Estreias | Sem blockbusters, destaques do cinema são filmes de festivais
Os cinemas recebem nada menos que 13 estreias nesta quinta (30/11). “O Jogo da Invocação” tem a distribuição mais ampla, em 600 telas, seguido por “As Aventuras de Poliana”. Prova do estrago causado pela suspensão das cotas no mercado nacional, o filme baseado na novela de sucesso do SBT vai ocupar um circuito menor que o do terror americano feito para a internet – “O Jogo da Invocação” saiu apenas em VOD nos EUA. As melhores opções da semana estão no circuito limitado. A quantidade e qualidade dos lançamentos sugere até um mini-festival internacional com exibição comercial, destacando obras premiadas de Hirokazu Kore-eda, Aki Kaurismäki, Roberto Andò, Aitch Alberto, Gustavo Vinagre e Carolina Markowicz. Deste timão, vale destacar o drama brasileiro “Pedágio”, de Markowicz, que atingiu nada menos que 100% de aprovação no portal americano de críticas Rotten Tomatoes, e “Monster”, a nova obra-prima de Kore-eda. Confira abaixo todos os lançamentos em detalhes. O JOGO DA INVOCAÇÃO O terror ambientado na histórica cidade de Salem, Massachusetts, tenta transformar jogos infantis como esconde-esconde e pega-pega em cenários de horror mortais. O enredo gira em torno de uma faca amaldiçoada, entalhada com ossos e inscrita com a frase “I Will Play, I Won’t Quit”, que possui vítimas e as obriga a participar de versões distorcidas de jogos infantis. A trama começa como uma noite de babysitting tranquila, mas rapidamente se transforma em uma luta contra um espírito vingativo do passado sombrio da cidade. O elenco reúne Natalia Dyer (“Stranger Things”), Asa Butterfield (“Sex Education”) e Benjamin Evan Ainsworth (“Pinóquio”) como irmãos presos na maldição. Ainsworth entrega uma performance impressionante como o primeiro personagem possuído pela faca demoníaca, enquanto Butterfield se destaca como o irmão mais velho, que se torna o novo recipiente do demônio e inicia um massacre em uma pequena reunião de adolescentes. Embora apresente uma ideia intrigante, o filme dos estreantes Eren Celeboglu e Ari Costa, tem uma execução superficial e pouco entusiasmo para explorar o potencial dos jogos em cenas de horror criativas. Os jogos em si são retratados de maneira simplista, e as cenas de morte são moderadas, evitando exibir muita violência. A produção é do estúdio AGBO dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). AS AVENTURAS DE POLIANA Continuação cinematográfica de duas novelas populares e longas do SBT, a produção apresenta um novo capítulo na vida de Poliana (Sophia Valverde) e seus amigos, após o término do ensino médio. A trama se concentra na jornada de Poliana, que almeja estudar no exterior, enfrentando a descrença de seu pai (Dalton Vigh), que questiona sua maturidade. Determinada a provar sua independência e capacidade, Poliana decide trabalhar no Maya Palace, um eco resort paradisíaco, sendo acompanhada por seu namorado João (Igor Jansen) e os amigos Kessya (Duda Pimenta) e Luigi (Enzo Krieger). Enquanto Poliana é favorecida devido à sua situação financeira, seus amigos enfrentam tarefas mais desafiadoras e perigosas. Contudo, a história se aprofunda quando os amigos descobrem que o resort, administrado por uma mulher corrupta, está envolvido em crimes ambientais que prejudicam a comunidade local. Oportunidade para o público reencontrar personagens queridos e embarcar em novas aventuras, o filme ainda apresenta temas como amizade, sonhos, questões ambientais, classes sociais e o contraste entre a corrupção e a inocência juvenil. O roteiro é de Iris Abravanel, autora da novela original, enquanto a direção é assinada por Cláudio Boeckel (“Gaby Estrella: O Filme”). PEDÁGIO Com apenas dois longas, a brasileira Carolina Markowicz já é uma diretora reconhecida no circuito internacional. Seu primeiro longa-metragem, “Carvão”, foi selecionado para festivais renomados como Toronto e San Sebastián, estabelecendo sua reputação como uma cineasta