Santa Clarita Diet: Vídeo revela quando Drew Barrymore vai voltar a virar zumbi
A Netflix anunciou a data de estreia da 3ª temporada de “Santa Clarita Diet”. A novidade foi divulgada por meio de um vídeo em que Drew Barrymore (“As Panteras”) recita os votos de matrimônio para seu marido na atração, vivido por Timothy Olyphant (série “Justified”). O texto é resultado de uma montagem que costura frases de diferentes cenas, o que faz com soe mais perturbador que romântico. A série de comédia, em que Drew Barrymore vive uma mãe suburbana zumbi, voltará com mais 10 episódios em 29 de março. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanha um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco inclui Liv Hewson (série “Inumanos”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que os ajuda a lidar com a querida canibal da família.
Spike Lee vai dirigir astro de Pantera Negra em drama para a Netflix
Spike Lee já definiu seu próximo filme, após as indicações ao Oscar de “Infiltrado na Klan”. O cineasta vai escrever e dirigir o drama “Da 5 Bloods”, que será estrelado por Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”) e realizado para a Netflix. O longa vai acompanhar veteranos da guerra do Vietnã em sua volta para casa nos anos 1970, enfrentando dificuldades para se ajustar a um mundo que seguiu adiante sem eles. Será o segundo filme sobre militares de Lee, que em 2008 dirigiu “Milagre em Sta. Anna”, passado na 2ª Guerra Mundial. Em “Da 5 Bloods”, ele vai voltar a trabalhar com Kevin Willmott, com quem escreveu “Infiltrado na Klan” (2018) e “Chi-Raq” (2015), e ainda contará no elenco com Delroy Lindo (“The Good Fight”) e Jean Reno (“O Profissional”). Ainda não há data definida para a estreia da produção.
Continuação de Breaking Bad é confirmada com ator Aaron Paul
A história de “Breaking Bad”, uma das melhores séries de todos os tempos, vai continuar num filme feito para a TV e o streaming. Ao conferir rumores, o site da revista The Hollywood Reporter apurou que a produção será estrelada por Aaron Paul e contará o que aconteceu com seu personagem, Jesse Pinkman, após a última cena da produção televisiva. No capítulo final da série, Pinkman foi salvo do cativeiro por Walter White (Bryan Cranston) e escapou num carro em disparada, enquanto seu “aminimigo” sangrava no chão de uma fábrica de drogas, ferido mortalmente pela troca de tiros contra traficantes caipiras, com o som de sirenes da polícia se aproximando do massacre. O filme acompanharia a fuga de Jesse a partir desse ponto. As fontes da THR também confirmam que a Netflix terá direitos preferencias sobre a produção, exibindo o filme em todo o mundo, paralelamente à transmissão americana pelo canal pago AMC. A continuação tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também pretende dirigir o filme, como fez com o capítulo final da atração. No ano passado, durante uma entrevista, Bryan Cranston confirmou que o projeto estava de fato em desenvolvimento, mas não sabia se estaria envolvido. Ele disse que, se Gilligan pedisse, prontamente voltaria ao papel de Walter White, e deu detalhes que confirmam o foco no personagem de Aaron Paul. “É uma ótima história e há muitas pessoas que queriam ver algum tipo de finalização em algumas dessas histórias que foram deixadas em aberto [no final da série]”, disse Cranston. “A ideia do filme, pelo que me disseram, diz respeito a isso – pelo menos um par de personagens ficou com o destino em aberto, no que diz respeito à jornada deles.” Aaron Paul venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Jesse Pinkman. Representantes da AMC, Netflix e produtores da Sony Pictures TV se recusaram a comentar a reportagem da revista.
