência cinematográfica visceral para o público e que sabe usar todas as ferramentas do cinto de utilidades de um cineasta”, disse Richard Brener, presidente da New Line Cinema, em comunicado. “Não poderíamos estar mais felizes por ele, Roy e Miri e J.D. e Rafi escolherem a New Line para ser o lar de seu próximo filme, e esperamos que seja o primeiro de muitos que virão.” “Weapons” ainda não tem previsão de estreia. “Noites Brutais” rendeu US$ 45 milhões nas bilheterias, um valor mais de 10 vezes maior do que o seu orçamento, de US$ 4 milhões. O filme também agradou a crítica especializada, atingindo uma aprovação de 92% no site Rotten Tomatoes. No Brasil, “Noites Brutais” foi lançado pela plataforma de streaming Star+. Confira o trailer abaixo.

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  • Filme

    Juiz decide que estúdios podem ser processados por trailers enganosos

    22 de dezembro de 2022 /

    O juiz distrital americano Stephen Wilson decidiu nesta semana que os estúdios de cinema podem ser processados ​​sob leis de propaganda enganosa se divulgarem trailers com cenas falsas de seus filmes. O trailer que gerou essa decisão foi do filme “Yesterday” (2019), sobre um sujeito que vive num mundo onde os Beatles não existiram. Dois fãs da atriz Ana de Armas (“Blonde”) processaram o estúdio Universal porque o trailer continha imagens da atriz, que não apareceu no filme. Apesar da participação da estrela cubana ter sido cortada na edição, sua presença no trailer teria sido o que convenceu os dois – que moram em cidades diferentes – a alugarem o filme. Dizendo-se enganados pelo estúdio, ele foram à Justiça. O caso se tornou sério quando o juiz concordou que a reclamação tinha base legal. Agora, o vindouro veredito do julgamento irá afetar diretamente a produção de novos trailers de cinema. A Universal até tentou descartar o processo, argumentando que os trailers dos filmes têm direito à proteção da Primeira Emenda dos EUA (que fala sobre liberdade de expressão) e que um trailer é um “trabalho artístico”, mas o juíz Wilson rejeitou esse argumento, dizendo que um trailer, na verdade, é um comercial, uma vez que tem a finalidade de vender um filme. Com isso, os trailers estão sujeitos à Lei de Propaganda Falsa da Califórnia e à Lei de Concorrência Desleal do estado. “A Universal está certa de que os trailers envolvem alguma criatividade e discrição editorial, mas essa criatividade não supera a natureza comercial de um trailer”, escreveu Wilson. “Basicamente, um trailer é um anúncio criado para vender um filme, fornecendo aos consumidores uma prévia do filme.” Não é incomum que os trailers de filmes incluam cenas que não aparecem no filme finalizado. Um trailer de “Jurassic Park” (outro filme da Universal), por exemplo, foi feito inteiramente com cenas cortadas. Porém, com essa nova decisão, esse cenário poderia gerar um processo judicial. A partir de agora, a forma como os filmes são divulgados deverá ser tratada com mais cuidado. Afinal, muitos estúdios e realizadores buscam despistar o público em seus trailers, chegando a apagar elementos cênicos e até personagens nas prévias. Um exemplo disso aconteceu em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021), em que a participação de Andrew Garfield e Tobey Maguire foi apagada digitalmente em cenas do trailer. Nos filmes da Marvel, a situação é ainda mais drástica, já que seus trailers são manipulados para mostrar cenas que nem foram filmadas, como a inclusão do Hulk em Wakanda no trailer de “Vingadores: Guerra Infinita”. Diretores deste filme, os irmãos Russo confessaram que tomaram essa iniciativa para originar desinformação e enganar o público. O trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) também trazia uma cena em que o Homem-Aranha e o Homem de Ferro eram vistos voando juntos em meio aos prédios do Queens, em Nova York, que não apareceu no filme. Mas talvez o exemplo mais significativo disso seja o primeiro teaser de “Homem-Aranha” (2002), que mostrava um assalto à banco interrompido pela ação do herói, que deixava os ladrões presos numa enorme teia erguida ao redor do World Trade Center. A sequência existiu apenas na divulgação do filme, já que foi retirada de circulação depois dos ataques terroristas às Torres Gêmeas. Outro caso curioso aconteceu em “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017). O ator Kevin Spacey foi retirado do longa, em meio à diversas acusações de abuso sexual, e substituído por Christopher Plummer, que precisou refilmar o papel às pressas nas datas de pós-produção. Só que o primeiro trailer do estúdio ainda destacava a participação de Spacey. Há também os trailers que se apresentam como “variantes” da narrativa oficial. Isso aconteceu recentemente com o terror “Noites Brutais”, quando o 20th Century Studios divulgou um trailer intitulado “Justin Long’s New Movie”. Este trailer era composto por cenas de “Noites Brutais”, mas apresentadas de uma maneira diferente. O tom era mais leve, até divertido. E a prévia ignorava o fato de que Long era um coadjuvante no filme, não o protagonista. Assista abaixo ao trailer de “Yesterday” com Ana de Armas, que abriu o questionamento de toda a produção de trailers de Hollywood.

