PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Kevin Spacey reage a novo processo por abuso sexual com vídeo bizarro

    24 de dezembro de 2018 /

    O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) vai enfrentar uma ação criminal por supostamente agredir sexualmente o filho adolescente de uma ex-âncora da TV de Boston em um bar na cidade de Nantucket em 2016. Horas após a acusação criminal ser anunciada nesta segunda (24/12), Spacey postou um vídeo bastante estranho em suas contas oficiais nas redes sociais. Intitulado “Let Me Be Frank”, o vídeo traz o ator aparentemente abordando o que está acontecendo em sua vida, mas como se ele fosse Frank Underwood, seu personagem de “House of Cards”. Assista abaixo. Mais de 30 homens disseram que foram vítimas de avanços sexuais indesejados por Spacey, desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento. Agora, o jornal Boston Globe relata que Spacey deverá enfrentar acusação de agressão e abuso sexual na Corte Distrital de Nantucket em 7 de janeiro. A acusação vem em um ano depois que a alegação foi feita contra o ator. Em novembro de 2017, Heather Unruh, ex-apresentadora da WCVB-TV, realizou uma entrevista coletiva emocional em que acusou publicamente Spacey de atacar seu filho um ano antes, dentro do Club Car Restaurant em Nantucket. Unruh disse que seu filho, que não tinha idade para beber, foi embebedado pelo ator, que “lhe comprou bebida atrás de bebida atrás de bebida”. “Meu filho estava encantado pela atenção, um jovem hétero de 18 anos que não tinha ideia de que aquele famoso ator era um suposto predador sexual ou que ele estava prestes a se tornar sua próxima vítima”, disse ela. “Quando meu filho estava bêbado, Spacey fez sua jogada e o atacou sexualmente”. A jornalista deixou claro que seu filho não deu consentimento e chamou as ações de Spacey de crime. “Spacey enfiou a mão nas calças do meu filho e agarrou seus órgãos genitais”, disse ela. “Os esforços do meu filho para remover a mão de Spacey só foram momentaneamente bem sucedidos. Meu filho entrou em pânico, ele congelou. Ele estava bêbado”. Ainda assim, ela diz que Spacey insistiu para que o jovem se juntasse a ele em uma festa privada para beber mais. Quando ele se levantou para ir ao banheiro, uma estranha preocupada se aproximou e “disse para ele correr e ele correu o mais rápido que podia” para a casa da sua avó, onde chegou “atormentado e com medo”. “Nada poderia ter preparado meu filho para saber como essa agressão sexual o faria se sentir como um homem”, disse ela sobre seu filho, que agora é estudante de segundo ano na faculdade. “Aquilo o prejudicou e não pode ser desfeito. Mesmo que ele tente o seu melhor para lidar com isso, como ele diz, isso está sempre lá e continua a incomodá-lo”. Ela acrescentou: “Ele não consegue esquecer”. Unruh disse que seu filho relatou o incidente à polícia de Nantucket no outono de 2017 e forneceu evidências aos investigadores.

    Leia mais
  • Série

    Netflix renova The Last Kingdom para a 4ª temporada

    24 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “The Last Kingdom”. A notícia foi acompanhado por um vídeo divertido em que Alexander Dreymon, intérprete do protagonista Uhtred, aparece em trajes modernos convocando o elenco para uma nova aventura, rumo à 4ª temporada. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 11 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2018. Os novos episódios não tem previsão de estreia. ATTENTION ARSELINGS. Uhtred and co. have some exciting news to bring a little extra festive cheer! .#TheLastKingdom #Netflix #GoingToSeason4 #season4 pic.twitter.com/3TRgeFgnCe — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) December 21, 2018

    Leia mais
  • Filme

    Kiernan Shipka anuncia final de gravações da 2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina

    23 de dezembro de 2018 /

    A atriz Kiernan Shipka anunciou nas redes sociais que as gravações da 2ª temporada – ou 2ª parte – de “O Mundo Sombrio de Sabrina” foram concluídas. Ela ilustrou a notícia com uma foto em que aparece ao lado do gato Salem. O detalhe: ela continua platinada ao final dos novos episódios, refletindo sua transformação no desfecho da primeira… parte? Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente só pelo prazer de confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que continua adolescente como na época de sua atração anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui. Visualizar esta foto no Instagram. That’s season a WRAP on @sabrinanetflix! Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka) em 22 de Dez, 2018 às 2:09 PST

