Jack Black é o Rei da Polca em trailer legendado de comédia golpista
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado da comédia “O Rei da Polca” (The Polka King), estrelada por Jack Black (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e adquirida no Festival de Sundance 2017. O filme é baseado no documentário “The Man Who Would Be Polka King” e conta a história real de Jan Lewan (Black), imigrante polonês que, além de fazer shows de polca, tomava dinheiro de idosos com promessas de investimentos ilegais, semelhante a uma pirâmide financeira. Ele ganhou uma fortuna e ajudou a realizar os sonhos da esposa (vivida por Jenny Slate, da série “Married”), subornando juízes para elegê-la uma miss local. O elenco inclui ainda Jason Schwartzman (série “Blunt Talk”), Jacki Weaver (também de “Blunt Talk”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”) e Vanessa Bayer (“Saturday Night Live”) Roteiro e direção são de Maya Forbes (“Sentimentos que Curam”) e Wallace Wolodarsky (“Curvas Perigosas”), e a estreia está marcada para 12 de janeiro.
Frontier: Série de Jason Momoa na Neflix é renovada para a 3ª temporada
A Netflix e a Discovery do Canadá confirmaram a produção da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). A notícia tinha sido antecipada em julho por um blog americano, mas só agora se tornou oficial. A 2ª temporada já tinha sido anunciada antes que qualquer capítulo da produção fosse ao ar, o que servia de precedente para a confirmação de forma antecipada. A trama de “Frontier” acontece em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” é uma coprodução com o canal pago Discovery Canada. A atração teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreou em outubro na TV canadense e chegou na Netflix em 24 de novembro. O terceiro ano consistirá de mais seis episódios, com previsão de lançamento para o final de 2018.
Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu
Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.
Três Anúncios para Um Crime lidera indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA
O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (13/12) os indicados a sua tradicional premiação anual, conhecida como o SAG Awards. Um dos principais termômetros para o Oscar, a lista destacou “Três Anúncios para Um Crime”, do inglês Martin McDonagh, com quatro indicações, incluindo Melhor Elenco, Atriz (Frances McDormand) e dois Atores Coadjuvantes (Woody Harrelson e Sam Rockwell). O segundo filme mais citado foi “Lady Bird: É Hora de Voar”, primeiro longa dirigido individualmente pela atriz Greta Gerwig, que concorre a Melhor Elenco, Atriz (Saoirse Ronan) e Atriz Coadjuvante (Laurie Metcalf). A disputa dos melhores intérpretes privilegiou o cinema independente, deixando de lado as grandes produções de Hollywood, como os novos filmes de Steven Spielberg (“The Post”) e Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), que impressionaram o Globo de Ouro. Mas “Dunkirk”, de Christopher Nolan, e “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, contrariam a tendência ao aparecer na seleção de Melhor Elenco. A lista de atores inclui James Franco (por “O Artista do Desastre”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) e Denzel Washington (“Roman J. Israel, Esq.”). Entre as atrizes, a disputa acontece entre Judi Dench (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Margot Robbie (“Eu, Tonya”) e as citadas Frances McDormand e Saoirse Ronan. Nos últimos anos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tem repetido integralmente a lista dos concorrentes do SAG. Os prêmios do Sindicato também celebram os melhores desempenhos televisivos. “Big Little Lies” lidera a lista de Séries Limitadas, “Stranger Things” desponta entre as Séries Dramáticas e “Glow” é o destaque das Séries de Comédia. As três atrações conseguiram a mesma quantidade de indicações: quatro cada. “Big Little Lies”, por sinal, domina a categoria de Melhor Atriz de Telefilmes ou Séries Limitadas, com indicações para suas poderosas intérpretes: Nicole Kidman, Reese Whiterspoon e Laura Dern. Pela primeira vez, a lista registra um domínio da Netflix nas categorias televisivas, com 19 nomeações. A HBO aparece em seguida, com 12 indicações para suas produções, com a rede NBC num longínquo 3º lugar, com três. Além deste fato histórico, a Netflix também concorre a um prêmio cinematográfico, com a indicação de “Mudbound” como Melhor Elenco. A 24ª edição do Screen Actors Guild Awards vai acontecer em 21 de janeiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos candidatos aos prêmios. INDICADOS AO SAG AWARDS 2018 CINEMA Melhor Ator Timothee Chalamet, “Me Chame Pelo Seu Nome” James Franco, “Artista do Desastre” Daniel Kaluuya, “Corra!” Gary Oldman, “Darkest Hour” Denzel Washington, “Roman J. Israel, Esq.” Melhor Atriz Judi Dench, “Victoria & Abdul” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Frances McDormand, “Três Anúncios Para Um Crime” Margot Robbie, “I, Tonya” Saoirse Ronan, “Lady Bird” Melhor Ator Coadjuvante Steve Carell, “A Guerra dos Sexos” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson,”Três Anúncios Para Um Crime” Richard Jenkins, “A Forma da Água” Sam Rockwell, “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Atriz Coadjuvante Mary J. Blige, “Mudbound” Hong Chau, “Downsizing” Holly Hunter, “The Big Sick” Allison Janney, “I, Tonya” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Melhor Elenco “The Big Sick” “Corra!” “Lady Bird” “Mudbound” “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Performance de Dublês “Baby Driver” “Dunkirk” “Logan” “Planeta dos Macacos” “Mulher Maravilha” TELEVISÃO Melhor Ator em Série Dramática Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Peter Dinklage, “Game of Thrones” David Harbour, “Stranger Things” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Melhor Atriz em Série Dramática Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Claire Foy, “The Crown” Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale” Robin Wright, “House of Cards” Laura Linney, “Ozark” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, “Black-ish” Aziz Ansari, “Master of None” Larry David, “Curb Your Enthusiasm” Sean Hayes, “Will & Grace” William H. Macy, “Shameless” Marc Maron, “GLOW” Melhor Atriz em Série de Comédia Uzo Aduba, “Orange Is the New Black” Alison Brie, “GLOW” Jane Fonda, “Grace and Frankie” Julia Louis-Dreyfus, “Veep” Lily Tomlin, “Grace and Frankie” Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada Benedict Cumberbatch, “Sherlock” Jeff Daniels, “Godless” Robert De Niro, “The Wizard of Lies” Geoffrey Rush, “Genius” Alexander Skarsgard, “Big Little Lies” Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada Nicole Kidman, “Big Little Lies” Jessica Lange, “Feud: Bette & Joan” Susan Sarandon, “Feud: Bette & Joan” Reese Witherspoon, “Big Little Lies” Laura Dern, “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série Dramática “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” Melhor Elenco em Série de Comédia “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “Orange is the New Black” “Veep” Melhor Performance de Dublês em Série “Game of Thrones” “GLOW” “Homeland” “Stranger Things” “The Walking Dead”
Stranger Things e It: A Coisa lideram as listas de pesquisas do Google em 2017
O Google divulgou nesta quarta-feira (13/12) sua lista de assuntos mais buscados do ano. Em relação ao cinema, os recentes escândalos sexuais na mídia americana fizeram com que o o ator Kevin Spacey, o comediante Louis C.K., o produtor Harvey Weinstein e o apresentador Matt Lauer estivessem entre as celebridades mais pesquisadas do serviço. Mas nenhum ator superou o interesse por Meghan Markle e sua história de Princesa da vida real. Entre os filmes, “It: a Coisa” foi o que mais disparou buscas no mundo. E, curiosamente, as produções da DC se saíram melhor do que as da Marvel: “Mulher Maravilha” e “Liga da Justiça” superaram “Logan” e “Thor: Ragnarok”. “Guardiões da Galáxia Volume 2” e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” nem entraram no top 