inovadora e corajosa, e “Pedágio” repetiu a dose, inclusive com direito a prêmio, o Tribute Award, no Festival de Toronto como talento emergente. A obra emerge como um poderoso drama repleto de angústia e embate familiar, centrado em Suellen, uma cobradora de pedágio na estrada de Cubatão, que busca fazer dinheiro para financiar a participação de seu filho, Tiquinho, em uma controversa terapia de “cura gay”. O elenco, liderado por Maeve Jinkings (“Os Outros”), traz uma performance notável, capturando a essência de uma mãe dilacerada pelo conflito entre o amor pelo filho e as pressões sociais. O novato Kauan Alvarenga (que trabalhou no curta “O Órfão”, da diretora), por outro lado, dá vida a Tiquinho com uma mistura de vulnerabilidade e força, representando a juventude LGBTQIAP+ que luta por aceitação e amor em uma sociedade hostil, dominada por dogmas religiosos. “Pedágio” se destaca também por sua abordagem técnica, com cenários que refletem a solidão dos personagens e uma trilha sonora que aprimora a experiência emocional do filme. O elenco ainda inclui Thomás Aquino (também de “Os Outros”), Aline Marta Maia (“Carvão”) e Isac Graça (da série portuguesa “Três Mulheres”). MONSTER Aclamado com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e vencedor do troféu de Melhor Roteiro no último Festival de Cannes, o novo drama do mestre japonês Hirokazu Kore-eda (“Assuntos de Família”) se desenrola em três partes distintas, iniciando com um incêndio em um prédio que serve como um marco temporal e simbólico para a trama. A primeira seção acompanha a vida de Saori (Sakura Ando), mãe solteira, e seu filho Minato (Soya Kurokawa). Eles compartilham um lar amoroso, porém caótico, revelando uma relação delicada onde Saori ainda sofre pela morte do marido e Minato exibe comportamentos preocupantes. As ações de Minato, incluindo uma confissão sobre o professor Michitoshi (Eita Nagayama), desencadeiam uma cadeia de mal-entendidos e conflitos com a escola. À medida que a história retorna ao incêndio, a perspectiva se altera para Michitoshi, oferecendo uma visão alternativa dos eventos e questionando as noções de culpa e intenção. O filme se torna ainda mais complexo com o terceiro foco em Yori (Hinata Hiiragi), colega de Minato, cuja realidade oscila entre ser um agressor, vítima ou uma figura mais enigmática. Ao longo do filme, observa-se que Minato luta para compreender e expressar seus sentimentos, que parecem estar relacionados à sua sexualidade emergente. A maneira como Kore-eda aborda este aspecto é característica de seu estilo: com empatia e uma perspectiva humana profunda, sem recorrer a estereótipos ou dramatização excessiva – o que lhe valeu a Palma Queer no Festival de Cannes. O sentido do título é multifacetado e simbólico, refletindo os vários mal-entendidos, julgamentos precipitados e percepções distorcidas que os personagens têm uns dos outros. Cada personagem, em algum momento, pode ser visto como um “monstro” aos olhos dos outros. Entretanto, não são necessariamente figuras aterrorizantes ou malévolas, mas pessoas comuns envolvidas em situações complicadas ou mal compreendidas. A história desafia o espectador a refletir sobre como julgamentos apressados podem levar a perceber os outros de maneira distorcida, oferecendo-se como uma lição de empatia. O ritmo meticuloso, seu tom sensível e a trilha sonora de Ryuichi Sakamoto (vencedor do Oscar por “O Último Imperador”), que faleceu em março, antes da première da produção, ampliam a experiência cinematográfica, construindo um ambiente que complementa a montanha-russa emocional retratada. O resultado é uma das melhores obras de um diretor conhecido por só fazer filmes bons. FOLHAS DE OUTONO O 20º longa-metragem do premiado diretor Aki Kaurismäki (“O Porto”) venceu o Prêmio do Júri do último Festival Cannes. Sua narrativa compassiva e despojada acompanha dois indivíduos solitários da classe trabalhadora em Helsinque, Holappa (Jussi Vatanen), um frequentador assíduo