Dennis Quaid vai estrelar série de comédia na Netflix
O ator Dennis Quaid se juntou à crescente lista de estrelas veteranas do cinema que estrelam séries da Netflix. Ele vai encabeçar o elenco de uma nova produção de comédia chamada “Merry Happy Whatever”. Trata-se de uma sitcom tradicional, gravada em estúdio, do produtor-roteirista Tucker Cawley (“Everybody Loves Raymond”). Quaid vai interpretar Don Quinn, patriarca de uma família complicada, que sofre com o estresse da época de Natal, quando sua filha mais nova traz para casa um novo namorado. A 1ª temporada terá 8 episódios que vão girar em torno do Natal. Caso faça sucesso, temporadas futuras poderão explorar outras reuniões de família em diferentes feriados. Quaid é um dos vários atores veteranos famosos que encontraram trabalho na Netflix, seguindo nomes como Jane Fonda e Lily Tomlin (“Grace & Frankie”), Michael Douglas e Alan Arkin (“O Método Kominsky”) e Kathy Bates (na já cancelada “Disjointed”). Mas, paralelamente, continua a manter sua carreira cinematográfica, com quatro filmes previstos para 2019.
Chefe do Hulu sugere salvar as séries da Marvel canceladas pela Netflix
Após anunciar a criação de um universo animado adulto da Marvel, a plataforma de streaming Hulu pode salvar “Demolidor” e as outras séries que foram canceladas pela Netflix. Pelo menos foi o que sugeriu o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich, em entrevista ao site The Wrap durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de “Demolidor”, as séries “Luke Cage” e “Punho de Ferro” foram canceladas em retaliação à decisão da Disney de tirar seu conteúdo da Netflix para lançar sua própria plataforma. Ainda são esperados os cancelamentos de “O Justiceiro”, que superou expectativas em sua 2ª temporada, e “Jessica Jones”, que deve exibir sua 3ª temporada em breve. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. A resposta obrigatoriamente vaga tem um elemento importante de informação: a questão da disponibilidade. O contrato assinado entre Netflix e Marvel impede que a Disney aproveite qualquer série que tenha sido cancelada antes de um prazo de dois anos. Entretanto, como estas produções são demoradas, a decisão de começar as gravações deve ser tomada nos próximos meses para um (re)lançamento no final de 2020. A plataforma Hulu já exibe uma série da Marvel, “Fugitivos” (Runaways), que estreou em 2017 e caminha para a sua 3ª temporada, ainda não confirmada oficialmente. Na segunda-feira (11/2), o serviço anunciou a produção de quatro séries de animação adultas com personagem dos quadrinhos da editora, num modelo que reflete o projeto da Marvel com a Netflix. “Eu tenho certeza que a nossa relação com a Marvel só vai se expandir a partir de agora”, comentou Erwhich. “Nós temos uma boa conexão criativa com eles. Muitas oportunidades ainda vão surgir, com certeza”. Em consonância com esse projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, confirmou que sua estratégia de streaming inclui reforçar o Hulu com material do estúdio focado no público adulto. Saiba mais aqui.
Juanita: Trailer legendado mostra Alfre Woodard em busca da felicidade
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da comédia “Juanita”, que traz Alfre Woodard (a Mariah Dillard de “Luke Cage”) no papel-título. Na trama, ela vive uma mulher insatisfeita com a vida, com os filhos já adultos, mas ainda folgados, que a impedem de se divertir. Seu único conforto são sonhos eróticos com o ator Blair Underwood (que interpreta a si mesmo no filme). Até que enche o saco e decide largar tudo. Vai pro c* dos EUA, ou uma cidade com nome bem parecido (“Pronuncia-se Butte”, corrige a vendedora da passagem), onde reinventa sua trajetória como cozinheira do único restaurante da região, fazendo sucesso e encontrando amor com um jovem nativo-americano (Adam Beach, de “Cowboys & Aliens”). A prévia conta tudo isso e muito mais, deixando pouco para ser descoberto no filme. Baseado no livro homõnimo de Sheila Williams, “Juanita” é o primeiro filme dirigido por Clark Johnson, ator da série “Bosch”. A estreia está marcada para 8 de março em streaming.