10. Outro fenômeno inesperado se materializou entre as séries. Apesar do frisson gerado por “Game of Thrones”, as séries mais pesquisadas foram produções da Netflix: “Stranger Things”, seguida por “13 Reasons Why”. Mais que isso, cinco dos dez programas mais pesquisados são da Netflix. A lista também inclui “Punho de Ferro”, “Mindhunter” e “Riverdale”, que passa na TV americana, mas é disponibilizada pelo serviço de streaming nos demais países. Mas o mais inesperado foi a aparição do “Big Brother Brasil” entre os programas mais buscados do mundo. Veja abaixo a relação das principais pesquisas do Google em 2017, no mundo e também no Brasil. Google Top Trends 2017 NO MUNDO Programas e Séries “Stranger Things” “13 Reasons Why” “Big Brother Brasil” “Game of Thrones” “Punho de Ferro” “Bigg Boss” “Riverdale” “American Gods” “The Kapil Sharma Show” “Mindhunter” Filmes “It: A Coisa” “Mulher-Maravilha” “A Bela e a Fera” “Logan” “Liga da Justiça” “Velozes e Furiosos 8” “Baahubali 2: The Conclusion” “Dunkirk” “La La Land” “Thor: Ragnarok” Atores Meghan Markle Kevin Spacey Gal Gadot Louis C.K. Bill Skarsgård Millie Bobby Brown Tom Holland Kaley Cuoco Saoirse Ronan Jason Momoa NO BRASIL Programas e Séries “Big Brother Brasil” “A Fazenda” “A Força do Querer” “13 Reasons Why” “A Lei do Amor” “Rock Story” “Dragon Ball Super” “Galinha Pintadinha” “Carinha de Anjo” “Game of Thrones” Filmes “It: A Coisa” “Velozes e Furiosos 8” “Liga da Justiça” “Logan” “Mulher-Maravilha” “Cinquenta Tons Mais Escuros” “A Cabana” “La La Land” “Meu Malvado Favorito 3” “Thor: Ragnarok”
Netflix ridiculariza hábitos de assinantes e assusta o mundo
A Netflix decidiu ridicularizar os hábitos de seus assinantes no Twitter. A exemplo do que fez em outros países, inclusive no Brasil, ironizou usuários exagerados dos Estados Unidos com humor depreciativo. “Às 53 pessoas que assistiram ‘O Príncipe do Natal’ todo dia nos últimos 18 dias: Quem machucou vocês?”, escreveu o serviço. Em pouco tempo, o comentário viralizou negativamente. Seguiu-se uma revolta contra a mensagem “assustadora” do “Big Brother”, numa referência à criação orwelliana, que sabia tudo e controlava a vida de todos na sci-fi distópica “1984”. Os protestos tomaram conta da rede social, mas também renderam comentários de colunistas dos jornais The New York Times e The Guardian. Para estes, houve invasão de privacidade e pouco caso com a divulgação de informações pessoais. “O tuíte oficial demonstra que a empresa usará dados para ridicularizar usuários; a Netflix não respeita sua base de consumidores e suas preocupações em torno do uso equivocado de dados pessoais”, apontou um usuário. “Por que expor as pessoas assim, individualmente, Netflix?”, quis saber uma usuária estarrecida. “Só queria saber se vocês estão bem”, retrucou o serviço, aumentando a polêmica. Detalhe: o filme “água com açúcar” é uma produção da própria Netflix.
Trolls e O Poderoso Chefinho vão virar séries animadas na Netflix
Além do remake da “She-Ra”, a DreamWorks Animation prepara novas séries baseadas em seus longas de animação mais recentes, “Trolls” e “O Poderoso Chefinho”, que serão lançadas em 2018 na Netflix. Por enquanto, apenas “Trolls: The Beat Goes On”, que continua a história de “Trolls” com novo elenco de vozes, teve o trailer divulgado. Nele, já é possível ouvir Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) e Amanda Leighton (série “This Is Us”) como as vozes de Tronco (Branch) e Poppy, substituindo, respectivamente, Justin Timberlake e Anna Kendrick. A estreia está marcada para 19 de janeiro.
She-Ra vai ganhar nova série animada na Netflix
A Princesa do Poder está de volta! A Netflix encomendou uma nova série de “She-Ra”, grande sucesso animado dos anos 1980. Exibido entre 1985 e 1987, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão acompanhará “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. A produção está a cargo de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, para a DreamWorks Animation. A nova She-Ra vai estrear em 2018, em data ainda não definida.