    Leia mais
  • Série

    Após muita polêmica, Super Drags é cancelada pela Netflix

    23 de dezembro de 2018 /

    A primeira série animada brasileira da Netflix, “Super Drags”, foi cancelada após apenas uma temporada. O motivo foi o convencional: baixa audiência. Em comunicado enviado ao jornal O Estado de S. Paulo, a Netflix explicou: “‘Super Drags’ não será renovada para uma 2ª temporada na Netflix. A série não teve uma audiência tão grande quanto esperávamos”. As Super Drags eram três jovens que trabalhavam em uma loja de departamentos, mas, durante a noite, se transformavam em super-heroínas transexuais, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Entre os dubladores da atração, estava o cantor Pabllo Vittar. Havia grande expectativa pelo desempenho, após série dar muito o que falar. Apareceu tanto na mídia que parecia um sucesso consolidado. Mas sua projeção foi muito ligada a protestos conservadores. Embora fosse uma produção para maiores de 16 anos, até a Sociedade Brasileira de Pediatria decidiu se manifestar (“em defesa das futuras gerações”), assim como promotores mineiros, que tomaram para si funções do Ministério da Justiça (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”) ao intimar a Netflix a censurar a produção. Houve ainda um abaixo assinado, que reuniu 30 mil assinaturas pedindo seu cancelamento, e uma nota de repúdio da Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e da Família, em que deputados evangélicos afirmaram que o desenho “retrata assuntos de cunho moral de forma obscena e não educativa”. Mas, ao contrário do que houve com “O Mecanismo”, a publicidade negativa não despertou curiosidade no público. Porém, precipitou um processo. Mais revelante que pressão política, uma ação judicial por plágio contra “Super Drags” pode ter sido o proverbial prego no caixão. O ilustrador e desenhista Wil Vasque acusou o estúdio Combo, que produziu a série, e a Netflix de plagiar sua animação “Drag Dragons”, que ele criou em 2010. Em entrevista ao site E+, do Estadão, o ilustrador disse que a plataforma contestou a acusação e o chamou de “lunático”. Mas a juíza do caso pediu para que se juntassem provas visuais e aguarda uma audiência sobre a acusação. Ele comemorou o cancelamento da série como se fosse uma vitória no processo. “Eu estou me sentindo já vitorioso de certa forma, porque o fato de tirar já é uma presunção de culpa”, disse Vasque à publicação. Ele acredita que o cancelamento, apesar da manifestação de grupos que pediam a suspensão da série e a declaração da plataforma sobre a audiência, tenha sido motivado exclusivamente pelo processo. Veja abaixo um esboço da introdução de “Drag Dragons” – ao som do tema de “Thundercats”!