de um bar de karaokê, e Ansa (Alma Pöysti), uma funcionária de supermercado que vive sozinha. O cenário outonal pinta Helsinque com tons de cinza e uma atmosfera melancólica, onde os personagens navegam por suas existências marginais. Ela é demitida por pegar um bagel vencido no trabalho e ele enfrenta uma batalha constante com o alcoolismo. Apesar de viverem vidas desencorajadoras, uma noite em um bar de karaokê muda o curso de suas trajetórias, quando eles se encontram e vislumbram a possibilidade de um amanhã melhor. Mas, ao contrário das típicas comédias românticas americanas, não há um florescer imediato de romance. Em vez disso, Kaurismäki opta por explorar a gradual descoberta de uma centelha que pode despertar suas almas. Com uma duração concisa de 81 minutos, o filme contém momentos de humor característico de Kaurismäki, como a cena em que Ansa e Holappa assistem “Os Mortos Não Morrem” de Jim Jarmusch, oferecendo uma visão singular sobre a vida cotidiana, a resiliência humana e a busca por conexão – os principais temas da filmografia do mestre finlandês. A ESTRANHA COMÉDIA DA VIDA A comédia de Roberto Andò (“O Caravaggio Roubado”) mergulha no universo criativo e mental de Luigi Pirandello, um dos maiores dramaturgos italianos, que no filme é interpretado pelo veterano Toni Servillo (“A Grande Beleza”), numa atuação magistral de artista em crise. Distanciando-se do formato de biografia convencional, a trama entrelaça realidade e ficção, retratando um momento crucial na vida do autor. A narrativa acompanha uma viagem de Pirandello à Sicília em 1920 para um funeral, quando ele contrata dois coveiros (interpretados pelos comediantes Salvatore Ficarra e Valentino Picone), que sonham em ser atores. Esse encontro inesperado se torna o ponto de partida para a criação de “Seis Personagens à Procura de um Autor”, uma das peças mais emblemáticas do dramaturgo. Andò, também conhecido por seu trabalho como novelista e diretor teatral, demonstra habilidade ao ir do realismo para a comédia abstrata, usando a representação como uma ferramenta para análise e confronto com a loucura, via a capacidade dos artistas de fazer o implausível parecer possível. Seu reconhecimento foram 14 indicações ao prêmio David di Donatello (o Oscar italiano), das quais venceu quatro, incluindo Melhor Roteiro Original e Melhor Produção do ano. OS SEGREDOS DO UNIVERSO O sensível filme de estreia da diretora queer Aitch Alberto foca na amizade e evolução do relacionamento entre dois adolescentes mexicano-americanos, Aristotle “Ari” (interpretado pelo novato Max Pelayo) e Dante (o também novato Reese Gonzales), no início dos anos 1980 em El Paso, Texas. O filme explora o despertar sexual e emocional dos personagens de maneira delicada e criativa, evitando estereótipos comuns em narrativas similares. Ari é um personagem introspectivo, lutando para entender a si mesmo e ao mundo ao seu redor. Ele se depara com as rígidas normas de masculinidade no ambiente escolar e enfrenta um ambiente familiar tenso, marcado pelo silêncio do pai, Eugenio Derbez (“Acapulco”), e a preocupação contida da mãe, interpretada por Veronica Falcón (“Perry Mason”). Sua solidão é uma parte significativa de sua identidade inicial, especialmente em relação ao irmão que está na prisão, um assunto que é tabu em sua família. Dante, por outro lado, é mais extrovertido, curioso sobre o mundo e apaixonado por arte e literatura. Filho de pais amorosos e liberais, interpretados por Kevin Alejandro (“Lucifer”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”), possui uma visão de mundo mais aberta e é mais confortável com sua identidade. Ele introduz Ari à natação e compartilha com ele seu amor pela arte, música e literatura, ajudando a abrir o mundo do outro de maneiras novas e significativas. A química entre Pelayo e Gonzales é um ponto forte, com ambos os atores entregando performances carismáticas e convincentes em papéis complexos. Mas o filme também tem uma fase de