Teaser da 3ª temporada de Better Call Saul traz protagonista sendo fichado
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Better Call Saul”, que traz o protagonista sendo fichado. A série é um spin-off de “Breaking Bad” centrada no advogado picareta Saul Goodman, vivido por Bob Odenkirk. A série revela como ele adotou sua famosa persona, após tentar advogar com seu verdadeiro nome, Jimmy McGill. Desenvolvida por Vince Gilligan, o criador de “Breaking Bad”, e Peter Gold, autor do roteiro que introduziu o personagem Saul Goodman, a atração também resgata o capanga Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), igualmente introduzido em “Breaking Bad”. A 3ª temporada começará a ser exibida em abril. No Brasil, “Better Call Saul” é disponibilizada pelo serviço de streaming Netflix.
Ilustrações do brasileiro Butcher Billy entram na produção de Black Mirror
O ilustrador curitibano Billy Mariano da Luz, mais conhecido como Butcher Billy, foi contratado para ter seu trabalho exposto na 4ª temporada da série “Black Mirror”. O convite partiu do próprio roteirista-produtor Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”, depois que o ilustrador divulgou, no começo de dezembro, uma série de desenhos inspirados nas três primeiras temporadas da atração. Veja acima. Brooker elogiou as artes de Billy e ainda disse que gostaria de encomendar a versão impressa delas. Após uma troca de mensagens, surgiu o convite para que a arte de Billy fosse incorporada na próxima temporada da atração. Além disso, Billy também terá seus desenhos estampados nas capas das trilhas sonoras de dois episódios de “Black Mirror” que serão lançadas em vinyl no primeiro semestre de 2017. Ele publicou um detalhe do contrato em seu Facebook. Confira abaixo.
Game of Thrones, Westworld e Stranger Things vão disputar prêmio dos Produtores dos EUA
O sindicato dos Produtores dos EUA divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual, os PGA Awards, nas categorias televisivas. E, como esperado, a lista é dominada por atrações da Netflix, HBO e FX. Mas enquanto a Netflix domina a disputa por Melhor Série de Drama, não emplacou nenhuma comédia na seleção. O vencedor do ano passado em comédia, “Transparent”, não foi selecionado, mas “Game of Thrones” é favorito para bisar sua vitória em drama. Por sinal, chama atenção a quantidade de produções de sci-fi e fantasia na disputa: duas em minisséries/telefilmes (“Black Mirror” e “Sherlock”) e três em drama (“Game of Thrones”, “Stranger Things” e “Westworld”. As indicações de cinema serão divulgadas em 12 de janeiro. Como o PGA tem um dos principais grupos de votantes da Academia, cerca de 6 mil produtores do cinema e TV, o prêmio funciona como um termômetro do Oscar. A cerimônia de premiação acontece no dia 28 de janeiro. Confira abaixo a lista dos indicados. Indicados ao PGA Awards 2017: Televisão Melhor Minissérie ou Telefilme Black Mirror The Night Manager The Night Of The People v O.J. Simpson: American Crime Story Sherlock: The Abominable Bride Melhor Série de Drama Better Call Saul Game of Thrones House of Cards Stranger Things Westworld Melhor Série de Comédia Atlanta Black-ish Modern Family Silicon Valley Veep Melhor Série Não-ficcional 30 for 30 60 minutos Hamilton’s America Making a Murderer Melhor Reality de Competição The Amazing Race America Ninja Warrior Lip Sync Battle Top Chef The Voice Melhor Programa de Entretenimento ou Talk Show Full Frontal with Samantha Bee Last Week Tonight with John Oliver Real Time with Bill Masher Saturday Night Live Melhor Programa Infantil Garota Conhece o Mundo (Girl Meets World) Octonauts School of Rock Vila Sésamo (Sesame Street) Bob Esponja Calça Quadrada (SpongeBob SquarePants) Melhor Série Digital 30 for 30 Shorts Comedians in Cars Getting Coffee Epic Rap Battles of History Marvel’s Agents of SHIELD: Academy National Endowment for the Arts: United States of Arts
Netflix já é o “canal” que mais produz séries originais nos EUA
