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    Mudbound: Trailer de drama épico revela aposta da Netflix no Oscar 2018

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer, o pôster e oito fotos de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, cuja extensão a prévia apenas alude. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto e está programado para os festivais de Londres e Nova York em outubro, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.

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  • Série

    Netflix fará série sobre a enfermeira de Um Estranho no Ninho, estrelada por Sarah Paulson

    6 de setembro de 2017 /

    A Netflix adquiriu os direitos de produção e distribuição da próxima série de Ryan Murphy, que será protagonizada por ninguém menos que a musa do produtor, Sarah Paulson (série “American Horror Story”). Intitulada “Ratched”, a atração será um prólogo do filme clássico “Um Estranho no Ninho” (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975), centrado na enfermeira Mildred Ratched. O projeto gerou grande disputa entre canais e plataformas de streaming. Por isso, para garantir a produção, a Netflix precisou contratar duas temporadas iniciais. O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, será um dos produtores executivos da série ao lado de Murphy. Mas a criação do projeto partiu de um roteirista inexperiente, Evan Romansky, que escreveu o roteiro do piloto e ofereceu no mercado. O texto acabou caindo nas mãos de Murphy, que organizou um “pacote de talentos” e foi ao mercado, gerando um frenesi entre os interessados. A história da série vai se iniciar em 1947, acompanhando a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”, conforme visto no filme de 1975. A trama vai revelar a progressão de seus assassinatos, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. No cinema, a enfermeira Ratched foi vivida por Louise Fletcher, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel. “Um Estranho no Ninho” também venceu os Oscars de Melhor Filme, Direção (Milos Forman), Ator (Jack Nicholson) e Roteiro Adaptado (Lawrence Hauben e Bo Goldman). E, apesar de ter estreado há 42 anos, continua a ser lembrado até hoje e a influenciar a cultura pop, como prova a música “Nurse Ratched”, da banda indie Cherry Glazerr, single de um disco lançado em janeiro. “Hatched” será a primeira série produzida por Ryan Murphy para uma plataforma de streaming. E reforça a propensão da Netflix para atrair os principais produtores da TV atual. Recentemente, a empresa fechou um contrato com Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e lançou uma série de Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”). O detalhe é que a produção de Lorre, “Disjointed” foi considerada a pior série de 2017.

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  • Série

    Fotos do Justiceiro revelam uniforme caveiroso do anti-herói e seu passado militar

    6 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou duas fotos da série do “Justiceiro”. Ambas trazem o ator Jon Bernthal no papel de Frank Castle, que ele incorporou na 2ª temporada de “Demolidor”. Numa imagem, ele aparece com o uniforme do Justiceiro, que inclui seu colete à prova de balas em forma de caveira, enquanto a segunda foto (via revista Empire) destaca outro tipo de uniforme: militar. Esta imagem pertence a uma cena de flashback sobre os dias em que Castle serviu na Marinha americana. Na versão original dos quadrinhos, ele era um marine (fuzileiro naval) veterano da Guerra do Vietnã. Mas a história deve ser atualizada para refletir a idade de seu intérprete, tornando-o integrante dos Navy Seal durante um dos conflitos recentes dos Estados Unidos no Oriente Médio. Seu treinamento militar é o que o torna tão letal. Além de Jon Bernthal, a série contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como os primeiros teasers deixaram claro.