separação geográfica, quando Dante se muda para Chicago e a história passa a ser contada através de cartas, oferecendo uma perspectiva introspectiva sobre os personagens. Embora aborde temas sérios, como a violência contra a comunidade LGBTQIA+, a obra se destaca por sua atmosfera de compaixão e expressão de emoções genuínas, identidade pessoal e sexual, e as complexidades da experiência adolescente. TRÊS TIGRES TRISTES Aproveitando-se do contexto da pandemia de Covid-19, a obra apresenta uma realidade alternativa onde uma nova cepa do vírus afeta diretamente a memória dos infectados. O roteiro satiriza as reações da sociedade brasileira à pandemia, com momentos que exploram o humor e o absurdo, como um influenciador fazendo vídeos sobre o vírus no TikTok. No centro da trama, estão três jovens: Isabella (Isabella Pereira), Pedro (Pedro Ribeiro) e Jonata (Jonata Vieira), que compartilham uma quitinete em São Paulo. Enquanto Isabella se...
Nicolas Cage é caçador obstinado em trailer de faroeste brutal
A Saban Films divulgou o trailer de “Butcher’s Crossing”, faroeste que traz Nicolas Cage como um caçador obcecado por búfalos. Ele não é o protagonista do filme, que acompanha um jovem idealista, que abandonou a universidade de Harvard para realizar o sonho de se juntar a uma caçada de búfalos, liderada pelo lendário caçador Miller, interpretado por Cage. Ao longo da caçada, Miller abate mais búfalos do que podem ser esfolados e se torna cada vez mais desequilibrado. Para o papel, Cage disse ter buscado inspiração na interpretação de Marlon Brando em “Apocalypse Now”. Ambição e Destruição Dirigido por Gabe Polsky em sua estreia em longas-metragens, o filme é uma adaptação do romance homônimo de 1960 de John Edward Williams. O elenco ainda destaca Fred Hechinger (da 1ª temporada de “The White Lotus”), além de Jeremy Bobb (“The Outsider”), Xander Berkeley (“The Walking Dead”), Rachel Keller (“Legion”) e Paul Raci (“O Som do Silêncio”). Segundo o diretor Gabe Polsky, o filme explora a natureza da ambição como uma força destrutiva ao longo da história americana. O resultado é uma jornada angustiante ao inferno, conforme a caçada se torna uma chacina e a brutalidade aflora entre os caçadores. O filme teve première mundial no Festival de Toronto, onde recebeu críticas favoráveis e uma aprovação de 72% no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 20 de outubro nos cinemas norte-americanos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Todo mundo sonha com Nicholas Cage em trailer de comédia surreal
O estúdio A24 divulgou o pôster e o trailer de “Dream Scenario”, comédia surreal estrelada por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Na prévia, ele é um professor comum de meia idade, sem nada especial, que acaba surgindo nos sonhos de milhares de pessoas. Do dia para noite, ele vira uma celebridade. Entretanto, a fama logo mostra seus efeitos negativos, quando os sonhos se transformam em pesadelos. Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli (“Energético”), o filme arrancou muitos elogios da imprensa ao ser exibido no Festival de Toronto, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com isso, tornou-se mais um queridinho da crítica produzido pelo A24, estúdio independente responsável pelo vencedor do Oscar “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “Midsommar”, entre outros títulos marcantes. A produção, por sinal, é de Ari Aster, o diretor de “Midsommar” e “Hereditário”. Além de Cage, o elenco inclui Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”), Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Dylan Baker (“Homem-Aranha 3”), Kate Berlant (“Uma Equipe Muito Especial”), Lily Bird (“Beau Tem Medo”) e Jessica Clement (“Pure”). A estreia está marcada para 10 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Tim Burton odiou aparição de Superman de seu filme descartado em “The Flash”