Io é só mais uma sci-fi fraquinha da Netflix
Graças à ganância do homem e sua exploração infinita da fauna e da flora, a vida na Terra acabou. Não dá mais para respirar e a (parte rica da) humanidade deixou o planeta em busca de um novo lugar para morar. Apenas uma pessoa é deixada para trás. E não estamos falando do robozinho Wall-E, mas de Margaret Qualley (“The Leftovers”). A premissa de “Io” é a mesma de “Wall-E” (2008), mas seu desenvolvimento parte para outro caminho, embora dê em um lugar já muito visitado. Esse nem é o maior problema, afinal é a jornada que importa, mas ela é desenvolvida através de clichês, situações previsíveis e diálogos pobres. Margaret Qualley é Sam, filha de um renomado cientista. Ambos ficaram na Terra para estudarem a possibilidade de reconstrução ou a readaptação do planeta. O resto foi para Io, nome de uma lua de Júpiter. Num belo dia, ela cruza com outro perdido que chega do nada de balão (!). Micah é interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Guerra Infinita”), que recita Platão para ilustrar o que já estamos vendo em cena, e explica em seguida, novamente, para quem não entendeu o claro significado da reflexão. Até sua ponta em “Homem-Formiga” é mais profunda que toda sua participação em “Io”. E não adianta o diretor Jonathan Helpert encher o filme de paisagens belas ou o cabelo de Sam ao vento, quando nenhuma imagem contribui para traduzir o que ela está pensando nem propõe a dimensão de sua angústia. Em resumo, “Io” é só mais uma ficção científica fraquinha da Netflix, como “Titã”, “Mudo”, “Onde Está Segunda?”, “Spectral”, “O Paradoxo Cloverfield” e “Próxima Parada: Apocalipse”.
Peter Dinklage vai estrelar série pós-apocalíptica do diretor de Planeta dos Macacos
Peter Dinklage já definiu sua próxima série após o fim das gravações de “Game of Thrones”. O intérprete de Tyrion Lannister vai trocar os dragões da fantasia medieval por um futuro pós-apocalíptico em “Last Sons of America”, adaptação dos quadrinhos homônimos para a Netflix. A série é uma produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que está sendo desenvolvida pelo diretor Josh Mond (“James White”). Publicados pela Boom! Studios nos EUA, os quadrinhos escritos por Phillip Kennedy Johnson e desenhados por Matthew Dow Smith apresentam um futuro similar ao do filme “Filhos da Esperança” (2006), em que os adultos se tornaram estéreis. A diferença é que este problema só afeta os americanos, o que faz com que crianças de outras nacionalidades se tornem a comodidade mais valiosa da economia nacional. Os protagonistas são os irmãos Julian (Dinklage) e Jackie, que vivem na Colômbia, onde tentam convencer famílias a venderem seus recém-nascidos para famílias dos EUA. Quando os dois cometem um grande erro, todo o seu lucrativo negócio pode ir por água abaixo. A história original foi uma minissérie de apenas quatro exemplares. Veja as capas abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Netflix compra sci-fi com Hilary Swank que foi destaque do Festival de Sundance
A Netflix adquiriu os direitos de distribuição de mais um filme revelado no Festival de Sundance 2019. Trata-se do thriller futurista “I Am Mother”, estrelado por Hilary Swank (“Logan Lucky”) e Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), que obteve 82% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, após sua première no festival de cinema indie. Na trama, Byrne vive uma androide conhecida como “Mãe”, que foi criada e programada para proteger uma garota adolescente (Clara Rugaard, de “Still Star-Crossed”), destinada a perpetuar a raça humana em uma Terra pós-apocalíptica. As coisas se complicam quando a personagem de Swank entra em cena. Ela interpreta uma estranha que chega gravemente ferida ao local onde a garota vive com a “Mãe”. “I Am Mother” marca a estreia do diretor Grant Sputore e do roteirista Michael Lloyd Green em longas-metragens. Os efeitos especiais do thriller foram criados pela WETA Digital, empresa do cineasta Peter Jackson, conhecida pelo trabalho em “O Senhor dos Anéis” e “Avatar”. Além de “I Am Mother”, a Netflix comprou documentários e apenas outro drama de destaque do Festival de Sundance: “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, cinebiografia serial killer Ted Bundy estrelada por Zac Efron (“Baywatch”).
Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro
O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.