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  • Filme

    Academia pode mudar regras para incluir ou vetar filmes da Netflix e Amazon no Oscar

    6 de setembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pela premiação do Oscar, pode mudar suas regras para favorecer ou vetar produções de plataformas de streaming como Netflix e Amazon. A revelação foi feita pelo novo Presidente da instituição, o diretor de fotografia John Bailey, que foi eleito em agosto e comandará a cerimônia do Oscar 2018. “A nossa realidade é que a Netflix e a Amazon se tornaram os estúdios que têm a coragem de fazer os filmes que ninguém mais faz”, disse Bailey, em entrevista contundente ao site IndieWire, durante o Festival de Telluride, no Colorado. “Eles pagam alto para ter grandes cineastas, mas não estão investidos no negócio dos cinemas físicos”. Bailey citou o documentário “Wormwood”, exibido no festival, como exemplo. “Se a Netflix não conseguir um lançamento, mesmo que limitado, nos cinemas, ele não será elegível para o Oscar. Por quê? É um filme extraordinário”, apontou, mesmo diante do fato de a produção ter sido concebida como uma minissérie de quatro capítulos, embora tenha sido projetada como um filme de cerca de quatro horas em Telluride. “Regras mudam todos os anos. Ainda não houve uma conversa profunda sobre isso dentro da Academia. Tudo foi feito com finalidades distintas para resolver situações individuais. Esta é uma das prioridades da nossa lista, algo com o qual nós temos que nos engajar para encontrar uma definição. Como a Academia poderá tomar a frente e lidar com a realidade do streaming?”, ponderou. Para resolver a questão, Bailey convocou o produtor Albert Berger para criar um grupo de profissionais da indústria que terão a missão de definir novas regras para a Academia. “Temos que redefinir o que se qualifica para um Oscar. Como definimos o que a Academia pode considerar elegível? Mais do que isso, o que define e o que pode ser definido como um filme, hoje em dia?”, questionou. Em suma, um filme precisa ser exibido numa sala de cinema para ser considerado filme? Se assim for, deve-se assumir que o ambiente de exibição é mais importante que as próprias imagens exibidas? “Vamos abordar tudo isso”, ele garante, diante dos exemplos. A discussão, de fato, já está atrasada diante da tecnologia atual e avança, via Oscar, na direção oposta da sinalizada pelo Festival de Cannes, que após protestos dos exibidores cinematográficos da França, diante da inclusão de dois filmes da Netflix em sua edição de 2017, mudou as regras para proibir que filmes lançados em streaming disputem a Palma de Ouro a partir do ano que vem. A 90º cerimônia de premiação da Academia americana será realizada no dia 4 de março. O anúncio oficial dos indicados está marcado para 23 de janeiro.

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  • Série

    Pedro Pascal pode ter encerrado sua participação na série Narcos

    6 de setembro de 2017 /

    A 3ª temporada de “Narcos” pode ter encerrado a participação de Pedro Pascal na série. O final do novo arco ficou marcado pelo desencanto de seu personagem, o agente Javier Peña, que inclusive teve participação maior na trama da Netflix do que no combate real ao Cartel de Cali. Como a 4ª temporada, já garantida, vai se passar no México, onde o verdadeiro Peña não atuou, os produtores podem surpreender e tirar o último protagonista da série, após as saídas de Wagner Moura (Pablo Escobar) e Boyd Holbrook (agente Steve Murphy) na 2ª temporada. Em sua última aparição em cena, o próprio personagem diz ter chegado ao seu limite, após toda a sujeira que descobriu em sua luta contra os traficantes de Cali. “Eu não concluiria [que Peña volta]”, contou o showrunner Eric Newman em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter. “Acho que podemos fazer alguma coisa muito interessante que vai surpreender as pessoas. Acho que vocês podem acreditar que aquelas são as últimas palavras dele.” “Contamos a história de Peña de forma efetiva”, prosseguiu. “Não acho que seja um final particularmente feliz para ele. Mas há uma certa aceitação na futilidade de tudo isso… Perceber que está jogando um jogo viciado sem que ninguém mais proteste é definitivamente uma derrota para ele, e só o que lhe resta é dizer ‘não consigo continuar funcionando assim’… Ele foi colocado em posições em que precisou fazer coisas terríveis e certamente sai dessas experiências bastante destruído.” Em relação aos fatos reais, Peña teve menos envolvimento com a perseguição ao Cartel de Cali que a série mostrou, e nenhuma participação no combate ao tráfico no México, que deve ser mostrado no próximo ano. Mas Newman não confirma nem desmente a ideia de um reboot da série, com um elenco completamente diferente na 4ª temporada. “É algo que está na mesa”, ele disse, sem confirmar.