A aparição de Nicolas Cage como Superman no filme “The Flash” irritou o diretor Tim Burton, lembrando-o dos problemas que enfrentou no passado com a Warner Bros.. Burton deveria ter filmado “Superman Lives” com Cage nos anos 1990, logo após fazer dois “Batman” com Michael Keaton, mas o projeto acabou cancelado. Entretanto, a Warner se apropriou de imagens de testes do ator num dos trajes experimentados para o filme, para incluí-lo com ajuda de Inteligência Artificial em “The Flash”. “‘Superman Lives’ foi uma jornada desconhecida, e ainda não estava pronto”, disse o diretor em entrevista ao British Film Institute (BFI). “Eu direi isso: quando você trabalha tanto tempo em um projeto e ele não acontece, isso te afeta pelo resto da sua vida. Porque você se apaixona pelas coisas”, explicou. “É uma daquelas experiências que nunca te abandona, nem um pouco.” Bronca com Inteligência Artificial Ele reclamou especialmente da forma como a inclusão do personagem foi feita: “Isso [o uso dos personagens em ‘The Flash’] também envolve essa coisa de Inteligência Artificial, e é por isso que acho que encerrei com o estúdio. Eles podem pegar o que você fez, seja o Batman ou o que quer que seja, e se apropriar culturalmente disso, ou como você quiser chamar. Mesmo que você seja escravo da Disney ou da Warner Brothers, eles podem fazer o que quiserem. Então, nos meus últimos anos de vida, estou em uma revolta silenciosa contra tudo isso”. Recentemente, Burton também criticou recriações de IA de personagens em entrevista ao The Independent, dizendo que vê essa tendência como algo que “suga algo de você”. Nicolas Cage também comentou Nicolas Cage também se manifestou sobre o filme. “Bem, eu fiquei feliz por não ter piscado, porque foi bem rápido”, disse ao jornal USA Today. “Mas me senti muito realizado. Foi bom testemunhar minha versão desse personagem em particular, sabe? Finalmente vê-lo na tela… Foi satisfatório. Mas, como eu disse, foi muito rápido”. No entanto, a aparição de Cage foi bastante criticada por fãs devido ao uso extensivo de computação gráfica para recriá-lo na tela. O filme “The Flash” acabou se provando um fracasso de crítica e bilheteria.
Nicolas Cage dá surra em bandidos no trailer de “The Retirement Plan”
A Falling Foward Films divulgou pôster e o primeiro trailer da comédia de ação “The Retirement Plan” (“O Plano de Aposentadoria”, em tradução livre), estrelada por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Na prévia, Cage volta às origens em cenas de ação e mostra suas habilidades de luta enfrentando bandidos sem dó. A trama apresenta Ashley (Ashley Greene, de “Crepúsculo”) e sua filha, que se envolvem em um empreendimento criminoso que coloca suas vidas em risco. Ela então decide recorrer à única pessoa que pode ajudá-las – seu pai distante (Nicolas Cage), um ex-surfista aparentemente debilitado. O reencontro que seria emocionante acaba sendo bastante breve, pois logo são perseguidos pelo chefe da quadrilha e seu tenente. Por outro lado, os bandidos acabam apanhando mais do que esperavam, já que Matt não é o personagem preguiçoso que aparenta ser. Cage de volta a ação “Sou extremamente grato a Nic e ao resto do elenco, e poder assistir a este filme nos cinemas é a realização de um sonho de infância”, declarou o diretor Tim Brown (“A Criatura Sombria”). . “Este filme está destinado a ser mais um clássico de ação e comédia de Nic Cage”, acrescentou Scott Kennedy, presidente da Falling Forward Films. “Somos grandes defensores da experiência cinematográfica e não há nada melhor do que o público poder vivenciar as risadas e as emoções de ‘The Retirement Plan’ na telona”. O elenco ainda conta com Thalia Campbell (“Cachorrinhos do Outro Mundo”), Jackie Earle Haley (“Alita: Anjo de Combate”), Ron Perlman (“Transformers: O Despertar das Feras”), Joel David Moore (“Avatar: O Caminho da Água”), Grace Byers (“Harlem”) e Ernie Hudson (“Ghostbusters – Mais Além”). “The Retirement Plan” chega aos cinemas dos Estados Unidos a partir de 25 de agosto, ainda sem estreia confirmada no Brasil.