Em apenas quatro anos, a plataforma de streaming Netflix se tornou na maior produtora de séries originais dos EUA. A experiência que começou com “House of Cards” e “Orange Is the New Black” em 2013 evoluiu para um formato de negócios bem-sucedido, que fechou 2016 com 43 séries exibidas, quase 10% de toda a produção americana no ano passado (455). Nenhum outro “canal” produz tantas séries, como comprova um ranking elaborado pela revista The Hollywood Reporter. A diferença da Netflix para o 2º lugar são 11 séries. Trata-se das redes CBS e ABC, que exibem 32 séries cada na TV aberta americana. A vantagem da Netflix é ainda maior quando comparada com suas rivais diretas, que tentam conquistar o público de streaming: a HBO produziu 15 séries, enquanto a Amazon, 14, e a Hulu, 12. A vantagem da Netflix se estabeleceu após o anúncio do chefe da empresa, Ted Sarandos, de que pretendia lançar “cerca de 20 programas” por ano. A declaração foi feita durante uma feira internacional de televisão da Natpe (Associação Nacional de Executivos de Programas de Televisão), em 2015. Em novo evento, realizado em Nova York no mês passado, Sarandos fez novo anúncio, revelando que irá investir US$ 6 bilhões (R$ 19 bilhões) na produção de conteúdo original em 2017. Entre as novas apostas da Netflix para este ano estão “Desventuras em Série”, com Neil Patrick Harris, “Santa Clarita Diet”, com Drew Barrymore, “Punho de Ferro” e “Os Defensores”, da Marvel, e “Dear White People”, adaptação do filme homônimo com Tyler James Williams. Confira abaixa quais são os “canais” que mais produzem séries nos EUA: 1. Netflix: 43 2. CBS e ABC: 32 4. Fox: 25 5. NBC: 23 6. The CW: 16 7. HBO: 15 8. Amazon: 14 9. Syfy: 14 10. Adult Swin e PBS: 13 12. Hulu: 12 13. FX: 11 14. BBC America e Comedy Central: 10
Drew Barrymore vira zumbi em imagens de Santa Clarita Diet, nova série da Netflix
A Netflix divulgou os dois primeiros pôsteres e novas fotos de “Santa Clarita Diet”, série de humor negro protagonizada por Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) e Timothy Olyphant (série “Justified”). Uma das imagens, que mostra Barrymore coberta de sangue, confirma o rumor relacionado à trama da produção, que não foi muito bem explicada pelos releases do serviço de streaming. Trata-se, na verdade, de uma comédia zumbi. A descrição oficial da trama é genérica. A sinopse afirma que “a série conta a história de Sheila (Barrymore) e Joel (Olyphant), um casal de corretores de imóveis que reside em Santa Clarita, um local no subúrbio de Los Angeles com sua filha adolescente Abby (Liv Hewson), até que Sheila decide adotar uma mudança drástica, que levará suas vidas a um caminho de morte e destruição… mas de um jeito bom”. Esta tal mudança drástica virou um boato forte na internet, que a própria Barrymore acabou confirmando nesta semana, numa entrevista com o jornal USA Today. Ela irá mesmo se transformar em zumbi. Assim como parte da população de Santa Clarita, ela terá que lutar contra o desejo de se alimentar de carne humana, e contará com a ajuda do marido. Uma coisa sempre esteve clarita desde o começo: é uma comédia. O criador é Victor Fresco (série “Better Off Ted”) e a estreia está marcada para 3 de fevereiro.
Retrospectiva: As 5 melhores séries brasileiras de 2016
O Brasil ainda engatinha na produção de séries, como demonstra a dificuldade de formar uma seleção de melhores do gênero. Isto se deve à tradição das novelas e dos programas humorísticos, que por muitas décadas foram considerados os programas nobres da TV brasileira. A lei da TV Paga, que incentiva a produção independente, trouxe mais quantidade, mas não necessariamente qualidade, pois muitas atrações que se dizem séries ainda se parecem com novelas ou humorísticos. Neste cenário, o acabamento profissional da Globo faz a diferença – veja-se o predomínio de suas produções na lista. Neste ano, a emissora até arriscou uma narrativa menos linear, com resultado bastante positivo: “Justiça”. Mas houve duas atrações ainda mais ousadas. “3%” superou as limitações do baixíssimo orçamento para virar a primeira sci-fi brasileira a obter repercussão internacional. E #MeChamaDeBruna arriscou tratar de sexo de forma crua, direta e dramaticamente provocante. Pena que, escondida no pacote premium da Fox, Maria Bopp não tenha causado tanto quanto Bruna Marquezine.
Retrospectiva: As 10 melhores minisséries e antologias de 2016
O canal pago americano FX aperfeiçoou um novo modelo de séries de antologia, que narra uma história completa ao longo de uma temporada, feito uma minissérie, e os prêmios de “The People v. O.J. Simpson – American Crime Story” comprovam como essa variação foi bem aceita. Por outro lado, uma das produções mais comentadas do ano foi uma antologia clássica: “Black Mirror”, que apresenta uma história diferente por episódio – e uma melhor que a outra. Desde “Além da Imaginação” (Twilight Zone) nos anos 1950, não se via uma série sci-fi traduzir tão perfeitamente a paranoia dos dias modernos. Produção inglesa, “Black Mirror” também remete à qualidade das séries limitadas britânicas. Não por acaso, a melhor minissérie do ano vem do Reino Unido: o suspense “The Night Manager”.