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    Suburra: Primeira série italiana da Netflix ganha imagens e trailer legendado repleto de ação

    5 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, 25 fotos e o trailer legendado de “Suburra”, sua primeira série original italiana. A prévia é repleta de ação, mostrando uma aliança no submundo do crime. Na trama, um projeto quer transformar o cais de Roma numa área de cassinos e o território passa a ser disputado entre empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. No meio desse jogo de interesses, três jovens de diferentes grupos formam uma aliança contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e está à frente de “Soldado”, a continuação de “Sicario” (2015), que marcará sua estreia em Hollywood. Apesar desta relação, a série vai se passar vários anos antes dos eventos vistos no filme, funcionando como um prólogo. Os episódios de “Suburra” foram dirigidos por Michele Placido (“Atirador de Elite”), Andrea Molaioli (“La Ragazza del Lago”) e Giuseppe Capotondi (“A Hora Dupla”), e o elenco conta com Filippo Nigro (“A Janela da Frente”), Francesco Acquaroli (“Pasolini”), Adamo Dionisi (do filme “Suburra”), Alessandro Borghi (também do filme “Suburra”), Eduardo Valdarnini (também de “Pasolini”), Emmanuele Aita (“Le Redoutable”) e Claudia Gerini (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), entre outros. Os dois primeiros episódios foram exibidos no Festival de Veneza e a estreia está marcada para o dia 6 de outubro.

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    Emanuelle Araújo vai estrelar nova série brasileira da Netflix

    4 de setembro de 2017 /

    A Netflix anunciou nesta segunda-feira (4/9) o início das gravações de sua nova série brasileira: “Samantha!”, uma comédia de sete capítulos idealizada e produzida no país. Criado por Felipe Braga, o projeto foi revelado em fevereiro, mas só agora confirma Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”) no papel-título. Na trama, Samantha é uma decadente ex-celebridade mirim dos anos 1980, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol, volta para casa após uma longa estadia na prisão. Os dois serão pais de Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves), e, no decorrer da trama, a família irá receber alguns “convidados especiais”, segundo o comunicado da Netflix. A sinopse lembra ligeiramente a vida de uma ex-celebridade mirim real dos anos 1980, que se casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. Com previsão de estreia para 2018, “Samantha!” tem produção das Losbragas, produtora paulista que junta Felipe Braga e a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”). Os dois não são parentes, apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, e trabalharam juntos na produção das séries “Latitudes”, exibida no canal de TV paga TNT, e “Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”, ambas em 2014. Além desta atração, a Netflix ainda está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em produção pelo cineasta José Padilha, com quem a plataforma já tem relação profissional bem-sucedida por meio da série “Narcos”. O serviço de streaming também produziu seu primeiro filme brasileiro em 2017, “O Matador”, dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), que teve première no recente Festival do Gramado.

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    Diretor de La La Land fará série musical para a Netflix

    1 de setembro de 2017 /

    O cineasta Damien Chazelle, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Direção por “La La Land”, fechou a produção de uma série musical com a Netflix. Ele desenvolveu “The Eddy” em parceria com o escritor britânico Jack Thorne, criador da série “The Last Panthers” (2015) e roteirista do vindouro “Extraordinário”, que recentemente também trabalhou ao lado de J.K. Rowling na peça de teatro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”. A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos de exibição da atração, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Segundo o site da revista Variety, além de produzir Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas da série serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, do Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner.

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    Jonathan Groff encontra um serial killer em novo vídeo de Mindhunter

    1 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “Mindhunter”, série produzida pelo cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que vai contar a história real da primeira equipe de elite do FBI dedicada a investigar serial killers. A prévia mostra a tensão que cerca o encontro do protagonista, vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”), com um serial killer, mesmo este estando aprisionado. A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas – vivido por Groff na atração. A trama vai mostrar como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”) Além de produzir, Fincher também vai dirigir alguns episódios da 1ª temporada, como fez com “House of Cards”. A estreia está prevista para 13 de outubro.