Nicolas Cage é o diabo no trailer de “Sympathy For The Devil”
A Image Entertainment divulgou pôster e trailer do novo thriller psicológico “Sympathy For The Devil”, estrelado por Nicolas Cage (“Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe”) como o próprio diabo. Dirigido pelo cineasta israelence Yuval Adler (“Agente Infiltrada”), o elenco também conta com Joel Kinnaman (“O Esquadrão Suicída”). A história gira em torno de Dave, um motorista (Joel Kinnaman), que se vê obrigado a conduzir um homem misterioso, vivido por Nicolas Cage. Conforme a viagem avança, fica evidente que algo está errado com esse passageiro sarcástico e apavorante. A prévia eletrizante mostra a aventura como um jogo de gato e rato. No decorrer das cenas, o personagem endiabrado de Cage atormenta Kinnaman, conforme o longa combina suspense com alívios cômicos e ação de alto risco. O produtor do longa, Allan Ungar (“Bandido”), elogiou a atuação da dupla protagonista. “Este é um passeio de elite com dois atores incríveis”, apontou. “Como um cineasta aclamado, Yuval reuniu o elenco perfeito e trouxe uma visão única e intensa para este filme que certamente irá cativar o público”. “Sympathy For The Devil” tem roteiro do estreante Luke Paradise e será lançado diretamente em formato VOD (vídeo sob demanda) no dia 28 de julho nos EUA.
Diretor revela aparição do Superman de Nicolas Cage em “The Flash”
O aguardado “The Flash” tem provocado os fãs da DC Comics desde a divulgação das primeiras escalações do elenco. O longa dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) promete trazer diversas referências ao mundo dos quadrinhos, além de participações surpreendentes de atores como Ben Affleck (“Air: A História por trás do Logo”) e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) de volta ao papel de Batman. Por outro lado, as surpresas não param por aí. Durante entrevista à revista Esquire do Oriente Médio, o diretor revelou mais uma participação especial. De forma inesperada, o ator Nicolas Cage (“Renfield: Dando o Sangue Pelo Chefe”) teve sua presença confirmada no longa, onde vai finalmente assumir a capa do Superman. “Nic foi absolutamente maravilhoso”, disse Muschietti. “Ele é um grande fã do Superman. Um fanático por quadrinhos”. “Embora o papel fosse uma participação especial, ele mergulhou nele… Sonhei toda a minha vida trabalhar com ele. Espero poder trabalhar com ele novamente em breve”, declarou Muschietti. Há exatos 25 anos, Cage foi escalado para interpretar o Superman em uma versão do herói dirigida por Tim Burton (“Wandinha”). Intitulado “Superman Lives”, o projeto seria rodado em 1997, com o roteiro de Kevin Smith (“Tusk: A Transformação”). Com vários empecilhos, incluindo a falta de sincronia entre as ideias de Smith com o produtor Jon Peters (“Superman – O Retorno”), o projeto acabou nunca vendo a luz do dia. Fã de carteirinha do personagem, Cage até nomeou seu filho Kal-El, em homenagem ao nome do herói em seu planeta natal, Krypton. Agora, o ator poderá ser visto no uniforme que vestiu anos atrás durante a pré-produção do filme nunca realizado. Mesmo que seja uma participação pequena na trama de “The Flash”. Recentemente, Cage comentou sobre o papel em entrevista à revista Variety, afirmando que sua versão do herói seria “mais um Superman dos anos 1980 com cabelos compridos pretos de samurai”. “Eu pensei que seria um Superman realmente diferente, meio emo, mas nunca chegamos lá”, comentou sobre o antigo projeto. A trama de “The Flash” adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). Na história, o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.