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    Filmes de terror dominam estreias de streaming do fim de semana do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    As plataformas de streaming capricharam no lançamento de filmes de terror no fim de semana que antecede o Halloween. Das 10 melhores estreias do período, 7 são produções muito acima da média do gênero, com destaque para tramas de serial killers. Confira abaixo as dicas para enfrentar a véspera do Dia das Bruxas.   | NOITES BRUTAIS | STAR+   Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell, da série “Suspicion”) que chega tarde da noite – e em meio à chuva – à sua nova casa alugada num bairro decadente de Detroit, apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). Diante da confusão, ele a convida a passar a noite no local para os dois resolverem a questão com a imobiliária pela manhã. Tudo parece bem, até que, ao ouvir um barulho durante a madrugada, ela descobre um porão subterrâneo e mais horrores do que poderia imaginar. A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das maiores notas de terror do ano. Mesmo assim, o longa pulou o cinema para chegar direto em streaming no Brasil.   | PIGGY | PARAMOUNT+   Também inédito no circuito comercial de cinema do país, o terror de Carlota Pereda trata de obesidade literalmente mórbida. Baseado num curta-metragem anterior da diretora, que venceu o prêmio Goya (o Oscar espanhol) em 2019, acompanha uma adolescente com excesso de peso que sofre bullying de colegas durante o verão em sua cidade natal. Até que as atormentadoras são raptadas por um psicopata, que a “cerdita” passa a admirar e considerar seu salvador. Além de uma história bastante original, o filme destaca uma performance impressionante da protagonista, vivida por Laura Galán (“Origens Secretas”), que foi premiada no Festival de Toulouse (França) pelo desempenho. Estreia no sábado (29/10) em streaming com os mesmos 92% de aprovação de “Noites Brutais” no Rotten Tomatoes.   | A MATRIARCA | STAR+   Jemima Rooper (“The Girlfriend Experience”) sofre uma overdose e decide retornar à sua casa de infância para enfrentar seus demônios pessoais, mas descobre que o local virou cenário de terror rural britânico. Em clima de conspiração, os moradores da cidade agem em conjunto para proteger um segredo indescritivelmente sombrio – um segredo que envolve não apenas sua mãe (Kate Dickie, de “A Bruxa”), mas também seu próprio destino aterrorizante. Escrito e dirigido pelo novato Ben Steiner, atingiu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RUN SWEETHEART RUN | AMAZON PRIME VIDEO   O novo terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “O Homem Invisível”) traz Ella Balinska (“Resident Evil: A Série”) como uma acompanhante escolhida para um encontro com um homem sedutor. Mas após o jantar romântico, ela descobre que o encontro não é o que aparentava. O homem revela ser mais que tóxico, um serial killer que a contratou para caçá-la por diversão, dando início a uma perseguição de thriller de sobrevivência com muita adrenalina, mas também reviravolta feminista, ao estilo de “Vingança” (2017). O dinamarquês Pilou Asbaek (“Game of Thrones”) tem o papel do vilão e o elenco ainda inclui Clark Gregg (“Agents of SHIELD”) e Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”). Roteiro e direção são de Shana Feste, que assinou o remake do romance “Amor sem Fim” (2014). 79% no Rotten Tomatoes.   | JAULA | NETFLIX   Outro bom terror espanhol, em que um casal adota uma menina que encontram vagando sozinha numa estrada escura durante a noite. Claramente traumatizada, a criança vive obcecada com a fantasia de que um monstro a punirá se ela sair de um quadrado de giz pintado no chão. Elena Anaya (“A Pele que Habito”) vive a mãe, que busca tranquilizar a criança sem forçar que saia do quadrado, enquanto tenta descobrir o passado enigmático da garota, embarcando numa jornada que leva o tom dramático da trama para o campo do horror. Primeiro longa dirigido por Ignacio Tatay, “Jaula” tem produção do veterano e especialista cineasta Álex de la Iglesia (“As Bruxas de Zugarramurdi”).   | ÓRFÃ 2: A ORIGEM | VOD*   Isabelle Fuhrman retoma o papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. A trama mostra como Leena Klammer (Fuhrman) escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu fingir ser a filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta, cortesia do diretor William Brent Bell (“Boneco do Mal”).   | O ENFERMEIRO DA NOITE | NETFLIX   O novo “true crime” de serial killer da Netflix conta a história de Charlie Cullen, um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Sempre que era pego, Cullen era demitido, mas nunca denunciado para proteger a reputação dos hospitais. A impunidade o tornou o maior assassino de todos os tempos. Até que uma enfermeira com quem trabalhava arriscou tudo para ajudar a polícia a pegá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marca a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. Os papéis principais são de Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Jessica Chastain (“It: Parte 2”).   | NADA DE NOVO NO FRONT | NETFLIX   A nova adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial é visceral como a história merece. A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra e gira em torno de um jovem idealista que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. A versão da Netflix, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). Muito aplaudido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é o candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar de 2023.   | ARGENTINA 1985 | AMAZON PRIME VIDEO   O drama histórico é inspirado na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar da Argentina no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a “anistia” escondeu os crimes da ditadura brasileira. A direção é do premiado Santiago Mitre (“Paulina”) e o elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín (“O Segredo de Seus Olhos”) e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. Premiado nos prestigiosos festivais de Veneza (Itália) e San Sebastián (Espanha), e selecionado como representante da Argentina no Oscar 2023, este é o filme mais aclamado da semana, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | DEPOIS DO UNIVERSO | NETFLIX   Em seu primeiro longa-metragem, a cantora Giulia Be vive a talentosa pianista Nina, que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus – a doença autoimune de Selena Gomez – , que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, seu pessimismo é superado por uma forte conexão com um dos médicos que irá ajudá-la a enfrentar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. O papel do médico marca a estreia brasileira de Henry Zaga, que apesar de ter nascido no Brasil só tinha feito produções americanas, como as séries “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?” e o filme “Os Novos Mutantes”, entre outros. Integrando o filão dos romances de doença, o drama tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”).

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