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    Novo pôster de Stranger Things evoca o clássico Chamas da Vingança

    31 de agosto de 2017 /

    A Neflix continua sua campanha de divulgação de “Stranger Things” com pôsteres que prestam homenagens a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987) e “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), a nova arte traz Eleven (Millie Bobby Brown) de peruca, em pose que lembra Charlie, a personagem de Drew Barrymore na adaptação de Stephen King “Chamas da Vingança” (1984). Por sinal, a semelhança entre as duas personagens é gritante. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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    Teaser de personagens da série do Justiceiro inclui Karen Page

    31 de agosto de 2017 /

    O Twitter oficial da série do Justiceiro (Punisher) divulgou um novo vídeo bastante revelador. Para começar, o teaser destaca os personagens da série, e entre eles está Karen Page. A ex-assistente de Matt Murdock, que se tornou repórter investigativa, não fará apenas uma participação especial. De acordo com o IMDb, sua intérprete, a atriz Deborah Ann Woll, fará parte do elenco fixo da atração. Com isso, a nova série evoluiu de forma mais assumida como um spin-off de “Demolidor”. Ou seja, não será um prólogo que conta como Frank Castle (Jon Bernthal) virou o Justiceiro, mas uma continuação dos eventos vistos na 2ª temporada de “Demolidor”. O elenco contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible/O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. O vídeo também inclui outra revelação: os títulos dos episódios da 1ª temporada estão incluídos na prévia em código morse. A atração tem roteiros e produção de Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como a própria prévia deixa claro. Fall in. pic.twitter.com/nq7kxyidIC — The Punisher (@ThePunisher) August 28, 2017

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    Foto da 2ª temporada de Luke Cage revela “braço biônico” de Misty Knight

    31 de agosto de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da 2ª temporada de “Luke Cage”, uma das séries de super-heróis da Marvel produzidas pela Netflix. A imagem reflete os acontecimentos de “Os Defensores” e mostra que o braço amputado da detetive Misty Knight (Simone Missick) foi substituído por uma prótese. Por sinal, a personagem já está confortável com o membro artificial, pois aparece segurando uma arma, ao lado de Luke Cage (Mike Colter). Nos quadrinhos, a personagem tem um braço biônico superpoderoso, que foi criado por Tony Stark. Além de lhe dar uma força sobre-humana, o “braço de ferro” também inclui explosões de energia, campos de gravidade e até mesmo a possibilidade de controlar robôs. Segundo a publicação, a Marvel está mantendo em segredo se o braço de Misty é biônico e se há envolvimento de Stark em sua criação. Por curiosidade, recentemente, uma empresa americana real desenvolveu próteses para crianças que lembram a armadura do Homem de Ferro. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 2018 na Netflix.

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    Especial de stand-up de Jerry Seinfeld ganha trailer legendado

    30 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Jerry Before Seinfeld”, o primeiro de dois especiais que o comediante Jerry Seinfeld fará para a plataforma de streaming. Com foco no início de sua carreira, Seinfeld revisita piadas antigas e apresenta inéditas na atração, que inclui imagens de arquivo, mas tem como centro narrativo um show do comediante num cenário de clube de stand-up. Além dos especiais, o programa “Comedians in Cars Getting Coffee” também irá para Netflix – deixando a plataforma Crackle. O contrato milionário assinado pelo comediante também prevê que ele passe a atuar como curador da programação de comédia do gigante do streaming. E, de fato, alguém precisa “curar” a empresa que nas últimas semanas lançou “Friends from College” e “Disjointed”, as duas piores séries do ano. “Jerry Before Seinfeld” estreia em 19 de setembro.

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