    Leia mais
  • Filme

    Filme de arte da era do streaming, Roma é um épico humanista

    23 de dezembro de 2018 /

    “Roma” é o que costumávamos chamar de filme de arte no século passado. Tem inspiração no neorrealismo italiano, não possui trilha sonora e foi rodado em preto e branco pelo cineasta Alfonso Cuarón (“Gravidade”), que relembra sua infância e, principalmente, das mulheres responsáveis por sua educação em Roma (não aquela da Itália, mas o bairro da Cidade do México). Mas é um filme de arte para se ver em streaming, concebido como um produto (Netflix) do século 21. E esta nem é a maior contradição da produção. Também responsável pela fotografia do filme, o diretor picota o longa em recortes quase sempre isolados do cotidiano, sem as costuras do storytelling tradicional. É como se fossem flashes de memórias do diretor jogados na tela, como um adulto se esforçando para se lembrar de passagens marcantes de sua época de criança. Todas eles contam de alguma forma com a presença da verdadeira protagonista da história, a jovem trabalhadora doméstica Cleo (a sensacional Yalitza Aparicio), que dita o ponto de vista único do filme. Como pano de fundo, o momento político, econômico e social conturbado dos anos 1970 no México. Mas os olhos de Cuarón estão voltados para Cleo, o coração de uma família em frangalhos. Ela percorre uma ladeira emocional com a patroa e os filhos dela. Mas, aos poucos, entende que é mais que a mulher que cuida da casa. É a que cuida de todos e é o alicerce mais poderoso dessa que é, no fim das contas, sua verdadeira família. E quando sua ficha cai na lindíssima cena da praia, quem não sentir um nó na garganta precisa urgentemente ir ao médico. Hoje em dia, um filme com esse roteiro costuma ser feito sem grande orçamento, com câmera tremendo, fotografia desleixada e se o cenário é o México, então, dá-lhe cores estouradas com preferência pelo amarelo do sol castigando tudo e todos. Mas Cuarón, além de apostar no preto e branco mais elegante que você viu nos últimos anos, não balança a câmera, busca enquadramentos não menos que perfeitos e tira beleza de qualquer momento do cotidiano, além de enquadrar momentos épicos como quem está acostumado a realizar superproduções. Aliás, Cuarón prefere mais imagens que palavras. Para você ter uma ideia, ele começa o filme com água e sabão abrindo uma janela no céu. Impossível ser mais evidente que isso para deixar clara sua intenção logo nos minutos iniciais. Cuarón quer abrir não somente a janela para suas memórias, mas também para o público. E de qualquer nacionalidade. Não importa a língua falada no filme, pois em pouquíssimo tempo, todos nós falamos o mesmo idioma, porque as lembranças de Cuarón se tornam nossas próprias lembranças, conectando-se por experiências similares. E para ajudar a moldar essa experiência, há uma relação muito profunda entre o que você vê em primeiro plano e o que está em segundo plano no frame. Às vezes exalando contradição, outras atuando como complemento. Mas dissecar aqui o que está em cada cena é atrapalhar o prazer para os sentidos que é descobrir e redescobrir “Roma”. Quantas vezes na vida você estava triste e alguém próximo estava feliz? Ou vice-versa. Quantas vezes num momento de angústia, você seria capaz de imaginar que acontecia algo ao redor ou existia uma pessoa capaz de mudar aquela sua sensação desoladora de uma hora para outra? Quantas vezes não enxergamos uma oportunidade debaixo de nossos narizes? É verdade que Cuarón poderia criticar muito mais a relação entre patrões e empregados ou discutir com mais contundência a tensão política no México, mas não era o filme que ele pretendeu fazer. É no fator humano e em sua sensibilidade engajadora e universal que reside o segredo da grandeza de “Roma”. É sobre mulheres. Isso não quer dizer que esses pontos não sirvam de apoio para mostrar a evolução de Cleo. Mesmo que fique em silêncio muitas vezes, Cleo não é tão passiva, estagnada e parada no tempo quanto aparenta (o avião que abre e fecha o filme não está lá por acaso, pois indica passagem de tempo). A relação entre chefes e seus subordinados não é tão simples assim e muitas vezes aceitamos coisas que vão contra nossos princípios. Mas note como a própria personagem é a mais equilibrada do filme (literalmente, como mostrado na cena daquele artista excêntrico colocando todo mundo num pé só). Em constante movimento evolutivo, Cleo ainda tem seu inesperado segundo de catarse no clímax de “Roma”. Em outras palavras, Cleo caminha para frente sim em sua jornada; ainda que ela demonstre humildade em um mundo injusto e entenda que seu lugar é ao lado daquela família. Existe algo mais épico que o sentimento humano? É por isso que, mando quando a grandiosidade contida ameaça estourar na tela ou quando Cuarón arrisca sequências sem cortes, o filme de streaming que venceu o Festival de Veneza 2018 se destaca por suas sutilezas. Pode até lembrar semelhanças com o cinema de Fellini, Visconti ou De Sica, mas esta “Roma” é de Cuarón mesmo.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix prepara remake de Meu Amigo Harvey, comédia clássica de 1950

    22 de dezembro de 2018 /

    A Netflix prepara um remake da comédia de fantasia “Meu Amigo Harvey”, sucesso dos anos 1950. “Meu Amigo Harvey” é, na verdade, uma peça de Mary Wright, que venceu o prêmio Pulitzer em 1944 e foi encenada na Broadway entre 1944 e 1949. Sua primeira versão nos cinemas foi um filme da Universal estrelado por James Stewart em 1950. O ator ainda reprisou o papel em 1972, numa das três adaptações televisivas já feitas da história. O personagem principal não é Harvey, mas Elwood P. Dowd, um homem excêntrico, que diz ser amigo de um coelho gigante e invisível. Ninguém consegue ver Harvey, só ele. E sua amizade com o bicho afeta cada membro de sua família e comunidade. Steven Spielberg chegou a considerar filmar um remake dessa história em 2009, com Tom Hanks foi cotado para iver o protagonista, mas o projeto não saiu do papel. Agora, a plataforma de streaming contratou os roteiristas J. David Stem e David N. Weiss, que escreveram juntos “Shrek 2” e “Smurfs”, para desenvolverem remake. Ainda não há previsão para o início das gravações ou sua disponibilização em streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Irregulars: Netflix prepara série sobre Sherlock Holmes