Iron Maiden e Slipknot entram no game de terror “Dead By Daylight”
As bandas Iron Maiden e Slipknot entraram no aclamado game de horror e sobrevivência “Dead By Daylight”. A Behaviour Interactive, responsável pelo desenvolvimento do jogo, divulgou uma série de atualizações e novas funcionalidades, que incluem trajes inspirados nas duas bandas icônicas do rock. Na atualização, a empresa destacou: “Honre os legados de Iron Maiden e Slipknot com duas novas coleções que homenageiam estas prolíficas bandas de metal. A Coleção Iron Maiden apresenta trajes inspirados em Eddie, o icônico mascote da banda, enquanto a Coleção Slipknot disponibiliza 9 máscaras que replicam as usadas pelos integrantes do grupo.” Além disso, o ator Nicholas Cage também se juntará ao jogo como um personagem jogável, marcando sua entrada em um dos títulos de terror mais aclamados. “Dead by Daylight”, para quem não está familiarizado, é um jogo de ação e terror onde um jogador encarna um assassino brutal e outros quatro se esforçam para sobreviver. Mais detalhes sobre a chegada de Cage serão revelados em 5 de julho, mas já foi divulgado um trailer, oferecendo uma prévia de como o ator será representado no jogo. Veja abaixo.
Nicolas Cage vai viver surfista em filme de suspense
O ator Nicolas Cage (“The Old Way”) vai estrelar o suspense “The Surfer”, em que viverá um surfista veterano. A trama é centrada em um homem que volta para sua cidade natal à beira-mar na Austrália muitos anos depois de construir uma vida nos Estados Unidos. Ao chegar, ele é humilhado na frente de seu filho adolescente por uma gangue local de surfistas que reivindicam total controle sobre a praia isolada de sua infância. Ferido, o surfista decide permanecer na praia, declarando guerra àqueles que controlam a baía. Mas à medida que o conflito se intensifica as coisas saem do controle, ele chega ao limite de sua sanidade. O longa é dirigido por Lorcan Finnegan (do terror “Vivarium”) e escrito por Thomas Martin (da série “Tin Star”). A produção está sendo realizada pela empresa australiana Arenamedia e pela Tea Shop Productions, ao lado de Nathan Klingher (“Caçador de Tormentas”). A empresa Mossbank está apresentando o filme aos compradores do mercado de Cannes. O filme mais recente da companhia, “Black Flies”, está estreando mundialmente em Cannes e é estrelado por Sean Penn (“O Franco-Atirador) e Tye Sheridan (“Jogador Nº 1”). As filmagens devem iniciar em setembro, na Austrália, mas “The Surfer” ainda não possui previsão de estreia.
Nicolas Cage retorna para continuação de “O Senhor das Armas”
Nicolas Cage estará retornando ao mundo do tráfico de armas apresentado no filme “O Senhor das Armas”, thriller lançado em 2005. O ator irá reprisar seu papel como o traficante de armas Yuri Orlov na sequência, e descobrirá que tem um filho, Anton, interpretado por Bill Skarsgård (“It – A Coisa”) – e que ele está seguindo seus passos no crime. Ambos os atores atuarão como produtores executivos no novo longa, que também voltará a ser dirigido por Andrew Niccol. Em comunicado, o diretor prometeu explorar mais os personagens do primeiro filme. “Platão disse muito bem – ‘apenas os mortos viram o fim da guerra'”, comentou. “Estou ansioso para passar mais tempo na companhia do charmoso diabo que é Yuri Orlov e agora seu filho ilegítimo – que acaba não sendo legítimo de forma alguma”. A história irá explorar uma rivalidade intergeracional entre pai e filho, com Anton reunindo um exército mercenário para lutar contra os conflitos do Oriente Médio, desencadeando uma rixa com seu pai. “No mundo do ‘O Senhor das Armas’ não falta munição para possibilidades de histórias que podemos contar, e estamos muito animados para contar mais uma que segue a perigosa jornada de Yuri e Anton”, disse o produtor Philippe Rousselet, que também atuou na produção do longa original. As filmagens devem começar em outubro deste ano, comandadas pelas Vendôme Pictures e a Saturn Films, empresa de Cage. Ainda não há previsão de estreia para a sequência.