Netflix anuncia novas séries espanholas do criador de Elite e do diretor de Colossal
A Netflix anunciou cinco novos projetos espanhóis, e o destaque é uma série de super-heróis de Nacho Vigalongo, diretor de filmes cultuados como “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e o recente “Colossal”, com Anne Hathaway. Trata-se de “El Vecino”, adaptação dos quadrinhos de Santiago Garcia e Pepo Perez, que é sucesso no mercado espanhol. Vigalondo vai assinar alguns episódios que contam como um cara comum se transforma em herói após um alienígena pousar em sua casa e transferir para ele suas habilidades sobrenaturais. Mas ele que não se entusiasma com esta história de origem roubada de Lanterna Verde e acaba sendo incentivado pelo vizinho José, fã de quadrinhos que o faz assumir o alter ego do herói Titan. A produção é da Zeta, mesmo produtora que fez “Elite”. Por sinal, entre os projetos anunciados, “El Desorden Que Deseas” é uma nova série do cocriador de “Elite”, Carlos Montero, e também se passa numa escola. É um suspense em que uma professora descobre que algo sinistro se esconde por trás de sua nova escola. Há também “Dias de Navidad”, focado no Natal de quatro irmãs. Criada por Pau Freixas (da “Red Band Society” original), a série conta com as atrizes Verónica Echergui (“Fortitude”), Anna Moliner (“Las Chicas Del Cable”) e ninguém menos que Victoria Abril (“De Salto Alto”) no elenco. “Valeria” adapta os romances de Elísabet Benavent sobre uma escritora em crise, tanto com seus livros quanto com seu marido emocionalmente distante. A criação é de María López Castaño (de “Diablo Guardián”). Por fim, “Memorias de Idhún” vai adaptar a trilogia de fantasia da escritora Laura Gallego Garcia como uma série animada.
Capitã Marvel será o primeiro filme com exclusividade em streaming da Disney+ (Disney Plus)
“Capitã Marvel” será o primeiro filme da Disney que deixará a Netflix apenas na vontade. O lançamento em streaming vai acontecer exclusivamente para o serviço Disney+ (Disney Plus). A confirmação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em teleconferência para o mercado financeiro, e acontece dois anos após a empresa anunciar que iria parar de licenciar seus títulos para outras plataformas e encerrar seu contrato com a Netflix, como parte da estratégia para valorizar o seu próprio serviço de streaming. “O que basicamente estamos tentando fazer é investir em nosso futuro”, disse Iger. As medidas que a empresa tomou são “todas projetadas para que, a longo prazo, esse negócio se torne uma parte importante dos lucros da Disney”, continuou. Embora o estúdio se arrisque a abrir mão da fortuna que normalmente acompanha o licenciamento de seus filmes, trata-se de uma medida necessária, garante o executivo. “É quase o equivalente a investir capital para construir nossos parques temáticos. Esta é uma aposta no futuro do negócio”. A empresa ainda não anunciou uma data de lançamento para a Disney+ (Disney Plus). A ideia da Disney é lançar o serviço ainda em 2019.
Diretora e roteirista de Homeland farão minissérie de suspense para a Netflix
A Netflix anunciou a produção da minissérie “Pieces of Her”, que vai adaptar o best-seller de suspense de Karin Slaughter, publicado no Brasil com o título de “Ninguém Pode Saber”. Com oito episódios, “Pieces of Her” contará a história da jovem Andrea e sua mãe, Laura, que vivem na pacata cidade costeira de Belle Isle, nos EUA. Andrea acha que conhece cada detalhe da vida da mãe, e a considera francamente entediante. Até que um passeio no shopping é interrompido por um ataque violento e Andrea descobre um lado completamente novo de sua mãe, que escondeu sua verdadeira identidade por 30 anos, na esperança de que ninguém descobrisse quem ela era. A polícia quer respostas, mas Laura se recusa a falar com quem quer que seja, inclusive com a própria filha. Ecoando o protagonismo feminino da trama, a produção está a cargo de uma equipe encabeçada pela diretora Lesli Linka Glatter e a roteirista Charlotte Stoudt (ambas de “Homeland”), além da produtora Bruna Papandrea (“Garota Exemplar”). Ainda não há previsão para a estreia.