Riverdale, a série da Turma do Archie, chegará no Brasil em janeiro pela Netflix
A série “Riverdale”, baseada nos quadrinhos da Archie Comics, será disponibilizada no Brasil pela Netflix. Assim, os episódios da série devem chegar ao serviço de streaming um dia após sua exibição original nos EUA, repetindo o que já acontece com “Scream” e “Shadowhunters”, produções televisivas americanas distribuídas pela Netflix em todo o mundo. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. As prévias já divulgadas, por sinal, evocam um clima de mistério criminal adolescente, que parece mais “Pretty Little Liars” que a famosa série animada dos Archies nos anos 1960. O título da atração se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.
Netflix lança teaser de possível continuação de Gilmore Girls
Com a repercussão do final do revival de “Gilmore Girls” ainda rendendo discussões entre os fãs da série, a Netflix foi ao Twitter jogar lenha na fogueira de quem espera por uma continuação, após a frase final da história. A plataforma de streaming postou uma foto que faz um flashforward na trama, mostrando um cartaz de uma feira de ciências do Ensino Fundamental, em que, supostamente, o filho de Rory (Alexis Bledel) estaria procurando por seu pai, que pode ser Logan (Matt Czuchry), Paul (Jack Carpenter) ou “um cara vestido de wookie”. Será que vem nova temporada por aí? Veja abaixo o teaser. Where's an eighth grade science fair when you need one? #GilmoreGirls pic.twitter.com/6qYnjbn32q — Netflix US (@netflix) December 28, 2016
Lei cria imposto sobre serviços de streaming como Netflix e Spotify no Brasil
O presidente Michel Temer sancionou, com vetos, a Lei Complementar 157/2016, que reforma o Imposto sobre Serviços (ISS) de qualquer natureza. O texto, publicado na edição desta sexta-feira (30/12) do Diário Oficial da União, fixa em 2% a alíquota mínima do imposto e amplia a lista de serviços alcançados pelo tributo. Com a reforma, todos os serviços de streaming de áudio e vídeo, como Netflix e Spotify, passarão a pagar o ISS, o que deve impactar no valor das mensalidades cobradas. Pela nova lei, a “disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet” passará a ter incidência de ISS. Estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) estima que as novas regras podem garantir uma arrecadação extra de R$ 6 bilhões aos municípios.
Lily Collins aparece nas primeiras fotos do filme de monstros do diretor de Expresso do Amanhã
A atriz Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) aparece de cabelos vermelhos numa das primeiras imagens divulgadas de “Okja”, o novo filme de monstros do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco contará com Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”), além da dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”, primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming Netflix.
Netflix vai relançar as séries da Marvel com nova tecnologia
A Netflix vai relançar as séries da Marvel com uma nova tecnologia, que irá torná-las mais nítidas e realçar suas cores. A plataforma vai aplicar um processo chamado HDR (High Dynamic Range) para tratar as imagens das séries, e disponibilizou um vídeo legendado explicando a inovação. “Demolidor” será a primeira atração a passar por esse tratamento, seguida por “Jessica Jones” e “Luke Cage”. Todas terão relançamento no serviço de streaming com imagens mais vívidas. Já “Punho de Ferro”, prevista para março, será a primeira a estrear com a aplicação da nova tecnologia. Confira o vídeo abaixo para verificar a diferença.
2ª temporada de The Crown focará a infância do Príncipe Charles
Após se focar na juventude da Rainha Elizabeth, a série “The Crown” vai destacar a infância do Príncipe Charles em sua 2ª temporada. A novidade foi adiantada pelo criador da série Peter Morgan (roteirista de “A Rainha”) em entrevista à revista People. “Nós vamos começar a focar no Charles como um pequeno garoto e sua educação e em Philip e sua história”, ele disse, referindo-se também ao marido de Elizabeth, que aparecerá em vários flashbacks de sua própria juventude. De acordo com a revista People, a Princesa Diana também terá destaque na série, mas apenas a partir do final da 3ª temporada. Outra mudança no horizonte é que, ao final da 2ª temporada, a maior parte do elenco será trocada, já que a trama avançará mais rapidamente no tempo. A 2ª temporada de “The Crown” tem estreia prevista para o final de 2017.