Nicolas Cage assume que fez filmes “péssimos” para pagar dívidas
O ator Nicolas Cage se abriu sobre a necessidade de fazer “filmes péssimos” para pagar uma dívida de US$ 6 milhões após crise no mercado imobiliário. Em entrevista ao programa “60 Minutes”, ele disse que foi um período sombrio de sua vida, mas os papéis em filmes de baixo orçamento o ajudaram a saldar a quantidade devida. “Eu estava investindo demais em imóveis. O mercado imobiliário caiu e não consegui sair a tempo. Mas paguei tudo de volta, cerca de US$ 6 milhões. Nunca pedi falência”, disse Cage. Em 2008, os Estados Unidos passaram por uma crise no mercado imobiliário, com o aumento da inadimplência e temor de calotes após anos de incentivos à compra de imóveis. “O trabalho sempre foi meu anjo da guarda. Pode não ter sido o mais excelente, mas ainda assim era trabalho. Mesmo que o filme seja péssimo, eles sabem que não estou ligando para isso”, acrescentou o ator. Esta não é a primeira vez que Cage fala sobre suas dificuldades financeiras e que, ainda assim, ele não declarou falência. “Quando eu estava fazendo quatro filmes por ano, consecutivos, ainda tinha que encontrar algo neles [filmes] para poder dar tudo de mim”, disse à GQ em 2022. “Alguns eram ótimos, como ‘Mandy’, mas alguns deles não funcionavam. Mas nunca liguei”.
Nicolas Cage é Drácula em novo trailer de “Renfield”
A Universal divulgou um novo trailer de “Renfield”, comédia de terror que ganhou um subtítulo longo em português, “Dando o Sangue pelo Chefe”. A prévia acompanha o dilema do personagem-título, interpretado por Nicholas Hoult (“O Menu”), um sujeito preso numa relação de trabalho abusiva com seu chefe, que é ninguém menos que o Conde Drácula – vivido por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Na trama, Renfield é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas depois de séculos de servidão, ele quer descobrir se existe vida para além da sombra do Príncipe das Trevas. Porém, para isso, ele precisará dar fim à sua dependência do chefe. Embora nunca tenha ganhado um filme próprio até então, Renfield marcou época no cinema, graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula”, originando algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Nesse novo filme, o personagem é uma espécie de super-herói que ganha força ao comer insetos e se mostra um exímio lutador de artes marciais. O elenco ainda conta com Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Ben Schwartz (“Sonic: O Filme”) e Adrian Martinez (“Golpe Duplo”). “Renfield” teve como ponto de partida uma história original de Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, que foi roteirizada por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. Já a direção é de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”). O filme estreia em 27 de abril no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
“Homem-Aranha Noir” vai virar série live-action na Amazon
A Sony está desenvolvendo uma série live-action baseada nas histórias em quadrinhos do “Homem-Aranha Noir” para a plataforma Prime Video, da Amazon. De acordo com o site Deadline, a atração será escrita e produzida pelo roteirista Oren Uziel (“Cidade Perdida”). A série ainda sem título vai mostrar o super-herói atuando em Nova York na década de 1930, durante a era da Grande Depressão. O personagem do “Homem-Aranha Noir” foi visto na série animada “Ultimate Spider-Man”, dublado pelo ator Milo Ventimiglia (“This Is Us”), e, mais recentemente, na animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018), em que ganhou a voz de Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). A produção está a cargo dos cineastas Phil Lord e Christopher Miller e pela executiva Amy Pascal, que também atuaram como produtores em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Ainda não há previsão de estreia.