    22 de dezembro de 2018 /

    “Elementary” pode estar no fim, mas o detetive Sherlock Holmes ganhará mais uma série a seguir. A Netflix encomendou a produção de “The Irregulars”. A diferença dessa série em relação à “Elementary” e à britânica “Sherlock” é que Holmes não será o protagonista do seriado. A atração focará Os Irregulares de Baker Street, um grupo que resolve os mistérios de Sherlock Holmes e deixa o detetive levar o crédito. O grupo faz parte da mitologia do personagem, aparecendo nos livros como a versão de Arthur Conan Doyle para os delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”. “The Irregulars” pretende seguir a versão literária com uma grande liberdade, como revelou, em comunicado, o responsável pela adaptação, o roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). “Nos livros, Sherlock Holmes tinha um grupo de crianças da rua que o ajudavam a conseguir pistas. Então, pensamos, e se Sherlock for um viciado e delinquente, e as crianças são quem resolvem os mistérios enquanto os créditos ficam para ele?”, explicou o roteirista. Apesar do anúncio da produção, “The Irregulars” ainda não tem elenco nem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Jon Bernthal revela que quebrou a mão e precisou de cirurgia durante gravações de Justiceiro

    22 de dezembro de 2018 /

    As gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” foram hardcore. Durante entrevista para a revista Men’s Health, o ator Jon Bernthal revelou que chegou a quebrar uma das mãos e precisar passar por uma cirurgia de emergência após uma cena de ação dar errado. “Me lembro de ter quebrado a mão em nosso primeiro dia de gravações da 2ª temporada, na primeira cena de luta. No segundo dia, continuei trabalhando como se nada tivesse acontecido, o que me causou problemas nos ligamentos, e então no terceiro dia, meu braço ficou totalmente deslocado e precisei de uma cirurgia de emergência.” Bernthal ressaltou porém que sua paixão pela profissão ainda é maior do que esses imprevistos. “Não foi uma decisão inteligente continuar gravando com uma mão quebrada. Eu poderia ter voltado muito antes se tivesse tratado devidamente. Mas, ao mesmo tempo, sei que minha carreira acabará um dia. Em algum momento, o telefone vai parar de tocar.” Ele também contou que, numa cena de luta, levou um soco certeiro e desabou inconsciente, preocupando toda a equipe. E está com o corpo coberto de cicatrizes que não são efeitos especiais. “O Justiceiro” retorna em janeiro de 2019 na Netflix, possivelmente pela última vez. Assim como aconteceu com “Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”, a série deve ser cancelada logo em seguida.

    Leia mais
  • Série

    Locke & Key: Série baseada em quadrinhos de terror do filho de Stephen King escala protagonistas

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou os primeiros nomes da série de terror “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King, que terá adaptação de Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”). “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas logo descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) são os atores confirmados no elenco. Eles viverão, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke. Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da plataforma teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado no piloto anterior. Desta vez, o projeto já está aprovado. Um trauma a menos, pois a produção está há sete anos sofrendo para sair do papel. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011, para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. E a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que, na ocasião, voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix, enquanto o cineasta passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor na Netflix. Tudo isso conspira para a produção da Netflix ser bem diferente da versão apresentada para a Hulu. A 1ª temporada terá 10 episódios e as gravações começam agora em janeiro no Canadá. Veja algumas capas da publicação original da editora IDW abaixo.