Série do Justiceiro é renovada para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série “O Justiceiro” (The Punisher) para a 2ª temporada. O anúncio foi feito pelo Twitter, três semanas após a estreia da atração, que dividiu a crítica, mas agradou aos fãs. A série encerrou o arco de vingança do personagem, introduzido em sua participação em “Demolidor”, e a próxima temporada deve lidar com uma trama diferente. A produção é o sexto lançamento bem-sucedido da Marvel na Netflix, após “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Os Defensores”, e se diferencia por ser a mais violenta de todas. “Acho que o que nós tentamos mostrar com essa série é o custo da violência, a angústia que a violência pode causar”, disse Jon Bernthal, intérprete do Justiceiro, para a agência Reuters. “Essa não é uma série de super-heróis onde caras são espancados e não há repercussão emocional ou física. Quando homens apanham na nossa série, você vê eles sangrarem, você vê eles sofrendo”, acrescentou. Vale avisar ao leitor que esta tal “repercussão” só dura até o final de cada episódio. O protagonista pode ser torturado, levar tiros e ficar à beira da morte diversas vezes, apenas para levantar da cama e entrar em nova briga no episódio seguinte. De certo modo, isto é até menos realista que as brigas dos super-heróis invencíveis dos quadrinhos. Ainda não há previsão para o começo das gravações dos novos episódios, mas o Justiceiro pode retornar antes da estreia de sua 2ª temporada, já que as séries da Marvel são interligadas. O Frank estava só começando. Marvel – O Justiceiro confirmado pra mais uma temporada. pic.twitter.com/tf1t0vVw0h — Netflix (@NetflixBrasil) December 12, 2017
Will Smith não gosta de fadinhas no novo trailer e fotos de Bright
A Netflix divulgou 22 novas fotos e mais um trailer de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. Ainda sem legendas, a prévia repete a premissa anteriormente apresentada, mas inclui uma cena inédita ao final, em que Will Smith diz uma variação racista do slogan da campanha contra assassinatos de negros pela polícia americana: “Vidas de fadas não importam”. O filme acompanha a parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. Durante uma patrulha noturna, eles entram em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo, e se vêem cercados de inimigos. Assim, devem esquecer suas diferenças para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que nas mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.
Trailer de novos episódios de Fuller House revela viagem à Tóquio e gravidez
A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da 3ª temporada de “Fuller House”, que mostra o elenco viajando para Tóquio para o casamento de Steve e uma provocação de uma possível gravidez. “O meu forno é pré-aquecido e fácil de assar. Estamos ficando grávidas”, diz Kimmy na prévia. A primeira metade da temporada celebrou o aniversário de 30 anos da série “Três É Demais” (Full House), que originou a atração. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série original, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama clássica. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin reaparece como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas.
Altered Carbon: James Purefoy narra novo teaser legendado da série sci-fi
A Netflix divulgou um novo teaser legendado da série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia traz narração de James Purefoy (de “The Following”), que explica como se tornou o homem mais rico de vários planetas e conseguiu viver mais de 300 anos trocando de corpos, até ser assassinado. E como isso o motivou a contratar alguém para descobrir quem o matou. É a deixa para aparição em cena do ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), numa sequência de imagens que evocam “Blade Runner” (1982). Kinnaman, que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (Purefoy), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.
Angelina Jolie é indicada pela segunda vez ao Globo de Ouro como diretora de Filme Estrangeiro
Queridinha da Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood, Angelina Jolie conquistou sua segunda indicação na categoria e Melhor Filme Estrangeiro do Globos de Ouro com seu drama “First They Killed My Father”, qualificado como produção do Camboja. O drama de Netflix também é o representante do país na busca de uma indicação ao Oscar 2018 de Melhor Filme de Língua Estrangeira. A estreia de Angelina como diretora, “Na Terra de Amor e Ódio” (2011), já tinha disputado o Globo de Ouro nesta categoria, mas foi considerado inelegível para o Oscar. O Globo de Ouro não tem a mesma preocupação da Academia com a origem da produção, e até já premiou Clint Eastwood por seu “filme japonês” “Cartas de Iwo Jima” (2006). “First They Killed My Father” vai disputar o Globo de Ouro com o chileno “Uma Mulher Fantástica”, o alemão “Em Pedaços”, o russo “Loveless” e o sueco “The Square”. Mas a lista deixou de fora o francês “128 Batimentos por Minuto”, considerado um dos favoritos ao Oscar da categoria. Angelina Jolie já venceu três Globos de Ouro como atriz: pelos telefilmes “George Wallace” (1997) e “Gia” (1998) e pelo filme “Garota, Interrompida” (1999), que também lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.