    Leia mais
  • Série

    2ª temporada de Titãs terá Superboy e Krypto

    21 de dezembro de 2018 /

    O final da temporada inaugural de “Titãs” (Titans), primeira série da plataforma DC Universe, incluiu uma cena pós-créditos que apontou os rumos da trama para o próximo ano de produção. A sequência revela um clone com um logo de Superman tatuado no corpo, que se liberta do confinamento de um laboratório, acompanhado por um cachorro de olhos vermelhos flamejantes. Trata-se, claro, de Superboy e Krypto. Veja abaixo. Por sinal, a história do despertar e fuga de Superboy (sem o cachorro) já foi adaptada antes numa produção da DC: na 1ª temporada de “Young Justice”, a série animada da Justiça Jovem. Por conta disso, a premissa deixou os fãs extremamente empolgados e ansiosos pelos próximos episódios. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Greg Walker confirmou que a série vai mesmo introduzir Conner Kent, o Superboy, na 2ª temporada, embora essa reviravolta não fizesse parte da concepção da série. “Não foi totalmente planejado desde o primeiro dia – ou talvez estivesse nas cabeças de Geoff Johns e Akiva Goldsman, mas eles não me disseram. Acho que sabíamos que seria uma direção emocionante para os fãs e interessante para nós também, e esse foi o melhor momento para abordá-la”, ele contou. “O que posso dizer é que ainda queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, completou. A produção da 2ª temporada de “Titãs” já está confirmada, mas ainda não tem previsão de estreia. A série ainda não teve lançamento nacional, mas falta pouco para os fãs brasileiros de quadrinhos conhecê-la. Ela desembarca no país em 11 de janeiro, via Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Astro do remake de Kickboxer vive o Batman na série Titãs

    21 de dezembro de 2018 /

    A DC Universe liberou a identidade do intérprete de Batman na season finale da série “Titãs”, exibida nesta sexta (21/12) nos Estados Unidos. Trata-se do astro do remake de “Kickboxer”, o ator e dublê Alain Moussi. Ele mesmo disponibilizou a identificação nas redes sociais. Veja abaixo. Moussi já apareceu antes nas séries da DC. Ele é dublê de cenas de ação de “Arrow”, que contém algumas das lutas mais intensas já mostradas numa produção de super-heróis. Seus próximos trabalhos no cinema são, como dublê, “X-Men: Fênix Negra” e, como ator, o terceiro longa da franquia “Kickboxer”. Já renovada para a 2ª temporada, “Titãs” estreia no Brasil em 11 de janeiro, via Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Well… cats out of the bag… or should I say the bat’s out of the cave lol • I share this one with my brother from another mother @maximsavarias ? We both had the honor of wearing Batman’s mask in the season finale of @dcutitans ? Got some fun behind the scenes coming soon ? . . . . . #imbatman #dcutitans #dcu #titans #batman #darkknight Uma publicação compartilhada por Alain Moussi (@alainmoussi) em 17 de Dez, 2018 às 8:58 PST

    Leia mais
  • Série

    Russian Doll: Nova série de Natasha Lyonne ganha teaser e primeiras fotos

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser para anunciar a data de estreia de “Russian Doll”. nova série de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”). Na trama de comédia, ela vive Nadia, que embarca numa jornada – aparentemente inevitável – como a convidada de honra de uma festa na cidade de Nova York. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). A estreia está marcada para o dia 1° de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    Final de Unbreakable Kimmy Schmidt ganha primeiro teaser e fotos

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser e as primeiras fotos da segunda metade da 4ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que marca o final da série. Kimmy (Ellie Kemper), Titus (Tituss Burgess), Jacqueline (Jane Krakowski), Lillian (Carol Kane) e Mimi Kanasis (Amy Sedaris) estão nas fotos, enquanto o vídeo é a abertura de um sitcom fictício dos anos 1990, intitulado “Magic Boy”, que destaca Titus Andromedon. Confira abaixo. Criada por Tina Fey e Robert Carlok, ambos de “30 Rock”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” gira em torno da personagem do título, vivida por Ellie Kemper, que passou boa parte da vida trancada num bunker, achando que o mundo tinha acabado. Após ser resgatada, ela se sente grata pelo apocalipse não ter acontecido e, com sua ingenuidade cativante, adota uma postura extremamente otimista, mesmo diante das maiores dificuldades, ao se mudar para Nova York com o objetivo de retomar sua vida. Primeira sitcom de meia hora da Netflix, “Unbreakable Kimmy Schmidt” se tornou um dos programas mais aclamados da plataforma de streaming. Até o momento, ganhou 16 indicações ao Emmy, incluindo como Melhor Série de Comédia para suas três primeiras temporadas. A comédia também entrou rapidamente no zeitgeist com paródias da cultura pop e canções como “Pinot Noir” que acumulam seguidores nas redes sociais. Os últimos episódios de “Unbreakable Kimmy Schmidt” chegam na Netflix no dia 25 de janeiro de 2019.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie